De Botero a Salvador Dali, de Vasco Prado a Xico Stockinger, Galeria Duque elege a temática equestre em mostra que homenageia esse símbolo gaúcho.
Jogo de polo; Obra de Oscar Crusius-Tatiana-Csordas/ Divulgação
A paixão universal pelos cavalos inspirou artistas no Rio Grande do Sul, no Brasil e no mundo. E essa paixão compõe um recorte da mostra “Narrativas Coloridas”, com curadoria de Daisy Viola, em destaque na Galeria Duque até 9 de novembro. A mostra, com entrada franca, pode ser visitada de segunda a sábado no espaço localizado na Rua Duque de Caxias, 649, no Centro Histórico de Porto Alegre.
O colecionador e galerista Arnaldo Buss-Exposição-com-Cavalos—Galeria-Duque—Tatiana Csordas/ Divulgação
Colecionador de arte, o galerista Arnaldo Buss tem um dos acervos mais completos do Estado. “Neste mês de setembro, especialmente motivado pelo mês em que se comemora a Revolução Farroupilha e por uma paixão que move os gaúchos, resolvi propor um recorte que destacasse os cavalos e a temática equestre em obras de grandes nomes da arte daqui e do mundo”, ressalta.
Escultura de Botero. Divulgação-Galeria-Duque
Mas os gaúchos ocupam um lugar de honra nas paredes da galeria com obras de Vasco Prado, Xico Stockinger, Danúbio Gonçalves, Glauco Rodrigues, Nelson Jungbluth, Ruth Schneider, Paulo Porcella, Oscar Crusius e Anestor Tavares, entre outros, que fazem da mostra uma visita obrigatória aos admiradores da arte e da beleza deste animal que é um símbolo gaúcho.
Obra de Armando-Romanelli-. Foto Tatiana Csordas/ Divulgação
A mostra “Narrativas Coloridas” tem a curadoria de Daisy Viola. Para compor a exposição, que ocupa os dois primeiros andares da galeria, Daisy fez uma viagem pelo rico acervo para buscar as cores em diferentes expressões, que se revelam nas mais variadas técnicas, compondo não apenas um passeio pelas diversas formas da arte visual, mas também uma narrativa dessa evolução.
Além das obras do acervo da Galeria Duque, quem for ao espaço até o dia 9 de novembro também poderá visitar a exposição “Carriconde passadopresente”, com obras do mestre das artes de Santa Maria Cláudio Corrêa Carriconde e a mostra “Nas Entrelinhas da Vida”, com criações em arte têxtil em cobre da artista gaúcha Elisa Tesseler.
Exposição:
“Narrativas Coloridas” – Acervo com grandes nomes da arte Local: Galeria e Espaço Cultural Duque Endereço: Duque de Caxias, 649 – Porto Alegre Período da exposição: de 14 de setembro a 9 de novembro Horário de funcionamento: Seg/Sex: 10h às 18h | Sáb: 10h às 17h Entrada Franca
Apresentação única será dia 25 de setembro, às 20h, no Theatro São Pedro; Em outubro, iniciam turnê internacional por Portugal, França, Países Baixos, Áustria e Alemanha
Dois grandes expoentes da música do Sul do Brasil com carreiras internacionais, Antonio Villeroy e Gelson Oliveira, voltam a reunir-se para apresentar o espetáculo Saídas e Bandeiras 2 -Trinta Anos Depois, uma celebração da primeira turnê europeia da dupla que aconteceu no ano de 1994. A estreia, como não poderia deixar de ser, será em Porto Alegre, em apresentação única, dia 25 de setembro, às 20h, no Theatro São Pedro (Praça Marechal Deodoro, s/n°). Os ingressos já estão à venda no www.theatrosaopedro.rs.gov.br.
Foto: Nilton Santolin/ Divulgação
“Nada poderia me deixar mais feliz nesse momento, do que estar no palco outra vez, com meu grande irmão e parceiro, Antonio Villeroy, nesta gira pela Europa, começando em Porto Alegre, no lindo Theatro São Pedro. Saídas e Bandeiras 2, muitas estórias pra contar!”, afirma Gelson. Com 1h30min de duração, Saídas e Bandeiras 2 é uma atualização do show que ocorreu há três décadas. O formato é o mesmo, um duo, com vozes e instrumentos acústicos, porém, com novo repertório. “De 30 anos para cá, muitas coisas mudaram, lançamos novos discos, fizemos colaborações com diversos artistas, Gelson com Gilberto Gil e Paulo Moura, por exemplo eu passei a ser gravado por muitos nomes da música brasileira e internacional.”, afirma Antônio.
