A obra editada pela Libretos celebra a beleza das diferenças na construção de um mundo mais harmonioso e alegre terá lançamento sábado, dia 22 de julho, às 15 na Livraria Paralelo 30
O Reino do Arco-íris, do músico, escritor e ilustrador Dudu Sperb, já está disponível nas livrarias e no site www.libretos.com.br. O livro narra a história de sete fadinhas de sete cores, vindas de sete reinos diferentes, que saem à procura do Reino do Arco-íris. Nessa viagem, junto à alegria das cores, lindas paisagens se revelam e elas descobrem a graça das diferenças e a força da união.
Sobre isso, o autor comenta: “A diversidade é que faz do mundo um lugar bonito e interessante. As crianças têm esse entendimento de forma espontânea, pois se interessam por tudo. A união é algo que elas também compreendem e experimentam no seu universo, seja em casa, na escola, na pracinha. Elas sabem o que é uma amizade, o que é querer bem ao outro e gostam de ter amigos. Então, imaginar que um ‘novo mundo’ pode ser descoberto ou criado pela comunhão de seres diferentes faz todo o sentido, é compreensível para elas. E para nós adultos é uma lembrança importante de que possuímos esse sentido de amor e respeito dentro de nós. Basta apenas resgatá-lo”.
Dudu Sperb lança livro no próximo sábado Foto: Fabio Zambom/ Divulgação
As ilustrações foram realizadas em técnica mista, utilizando lápis, aquarela, guache, ecoline, pastel e grafite. Dudu trabalhou bastante com lápis e com pincel, mas também com carimbos, alguns que ele mesmo elaborou. Igualmente, houve ainda um cuidado com a visualidade do texto. A fonte do título, por exemplo, foi criada por ele especialmente pra esse projeto. E para o texto interno ele buscou um tipo de letra que fosse bonita mas que permitisse às crianças que já começam a ler tentarem fazê-lo sozinhas.
Além de artista visual, Dudu é músico e está compondo canções inspiradas nessa história, que serão apresentadas já nesse primeiro encontro com as crianças.
O lançamento do livro “O Reino do Arco-íris” será no sábado, dia 22 de julho, às 15h, na Livraria Paralelo 30 (Rua Vieira de Castro, 48), com um pocket show do artista.
Lançamento do livro O Reino do Arco-íris, Libretos Editora, 22 x 22 cm, 20 páginas, R$42,00, ISBN 978-65-86264-71-5, de Dudu Sperb
Dia 22 de julho, às 15h, na Livraria Paralelo 30 (Rua Vieira de Castro, 48)
DUDU SPERB
É natural de Porto Alegre, formado em Artes Visuais pela UFRGS (1986) e possui pós-graduação em Metodologia do Ensino de Artes. Ilustrou o livro/CD Comptines à jouer (edição da Aliança Francesa de Porto Alegre), e os livros Mast e o Planeta Azul (Editora da UFRGS) e Lírax e Vegaluz (Editora Cassol). Desde 1988 atua também na área da música, tendo lançado seis CDs.
Alunos do curso de Museologia da Universidade Federal estão concluindo a montagem da exposição: “No Batuque dos Bambas da Orgia: Folia e resistência em Porto Alegre”.
A exposição estará aberta ao público partir de 25 de julho, no Museu da Universidade (avenida Osvaldo Aranha, 277).
O foco é a escola de samba mais antiga da cidade – Bambas da Orgia – mas o tema é o carnaval de Porto Alegre, cuja história pela primeira vez entra num museu popular.
Em 83 anos de carnaval, os Bambas têm também, além dos desfiles memoráveis, um histórico de resistência e luta pelo espaço na cidade.
Com curadoria compartilhada entre os alunos e carnavalescos bambistas, ‘No Batuque dos Bambas da Orgia: Folia e resistência em Porto Alegre’ tem orientação das professoras Fernanda Albuquerque e Vanessa Aquino.
“Dos cortejos pelas ruas do bairro Santana nos anos 1940, passando pelo início dos desfiles competitivos na década de 1960, chegando ao audacioso e inacabado projeto do Complexo Cultural Porto Seco, inaugurado em 2004, a Bambas da Orgia testemunha as histórias de alegria e de resistência que permeiam a folia. A exposição busca tensionar questões como direito à cidade, preconceitos e invisibilidades, mas sem perder a alegria que marca a festa, decretada em 2023 como manifestação da cultura nacional pela Lei Nelson Sargento”.
Esta é a 13ª exposição curricular da Museologia da UFRGS, exercício acadêmico fundamental para o processo de formação dos futuros museólogos.
Visitação: de 26 de julho a 25 de agosto, de segundas a sextas-feiras, das 9h às 12h e das 13h às 18h, no Mezanino do Museu da UFRGS, com entrada gratuita.
Adriana Deffenti e Izmália também sobem ao palco do 373 com o show DEFFENTIZMÁLIA
No dia 20 de julho (quinta), os músicos Cláudio Levitan, Fernando Corona e Fernando Pezão retornam ao Espaço 373 com o espetáculo” Cobras com algo na cabeça – No Mundo de Verissimo”. Eles cantam, tocam e interpretam obras de Luis Fernando Verissimo em um pocket show, “onde a arte se atira em contrações e em movimentos de extensão, feito cobras em movimento, atingindo a plateia com humor e inteligência, cobras com algo na cabeça”, explica Levitan.
