| Na terça-feira, 23 de julho, às 19h, na Pinacoteca Aldo Locatelli (Paço dos Açorianos – Praça Montevidéu, 10) inauguram as exposições Mostra Coletiva do 3º Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea e BIO-I, do artista David Ceccon. A entrada é gratuita. Mostra Coletiva Com curadoria de Diego Groisman, a mostra reúne obras de dez artistas selecionados por um júri brasileiro, composto por Adriana Boff, Bruna Fetter, Diego Groisman, Paulo Miyada e Patrice Pauc e um júri francês do Centre Intermondes, representado por Edouard Mornaud e Flavie Monnier. Os artistas que integram a mostra são Alexandre De Nadal, Bruno Eder, Camila Proto, Francine Lasevitch, Henrique Fagundes, Joana Burd, Letícia Lopes, Marcelo Chardosim, Oendu de Mendonça e Vitória Macedo. Em sua terceira edição, o Prêmio busca estimular a produção das artes visuais contemporâneas no Rio Grande do Sul, com a missão de dar apoio e incentivo para artistas em início de carreira. A mostra tem entrada franca e ficará aberta para visitação na Pinacoteca Aldo Locatelli no Porão no Paço dos Açorianos (Praça Montevidéu, 10) até 4 de outubro. Vencedores Letícia Lopes (1º lugar), Alexandre De Nadal (2º lugar) e Marcelo Chardosim (3º lugar). Letícia foi premiada com uma residência artística de dois meses no Centre Intermondes, em La Rochelle, na França, com passagem e alojamento incluídos, um prêmio em dinheiro no valor de R$ 8 mil como incentivo à produção da artista, ajuda de custo para o período da estadia em La Rochelle de R$ 3 mil, além de uma bolsa de estudos na Aliança Francesa Porto Alegre. A residência está programada para os meses de agosto a setembro de 2019. O segundo e o terceiro lugar também serão premiados com bolsas de estudo na Aliança Francesa de Porto Alegre. O segundo e o terceiro lugares também serão premiados com bolsas de estudo na Aliança Francesa de Porto Alegre. O evento é uma realização da Aliança Francesa Porto Alegre e Ministério da Cidadania, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio da Timac Agro e apoio do Centre Intermondes e da Prefeitura de Porto Alegre. Exposição BIO-I Individual do artista visual David Ceccon, vencedor da segunda edição do Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea, será apresentada na Sala da Fonte, também na Pinacoteca Aldo Locatelli. A exposição reúne os trabalhos desenvolvidos durante a residência no Centre Intermondes (La Rochelle, França) em 2018, na qual o artista voltou a sua pesquisa para as temáticas de gênero, identidades, autorrepresentação e ficção no espaço digital. David Ceccon (1992) vive e trabalha em Porto Alegre. Bacharel em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), desenvolve seu trabalho através de diferentes mídias, como gravura, pintura, cerâmica, objeto e fotografia. Também utiliza o ciberespaço e as redes sociais como fonte de criação para experimentação artísticas. Em sua poética, interessa-se pelas ambiguidades das relações humanas e pelos mecanismos de construção, fragmentação e dissolução das identidades e sujeitos na sociedade contemporânea. Utilizando-se de conceitos como diferença, pós-identidade, autorrepresentação, reprodutibilidade, autobiografia e autoficção, explora os modos pelos quais performamos nossas existências sobre o mundo e transita por questões que tangem o biológico, o cultural, o fictício, o real e o virtual. Durante a graduação, David Ceccon foi bolsista PIBIC-CNPq/UFRGS (2012-2017). Também cursou bacharelado em Letras na UFRGS entre 2009 e 2012. Estudou atuação e técnicas de expressão corporal na Escola de Teatro Teatraria entre 2015 e 2017. Foi contemplado com o Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea (2018), com o Prêmio IEAVI (2015) e com o Prêmio Açorianos nas categorias Artista Revelação e Destaque em Gravura (2016). Serviço 3º Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea BIO-I, individual de David Ceccon Abertura: terça-feira, 23 de julho de 2019, 19h Pinacoteca Aldo Locatelli (Paço dos Açorianos – Praça Montevidéu, 10) Visitação: de 24 jul a 4 out 2019 Horário de visitação: segunda a sexta, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h30 Contatos: acervo@smc.prefpoa.com.br / (51) 3289 8292 Entrada gratuita Paulinho Beccon Jornalista – Comunicação Social SMC (51) 3289 8020 (51) 98114 9311 … [Mensagem cortada] Exibir toda a mensagem
|
Categoria: Cultura-MATÉRIA
-
Prêmio Aliança Francesa e individual de David Ceccon, na Pinacoteca Aldo Locatelli
-
Instituto Estadual do Livro promove curso ‘Criando Histórias’ nas férias escolares
Nas tardes dos dias 30 e 31 de julho (terça e quarta-feira), o Instituto Estadual do Livro (IEL) oportunizará momentos de leitura e escrita de histórias infantis, de forma inteiramente lúdica, a crianças em férias escolares. O curso “Criando Histórias” será ministrado pela escritora Jacira Fagundes, para crianças de 8 a 10 anos, na sede da instituição (André Puente, 318), no bairro Independência, para até 15 participantes.