Depois da apresentação em Porto Alegre, o espetáculo segue para a Fábrica de Metais, em Florianópolis, de onde os artistas embarcam para mais essa aventura musical em território europeu. Lá, cumprirão uma extensa agenda de apresentações nos meses de outubro e novembro. Antonio e Gelson passarão por Portugal, França, Holanda e Alemanha. O final da temporada será com a gravação de um novo álbum em Portugal.
Com seus violões e vozes, o duo vai apresentar canções próprias, algumas escritas a quatro mãos, como as inéditas, Astrolábio Futurista e Asas Ao Vento, além de Povoado das Águas (escrita com a colaboração de Bebeto Alves e Nelson Coelho de Castro). Também no repertório Literatura Brasileira e Tempo a o Tempo, de Gelson, Sinais de Fogo e Pra Rua Me Levar, ambas de Antonio e Ana Carolina.
Foto: Nilton Santolin/ Divulgação
COMO COMEÇOU
Em 1994, os cantautores brasileiros, ANTONIO VILLEROY e GELSON OLIVEIRA montaram o show SAÍDAS E BANDEIRAS, para realizar sua primeira turnê europeia. Antonio havia ganho o Prêmio Sharp de Revelação da Música Brasileira, em 1992 e Gelson em 1993. Essas credenciais ajudaram a alavancar aquela primeira turnê internacional em duo.
O show estreou no Brasil, na Reitoria da UFRGS, em Porto Alegre, passando depois por Florianópolis e São Paulo, de onde os artistas embarcaram para Bruxelas. Da Bélgica, seguiram para a França, Suíça, Áustria, Itália e Alemanha, realizando cerca de 40 apresentações em Clubes de Jazz, Teatros e arenas ao ar livre.
Os artistas encantaram o público europeu com um repertório que incluía canções próprias e clássicos de Milton Nascimento, Gilberto Gil, Tom Jobim e Chico Buarque. A turnê se repetiu em 1995, depois os artistas seguiram com seus trabalhos individuais. “Gelson e eu dividimos o palco centenas de vezes, desde os anos 1980, no Brasil. E, a partir de 1994, ampliamos nosso campo de atuação para o território europeu, abrindo caminhos e mercados para muitos colegas brasileiros. Retomar essa parceria, 30 anos depois de nossa primeira tour europeia é uma grande alegria. Como há 30 anos vamos estrear o show em casa, no mais belo teatro de Porto Alegre.”, encerra Villeroy.
Foto Nilton Santolin/ Divulgação
SERVIÇO
O QUE: Saídas e Bandeiras 2
DATA: 25 de setembro
HORÁRIO: quarta às 20h
LOCAL: Theatro São Pedro (Praça Marechal Deodoro, s/n°).
INGRESSOS:
Plateia e cadeira extra (inteira) – R$160,00 – meia (R$ 80,00)
Camarote central (inteira) – R$140,00 – meia (R$ 70,00)
Descontos Obrigatórios
50% para idosos com idade igual ou superior a 60 anos;
50% para estudantes em até 40% da lotação do teatro:
– até 15 anos mediante RG;
– acima de 16 anos portando carteira da UGES, UEE, UNE;
50% para jovens entre 16 e 29 anos, pertencentes a famílias de baixa renda, mediante comprovação de matrícula CADÚNICO;
50% para pessoas com deficiência, inclusive seu acompanhante quando necessário, e doadores de sangue.
Outros descontos
50% para artistas com registro profissional e regulamentado na carteira de trabalho;
50% para até 50 associados da da AATSP;
50% Clube ZH (assinante e acompanhante)
50% Clube Aproveita Unimed (assinante e acompanhante)
As festividades dos 40 anos da Sbørnia continuam. De 27 a 29 de setembro, A Sbørnia Kontra`Atracka estará noTheatro São Pedro (Praça Marechal Deodoro, s/n°), sexta e sábado, às 20h, e domingo às 18h. O espetáculo é uma continuação de Tangos e Tragédias, com Hique Gomez e Nico Nicolaiewsky, que estreou na capital gaúcha há exatos 40 anos, nos dias 28 e 29 de setembro de 1984. Os ingressos variam de R$ 70,00 a R$ 160,00 e já podem ser adquiridos pelo site: https://theatrosaopedro.rs.gov.br.
