Categoria: Cultura-MATÉRIA

  • Ballet Vera Bublitz dança “Dom Quixote” no Theatro São Pedro, no final de semana

    Ballet Vera Bublitz dança “Dom Quixote” no Theatro São Pedro, no final de semana

    Adaptação será apresentada em 4 sessões nos dias 10 e 11 de dezembro. Espetáculo terá a participação dos bailarinos Paulo Rodrigues e Marcos Silva, que estão entre os melhores do Brasil na atualidade, do argentino Martin Miguel Moyano e do cubano Luis Gonzales.

    Cena de Dom Quixote. Foto: Daniel Martins/ Divulgação

    O Ballet Vera Bublitz (BVB) entrou para a história da dança do Rio Grande do Sul com montagens como a apresentada neste ano com Dom Quixote no Teatro do Sesi. O sucesso de público e de crítica volta ao palco, desta vez, no Theatro São Pedro, em uma adaptação criada especialmente pela mais tradicional escola de dança do Estado: “Dom Quixote – O Sonhador”. O espetáculo será apresentado em quatro sessões, no sábado, dia 10 de dezembro, às 15h30 e às 19h30, e no domingo, dia 11, às 10h30 e às 16h30. Mais informações e ingressos podem ser solicitados pelos números  (51) 98474-1252 (sede Corte Real) e (51) 99933-3310 (sede Lucas de Oliveira).

    “É uma honra apresentar nossa montagem especial desse que é um dos mais festivos espetáculos de ballet de repertório no Theatro São Pedro. No palco, estarão os nossos talentos que brilham em apresentações no Brasil e no exterior, os demais alunos da escola, e convidados especiais. É uma grande celebração que une toda a família BVB. Serão apresentações para encantar e envolver bailarinos e apreciadores da dança de todas as idades”, destaca a diretora Vera Bublitz.

    Carlla e Vera Bublitz – Daniel Martins/ Divulgação

    Convidados

    Da Companhia Paulista de Dança Adriana Assaf, foram convidados os bailarinos Paulo Rodrigues e Marcos Silva. Eles se revezarão nas apresentações, interpretando o protagonista, o barbeiro Basílio, e o papel de Espada.  Paulo Rodrigues recebeu o título de melhor bailarino do Festival de Dança de Joinville e é considerado um dos melhores bailarinos brasileiros da atualidade. Em sua trajetória passou por importantes companhias mundiais de dança, como Joffrey Ballet, de Chicago. Também foi convidado para dançar na Gala Stars, em Moscou, onde cursou aulas no Teatro Bolshoi, da Rússia.

    Da mesma companhia, Marcos Silva, é outro destaque da dança do Brasil. Em 2021, foi indicado como Melhor Coreógrafo no Festival de Dança de Joinville. Em sua trajetória coleciona apresentações internacionais como convidado nos Estados Unidos e Rússia e premiações como melhor bailarino no Brasil e no exterior.
    
    
    Outro convidado é o argentino Martin Miguel Moyano, que vai interpretar o divertido Camacho em “Dom Quixote – O Sonhador”. O premiado bailarino internacional já protagonizou alguns dos principais balés de repertório e se destaca por ser também um exímio dançarino de tango. Com Augusto Balizano, forma o único casal gay profissional de tango realizando exibições nas mais prestigiadas milongas de Buenos Aires e em apresentações internacionais na Alemanha, Inglaterra, Suécia e Dinamarca.
     
    O espetáculo conta ainda com a participação especial de Luis Gonzalez, bailarino cubano, cuja brilhante trajetória, iniciada aos nove anos na Escola Nacional de Ballet de Havana, culminou com o diploma de professor e bailarino. Em seguida, na Companhia de Ballet de Camaguey, a mais importante de Cuba, atuou inicialmente como solista e depois como primeiro bailarino. Hoje é um dos professores mais destacados no Brasil, onde atua como jurado, professor e coreógrafo em diversas cidades. Ele será uma das atrações da parte cigana da apresentação, no domingo, ao lado da professora e coreógrafa Rejane Rangel, do Ballet Vera Bublitz. Juntos, eles participaram da montagem do espetáculo. No sábado, os papéis caberão a Patrick Bublitz, que também atuou na produção de Dom Quixote, e da bailarina Giovana Ryff. Ambos já haviam brilhado nas apresentação do espetáculo no Theatro do Sesi.
     
    Destaques
    A dupla de bailarinos Giovana Ryff e Patrick Bublitz. Foto: Daniel Martins/ Divulgação


    Em “Dom Quixote – O Sonhador”, os talentos do Ballet Vera Bublitz serão partners dos convidados Paulo Rodrigues e Marcos Silva. Para encenar a protagonista Kitri, foram selecionadas as bailarinas Catarina Costa e Alicia Sassi. E, no papel da personagem Mercedes, estão as bailarinas Larissa Silveira e Isabela Azevedo de Azevedo.