No repertório poemas musicados do livro Poesia numa hora dessas?!, como Al Punto, Brasil, À Cata e Reflexões no Espelho. Também não faltará o jazz, uma das paixões do escritor, e canções com influência carioca – MPB, Bossa Nova, música de carnaval – em homenagem a outro grande amor do escritor, a esposa fluminense Lúcia Helena Massa.
Adriana Deffenti e Izmália – Foto Adriana Deffenti/ Divulgação
Na sexta (21), Adriana Deffenti e Izmália se unem para mostrar suas diferenças e similaridades DEFFENTIZMÁLIA. Ambas têm a mesma idade, são cantoras e compositoras e ganharam alguns prêmios Açorianos. Uma é roqueira, e a outra “emepebista”.
Completamente diferentes na aparência, possuem uma essência muito parecida – a intensidade –, mas cada uma se expressa à sua maneira, como Yin e Yang.
O repertório possui diversas influências de suas infâncias, como As Frenéticas, Rita Lee, Os Mutantes, Novos Baianos e The Smiths, além de músicas autorais com arranjos feitos uma pela outra.
Corona, Pezão e Levitan em “As Cobras” – Foto Raul Krebs/ Divulgação
Onde: Espaço 373 (Rua Comendador Coruja, 373 – Bairro Floresta)
Compra de ingressos e reservas de mesas pelo WhatsApp: (51) 9 81423137 ou (51) 9 98902810
Retorna a cartaz o espetáculo “Teatro para Pássaros”, em nova temporada, desta vez no Zona Cultural (Alberto Bins, 900 – Quarto Distrito). As apresentações acontecem de quinta a domingo, nos dias 20, 21, 22 e 23, sempre às 20h. Os ingressos custam R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia-entrada).
Escrita pelo argentino Daniel Veronese, a peça narra o encontro de três casais durante uma madrugada, em um pequeno apartamento no 12º andar de um edifício no subúrbio de uma grande cidade. A anfitriã, Teresa, reúne os amigos para apresentar sua mais nova criação: um texto inédito para o teatro, que deseja ver produzido pelo seu ex-namorado e agora um bem sucedido produtor, Tony. O encontro é marcado pelo desentendimento e constrangimento provocados por revelações que são feitas ao longo da trama.
Construída sobre um texto dramático que valoriza os diálogos curtos e entrecortados, Teatro para Pássaros investe em um espetáculo de proximidade com o público em linguagem dinâmica, onde as linhas de texto estão sempre se embaralhando. Com ironia e non sense, Daniel Veronese constrói uma crítica social ácida e contundente sobre os papéis que assumimos, e que por vezes somos obrigados a manter no convívio com uma sociedade dominada por corações solitários.
Além do espaço cênico, o Zona Cultural oferece serviço de bar, que abre uma hora antes das apresentações e permanece aberto durante uma hora, após o espetáculo, com um menu de especiarias para serem degustadas antes e depois da peça.
Entre 17 e 30 de julho o público porto-alegrense poderá assistir e debater os espetáculos teatrais criados pela Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz , bem como ver em filmes as encenações dos últimos anos que já não estão mais no repertório do grupo. O Festival Ói Nóis Aqui Traveiz acontece durante o II Laboratório Aberto com a Tribo de Atuadores. O Laboratório é uma imersão de 14 dias no trabalho do grupo durante os três turnos, com o objetivo de difundir a prática e metodologia de criação e treinamento desenvolvida pelo coletivo ao longo de 45 anos de atuação e pesquisa. 25 atores e atrizes, pesquisadores e estudantes de teatro do Brasil e América Latina participarão integralmente do Laboratório.
Durante estas duas semanas serão encenados os espetáculos ‘Violeta Parra – Uma Atuadora’, ‘Desmontagem Evocando os Mortos Poéticas da Experiência’, ‘Quase Corpos – Episódio 1: A Última Gravação’, ‘O Amargo Santo da Purificação’; ‘M.E.D.E.I.A’, ‘Performance Manifesto de Uma Mulher de Teatro’ e ‘Onde? Ação n. 2’. Já o Cine Clube da Terreira da Tribo vai exibir os filmes ‘Kassandra In Process’, ‘Raízes do Teatro’, ‘A Missão – Lembrança de Uma Revolução’, ‘Viúvas – Performance Sobre a Ausência’, ‘Medeia Vozes’, ‘Desmontagem – Meierhold’ e ‘Lê, Dores de Gênero’. Ainda na programação, haverá um seminário aberto ao público sobre a proposta estética e política da Tribo com professores e pesquisadores convidados, e, para encerrar, no domingo, dia 30, o público assistirá, no Parque da Redenção, a apresentação de uma Ação Cênica criada durante a imersão no Laboratório.