Foto: Samira Samara/ Divulgação
“Quando iniciamos nossa Jornada em 1984, Nico Nicolaiewsky e eu não pensávamos em ocupar o palco do recém reinaugurado Theatro São Pedro. Supostamente um local para os grandes artistas nacionais: Paulo Autran, Bibi Ferreira, Tom Jobim e Nicanor Zabaleta. 30 anos depois, éramos disparado os artistas que mais pisaram naquele palco, ao mesmo tempo em que encerrávamos o mais longo e importante episódio de nossas vidas que foi “Tangos e Tragédias”, quando lamentamos a triste notícia da passagem do gênio Nico Nicolaiewsky. Tudo parecia perdido”, relembra Hique. Dois anos depois o projeto foi retomado, agora com Simone Rasslan, que há 5 anos antes havia perdido sua parceira de palco, Adriana Marques, no espetáculo Rádio Esmeralda. “Um longo processo de adaptação instalou-se, enquanto nós e nosso público processávamos o luto. A palavra luto é a mais próxima da palavra luta. O luto e a luta. Enquanto isso lutávamos para manter viva uma história que estava introjetada em nossa comunidade. Muitas pessoas relatavam sonhos que tiveram com os personagens”, relembra Hique.
Foto: samira samara / Divulgação
No show, Kraunus (Hique Gomez) e Nabiha (Simone Rasslan) apresentam as canções e causos sbørnianos junto a seus convidados especiais: o Professor Ubaldo Kanflutz (Cláudio Levitan), reitor das Universidades de Ciências Fictícias da Sbørnia, MenThales (Tales Melati), o tocador de gaita-foles e hipnotizador das montanhas da Kashkadúnia, Pierrot Lunaire (Gabriella Castro) a grande sapateadora do Ballet Hiperbølico da Sbørnia e o “Stela Maritmus Sborniani”, as Estrelas do Mar Sbørniano, uma seleção de 12 vozes do Jungst Korhal Sbøniani. Um show de luzes e projeções especiais promovem uma imersão ao universo sborniano.
Foto: Wanderlei Oliveira/ Divulgação
SERVIÇO
O QUE: A Sbørnia Kontra´Atracka – 40 anos de Sbørnia
DATA: 27, 28 e 29 de setembro
HORÁRIO: sexta e sábado às 20h / domingo às 18h
LOCAL: Theatro São Pedro (Praça Marechal Deodoro, s/n°) 51 32275100
Descontos Obrigatórios
50% para idosos com idade igual ou superior a 60 anos;
50% para estudantes em até 40% da lotação do teatro:
– até 15 anos mediante RG;
– acima de 16 anos portando carteira da UGES, UEE, UNE;
50% para jovens entre 16 e 29 anos, pertencentes a famílias de baixa renda, mediante comprovação de matrícula CADÚNICO;
50% para pessoas com deficiência, inclusive seu acompanhante quando necessário, e doadores de
sangue.
Outros descontos
50% para artistas com registro profissional e regulamentado na carteira de trabalho
50% para até 50 associados da da AATSP Clube do Assinante ZH (50% assinante e acompanhante) Unimed (50% cliente e acompanhante)
Foto: Nilton Santolin / Divulgação
FICHA TÉCNICA
Criação e direção geral: Hique Gomez
Arranjos e atuação: Hique Gomez e Simone Rasslan
Elenco de apoio: Cláudio Levitan, Tales Melati e Gabriella Castro Projeções visuais: Rique Barbo
Desenho de iluminação: Heloiza Averbuck
Engenharia de som: Edu Coelho
Assistente de produção: Camila Franarin
Assistente técnico: Rafael Pacheco
Camareira: Nelli Schineider
Preparadora vocal: Ligia Motta
Redes Sociais: Pamela Bau
Assessoria de Imprensa: Adriano Cescani (51) 99664.4888
Empresa de Som/Luz – Alternativa Som e Luz
Painel Led – WB Painéis de Led
SbørniaProjectus® Criado por Hique Gomez e Nico Nicolaiewsky para Tangos e Tragédias.
DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: Marilourdes Franarin (51) 999716021
Foto: Edson Filho/ Divulgação
PATROCINIO MASTER – RIO GRANDE SEGUROS E PREVIDENCIA, ICATU SEGUROS E SICREDI
APOIO: CLUBE DO ASSINANTE ZH, RBSTV, GRUPO IMOBI, SWEET BROWNIE, ATIVA, UNIMED, NAPALM ESTUDIO 3D
Desde sábado, 14/9, está aberta a exposição “Bento Gonçalves – seu tempo e lugar”, no casarão* em que viveu o líder farroupilha, hoje restaurado e transformado em Museu do Parque Histórico General Bento Gonçalves, no município de Cristal, na região Sul do Estado.
Objetos, quadros, fotografias resgatam memórias do homem e do contexto em que ele viveu.
O acesso é pela Rodovia BR 116, Km 423, e está aberta à visitação de terça-feira a domingo, inclusive feriados, das 10h às 17h, sem fechar ao meio-dia.
A Secretária de Estado da Cultura, Beatriz Araujo, abriu a exposição. Foto: Solange Brum | Ascom Sedac
“Esta casa é um templo das virtudes cívicas do gaúcho”, disse o historiador Miguel do Espírito Santo, diretor do Instituto Histórico, parceiro do evento,
“O local é sagrado não apenas por ter sido um recanto habitado por Bento Gonçalves, mas também porque a origem do Rio Grande heroico foi plantada aqui”.