O primeiro dia será dedicado à leitura, quando os alunos terão contato com a diversidade de livros de histórias, através de manuseio e comentários. Haverá mediação de um livro infantil, de autoria da escritora coordenadora: as crianças irão ler com pausas para comentários e posicionamentos das crianças, opiniões, relatos de experiências, perguntas e questionamentos. A fase final será de ilustração da história apresentada, em folhas A4, que ficarão expostas para o dia seguinte.
No segundo e último dia terão vez ações de escrita e ilustração, na confecção de um livrinho de história individual. A partir de um tema ou personagem escolhido, será feita uma publicação de quatro páginas, sendo duas folhas A4 dobradas ao meio, mais a capa. Haverá orientação de escrita, ilustração e montagem da obra personalizada, para cada um dos participantes.
Serviço:
Data: 30 e 31 de julho (terça e quarta).
Hora: das 13h30min às 17h.
Local: Instituto Estadual do Livro – IEL/RS (André Puente, 318) – bairro Independência – Porto Alegre/RS.
Inscrição: iel@sedac.rs.gov.br
Público-alvo: crianças de 8 a 10 anos
Vagas: de 10 a 15 participantes
Valor: R$ 80,00. -
Bibi Jazz Band mostra "All of Jazz" no Chapéu Acústico, da BPE
Um retorno à época de ouro da música popular norte-americana é o que propõe Bibi Jazz Band, no show “All of Jazz”, que fará no dia 23 de julho (terça-feira), a partir das 19h, no Salão Mourisco da Biblioteca Pública do Estado (BPE-RS). Dentro do projeto Chapéu Acústico, o quarteto caxiense resgatará clássicos do jazz, com arranjos próprios e interpretará releituras de canções da atualidade, com execução refinada. A entrada é gratuita ou mediante contribuição espontânea.
Formada por Bibi Blue (voz), André Viegas (guitarra), Rodrigo Arnold (contrabaixo acústico) e Mateus Mussatto (bateria), a banda resgata toda a linguagem do jazz canção, em standards que marcaram época e consagraram o estilo. Billie Holliday, Ella Fitzgerald, Sarah Vaughan, Frank Sinatra, Nina Simone, Crylle-Aimée, Patti Austin e Tata Vega são nomes citados no seu trabalho, além da música instrumental. A cada show, o grupo promete uma viagem no tempo, fazendo uma apresentação diferente a cada noite e trazendo de volta o glamour e sofisticação que envolvem a plateia e os amantes da boa música.
Criado em 2016, o grupo se uniu com o intuito de tornar o Jazz Canção acessível a todos, apostando no diferencial da linguagem e na irreverência dos figurinos. Realizou um tour por Florianópolis e demais cidades catarinenses e gravou nos estúdios JV, na cidade serrana, “Love Come Back to Me”, registrado pela primeira vez na voz de Billie Holliday, em 1941, contando com a participação especial de Gilberto Salvagni, no sax. Apresentou-se em importantes pubs do RS e em 2017 fez a segunda gravação, ao vivo, do clássico “Feeling Good“, de Anthony Newley e Leslie Bricusse, mostrando arranjo próprio para a canção imortalizada por Nina Simone. Ainda fez a terceira gravação de “Stepping Out” de Irving Berling e participou do Festival Villa do Jazz (Porto Alegre), já como integrante da nova cena do jazz gaucho. Também participou do Jazz Porto (Pernambuco) e Wine and Jazz Festival (Santa Catarina).
CHAPÉU ACÚSTICO
Realizado conjuntamente pelo produtor Marcos Monteiro e Biblioteca Pública do Estado (BPE), o projeto vem, desde setembro de 2016, movimentando o Salão Mourisco, com performances de grandes nomes do cenário musical gaúcho, entre instrumentistas de formação jazzística e cantores(as). A ideia surgiu da vontade de desenvolver atividades musicais sem depender de verba pública ou privada, com a parceria de artistas profissionais, dispostos a movimentarem a cena artística. A ação se dá sem cobrança de ingressos, usando o chapéu como forma de arrecadação, como acontece nas performances de rua.
SERVIÇO:
Dia: 23 de julho (terça-feira).
Hora: a partir das 19h.
Local: Salão Mourisco – Biblioteca Pública do Estado/BPE-RS (Riachuelo, 1190) – Porto Alegre/RS
Entrada franca/Contribuição espontânea.
