Categoria: Cultura-MATÉRIA

  • Raul Ellwanger mostra "Novas Parcerias", no palco do Café Fon Fon

    Nome seminal na MPG, Raul Ellwanger apresenta o show “Novas Parcerias” neste sábado, dia 08 de junho, às 21h30min, no Café Fon Fon, em Porto Alegre. O cantor e compositor anuncia uma nova safra de canções surgidas em 2019, fruto de parcerias com Bethy Krieger, Pablo Lanzoni, Camila Lopes, Marco Araújo, Luiz Heron, Daniel Wolff. Temas em memória de Elis Regina, Dorothy Stang, Belchior, se mesclam a assuntos atuais, como o inconformismo ou o desalento do artista com os rumos do Brasil. Também a faceta lírica do compositor se renova, ao lado de seus temas clássicos como “Pealo de Sangue”, “Cigana Tirana”, “Te procuro lá” e “Eu só peço a Deus”.

    Raul Ellwanger conta com a presença, no palco, destes “novos parceiros” e tendo como convidados Luizinho Santos e Joca Przyczinski. O artista faz rebrotar seus buquês de canções, ao som de violão, sopros, piano e do tradicional “coro” da plateia. Haverá venda de seus seis diferentes discos e do livro, “Nas Velas do Violão”.

    Semana passada Raul Ellwanger distribuiu o seguinte texto:

    “Estranhezas, parcerias, filosofamentos, cantorias!” 

    “Caetano fala de uma “força estranha’  que o “leva a cantar”  e o leva a  outras coisas mais.   Algo como o prisioneiro Papillón observando as sete ondulações do mar e jurando para si : “ -vou me libertar!”.  Talvez seja esta coisa profunda, esta comichão saudável de botar a voz na estrada, de já não poder calar, de dizer com Zé Keti       “ –podem até deixar-me sem comer”.  Semana passada cantei na Universidade Federal de Pelotas, para professores e graduandos de vários países e estados, e senti essa alegría de abrir o peito, essa derrama de poesia que vem do íntimo, esse coral sinfônico de poesia que cada um de nós tem em sua alma. Foi maravilhoso, como h& aacute; tempos não fora.  Qual o motivo, pergunto?    Responderão: “É a política, seu tonto”.  Sim, bem, quer dizer, pode ser, bueno, quizás…

    O fato é que preparando as canções com novos parceiros que cantarei semana que vem, me veio um carinho, um cuidado, uma fineza de trato com as páginas em branco, com as letras que a impressora ia deixando antever, como se fossem os brotos novos  que uma criança coloca na terra fofa da horta da escola. Passei o lápis macio em cada rima, risquei com cinzel cada relevo do tempo, interroguei alguma harmonia meio sonsa, e por fim sorri das belas bobagens baquianas que escrevo desde 1966. Gostei do que ouvi, senti o samba e a chacarera, agradeci a parceiros como Jeronimo Jardim, Vicente Barreto, Pablo Lanzoni, Sergio Jacaré Metz o punhado de luz que derramaram em meu caminho e andar, para que eu pudesse ler a beleza escondida. Tomei confiança, tomei tenência. “ –Vou me libertar”!!!   Sim, confesso, eu sei e sinto, é horrível a decadência a que nosso país está sendo levado, por isso mesmo quero cantar. Mercedes ditou: Liberta tua esperança com um grito na voz.”

    SERVIÇO

    O Quê: Raul Ellwanger eno show “Novas Parcerias”. Participações especiais de Luizinho Santos e Joca Przyczinski.

    Quando: Dia 08 de Junho de 2019, sábado, 21 horas.

    Onde: Café Fon Fon (Rua Vieira de Castro, 22, bairro Farroupilha) Porto Alegre/RSQuanto: Couvert a R$ 30,00.

    Reservas pelo número 51 998807689.

    I

  • Aberto Caminho das Artes está de mudança para a zona Sul de Porto Alegre

    Higino Barros
    O Espaço Cultural Aberto Caminho de Artes deixará o Centro Histórico de Porto Alegre/RS para o novo endereço na Zona Sul da cidade, e passará a fazer parte do bairro Tristeza, na rua Dr. Armando Barbedo, 356. A inauguração acontece no sábado dia 01, das 11h às 15h, com a exposição “O Voo da Pedra” do artista visual e fotógrafo Bebeto Alves, com curadoria de Antônio Augusto Bueno.
    Para esta mostra Bebeto Alves, conhecido também por sua trajetória musical, tendo como ponto de partida a fotografia, apresenta um ensaio visual em diferentes suportes e linguagens, como objetos, vídeo, sobreposições de imagens em diferentes materiais utilizando distintas técnicas de impressão. Inclusive a transferência de uma fotografia de uma gravura rupestre do litoral Catarinense para uma pedra litográfica.
    O JÁ Porto Alegre fez uma série de perguntas aos responsáveis pelo o espaço cultural. As respostas são de Marla Trevisan, Gestora Cultural Aberto Caminho de Artes, ao lado de Ricardo Giuliani.