Manifesto. Foto: Vivian Gradela/ Divulgação
O II Laboratório Aberto faz parte do Projeto ARTE PÚBLICA – Criação e Formação e é uma realização da FUNARTE e do Ministério da Cultura, através de emenda parlamentar da Deputada Federal Fernanda Melchionna. O Laboratório tem o apoio da Coordenação de Artes Cênicas da Secretaria Municipal da Cultura.
Programação:
17 de julho – Performance cênico musical ‘Violeta Parra – Uma Atuadora’ – 20h – na Sala Álvaro Moreyra do Centro Municipal de Cultura (Av. Erico Verissimo, 307)
18 de julho – ‘Quase Corpos – Episódio 1: A Última Gravação’ – 20h – na Sala Álvaro Moreyra do Centro Municipal de Cultura (Av. Erico Verissimo, 307)
19 de julho – Exibição dos filmes ‘Kassandra In Process’ e ‘Raízes do Teatro’ – 20h – na Terreira da Tribo (rua Santos Dumont, 1186)
20 de julho – ‘Desmontagem Evocando os Mortos Poéticas da Experiência’ – 20h – na Sala Álvaro Moreyra do Centro Municipal de Cultura (Av. Erico Verissimo, 307)
21 de julho – Exibição do filme ‘A Missão – Lembrança de Uma Revolução’ – 20h – na Terreira da Tribo (rua Santos Dumont, 1186)
22 de julho – Exibição do filme , ‘Viúvas – Performance Sobre a Ausência’ – 20h – na Terreira da Tribo (rua Santos Dumont, 1186)
24 de julho – Seminário ‘Conversando Sobre Teatro de Rua’ – 14h – na Terreira da Tribo (rua Santos Dumont, 1186)
24 de julho – Exibição do filme ‘Desmontagem – Meierhold’ – 20h – na Terreira da Tribo (rua Santos Dumont, 1186
25 de julho – Seminário ‘Conversando Sobre Teatro Ritual’ – 14h – na Terreira da Tribo (rua Santos Dumont, 1186)
25 de julho – Espetáculo Teatral ‘M.E.D.E.I.A’ – 20h – na Sala Álvaro Moreyra do Centro Municipal de Cultura (Av. Erico Verissimo, 307)
26 de julho – Performance de Rua ‘Onde? Ação n. 2’ – 15h – na Esquina Democrática (Rua dos Andradas com Av. Borges de Medeiros)
26 de julho – Exibição do filme , ‘Medeia Vozes’ – 20h – na Terreira da Tribo (rua Santos Dumont, 1186)
27 de julho – Seminário ‘Conversando Sobre Ói Nóis Aqui Traveiz’ – 14h – na Terreira da Tribo (rua Santos Dumont, 1186)
27 de julho – ‘Performance Manifesto de Uma Mulher de Teatro’ – 20h – na Sala Álvaro Moreyra do Centro Municipal de Cultura (Av. Erico Verissimo, 307)
28 de julho – Seminário ‘Conversando Sobre Ói Nóis Aqui Traveiz’ – 14h – na Terreira da Tribo (rua Santos Dumont, 1186
28 de julho – Exibição do filme ‘Lê, Dores de Gênero’ – 20h – na Terreira da Tribo (rua Santos Dumont, 1186
29 de julho – Apresentação de Ação Cênica criada no Laboratório – 15h – no Parque da Redenção (próximo ao Monumento do Expedicionário)
30 de julho – ‘O Amargo Santo da Purificação’ – 15h – no Parque Mascarenhas de Moraes (Bairro Humaitá)
Espetáculo “O Amargo Santo da Purificação. Foto: Mariana Rotilli/ Divulgação
Festival Ói Nóis Aqui Traveiz
De 17 a 30 de julho em diversos espaços da cidade
Programação aberta ao público / entrada franca
distribuição de senhas às 19h30 (para os espetáculos da Álvaro Moreyra e Terreira da Tribo)
Sinopses dos espetáculos:
Violeta Parra – Uma Atuadora
A performance cênico musical “Violeta Parra – Uma Atuadora” se solidariza com o povo chileno neste momento de luta por melhores condições de vida e apresenta um repertório que mistura o andino com ritmos brasileiros na voz da atuadora Tânia Farias e do violonista e compositor Mário Falcão. Com esse viés mestiço a performance veste as canções deste ícone da arte da América do Sul. Conhecida no Brasil principalmente pelas composições “Gracias a la Vida” e “Volver a los 17”, seu legado é inestimável para a música engajada latino-americana. Primeira experiência da Tribo onde a música está em primeiro plano.
Desmontagem Evocando os Mortos – Poéticas da Experiência
Conceito novo no cenário cultural, uma desmontagem se constitui como uma linguagem híbrida entre o espetáculo teatral e a reflexão teórica sobre a obra. Em ‘Evocando os Mortos – Poéticas da Experiência’, com concepção e atuação de Tânia Farias, a atriz refaz o caminho da criação de personagens emblemáticos da dramaturgia contemporânea. Constitui um olhar sobre as discussões de gênero, abordando a violência contra a mulher em suas variantes. No desvelamento dos processos de criação de diferentes personagens, criadas entre 1999 e 2011, a atriz nos mostra quanto as suas vivências pessoais e do coletivo Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz atravessam os mecanismos de criação. “Evocando os Mortos – Poéticas da Experiência” circulou por diversas cidades do país e foi apresentada em Cuba, na Argentina e Portugal.