    Para a diretora Carlla Bublitz, a apresentação desse espetáculo encerra um ano de conquistas nacionais e internacionais para o Ballet Vera Bublitz. “Conquistamos premiações na etapa brasileira do YAGP – Youth American Grand Pix e estaremos presentes, mais uma vez, na final desse que é o mais importante torneio mundial de dança em 2023. Nossas alunas também foram selecionadas para intensivos de dança em Portugal, na Itália, na Inglaterra, na França e nos Estados Unidos. E, para o próximo ano, estamos preparando a terceria edição do FIDPOA – Festival Internacional de Dança de Porto Alegre”, antecipa.

    O bailarino convidado, Paulo Rodrigues Foto : Daniel Martins/ Divulgação

    Serviço:

    “Dom Quixote – O Sonhador” no Theatro São Pedro
    Apresentações: 10/12 (15h30 e 19h30) e 11/12 (10h30 e às 16h30)
    Duração do espetáculo: 1h3O
    Endereço: Praça Marechal Deodoro, s/n – Porto Alegre
    Ingressos: R$ 100 – podem ser solicitados pelos números  (51) 98474-1252 (sede Corte Real) e (51) 99933-3310 (sede Lucas de Oliveira).

     

  • Street Expo Photo celebra cinco anos de arte na rua com nomes consagrados do Brasil e talentos locais

    Street Expo Photo celebra cinco anos de arte na rua com nomes consagrados do Brasil e talentos locais

     

    Walter Firmo/ Divulgação
    Walter Firmo, uma das atrações nacionais da mostra/ Divulgação

    Celebrando cinco anos de existência como a única e pioneira galeria de arte a céu aberto do Rio Grande do Sul, a Galeria Escadaria abre no próximo sábado, dia 10, às 16 horas, a quinta edição da Street Expo Photo 2022. A galeria fica em um local ícone da arquitetura de Porto Alegre, o Viaduto Otávio Rocha, no Centro Histórico.

    FOTO: Daisson Flack/ Divulgação
    Foto: Felipe Mandarino/ Divulgação

    A Street Expo Photo 2022 vem recheada de atrações. São 94 fotógrafos participantes, diagramados em 17 grandes painéis com 150 fotos em grande e médio formato.  O ponto diferenciado da mostra, segundo seu curador Marcos Monteiro “é a criação   de novas situações, ao compor fotos de ícones da fotografia brasileira como Walter Firmo, Gal Oppido, José  Roberto Bassul,  Penna Prearo, entre  outros mestres. Expostos no mesmos espaço, juntos com novos e competentes talentos.”

    Foto: Douglas Fischer/ Divulgação
    Foto: Andréa Seligman/ Divulgação

    A Street Expo Photo fica no Viaduto da Borges de 10 dezembro até dia 10 de fevereiro. A partir do dia 15 de fevereiro estará na Galeria Arte Restinga, na Praça Esplanada da Restinga com exibição até 15 de abril. O homenageado dessa edição é o fotógrafo Marcos Varanda. O curador Marcos Monteiro explica: o” Marcos Varanda está presente em nossos projetos desde a grande exposição de rua Mosaicografia no Largo Glênio Peres em 2016 e em todas as edições da Street Expo Photo desde 2018, fazendo a curadoria adjunta. Através de seus contatos, a Street tem mostrado o trabalho de fotógrafos internacionais, em especial os de Portugal”.

    Foto; Alexandre Langer/ Divulgação
    Foto: Heloiza Averbuck/ Divulgação

     

    A Street Expo Photo em parceria com o Foto Clube Porto-alegrense promove um encontro presencial com o curador e fotógrafo Marcos Varanda, no dia domingo, dia 11, na Sala Sergio Napp 2, na Casa de Cultura Mário Quintana. “Quando ele fará a Leitura de Portfólio de até vinte privilegiados”, ressalta Marcos Monteiro

    Foto: Anelise Barra Ferreira/ Divulgação.
    Foto: Rose Battistella/ Divulgação

    Quem é

    O homenageado dessa edição, Marcos Varanda se define assim, resumidamente: Quem é Varanda?:  “paulistano, 61 anos, fotógrafo, colecionador, curador, empreendedor,

    Incentivador cultural e acima de tudo, um inquieto. Minha formação começou autodidata, passou pelo Museu de Arte Moderna – MAM-SP, Museu da Imagem e do Som – MIS-SP, Workshops nacionais com Marcelo Greco, Gal Oppido, Pépe Mélega, Cristiano Mascaro, Armando Prado, Walter Firmo e Rosely Nakagawa e internacionais com Leo Divendal e Steve Pike e Pós-graduado em fotografia na Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP com o trabalho de pesquisa denominado “Mario Cravo Neto- A imagem escultórica”.