    Pergunta: Quanto tempo a Aberto Caminho das Artes ficou no Centro Histórico?Resposta: Ficamos 4 anos no caminho dos antiquários;
    Pergunta: O que caracteriza a galeria?
    Resposta: Em verdade não é uma galeria, é um simples espaço cultural, e isso porque não temos a “qualificação” para ostentarmos esse “título” de galeria. A característica básica do espaço é a abertura de oportunidades de integração e alternativas para novos artistas. A PLURALIDADE e a arte aberta é o nosso foco fundamental.

    Pergunta: Qual o balanço que pode ser feito desse período?
    Resposta: O principal “feito” do período, além da qualidade dos artistas e curadores que estiveram conosco, foi a fixação da pluralidade e do convívio democrático entre todas as “tribos” que formam o mundo cultural porto-alegrense e gaúcho.  A participação de artistas de fora do Estado e do País também representaram o reconhecimento do espaço como ambiente de referência na cidade.
    Outro ponto relevante é o financiamento totalmente privado do ambiente de arte e uma prática comercial sustentada no interesse do artista e nos seus ganhos com seus trabalhos;

    Pergunta: O que representa a nova fase?
    Resposta: A ideia é continuar com o mesmo conceito. É fato que o lugar, a Zona Sul de Porto Alegre, apresenta características especiais para o “mercado” de arte. Além do mais, permite-nos abrir um diálogo mais efetivo com um público “consumidor de arte” mais expressivo. Ainda, haverá no espaço um ambiente dedicado ao trabalho do Ricardo, que ainda é pouco mostrado no nosso espaço.

    Pergunta: A exposição do Bebeto Alves, que encerra um ciclo e abre outro, tem qual significado?
    Resposta: A experimentalidade do trabalho do Bebeto e a sua capacidade criativa terminam por concentrar, em certa medida, as características do próprio espaço. Então, o “encerramento”, que não encerra, e a “abertura”, que é continuidade, pode ser expressa pela trajetória do Bebeto que, vindo da música, se abre para o mundo com novos voos criativos. A curadoria de Antônio Augusto Bueno, artista consagrado e diferenciado, confere a “certificação” da qualidade que o ABERTO sempre pede e procura entregar aos seus parceiros de caminhada.
     Pergunta: O que mais dá para se dizer do espaço?
    Resposta:Outra característica do espaço é ter consigo o nosso escritório de advocacia (na verdade, o mecenas do ABERTO). Ali, no segundo andar, seguiremos com nossas atividades profissionais, o único meio que temos para financiar e sustentar o espaço cultural sem qualquer interferência de “dinheiros” públicos ou interferências oficiais. O “consumo” dos bens culturais deve, em primeiro lugar, dar satisfações ao artista e ao público que o quer consigo. Nossa contribuição para a construção de um público “consumidor” de arte, parte das nossas possibilidades reais de, com o escritório, assegurar os meios objetivos para a manutenção e financiamento do espaço.
     
     
     

  • Maestrina Simone Menezes rege a Ospa em concerto da Série Pablo Komlós

    Simone Menezes é referência internacional em música de concerto. Fundadora da Camerata Latino Americana, que promove a música nacional e latino-americana pelo mundo, tem vasta atuação pelas principais orquestras da Europa. No próximo sábado, 01 de junho, às 17h, a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa) recebe-a para conduzir um programa com peças de Heitor Villa-Lobos (1887-1959) – compositor ao qual busca promover a música através de um projeto -,  Erik Satie (1866-1925) e Henryk Wieniawski (1835-1880). Os solos são interpretados pelo violinista e spalla da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), Davi GratonIngressos à venda por valores entre R$ 30 e 80 através do site da Uhuu ou no local, no dia do evento, das 14h às 17h.

    O concerto inicia com o excêntrico francês Erik Satie. Aliado dos movimentos de vanguarda do século XX, sua composição se dispõe como precursora da música ambiente, moldada no minimalismo. Seu estilo, voltado a dissonâncias e harmonias amenas, pode ser observado no 1º e 3º movimento de ‘Gymnopédies’’, que serão interpretados pela sinfônica.  A apresentação ganha sequência com ‘‘Concerto Para Violino nº 2, Op. 22’’, do polonês Henryk Wieniawski. Considerado um dos maiores violinistas do século XIX, tinha apreço pela vida nos palcos. Sua peça superou tecnicamente outros renomados compositores ao aliar a instrumentação ao imaginário romântico da época.