Segundo Espírito Santo, “Bento, ao longo de toda a sua história de vida, buscou promover a afirmação dos direitos individuais e elevar o nosso Estado ao protagonismo nacional no que se refere ao federalismo e ao movimento constitucionalista”.
O projeto, da Tangram Arquitetura e Design, custou R$ 136 mil e em sua execução foram gastos R$ 962 mil.
Os recursos sairam do programa Avançar na Cultura, do governo do Estado.
O Parque Bento está na antiga sede da Sesmaria do Cristal, que o alferes Joaquim Gonçalves da Silva, pai de Bento, ganhou do rei Dom João VI.
As terras foram desapropriadas pelo governo do Estado em 1972, e foi criado o parque público, com a construção de uma réplica do casarão sede. Essa foi a edificação restaurada agora.
A fanfarra integra a Mostra de Artes Cênicas e Música do Teatro Glênio Peres e terá apresentações gratuitas dias 27 e 28 de setembro, às 19h
Bate Sopra por @vitoriaproenca/ Divulgação
A Bate Sopra é uma fanfarra formada por instrumentos de sopros e percussão que, desde 2014, vem conquistando o público por onde passa. Vencedora do Festival de Música de Porto Alegre com a música “Ventania”, na categoria Música de Rua, em 2019, se consolida no cenário da música instrumental e independente, colorindo as ruas de Porto Alegre de amarelo e roxo e expressando sua musicalidade contagiante. Transmutação Urbana, o show que apresentará no Teatro Glênio Peres, dias 27 e 28 de setembro, celebra o caos urbano convidando o público para uma imersão sonora, cênica e sensorial, a partir da apresentação de um repertório autoral assim como algumas releituras de músicas que são influências importantes para o grupo. Os shows tem entrada franca e integram a Mostra de Artes Cênicas e Música, já tradicional deste teatro. As senhas podem ser retiradas no local dias 23, 24 e 25 de setembro, das 14h às 17h.
Com músicas inteiramente instrumentais, a Bate Sopra executa gêneros musicais como cumbia, ska, levadas brasileiras e techno. Em seu repertório atual, constam músicas como Jacarandá, Imersão, Retorno a Marte, Olha a Chuva, Skalamaior, Ventania, Floriana (todas autorais da Bate Sopra), além de releituras de composições de fanfarras nacionais e internacionais.
São muitas histórias e pessoas envolvidas que estiveram presentes ao longo desses anos da Bate Sopra. Dos ensaios nas manhãs ensolaradas na Redenção, passando por shows e festas, participação nos Honks pelo Brasil afora, festivais de música, os incontáveis dias dentro de estúdios gravando e eternizando suas músicas para espalhar aos quatro cantos do país. Sim, a Bate Sopra tem muita coisa pra trocar, pra mostrar e emocionar. Para a Bate Sopra a rua é um palco muito importante. De cortejo em cortejo, o coletivo atravessa a cidade e também é atravessado por ela.
O grupo instrumental. Foto: Aruna Cruz/ Divulgação
Ao longo da sua caminhada já se apresentou nas ruas e em diversos espaços culturais no RS, SP, RJ e BSB. Em 2023 lançou seu primeiro EP chamado “Transmutação Urbana”. Este trabalho, que conta com cinco faixas autorais, foi produzido e gravado em conjunto com o coletivo Pedra Redonda em Porto Alegre e abriu as celebrações dos 10 anos de atividades ininterruptas, marcando cada vez mais o espaço da fanfarra na cena da música instrumental independente. Essa junção de fatores musicais, somada à ocupação dos espaços públicos com alegria e luta, fazem com que a Bate Sopra mova centenas de pessoas nas suas apresentações, sendo carinhosamente chamada por seu público como a fanfarra mais querida da cidade.
Bate Sopra. Foto: Aruna Cruz/ Divulgação
Sobre os artistas:
AMADEU MEDINA (timbal e congas). Músico e percussionista nos tambores de mão da Bate Sopra. Oriundo de Cabo Verde, iniciou sua carreira musical em Porto Alegre no ano de 2012. Desde 2013 é arte-educador na Oficina de Percussão da Turucutá. Atualmente é músico das bandas Turucutá e Chamegado Carimbó. Faz parte ainda do projeto Batucada SA.
CARÓLIS (ganzá, meia lua, agogô, agbê, triângulo e guiro). Percussionista nos blocos Avisem a Shana que Sábado Vai Chover e Bloco da Laje, Carólis iniciou sua trajetória musical em 2014, estudando instrumentos percussivos, melódicos, teoria e percepção musical. Em 2016 se juntou à fanfarra Bate Sopra.