    SERVIÇO

    Street Expo Photo

    Abertura: 10 de dezembro de 2022, as 16 horas

    Encerramento: 10 de fevereiro de 2023

    Local: Galeria Escadaria

    Endereço: Viaduto Borges de Medeiros, Centro Histórico

    CONTATOS:

    Marcos Monteiro: (51)99935- 0608 (curador)

    Gmail: streetexpophoto@gmail.com

    Marcos Varanda: +55 (11) 97189-7776 (curador-adjunto)

    marcos.varanda@terra.com.br

    marcosvarandaphoto

     

  • Retrospectiva de Licínio Azevedo na Casa de Cultura Mário Quintana

    Retrospectiva de Licínio Azevedo na Casa de Cultura Mário Quintana

    Até 10 de dezembro, na cinemateca Paulo Amorim da Casa de Cultura Mário Quintana, a  “Retrospectiva Licínio Azevedo”, organizada pelo IECINE, Casa de Cultura Mário Quintana, Cubo Filmes, e revista Parêntese.

    A curadoria é Carlos Caramez, Glênio Póvoas e Mônica Kanitz. Em todas as sessões, o diretor gaúcho, radicado na África, estará presente para apresentar e comentar os seus filmes. Os ingressos são gratuitos e retirados na bilheteria da Cinemateca.

    Programação

    RETROSPECTIVA LICINIO AZEVEDO

    Um gaúcho filmando na África

    2/12 – Sexta Feira
    O Grande Bazar (2006) – 56 min

    Nhinguitimo (2021) – 25 min
    3/12 – Sábado

    Colheita do Diabo (1988) – 52 min

    Ilha dos Espíritos (2009) – 63 min
    4/12 – Domingo
    Marracune (1990) – 50 min

    Hóspedes da Noite (2007) – 53 min
    6/12 – Terça Feira
    Desobediência ( 2012) – 1h e 32m
    7/12 – Quarta Feira
    A árvore dos Antepassados (1994) – 50 min

    Acampamento de Desminagem (2005) –  60min
    8/12 – Quinta Feira
    Comboio de Sal e Açúcar (2016) – 1h e 33min
    9/12 – Sexta Feira
    Virgem Margarida (2011) – 1h e 30m
    10/12 – Sábado
    Nigth Stop ( 2002) – 52 min

    Mãos de Barro (2003) – 50 min
    Licínio Azevedo é gaúcho, jornalista, escritor, roteirista, produtor e diretor de cinema, radicado em Moçambique, desde o final dos anos 70. Em Porto Alegre, estudou no Colégio Júlio de Castilhos,  forma-se em jornalismo em 1975, pela PUCRS. Ainda na faculdade, começou a trabalhar na reportagem policial em Zero Hora, Folha da Manhã. Esteve na Argentina, durante as guerrilhas do ERP e dos Montoneros, no Peru, na Bolívia e na Guatemala, entre outros países da América Latina, sempre cobrindo movimentos de libertação popular e temas sociais. Na sua volta a São Paulo, no Jornal da Tarde, publicou com Caco Barcellos e fotos de Avani Stein uma série de reportagens sobre o terremoto da Guatemala, ocorrido em 4 de fevereiro de 1976. Na capital paulista também trabalhou na imprensa independente e foi editor e colaborador de várias publicações da imprensa alternativa brasileira, entre elas: “Versus”, ”Movimento”, ”Repórter”, “Opinião”, além do  “Coojornal”, no sul. Foi um dos ganhadores do prêmio Wladimir Herzog, em 1980, com a reportagem “Valeu a pena voltar?”, publicada no Coojornal, de Porto Alegre.

     

    Para conhecer mais a história do cineasta Lício Azevedo e sua trajetória segue o link da reportagem da Revista parêntese: https://www.matinaljornalismo.com.br/parentese/entrevista/licinio-azevedo-um-gaucho-filmando-na-africa/

     

  • “Glossário da Terra” mergulha no complexo universo da posse e da propriedade da terra

    “Glossário da Terra” mergulha no complexo universo da posse e da propriedade da terra

    Será em São Paulo, nesta quarta-feira, o lançamento nacional do Glossário da Terra – Dicionário da Regularização Fundiária, de Sales Carvalho, a mais recente publicação de Jornal JÁ Editora.

    O lançamento será durante o VII Congresso Internacional de Engenharia de Agrimensura, Cartografia, Cadastro e Topografia, que pela primeira vez ocorre no Brasil.

    O autor mergulha no complexo universo que envolve a posse da terra, para explicitar o significado de cada palavra ou expressão sem as quais é impossível transitar com segurança pelas questões que envolvem a terra, posse, o direito e o uso dela, no meio urbano ou rural.