    A segunda parte do programa reúne duas peças de um dos maiores nomes da música de concerto brasileira, reunindo toda musicalidade tupiniquim. A estética de caráter nacionalista de Heitor Villa-Lobos, moldada nos ambientes populares do Brasil, despertou o interesse da regente Simone ao iniciar o Projeto Villa-Lobos, que amplia a obra do compositor para o mundo todo. A maestrina leva à Casa da Ospa a ‘‘Sinfonietta nº1’’, que se projeta na articulação derivada de Wolfgang Amadeus Mozart. Para encerrar o concerto, a sinfônica executa ‘‘Bachianas Brasileiras nº 7’’, peça que reúne diversos instrumentos de percussão e tematiza um grande compilado de objetos nacionais.

    Simone Menezes (regente – Brasil)

    Brasileira com intensa atuação internacional, é fundadora da Camerata Latino Americana, orquestra de câmara que busca promover a música nacional e latina por todo o mundo. A maestrina deu início à carreira em 2004, quando assumiu o posto de regente assistente da Orquestra Sinfônica da USP. Em 2007, ganhou uma bolsa para estudar no exterior, onde construiu boa parte da carreira, gravando mais de três discos e estreado mais de 20 obras. À frente do palco, tem dirigido orquestras em Portugal, Estados Unidos, no Leste Europeu e na França, país que reside desde 2016. Em parceria conjunta, elaborou no mesmo ano o Villa-Lobos Project, iniciativa que busca projetar a música do renomado compositor brasileiro, agregando outros nomes da música nacional, para o mundo todo.

    Davi Graton (violino – Brasil)

    Natural de São Paulo, Davi Graton iniciou seus estudos de violino aos seis anos. Em 1985 tornou-se aluno do Prof. Yoshitame Fukuda e, dois anos depois, de sua filha Elisa Fukuda. Desde o início de sua carreira vem se apresentando como solista à frente das mais importantes orquestras do país, sempre com grande sucesso de público e de crítica, como no concerto de encerramento da Etapa Sul-Americana do Maazel/Vilar Conductors’ Competition, onde teve o imenso prazer e orgulho de tocar o solo de Tzigane – Ravel, sob a batuta de Lorin Maazel. Em 2016 tornou-se spalla da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. É professor da Academia da OSESP, integrante do Quarteto OSESP e fundador do Trio São Paulo. Foi premiado com o concurso Jovens Solistas da Osesp e o IX Prêmio Eldorado de Música.

    Foto Ana Eidam/Divulgação

    Concerto da Série Pablo Komlós | Porto Alegre

    Quando: 01 de junho de 2019, sábado, às 17h
    Onde: Casa da Ospa (Centro Administrativo Fernando Ferrari (CAFF) – Av. Borges de Medeiros, 1501 – Cidade Baixa)

     Ingressos:

    ValoresR$ 80 (camarote), R$ 40 (plateia) e R$ 30 (mezaninos e balcões) mais taxa de conveniência, com desconto de 50% para estudantes, seniores, titulares da Identidade Jovem e sócios do Clube do Assinante ZH e 20% de desconto para titulares do cartão Zaffari Bourbon, da Panvel e para clientes do Banrisul.

    Venda online: no site da Uhuu em http://bit.ly/pablokomlos6 (Inclui taxa de conveniência).
    Formas de Pagamento: Internet: Visa, Master, Diners, Hiper, Elo, Vale Cultura Ticket, American.

    Venda física: no sábado, dia do evento, na Casa da Ospa das 14h às 17h. Sujeita à disponibilidade de ingressos.

    Bilheteria: Dinheiro, Banricompras, Visa, Master, Diners, Hiper, Elo, Vale Cultura Ticket e American.

    PROGRAMA

    Erik Satie: Gympnopédies 1 e 3

    Henryk Wieniawski: Concerto Para Violino nº 2, Op. 22

    Heitor Villa-Lobos: Sinfonietta nº1

    Heitor Villa-Lobos: Bachianas Brasileiras nº 7

    Maestro:Simone Menezes (Brasil)

    Solista: Davi Graton (violino – Brasil)

