A mostra Ícones foi apresentada virtualmente no auge da pandemia, em dezembro de 2020. A partir deste sábado, 7/10, a mostra está na galeria Zoravia Bettiol, juntamente com obras de outros artistas.
Das 56 obras exibidas, 15 são pinturas da série Ícones e 41 são desenhos, gravuras e pinturas de artistas brasileiros e estrangeiros. Zoravia coleciona arte há mais de 60 anos, com critério e sensibilidade.
A exposição homenageia personalidades relacionadas às artes, como Mario Quintana, Mercedes Sosa, Tamara Toumanova; e às ciências, como a Condessa de Lovelace, matemática e escritora inglesa do século 19, pioneira nas pesquisas para criação do algoritmo.
Há também figuras mitológicas gregas como Penélope, Ulysses, Medusa e Ícaro; figuras ficcionais como Pinóquio, A Bela Adormecida, Alice de Lewis Carroll e o personagem circense Mágico Chinês. E também o triângulo amoroso Colombina, Pierrô e Arlequim da comédia Del Arte.
Na concepção dessa série, Zoravia pintou em acrílico sobre madeira, sendo alguns suportes retangulares e outros trapezoidais. Na parte superior, representou o busto de cada personagem e, abaixo, em suspenção, alguns elementos relacionados à vida ou a obra de cada um dos homenageados.
Entre os artistas da sua coleção, há obras dos brasileiros Vasco Prado, Regina Silveira, Saint-Clair Cemin, João Câmara, Didonet Thomaz, Glênio Bianchetti, Mario Cravo Júnior, e dos estrangeiros Jorge Paez Vilaró, Antônio Potero, Adolf Frohner, Carlos Fossati, Luis A. Solari, Héctor Capurro, Marta Peluffo e outros…..
Todos os trabalhos estão à venda e a galeria parcela os pagamentos.
Ada Byron King, Condessa de Lovelace, na série de Zoravia Bettiol
SERVIÇO:
Título: Ícones, Pinturas e Acervo de Artistas Brasileiros e Estrangeiros de Zoravia Bettiol
Data: de 07 de outubro, sábado, a 30 de novembro de 2023.
Em sua 5ª edição e reunindo o maior número de participantes, Uma Sinfonia Diferente RS traz o tema FÉ para celebrar o encerramento do projeto no ano de 2023. Após um processo de nove meses de atendimento de musicoterapia em grupo para mais de 60 crianças e jovens com autismo, o Sinfonia realiza um espetáculo Musical Fé no dia 15 de outubro, às 19h, no Teatro Feevale (Universidade Feevale, RS-239, 2755 – Campus II, Novo Hamburgo). Os ingressos custam R$ 20,00 e podem ser adquiridos pelo site https://teatrofeevale.com.br/programacao/sinfonia.
No espetáculo, o público típico e atípico, poderá apreciar um roteiro idealizado especialmente para as características desta 5ª edição. “A proposta do tema do Musical é valorizar a força de vontade em buscar alternativas por mais qualidade de vida. A esperança, o amor. A Fé de cada um, este sentimento, que une as famílias do Sinfonia, seja qual for a sua crença, pois tratamos a fé como uma ferramenta pessoal para vencer as adversidades, buscar sabedoria e principalmente aprender a apreciar o processo e não somente o ponto final de chegada”, destaca Grazi Pires, Musicoterapeuta e Coordenadora do Projeto.
Grazi Pires e Dejeane Arruée_com participantes do espetáculo. Foto: Ricardo Lage/ Divulgação
“Traremos ao público performances coletivas e individuais dos participantes do projeto que vem acompanhado de uma super banda de músicos profissionais que são voluntários do Projeto. Além disto, teremos convidados super especiais como a cantora e compositora Tati Portella e do artista autista e amigo do Sinfonia, Ângelo Bandel Foreste”, afirma Dejeane Arruée que assina direção musical do Projeto. A atriz e diretora de teatro Deborah Finocchiaro, apoiadora do projeto desde 2019, integra a equipe do espetáculo assinando a orientação cênica, além de contribuir com o roteiro e ensaios dos voluntários para a grande noite e ser a mestra-de-cerimônia do Musical.
Convidados e voluntários
Sobem ao palco com performances mais de 50 crianças e jovens com Autismo, acompanhados por mais de 40 voluntários, 10 terapeutas e uma banda. A banda é formada por artistas voluntários e convidados que, anualmente, se dedicam a realizar o musical do projeto, que é uma realização socio cultural, uma grande produção artistas e terapêutica. Uma sessão de musicoterapia aberta ao público, reunindo todas as familais participantes desta edição!
A Banda Sinfonia Diferente é formada por Dejeane Arruée (Direção Musical e Voz), Grazi Pires ( Direção Artística e Voz), Andreia Steinmentz (Vocais), Xandy Santos (Baixo), Lucky Alves (Bateria e Vocais), William Borba ( Guitarra e Vocais), Vicente Lenz (Saxofone) e Luis Dallastra ( Acordeon). Serão apresentadas canções autorais, fruto de improvisos e composições das sessões de musicoterapia. A maioria destas canções são compostas pela musicoterapeuta e compositora Graziela Pires e os arranjos ficam por conta de Dejeane Arruée da dupla 50 Tons de Pretas e fundadoras da Pretas Produções, responsável pela realização da edição gaúcha do projeto.
O projeto do RS tem um formato diferenciado, pois atende ao Grupo de Pais com a coordenação da Psicóloga Mara Ritter. “O objetivo do grupo é acolher e dar suporte aos tutores e cuidadores, desde a 1ª edição”, diz Mara Ritter – psicóloga e nutricionista. Outro diferencial é a constante pesquisa científica em torno dos benefícios da musicoterapia para as pessoas com autismo, projeto que é coordenado pela Doutora Psicóloga e Musicoterapeuta Marileya Vargas.
O Sinfonia Diferente RS 2023 está totalmente independente, sem verbas de editais de cultura, como já ocorreu em anos anteriores. O que garante a estrutura básica do projeto é o apoio dos voluntários (equipe e co-terapeutas) e dos parceiros com estrutura e serviços.
Todo o trabalho do projeto tem a musicoterapia como fio condutor e equipe técnica multidisciplinar. As sessões de musicoterapia são focadas no desenvolvimento do grupo, sem deixar de considerar as características individuais de cada participante.
Uma sinfonia diferente
O projeto Uma Sinfonia Diferente trata-se de uma metodologia inovadora para trabalhar e desenvolver a linguagem e interação social das pessoas com Autismo. Foi criado em 2015 pela Musicoterapeuta Ana Carolina Steinkpopf, em Brasília e consiste em uma equipe técnica multidisciplinar liderada por um(a) Musicoterapeuta, com auxílio de voluntários que acompanham as crianças e jovens durante todas as sessões.
Equipe Técnica – Na equipe multidisciplinar, formada por profissionais voluntários, das áreas de Musicoterapia, Psicologia, Fonoaudiologia entre outras, se dedicam ao acompanhamento e execução das sessões. O grupo é responsável por pensar e discutir os objetivos terapêuticos do processo, além de assessorar os voluntários, atender as crianças e familiares.
