A Companhia H estreia no dia 29 de novembro o espetáculo FM. O grupo leva ao palco nove bailarinos dançando coreografias contemporâneas dos maiores sucessos das rádios. As apresentações ocorrem até 1º de dezembro, sempre às 20h, na Sala de Música Eva Sopher do Theatro São Pedro.
Com direção de Ivan Motta, FM evoca antigos e novos sucessos populares das rádios de artistas, como Frank Sinatra, Madonna, Adele, A-HA, Caetano Veloso e Lupicínio Rodrigues, para uma nova tradução dos sentimentos contemporâneos. “A música é uma ponte direta às memórias pessoais, vai do coração ao espírito. Cada pessoa é capaz de trazer para dentro de si a harmonia, que acaba influenciando nos pensamentos, nas emoções, na saúde e nos movimentos do corpo. Este é o objetivo de FM, evocar com a dança os romances, as lembranças, os remorsos e as conquistas da vida e dos relacionamentos”, diz Ivan.
Em seus 20 anos, a Companhia H produziu dezenas de espetáculos, levando ao palco diferentes temáticas, contando com um elenco de bailarinos diverso e qualificado e agregando técnicas que vão desde as danças urbanas até o método Axis Syllabus, passando pela dança clássica, moderna e contemporânea. Ficha Técnica
Direção e Coreografia: Ivan Motta | Intérpretes-criadores: Driko Oliveira, Didi Pedone, Andressa Pereira, Caleo Alencar, Fellipe Resende e Letícia Paranhos | Apresentando: Bruno Manganelli e Catarina Reyes | Participação especial: Edison Garcia | Ensaiadora: Rossana Scorza | Cenografia: Companhia H | Figurinos: Ateliê Alfa | Trilha Sonora (edição e masterização): SUSTAIN Produções | Fotografia: Nando Espinosa | Produção: Luka Ibarra / Lucida Cultura e Ana Paula Reis/ Bendita Cultura Serviço:
Espetáculo FM
Quando: 29 e 30 de novembro e 1º de dezembro | Sexta, sábado e domingo | 20h Onde: Sala de Música do Theatro São Pedro (Praça Marechal Deodoro, s/n – Centro Histórico) Ingressos: R$ 30 inteira | Meia-entrada para pessoas com mais de 60 anos, estudantes, classe artística, doadores de sangue, pessoas de baixa renda entre 16 e 29 anos, associados da AATSP e pessoas com deficiência e acompanhante
Dona de voz potente e técnica apurada, Laura Dalmás é um dos grandes destaques da nova geração musical gaúcha. Com passagens pelo The Voice Brasil e Malhação, a cantora lançou neste ano seu primeiro EP autoral,“Tua”, atingindo a marca de mais de 190 mil visualizações no Youtube com o single “Dama e Vagabundo”. O público poderá conferir de perto o talento de Laura em show no próximo sábado, dia 30, a partir das 19h30, no UM Bar&Cozinha do Barra Shopping Sul, que fica na avenida Diário de Notícias, 300, loja 2094.
No repertório, sucessos de grandes nomes da música brasileira, do jazz e do soul, como Djavan, Amy Winehouse e Etta James. Quem acompanha a cantora é o pianista Michel Dorfman. O couvert artístico é de R$ 25,00, e as reservas podem ser feitas pelo número (51) 4066-2054.
No espaço da loja de vinhos Grand Cru, com vinhos de diversos lugares do mundo, a proposta une boa música e alta gastronomia com exibições de cantores e instrumentistas de renome na cena musical gaúcha. Nomes como Anaadi, Camila Toledo, Nani Medeiros, Rê Adegas, Andréa Cavalheiro e Antonio Villeroy já integraram a programação do UM Bar&Cozinha, comandado pelo chef Carlos Kristensen.
SERVIÇO
Laura Dalmás no UM Bar&Cozinha do Barra Shopping Sul
Quando: Sábado, 30 de novembro
Horário: 19h30
Onde: UM Bar&Cozinha – Barra Shopping (Av. Diário de Notícias, 300 – loja 2094 – Cristal)
Em uma velha estação ferroviária, localizada em região inóspita, três comparsas rendem um funcionário e aguardam a chegada de um trem. Na verdade, esperam por um passageiro especial, um misterioso justiceiro, que se anuncia tocando uma harmônica. As primeiras cenas de Era Uma Vez no Oeste, do diretor Sergio Leone, revelam sutilezas, mas especialmente uma atmosfera de permanente enfrentamento e disputa em clima de suspense. Atração do seminário “O Divã e a Tela” desta sexta-feira (22 de novembro), o filme completou 50 anos em 2018, e é considerado por muitos críticos como uma obra-prima do criador de filmes que renovaram o gênero western.