    Classificação: 6 anos

  • Quatro novas exposições abrem ciclo de artes visuais, na galeria Espaço IAB

    Na próxima quinta-feira, dia 30, o Instituto de Arquitetos do Brasil – IAB RS abre quatro exposições selecionadas em edital, que integram o primeiro ciclo de artes visuais da Galeria Espaço IAB em 2019. O coquetel de abertura começa a partir das 19 horas. A visitação é gratuita e permanece até o dia 1 de julho de 2019, das 13h30 às 18h00, de segunda à sexta-feira.
    O QUE NOS LEVA A ALGUM LUGAR
    SANTIAGO POOTER
    A exposição do artista Santiago Pooter, com curadoria de Anelise Valls, apresenta uma série que aborda a memória urbana-social e o estético-político da fachada de edificações. Os trabalhos, em sua maioria, feitos a partir da extração de cartazes das ruas de Porto Alegre, revelam rostos e corpos humanos rasgados, fragmentados e deturpados, ao mesmo tempo em que escondem e esquecem identidades. Fotografias também estão presentes, e trazem para diante aquilo que não se mostra, mistério insondável, captura de silêncios e desgastes, sobras de qualquer cidade contemporânea. O jogo que acontece neste descame urbano permite perguntar. O que está em obra na obra de arte? Santiago Pooter produz saídas do estado encoberto para o estado do desvelamento. Trata-se de pensar a obra como um acontecer: o que nos leva a algum lugar; é o próprio desvelamento da obra que instaura um lugar outro, que possibilita uma verdade, um acontecimento. O lugar está posto em obra, que se mantém em vigente permanência e transfiguração. Este lugar é possível na desocultação, no instalar de um sítio que perpassa o encobrimento do habitual sobre o inabitual originário. O convite está feito: distinguir e confrontar um lugar onde nunca se esteve antes.
    CORPO OCULTO
    ELISA ZATTERA
    A exposição Corpo Oculto de Elisa Zattera, com curadoria de Mario Cladera, trás obras que, apesar do caráter abstrato, carregam em seu dinamismo a lembrança do corpo. Deixar envolver-se pela harmonia das formas, que incorporam ares de mistério, com nosso olhar instigado a percorrer movimentos da linha, que ora é parte de dentro, ora é parte de fora. Nesse conjunto os vazios preenchem o espaço mais do que a matéria.
    SACADA CULTURAL
    CRIS EIFLER E DANI CEZAR
    Como podemos reinserir a pluralidade em um contexto de censura e intolerância? Romantizar o ódio como forma de argumento, sucatear o que é público, retirar direitos. O que isso revela sobre nós? É isso que viemos reivindicar. Uma exposição de arte, uma exposição de corpos. Sacada cultural é um exercício de reflexão sobre arte e sociedade.
    COOPERAÇÃO
    TOMAS BARTH
    A exposição COOPERAÇÃO parte de uma reflexão do artista Tomas Barth sobre nossa sociedade, atenta e em largo desenvolvimento na área da comunicação, mas com um longo caminho a percorrer em relação à preservação do planeta como uma cultura coletiva. Para Barth a sociedade em geral ainda é muito individualista e pouco cooperativa, apesar de várias iniciativas neste sentido.
    ::
    Galeria Espaço IAB
    Galeria de Arte do Instituto de Arquitetos do Brasil
    Solar do IAB. Rua Gal. Canabarro, 363
    Centro Histórico. Porto Alegre, RS. Brasil
    (51) 3212 2552. www.iabrs.org.br

  • Concertos Didáticos da Banda Municipal abre agendamentos para escolas

    Estão abertos os agendamentos de escolas para participar dos Concertos Didáticos da Banda Municipal de Porto Alegre. Para fazer o agendamento a escola interessada deve entrar em contato pelo telefone (51) 3289 8298 ou pelo email breno@smc.prefpoa.com.br  informando número de alunos (máximo 60), horário desejado( 10h ou 15h) e telefones para contato.  O transporte fica por conta das escolas participantes. A duração da atividade é de 50 minutos e a classificação indicativa é livre. A entrada é franca.

    Concertos Didáticos
     – Com repertório baseado em trilhas sonoras clássicas de filmes, séries e desenhos infantis, a Banda Municipal de Porto Alegre apresenta mais uma edição do projeto Concertos Didáticos. No programa As crianças e Música Instrumental  teremos a apresentação de temas como A Pantera Cor de RosaPiratas do CaribeGuerra nas Estrelas, Sítio do Pica Pau Amarelo e novidades.
    Com breves explicações sobre os instrumentos da banda e os elementos musicais na medida em que as músicas são executadas, os Concertos Didáticos têm como objetivo incentivar o conhecimento da música, bem como fazer com que os participantes apreciem os instrumentos nas suas variações sonoras e características: afinação, naipes e tamanhos. Outros fatores são as divisões: palhetas, metais e percussão. As apresentações são no Teatro Renascença  (av Erico Veríssimo, 307- Menino Deus).
    Repertório

    Novo tempo

    Pink Panther (A Pantera Cor de Rosa)

    Piratas do Caribe, Sítio do Pica Pau Amarelo

    Star Wars (Guerra nas Estrelas)

    Music from the Incribles (Música dos Incríveis)

    Happy, TV Cartoons in Concert, entre outras.

    Concertos Didáticos da Banda Municipal

    Terça-feira, dia 28 de maio, 10h e 15h.
    Teatro Renascença  (av. Erico Veríssimo, 307-  Menino Deus)
    Duração 50 minutos

    Entrada franca.