FICHA TÉCNICA
Equipe Técnica Multidisciplinar – Uma Sinfonia Diferente RS
Graziela Pires – musicoterapeuta, especilaitsa em TEA
Dejeane Arruée – Licenciada em Música e multi instrumentista
Jaqueline Zuccari – Fonoaudióloga especialista em TEA
Mara Ritter – Mestre em psicologia e nutricionista
Marylea Vargas – Profa. Dra. psicóloga e musicoterapeuta
Patrícia Scossi – Jornalista, gestora cultural e pós-graduanda em Musicoterapia
Selenir Kronbauer – Profa. mestre em teologia
Ana Carolina de Campos – Pedagoga, Mestrando em Educação. Integrante da equipe da AMAV – Associação dos Pais e Amigos dos Autistas de Viamão (RS)
Equipe de voluntárias
Alexsandra Amaral dos santos, Ana Carolina de Campos, Ana Júlia Hermes Schepp, Andrisa de Souza, Bianca Goulart dos Santos, Cesar Augusto Foss,Clarissa Helena Oliveira de Oliveira, Daiana de Souza Carravetta, Deise Bortolozo Pivoto, Elen Borghezan, Élen Schappo, Éliston Roger da Silva Federici, Fabiane Magalhaes Pereira, Fernanda da Silva Thumé, Giácomo de Carli da Silva, Iara Virgínia da Silva, Josaina Teresinha de Souza, Letícia Jorge dos Santos, Luana Rollof, Magali Gomes de Souza, Moema Reichert, Patricia Scossi
Banda dos Músicos Voluntários do Sinfonia
Andréia Steinmetz – voluntária da banda e das sessões de musicoterapia. Pós-graduanda de musicoterapia.
Vicente Raul Lenz – bacharel em música e saxofonista.
William Borba – licenciado em música e guitarrista nas bandas @banda_cartel e @grantezuma e integrante da dupla lais e william @laisewilliamduo
Xande Santos – Músico profissional há mais de 30 anos. Guitarrista, tecladista, violonista, baixista, produtor musical, arranjador, professor de música.
Luiz Dalastra – acordeonista que acompanha diferentes bandas da região
Lucky Alves – Psicólogo, cantor e baterista da banda The Dogs
50 tons de Pretas
Graziela Pires é Musicoterapeuta, cantora, compositora, regente de corais, tradutora e intérprete de língua inglesa e professora.
Dejeane Arruée é Trombonitsa, cantora, percussionista e regente de bandas marciais e arte educadora.
Apoio Institucional ( cedência do local para atividades ao longo do projeto)
Faculdade IENH, Clínica Neurodiverso e Ibis Hotéis NH
Apoio (serviços e divulgação)
Apoio Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho
AMA -NH -Associação de Pais Amigos Do Autista de Novo Hamburgo, Q 10 Saúde Clínica Integrada, Clínica Zuccari, Clínica IN, Clínica Consonar, Companhia de Solos e Bem Acompanhados, Fiel Produtora de Vídeo,Lual Eventos infantis, Guarita Pizzas, Pitutti Festas, Tempo e Som.
Realização: Pretas Produções / 50 Tons de Pretas
Supervisão: Instituto Steinkopf
Participação especial
Cantora Tati Portella
Atriz Deborah Finocchiaro
Cantor Angelo Bandel Foreste
SERVIÇO
O QUE: Sinfonia Diferente RS – Novo Hamburgo
DATA: 15 de outubro
HORÁRIO: 19h
LOCAL:Teatro Feevale (Universidade Feevale, RS-239, 2755 – Campus II, Novo Hamburgo).
O Projeto Internacional Miniarte, criado em 2003 pela artista visual gaúcha Clara Pechansky, chega ao vigésimo ano de existência e monta, em Porto Alegre, sua 46ª edição. A abertura será na quinta-feira (5/10), das 18h às 20h, na Gravura Galeria.
Obra de autoria de Edilberto Sierra, da Colômbia/ Divulgação
No sábado (7), às 11h, Clara fará visita guiada aberta ao público. A visitação à mostra prossegue até 28/10. Essa edição, denominada de Miniarte Futura, celebrará os 20 anos ininterruptos de realizações, incluindo homenagens aos ex-coordenadores internacionais, aos pioneiros e a artistas já falecidos cujas obras constam do acervo do projeto, que reúne cerca de 3 mil imagens.
Clara Pechansky.Foto de Flávio Wild/ Divulgação
“Estou muito contente por poder resgatar artistas que participaram dessa história e prestar homenagem aos que já se foram”, diz Clara, de 86 anos de idade e 67 de uma reconhecida carreira como pintora, desenhista, capista da lendária Editora Globo, gravadora e gestora cultural, com obras em importantes acervos de museus e galerias no país e no exterior.
Obra de autoria de Zoravia Bettiol, de Porto Alegre/ Divulgação
A Miniarte, montada em painéis pela restauradora Eliete Corrêa, apresentará obras de autoria de 163 artistas, originários dos seguintes 12 países: Argentina, Colômbia, Costa Rica, Equador, Espanha, Estados Unidos, Holanda, Índia, Irlanda do Norte, México, Portugal e Brasil. Afora esses, já estiveram representados em edições anteriores, entre outros, países como Inglaterra, Austrália, Canadá, Chile, Cuba, França, Nova Zelândia e Venezuela.
Clara idealizou o Projeto Miniarte Internacional, centrado em obras de pequeno formato, para promover o intercâmbio artístico entre criadores de diferentes países e regiões geográficas. Nas primeiras edições os artistas enviavam as obras pelo Correio. Com o passar do tempo e as dificuldades impostas pelas aduanas internacionais, a Miniarte passou a reproduzir as obras em fotos. As facilidades proporcionadas pela internet ajudaram a consolidar o novo formato. Com a pandemia a participação virtual dos artistas aumentou, bem como o caráter internacional da Miniarte.
.Obra El Payaso, do mexicano Jorge Luis Hurtado Reyes/ Divulgação
Ao longo dos anos, foram realizadas Miniarte que tiveram como título – e sugestão de tema para os artistas – Magia, Vida, Ilusão, Enigma, Verdade, Fantasia. As coleções de obras das são expostas em locais como galerias, museus, bibliotecas, fundações e institutos culturais. A primeira edição foi na Usina do Gasômetro e a 10ª na Casa de Cultura Mario Quintana, por exemplo.
Obra de autoria de Márcia Marostega, de Santa Cruz do Sul/ Divulgação
Outra edição da Miniarte Futura já tem data e local para ocorrer em 2024: 4 de maio do ano que vem, no Centro Municipal de Cultura de Gramado.
Obra de autoria de Josefina Suarez, da Costa Rica/Divulgação
SERVIÇO
Miniarte Futura
Abertura: quinta-feira (5/10)
Horário: das 18h às 20h
Visita guiada: sábado (7), às 11h
Visitação: até 28/10
Local: Gravura Galeria
Endereço: Rua Corte Real, 647, bairro Petrópolis
Horário: segunda à sexta das 9h30 às 18h30; sábado das 9h30 às 13h30
Fone: 51 3333-1946
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Obra de autoria de Els Van Asten, da Holanda/ Divulgação
A exposição no olhar da artista
Clara: “De mãos dadas pela arte”
Pergunta: Quando o projeto nasceu imaginava que teria tal amplitude e duração?