“Quase Corpos”. Foto: Eugênio Barbosa /Divulgação
‘Quase Corpos: Episódio 1 – A Última Gravação’ é um estudo do teatro de Samuel Beckett que revela a fragmentação do corpo físico, psíquico e das relações sociais. Temas como solidão, sofrimento, fracasso, angústia, absurdo da condição humana e morte são abordados a partir da pesquisa de linguagem e do trabalho autoral que os atuadores desenvolvem. A encenação, versão livre da peça Krapp’s Last Tape, mostra o confronto de um homem de 69 anos com o seu passado. O velho homem escuta num antigo gravador a fita-registro de 30 anos atrás. Escuta sua própria voz narrar extintas aspirações, lembranças de amores perdidos, a morte da mãe, a esperança não confirmada de êxito comercial literário. Memórias de fracassos, declínio e dissipação.
‘O Amargo Santo da Purificação – Uma visão alegórica e barroca da vida paixão e morte do revolucionário brasileiro Carlos Marighella’
Encenação coletiva para Teatro de Rua conta a história de um herói popular que a classe dominante tentou banir da cena nacional durante décadas. Marighella foi protagonista na luta contra as ditaduras do Estado Novo e do Regime Militar. A dramaturgia elaborada pela Tribo parte dos poemas escritos pelo baiano que, transformados em canções, são o fio condutor da narrativa. A encenação utiliza a plasticidade das máscaras, de elementos da cultura afro-brasileira e figurinos com fortes signos, criando uma fusão do ritual com o teatro dança. O Ói Nóis Aqui Traveiz traz para as ruas da cidade uma abordagem épica das aspirações de liberdade e justiça do povo brasileiro.
Espetáculo MEDEIA – Fotos Laura Testa/ Divulgação
M.E.D.E.I.A
O solo da atuadora Tânia Farias parte da montagem Medeia Vozes, inspirada na obra homônima de Christa Wolf, que integra o repertório da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz. No texto está a versão antiga e pouco conhecida do mito, trazendo uma mulher que não cometeu nenhum dos crimes de que é acusada na versão de Eurípedes. Por mais de dois mil anos, Medeia, uma das mais poderosas mulheres da mitologia grega, é acusada de várias atrocidades, tais como o fratricídio, o infanticídio e o envenenamento de Glauce, e é esta imagem que foi imposta à consciência ocidental que a Tribo vem negar nesse espetáculo solo de Tânia Farias. Medeia é uma mulher que enxerga seu tempo e sua sociedade como são. As forças que estão no poder manifestam-se contra ela, chegando mesmo à perseguição e banimento, ela é um bode expiatório numa sociedade de vítimas.
Onde? Ação N°2
A performance provoca de forma poética reflexões sobre o nosso passado recente e as feridas ainda abertas pela ditadura militar. A ação se soma ao movimento de milhares de brasileiros que exigem que o Governo Federal proceda a investigação sobre o paradeiro das vítimas desaparecidas durante o regime militar, identifique e entregue os restos mortais aos seus familiares e aplique efetivamente as punições aos responsáveis.
Manifesto de Uma Mulher de Teatro
A performance parte da personagem Ofélia, de um dos textos mais contundentes da dramaturgia contemporânea, Hamlet Machine de Heiner Müller – marcante na trajetória da atriz Tânia Farias, e traz ao centro da arena a vociferação contra a engrenagem de violências às quais mulheres são continuamente submetidas. Vozes como as de Violeta Parra, Gioconda Belli e da própria atriz, que ousa contar detalhadamente sua história pessoal de violência sofrida e intercruzar com outra real, a de Magó, bailarina barbaramente violentada e assassinada em 2020, ao qual a atriz presta homenagem.
