Categoria: Cultura-MATÉRIA

  • Banda Osvalda dá sua versão para o rock produzido no sul do Brasil

    Banda Osvalda dá sua versão para o rock produzido no sul do Brasil

     

    Os clássicos do rock gaúcho ganham versão personalista e original na interpretação da banda Osvalda, atração que abre a programação de novembro do projeto Mistura Fina no próximo dia 03, quinta-feira, às 18h30min, no Foyer Nobre do Theatro São Pedro. A produção e a realização são da Primeira Fila Produções em correalização com o Theatro São Pedro. Como medida de acessibilidade é oferecida o serviço de audiodescrição pela OVNI Acessibilidade Universal, que está presente em toda a programação, desde a sua primeira edição. A entrada é franca (confira mais informações no “Serviço”).

    A banda OSVALDA, criada por mulheres que estão na linha de frente da música do sul do Brasil, traz no repertório o rock produzido no RS, há décadas. Biba Meira na bateria, Julia Pianta na percussão, Raquel Pianta na guitarra e no vocal, Julia Barth nos vocais e Letícia Rodrigues no baixo tocam suas versões de Saracura, Bixo da Seda, Taranatiriça, Defalla, Replicantes, Graforréia Xilarmônica e Garotos da Rua, entre outras bandas importantes. Não sem dar sua cara, seu humor, suas versões. Afinal, trata-se de uma banda de mulheres, algumas delas super atuantes no dito rock gaúcho.

    A cada nova edição, e pelo quarto ano consecutivo, o projeto Mistura Fina apresenta a diversidade da produção musical brasileira. Tem financiamento da Secretaria de Estado da Cultura, por meio da Lei de Incentivo à Cultura e patrocínio da Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul (Sulgás).

    Sobre as convidadas:

    Biba Meira – Baterista, percussionista e educadora musical, iniciou sua carreira musical em 1984 na banda Urubu Rei. Em 1987, foi escolhida a segunda melhor instrumentista do ano pela revista musical BIZZ. Referência para dezenas de bateristas no Brasil por seu trabalho com o DeFalla, banda que ganhou vários prêmios nacionais com os dois primeiros discos, entre eles, melhor baterista, melhor vocalista, melhor letrista e melhor disco. Em 2015, fundou As Batucas – Orquestra Feminina de Bateria e Percussão, que é o primeiro grupo de percussão e bateria formado exclusivamente por mulheres em Porto Alegre. Recentemente, lançou seu primeiro disco solo, “Suave Coisa Nenhuma”, premiado com o Troféu Açorianos 2018.

    Julia Pianta (baterista e percussionista). Natural de Porto Alegre, iniciou seus estudos musicais, ainda criança, na Escola de Música Beethoven, com aulas de bateria e coral infantil. Em 2017, adquiriu experiência com educação infantil dando aulas de música na escola canadense Maple Bear e como mestra de bateria, dentro do grupo de percussão da Faculdade de Medicina da PUC. Bacharela em Música Popular pela UFRGS, dentro da universidade fez parte do Coletivo das Gurias do Instituto de Artes e foi bolsista de Iniciação Científica por dois anos, com ênfase em Etnomusicologia. Desde 2016 atua como professora e regente do grupo As Batucas – Orquestra Feminina de Bateria e Percussão, nas turmas de percussão e pandeiro.

    Raquel Pianta (guitarra) – Formada em Música Popular pela UFRGS. Atualmente atua como vocalista e guitarrista da banda Hibizco. Professora de música no Grupo Vocal das Batucas, no Clube Social Pertence e também particular.

    Julia Barth (vocais) – Julia Barth é musicista, cineasta, dj e produtora cultural. Foi uma das fundadoras do projeto Girls Rock Camp Porto Alegre e coordena o Mulheres Amplificadas. Toca baixo nas bandas 3D e Cine Baltimore e é vocalista d’Os Replicantes desde 2006 e dos Alcalóides desde 1998.

    Letícia Rodrigues (baixo) – Começou na música como baixista em Santa Maria nos anos 90 na Jenny Dorme Suja. Veio para Porto Alegre nos 2000 para fazer mestrado e seguir o caminho das Neurociências, no qual se encontrou na bateria com os Planondas, Transmission e Autobahn e foi baixista na MESS. Durante um pós-doc em São Paulo, foi baterista das Radioativas, que lançaram disco pela Baratos Afins. Hoje, é guitarrista e vocalista da Cine Baltimore, guitarrista da 3D e baixista turbulenta.