A narrativa tem início em 1870, em um distante povoado do velho oeste, onde Brett McBain (Frank Wolff) e seus filhos são cruelmente assassinados por Frank (Henry Fond) e seus capangas. Eles estão a serviço do barão ferroviário Morton (Gabrielle Ferzetti), interessado em se apropriar das terras de Brett que iriam se valorizar consideravelmente quando da chegada da ferrovia na região. O que eles não contavam é que Brett havia se casado meses atrás, em Nova Orleans, com a prostituta Jill McBain (Claudia Cardinalle), que chega ao local logo após a chacina. Frank planta evidências para culpar Cheyenne (Jason Robards), com quem Harmônica (Charles Bronson) acaba por se aliar para proteger a viúva. O objetivo de Harmônica é encontrar Frank para um acerto de contas, só ao final desvendado.
São muitos os momentos em que a obra do maestro Ennio Morricone conduz a tensão, o suspense, a delicadeza das cenas, e identifica cada personagem. O roteiro é assinado por Leone e Sergio Donatti a partir da história de Dario Argento, Bernardo Bertolucci e do próprio Leone. Eternas questões como a ambição, o poder do dinheiro, a corrupção e a vingança ganham diálogos primorosos. Mas há também momentos em que o silêncio é quem fala e os olhares sugerem o que não é dito.
O seminário “O Divã e a Tela”, que está completando 15 anos em 2019, é uma programação mensal que acontece nas sextas-feiras na Associação Psicanalítica de Porto Alegre (APPOA). Os encontros promovem o debate e a troca de ideias entre os apreciadores do cinema e das artes.
SERVIÇO:
“Era uma vez no Oeste”
Data: 22de novembro (sexta-feira)
Hora: 19h
Local: Sede da APPOA (Faria Santos, 258 – Petrópolis)
Coordenação: psicanalistas Enéas de Souza e Robson de Freitas Pereira
Promoção: Instituto APPOA – Linha de Trabalho Sujeito e Cultura
Encerramento do ano:
12 de dezembro – Matrix, de Lana Wachowski e Lilly Wachowski (1999)
A Galeria Mascate/Barraco Cultural promove o lançamento da exposição de pinturas de Pedro Laporte nesta sexta, dia 22 às 19h. Suas telas retratam naturezas-mortas com liberdade criativa e em pinceladas decisivas que nos remetem a Vilaró, Torres Garcia e Figari.
Para o artista é uma questão de viver por inteiro a anarquia das técnicas. E, também, de regular sem pensar na altura da paleta. Nascido no Uruguai e radicado no Brasil é entusiasta das artes visuais. Também, é engenheiro civil e há 30 anos atua em edificações com o olhar virtuoso da arquitetura e design. Venha conferir as obras nas paredes da Galeria Mascate (Laurindo 332, Santana) em exibição até 15 de dezembro.
SERVIÇO:
O Quê: Lançamento da Exposição de Pinturas de Pedro Laporte.
Onde: Galeria Mascate/Barraco Cultural (Rua Laurindo, 332, Santana) Porto Alegre/RS.
Quando: Sexta, 22 de novembro de 2019, às 19h. Entrada Franca.
A Arteloja da Casa de Cultura Mario Quintana, em parceria com a R2M Têxtil, fará o lançamento de tecido de parede e almofadas, com desenho exclusivo de Luciana Pinto. A estampa retrata a Casa de Cultura.
O lançamento integra o evento “Mercado Inquieto da Economia Criativa”, que tem parcerias com o coletivo Poa Inquieta, o Programa RS Criativo e o SEBRAE-RS. Realizado de 22 a 24 de novembro de 2019 na Casa de Cultura Mário Quintana, o evento consiste em um modelo inédito totalmente criado a partir dos dados quantitativos e qualitativos de estudo feito com a participação da representatividade do universo criativo da Capital gaúcha no II Mapa da Economia Criativa de Porto Alegre, realizado no primeiro semestre deste ano.