DANIELA GARCIA (trompete e eufônio). É mestra em música (University of Massachusetts). Diretora artística do Encontro Pernambucano de Metais, Sopra Metais – Brazilian Brass Festival e do musical Wiz Wham Alakazam. Atualmente é professora de música nas escolas Maple Bear e Aldeia da Fraternidade, estudante da Escola da OSPA, cursando Especialização em Educação Musical pela UERGS e integrante nos grupos O Fabuloso Concerto e Bate Sopra.
GABI LUZZI (trompete). É historiador formado na UFRGS, músico multi-instrumentista, compositor, arranjador e professor. Começou sua carreira musical em 2013 e nesse tempo já participou de diversos grupos musicais na cidade de Porto Alegre. Atualmente é trompetista na Fanfarra Bate Sopra, Cosmobloco e na Turucutá. Atua também como Professor de trompete e de teoria e percepção musical no seu projeto Colmeia e na ONG Misturai na Vila Planetário.
GUSTAVO DUBOIS (tuba). Educador físico, músico e entusiasta do carnaval de rua, é tubista na fanfarra Bate Sopra e também compõe outros coletivos artísticos musicais, como o Cosmobloco. Atua na organização do Honk!Poa, festival de fanfarras ativistas que acontece na cidade de Porto Alegre e em diversas cidades do Brasil e do mundo.
JP SILIPRANDI (saxofone alto e soprano). Músico instrumentista, compositor e professor de saxofone, Jp Siliprnadi tem relação com a música desde os 12 anos de idade e hoje atua como instrumentista em diversos projetos musicais de Porto Alegre, tendo a Fanfarra Bate Sopra como o seu principal, onde trabalha compondo, produzindo e tocando saxofone. Também faz parte do Grupo Mu, um espetáculo cênico-musical infantil.
LÍVIA TABERT (surdo, caixa e timbal). É musicista autodidata e arte educadora há 20 anos. Frequentou alguns espaços de ensino formal em música como o conservatório Pablo Komlós e o curso técnico em instrumento musical do IFRS. Atualmente é educadora em projetos sociais, culturais e dá aulas particulares de teoria e percepção musical. Além disso, atua como instrumentista independente e acompanha diversos artistas e grupos presentes na cena musical de Porto Alegre.
MARTIN WEILER (trombone). Atua em shows, espetáculos e projetos culturais como músico percussionista, trombonista, coralista, instrumentista e arranjador. Ministra oficinas de percussão no projeto cultural da Turucutá, é diretor musical e idealizador do espetáculo Cosmobloco e ministra oficinas de Sopros direcionado para coletivos e fanfarras. Músico integrante dos grupos: Cachaça de Rolha, Turucutá, Bate Sopra. É Bacharel em Música pela UFRGS, formado em 2018 e Licenciando pela mesma universidade.
PEDRO SOUZA (bateria). É músico e baterista da Bate Sopra. Iniciou sua jornada musical em meados dos anos 2000, e atualmente participa dos coletivos musicais Avisem a Shana que Sábado Vai Chover, Axé que Enfim, Bloco da Laje e Cosmobloco. Atua ainda como voluntário no planejamento e organização de projetos culturais junto a ONG Misturaí de Porto Alegre.
VINÍCIUS ÁVILA (sax tenor). Frequentador assíduo de blocos de rua e ocupações de espaços públicos, o primeiro instrumento que teve contato foi a flauta transversal, migrando ao final de 2017 para o saxofone tenor. Em 2018 participou da estreia do Cosmobloco – A Vaca Abduzida, participando ainda do Bloco da Laje e finalmente vindo a compor o naipe de sopros da Bate Sopra!
Ficha técnica:
Amadeu Medina – timbal e congas
Carólis – ganzá, meia lua, agogô, agbê
Daniela Garcia – trompete e eufônio
Gabi Luzzi – trompete
Gustavo Caspani – tuba
Jp Siliprandi – sax alto
Livia Tabert – surdo
Martin – trombone
Pedro Souza – bateria
Vinicius Ávila – sax tenor
TRASMUTAÇÃO URBANA – Bate Sopra 10 anos
Dias 27 e 28 de setembro, às 19h
Teatro Glênio Peres – Av. Loureiro da Silva, 255 – Centro Histórico
Entrada franca
Retirada de senhas dias 23, 24 e 25 de setembro, das 14h às 17h, no local
O inconfundível traço de Marcelo Hübner estará em destaque na Bublitz Galeria de Arte. A exposição “Multiplicidade” tem vernissage no sábado, 14 de setembro, das 11h às 13h, e fica no espaço até o dia 11 de outubro. A galeria está localizada na Av. Neusa Goulart Brizola, 143, em Porto Alegre. Entrada franca.