  • No Ciclo Música e Política, a vez de “Construção”, de Chico Buarque de Holanda

    O professor Guto Leite estará na Casa de Cultura Mario Quintana nesta quinta-feira,dia 16, encerrando a primeira etapa do Ciclo Música e Política, uma realização da Discoteca Pública Natho Henn, com apoio do Instituto Estadual de Música (IEM). O álbum “Construção”, de Chico Buarque, será o tema da audição comentada, que acontece no Auditório Luiz Cosme, a partir das 19h. O projeto debate o caráter político de álbuns relevantes, sempre com entrada franca.
    Foram oito encontros até agora, em 2019, que aconteceram entre 14 de março e 16 de maio, sempre tendo como palestrantes músicos, jornalistas, escritores e professores. Os debatedores escolheram os discos que serão ouvidos e comentados, com destaque para aspectos gerais da obra, mas foco no caráter e impacto político. Há discos marcantes de diversos gêneros, como MPB, hip-hop, música latina e jazz.
    A Discoteca
    Inaugurada em 14 de abril de 1955 pelo músico, compositor, pianista e professor que lhe dá nome, a Discoteca Pública Natho Henn já esteve localizada em diversos endereços. Atualmente, ocupa o 4º andar da Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736, Centro Histórico de Porto Alegre). A Discoteca possui o maior acervo de música do Rio Grande do Sul: são 3.342 livros, 17.168 partituras e aproximadamente 46.573 discos, entre LP’s, álbuns, compactos e CD’s. Destinada a pesquisadores, músicos e público em geral, ao longo desses 64 anos a instituição vem se modernizando e tem se dedicado a preservar, organizar e divulgar a produção musical nacional e internacional em seus diferentes suportes.
    Confira o calendário do Ciclo Música e Política:
    – 16/05: Guto Leite: ‘Construção’ (Chico Buarque);
    Anteriores:
    – 09/05: Luiz Maurício Azevedo: ‘Kind of Blue’ (Miles Davis);
    – 02/05: Demétrio Xavier: ‘Cantata de Santa Maria de Iquique’ (Grupo Quilapayun);
    – 11/04: Claudia Laitano: ‘Alucinação’ (Belchior);
    – 04/04: Roger Lerina: ‘Secos e Molhados’ (Secos e Molhados);
    – 28/03: Fernanda Bastos: ‘Sobrevivendo no Inferno’ (Racionais MC’s);
    – 21/03: Arthur de Faria: ‘Clara Crocodilo’ (Arrigo Barnabé);
    – 14/03: Luís Augusto Fischer: ‘Transa’ (Caetano Veloso).
    SERVIÇO
    Data: de 14 de março a 16 de maio | quintas-feiras | * com exceção da quinta 18 de abril
    Horário:  19h
    Local: Auditório Luiz Cosme da Discoteca Pública Natho Henn, no 4º andar da Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas 736, Centro Histórico – Porto Alegre)
    Entrada franca e aberta ao público
    CONTATO:
    Discoteca: Fone: (51) 3221-7104 |E-mail: discotecanathohenn@sedac.rs.gov.br
  • Ospa tem participação de seu Coro Sinfônico em repertório com Beethoven, Brahms e Prokofiev.