O Que: Lançamento da linha de tecido Casa de Cultura Mario Quintana
Quem: Arteloja da Casa de Cultura Mario Quintana
Quando: 23 e 24 de novembro de 2019
Onde: Arteloja da Casa de Cultura Mario Quintana, térreo – Ala Oeste – Andradas, 736 – Centro Histórico
O Espaço 373 recebe nos dias 22 e 23 de novembro (sexta e sábado) o Quarteto do Rio. Formando por Leandro Freixo (1ª voz e piano), Fábio Luna (2ª voz, bateria e flauta), Neil Teixeira (3ª voz e baixo) e Eloi Vicente (4ª voz e violão), o Quarteto é um grupo vocal e instrumental criado em 2016 pelos ex-integrantes do tradicional Os Cariocas, que fez história no Brasil com o seu jeito marcante de harmonizar e interpretar.
As apresentações ocorrem às 21h30 e os ingressos já estão à venda pelo site da Eventbrite. O primeiro lote custa R$ 80,00 até o dia 17 de novembro, o segundo custa R$ 100,00 e R$ 120,00 na hora .
Grupos americanos
Os Cariocas vieram na onda de grupos americanos que apostavam no efeito da harmonia de diversas vozes em diferentes tons soando simultaneamente. No Brasil, na mesma linha, surgiram grupos de vozes e instrumentos de sucesso, na década de 1930 e 1940, como O Bando dos Tangarás (com Braguinha, Noel Rosa e Almirante), Bando da Lua, Os Anjos do Inferno, Namorados da Lua e Quatro Ases e um Coringa.
O conjunto começou sua carreira na Rádio Nacional em 1946 e teve grande sucesso nos programas de auditório na era dourada do rádio interpretando todo tipo de música com seus caprichados arranjos a quatro vozes, de baiões a toadas, de música americana ao nosso samba. Com o advento da Bossa Nova na década de 60, passou a ter uma fonte riquíssima de músicas, baseadas em belas harmonias e muito balanço, que combinaram com o seu jeito de interpretar, formando um casamento perfeito.
O grupo se manteve em atividade até 2015, sob a direção musical de Severino Filho.
Em sua bem sucedida carreira, lançou cerca de 70 discos e teve dois trabalhos destaques no Prêmio da Música Brasileira. Com a morte do maestro, em março de 2016, os demais integrantes decidiram dar continuidade ao trabalho. No entanto, a filha de Severino, a atriz Lúcia Veríssimo, não permitiu o nome Os Cariocas. E assim nasceu o Quarteto do Rio.
Leandro Freixo (1ª voz e piano), Fábio Luna (2ª voz, bateria e flauta), Neil Teixeira (3ª voz e baixo) e Eloi Vicente (4ª voz e violão. Foto: Divulgação
Serviço:
Quarteto do Rio
Quando: 22 e 23 de novembro | Sexta e sábado | 21h Local: Espaço 373 (Rua Comendador Coruja, 373 – Bairro Floresta) Ingressos: 1° lote até 17 de novembro: R$ 80,00 | 2º lote até 23 de novembro: R$ 100,00 | R$ 120 na hora Ingressos antecipados para o dia 22 de novembro: http://quarteto-do-rio-dia-22.eventbrite.com.br Ingressos antecipados para o dia 22 de novembro:http://quarteto-do-rio-dia-23.eventbrite.com.br
Informações e reservas: (51) 98142 3137 | (51) 99508 2772
Capacidade: 150 pessoas | Aceita todos os cartões de crédito | Ambiente climatizado | Possui wifi | Segurança na porta | Estacionamento no Shopping Total
“Afluência” é um espetáculo híbrido. Não há centro, há uma espécie de confluência contínua de expressões artísticas, criando a coreografia do espetáculo e colocando diferentes visões em diálogo. As cenas, como metáforas, sugerem que cada sujeito, centro do seu universo de relações, crie as suas imagens e significados. Assim, o espectador tem o seu olhar direcionado e é ativo na construção da sua história.
Concebido e apresentado pela bailarina Geórgia Macedo, a artista visual Isabel Ramil e os músicos Felipe Zancanaro e Thiago Ramil, “Afluência” é o encontro entre estes artistas e as diferentes formas de se expressar. É o encontro deles com cada um dos locais que se propõem a ocupar. Assim, a cada performance deixam-se afetar pelo espaço de forma a permitir que os elementos históricos, geográficos e estruturais dos locais participem da concepção de cada apresentação.