Ao todo, serão apresentadas 30 obras do artista. Conhecido pelas séries “Floristas”, “Banhistas” e “Urbanos” e “Jornais Florais”, presentes na exposição, Hübner apresenta também as “Paisagens Gaúchas”, com a retomada das origens com os cenários do Rio Grande do Sul expressos na grandiosidade dos campos e dos pampas. Nessas obras, estão presentes as colheitas, os animais e as paisagem rurais que compõem a beleza do Estado. Na exposição, o artista também traz duas novidades: a série “Jardins Tropicais”, com suas folhas características, sua exuberância, em diversos tons de verde; e a série “Vívidas”, com figuras femininas, de teor intenso e ardente, que trazem um raio vívido de esperança para as telas.
O artista visual Marcelo Hübner – Foto: Sérgio Ordobás/ Divulgação
“A escolha do nome da exposição partiu do próprio significado da palavra, que também tem relação com minha produção. Multiplicidade é aquilo que é diverso, que existe em abundância, que é exuberante, multifacetado, como nossas praias, nossas paisagens gaúchas e as florestas tropicais. Nas cores, eu revelo o vigor dessa natureza”, conta Hübner. “Desde as tradicionais banhistas, eu abri o leque de inspirações e posso dizer que sou um artista de múltiplos temas, que se refletem nessa mostra”, conclui.
” Banhistas”. Obra de Marcelo Hubner/ Foto: Sergio Ortobás/ Divulgação
Ao lado da Galeria Bublitz, o artista vem percorrendo o Rio Grande do Sul levando suas criações e, muitas vezes, fazendo pinturas ao vivo. Suas obras já conquistaram o interior do Estado e o litoral, integrando exposições em espaços culturais de Alegrete, Bagé, Caxias do Sul, Santa Cruz do Sul, Uruguaiana, Novo Hamburgo, Atlântida, Capão da Canoa, entre outras
“Floristas . Obra de Marcelo Hubner/ Foto: Sergio Ortobás/ Divulgação
SERVIÇO
“A Multiplicidade de Marcelo Hübner”
Local: Bublitz Galeria de Arte
Endereço: Av. Neusa Goulart Brizola, 143
Período: 14 de setembro a 11 de outubro
Vernissage: 14 de setembro, das 11h às 13h
Visitação: segundas às sextas, das 10h às 18h, e sábados, das 10h às 13h
A peça teatral G.H., inspirada livremente no romance “A Paixão Segundo G.H.”, de Clarice Lispector, em cartaz nesta sexta-feira (6/9), sábado e domingo, às 20h, na La Photo Galeria (Travessa da Paz, 44), em Porto Alegre, é encenada pela Cia. Teatrofídico com uma inovação cenográfica: o espetáculo abriga uma exposição de arte composta de nove retratos da célebre escritora, pintados pela artista visual gaúcha Graça Craidy.
Pintura da artista visual Graça Craidy. Foto: Carlos Souza/ Divulgação
O quadro mais destacado de todos, no centro do palco, no alto, mostra Clarice na condição da personagem G.H., no momento em que ela se depara com uma barata no quarto da empregada que havia sido demitida. G.H. acaba engolindo o inseto, em meio as suas reflexões existenciais. Os demais oito quadros estão afixados nas paredes entre as quais se localiza a plateia, quatro de cada lado.
A artista visual Graça Craidy. Foto: Carlos Souza/ Divulgação
A exposição “Clarices” já foi montada no Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Niterói, Florianópolis e Porto Alegre, desde 2022. Na sua formatação original, reúne 33 quadros.
O grupo Cia. Teatrofídico apresenta a peça teatral. Foto : Regina Peduzzi Protskof/ Divulgação
A peça G.H. foi adaptada e é dirigida e produzida por Renato Del Campão, que também atua, junto com quatro atrizes e três atores. Ingressos pelo Sympla.
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FOTO 1: Regina Peduzzi Protskof, com intervenção da Cia. Teatrofídico sobre a obra
Duas noites para celebrar três décadas de trabalho e um tributo à história da Soul Music. Essa é a ideia da The Hard Working Band, nos dias 05 e 06 de setembro, às 21h, no TEATRO CIEE-RS BANRISUL (Av. Dom Pedro II, 861). Grandes nomes da cena musical do Rio Grande do Sul, como Luciano Leães e Mariette Fialho, e Camila Lemos, cantora da nova geração, serão os convidados especiais da estreia do novo show. Ingressos já à venda no uhuu.com.