-
Julio Herrlein Quarteto toca no Espaço 373, em despedida do saxofonista Diego Ferreira
O Espaço 373 recebe Julio Herrlein Quarteto,no dia 19 de julho (sexta-feira), . Formado por Julio “Chumbinho” Herrlein (guitarra, composições e arranjos), Diego Ferreira (saxofone), Caio Maurente (contrabaixo) e Bruno Braga (bateria), o grupo apresentará um repertório autoral que revisita os mais de 20 anos de carreira de Chumbinho em composições e arranjos originais, músicas inéditas e arranjos de standards selecionados. O quarteto dialoga com a música instrumental voltada à improvisação, fundindo elementos do jazz e da música brasileira.Este será o último show de Diego em Porto Alegre nesta temporada antes de voltar aos Estados Unidos, onde reside. Os ingressos custam R$ 30,00 antecipado e R$ 40,00 na hora.
Diego Ferreira e Julio Herrlein – Foto Eduardo Quadros/ Divulgação Sobre o Espaço 373
Inaugurado em março de 2017, o Espaço 373 remete às famosas casas de jazz de New York pelas paredes de tijolos à vista, madeiras de demolição e um charmoso piano de parede. Localizado 4º Distrito, conhecido pela criatividade e empreendedorismo cultural, o casarão construído em 1925 é tido como Patrimônio Cultural do Município.Serviço:
Julio Herrlein Quarteto
Quando: 19 de julho | Sexta-feira | 21h30
Local: Rua Comendador Coruja 373 – Distrito Criativo de Porto Alegre | A casa abre às 20h
Ingressos: R$ 30,00 antecipado e R$ 40,00 no local
Ingressos antecipados: http://www.sympla.com.br/espaco-373-apresenta-diego-ferreira-julio-herrlein-quarteto__579124?fbclid=IwAR0TRONfRn6kYskN9kfNxU0778Yrj3Mla_NXAlmohSDxesP7DKAqX0fX2Xc
Informações e reservas: (51) 98142 3137 | (51) 99508 2772 -
"O Topo da Montanha", com Lázaro Ramos e Taís Araújo, retorna a Porto Alegre para falar de Martin Luther King
A peça O Topo da Montanha, com Lázaro Ramos e Taís Araújo continua sua carreira de sucesso, tendo já sido vista por cerca de 200 mil espectadores, além de ter recebido uma indicação ao Prêmio Shell, de melhor atriz, para Taís Araújo. Desde sua estreia em São Paulo, em outubro de 2015, o espetáculo percorreu 11 estados brasileiros e visitou 15 cidades, sempre com sessões esgotadas – desta vez a peça retorna a Porto Alegre no Theatro São Pedro, nos dias 19, 20 e 21 de julho, sexta e sábado, às 21h e domingo às 18h, em uma coprodução entre as empresas BR Produtora e Silvia Abreu Produções Artísticas e Culturais. Os ingressos já estão à venda no local (confira no Serviço).

Fotos Juliana Hilal/ Divulgação Para celebrar a segunda incursão de Taís e Lázaro em Porto Alegre com a montagem após o sucesso das primeiras apresentações na cidade, em junho de 2017, a dupla chega, desta vez, um pouco mais cedo a capital para participar de um bate-papo no Instituto de Cultura da PUCRS, no dia 18 de julho, às 19h, com entrada gratuita e sujeito a lotação – o encontro será mediado pela jornalista Carol Anchieta e pelo diretor da universidade, Ricardo Barberena – para falar de suas carreiras e responder perguntas do público.
A encenação que conquistou tantos espectadores relembra que há mais de cinquenta anos, no dia 4 de abril de 1968, o mundo se despedia de Martin Luther King Jr, o pastor protestante e ativista político que se tornou ícone por sua luta pelo amor ao próximo e pelo repúdio à segregação racial norte-americana. Vale lembrar que somente entre 1883 e 1959, cerca de cinco mil negros foram linchados nos estados do Sul do país – e é este o momento histórico que a jovem dramaturga Katori Hall desconstrói na ficção.

Grande discurso
O Topo da Montanha faz alusão ao último grande discurso de Martin Luther King (I’ve Been to the Mountaintop). Em Memphis, na Igreja de Mason, no dia 3 de abril de 1968, Luther King acabara de realizar seu último sermão. É exatamente neste cenário, um dia antes de seu assassinato, cometido na sacada do Hotel Lorraine, do quarto 306 – e na sequência de suas derradeiras palavras públicas -, que Martin Luther King, interpretado por Lázaro Ramos, conhece Camae, encenada por Taís Araújo, a misteriosa e bela camareira em seu primeiro dia de trabalho no estabelecimento. Repleta de segredos, ela confronta o líder em clima de suspense e simultaneamente debochado. Deste modo, em perfeito jogo de provocações, faz o reverendo se lembrar que, como todos, é humano. Por meio do humor e da emoção, faz rir e pensar com retórica atual, seja para americanos ou brasileiros.