O projeto teve sua estreia em agosto de 2018, quando propôs uma nova forma de ocupar o espaço Cultural Agulha. Em abril de 2019, o grupo se voltou para uma pesquisa junto aos Rios Caí, Taquari, Sinos, Gravataí e Jacuí, afluentes do Rio Guaíba, integrando a programação da Virada Sustentável de Porto Alegre e em maio realizaram a sua primeira temporada na Sala Álvaro Moreyra. Finalizando o ano de trabalhos, o grupo se encontra com o Teatro Glênio Peres para participar da V Mostra de Artes Cênicas e Música.
Pela primeira vez se apresentam em palco italiano, resignificando a última narrativa criada. Com este encontro e atravessados pelos contextos ambientais que envolvem o Estado, retomam a pesquisa que realizaram junto aos afluentes do Rio Guaíba e convidam atores, bailarinos e a kujà (pajé) Kaingang Iracema Gã Ra Nascimento para participar da montagem.
“Afluência” leva ao extremo a noção de que um espetáculo é sempre um acontecimento artístico, impossível de ser repetido. Como os rios que tem como constante a sua transformação. O quê transborda e guia as diversas narrativas apresentadas, é a água. A água, que existe entre vastas e esfareladas coletividades de argamassa. Água corpo. Água planeta. Água recurso. Água redonda e água comprida. Água, movendo o corpo de um sujeito urbano que constantemente se transforma. Sobre os artistas: Isabel Miranda Ramil trabalha com cenografia, iluminação e criação de vídeos para teatro e shows musicais. Em 2014 realizou sua primeira exposição individual. Participou de mais de 20 exposições coletivas dentro e fora do Brasil, algumas com curadoria artística de nomes como Paulo Herkenhoff, Agnaldo Farias e Gabriela Motta. Em 2011 realizou o projeto cênico colaborativo “Órfão, o tempo sem ponteiros”, pelo qual ganhou o Prêmio Açorianos de Artes Plásticas na categoria Artista Revelação. Em 2011 recebeu da Bolsa Iberê Camargo o prêmio Artista destaque da revista digital da Fundação. Em 2012 foi selecionada pelo programa Rumos do Itaú Cultural, o que a levou a expor nos espaços Itaú Cultural (SP), Casa das onze janelas (PA) e Paço Imperial (RJ). Em 2018 teve um trabalho seu adquirido pelo MAR – Museu de Arte do Rio, o qual atualmente integra a exposição em cartaz “Mulheres no acervo do MAR”. É mestra em Artes Visuais pelo IA-UFRGS.
A antropóloga e bailarina Geórgia Macedo, iniciou seus estudos em dança clássica no Ballet Vera Bublitz e atualmente estuda ballet contemporâneo com Eva Schul, e a intersecção entre a dança e a performance, junto ao GEDA de Maria Waleska Van Helden. Trabalhou como artista circense e bailarina em importantes projetos, como nas óperas “Dido e Enéias” e “Orfeu”, com direção de Camila Bauer. Com o Circo Teatro Girassol, dançou “Vertigens”, espetáculo de dança aérea contemporânea, indicado ao Prêmio Braskem em Cena (2015) e convidado pela FUNARTE para apresentação em Bogotá-CO. Realizou a performance “Pièce en 7 morceaux”, de Annie Vigier e Franck Apertet, parte da exposição Subversão da Forma na Fundação Iberê Camargo (2018) e é uma das curadores e organizadoras da Mostra de Cinema Tela Indígena. Felipe Zancanaro é artista sonoro, multi-instrumentista, produtor e compositor. Desenvolve pesquisas com percussão-sucata, circuit bending, samples e paisagem sonora. Em 2018 criou e performou ao vivo a trilha sonora da peça “A mulher arrastada”, com direção de Adriane Mottola (Cia. Stavaganza) premiada com o Braskem de Melhor Espetáculo no 25º Porto Alegre em Cena e com o Prêmio Açorianos 2019 de melhor espetáculo. Como integrante da banda Apanhador Só recebeu indicação a melhor instrumentista no Prêmio Açorianos de Música em 