    O professor Francisco de Sales Vieira de Carvalho é engenheiro agrimensor e mestre em engenharia civil, com experiência em Ciências Geodésicas, especializado em Cadastro Técnico Multifinalitário. Trabalha no cadastro de imóveis rurais e urbanos, ordenamento territorial, georreferenciamento, agrimensura e cartografia legal.

    Coordena o Curso de Engenharia de Agrimensura e Cartográfica da Faculdade de Engenharia de Agrimensura de São Paulo (FEASP). Há mais de 25 anos é analista de desenvolvimento agrário da Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo “José Gomes da Silva” (ITESP). Preside o Instituto de Governança Fundiária do Brasil (IGFB) e a Associação Profissional dos Engenheiros Agrimensores no Estado de São Paulo (APEAESP).

    O livro pode ser adquirido no site da Jornal JÁ Editora, na Amazon.com.br ou com seu livreiro favorito.

    Glossário da Terra – Dicionário da Regularização Fundiária

    De Sales Carvalho

    180 páginas, 625 verbetes

    14 c, x 21 cm, 362 gr

    Jornal JÁ Editora, Porto Alegre, 2022

    ISBN 978 65 86412-08-6

     

     

     

     

  • “O povo nunca aceitou atos violentos em silêncio”

    “O povo nunca aceitou atos violentos em silêncio”

    O Ministro do Supremo Tribunal(STF), Edson Fachin, mesmo com seus afazeres diários na suprema corte, encontrou tempo para ler  “A Independência Além do Grito – A Grande aventura épica do surgimento da Nação brasileira”, livro do jornalista José Antonio Severo , publicado em setembro deste ano pela editora JÁ, de Porto Alegre.

    “O momento é propício para lembrar e relembrar que o povo brasileiro nunca assistiu passivo à exploração que sofreu. Tampouco aceitou em silêncio atos violentos.”, diz Fachin. Para ele,  o autor demonstra de modo exemplar ter sido consequência de conflitos políticos no interior do país e a origem de muitas outras disputas que o Brasil precisou enfrentar para se consolidar como Nação.

    “Vejo na obra uma percuciente e importante pesquisa histórica feita por José Antônio Severo, a merecer todas as nossas homenagens, porquanto relata que a Independência do Brasil não se resume ao ato de Dom Pedro I às margens do Ipiranga, ainda que se dê, ao então Príncipe Regente, as honras e o mérito de conduzir a Independência, mesmo no status de herdeiro do trono da colonização.”. E diz mais:

    “Não há texto sem contexto, e Severo bem hauriu essa vocação quando registra que a insatisfação popular com a arrogância e intransigência da elite portuguesa nas negociações com representantes do Brasil foram fatores a provocar insurreições em diversos territórios da nova nação (Grão-Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Pernambuco, Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro, Cisplatina) contra o domínio da metrópole. Demonstra-se aí a intensa participação do povo nessa luta, inclusive das mulheres.”.

    Fachin ressalta a informação do livro que  após grande derramamento de sangue, e não exatamente no dia 7 de setembro de 1822 – como fazem crer os livros didáticos de História – nos dois a três anos seguintes, nações importantes reconheceram a independência do Brasil e, em 1824, após a dissolução da Constituinte por Dom Pedro I, o Brasil tem outorgada a sua primeira Constituição. Um caminho aberto para se chegar a atual conjuntura da República, suas sístoles e diástoles.

    “ Severo nos presenteia com uma lição sobre a democracia racial piauiense. Para a época, um escândalo, conforme narra à Coroa um funcionário Público português recém-chegado da Europa, vez que neste terreno (Piauí) todos têm a mesma estima uns pelos outros, sejam brancos, mulatos, pretos. Todos se tratam com recíproca igualdade e termina concluindo: “No Piauí tudo era diferente”

    Fachin diz: “Comunga da visão de que revisitar a história do Brasil é sempre necessário. Reitera  a importância da pesquisa com a finalidade de elucidar os fatos históricos, em especial as que possuem tamanha riqueza de detalhes”.

    “Severo deixou para a vida um legado que o faz eterno”, diz ao se referir ao escritor que morreu em 2020, depois de concluir a obra que serviria de argumento para um séria sobre a independência do Brasil da TV Cultura de São Paulo. (Ivanir José Bortot)

  • Sarau da Editora Libretos leva cultura e arte a cinco bairros de Porto Alegre

    Sarau da Editora Libretos leva cultura e arte a cinco bairros de Porto Alegre

     

    A Libretos Editora lança no próximo sábado, 26 de novembro, o Sarau Libretos, projeto que vai realizar cinco encontros com poesia, música, leitura, feira de livros e debate em diferentes bairros de Porto Alegre. A entrada é franca.

    A 1ª edição acontece no Galpão Cultural do Morro da Cruz, com Negra Jaque, Fátima Farias, Marcia do Canto e Nina Nicolaiewsky, além de Batalha de Rimas e visita ao Mirante.