Cineclube/ Filmes
Kassandra In Process
A partir das filmagens do espetáculo Aos que virão depois de nós – Kassandra In Process, a Tribo e a Catarse – Coletivo de Comunicação elaboraram este registro, o primeiro audiovisual do Selo Ói Nóis na Memória. O espetáculo é resultado da pesquisa em Teatro de Vivência realizada pela Tribo e recebeu, entre outros, o Prêmio Açorianos 2002 de Melhor Espetáculo e o Prêmio Shell 2007 na Categoria Especial pela Pesquisa e Criação Coletiva. Duração: 67 minutos
Raízes do Teatro
O título do documentário, com direção e roteiro de Pedro Isaias Lucas, é o nome do projeto criado pelo Ói Nóis Aqui Traveiz para sistematizar o estudo das origens ritualísticas do teatro. O filme aborda os mitos que resultaram em quatro espetáculos do grupo: ‘Antígona – Ritos de Paixão e Morte’ (Prêmio Açorianos 1990), ‘Missa para Atores e Público sobre a Paixão e o Nascimento do Dr. Fausto de Acordo com o Espírito de Nosso Tempo’ (Prêmio Açorianos 1994), ‘Aos Que Virão Depois de Nós – Kassandra in Process’ (Prêmio Açorianos 2003, Prêmio Shell SP 2007) e ‘Medeia Vozes’ (Prêmio Açorianos 2013). Duração: 26 minutos
A Missão – Lembrança de uma Revolução
Registro audiovisual de encenação realizada em 2006/2007. A montagem, versão livre da obra de Heiner Müller, evoca a revolta dos escravos na Jamaica nos anos seguintes à Revolução Francesa e reflete sobre o Terceiro Mundo: objeto de exploração e, simultaneamente, fermento do novo. A poética cênica de A Missão insere-se na “dialética poética do fragmento” e dirige-se primordialmente aos sentidos, mas a intenção é também “fazer pensar”. Duração: 120 minutos
Viúvas – Performance Sobre a Ausência
O filme de Pedro Isaias Lucas registra o espetáculo apresentado em 2011 na Ilha do Presídio (Ilha das Pedras Brancas). Na encenação, mulheres lutam pelo direito de saber onde estão os homens que desapareceram e foram mortos pela ditadura civil militar que se instaurou em seu país. A utilização desse espaço não-convencional para a encenação pretendeu estabelecer uma relação entre os sentidos do trabalho sobre o imaginário e a história recente da América Latina; e as referências simbólicas, o registro emocional, os elementos de memória e o caráter institucional da Ilha do Presídio. Duração: 72 minutos
Desmontagem – Meierhold
O audiovisual é uma homenagem ao ator, diretor e teórico russo Vsevolod Meierhold. Criado durante a pandemia a obra parte da encenação da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz ‘Meierhold’, versão livre da peça do argentino Eduardo Pavlovsky “Variaciones Meyerhold”. Encenado pelo ator Paulo Flores, que interpreta o personagem principal em um relato póstumo, intercalando lembranças fragmentadas sobre marcos de sua trajetória. A criação cênica da Tribo explora diferentes linguagens e recursos, como fragmentos de poesias surrealistas e cenografia construtivista. Duração: 40 minutos
Medeia Vozes
Registro inédito com fotografia e edição de Pedro Isaias Lucas. Em Medeia Vozes, a Tribo de Atuadores aborda uma versão antiga e desconhecida do mito, trazendo uma mulher que não cometeu nenhum dos crimes de que Eurípides a acusa. A Medeia pacifista do Ói Nóis Aqui Traveiz demonstra a inutilidade de todo processo bélico numa encenação onde somam-se vozes de mulheres contemporâneas como as revolucionárias alemãs Rosa Luxemburgo e Ulrike Meinhof, a somali Waris Diriiye, a indiana Phoolan Devi e a boliviana Domitila Chungara, que enfrentaram de diferentes maneiras a sociedade patriarcal em várias partes do mundo. Duração: 180 minutos
Lê, Dores de Gênero
Audiovisual realizado a partir do convite do Sesc São Caetano/SP de ‘Subverter’ uma obra teatral que teve relevância na nossa trajetória. Escolher Ledores do Breu, da Cia do Tijolo, é antes de tudo o reconhecimento da importância dessa obra e sua relevância, mas também de, ao subverter o gênero do narrador e personagem, evidenciar uma camada substancial do espetáculo que fica nas sombras na sua versão original, o feminicídio. Aqui é a mulher quem conta. A história parte de sua visão de violências e dores cotidianas. A proposta é construída poeticamente utilizando os recursos de dança/teatro. Duração: 18 minutos
As Canções Iluminadas de Amor seguem sua trajetória, acompanhadas pelos músicos Clauber Scholles, Rvst e Rika Barcellos
Nosso menestrel segue ‘rodando el mundo’ com sua turnê Canções Iluminadas de Amor e retorna a Porto Alegre, onde se apresenta no Theatro Fuga, dia 13 de julho, Dia Mundial do Rock. No show, Wander Wildner nos apresenta um repertório musical que descreve sua incrível viagem do velho mundo material romântico para o maravilhoso e cósmico espaço do amor universal. Numa frequência muito elevada ele faz um retrospecto de sua carreira e mostra algumas músicas que estarão em seu próximo álbum – SubVersões – que está sendo produzido por @rvst.mvsica, como Beside You, de Iggy Pop, Sangue Latino, dos Secos & Molhados, e Pra viajar no cosmos não precisa gasolina, de Nei Lisboa. Neste show, Wander estará acompanhado de Clauber Scholles, no baixo, Rvst, na guitarra, e Rika Barcellos, na bateria.
Tudo começou quando, em 2020, Wander entrou de cabeça no mundo literário e escreveu seu primeiro livro, Aventuras de um Punkbrega, onde descreve a saga de um personagem que passa por várias situações, muitas vezes cômicas e outras um pouco trágicas. Extasiado, ele seguiu escrevendo e em 2022 lançou sua segunda obra literária, Canções Iluminadas de Amor, onde conta como foram criadas vinte e sete músicas do seu vasto repertório, desde a época dos Replicantes até os dias atuais. O show Canções Iluminadas de Amor inspira-se nessas obras e traz as canções de todos os tempos intercaladas com novidades, como é de se esperar de um artista que não fica parado no tempo. Ambos os livros, discos e camisetas, poderão ser adquiridos na noite do show no Theatro Fuga.