2011. A banda, que viajou pela América em festivais e turnês, foi premiada 2013 pela Associação Paulista de Críticos de Arte, recebeu o Prêmio Açorianos de Música (2013), foi indicada ao VMB (da MTV), ao Grammy Latino e ao Prêmio Multishow de Música Brasileira. Thiago Ramil teve seu primeiro disco, Leve Embora (2015), contemplado pelo edital Natura Musical e acabou indicado ao 17 Latin Grammy na categoria de Melhor Álbum Pop em Língua Portuguesa. Recebeu o Prêmio Açorianos de ‘Melhor Intérprete’ e ‘Artista Revelação’ por esse trabalho, com o qual vem realizando turnês nacionais. Também esteve no além mar, nas cidades de Lisboa, Porto e Amarante, em Portugal. Lançou recentemente seu segundo álbum, EmFrente, viabilizado através de financiamento coletivo. Além do trabalho como músico, Thiago também atua como psicólogo social em uma casa de acolhimento para menores. Ficha técnica:
Concepção e direção: O grupo / Bailarina e performer: Geórgia Macedo / Trilha sonora original e performance ao vivo: Felipe Zancanaro e Thiago Ramil / Participação: Felipe Luz, Iracema Ga Rã, João Gabriel OM, Jota Ramos, Rebecca Rodrigues, Vicente Vargas / Cenografia, vídeos e iluminação: Isabel Ramil / Figurino: Geórgia Macedo e Isabel Ramil / Produção: O grupo AFLUÊNCIA
22 e 23 de novembro, 19h
Teatro Glênio Peres (Av. Loureiro da Silva, n. 255 – Câmara Municipal de Porto Alegre)
Entrada gratuita Distribuição de convites a partir do dia 19/11 na Seção de Memorial da Câmara Municipal das 9h às 17h. No sábado, dia 23, somente 30 minutos antes do espetáculo, se houver disponibilidade.
Obras de compositores gaúchos de música clássica ganham roupagem contemporânea no próximo sábado, 23 de novembro, às 17h, dia em que a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) completa 69 anos. A orquestra se encarrega da tarefa de interpretar um diversificado repertório com o espetáculo ‘‘Música Instrumental Gaúcha’’, que reúne peças e músicos das mais diversas gerações do Rio Grande do Sul. Sob regência de Evandro Matté, maestro e diretor artístico da orquestra, os instrumentistas sobem ao palco da Casa da OSPA aliados do Trio in Uno, composto por Pablo Schinke (violoncelo), José Ferreira (violão de sete cordas) e a italiana Giulia Tamanini (saxofone), além dos convidados Luciano Maia (acordeon), Michel Dorfman (piano) e Paulo Dorfman (piano). A apresentação tem entrada franca, com distribuição de senhas no dia do concerto, na bilheteria da Casa da OSPA, a partir das 10h até o horário do evento, às 17h. O Banrisul é o patrocinador oficial do espetáculo ‘‘Música Instrumental Gaúcha’’. Sobre o programa
‘‘A OSPA procura integrar na programação anual compositores gaúchos. Convidamos músicos que se destacam no cenário com obras autorais’’, afirma o maestro Evandro Matté. ‘‘Com uma versão sinfônica, essas peças poderão ganhar uma nova projeção’’, completa.
Para iniciar o concerto, a OSPA executa ‘‘O Boi no Telhado’’, deDarius Milhaud (1892-1974).Composta e estreada no período de efervescência cultural, com o surgimento do samba, reflete a mistura de ritmos essencialmente nacionais, incorporando 24 peças de músicos brasileiros, entre as quais “Gaúcho”, de Álvaro Sandim, “A Galhofeira’’, de Alberto Nepomuceno, e “Apanhei-te Cavaquinho”, de Chiquinha Gonzaga.
Na sequência, a orquestra apresenta ‘‘Retratos’’, do gaúcho Radamés Gnatalli (1906-1988). Gravada há 55 anos sob própria regência, a composição, segmentada em quatro movimentos, busca homenagear diferentes personalidades da música brasileira que simbolizam a carreira do compositor – Pixinguinha, Ernesto Nazareth, Anacleto de Medeiros e Chiquinha Gonzaga.