    Ao longo do ano de 2023, estão previstos, ainda, eventos culturais na Restinga, Vila Bom Jesus, Centro Histórico e Morro Sant’Ana. A produção conta com recursos do Governo do Estado do Rio Grande do Sul por meio do Pró-cultura RS FAC (Fundo de Apoio à Cultura) Publicações.

    Fátima Farias. Acervo pessoal/Divulgação

    Fátima Farias, autora do livro Mel e Dendê (publicado pela Libretos), poeta que trata em seus livros sobre a vivência da população negra, seus desejos, sua luta, as injustiças sofridas, o direito ao estudo, ao trabalho e a uma vida digna.

    Negra Jaque. Divulgação

    Negra Jaque, com um pocket show de hip-hop que liga a literatura e a música em um encontro potente; e uma Batalha de Rimas, de hip-hop, quando haverá premiação, com torcidas presentes. O rap, expressão que encontra suas raízes em territórios do continente africano através de sua oralidade, e a poesia falarão de sentimento e narrativa pura.

    Marcia do Canto e Nina Nico. Divulgação

    E Marcia do Canto, atriz e autora do livro Acho Chato e Ponto (publicado pela Libretos), sobre a fase de letramento, quando se começa a aprender a ler e tudo é muito difícil. Com participação especial da cantora e compositora Nina Nicolaiewsky.

    Sarau Libretos no Galpão Cultural do Morro da Cruz
    Sábado, dia 26 de novembro, das 10h às 18h
    Com Negra Jaque, Fátima Farias, Marcia do Canto e Nina Nicolaiewsky. E ainda: Batalha de Rimas, Feira do Livro e Visita ao Mirante
    Entrada Franca
  • Livro-reportagem resgata a invasão da Fazenda Sarandi, na pré-história do MST

    Livro-reportagem resgata a invasão da Fazenda Sarandi, na pré-história do MST

    O jornalista Ayrton Centeno foi ao Instituto de Educação Josué de Castro (IEJC), centro de formação instalado no Assentamento Filhos de Sepé, em Viamão, apresentar seu livro “Primeira Terra”.

    O livro conta com detalhes de romance a ocupação da Fazenda Sarandi, em 1979 — antes portanto da fundação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

    Foi um momento diferente na carreira de Centeno.

    Jornalista desde os 17 anos, ele sempre foi um repórter discreto que cedo se revelou um editor prolífico, autor de livros sobre ecologia (biografia de “Roessler, o primeiro ecopolítico”), resistência à ditadura (“Os Vencedores”), poesia (biografia de Alceu Wamosy) e futebol (“O Segundo Sangue”).

    De tanto fazer reportagem junto aos camponeses sem terra, virou fonte de informação do próprio MST.

    Com 224 páginas, “Primeira Terra” é fruto do esforço pessoal do repórter. Por sua amplitude e contundência, é um épico do jornalismo que merece ser lido e discutido, tanto pelas histórias que conta como pela linguagem extremamente enxuta com que fala dos párias da sociedade brasileira.

    É uma história sulina que a partir de certo momento passa a fazer parte do movimento migratório para o Brasil Central, no embalo da sojicultora e sob a tutela dos governos militares, envolvendo loteadores agrários e cooperativas de colonização.

    Em sua narrativa, Centeno junta no mesmo contexto, mas em lados opostos, índios expulsos de suas reservas e colonos sem terras que agem como posseiros e/ou invasores de terras alheias.

    Segundo antropólogos que se debruçaram sobre esses
    movimentos, seus protagonistas – colonos sem terras e índios banidos de suas áreas originais – constituem as categorias sociais mais sacrificadas da população brasileira.

    Nesse aspecto, “Primeira Terra” é uma lição de jornalismo.

    Os nomes desses episódios dramáticos fazem parte da história: Sarandi, Nonoai, Encruzilhada Natalino; e tiveram eco ou repeteco em Chapecó, Laranjeiras do Sul e no Mato Grosso.

    Não é difícil concluir que esse drama prossegue hoje em dia na Amazônia, onde agricultores, criadores de gado,
    garimpeiros e madeireiros invadem terras de índios.

    Com foco nos episódios de 1979, Centeno recupera documentos gerados por colegas da imprensa e estudiosos da universidade.

    Um dos repórteres que estiveram nas origens da briga foi Najar Tubino, que trabalhava para o Coojornal, de Porto Alegre. Na sequência, buscaram material nessa mesma área outros repórteres: André Pereira, Renan Antunes de Oliveira, Imara Stallbaum, Carlos Wagner e Ana Amélia Lemos, hoje senadora.