Roqueiro punk folk capaz de impressionar beberrões de uísque barato que batem o pé em bailões do interior do país ou adeptos de alt-rock que rebolam sua modernidade nas festinhas blasés das capitais, Wander Wildner é um sujeito apaixonado e visceral que vive em conflito e o que faz dele um artista pop é o dom de transformar os próprios conflitos em sons e versos diretos e pungentes.
WANDER WILDNER – Canções Iluminadas de Amor
Dia 13 julho, quinta, às 21h – no Dia Mundial do Rock
O livro “Viamão 300 Anos” descreve o potencial do ecoturismo no maior município e maior reserva ambiental da Região Metropolitana de Porto Alegre.
Será lançado nesta sexta-feira, 07 de julho, das 18h às 20h na Igreja Nossa Senhora Conceição, em Viamão.
É um livro-reportagem de 200 páginas que remonta aos primórdios da ocupação do Rio Grande do Sul, desde que surgiram as primeiras estâncias nos primitivos ”Campos de Viamão” há três séculos.
Origem de quatro freguesias, que hoje abrangeriam toda a região metropolitana, inclusive Porto Alegre, Viamão foi capital do Rio Grande do Sul, no período colonial, quando os domínios portugueses foram ameaçados pela invasão espanhola. Foi a “capital da resistência”.
Perdeu importância política, ao fim da guerra, quando a capital foi transferida para Porto Alegre.
No século passado, ficou à margem do surto industrial que transformou a região. Pela abundância de terrenos baratos, tornou-se ‘cidade-dormitório’.
Em 2023, segundo a prefeitura, mais de 80 mil viamonenses (cerca de um terço da população) saem diariamente para trabalhar em Porto Alegre ou nos municípios vizinhos.
Em compensação, sem grandes fábricas, o município pode manter preservada boa parte do seu patrimônio ambiental. Esse é o ponto de convergência de uma série de iniciativas, com as quais culmina o livro.
Empreendedores, públicos e privados, inicialmente isolados, começam a formar um movimento para fazer de Viamão o maior polo de ecoturismo do Estado.
“O livro é um manifesto em defesa dos tesouros ambientais de Viamão e da economia autossustentável”, diz o editor Elmar Bones.
Com selo da Editora JÁ, “Viamão 300 anos” tem prefácio de Eduardo Bueno, textos de Rualdo Menegat, Vitor Ortiz, Rogério Mendelski e coordenação editorial de José Barrionuevo.
As fotografias de Ramiro Sanchez, edição gráfica e diagramação de Rose Tesche, pesquisas e reportagens de Cleber Dioni Tentardini.
O livro foi financiado via o Pró-Cultura, do Estado, e teve o patrocínio das empresas Vet Log e Grupo Coopernorte.
A Bossa Nova está completando 65 anos, desde o lançamento LP “Canção do Amor Demais”, que marca a estreia da consagrada dupla Tom Jobim e Vinícius de Moraes, compositores da segunda música com o maior número de gravações no mundo, Garota de Ipanema.
Este LP e outros momentos marcantes do movimento da Bossa Nova são a fonte inspiradora dos arranjos criados por Pedrinho Figueiredo para uma formação reduzida, com uma sonoridade especial, da UCS Orquestra, que estará sob a regência do maestro Manfredo Schmiedt no dia 8 de julho, em Porto Alegre.
Após uma exitosa circulação em 10 cidades do interior do estado em março deste ano, Bossa Nova no RS chega à capital com uma seleção de composições importantes e representativas da história do gênero que levou a música brasileira mundo afora.
O programa apresenta clássicos assinados por Tom Jobim como Samba do Avião, Águas de Março, Triste e Wave, esta em parceria com Vinícius de Moraes, que também tem incluído no repertório a simbólica Chega de Saudade, Garota de Ipanema e Outra Vez.
A apresentação será na Sala Sinfônica da Casa da OSPA – (Av. Borges de Medeiros, 1501) e os ingressos podem ser adquiridos na plataforma SYMPLA: https://bileto.sympla.com.br/event/83950 na bilheteria da Casa da OSPA no dia do concerto. Os valores dos ingressos a R$ 80,00 Descontos: 50% Estudantes, Idosos Amigos da OSPA (R$ 40,00); Ingresso solidário com 40% e doação de 1 kg de alimento (R$ 48,00); Apoio – OSPA – Orquestra Sinfônica de Porto Alegre e Apoio Cultural TVE e FM CULTURA, RBS TV.
Onde pode ser adquirido o ingresso: https://bileto.sympla.com.br/event/83950
As artistas visuais Claudia Flores, Helena d’Avila e Laura Fróes, contemporâneas de formação no Instituto de Artes da UFRGS, no início dos anos 90, e em tempo de produção, propõem a exposição Temporalis, que abre no dia 08 de julho, sábado, às 15h, no Museu do Trabalho, em Porto Alegre.