    Sobre o projeto Mistura Fina

    Depois de passar um período sendo realizado em formato virtual – de abril de 2020 a agosto de 2021 – o projeto Mistura Fina está de volta, agora, de forma presencial, no Foyer do Theatro São Pedro, apresentando a diversidade da produção musical brasileira.  “Resistimos e, graças a Secretaria de Estado da Cultura, através da Lei de Incentivo à Cultura e à Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul (Sulgás), chegamos em 2022 com a quarta edição do projeto, garantindo o encontro entre a arte e o público, motor principal do Mistura Fina”, afirma Letícia Vieira, produtora do projeto.

    O projeto, este ano, conta com 30 apresentações, com uma linha curatorial ainda mais diversa, trazendo Arthur de Faria e Nanni Rios à frente da curadoria. Somando, uma forte parceira do projeto, a OVNI Acessibilidade Universal, que presta serviço desde a primeira edição e estará junto, com audiodescrição em todos os dias do evento.

    Com produção e realização da Primeira Fila Produções e correalização do Theatro São Pedro, apoio da OVNI Acessibilidade Universal, assessoria de imprensa da Silvia Abreu e patrocínio da Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul (Sulgás), o Mistura Fina exibe a pluralidade da produção musical que se destaca no cenário local e estadual do País. Iniciado em 2018, o projeto abrigou grandes expressões da música, em shows temperados com arte e alta performance artística que se exibiram no Foyer Nobre do Theatro São Pedro.

    Na presente edição do Mistura Fina, já se apresentaram Alma Lusitana e Jairo Klein (30/06), Andrea Cavalheiro e Michel Dorfman (07/07), Bebeto Alves (14/07), Dessa Ferreira (21/07), Gelson Oliveira (28/07), Dudu Sperb (04/08), Duo Vozes de Dandara (11/08), Nelson Coelho de Castro (18), Bel Medula (25/08), Glau Barros (01/09), Pedro Longes (08/09), Loma Pereira (15/09), Zé Adão Barbosa (22/09), Zé Caradípia (29/09), Fernando do Ó e Giovanni Berti (06/10), Nina Fola (13/10), Gustavo Kraemer ( 20/10) e Cleômenes Júnior (27). No dia 10 de novembro a atração é Pâmela Amaro (10/11).

    Siga o projeto nas redes:

    @misturafinamusica

    @primeirafilaproducoes

    @ovniacessibilidadeuniversal

    @teatrosaopedro

  • OSPA realiza concerto gratuito em Encantado, na programação de Natal da cidade

    OSPA realiza concerto gratuito em Encantado, na programação de Natal da cidade

    A cidade de Encantado é a próxima parada da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), fundação vinculada à Secretaria de Estado da Cultura (Sedac). Parte da Série Interior – que neste ano já levou a sinfônica a Taquara, Pelotas e Lajeado – a apresentação ocorre no domingo, 6 de novembro, às 19h30, na Igreja Matriz São Pedro. O violoncelista e maestro interino do Coro Sinfônico da OSPA Diego Schuck Biasibetti conduz o concerto, que conta com a participação da soprano Paolla Soneghetti. O acesso é gratuito.

    Igreja Matriz São Pedro . Foto: Divulgação Prefeitura de Encantado

    O concerto, que tem o apoio da Prefeitura Municipal de Encantado, além da Associação Comercial e Industrial (ACI-E) e da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) da cidade, marca o lançamento da programação de Natal 2022 e também celebra a recente canonização de São João Batista Scalabrini – bispo italiano que esteve no município durante uma viagem em 1904. “Convidamos a comunidade a prestigiar esse evento com uma das mais renomadas orquestras do país. Vamos aproveitar para anunciar a nossa programação de Natal, que terá atrações culturais voltadas para a família e com destaque para os talentos locais”, comenta o prefeito Jonas Calvi.

    Maestro Diego Schuck Biasibetti – Foto: Cláudio Elias/ Divulgação

    Para a apresentação, o maestro montou um repertório bastante conhecido baseado no universo da música de concerto. “Minha intenção foi trazer o lado mais popular da orquestra, com músicas que estão no inconsciente coletivo, mas o público nem sempre sabe o nome”, detalha Diego Schuck Biasibetti. O concerto começa em atmosfera solene, com trechos das óperas “João e Maria” (Engelbert Humperdinck) e “Rusalka” (Antonín Dvořák), e termina em tom festivo, com a famosa “Valsa do Imperador”, de Johann Strauss. O público também deve reconhecer a animada abertura da ópera “Cavalaria Ligeira”, de Franz von Suppé, a abertura da ópera “La Gazza Ladra”, de Gioachino Rossini e “Pizzicato Polka”, dos irmãos Johann e Joseph Strauss.