    Entre eles, correndo por fora, o próprio Centeno. Ele conta:
    “Logo após a ocupação, em 1980, eu e o Guaracy Cunha, que trabalhávamos na sucursal da editora Bloch (em Porto Alegre), fizemos o filme da ocupação chamado Fazenda Sarandi. Era um super 8. Em seguida, como decorrência da ocupação, começaram a surgir barracas e mais barracas de lona preta, palha, zinco em Encruzilhada Natalino. Passamos a acompanhar o caso de Natalino, o maior acampamento de sem terra do país na época e fizemos outro super-8”.
    Mais de vinte anos depois, Centeno escreveu o roteiro do documentário chamado “Sarandi”, dirigido por Carlos Carmo, português que fora diretor de produção da TVE/RS.

    Com apoio do Ministério do Desenvolvimento Agrário, então chefiado por Miguel Rossetto, o vídeo recontou a ocupação das granjas Macali (Madeireira Carazinhense Ltda) e Brilhante, esta pertencente a Ari Dalmolin, então presidente da poderosa Fecotrigo.

    As duas granjas eram parte da fazenda Sarandi, latifúndio que abarcava as terras onde estão hoje vários municípios, como Sarandi e Ronda Alta.
    Além de contar a história dos primeiros tempos da ocupação, o filme documenta a situação do assentamento ali estabelecido quase três décadas após a desapropriação da área pelo governo do Estado.

    Para fazer o livro, Centeno aproveitou depoimentos gravados e não utilizados ou parcialmente utilizados no filme. E foi mais três vezes à região para colher mais depoimentos e fazer fotos. Além disso, o livro foi enriquecido com leituras e pesquisas históricas.

    Em alguns trechos, a narrativa toma ares de romance, pois recupera declarações dos envolvidos, na linguagem crua usada no cotidiano dos agricultores sem instrução.

    O resultado final é um livro raro que por enquanto só está disponível em dois locais: na Editora Autografia, do Rio (R$ 65,21, segundo consta em sua livraria digital) e (por R$ 45) na Livraria Vanguarda, de Pelotas, a terra natal do autor. (Geraldo Hasse)

  • Exposição “Orgânicos” exibe obras dentro  e fora do Centro de Cultura de Gramado

    Exposição “Orgânicos” exibe obras dentro e fora do Centro de Cultura de Gramado

    A exposição Orgânicos – Apropriações e Derivações, com curadoria de Anaurelino Côrrea de Barros Neto  está desde sábado (19), no Centro Municipal de Cultura Arno Michaelsen, em Gramado.

    A mostra acontece paralelamente ao grande evento do Natal Luz e fica aberta à visitação até 17 de janeiro de 2023.

    Paulo Abenzrragh e suas obra. Foto Carlos Souza / Divulgação

    A coletiva reúne obras de 67 artistas, produzidas nas técnicas de pintura e desenho, escultura, arte têxtil, objeto-escultura e fotografia-vídeo.

    Algumas esculturas estão expostas na parte externa do Centro Cultural, compondo o cenário com o Lago Joaquina Bier, que até o ano passado recebia o espetáculo Nativitaten, do Natal Luz.

    Obras da artista Nara Fogaça. Foto Carlos Souza/ Divulgação

    No vernissage, o curador e o secretário municipal da Cultura, Ricardo Bertolucci Reginato, enalteceram a importância da arte para a tradução e elevação da coletividade. O secretário destacou o trabalho de Anaurelino na curadoria, ao reunir tantas obras diversas, e o curador elogiou a produção dos artistas.

    Andrea Steiner Barros, com suas fotomobgrafias impressas em voal de 1.70 x 0,90 Foto Divulgação/ Andrea Barros

    Entre outros, integram a exposição Cho Dorneles, Cristina Rosa Bita, Heitor Bergamini, Kira Luá, Rita Gil, Nara Fogaça, Deja Rosa, Ubirajara Fernandes, Paulo Abenzrragh, Liana D’Abreu, Paulo de Araújo, Leonardo Loureiro e Graça Craidy.

    Tapeçarias de Deja Rosa Foto Carlos Souza / Divulgação

    SERVIÇO

    Visitação: de segunda a sexta das 8h às 11h45 e das 13h30 às 17h45

    Local: Centro Municipal de Cultura Arno Michaelsen

    Rua Leopoldo Rosenfeld, 818, Gramado

  • Lançamento em Brasília de A Independência Além do Grito, de José Antônio Severo

    Lançamento em Brasília de A Independência Além do Grito, de José Antônio Severo

    Será na Sebinho da 406 Norte o lançamento em Brasília do último livro do jornalista e escritor José Antônio Severo,  A Independência Além do Grito,  ilustrado por Enio Squeff  (Jornal JÁ Editora, 2022).

    Sebinho Livraria e Café é um dos locais que Severo gostava de frequentar quando estava em Brasília. O encontro de amigos e leitores do autor, falecido em 24 de setembro de 2021, está marcado para a tarde deste sábado, 19/11.