Em seguida, composições autorais dos solistas passam a integrar o programa da OSPA. O pianistaPaulo Dorfman (1945-) junta-se aos músicos com Michel Dorfman para executar quatro obras próprias – ‘‘Santo Antonio’’, ‘‘Choro para Gabriela’’, ‘‘Mountain Foot’’e ‘‘Cristine’’. Seguido, então, pela presença do acordeonista Luciano Maia (1980-), a OSPA apresenta ‘’Janelas ao Sul’’, canção que leva o mesmo nome do álbum e dialoga a música regionalista com estilos universais, além de ‘‘Fincando o Garrão’’. Por fim, a orquestra, acompanhada de todos os solistas, executa ‘‘Barra do Ribeiro’’, do compositor de Carazinho Guinha Ramires (1956-). Foto: Maí Yandara/ Divulgação Evandro Matté (regente)
É diretor artístico e maestro da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, da Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro e do Festival Internacional SESC de Música, sediado em Pelotas. Realizou sua formação musical na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, na University of Georgia (Estados Unidos) e no Conservatoire de Bordeaux (França). Atraído pela regência, passou a atuar desde 2006 como maestro em festivais. Desde então, esteve à frente de orquestras do Uruguai, Argentina, China, República Checa, Croácia, Alemanha, Itália, Colômbia e Estados Unidos como convidado. Em 2019, foi condecorado pelo Ministério da Cultura da França pelo desenvolvimento das artes em seu domínio artístico. Paulo Dorfman (piano)
Referência no cenário gaúcho, Paulo Dorfman está entre os compositores instrumentais com o maior número de obras interpretadas. É recorrente convidado em concertos da OSPA e atuou ao lado de renomados artistas, como Renato Borghetti, Ana Lonardi e Alegre Corrêa, além de ser o artista homenageado na edição 2016 do Poa Jazz. Graduado em Música pela UFRGS, é também professor, com ênfase em Ciências Humanas, atuando principalmente com improvisação, harmonia, piano e arranjo musical. Michel Dorfman (piano)
Pianista, arranjador e compositor, iniciou os estudou com o pai, Paulo Dorfman, formando-se em Composição pela UFRGS. Iniciou a carreira de instrumentista pela Oppa (Orquestra Popular de Porto Alegre), aliando-se a projetos paralelos. Protagonizou a participação em álbuns de renomados nomes da música gaúcha, como Frank Solari, Hique Gomez, Renato Borghetti e Ernesto Fagundes. Pelo instrumento de domínio, foi premiado duas vezes com o Troféu Açorianos, além de escrever para a OSPA canções do folclore gaúcho, interpretadas pela família Fagundes no Natal Luz de Gramado. Luciano Maia (acordeon)
Instrumentista, cantor e compositor, é um dos mais renomados acordeonistas do sul do país na atualidade. Com 20 anos de carreira, possui 12 discos na trajetória e apresentou-se em importantes projetos musicais e festivais de jazz no Brasil e na Europa, sendo recorrente convidado para atuar como solista em prestigiadas apresentações da música de concerto. Reconhecido por aliar música regional gaúcha com ritmos distintos, conquistou importantes prêmios do Rio Grande do Sul, entre os quais oito Prêmios Açorianos, Prêmio Vitor Mateus Teixeira, além de indicações ao Prêmio da Música Brasileira. Trio in Uno
Composto pelos brasileiros Pablo Schinke (violoncelo), José Ferreira (violão de sete cordas) e a italiana Giulia Tamanini (saxofone), o grupo surge em Paris, em 2014, ao aliar a espontaneidade da musica popular com a expressividade da música clássica. Em 2015, lançam o primeiro álbum, intitulado “Lilas”, sendo recebido com entusiasmo pelo público e aclamado pela crítica no exterior. São convidados frequentes de diversos programas de rádio e televisão, incluindo RFI, Super Rádio Brasília, FM Cultura, TV Globo e TV Cultura. Desde 2015, o trio se apresenta regularmente no Brasil, em prestigiosas salas de concerto, e em festivais pela Europa. Concerto|Música Instrumental Gaúcha Quando: 23 de novembro, sábado, às 17h Onde: Casa da OSPA (Centro Adminstrativo Fernando Ferrari (CAFF) – Av. Borges de Medeiros, 1501 – Cidade Baixa)
ENTRADA FRANCA Distribuição de senhas:
23 de novembro (sábado) na Casa da OSPA, das 10h às 17h PROGRAMA Darius Milhaud – O boi no telhado Radamés Gnattali – Suíte Retratos Paulo Dorfman – Santo Antonio Paulo Dorfman – Choro para Gabriela Paulo Dorfman – Mountain Foot Paulo Dorfman – Cristine Luciano Maia – Janelas ao Sul Luciano Maia – Fincando o Garrão Guinha Ramires – Barra do Ribeiro Regente: Evandro Matté Solistas: Trio in Uno – Pablo Schinke (violoncelo), José Ferreira (violão de 7 cordas) e Giulia Tamanini (saxofone), Luciano Maia (acordeon), Michel Dorfman (piano) e Paulo Dorfman (piano)
A diretoria da Câmara Rio-Grandense do Livro (CRL) e integrantes da Comissão Executiva da 65ª Feira do Livro de Porto Alegre divulgaram hoje os números gerais desta edição. O presidente da CRL, Isatir Bottin Filho, considerou os resultados muito satisfatórios.