A escrita, diga-se, faz sentido mesmo quando comparada à situação política daqueles tempos. Para citar uma frase do espetáculo: “parem a guerra do Vietnã e comecem a lutar contra a pobreza” – vista sob a ótica do presente, ela ainda parece possível ser proferida e ressalta as características de um líder que “teve a força de amar aqueles que jamais puderam o amar de volta”. “Este texto me perseguiu como ator por dois anos, por meio de pessoas que diziam que tinha de fazê-lo no Brasil. E é contemporâneo porque é uma história também sobre enfrentar medos. Sobre os trilhos da coragem e do afeto”, resume Lázaro. “Tínhamos muito receio de que o texto fosse americano demais e não tocasse as pessoas. Mas o tempo e uma boa tradução nos convenceram que as questões do amor e da igualdade são relevantes e próximas a todos nós”, complementa Taís.

A boa tradução para o português a que se refere Taís é de Silvio José Albuquerque e Silva, responsável por dar vida a temas universais e ainda envolventes. “Hall revela um líder ao mesmo tempo radical e pragmático, profético e imprevidente, sonhador, sedutor, frágil e, sobretudo, humano”, resume Silvio.
Caminhos de acasos
Também produtores da versão brasileira, Lázaro Ramos e Taís Araújo continuam a trajetória de sucesso ascendente da montagem num caminho de acasos que os levou a ela. O primeiro a vê-la, em Manhatan, foi um amigo do casal que a mencionou a Lázaro Ramos. Mais tarde, o diretor João Falcão apresentou ao ator o texto original, em inglês, ainda se dispondo a dirigi-lo. Feita uma primeira tradução, a conclusão da dupla Taís e Lázaro parecia irrevogável: o script era distante da realidade brasileira e demasiado americano, portanto não envolveria ninguém do lado de baixo da linha do Equador.
Mas o tempo passou, e Lázaro Ramos entrevistaria Joaquim Barbosa. Seu chefe de gabinete, Silvio Albuquerque, admirador e conhecedor de Martin Luther King, entregou uma nova tradução a ele – inicialmente deixada de lado até que Taís a lesse. “A nova tradução era muito boa e ora eu ri, ora me emocionei. Finalmente fazia sentido e tive a convicção de que era viável para o Brasil. Insisti para que Lázaro a revisse e, mais tarde, com a impossibilidade do João Falcão dirigir, pressionei para que ele a assumisse”, relembra Taís. “Dirigir não estava em meus planos, principalmente porque conciliar a direção com a atuação era algo que eu sempre disse que não faria. Taís, minha grande parceira de cena e de vida, me convenceu a encontrar e acreditar na força de Martin Luther King”, prossegue Lázaro.

É um encontro, afinal, completo para o casal Taís Araújo e Lázaro Ramos – que à parte a vida conjugal comum, os trabalhos na televisão e no cinema, possuem carreiras sólidas também nos palcos. A carioca Taís Araújo faz desta sua décima peça teatral como atriz e a terceira como produtora – já esteve no elenco de Orfeu da Conceição; Personalíssima; Gimba; Liberdade para as Borboletas; Solidores; O Método Grönholm; Amores, Perdas e Meus Vestidos; Disse que Disse e Caixa de Areia.
Já o soteropolitano Lázaro realizou mais de 20 espetáculos com o Bando de Teatro Olodum de 1994 a 2002, entre eles; Sonhos de Uma Noite de Verão, Ó Pai Ó e Ópera dos 3 Vinténs. Após sair de Salvador, destaque para A Máquina; Mamãe Não Pode Saber e o Método Grönholm, além de ter dirigido e escrito os infantis As Paparutas; A Menina Edith e a Velha Sentada, bem como esteve à frente da direção dos adultos Campos de Batalha e Namíbia, Não e da codireção de O Jornal, entre outros.

Ficha Técnica
Texto de Katori Hall
Direção de Lázaro Ramos
Codireção de Fernando Philbert
Tradução de Silvio Albuquerque
Consultoria Dramatúrgica de Angelo Flávio
Assistência de direção Thiago Gomes
Com Lázaro Ramos e Taís Araújo
Voz Inicial da Mãe de Martin Luther king de Léa GarciaPreparação vocal de Edi Montecchi
Cenografia de André Cortez
Assistência de Cenografia de Carmem Guerra
Construção Cenário de Ono Zone Estúdio/ Fernando Bretas e Waldir Rosseti
Iluminação de Walmyr Ferreira
Assistência de Iluminação de Marcos FreireFigurinos de Teresa Nabuco
Trilha sonora de Wladimir Pinheiro
Desenho de Som de Laércio Salles
Projeções de Rico Vilarouca e Renato VilaroucaFotos de estúdio de Jorge Bispo
Fotos de cena de Valmyr Ferreira e Juliana Hilal
Projeto gráfico da Dorotéia Design, Adriana Campos e Tamy Ponczyk
Revisão de Regina Stocklen
SERVIÇO ESPETÁCULO
O Topo da Montanha. Espetáculo teatral com Lázaro Ramos e Taís Araújo.