Resposta: Clara Pechansky – A Miniarte, nestes 20 anos, criou uma grande teia de comunicação entre artistas. Tenho orgulho de ter sido a geradora dessa rede que até hoje se mantém viva, porque artistas de 38 países ainda se comunicam comigo e entre si, seja em inglês, em espanhol ou em português. Eles se movimentam em seus países de origem, criando novos desafios e convidando colegas para participar de exposições ou outros eventos. Com a pandemia muita coisa mudou, mas a arte seguiu viva e se impulsionou de novas maneiras. A Miniarte é o elo que reúne todos, desde os pioneiros aos recém-chegados.
.Obra de autoria de Radi Pereira dos Santos, de Porto Alegre/ Divulgação
Seguimos juntos, sob minha liderança e de outros colegas, parceiros antigos e novos da Miniarte, fazendo a teia crescer democraticamente, sem exigir currículo de ninguém, mas sempre de mãos dadas pela arte. É o grande abraço universal. Com a evolução dessa teia, foi necessário trabalhar de forma mais específica com países da América Latina. Em 2018, criei o Projeto Fiesta de Paz Brasil, que agrega literatura às àrtes visuais. Poetas e escritores são chamados para escrever sobre nossas obras, ampliando a teia de comunicação.
P: De que forma a pandemia impactou o projeto em termos de adesão de artistas inscritos e do conteúdo apresentado pelos participantes?
.Obra de autoria de Graça Craidy, de Porto Alegre/ Divulgação
R: Clara – Houve uma total reviravolta no projeto. Até então, as obras chegavam de forma física, pelo Correio ou pessoalmente. Eu já havia reduzido o formato das obras de 20 x 20 cm para 18×18 cm, para permitir que mais obras coubessem nos painéis, já que cada edição sempre recebia no mínimo duas centenas de artistas. Decidi então criar a Miniarte Verdade, para a qual os artistas enviaram fotografias que foram impressas, e as obras, portanto eram só virtuais. Outra modificação ocorreu devido à dificuldade de circulação de dinheiro, então eu tornei a Miniarte gratuita e totalmente virtual. Dessa maneira, chegamos à participação de cerca de 400 artistas. A Miniarte então se tornou cada vez mais virtual, e passamos a publicar catálogos somente na internet, e nossas coleções completas estão no Flickr: http://www.flickr.com/photos/miniart2010/sets/ e também no website da Miniarte (www.miniartex.org).
Obra de autoria de Danu Dunne, da Irlanda do Norte/Divulgação
P:Olhando o acervo formado pelas coleções ao longo do tempo que análise artística faz?
R: Clara – A pandemia foi um turning point na organização das edições da Miniarte, gerando novas ideias e novas maneiras de mostrar as obras. Temos até agora uma história de quase 50 edições, cada uma em um local diferente, sempre coordenadas por artistas, entre galerias particulares e públicas, museus, centros de cultura e academias.
Quanto à análise artística, é evidente que houve um aperfeiçoamento na obra de cada artista, seja na técnica, seja porque a qualidade da resolução das fotos melhorou, permitindo a impressão de cada obra com suas cores e detalhes originais. Artistas que vêm há anos participando da Miniarte sem dúvida tiveram um crescimento técnico indiscutível, e isso é muito gratificante. Posso também acompanhar a trajetória de artistas que lancei há tempos, quando eram emergentes, e que, devido ao caráter democrático da Miniarte, tiveram sua primeira oportunidade de expor em exposições internacionais ao lado de artistas conhecidos, já que a Miniarte é exposta em ordem alfabética.
Obra de autoria de Erm¡nia Marasca Soccol, de Porto Alegre/Divulgação
P: Produzir arte em pequeno formato facilita a vida do artista?
R: Clara – Pelo contrário, trabalhar em pequeno formato é muito mais difícil do que criar algo em formato grande. Quando um iniciante começa a pintar ou desenhar, ele tem medo e sempre sugere: ‘vou começar com uma telinha pequena’. Grande erro. Ao tentar pintar uma obra pequena, o candidato a artista está empilhando todos os problemas e eles ficam sobrepostos, como se numa corrida de obstáculos todos os saltos tivessem que ser dados ao mesmo tempo. Fica bem mais fácil espalhar os obstáculos por uma superfície grande, onde será possível identificar todos os saltos a serem trabalhados. Falo como supervisora e orientadora de arte, como alguém que nunca permitiu o uso de borracha em seu atelier, porque é necessário acompanhar o pensamento daquele que está começando, e para isso as marcas do seu traço, deixadas visíveis, ajudam a acompanhar e entender o caminho percorrido.
Obra de autoria de Ana Lovatto, de Porto Alegre/ Divulgação
P: Requer quais virtudes, principalmente?
R: Clara – Requer reflexão, técnica e, sobretudo, paciência. A Miniarte espraiou esse desafio: criar uma obra pequena é distribuir todos os problemas de composição, equilíbrio, luz e sombra e demais fundamentos do desenho e da pintura num espaço reduzido. Desde o início exigiu-se dos artistas obras em pequeno formato, era 20 x 20 cm e ultimamente passou a ser 18 x 18 cm.
Obra de autoria de Cristovão Coutinho, de Manaus/Divulgação
*Com Assessoria de Comunicação- Jornalista Carlos Souza(texto)
Em função das obras no Viaduto Otávio Rocha, galeria a céu aberto passará a ocupar outro cartão postal da cidade, com a mostra “ANI+”
Única galeria de arte permanente a céu aberto do Brasil, a Galeria Escadaria, situada na escadaria Verão do quase centenário Viaduto da Borges de Medeiros, por conta das obras de restauração do local, migrará para outro espaço representativo de Porto Alegre: o Pier da Usina do Gasômetro.
O criador da Galeria no Pier do Gasômetro- Marco Monteiro. Foto: Higino Barros/ Divulgação
Com curadoria do fotógrafo, designer gráfico e produtor Marcos Monteiro, a iniciativa resulta de uma parceria entre a Prefeitura Municipal e a empresa permissionária GAM3 e será inaugurada com a exposição “ANI+”, no dia 30 de setembro (sábado), a partir das 16h.
Em caso de chuva, o evento será transferido para o dia seguinte, domingo, 31 de setembro, no mesmo horário. A visitação ocorre diariamente, 24h, até o dia 4 de dezembro. A entrada é gratuita.
Foto: Daisson Flach/ Divulgação
Criada em 2021 pelo fotógrafo e produtor cultural Marcos Monteiro, a galeria em seus quase três anos de existência, já apresentou 18 exposições nacionais e internacionais, tendo recebido em torno de 300 mil visitações. Por ser um espaço cultural a céu aberto, beneficia a população ao promover a expressão cultural, trazer beleza, estimular o bem-estar, oferecer oportunidades educativas e despertar/desenvolver novos artistas. Trata-se de uma forma de arte acessível a todos, que pode ser apreciada e desfrutada por pessoas de todas idades e origens.