    A soprano Paolla Soneghetti. Foto: OSPA Divulgação

    A premiada soprano carioca Paolla Soneghetti, que atuou nos musicais “A Noviça Rebelde” de M&B, e “Alô, Dolly!”, de Miguel Falabella, foi convidada a cantar duas peças que integram as óperas “Rusalka”, de Dvořák e “Tosca”, de Giacomo Puccini. Segundo a cantora lírica, são duas árias de apelo popular: “Essas obras têm a tendência a emocionar o público devido à beleza de suas melodias, mesmo que o ouvinte desconheça o idioma. É um repertório muito especial pra mim, espero que o público se emocione da mesma forma que eu, quando interpreto as peças.”

    Igreja Matriz São Pedro, interior Foto: Divulgação Prefeitura de Encantado

    Aviso:

    No final de semana de 5 e 6 de novembro, a Casa da OSPA, em Porto Alegre, não tem atividades previstas, portanto estará fechada ao público. A programação de novembro está repleta de concertos e recitais. Mais informações no site ospa.org.br/agenda.

    Sobre Diego Schuck Biasibetti (regente)

    Formado pela Hochschule für Künste (Escola Superior de Artes, Bremen – Alemanha) em violoncelo barroco com a profª Viola de Hoog e em viola da gamba com a Profª Hille Perl. Graduado em Regência Coral pela UFRGS com o Profº Dr. Joceley Bohrer, teve sua formação violoncelística iniciada com André Wentz em Caxias do Sul e posteriormente com Alexandre Diel. Atualmente, é violoncelo solista na Orquestra Sinfônica de Porto Alegre,  integrante do Bach Brasil Ensemble, maestro interino do Coro Sinfônico da OSPA e maestro do Porto Alegre Consort / Coral Porto Alegre, onde desenvolve intensa atividade na montagem de obras vocais do período barroco.

     

    Sobre Paolla Soneghetti (soprano)

     

    Bacharel em Canto pela UFRJ, formou-se pela Academia de Ópera Bidu Sayão do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e conta com as seguintes premiações: 1º Lugar Concurso Linus Lerner 2020, 2º Lugar Boris Martinovich International Voice Competition, 1º lugar Concurso Jovens Solistas (Gramado in Concert) 2020, Prêmio de Incentivo Artístico Concurso de Canto Linus Lerner 2020 e 1º lugar Concurso Carlos Gomes 2018. Seus mais recentes papéis são Pamina e Primeira Dama em “A Flauta Mágica”, a Mãe em “Amahl e os Viajantes da Noite”, Violetta em “La Traviata” e Nella em “Gianni Schicchi”. Atuou nos musicais “A Noviça Rebelde”, de M&B, e “Alô, Dolly!”, de Miguel Falabella.

    Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA)

    Temporada 2022

    Série Interior – Encantado

    Quando: 6 de novembro de 2022, às 19h30.

    Onde: Igreja Matriz São Pedro (Encantado/RS)

    Entrada livre

     

    PROGRAMA

    Humperdinck, Engelbert | Abertura da ópera Hänsel und Gretel (João e Maria)

    Dvořák, Antonin | Mesicku na nebi hlubokém (Canção da Lua), da ópera Rusalka

    Solista: Paolla Soneghetti

    Suppé, Franz von | Abertura da ópera Cavalaria Ligeira

    Rheinberger, Josef G. | Abendlied (bleib bei uns denn es will abend werden)

    Strauss, Johann e Joseph | Pizzicato Polka

    Elgar, Edward | Nimrod, de Variações Enigma

    Rossini, Gioachino | Abertura da ópera La Gazza Ladra

    Puccini, Giacomo | Vissi d’arte, da ópera Turandot

    Solista: Paolla Soneghetti

    Strauss, Johann | Valsa do Imperador

    Regente:

    Diego Schuck Biasibetti (regente)

    Solista:

    Paolla Soneghetti (soprano)

     Direção Artística:

    Evandro Matté

    Apresentação:

    Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA)

    Lei de Incentivo à Cultura

    Patrocínio da Temporada Artística: Gerdau, Alibem e Banrisul.