    “Severo recorreu às suas três paixões – História, Jornalismo e Cinema – para escrever seu último livro”, resumiu o colega Lourenço Cazarré. “Severo registra ângulos inusitados, que dão um condimento mais  humano à aparentemente insossa maré dos acontecimentos.”

    Foi com este texto em andamento, após extensa pesquisa, que Severo levou à TV Cultura de São Paulo a ideia de criar uma série. “Independências” vem sendo exibida em episódios semanais desde 7 de setembro.

    A diplomata Maria Auxiliadora Figueiredo percebeu no livro um objetivo: “…corrigir uma historiografia falha e omissa, que não reflete a realidade da nação brasileira no momento de seu nascimento”. Para ela, “o livro de José Antônio Severo revela ser imprescindível a vulgarização, o quanto antes, dos fatos, ideias e lutas que efetivamente levaram o Brasil a separar-se de Portugal.” Leia aqui.

    “O livro é fruto da pesquisa feita por Severo para o roteiro da série sobre 200 anos da Independência, exibida este ano pela TV Cultura”, registrou Raquel Carneiro na seção Veja Recomenda, da revista Veja.

     

  • Resenha: “A Independência não foi uma ação de homens brancos”

    Resenha: “A Independência não foi uma ação de homens brancos”

    Por Maria Auxiliadora Figueiredo*

    Viena, 1815; Rio de Janeiro, 1820; Cidade do Porto, agosto de 1820; Cidade de Santos; Cidade do Porto; Rio de Janeiro; São Vicente. Baixada santista; Lisboa….

    Diferentes cenários, com cronologias próximas ou iguais, vão introduzindo, ao longo do livro, os acontecimentos, atores, suas conversas, suas dúvidas, seus interesses e as contendas, conluios e batalhas que culminaram, em Lisboa, em 1825, com o reconhecimento da Independência do Brasil por Portugal e Inglaterra.

    O grito de 7 de setembro de 1822 tem apenas uma menção fugaz, um único parágrafo, qual seja:

    “O Grito do Ipiranga é um ato político e de planejado marketing (a palavra não existia, mas a encenação é antiga). No dia 2 de setembro, no Rio, a princesa Maria Leopoldina, com os poderes de regente interina, reuniu o conselho de ministros e, perante eles, com o consentimento prévio do marido, assinou o decreto de separação de Portugal. O objetivo do evento à margem do riacho é tornar pública a separação e comprometer São Paulo com a Regência e os atos do príncipe.”

    Para José Antônio Severo, a pequena relevância do Grito, em que pesem seu alto valor simbólico e o vigor de sua memória, está explícita no desenrolar da obra e já se evidencia no título: “A Independência Além do Grito”. Porque é disso que se trata ou o que o autor busca provar: que a Independência do Brasil não emanou de ação volitiva de Dom Pedro I às margens do Ipiranga, mas, sim, de inúmeros fatores geopolíticos e estratégicos sendo considerados à época no Brasil e na Europa, bem como de insurreições contra o domínio português que pipocavam em diferentes regiões do país e ameaçavam a integridade do território nacional. Como bem nota o autor na contracapa do livro, a vitória dos patriotas tampouco ocorreu integralmente em 7 de setembro de 1822, mas se estendeu até o ano seguinte no Nordeste e mais outro, na Província Cisplatina.

    São tantas as implicações dos acontecimentos que precederam o Grito, que Severo quase não se ocupa da experiência dos países da América hispânica que se iam tornando independentes nos moldes dos Estados Unidos e/ou conforme os ideais da Revolução Francesa. As múltiplas independências dos nossos vizinhos são, porém, lembradas na obra por protagonistas portugueses e brasileiros, como José Bonifácio de Andrada e Silva, que as têm por maus exemplos por significarem a fragmentação do antigo império espanhol nas Américas.

    Severo inicia o livro no que considera o “parto de nosso personagem, o Brasil”, o Congresso de Viena, ao qual Lisboa comparece como Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves e suas colônias de ultramar. A promoção de colônia a “reino unido” reflete a crescente autonomia de que o Rio de Janeiro passou a dispor desde a vinda da Família Real. Consiste, sobretudo, no motivo pelo qual o retorno do Brasil à situação colonial, estabelecido pelas Cortes Extraordinárias Constituintes da Nação Portuguesa após a Revolução do Porto, não poderia ser aceito pelo Príncipe Regente. A entrada em vigor da jurisdição do congresso constitucionalista português implicou, para Dom Pedro, o esvaziamento de todo o seu poder, reduzido à província do Rio de Janeiro, pois as demais Juntas Provisórias passaram a responder diretamente à Junta de Lisboa.