Em 17 dias, a Feira do Livro 2019 recebeu um público superior a um milhão e 300 mil pessoas e 226.971 livros foram vendidos (1% em relação ao ano passado), com o valor unitário médio de R$ 30,00. O Balcão de Informações da Feira prestou cerca de 20 mil atendimentos.
Durante a entrevista coletiva, no auditório do Memorial do Rio Grande do Sul, no final da manhã, o tesoureiro da CRL, Guiomar Beineke, disse que esta 65ª edição fechou dentro do previsto e ressaltou que a diretoria busca cada vez mais a autossustentabilidade da Feira. Lembrou que o crescimento das vendas foi importante apesar de alguns momentos de chuva e da redução do período do evento para 17 dias, enquanto em 2018 foi de 18 dias.
A coordenadora da Área Geral, Jussara Haubert Rodrigues, destacou a diversidade da programação para o público adulto, e Sônia Zanchetta, coordenadora da Área Infantil e Juvenil, salientou a contribuição de parceiros e o trabalho do Núcleo de Formação de Mediadores de Leitura da CRL. Programação para o público adulto: 214 eventos, sendo 26 módulos de oficinas, 32 apresentações musicais (Zaffari), 3 Feiras Fora da Feira/CRL e 153 encontros com o livro. Sessões de autógrafos: 523 individuais, 63 coletivas. Total: 586.
Os eventos receberam 587 participantes, sendo 24 nacionais (fora do RS), 11 convidados internacionais e 552 gaúchos. O público foi de 11.027 pessoas.
Ocorreram 45 programações paralelas e Feira Fora da Feira em espaços externos à Praça. Eventos que receberam público mais numeroso:
Teatro Carlos Urbim:
Programação infantil e juvenil A Área Infantil e Juvenil recebeu 78 autores para várias atividades.
Os temas que mais motivaram o público foram os de temática indígena e literatura afro-brasileira.
Acessibilidade: 30 atendimentos de professores com doação de audiolivros. 15 empréstimos de cadeiras de roda. 18 rodas de conversa. Agendamento escolar: 365 agendamentos oriundos de 21 municípios, sendo 250 de Porto Alegre, 23 de Esteio, 22 de Cachoeirinha, 19 de Canoas.
11.235 Alunos presentes – 16,22% a mais do que em 2018.
A 65ª Feira do Livro de Porto Alegre é uma realização da Câmara Rio-Grandense do Livro em parceria com Secretaria Especial da Cultura, Ministério da Cidadania e Secretaria de Estado da Cultura.
Patrocinadores master: Braskem, Zaffari, CMPC, Banco Oficial da Feira: Banrisul vero. Patrocinador Caixa. Patrocinador Especial do Teatro Carlos Urbim: Sulgás. Apoio: Prefeitura de Porto Alegre. Financiamento: Pró-cultura RS, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Sul.
A programação completa da 65ª Feira do Livro de Porto Alegre pode ser acessada pelo site www.feiradolivro-poa.com.br
De menina a mulher madura, as reflexões e aprendizados da personagem Viola enquanto vai atrás de seus desejos e busca conquistas.
Um encontro inesperado, quando imaginava já ter controle de si mesma, leva-a a deparar-se com partes suas que desconhecia. Viola, então, inicia o caminho sem retorno de ver-se, retirar camadas, agir consigo sem subterfúgios ou curativos.
Na vida real, Vânia Möller não se apresenta como filósofa, e sim como licenciada em filosofia, nem como designer gráfica, mas simplesmente diagramadora, também revisora e produtora de textos.
Como a personagem, a autora pensa que “a vida é melhor quando se divide, quando há relação”, e diariamente avalia e se reavalia, sempre procurando tornar-se um ser melhor.
Ela autografa Viola revira o ser (Editora Sulina) nesta quinta-feira, às 17h30, na Feira do Livro de Porto Alegre.