    A Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa) sobe ao palco para uma apresentação aliada dos mais diversos timbres. Pela primeira vez em 2019, o Coro Sinfônico da Ospa se apresenta em casa, com a regência de Manfredo Schmiedt. O maestro, além de estar à frente dos cantores, é regente da Orquestra Sinfônica da Universidade de Caxias do Sul (OSUCS) e conduz um programa com obras de Ludwig van Beethoven (1770-1827), Johannes Brahms (1833-1897) e Serguei Prokofiev (1891-1953). Os solos são interpretados pela renomada mezzo-soprano Mere Oliveira, premiada em sete competições de nível nacional e internacional, e atual diretora artística e regente do projeto “Meninas Cantoras de Campos do Jordão”.  Ingressos à venda por valores entre R$ 30 e 80 através do site da Uhuu ou no local, no dia do evento, das 14h às 17h.
    A apresentação inicia com a ‘‘Abertura Egmont Op. 84’’, de Ludwig van Beethoven. A peça foi uma encomenda para a peça de Goethe, por quem o compositor nutria uma profunda admiração. A obra repercute todo o drama, força e triunfo dos Países Baixos em resistência à invasão das tropas espanholas. A canção é carregada de uma aura sombria, que aos poucos é ofuscada pela enérgica determinação do herói em notas musicais densas.
    Em seguida, a sinfônica executa outra obra inspirada em um texto de Goethe: ‘‘Rapsódia para Contralto, Coro Masculino e Orquestra, Op. 53’’de Johannes Brahms, foi composta sobre trechos do melancólico poema ‘‘Viagem a Harz no Inverno’’, que descreve a solidão do clima, com alternâncias de tranquilidade e efervescência. A peça é lembrada pela integração do coro à orquestra e à solista.
    Para encerrar o programa, interpreta-se “Alexander Nevsky para mezzo soprano, coro e orquestra Op. 78″, do russo Serguei Prokofiev. O compositor é reconhecido pelas mais diversas obras-primas, como o balé Romeu e Julieta, a ópera Guerra e Paz e a cantata, trilha do longa-metragem do concerto. A obra reproduz toda musicalidade do conflito entre um príncipe russo e suas batalhas contra o povo germânico invasor.
    Maestro Schmiedt (regente – Brasil)
    É diretor artístico da Orquestra Sinfônica da Universidade de Caxias do Sul (OSUCS) e maestro do Coro Sinfônico da Ospa. Mestre em Regência pela Universidade da Geórgia (EUA) e graduado na mesma área pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), participou de cursos na Alemanha, Holanda, Argentina, Estados Unidos e Brasil. Em virtude do destacado currículo, recebeu as condecorações Pi Kappa Lambda Music Honor Society e Director’s Excellence Award. Atuou, durante quatro anos, como regente assistente do maestro Isaac Karabtchevsky na Ospa. Como convidado, esteve à frente de sinfônicas no mundo todo, entre elas, a Filarmônica de Belgrado e a Sinfônica da Radio e Televisão Sérvia; no Canadá, na Orquestra Sinfônica da University of British Columbia – Vancouver; nos Estados Unidos, na Albany Symphony Orchestra, Weber State Univeristy Orchestra e Northern Iowa Symphony Orchestra; e, no Brasil, na Petrobrás Sinfônica e Orquestra da USP.
    Mere Oliveira (mezzo-soprano  – Brasil)
    Premiada em sete competições nacionais e internacionais de canto lírico, no Brasil, Argentina e Uruguay e Peru, o mezzo-soprano Mere Oliveira atuou por mais de trinta récitas no papel título da Ópera Carmen. Apresentou-se na América Latina e em vários países da Europa, e atuou como solista em alguns dos principais teatros de ópera do Brasil, entre eles o Teatro Municipal de São Paulo, Teatro São Pedro (SP), Teatro Castro Alves (BA), Teatro Claudio Santoro (DF) e em Festivais como o Festival Internacional de Campos do Jordão e Festival Amazonas de Ópera. Durante sua formação recebeu orientação de Teresa Berganza, Neyde Thomas, Luisa Giannini e Graciela Araya.
    Gravou as operas Norma e La Gioconda com Casa de la ópera de Buenos Aires, o CD solo Clássicos da Adoração e O vôo da gaivota com a Filarmônica Metropolitana de São Paulo, além do CD das Meninas Cantoras de Campos do Jordão. Foi a primeira mulher convidada pela Academia Brasileira de Música para a série Rui Barbosa de concertos. É licenciada em música, especializada em Ensino das Artes e Performance vocal (Brasil-Italia), além de ter participado de dezenas de cursos de aperfeiçoamento na sua área de atuação. É fundadora e Diretora artística do Opera Studio do Vale, projeto que já realizou mais de 60 espetáculos operísticos em 4 anos com cantores de todo o Vale do Paraíba, e é Diretora artística e regente do projeto “Meninas Cantoras de Campos do Jordão”.
    A Ospa é uma das fundações vinculadas à Secretaria da Cultura do Governo do Rio Grande do Sul (Sedac/RS). Os concertos da temporada 2019 são patrocinados, via Lei Federal de Incentivo à Cultura (LIC), por Panvel, CMPC Celulose Riograndense, Corsan, Banrisul e Grupo Zaffari. Apoio: Ipiranga, Dufrio, Ventos do Sul, Audio Porto, Grupo Renner e Thyssenkrup. A realização é de Ospa, Fundação Cultural Pablo Komlós e Sedac.
     
    Concerto da Série Pablo Komlós | Porto Alegre
    Quando: 18 de maio de 2019, sábado, às 17h
    Onde: Casa da Ospa (Centro Administrativo Fernando Ferrari (CAFF) – Av. Borges de Medeiros, 1501 – Cidade Baixa)
     
    PROGRAMA
    Ludwig van Beethoven: Abertura Egmont Op. 84
    Johannes Brahms: Rapsódia para Contralto, Coro Masculino e Orquestra, Op. 78
    Sergei Prokofiev: Alexander Nevsky para mezzo soprano, coro e orquestra Op. 78
    Maestro: Manfredo Schmiedt (Brasil)
    Solista: Mere Oliveira (mezzo-soprano – Brasil)
    Classificação: 6 anos
    Ingressos:
    Valores: R$ 80 (camarote), R$ 40 (plateia) e R$ 30 (mezaninos e balcões) mais taxa de conveniência, com desconto de 50% para estudantes, seniores, titulares da Identidade Jovem e sócios do Clube do Assinante ZH e 20% de desconto para titulares do cartão Zaffari Bourbon, da Panvel e para clientes do Banrisul.
    Venda online: no site da Uhuu em http://bit.ly/ospa_pablokomlos6 (Inclui taxa de conveniência).
    Formas de Pagamento: Internet: Visa, Master, Diners, Hiper, Elo, Vale Cultura Ticket, American.
    Venda física: no sábado, dia do evento, na Casa da Ospa das 14h às 17h. Sujeita à disponibilidade de ingressos.
    Bilheteria: Dinheiro, Banricompras, Visa, Master, Diners, Hiper, Elo, Vale Cultura Ticket e American.