Duração: 1h30m | Classificação: 14 anos | Gênero: Comédia Dramática
Datas: 19, 20 e 21 de julho de 2019
Horários: Sexta-feira e Sábado – 21h |Domingo: 18h
Local: Theatro São Pedro – Praça Marechal Deodoro, s/n° | Centro Histórico | Porto Alegre/RS
Telefones: (51) 3227.5100 | 3227.5300
Ingressos:
Plateia: R$ 120,00
Cadeira extra: R$ 120,00
Camarote central: R$ 100,00
Camarote lateral: R$ 100,00
Galerias: R$ 80,00
Descontos
50% para associados da AATSP (ingressos limitados)
50% para estudantes, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência
50% para idosos
Horário da Bilheteria
Das 13h até o horário de início do espetáculo
Quando não há espetáculo, das 13h às 18h30min
Sábados e domingos:
Das 15h até o horário de início do espetáculo
I
SERVIÇO DEBATE LÁZARO RAMOS E TAÍS ARAÚJO
Debate com Taís Araújo e Lázaro Ramos e mediação da jornalista Carol Anchieta e do diretor da universidade, Ricardo Barberena
Data: 18 de julho, às 19h
Onde: Instituto da Cultura da PUCRS, prédio 41 – Av. Ipiranga, 6681
Capacidade: 700 pessoas
Ingressos: Haverá distribuição de senhas a partir das 18h, na entrada do mesmo prédio, com limitação de público sujeita à capacidade do local.
-
"Tributo a Mercedes a Sosa" com Tatiéli Bueno, no Projeto Chapéu Acústico
Tatiéli Bueno apresenta “Tributo a Mercedes Sosa”, no Chapeu Acústico, dia 16 de julho (terça-feira), às 19h, no salão Mourisco da Biblioteca Pública do Estado do RS. A cantora interpreta as canções imortalizadas por “La Negra” na língua original, o espanhol, acompanhada do violinista Lazaro Nascimento, no projeto semanal, com entrada franca ou contribuição espontânea.
Aclamar a música latino-americana com todo o encanto e o charme da língua espanhola, envolto às cores do folclore argentino e reverenciar uma das maiores cantoras já existentes é o objetivo de Tatiéli Bueno neste trabalho. A estreia aconteceu em 16 de outubro de 2014 e desde lá, foram diversos shows no Rio Grande do Sul, que por sua essência, renovado a cada apresentação. Os cabelos negros e a voz marcante de contralto era alguns dos predicados de Mercedes Sosa, características que a intérprete busca espelhar, ao entoar grandes clássicos de seu vasto repertório. “Duerme Negrito”, “Volver a los 17”, “Gracias a la vida” e “Solo le pido a Dios”, são alguns deles, interpretados por Mercedes durante sua próspera carreira, dedicada principalmente à música folclórica e latino-americana.

Tatieli Bueno . Foto Leandro Rodrigues /Divulgação Sobre Tatiéli Bueno:
Foi agraciada com o Prêmio Vitor Mateus Teixeira (2018) na categoria Cantora; eleita uma das três melhores cantoras gaúchas pelo G1 (2018); foi homenageada recentemente (junho 2019) pelo Município e Câmara de Vereadores de Dois Lajeados, sua cidade natal, pelo trabalho desenvolvido e por levar o nome da cidade por onde passa. Foi indicada ao Prêmio Açorianos de Música (2015/2016), em três modalidades “Melhor Álbum”, “Melhor Intérprete” e “Artista Revelação” com o CD “Sensibilidade”. Participou de diversos eventos culturais e registros musicais com grandes nomes da música do RS: Neto Fagundes, Luiz Marenco, Daniel Torres, Loma, Shana Muller, Sperandires, Tchê Guri, Cristiano Quevedo, entre outros, com performances pelos palcos do Brasil. Em suas produções destacam-se: Show Sul-Americano, Tributo a Mercedes Sosa e Universo Feminino. Sempre em busca da qualidade vocal constante, faz acompanhamento fonoaudiológico e preparação técnica com a fonoaudióloga Franceli Zimmer. Sua produção cultural está a cargo da AtmosFERA Produções Culturais e Audiovisuais.
A cantora nas redes sociais: fanpage: @tatielibuenooficial | instagram: tatiélibuenooficial | youtube: Tatiéli Bueno | site:www.tatielibueno.com.br

Foto: Leandro Rodrigues/ Divulgação Serviço:
Data: 16 de julho (terça-feira).
Hora: 19h
Local: Salão Mourisco da Biblioteca Pública do Estado do RS (Riachuelo, 1190) – Porto Alegre/RS
Contato: Com Ester Chaves – Gestão e Planejamento Cultural |Assessoria de Comunicação – atmosferacultural@gmail.com e (54) 99998-7307. Ingresso: Gratuito ou Contribuição Espontânea.