Foto de Alexandre Birck/ Divulgação
“Os 30 anos da THWB significa agradecimento. Eu não seria a Andrea Cavalheiro que sou hoje se não fosse a banda. Não seria como ser humano e não seria como artista. Ao público que nos acolheu, sendo uma banda cover, e aos parceiros dessa vida inteira dessa caminhada de 30 anos. Pessoas com história diferentes, vidas diferentes e que há 30 anos compartilham da mesma alegria, dessa mesma vontade de fazer música, a minha gratidão”, afirma Andrea Cavalheiro, vocalista. Os nove integrantes da Hard Working entram no palco como se entrassem nas portas de suas próprias casas. E é este o grande segredo dos shows da banda: a espontaneidade. Toda a produção, escolha de repertório e exaustivos ensaios, tornam a performance grandiosa porém simples, incluindo assim toda a plateia, fazendo do público um convidado e não apenas mera audiência. A soul music sempre se caracterizou por fazer do espetáculo uma grande celebração. James Brown, Aretha Franklin, Stevie Wonder, Ray Charles, eis os mestres da Hard Working, eis os grandes professores da música ao vivo, da música que para contagiar deve ser vibrante, dançante, emocionante. Esta música é a casa deles. Foi com essa mesma arquitetura que a Hard Working construiu a sua própria casa.
Foto de Alexandre Birck/ Divulgação
“Bah! 30 anos de THWB. Parece que foi ontem que a gente tava no Bar Opinião se preparando para subir no palco. Essa banda fez tanta coisa bacana e sempre primando pela qualidade musical. Esses shows dos 30 anos vão ser muito especiais e eu espero poder participar o máximo que puder, porque estou morando fora agora, vai ser um privilégio me juntar a essa turma e fazer um som de novo. E que venham os próximos 30”, diz Eduardo Bisogno, músico e um dos fundadores da banda. A The Hard Working Band surgiu em 1995 da união de amigos das faculdades de Comunicação da UFRGS e PUCRS. A ideia era montar uma banda cover diferente das que existiam na época com foco nos clássicos da Era de Ouro da soul music. Inspirada na black music americana, a banda foi sucesso absoluto entre o final dos anos 1990 e o começo dos 2000, realizando uma média cem apresentações por ano. O primeiro disco, The Hard Working Band (1998), que tem em seu repertório músicas como Respect, Dancing in the Street, My Girl e I Can See Clearly Now, e inclui compositores como Marvin Gaye, Carole King e Burt Bacharach, entre outros, vendeu mais de 30 mil cópias e levou o grupo a tocar em outros Estados.
Foto de Alexandre Birck/ Divulgação
A THWB gravou mais dois discos: Todas as Salas do Mundo (2001), com um repertório em português, focando os mestres do suingue brasileiro, como Gerson King Combo e Tony Tornado, e Trabalhando Duro (2002), voltando às suas origens, gravado ao vivo no Teatro Novo DC, com a participação da Orquestra de Câmara da Ulbra. A banda realizou mais de 600 shows, e já dividiu o palco com Fat Family, Gilberto Gil e Kid Abelha, entre outros. “É uma alegria e um privilégio a gente poder comemorar os 30 anos da THWB junto com esses amigos de tanto tempo. Eu enxergo a THWB como uma família que se reúne pra celebrar a soul music. A gente construiu uma relação de 30 anos, que não é só profissional, mas também é uma relação de amizade, de carinho, de muito respeito, onde cada um vibra com as conquistas do outro. E relembrar no palco, junto com o público que nos acompanhou esses anos todos, tantos momentos marcantes, vai ser incrível, bom demais”, diz Carlos Mallman, trombone.
Com o tempo, os integrantes originais foram saindo para tocar outros projetos, e novos músicos chegaram para dar continuação ao que o grupo construiu. Integram a banda Andrea Cavalheiro (voz), Maurício Nader (guitarra e voz), Daniel Galant (guitarra), Luke Faro (bateria), Rodrigo Rheinheimer (baixo), Carlos Mallmann (trombone) e Vitor Peixoto (teclado), além de Renato Dall Ago (Trumpete) e Cris Ludwig (sax tenor), músicos contratados. “Esse show de 30 anos foi contemplado dentro do edital Banrisul 2024 – Edição Cultural Reconstruir RS, que estimula a produção artística pós-enchentes de maio”, finaliza Edgar Ruther, da Ruthers Produções. Além do Banrisul, a CR Company patrocina os shows da THWB. Apoio Teatro CIEE RS Banrisul.
SERVIÇO
O QUE: The Hard Working Band – 30 anos
DATA: 05 e 06 de setembro
HORÁRIO: quinta e sexta às 21h
LOCAL: TEATRO CIEE-RS BANRISUL ((Dom Pedro II, 861).
Galeria Duque recebe exposição Van Psicodélica com bate-papo com artistas nesta quarta-feira, 14 de agosto, a partir das 14h30.