Foto: Sérgio de Paula Ramos /Divulgação
A arte ao ar livre também tem o poder da transformação cultural, transmitindo histórias, valores e tradições de uma comunidade. Ela promove a diversidade e a inclusão, celebrando diferentes perspectivas sociais e artísticas, estimulando o diálogo entre as pessoas, tornando-a mais inclusiva. Isso pode contribuir para a disseminação da cultura e da apreciação artística; além de ser uma ferramenta educativa, na medida em que proporciona o aprendizado sobre diferentes estilos artísticos e movimentos culturais. Ao estimular a curiosidade e o aprendizado, incentiva crianças, jovens e adultos a explorar e descobrir mais sobre o mundo da arte e a si mesmo.
Foto: Douglas Fischer/ Divulgação
Pela possibilidade de ocasionar o senso de comunidade, incentiva as pessoas a se reunirem e interagirem em torno da arte, fortalecendo os laços sociais e criando um sentimento de pertencimento. Ao apresentar obras de arte visualmente impactantes e inovadoras, ela pode servir como uma fonte de inspiração para fotógrafos amadores e profissionais, incentivando-os a explorar novas técnicas e estilos.
Foto; Jorge Neumann/ Divulgação
Sobre a exposição
“ANI+” reúne o trabalho de dois juristas e dois médicos, destacados em suas respectivas áreas de atuação e unidos por uma grande paixão e dedicação à fotografia, adoradores da natureza, especialmente pela fauna e identificados com a bandeira do conservacionismo. São 16 painéis em grandes formatos contendo 48 imagens de paisagens deslumbrantes, em flagrantes de pássaros, leões, guepardos, girafas e cervos, entre outros, em seus habitats naturais. Estes cliques foram feitos em cenários paradisíacos, como Lagoa do Peixe e Pantanal, no Brasil e Botswana, na África, exigindo paciência e persistência, para que estes animais pudessem ser focados em seus ângulos mais genuínos, sem assustá-los. Os participantes são:
Foto: Jorge Neumann/ Divulgação
Daisson Flach – Advogado, professor universitário e fotógrafo. Embora a fotografia tenha sido uma paixão tardia, tem participado de diversas exposições, com trabalhos aceitos e premiados em salões e concursos nacionais e no exterior. Seus temas mais frequentes são a vida selvagem, a música e a arte, com obras no acervo permanente do Museu de Arte de Porto Alegre. Mais recentemente tem realizado incursões pela fotografia poético/documental.
Foto: Daisson Flach/ Divulgação
Douglas Fischer – Procurador regional de República e professor de Direito Penal e Processual Penal em vários cursos de pós-graduação pelo Brasil, é fotógrafo amador, natural de Três de Maio.
Foto: Douglas Fischer/ Divulgação
Jorge Neumann – Médico formado pela UFRGS, é membro titular da Academia Sul-Rio-Grandense de Medicina. Começou a fotografar na adolescência e com o surgimento das câmeras digitais optou pelos modelos da Sony, usando hoje a Sony A 7 IV. Sendo piloto de planador, voltou suas lentes aos aviões, tendo tido fotos publicadas em revistas do Brasil e do mundo. Participou de duas exposições coletivas, sendo a mais recente no ano passado, no CHC da Santa Casa como parte das comemorações aos 30 anos da Academia Sul-Rio-Grandense de Medicina. Com o surgimento da pandemia, passou a registrar imagens da natureza, tendo ficado fascinado pelo tema. Tem dois livros de fotos publicados: “Emoldurando Paisagens”, em 2007 e “Vida, Entre o Céu e a Terra”, em 2022.
Foto: Sérgio de Paula Ramos/ Divulgação
Sérgio de Paula Ramos – Psiquiatra, psicanalista e fotógrafo. Fotografa desde os 15 anos de idade e expôs sua primeira foto na Bienal de São Paulo, aos 17 anos. Desde então participou de várias exposições coletivas e, em 2015, fez sua primeira individual, no Museu de Arte do RS (MARGS). Naquela ocasião uma das fotos foi escolhida para o acervo permanente da instituição.
Seu foco, nos últimos anos, tem sido a vida selvagem.
Foto: Jorge Neumann/ Divulgação
Exposição “ANI+”:
Abertura: 30 de setembro (sábado). Em caso de chuva, o evento passará para o dia seguinte (31/domingo).
Hora: a partir das 16h.
Local: Pier da Usina do Gasômetro
Visitação: Diária, 24h.
Encerramento: 4 de dezembro de 2023.
Contato: com o curador, Marcos Monteiro, pelo whatsapp (51) 9935-0608.
Neste final de semana, 23 e 24 de setembro, o Ballet Vera Bublitz leva para o Teatro CIEE destaques como a bailarina Alicia Prietsch Dresch, medalha de ouro no World Ballet Competition, e Júlia Xavier, vencedora do “Audience World” do YAGP, além dos bailarinos convidados Paulo Vitor Rodrigues e Marcos Silva.
O Ballet Vera Bublitz conquistou o mais alto patamar da dança mundial em 2023. As bailarinas da escola de Porto Alegre, Alicia Prietsch Dresch e Júlia Xavier brilharam nos palcos e competições internacionais e agora se apresentam neste final de semana no Teatro CIEE, ao lado de outros destaques da escola e dos bailarinos convidados, Paulo Vitor Rodrigues e Marcos Silva, da Cia. Paulista de Dança Adriana Assaf. A XI Gala de Excelência em Dança será realizada no sábado, 23 de setembro, às 17 horas, e no domingo, 24 de setembro, às 15h30, no Teatro CIEE. Os ingressos antecipados estão disponíveis nas sedes do Ballet Vera Bublitz, localizadas na Rua Corte Real, 227 ou pelos telefones (51) 3307-4564 ou (51) 98474-1252, e na Rua Lucas de Oliveira, 158, pelo telefone (51) 3028-4984.
Alícia Prietsch Dresch – World Ballet Competion/ Divulgação
“Em junho deste ano, conquistamos o prêmio máximo de um grande festival internacional, com uma das bailarinas BVB. Isto aconteceu no World Ballet Competition, na Flórida, nos Estados Unidos, quando a aluna Alícia Prietsch Dresch, de 11 anos, garantiu o Ouro, em sua categoria, para alegria e orgulho de todos nós”, destaca a diretora e fundadora Vera Bublitz.
Outro destaque internacional que estará no palco do Teatro CIEE é Júlia Xavier que, aos 13 anos, saiu vitoriosa do YAGP Grand Prix, realizado, em abril, em Tampa, nos Estados Unidos. A aluna do Ballet Vera Bublitz conquistou o prêmio “Audience Award” e foi a única brasileira entre as Top 24 da categoria júnior na competição.
Da Companhia Paulista de Dança Adriana Assaf, foram convidados os bailarinos Paulo Rodrigues e Marcos Silva. Paulo Rodrigues recebeu o título de melhor bailarino do Festival de Dança de Joinville e é considerado um dos melhores bailarinos brasileiros da atualidade. Em sua trajetória passou por importantes companhias mundiais de dança, como Joffrey Ballet, de Chicago. Também foi convidado para dançar na Gala Stars, em Moscou, onde cursou aulas no Teatro Bolshoi, da Rússia. Da mesma companhia, Marcos Silva, é outro destaque da dança do Brasil. Em 2021, foi indicado como Melhor Coreógrafo no Festival de Dança de Joinville. Silva coleciona apresentações internacionais como convidado nos Estados Unidos e na Rússia e premiações como melhor bailarino no Brasil e no exterior.