As três artistas, em suas vivências, convivência e trocas, identificam aspectos formais e modi operandi similares e recorrentes que as aproximam.
No texto de apresentação da mostra, Yuri Flores Machado registra a marca da passagem do tempo na prática das três artistas, no fazer e refazer, no recortar e colar de pinturas e desenhos, no reaproveitamento de trabalhos já feitos, que voltam a ser olhados para novas investidas, resultando inéditos no presente.
Claudia Flores pinta sobre algumas de suas pinturas. Helena d’Avila recorta e reorganiza um trabalho que se danificou, Laura Fróes imprime um trabalho que não existe mais a partir do registro que guardou.
Essas e outras propostas serão vistas na galeria do Museu do Trabalho, permitindo ao público conhecer os processos individuais e os pontos que fazem suas produções dialogarem.
A exposição Temporalis, fica aberta para visitação de 09 de julho a 13 de agosto, de terça a sábado, das 13h30 às 18h e nos domingos das 14h às 18h30, no Museu do Trabalho, Rua dos Andradas, 230, Centro Histórico, Porto Alegre/RS.
Obra de Claudia Flores, detalhe da Arte pintura Instruções para chegar ao horizonte XI, acrílica tela, 30×90 cm, Foto Claudia Flores/ Divulgação
Apresentação da mostra
O REMONTAR DO MUNDO | O RECOLAR DO TEMPO
“Os modos de expressão humana dependem dos corpos. O gesto é o resultado de mecanismos psicofisiológicos que atuam insistentemente até que ocorra amaterialização da arte. Desenhar e pintar são gestos vigorosos que fluem e que conquistam lugar no espaço. O que é desenhar? Van Gogh considerava que era abrirpassagem através de um muro invisível, que parece situado entre o que sentimos e o que podemos. E o que é pintar?
Nas obras aqui apresentadas há em comum a percepção de que pintar é um trabalho de reconquista de sentimentos de mundo sempre cambiantes. Em êxodo constante, os corpos almejam aproximações daquilo que se tentará novamente sentir, mais uma vez. A obra de arte como o remontar do mundo.
Claudia Flores pinta sobre a pintura. Retrabalha. Coloca algumas pinturas na máquina de lavar roupa pensando em alterar suas faturas, numa expectativa incerta. Helena d’Avila recorta frações sobreviventes de uma obra exposta no passado e que agora, em partição, reaparece no presente.
Laura Fróes revisita seus desenhos e colagens, uns guardados e outros que não existem mais, imprimindo novos trabalhos por meio de contemporâneas técnicas digitais. Collage vem do verbo francês coller e significa literalmente “afixar”, “pregar”, “colar”, e como os seus cognatos – a montagem e a assemblage – é uma técnica que continua a ser utilizada por artistas contemporâneos que ampliam recorrentemente os seus efeitos de sentido ou mesmo o seu significado primeiro.
As três artistas visuais reunidas nesta exposição retrabalham pretéritas obras, sem restrições ao colar, ao descolar, cortar, sobrepor, rasgar, ao remontar. A obra de arte como o recolar do tempo.”
Yuri Flores Machado- Historiador da Arte-Mestre em Artes Visuais- Julho de 2023
obra de Helena d’Avila Sem Título Acrílica sobre E.V.A. 2023 dimensões diversas. Foto: Helena d’Avila/ Divulgação
Quem são
CLAUDIA FLORES – Reside e trabalha em Porto Alegre/RS. É artista visual, professora e tradutora. Bacharel em pintura e Mestre em Aquisição da Linguagem pela UFRGS. Desenvolve trabalho artístico em pintura, desenho e colagem em seu ateliê. Sua pesquisa poética se dá em torno da ideia de memória, usando como referência imagens de paisagens e pessoas a partir de fontes diversas. Realizou exposições individuais no Museu de Arte de Santa Maria, Galeria Espaço Cultural Duque e Casa Amarela, em Porto Alegre. Participou de exposições coletivas no Instituto Ling, Ocre Galeria, Associação Chico Lisboa, Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre, MARGS, Instituto Goethe, entre outras. Participou do 23º Salão de Artes Plásticas da Câmara Municipal de Porto Alegre (2022). É artista representada pela Ocre Galeria.