Participantes da Exposição Van Psicodélica/ Divulgação
A Galeria Duque, com um dos mais completos acervos de arte do Brasil, exalta a arte produzida por mulheres gaúchas com a exposição “Van Psicodélica: Encontro de Singularidades”. A mostra reúne obras de 20 artistas, nas mais diversas expressões das formas de expressão, sob curadoria de Daisy Viola. Elas estarão reunidas nesta quarta-feira, 14 de agosto, a partir das 14h30, para falar sobre suas produções e o espaço para a mulher na arte.
Artista ZIca Fortini – Wanderlei de Oliveira /DivulgaçãoSem Título – Técnica Mista – Marli Leal – Crédito Wanderlei de Oliveira/DivulgaçãoObra Navegar é Preciso – Díptico – Técnica Mista – Fátima Pinto – Crédito Wanderlei Oliveira
Os encontros com as artistas também serão realizados nas quartas-feiras, de 21 e 28 de agosto, e no dia 4 de setembro, sempre às 14h30. A exposição segue até 6 de setembro na Galeria Duque, localizada na Rua Duque de Caxias, 649, no Centro Histórico de Porto Alegre. Entrada franca.
No toque da seda filtrada- Acrílica sobre tela- Ana Hochegger, Foto Wanderlei de Oliveira/ DivulgaçãoObra Roda Mundo- Rejane Wagner. Foto: Wanderlei de Oliveira/ Divulgação
“O Psicodélicas é um grupo de mulheres artistas que há anos se reúnem para vivenciar a arte. Circulam pelas exposições e ateliês, estabelecendo uma relação de troca de ideias e convivência social, artística e cultural. O ponto de partida que reuniu estas mulheres foi o fazer artístico que cada uma desenvolve. O respeito à singularidade de fazer e de pensar é o cimento que mantém o grupo unido há tanto tempo”, conta a curadora Daisy Viola.
Esta história linda e divertida, agora ganha um novo capítulo. “Eu propus e elas aceitaram, pela primeira vez, expor juntas, na Galeria Duque, nos terceiro e quarto andares, em espaços sempre destinados a artistas gaúchos contemporâneos”, complementa.
As artistas que participam da exposição “Van Psicodélica: Encontro de Singularidades” são: Ana Hochegger , Ana Rowe, Clara Koury, De Lourdes A. Auler ElisaTesseler, Fátima Pinto, Gleice Maurente, Heloísa Sonaglio, Larissa Scaravaglione, Marli Leal, Noely Luft, Rejane Wagner, Rosane Morais, Soraya Girotto, Suzana Albano, Tereza Albano, Vera Behs, Vera Matos, Yara Knijnik e Zica Fortini
Agenda:
Exposições:
“Van Psicodélica: Encontro de Singularidades”
Local:Galeria e Espaço Cultural Duque
Endereço: Duque de Caxias, 649 – Porto Alegre Bate-papo com artistas: quartas-feiras, a partir das 14h30 Período da exposição: até 6 de setembro Horário de funcionamento:
Seg/Sex: 10h às 18h | Sáb: 10h às 17h Entrada Franca
O Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul (AHRS), instituição da Secretaria de Estado da Cultura (Sedac), será reaberto ao público em 20 de agosto, após permanecer fechado por dois meses em virtude das cheias que assolaram o Estado no mês de maio. O AHRS retorna com seu espaço para pesquisas, mediante agendamento.
Apesar dos danos no térreo do prédio do Memorial do Rio Grande do Sul, edificação onde se encontra o Arquivo Histórico e que ficou inundada por cerca de 30 dias, o acervo e as dependências do AHRS não foram impactados pela enchente.
A instituição localiza-se no segundo andar do prédio. A equipe técnica do Arquivo contribuiu com uma força-tarefa do Memorial, nos últimos dois meses, para que as instalações do prédio estivessem em condições de voltar a receber o público.
– Quando conseguimos retornar, no mês de junho, nossa preocupação maior era com a extrema umidade do ambiente. Assim, desde então, nos dedicamos à conservação e preservação do acervo. Agora, passados dois meses, estamos prontos para reabrir e atender à grande demanda de pesquisadores que buscam por nossa documentação, comemora a diretora do AHRS, Ananda Simões Fernandes.
Em consequência dos danos provocados pela água, a energia do prédio continua sendo fornecida por gerador, com acesso ao arquivo somente pelas escadas do primeiro andar.
O Arquivo Histórico conta com um acervo de mais de 10 milhões de documentos, sendo uma das principais fontes de conjuntos documentais e memória do Rio Grande do Sul. Na instituição também são realizadas exposições.
As pesquisas ao acervo irão funcionar de terças a quintas-feiras, das 13h às 17h, com agendamento prévio pelo e-mail agendamento-ahrs@sedac.rs.gov.
A comunicação com a instituição, neste momento, é apenas via internet. O acesso à documentação é gratuito.