Haverá também a apresentação de um grupo formado por 18 bailarinas, de 8 a 11 anos, as BVB Kids, que garantiram no último FIDPOA – Festival Internacional de Dança de Porto Alegre, em junho, vaga como finalistas do YAGP, que será realizado em Nova York, em abril de 2024. Elas vão apresentar a coreografia contemporânea “Wednesday Addams”, de Caleo Alencar.
Julia Xavier e Marcos Silva – Foto: Solange Avelino/ Divulgação
A XI Gala de Excelência em Dança do Ballet Vera Bublitz destaca ainda as solistas Beatriz Wanderley, Catarina Kallfelz da Costa, Fernanda Guedes, Florença, Isabela Azevedo, Isabele Ribeiro de Oliveira, Isabeli Greff, Larissa Silveira, Joana Coelho, Julia Quinto, Júlia Tremea Spolidoro, Larissa Barbosa Silveira, Manuela Matos Parizotti, Maria Carolina Bianchi, Mariana Pedone Barroco, Marina Miguel Starosta, Rafaela Amaral, Rafaela Lopes, Roberta Fridman, Victoria Ruhl.
Carlla Bublitz, também diretora do Ballet Vera Bublitz, ressalta o sucesso internacional de 2023. “Este ano, as bailarinas do Ballet Vera Bublitz brilharam no exterior e conquistaram bolsas em 12 importantes companhias internacionais, como o Royal Ballet, em Londres, e o Joffrey Ballet School e o American Ballet Theatre, em Nova York. A Gala de Excelência é uma oportunidade para ver e aplaudir esses talentos daqui que fazem bonito no mundo”, celebra.
Roberta Fridman e Paulo Vitor Rodrigues – Foto: César Rodrigues/ Divulgação
Agende-se:
XI Gala Excelência em Dança do Ballet Vera Bublitz 23 de setembro (sábado): 17h
24 de setembro (domingo): 15h30 Local: Teatro CIEEE (Rua Dom Pedro II, 861 – Porto Alegre) Valor único: R$ 100
Ingressos antecipados: Rua Corte Real, 227
Telefones: (51) 3307-4564 ou (51) 98474-1252
Rua Lucas de Oliveira, 158
Telefone: (51) 3028-4984
Os ingressos também poderão ser adquiridos nos dias do espetáculo na bilheteria do Teatro CIEE, dependendo da disponibilidade de assentos.
O projeto idealizado pela SEDAC inclui mostra itinerante, plataforma de streaming, lançamento de livro e a criação de um site e será lançado dia 21 de setembro com a mostra de cinema
Primavera Gaúcha é o nome do projeto idealizado pela Secretaria da Cultura do RS (SEDAC), por meio do Instituto Estadual de Cinema (IECINE), que se inicia com uma ampla mostra de filmes produzidos no Rio Grande do Sul e que terá lançamento dia 21 de setembro. Todo o programa se estrutura em torno de vinte longas-metragens, com curadoria assinada pela Associação de Críticos de Cinema do RS (ACCIRS). Os títulos selecionados para a mostra são representativos do cinema feito no Rio Grande do Sul, seja por questões históricas, temáticas, de gênero ou trajetória premiada. “A intenção é dar visibilidade e oferecer conhecimento sobre elementos da cultura do sul do Brasil, bem como apresentar a multiplicidade da produção cinematográfica do estado” afirma a equipe curadora. Também houve a preocupação em destacar a trajetória de diferentes diretores e sua produção geracional, a partir de seus filmes mais relevantes.
A Primavera Gaúcha foi viabilizada com recursos de uma emenda parlamentar do deputado gaúcho Ubiratan Sanderson e tem como eixo central celebrar e divulgar a produção audiovisual gaúcha para novos territórios e públicos, a partir de um conjunto de atividades que inclui mostra itinerante e plataforma de streaming, publicação de um livro, criação de um site e auxílio financeiro para que realizadores gaúchos participem de eventos de mercado e festivais.
Entre os filmes estão os consagrados Anahy de las Misiones (Sérgio Silva), O Homem que Copiava (Jorge Furtado), O Cárcere e a Rua (Liliana Sulzbach), Antes que o Mundo Acabe (Ana Azevedo), O Caso do Homem Errado (Camila Moraes), entre inúmeros títulos que se destacam no cinema brasileiro e gaúcho. As sessões serão realizadas na Sala Eduardo Hirtz da Cinemateca Paulo Amorim, com entrada franca. Confira a programação e o serviço abaixo:
ANAHY DE LAS MISIONES/ Divulgação
21 de setembro, quinta-feira, 19h
ANAHY DE LAS MISIONES (Brasil, 1997, 107min). Direção de Sérgio Silva, com Araci Esteves, Marcos Palmeira, Dira Paes, Paulo José, Fernando Alves Pinto. 16 anos. Drama.
Sinopse: Uma mulher luta pela sobrevivência durante o período mais conturbado da história do Rio Grande do Sul, a Revolução Farroupilha. Arrastando um velho carroção sem bois, Anahy e seus filhos enfrentam a guerra, a morte e o medo, com o objetivo de manter a família unida. Inevitavelmente, o conflito se infiltra em sua vida e Anahy assiste impotente a dissolução de sua família.
22 de setembro, sexta-feira, 19h
O HOMEM QUE COPIAVA (Brasil, 2003, 123min). Direção de Jorge Furtado, com Lázaro Ramos, Leandra Leal, Luana Piovani, Pedro Cardoso, Júlio Andrade. 14 anos. Drama.
Sinopse: André é um jovem que trabalha na fotocopiadora de uma papelaria. Um dia se apaixona por Sílvia, uma vizinha, a qual passa a observar com os binóculos em seu quarto. Decidido a conhecê-la melhor, descobre que ela trabalha em uma loja de roupas e, para conseguir uma aproximação, tenta de todas as formas conseguir 38 reais para comprar um suposto presente para a mãe.
O cárcere e a rua/ Divulgação
23 de setembro, sábado, 19h
O CÁRCERE E A RUA (Brasil, 2004, 80min). Direção de Liliana Sulzbach. 12 anos. Documentário.
Sinopse: Cláudia, presidiária mais antiga e respeitada da Penitenciária Madre Pelletier, deve deixar o cárcere em breve. Assim como Betânia, que vai para o regime semiaberto, e ao contrário de Daniela, que recém chegou na prisão e aguarda julgamento. Enquanto Daniela busca proteção na cadeia, Cláudia e Betânia vão enfrentar as incertezas de quem volta para a rua.
Antes que o mundo acabe/ Divulgação
24 de setembro, domingo, 19h
ANTES QUE O MUNDO ACABE (Brasil, 2009, 100min). Direção de Ana Luiza Azevedo, com Pedro Tergolina, Eduardo Cardoso, Bianca Menti. 10 anos. Drama.
Sinopse: Daniel é um adolescente crescendo em seu pequeno mundo com problemas que lhe parecem insolúveis: lidar com uma namorada que não sabe o que quer, ajudar um amigo que está sendo acusado de roubo e sair da pequena cidade onde vive. Tudo começa a mudar quando ele recebe uma carta do pai que ele nunca conheceu. Em meio a todas essas questões, ele será chamado a realizar suas primeiras escolhas adultas e descobrir que o mundo é muito maior do que ele pensa.