-
Prêmio Açorianos de Dança 2019 recebe inscrições
Estão abertas as inscrições ao Prêmio Açorianos de Dança 2019. Podem se inscrever espetáculos, performances, produções e projetos que estrearam em Porto Alegre no ano de 2019, produzidos por artistas locais ou aqui radicados (veja o cronograma completo abaixo).
O Prêmio Açorianos de Dança tem a finalidade de reconhecer a produção de dança de Porto Alegre em sua diversidade e abrangência. Também destaca as ações de profissionais que contribuíram para o desenvolvimento, qualificação e afirmação desta arte em nossa cidade.
O edital estará à disposição dos participantes junto ao Centro de Dança, no Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues, na av. Erico Veríssimo, nº 307. O documento também pode ser acessado no Diário Oficial de Porto Alegre (http://www2.portoalegre.rs.gov.br/dopa/) e no blog do Centro de Dança (cdancasmc.blogspot.com.br)
Prêmio Açorianos de Dança 2018. Foto: Eduardo Beleske/ Divulgação- PMPA Será concedido um troféu, criado pelo artista plástico Vasco Prado, aos escolhidos pelas Comissões de Seleção e Premiação de cada uma das seguintes categorias:
Prêmios do Ano
a) Espetáculo;
b) Direção;
c) Bailarino;
d) Bailarina;
e) Coreografia;
f) Cenografia;
g) Figurino;
h) Iluminação;
i) Trilha Sonora;
j) Produção;
k) Novas Mídias em Dança (filmes, videoclipes, videodanças, videoartes, videocoreografias);
l) Projeto de Difusão e Formação em Dança.
Destaques por Modalidade
a) Destaque em Balé Clássico;
b) Destaque em Jazz
c) Destaque em Sapateado;
d) Destaque em Dança Folclórica/Étnica;
e) Destaque em Danças Urbanas;
f) Destaque em Dança de Salão;
g) Destaque em Dança do Ventre;
h) Destaque em Flamenco;
i) Destaque em Dança Contemporânea.
Poderá ser concedido pelo Centro de Dança os troféus de Prêmio Especial, para pessoas ou instituições com importante contribuição para a área da dança, nas categorias de Personalidade, Incentivo à Dança e Imprensa.
Mais informações sobre o Prêmio Açorianos de Dança podem ser obtidas acessando a íntegra do edital (http://bit.ly/DancaAcorianos19)Cronograma
Inscrições: até 15 de dezembro, no Centro de Dança – Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues – Av. Erico Verissimo, nº 307, ou pelo e-mail: dancasmc@gmail.com.
As reuniões das Comissões Julgadoras para indicações e escolha dos premiados serão realizadas em datas a serem definidas pelo Centro de Dança a partir do mês de outubro e ocorrerão no Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues.
Divulgação dos resultados das indicações: 5 de março de 2020.
Cerimônia de entrega dos prêmios: nos meses de março ou abril de 2020 (a confirmar) -
Rubén Gimeno, maestro espanhol, rege a OSPA, com obras de Claude Debussy, Camargo Guarnieri e Jean Sibelius.
A atuação internacional faz parte do currículo dos convidados na programação da da Ospa. No próximo sábado, 13 de julho, às 17h, a sinfônica é conduzida sob a regência do espanhol Rubén Gimeno, maestro titular da Orquestra Simfònica del Vallès. Além da extensa participação por orquestras conterrâneas, o regente leva na bagagem um currículo por orquestras da Suécia, Estados Unidos, Japão e Colômbia. Os solos são interpretados por Luis Afonso Montanha, primeiro clarinetista da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo. Ingressos à venda por valores entre R$ 10,00 e R$ 80,00 através do site da Uhuu.com ou no local, no dia do evento, das 14h às 17h.
A apresentação tem início com Prélude à “L’après-midi d’un faune”, de Claude Debussy (1862-1918), cuja inspiração surge a partir da poesia de Mallarmé, uma joia musical de trajetória particularmente singular. A obra, estreada em 1894, foi entusiasticamente recebida e, fato raro em ocasiões como essa, teve que ser bisado. Desde então, e até hoje, a composição tem recebido atenção especial de intérpretes e compositores, como realização musical que, no dizer apropriado de Pierre Boulez, “contém um potencial de juventude que é um desafio ao desgaste e à decadência”.
Na sequencia é executada a peça “Chôro para Clarinete e Orquestra”do compositor paulista Mozart Camargo Guarnieri (1907-1993), reconhecido no cenário musical por seu interesse pelos aspectos nacionalistas na composição. No Brasil, no decorrer da primeira metade do século XX, a produção musical encontrava-se em processo de consolidação, destacando-se a atuação de músicas- que enfatizavam, em suas obras, elementos diretamente ligados à cultura brasileira.