    José Antônio Severo considera que foi nesse quadro que se iniciou a luta pelo poder que acarretou a independência. Esse comecinho da disputa, contudo, o leitor só o encontra no quinto capítulo do livro, quando já lhe foi dado conhecer os diferentes modos de pensar dos irmãos Andradas, de Dona Leopoldina e Dom Pedro, de Dom João VI, de seus interlocutores, dos inspiradores da revolução espanhola de 1812 (que gerou a Constituição de Cadiz), dos membros de uma sociedade secreta do Porto intitulada Sinédrio, do governador militar inglês de Portugal, William Carr Beresford, dos militares portugueses insatisfeitos com o domínio militar britânico, dos chefes militares, comerciantes, jornalistas influentes e membros da maçonaria portuguesa (insatisfeitos, por sua vez, com o governo provisório e em desacordo quanto ao formato a ser adotado pelo governo que o sucederá), dos principais integrantes da Santa Aliança e até dos integrantes das tropas portuguesas enviadas ao Brasil para pacificar grupos independentistas exaltados e manifestantes nas principais cidades brasileiras.

    A densidade desses primeiros capítulos não diminui nos seguintes. Ao contrário, aumenta. O leitor continua a ser inteirado dos pensamentos dos principais atores, como de José Bonifácio, reiteradas vezes, de Dona Leopoldina e Dom Pedro, do chefe de operações na Província Cisplatina, do rei Fernando VII (que pretendia promover novamente a anexação de Portugal à Espanha), de Dona Carlota Joaquina e o príncipe Dom Miguel, de Talleyrand e Metternich no âmbito da Santa Aliança, do Duque de Wellington (Foreign Office), de diversas personalidades locais e portuguesas envolvidas nas negociações para o retorno de Dom João VI a Portugal e assim por diante.

    O parágrafo do Grito acima citado e o breve relato da paixão de Dom Pedro pela paulista Domitila de Castro Canto e Melo só vão constar do décimo segundo capítulo, quando o Príncipe Regente já terá demonstrado suas habilidades políticas em Vila Rica (Minas Gerais) e em São Paulo. Mas a situação nacional “é complicada, com guerra civil na Bahia, rebeliões em Belém e São Luís, indefinição no Recife e uma dúvida em Montevidéu, onde o governador Frederico Lecor aderiu à Independência, mas o exército português, que ocupa a cidade, ficou com as Cortes”.

    É na descrição das batalhas que José Antônio Severo nomeia muitos dos heróis e heroínas desconhecidos da Independência do Brasil. O ritmo denso e de múltiplos cenários dos capítulos sobre os modos de pensar dá lugar, a partir do Grito, a uma cenografia igualmente multifacetada, porém com vivacidade e velocidade redobradas na narração dos confrontos visando à pacificação do país e ao estabelecimento do Império, bem como na apresentação dos inúmeros comandantes e integrantes importantes de ambos os lados das refregas.

    Sem conseguir largar o livro, ao chegar às batalhas e às exposições das táticas adotadas pelos combatentes, o leitor vai tomando ciência, quase que sem perceber, da participação, no cerco de Montevidéu, do futuro Marechal Osório, comandante do exército brasileiro na Guerra do Paraguai, então com 14 anos de idade. Nos enfrentamentos na Bahia, fica sabendo do contingente de mulheres combatentes, entre as quais se encontrava Maria Quitéria, promovida a 1º cadete por ato de bravura em seu primeiro enfrentamento. Conhece, ainda, outra figura importante da Bahia, Maria Filipa de Oliveira, denominada a Marisqueira, que liderou grupo de 80 mulheres nadadoras e mergulhadoras que lograram, em alto mar, envenenar marinheiros e incendiar barcos portugueses. Já no Piauí, entre as desavenças e combates, o leitor é apresentado à diversidade étnica de sua população, em que “brancos, mulatos e pretos, todos uns e outros, se tratam com recíproca igualdade”.

    Como pretendia, José Antônio Severo demonstra, dessa forma, que a Independência não foi uma ação de homens brancos e adultos, com um único negro, espantado, assistindo, como no famoso quadro de Pedro Américo. Ao contrário, Severo alcança, na obra, seu objetivo de provar que “houve povo nessa empreitada” – e mulheres.

    Por fim, cabe assinalar que o “Independência Além do Grito” se presta admiravelmente à elaboração de sua versão cinematográfica, mas não como um único filme. Seu denso conteúdo, enorme quantidade de personagens, variedade de cenários e façanhas próprias de superproduções demandariam um seriado, com múltiplos – e deliciosos – capítulos. A necessidade maior, porém, de sua divulgação decorre do objetivo mesmo da obra: corrigir uma historiografia falha e omissa, que não reflete a realidade da nação brasileira no momento de seu nascimento. O livro de José Antônio Severo revela ser imprescindível a vulgarização, o quanto antes, dos fatos, ideias e lutas que efetivamente levaram o Brasil a separar-se de Portugal.

    • *Maria Auxiliadora Figueiredo é embaixadora aposentada. Texto publicado originalmente no Bonifácio.