26 de setembro, terça-feira, 19h
MORRO DO CÉU (Brasil, 2009, 71min). Direção de Gustavo Spolidoro. 14 anos. Documentário.
Sinopse: Morro do Céu é uma pequena comunidade de descendentes de italianos, localizada no alto de uma montanha no sul do Brasil. Lá o jovem Bruno Storti e seus amigos preenchem os dias de verão entre túneis de trem, colheita da uva e outras diversões, além da descoberta do primeiro amor.
27 de setembro, quarta-feira, 19h
EM TEU NOME (Brasil, 2009, 100min). Direção de Paulo Nascimento, com Leonardo Machado, Fernanda Moro, Nelson Diniz, César Troncoso, Silvia Buarque. 14 anos. Drama.
Sinopse: Boni, um estudante de engenharia entra para a luta armada, mas carrega dúvidas e medos sobre se este seria realmente o melhor caminho. Ele teme pela família, pela namorada e pelo futuro, que parece mais incerto a cada dia. Como tantos, Boni é preso, torturado e banido do país ao ser trocado pelo embaixador suíço no chamado Grupo dos 70. Exilado no Chile e ao lado da companheira Cecília, ele passa a compreender a sociedade de outra maneira.
28 de setembro, quinta-feira, 19h
WALACHAI (Brasil, 2009, 85min). Direção de Rejane Zilles. Livre. Drama.
Sinopse: Walachai é uma pequena comunidade rural no sul do Brasil em que as pessoas falam um antigo dialeto alemão. Os moradores, no entanto, não possuem qualquer relação com a Alemanha, identificando-se como brasileiros. A palavra Walachai significa um lugar longínquo, perdido no tempo, o que exatamente filme pretende mostrar.
29 de setembro, sexta-feira, 19h
A ÚLTIMA ESTRADA DA PRAIA (Brasil, 2010, 93min). Direção de Fabiano de Souza, com Rafael Sieg, Miriã Possani, Marcos Contreras, Marcelo Adams. 14 anos. Drama.
Sinopse: Esta adaptação livre de “O Louco de Cati”, de Dyonelio Machado, traz a história de três grandes amigos, e também amantes: Leo, Norberto e Paula. Em uma viagem pelo litoral gaúcho, eles encontram um homem estranho, que não fala, e acaba, seguindo viagem com ele. Juntos, os quatro fazem novas descobertas.
30 de setembro, sábado, 19h
CONTOS GAUCHESCOS (Brasil, 2011, 101min). Direção de Henrique de Freitas Lima, Pedro Zimmermann. 14 anos. Drama.
Sinopse: Contos Gauchescos – Simões Lopes Neto nas telas é a reunião de cinco segmentos: um prólogo com o documentário dramatizado Simões Lopes Neto entre o real e o imaginado – dirigido por Pedro Zimmermann – seguido por quatro curtas: Os Cabelos da China, Jogo do osso, Contrabandista, No manantial – dirigidos por Henrique de Freitas Lima.
1 de outubro, domingo, 19h
AS AVENTURAS DO AVIÃO VERMELHO (Brasil, 2014, 72min). Direção de Frederico Pinto, José Maia, com Milton Gonçalves, Lázaro Ramos, Zezé Barbosa. Livre. Drama.
Sinopse: Fernandinho, um menino de oito anos, perdeu a mãe há pouco tempo e se tornou um garoto solitário, sem amigos e com problemas de relacionamento com o pai e na escola. Sem saber como lidar com a situação, o pai tenta conquistá-lo com presentes. Nada funciona até que ele dá para o filho um livro de sua infância. Encantado com a história, Fernandinho decide que precisa de um avião para salvar o Capitão Tormenta – aviador personagem do livro, que está preso no Kamchatka.
PONTO ZERO_ STIL/ Divulgação
3 de outubro, terça-feira, 19h
PONTO ZERO (Brasil, 2015, 88min). Direção de José Pedro Goulart, com Sandro Aliprandini, Patrícia Selonk, Eucir de Souza, Larissa Tavares. 14 anos. Drama.
Sinopse: Ênio tem quase quinze anos e precisa lidar com a chegada da vida adulta que se aproxima, enquanto tenta superar os traumas da infância, que incluíam acreditar em fantasmas, coisa que ele não faz há muito tempo. Na sua vida pessoal, age de ponte entre sua mãe, que acredita nesses espíritos, e seu pai, uma figura apática dentro de casa.
4 de outubro quarta-feira, 19h
RIFLE (Brasil, 2016, 88min). Direção de Davi Pretto, com Dione Avila de Oliveira, Andressa Nogueira Goularte, Elizabete Farinha Nogueira, Evaristo Pimentel Goulart. 12 anos. Drama.
Sinopse: Dione é um jovem que vive com sua família isolados em uma região rural. A tranquilidade do local é abalada quando um rico proprietário tenta comprar a propriedade onde eles vivem. Dione resolve carregar consigo um rifle para defender seu território.
5 de outubro, quinta-feira, 19h
MULHER DO PAI (Brasil, 2016, 94min). Direção de Cristiane Oliveira. 12 anos. Drama.
Sinopse: Ruben e Nalu moram no campo, perto da fronteira entre Brasil e Uruguai. Quando ele percebe que a filha, aos 16 anos, já é uma mulher, uma perturbadora proximidade surge entre os dois. O estranhamento inicial dá lugar ao ciúme quando Rosario, uma atraente uruguaia, ganha espaço na vida de ambos.
6 de outubro, sexta-feira, 19h
CIDADES FANTASMAS (Brasil, 2017, 71min). Direção de Tyrell Spencer. 10 anos. Drama.
Sinopse: Deserto chileno, Amazônia brasileira, Andes colombianos e Pampa argentino. Quatro destinos na América Latina são revisitados por meio de fragmentos de memórias, reconstruídas a partir de escombros. O filme percorre as cidades de Humberstone, no Chile, Fordlândia, no Brasil, Armero, na Colômbia e Epecuén, na Argentina.
O caso do homem errado/ Divulgação
7 de outubro, sábado, 19h
O CASO DO HOMEM ERRADO (Brasil, 2017, 78min). Direção de Camila de Moraes. 14 anos. Drama.
Sinopse: Júlio César de Melo Pinto, o operário negro que foi executado em Porto Alegre pela Polícia Militar, nos anos 1980. A história do jovem é contada através de depoimentos como o de Ronaldo Bernardi, o fotógrafo que fez as imagens que tornaram o caso conhecido; o da viúva do operário, Juçara Pinto; e de nomes respeitados da luta pelos direitos humanos e do movimento negro no Brasil.
8 de outubro, domingo, 19h
BIO – CONSTRUINDO UMA VIDA (Brasil, 2017, 105min). Direção de Carlos Gerbase, com Maria Fernanda Cândido, Maitê Proença, Sheron Menezzes, Werner Schunneman. 14 anos. Drama.
Sinopse: Nascido em 1959 e morto em 2070, um homem tem uma patologia especial que não o permite mentir. Depois de sua morte, amigos e membros de sua família se reúnem para relembrar acontecimentos especiais pelos quais passaram juntos e que montam um interessante retrato da biografia do rapaz.