O programa tem desfecho com “Sinfonia Nº1, Op.39”, uma das marcas registradas de Jean Sibelius (1865-1957). A obra traz uma atmosfera mística, com contrastes súbitos de interseções calmas e inesperadas. A peça é seguida por momentos de extremo vigor e uma paleta orquestral ímpar.
Mais informações em www.ospa.org.br ou pelo telefone (51)32227387.
Rubén Gimeno (ESP)
Foi maestro da Orquesta Simfónica del Vallés por mais de cinco anos. Colaborou com quase todas as grandes orquestras espanholas. Além de estar à frente, como convidado, pela Orquestra Sinfônica de Norrkoping, Orquestra Sinfônica Gavle, Orquestra de Câmara de Genebra, Orquestra MMCK (Japão), Orquestra da Universidade de Maryland, Orquestra SAMI (Suécia) e Orquestra Nacional da Colômbia, colaborando com solistas do porte de Lang Lang, de Midori, de Violeta Urmana, de Steven Isserlis Dimitri Sitkovetsky, de Fazil Say, de Gabriela Montero, de Behzod Abduraimov, de Maria Bayo, de Michel Camilo. Ele também tem uma ótima experiência no campo da lírica.
Luis Afonso Montanha (clarinete – BRA)
Natural de Americana–SP, onde iniciou seus estudos musicais na Banda Municipal, graduou-se em Instrumento pela UNESP-SP. Fez especialização em Clarinete e Clarone no Conservatório de Rotterdam, concluindo os cursos com a distinção de melhor aluno da Instituição. É Doutor em Práticas Interpretativas pela UNICAMP-SP desde 2006 e detentor de vários prêmios dentre os quais: Jovens Instrumentistas do Brasil (1987 e 1988); Jovens Solistas da Osesp (1988 e 1989); Jovens Solistas da Ospa (1988); Prêmio Eldorado de Música (1993 e 1995) e Prêmio Esso de Música (Holanda,1996). Foi clarinetista da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal de São Paulo (1992 a 2014); da Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo (1991 a 2001); Orquestra Sinfônica de Campinas (1987 a 1991), entre outras. Desde 1992, é Professor de Clarinete/Clarone e Música de Câmara no Departamento de Música da Escola de Comunicações e Artes da USP, permanecendo na Chefia desse Departamento durante os últimos anos.
Concerto da Série Pablo Komlós | Porto Alegre
Quando: 13 de julho de 2019, sábado, às 17h
Onde: Casa da OSPA (Centro Administrativo Fernando Ferrari (CAFF) – Av. Borges de Medeiros, 1501 – Cidade Baixa)
Ingressos:
Valores: R$ 80 (camarote), R$ 40 (plateia), R$ 30 (mezaninos e balcões) e R$ 10 (estudantes) mais taxa de conveniência, com desconto de 50% para estudantes, seniores, titulares da Identidade Jovem e sócios do Clube do Assinante ZH e 20% de desconto para titulares do cartão Zaffari Bourbon, da Panvel e para clientes do Banrisul.
Venda online: no site da Uhuu em (Inclui taxa de conveniência).
Formas de Pagamento: Internet: Visa, Master, Diners, Hiper, Elo, Vale Cultura Ticket, American.
Venda física: Na Casa da OSPA, no dia do evento, das 14h às 17h; ou na bilheteria do Teatro do Bourbon Country. Sujeito à disponibilidade de ingressos.
Bilheteria: Dinheiro, Banricompras, Visa, Master, Diners, Hiper, Elo, Vale Cultura Ticket e American.
PROGRAMA
Claude Debussy: Prélude à “L’après-midi d’un faune”
Mozart Camargo Guarnieri: Chôro para Clarinete e Orquestra
Jean Sibelius: Sinfonia Nº1, Op.39
I. Andante, ma non troppo – Allegro energico
II. Andante (ma non troppo lento)
III. Scherzo: Allegro
Maestro: Rubén Gimeno (ESP)
Solista: Luis Afonso Montanha (clarinete – BRA)
Classificação: 6 anos -
"O circo e a cidade" é tema de exposição fotográfica , na Galeria Xico Stockinger
O Grupo Câmeras Passeadeiras promove exposição fotográfica coletiva, que ocorre na Galeria Xico Stockinger (Espaço Trensurb-SESC-RS). A mostra abriu dia 1º de julho e vai até 30 de setembro.Durante a semana de aniversário de Porto Alegre e semana do Dia Nacional do Circo, diversos artistas espalharam-se por diversos pontos da cidade levando
arte e cultura aos transeuntes da Parada de ônibus no cruzamento da Protásio Alves com Carlos Gomes, Orla de Ipanema, Mercado Público, Ilha da Pintada, Terminal Triângulo, Praça Estado de Israel e Parque da Orla Moacyr Scliar.