  • Os escritores José Franciso Botelho e Lea Masina no projeto "Os Livros de Nossa Vida"

    O projeto Os Livros De Nossa Vida da próxima segunda-feira, 13 de maio, recebe os escritores José Francisco Botelho, premiado tradutor de obras de Chaucer e Shakespeare, colunista literário da revista Veja e vencedor do Prêmio Açorianos Livro Do Ano – 2018, com o conjunto de contos Cavalos de Cronos, e Lea Masina, uma das reconhecidas críticas literárias do estado,  ex-professora da UFRGS, da PUC e ex-diretora do Instituto Estadual do Livro (IEL).

    Lea Masina dirigiu o IEL./ Foto: Arquivo pessoal

    O coordenador de Literatura e Humanidades, da Secretaria Municipal da Cultura, Sergius Gonzaga, é o mediador do encontro.  “Os escritores vão falar dos livros que os transformaram em leitores, que os marcaram a ferro e fogo, que os fizeram chorar, que os levaram ao protesto contra o mundo, que os induziram ao conformismo, ao júblio, ao tédio ou à depressão. Falarão também dos livros que deixaram de lado, que causaram engulhos, que aterrorizaram, que nunca esqueceram ou que desapareceram sem deixar maiores vestígios em sua memória”, comenta Gonzaga.

    Sergius Gonzaga aconselha ao público para trazer um caderninho de notas para registrar as indicações das muitas obras que serão evocadas nesta noite especial.

    O projeto – Os Livros de Nossa Vida surgiu da natural curiosidade que os leitores experimentam diante da formação literária de escritores, personalidades culturais e professores de Literatura. Quais as obras que em sua infância, juventude e maturidade os atingiram profundamente e os arrastaram para o vício da escrita e para a compulsão da leitura? Quais foram os textos que deixaram marcas indeléveis em sua personalidade? Quais os livros que amaram e não amam mais? E vice-versa, livros rejeitados na juventude e que, mais tarde, irromperam em suas existências com a força de um terremoto? Quais os textos obscenos, os textos ridículos, os textos absurdos que em várias circunstâncias, sobretudo as juvenis, cada um dos participantes leu? Qual o peso da leitura no cômputo geral da vida de cada participante do projeto?

    Nos encontros, que ocorrem todas as segundas-feiras, escritores, professores, jornalistas e personalidades culturais da cidade, revelam as preferências literárias, e oferecem aos leitores não apenas um contato direto com mestres da escrita, mas sobretuto um conjunto de referências bibliográficas, com a indicação de obras marcantes na existência de cada um dos convidados.

    Os Livros de Nossa Vida
    Segunda-feira, 13, às 18h30
    Sala Álvaro Moreyra, Centro Municipal de Cultura (Erico Verissimo, 307)
    Entrada franca
    Estacionamento gratuito no local
    Realização – Coordenação de Literatura e Humanidades da Secretaria Municipal de Cultura

  • Marcelo Corsetti faz show ‘Tri-Óh’ e lança livro "Uma Vida em Jogos", no Chapéu Acústico