10 de outubro, terça-feira, 19h
YONLU (Brasil, 2017, 88min). Direção de Hique Montanari, com Thalles Cabral, Nelson Diniz, Lorena Lorenzo. 16 anos. Drama.
Sinopse: Vinícius Gageiro, mais conhecido como Yonlu, é um jovem poeta, músico e desenhista, fluente em quatro idiomas. Apesar de talentoso, ele decidiu dar fim à sua vida depois de ingressar em uma comunidade virtual de assistência para potenciais suicidas.
11 de outubro, quarta-feira, 19h
TINTA BRUTA (Brasil, 2018, 118min). Direção de Filipe Matzembacher, Marcio Reolon, com Shico Menegat, Bruno Fernandes, Guega Peixoto. 14 anos. Drama.
Sinopse: O jovem Pedro tenta sobreviver a um processo criminal ao mesmo tempo em que precisa lidar com a mudança da irmã, sua única amiga. Sob o codinome GarotoNeon, Pedro se apresenta no escuro do seu quarto para milhares de anônimos ao redor do mundo, pela internet. Com o corpo coberto de tinta, ele faz apresentações eróticas na frente da webcam. Ao descobrir que outro rapaz de sua cidade está copiando sua técnica, Pedro decide ir atrás dele.
12 de outubro, quinta-feira, 19h
CIDADE DOS PIRATAS (Brasil, 2018, 84min). Direção de Otto Guerra, Marco Arruda, com Matheus Nachtergaele, Marco Ricca, Marcos Contreras. 16 anos. Drama.
Sinopse: Um diretor de cinema enfrenta uma situação complexa no meio da produção de seu longa-metragem: a autora de “Os Piratas do Tietê” começa a rejeitar os personagens quando o enredo está praticamente pronto. Para tentar salvar o filme, ele decide contar a sua história e realidade e ficção se misturam em um caótico labirinto.
13 de outubro, sexta-feira, 19h
A CABEÇA DE GUMERCINDO SARAIVA (Brasil, 2018, 95min). Direção de Tabajara Ruas, com Murilo Rosa, Leonardo Machado, Sirmar Antunes. 12 anos. Drama.
Sinopse: Em 1895, no final da Revolução Federalista, o capitão rebelde Francisco Saraiva e cinco cavaleiros cruzam o sul do Brasil em uma exasperante caçada para resgatar a cabeça de Gumercindo Saraiva, cortada pelos legalistas e levada à capital pelo major Ramiro de Oliveira e dois ajudantes.
PRIMAVERA GAÚCHA – Mostra de cinema
De 21 de setembro a 13 de outubro, sempre às 19h
Sala Eduardo Hirtz, da Cinemateca Paulo Amorim
Casa de Cultura Mario Quintana – Rua dos Andradas, 736. Centro Histórico
No momento em que o primeiro livro de Clarice Lispector – Perto do coração selvagem -, completa 80 anos de seu lançamento, a escritora brasileira mais traduzida no mundo é homenageada pela artista visual gaúcha Graça Craidy em São Paulo.
Graça abriu na última terça-feira (12/09), na Galeria Central do Conjunto Nacional (Av. Paulista 2073), a exposição “Clarices”, composta por 19 retratos que pintou da homenageada em diferentes técnicas e com inspiração expressionista. A visitação vai até 10 de outubro, com entrada franca. Pelo local – o primeiro centro comercial da cidade de São Paulo – passam cerca de 15 mil pessoas por dia. O fluxo favorece o objetivo da exposição, que é tornar a obra da autora mais popular e lida pelos jovens, principalmente.
“Acho que a exposição está cumprindo o objetivo de trazer para mais perto das pessoas aquela que com seus estranhamentos e epifanias é a maior escritora brasileira modernista. Embora Clarice Lispector tenha partido há 46 anos (morreu de câncer, aos 57 anos, em 1977, no Rio de Janeiro), sua prosa se faz muito necessária neste momento histórico de vazio existencial e da valorização equivocada do aparente e do fútil”, diz a artista, que tem atelier e vive em Porto Alegre.
Clarice nasceu na Ucrânia em uma família que precisou fugir da perseguição aos judeus. Ela chegou ainda bebê ao Brasil com os pais Pinkouss e Mania e as irmãs Tania e Elisa. Inicialmente, eles moraram em Maceió, a seguir se mudaram para Recife e por fim para o Rio de Janeiro, onde Clarice se naturalizou brasileira no mesmo ano do lançamento de seu primeiro (e premiado) livro, dando início a uma carreira literária que impactou a crítica e arrebatou os leitores.
O livro de estreia de Clarice saiu pela editora A Noite, ligada ao jornal A Noite, no qual a escritora trabalhava à época. O jornal A Noite foi fundado em 1911 por Irineu Marinho, que em 1925 criou O Globo. Após a morte de Irineu, coube a seu filho Roberto Marinho, jornalista e empresário, conduzir o jornal, embrião do atual Grupo Globo.
A mostra de Graça Craidy já foi vista em Porto Alegre, entre outubro e dezembro do ano passado, e, neste 2023, no Rio de Janeiro, Niterói e Brasília, sempre em espaços culturais dos Correios. A atual montagem, na maior cidade do Brasil, ganha valor simbólico mais elevado por coincidir com os 80 anos do primeiro livro de Clarice, o romance lançado no segundo semestre de 1943.
O Centro Cultural da UFRGS, juntamente com o foto documentarista Jorge Aguiar, apresenta a exposição Meio Fio Vida De Cadeirante. Setembro Verde é o mês dedicado à conscientização sobre a importância da inclusão social de pessoas com deficiência, e o tema desta exposição é uma reflexão profunda sobre essa questão, capturada pelas lentes do fotógrafo Jorge Aguiar.
Foto. Jorge Aguiar/ Divulgação
A exposição/instalação Meio Fio Vida De Cadeirante conta com 20 imagens impressas em tecido Voil,
cada uma narrando uma história poética de fragmentos da vida de homens e mulheres que, apesar de
enfrentarem múltiplas formas de violência e preconceito, encontram na falta de oportunidades e na
intolerância a força para lutar e resistir, mesmo diante da ausência das acessibilidades básicas.
Foto: Jorge Aguiar/ Divulgação
Ao longo de sua jornada pessoal, Jorge Aguiar dedica-se a explorar os aspectos humanos e suas
diversas facetas. Essa percepção só se manifesta nas imagens apresentadas por este profissional, que
utiliza a fotografia como sua ferramenta técnica e a luz como sua linguagem de expressão.
Jorge diz: “esperamos que esta exposição inspire a reflexão e ações que promovam uma sociedade mais inclusiva e igualitária para todos. Junte-se a nós para celebrar a diversidade, o respeito e a inclusão das pessoas
com deficiência.”
Foto: Jorge Aguiar/ Divulgação
Sobre Jorge Aguiar
Fotojornalista há 50 anos, Jorge Aguiar trabalhou no Jornal do Comércio e no extinto jornal Diário de
Notícias. Participou de exposições internacionais na Espanha, França, Portugal, Japão e Iraque. É
fundador do Projeto Luz Reveladora Photo da Lata, e do Coletivo Click da Kombi e Ponto de Memória
(Escola de fotografia Itinerante), instituição que ensina oficinas de pinhole a jovens e adultos em áreas
de vulnerabilidade social. Ganhador do prêmio Direitos Humanos da UNESCO em 2003 como melhor
projeto de divulgação dos direitos humanos no RS.