Foto: Cristiane Rocha/ Divulgação Foram sete dias de intervenções no cotidiano da população em uma ação proposta pelo Sesc Centro, realizada pela Associação de Circo e registrada pelo olhar dos fotógrafos do coletivo Câmeras Passeadeiras.Este olhar heterogêneo sobre o circo ocupando a cidade é o que compartilhado nesta exposição.Câmeras passeadeirasA integrante do grupo, Lidiane Bach explica o que é o coletivo: “O Câmeras Passeadeiras é um grupo que desde 2015 reúne fotógrafos e amantes da fotografia, profissionais ou amadores, com o objetivo de sair para fotografar juntos, em segurança. Desde que começamos, já saímos mais de 30 vezes para passear, seja nos passeios mensais oficiais, como também em passeios extras que fazemos de vez em quando. Nós também organizamos Varais Fotográficos para divulgar algumas das fotos que se destacaram nestes passeios e também algumas palestras e Workshops sobre fotografia”
Foto: Lidiane Bach/Divulgação -
Expresso 25 canta "Silêncio e Ruídos" , no Salão Mourisco da BPE
O grupo vocal Expresso 25 apresenta “Ruídos e Silêncios” no dia 6 de julho (sábado), a partir das 18h, no Salão Mourisco da Biblioteca Pública do Estado do RS (BPE-RS), com ingressos a R$ 40,00 e R$ 20,00 (estudantes e pessoas acima de 60 anos). No evento serão entregues à diretora da instituição, Morganah Marcon, 100 exemplares do livro e 100 do filme comemorativos aos 50 anos do Expresso 25, que iniciou sua trajetória como Coral 25 de Julho de Porto Alegre. Este material,editado pelo Coletivo Catarse de Comunicação, será direcionado às bibliotecas do interior do Estado, através do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas (SEBP-RS), que funciona no prédio histórico da Biblioteca Pública, sob a coordenação de Morganah.
Numa alusão ao universo das bibliotecas, com os ruídos e silêncios existentes entre seus acervos, o maestro Pablo Trindade transformará ruídos em músicas, interpretando arranjos seus sobre repertório da MPB de Tom Jobim, Guinga e Ivan Lins, com o Expresso 25, de forma acústica. O repertório é formado por 14 canções da MPB: “As aparências enganam” de Tunai e Sérgio Natureza; “Choro pro Zé”, “Catavento e Girassol” e “Baião de Lacan” de Guinga e Aldir Blanc; “O bêbado e a Equilibrista” de João Bosco e Aldir Blanc ; “Aos Nossos Filhos”, “Lua Soberana” e “Cawrtomante” de Ivan Lins e Vitor Martins; “Estrada do Sol” de Tom Jobim”; “Sabiá” de Tom Jobim e Chico Buarque; “Wave” e “Águas de Março” de Tom Jobim e “Faltando Um Pedaço” de Djavan.

Grupo fará doação de livro e filme para bibliotecas públicas do estado. Foto: Cláudio Etges/ Divulgação LIVRO E O FILME:
“Uma História do Canto Coral no Brasil” reúne documentos, imagens, depoimentos e o trabalho de pesquisa, realizado pela historiadora Angélica Boff, sobre o acervo reunido ao longo de 50 anos de intensa vida artística. Essa compilação conta a história de um dos grupos mais marcantes do movimento coral do nosso Estado, berço da criação da Federação de Coros do RS. Já o documentário “Uma Viagem de 50 anos” narra essa rica trajetória, que inclui nove turnês pela Europa, mais outras pela América Latina e Brasil, através de depoimentos de integrantes, maestros e imagens de arquivo, tornando-se importante referência ao movimento coral em nosso Estado. Haverá exemplares à venda no evento.
HISTÓRICO:
O Expresso 25, grupo dos mais longevos em Porto Alegre, completa 55 anos. À frente dos trabalhos há 23 anos, o maestro Pablo Trindade tem atraído a atenção de grandes nomes da MPB, tendo recentemente, gravado DVD com Ivan Lins no palco da Reitoria da UFRGS, projeto que deve ser finalizado até dezembro deste ano (http://youtu.be/cHdHaBugrlk)FICHA TÉCNICA:
Vozes: Expresso 25Regência, arranjos e piano: maestro Pablo Trindade
Realização: Centro Cultural 25 de Julho de Porto Alegre e Biblioteca Pública do Estado do RS
Produção: Kreativ Produções Culturais
SERVIÇO:
Dia: 6 de julho (sábado).
Hora: 18h.
Local: Salão Mourisco da Biblioteca Pública do Estado (Riachuelo, 1190, esquina com General Câmara) – Centro Histórico – Porto Alegre/RS.
Informações: Na Biblioteca Pública (telefone 3224-5045) ou com Kreativ Produções Culturais (telefone 3207-8875).
Ingressos: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (estudantes e pessoas acima de 60 anos).