    A atração do projeto Chapéu Acústico no dia 14 de maio (terça-feira), às 19h, na Biblioteca Pública do Estado (BPE-RS) é o guitarrista Marcelo Corsetti apresentando seu último trabalho, “TRI-ÓH”, com músicas inéditas. Acompanhado de Gustavo Laydner (bateria), Henrique Mello (contrabaixo e voz), Jackson Spindler (piano) e Igor Conrad (guitarras e violões), terá a participação especial do também guitarrista Guilherme Zanbini.
    Na mesma noite, o músico lança o resultado de sua primeira incursão no mundo das Letras, “Uma Vida em Jogos”, autobiografia narrada em sintonia com os ciclos dos Jogos Olímpicos de 2014. A entrada se dá mediante contribuição espontânea.
    O álbum é a sequência do trabalho de Corsetti, que busca de forma contínua inovações sonoras aliadas à música essencialmente gaúcha. Mistura o pampa e o elétrico e chega sempre a uma surpresa que caracteriza sua obra, tanto solo quanto com o Xquinas. Ao tocar temas dos discos anteriores e de compositores gaúchos, standards de jazz, releituras de músicas do universo pop e músicas novas, Corsetti promove bons momentos sonoros para quem curte a música instrumental.
    O guitarrista é um dos mais expressivos nomes da guitarra gaúcha e tem uma produção incessante na cena da música instrumental. Corsetti já lançou onze (MARCELO CORSETTI, DDD, TRÊS, XQUINAS, XQUINAS DPOP, XQUINAS VOMO, XQUINANDO NA TRAVESSA AZEVEDO 79, REALIDADE PARALELA, ANA PRADA & XQUINAS, QUEREMOS UMA CICLOVIA E XQUINAS LONDON SESSIONS) álbuns e dois DVDs, e produziu discos para Bebeto Alves e Adriana Deffenti, entre outros.
    Mundo das letras
    Simultaneamente à apresentação do álbum TRI-ÓH, Marcelo Corsetti faz sua primeira incursão no mundo das letras e lança, na mesma noite, o livro UMA VIDA EM JOGOS. Escrito pelo próprio guitarrista, é uma autobiografia narrada em sintonia com os ciclos dos Jogos Olímpicos. Uma história que nasce do primeiro contato do guitarrista com jogos Olímpicos de Montreal no ano de 1976.  Numa narrativa leve, a história se desenvolve em ciclos de quarto anos, os ciclos olímpicos. Escrito em primeira pessoa, o livro passa pela trajetória artística de Corsetti e por ser um apaixonado por esportes, estes estão presents até o momento mais emocianante para o autor, quando vive a participação do seu filho nos Jogos Olímpicos da Juventude de Nanjing 2014. Alegrias, tristezas, perdas e, acima de tudo, o amor pela familia, pelos esportes e pela música são a essência desta narrativa. O livro tem prefácio de Duca Leindecker, Bebeto Alves e Alexandre França (treinador da medalhista olímpica Yane Marques). TRI-ÓH e UMA VIDA EM JOGOS são parte um do outro, disco e livro neste projeto caminham juntos.
    “Um banho de oxigênio para nossas mentes atrofiadas”. Duca Leindecker.
    “Com uma naturalidade e uma escrita fluida, envolvente, nos mostra várias facetas, nuances de sua incrível capacidade de administrar coisas aparentemente tão díspares como a música e o esporte, suas duas grandes paixões, mas também projetos que ele estabeleceu para a sua vida”. Bebeto Alves.
    “Criamos laços fortes e duradouros que se transformam em alicerces para que toquemos nosso barco com mais leveza. No fim, passamos a fazer parte de uma nova família, escolhida por nós mesmos”. Alexandre França
    Chapéu Acústico
    Realizado conjuntamente pelo produtor Marcos Monteiro e Biblioteca Pública do Estado (BPE) – instituição da Secretaria da Cultura do Estado do RS – o projeto vem, desde setembro de 2016, movimentando o Salão Mourisco, com performances de grandes nomes do cenário musical gaúcho, entre instrumentistas de formação jazzística e cantores (as). A ideia surgiu da vontade de desenvolver atividades musicais sem depender de verba pública ou privada, com a parceria de artistas profissionais, dispostos a movimentarem a cena artística. A ação se dá sem cobrança de ingressos, usando o chapéu como forma de arrecadação, como acontece nas performances de rua.
    Serviço
    Datas: 14 de maio de 2019 (terça-feira).
    Hora: a partir das 19h.
    Local: Biblioteca Pública do Estado/BPE-RS (Riachuelo, 1190).
  • Fotógrafos mostram distintos olhares sobre negritude e cultura, na Câmara Municipal

    Adriana Rodrigues . Foto: Luís Pedro Fraga/ Divulgação

    Abre na segunda-feira, 20, às 20h, na Galeria T Cultural Tereza Franco, na Câmara Municipal de Porto Alegre, (av. Loureiro da Silva, 225) a exposição Nossa Negritude, Distintos Olhares. A mostra tem o apoio do  Fumproarte e da Coordenação de Artes Plásticas da Secretaria Municipal da Cultura, do Conselho Municipal da Cultura, da ONG Suve – Sociedade Vila dos Eucaliptos, e de antigos colaboradores do vereador  Tarciso Flecha Negra, falecido em dezembro de 2018, e idealizador do Museu da História e da Cultura do Povo Negro.
    Participam da exposição que retrata  a cultura negra, os fotógrafos Fábio CruzJucimara CostaLuís Pedro Fraga e Nilveo Pereira Christiano. Ao total são 16 obras fotográficas que ficarão expostas até o dia 31 de maio.
    Museu do Negro – foi proposto e defendido pelo vereador Tarciso Flecha Negra desde 2008, ano em que iniciou seus mandatos de vereador na Câmara Municipal de Porto Alegre. Em memória e em homenagem ao vereador, diversas instituições somaram esforços para propor um conjunto de ações artísticas que manterão viva a batalha pela criação do Museu do Negro. A exposição Nossa Negritude, Distintos Olhares é celebrada como um início de uma caminhada de construção do Museu do Negro e um convite para a sociedade aderir à causa.

    Exposição Fotográfica Nossa Negritude, Distintos Olhares
    Inauguração: segunda-feira, 20, às 20h.
    Visitação até 31 de maio
    Galeria T Cultural Tereza Franco, na Câmara Municipal de Porto Alegre. Avenida Loureiro da Silva, 255, Centro Histórico.