Serviço:
Exposição/Instalação: “ Meio Fio Vida de Cadeirante”
Abertura: 12/09/23
Horario:18h
Visitação: 12/09 até 29/09
Onde: Rua Engenheiro Luiz Englert, 333, Bairro Farroupilha, Campus Centro, Porto Alegre-RS
Curadoria: Paulo Leonidas e Jorge Aguiar
Produção: Isabel Meireles
Realização: Coletivo Ponto de Memória Click da Kombi
A arte vibrante e visceral de Lesiane Lazzarotti encontra o expressionismo lúdico de Luiz Badia em Duplo Solo, exposição que terá vernissage no sábado, 9 de setembro, das 14h às 17h, no Espaço Cultural Correios. A mostra apresenta 25 obras de grandes dimensões que retratam a força da natureza e das mulheres, em diferentes formas de expressão. As produções poderão ser conferidas até 14 de outubro, com visitação de terça a sábado, das 10h às 17h.
Mudanças – Obra de Lesiane Lazzarotti/ Divulgação
Lesiane apresenta uma série de pinturas de árvores com uma grande familiaridade com emoções e momentos do cotidiano. Suas raízes, caules e troncos, que se entrelaçam, se conectam, trazem muitas histórias. São seres em evolução, como os seres humanos. Seus movimentos são diversos, no subsolo e suas raízes se comunicam com outras árvores e se deleitam com seus segredos.
Mar de Tubarões – Obra de Luiz Badia/ Divulgação
Já Luiz Badia traz uma série de pinturas em grandes dimensões que apresentam a mulher como tema, enfatizando seu empoderamento de uma forma lúdica, por meio de um estilo que combina Pop Art e expressionismo. São mulheres cheias de força e glamour. São personagens com coragem de enfrentar adversidades. E essas características são apresentadas com muito humor e cor, que deixam o tema lúdico e alegre.
China Girl – Obra de Luiz Badia/ Divulgação
As duas individuais que formam a exposição Duplo Solo pretendem mostrar com pintura um panorama do imaginário desses dois artistas, que, embora diferentes, estão conectados com o prazer de expressar a alma através da arte.
Metamorfose – Obra de Lesiane Lazzarotti/Divukgação
Os artistas
Lesiane Lazzarotti é natural de Canoas, mas cidadã do mundo. Atualmente radicada no Rio de Janeiro, a artista gaúcha começou sua carreira na arte com uma exposição em Cuba e já expôs no Carrousel du Louvre em Paris e na sede da ONU, em Nova York. Com uma forte atuação social, em comunidades da África e do Brasil, Lesiane é membro da Academia Brasileira de Belas Artes desde 2019.
Os artistas Lesiane Lazzarotti e Luiz Badia Foto:- Tatiana Csordas/ Divulgação
Luiz Badia nasceu no Rio de Janeiro, em 1966. Na sua formação, passou pela Escola Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, pelo Museu de Arte Moderna (MAM) e pela Escola Superior de Belas artes de Lisboa, entre outros. Tem uma vasta trajetória com exposições individuais, coletivas como artista e como curador. Com trajetória internacional, suas obras já estiveram presentes em exposições em Portugal, França, Estados Unidos, Colômbia e Chile.
Serviço:
Exposição Duplo Solo
Abertura: 9 de setembro (sábado), das 14h às 17h.
Visitação: até 14 de outubro – terça a sábado, das 10h às 17h.
Local: Espaço Cultural Correios
Endereço: Av. Sete de Setembro, 1020, Centro Histórico, Porto Alegre
Entrada Franca
Em novembro, artista traz a Porto Alegre o Concerto Negra Ópera e recebe a Honraria Mérito Especial
Martinho da Vila atua há mais de 50 anos no fortalecimento da cultura nacional, abraçando causas e temáticas sociais e fazendo música para todo mundo cantar, dançar e sambar. A honraria Mérito Cultural, que simboliza o reconhecimento da instituição a uma personalidade do meio artístico, será entregue em um show especial realizado em meio às comemorações de 75 anos da PUCRS, no dia 22 de novembro (quarta-feira), às 21h, no Salão de Atos Ir. Norberto Rauch.
Os ingressos já podem ser adquiridos no site e aplicativo Guichê Web ou no Campus da PUCRS (Av. Ipiranga, 6681 – Prédio 15, Saguão do Living 360º, em frente à PUCRS Store), de segunda a sexta-feira, das 9h às 13h e das 14h às 19h.
O Concerto Negra Ópera, inspirado no álbum que Martinho da Vila lançou em maio deste ano, promove a união de música popular e erudita, com referências da cultura afro-brasileira e tratamento orquestral ao repertório. É baseado no livro Ópera Negra, escrito pelo artista a partir da obra Pelléas et Mélisande, de Debussy. Em estrutura, o show se assemelha a uma ópera: apresenta abertura instrumental e divisão em três atos. As músicas abordam questões como a negritude, os conflitos da vida na favela, as rodas de capoeira e os pontos de umbanda e candomblé.
A cada ano, o Mérito Cultural PUCRS é atribuído a uma personalidade do meio artístico cuja carreira seja marcada pela defesa da cultura enquanto instrumento de humanização e educação. O Mérito já homenageou Fernanda Montenegro (2018), Maria Bethânia (2019), Lima Duarte (2020), Alcione (2021) e Alceu Valença (2022).
Fotografia: Leo Aversa/Divulgação
No compasso do samba
Martinho da Vila nasceu em Duas Barras, no Rio de Janeiro, em 12 de fevereiro de 1938. A partir de 1965, passou a se dedicar de corpo e alma à Escola de Samba Unidos de Vila Isabel: compôs grande parte dos sambas-enredo consagrados e colaborou para a criação de temas de inúmeros desfiles. Surgiu para o grande público no III Festival da Record, em 1967, quando apresentou o partido alto Menina Moça. No ano seguinte, na quarta edição do mesmo festival, lançou seu primeiro sucesso, o clássico Casa de Bamba, seguido de O Pequeno Burguês.
Nacionalmente conhecido como sambista, o artista é um legítimo representante da Música Popular Brasileira (MPB), com várias composições gravadas por cantores e cantoras de diversas vertentes musicais. Ao longo de sua trajetória, lançou mais de 20 livros, ultrapassou o marco de 50 álbuns e acumulou inúmeros prêmios e títulos, entre os quais figura agora o Mérito Cultural PUCRS 2023.
Serviço:
O quê: Mérito Cultural | Martinho da Vila: Concerto Negra Ópera
Data: 22 de novembro (quarta-feira)
Horário: 21h
Local: Salão de Atos da PUCRS
Ingressos: Site e aplicativo Guichê Web ou no Campus da PUCRS (Av. Ipiranga, 6681 – Prédio 15, Saguão do Living 360º, em frente à PUCRS Store), de segunda a sexta-feira, das 9h às 13h e das 14h às 19h.