HELENA D’AVILA – Reside e trabalha em Porto Alegre, RS. Graduada em Artes Visuais pela UFRGS, e pós-graduada em Produção Cinematográfica pela PUC/RS. Trabalha com pintura, objetos e vídeo-arte. Participou do grupo “3×4 VIS(i)TA” durante dez anos, com o lançamento de livro. Possui obras em acervos públicos e Fundações de Arte. Realizou exposições individuais como: Projeto Rumos ITAU, Brasília/DF, Realizou exposições individuais tais como: Projeto Rumos ITAU, Brasília/DF em 1994; no Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural – IPAC, Salvador/BA; na Galeria Xico Stockinger – MACRS, Porto Alegre/RS; no Museu Luiz de Queiroz, São Paulo/SP; e na Galeria Anexo 535, Porto Alegre/RS em 2021. Participou de diversos Salões e exposições coletivas no Brasil e exterior como: Projeto 3×4 VIS(i)TA e visitados – MAC, Porto Alegre/RS; II Prêmio Gunther de Pintura – MAC/Ibirapuera, São Paulo/SP e Usina do Gasômetro, Porto Alegre; Paisagem (in) certa – SUBTE Centro de Exposiciones, Montevidéo/Uruguai; Trocas Contemporâneas – Centro Universitário Maria Antonia – USP, São Paulo/SP; Abstração e Figuração – Galeria Zagut, Rio de Janeiro/RJ; Fora das Sombras – Museu Oscar Niemeyer, Curitiba/PR. Participou de Feiras de Arte como: Artexpo New York Art Fair, Nova Iorque/EUA; Spectrum Miami Art Fair, Miami/EUA; PINTA 2020 – Miami/EUA. É artista representada pela Ocre Galeria.
LAURA FRÓES – Reside e trabalha em Porto Alegre/RS.Graduada em Artes Visuais, pelo Instituto de Artes da UFRGS. Trabalha com desenho, costura, colagem e site especific. . Participou do projeto “3×4 VIS(i)TA” que teve duração de 10 anos e culminou com o lançamento de um livro com financiamento do Fumproarte. Realizou três exposições individuais entre elasCorte/Dobra, Menção Honrosa no Prêmio IEAVIRS, 2012, e inúmeras coletivas como, A Matéria do Desenho, MACRS, Curadoria Gaudêncio Fidelis, Jovem Pintura Figurativa do RS, MACRS, Curadoria Paulo Gomes, Projeto João Fahrion 10 Anos – artista convidada, MACRS; e dos projetos especiais A Casa da Ilha da Pólvora do Arte Construtora – artista colaboradora, Plano:B – artista idealizadora e integrante da exposição independente e Remetente – Uma Leitura de Artista – artista idealizadora e integrante da exposição independente que teve financiamento do Fumproarte, todas em Porto Alegre/RS. Foi também Prêmio Aquisição no 17º Salão do Jovem Artista e Prêmio Incentivo à Criatividade no 11º Salão Câmara Municipal de Porto Alegre. Tem obra no acervo da Fundação Vera Chaves Barcellos FVCB. É artista representada pela Ocre Galeria.
Você já imaginou Renato Borghetti tocando Beatles num arranjo tanguero louco de especial do Hique Gomez? Os dois grandes nomes do cenário musical brasileiro, reconhecidos internacionalmente, estarão juntos no palco para um concerto inesquecível em Porto Alegre.
Hique Gomez e Renato Borghetti, acompanhados pela Orquestra de Câmara da Ulbra, se apresentarão no “Consertasso”, dia 10 de julho, segunda-feira, às 18h, na Praça Gustavo Langsch, no Bairro Bela Vista, uma das mais bonitas da capital gaúcha. Leve sua cadeira de praia, com chimarrão ou espumante, para um gostoso piquenique de fim de tarde!
O Concertasso une os repertórios de Hique Gomez e Renato Borghetti, como “Barra do Ribeiro” e arranjos especiais de Hique Gomez para clássicos gauchescos como “Couro Cru”, além de outras surpresas. Já a Orquestra da Ulbra vem desenvolvendo um trabalho de excelência junto a comunidades artísticas de Porto Alegre com concertos de alto padrão já há mais de 20 anos. Música clássica de alto nível, junto a programas de música popular com concertos para grandes públicos, inclusive no auditório Araújo Vianna, sempre coordenada pelo maestro Tiago Flores.
Músicos apresentam composições de seus repertórios também. Foto: Nilton Santolin/ Divulgação.
Praça Gustavo Langsch
Nos dias 23 e 24 de março deste ano, a Praça Gustavo Langsch recebeu a ópera A Flauta Mágica, em adaptação e versão de Hique Gomez, que fez também a narração com um grupo de músicos cantores líricos e sob regência do maestro alemão Adam Smith, que veio especialmente para a ocasião. Durante os dois dias, famílias com toalhas de piquenique e cadeiras de praia tomaram a praça e se encantaram com um show único de interpretações. Desde então, a praça ficou apta para novas performances. “O dourado do outono, com as folhas de plátanos e outras árvores que ganham cores especiais nesta época, prometem um belíssimo concerto”, diz Hique Gomes.
A Entrada é gratuita, mas haverá coleta de roupas para o projeto POA QUE CUIDA – Campanha do Agasalho e do Alimento 2023, da Prefeitura de Porto Alegre.
SERVIÇO
O QUE: CONCERTASSO com Hique Gomez e Renato Borghetti com Orquestra da Ulbra
DATA: 10 de julho
HORÁRIO: 18h
LOCAL: Praça Gustavo Langsch, no Bairro Bela Vista
ENTRADA FRANCA, com doações de roupas para o projeto POA QUE CUIDA – Campanha do Agasalho e do Alimento 2023, da Prefeitura de Porto Alegre
Em caso de chuva, o evento será transferido para uma data a ser definida.