    Patrocinadores da Casa da Ospa: Banrisul, Vero, Panvel, Grupo Zaffari e Gerdau.

    Apoio da Temporada Artística: Sulgás.

    Apoio institucional: Prefeitura Municipal de Encantado, Associação Comercial e Industrial de Encantado (ACI-E) e Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL).

    Realização: Fundação OSPA, Fundação Cultural Pablo Komlós, Secretaria da Cultura do RS, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal – Pátria Amada Brasil. PRONAC: 192458.

    Acompanhe a OSPA pelo Instagram:

    instagram.com/ospabr

  • A fotografia fora dos parâmetros tradicionais, de Negra Angela, na Galeria Escadaria

    A fotografia fora dos parâmetros tradicionais, de Negra Angela, na Galeria Escadaria

    Um conjunto expositivo formado por 13 fotos em grandes dimensões (2mx1m), dispostos ao longo da escadaria do Viaduto Borges de Medeiros, em pleno Centro Histórico de Porto Alegre, compõe “O mundo da Nega Angela”, título da exposição da fotógrafa Angela Cristina Ribeiro dos Santos, que inaugura no próximo dia 05 de novembro, na Galeria Escadaria (confira detalhes no “Serviço”).

    Angela Cristina Ribeiro dos Santos. Foto: Auto retrato/ Divulgação

    O professor e fotógrafo Fernando B Schmitt assina a curadoria da exposição. – Tem uma imagem do polvo segurando um monte de conchinhas e objetos do fundo do mar. Cada tentáculo repleto de coisas, em uma figura retorcida, uma escultura orgânica. É uma postura de defesa e, ao mesmo tempo, é um modo criativo e belo de lidar com os desafios da vida. Vejo a Angela, assim, meio polvo, captando e segurando mil imagens que desafiaram o olhar dela nas andanças pela vida. A analogia que  Schmitt faz entre o trabalho de Angela e o documentário “Professor Polvo” (Netflix) revela muito do que o público irá ver e perceber ao se deparar com a exposição.

    As imagens que compõem “O Mundo da Nega Angela” buscam impactar e despertar o interesse do transeunte, seja pelo colorido, seja pelo conteúdo imagético. Segundo Schmitt, as fotos são desafiadoras. – Para além de algumas obras mais figurativas, há outras que provocam o olhar. São vestígios, ambiguidades, pedaços, que desafiam e convidam o público a dialogar com a obra, ressalta.

    “O mundo da Nega Angela é um mundo muito rico, diverso, que contempla essa curiosidade que a Angela tem pela fotografia, pela vida, pelas pessoas, pelo mundo. Assim, queremos devolver para a rua, em um formato ampliado, essas pequenas coisas que, muitas vezes passam despercebidas e que, sem a atenção de um olhar curioso, não viram fotografia”, observa.

    Fernando B Schmitt conheceu Angela em um curso que ele ministrava, e, depois, ela passou a fazer parte de um grupo de estudos orientado por ele. Com a chegada da pandemia, os encontros se tornaram online até a dissolução do grupo, quando ela passou a receber uma orientação particular. Desde então, eles vêm trabalhando, juntos. – Neste ano, constatamos que o trabalho deveria ir para fora, saindo deste espaço de aprendizado, visto que ela já estava participando do Fotoclube Porto-Alegrense e de concursos de fotografia, conta. – Diante deste desejo interno de mostrar seu trabalho, procuramos um modo de expor que fosse condizente e representativo do seu trabalho, detalha.

    Angela está em busca de histórias. Quer andar pelas ruas, fotografar o que vê e lhe interessa. – Ela diz que está sempre na contramão, seu interesse está naquilo que não é perceptível, que não é revelado a um primeiro olhar. Sua percepção de mundo se desdobra nas camadas que ela desvela, transparecendo seu universo particular, analisa Schmitt. – É um universo multifacetado, repleto de interesses e de possibilidades, acrescenta. Neste sentido, a escolha do lugar foi fundamental para que a mensagem da artista chegasse a um público que normalmente não é frequentador de galerias, museus ou outro espaço expositivo. A céu aberto, a Galeria Escadaria cumpre esta função, abrigando imagens que atuam como elementos provocativos ao passante da rua.

    Fernando B Schmitt confessa que levou muito tempo, como fotógrafo e professor de fotografia, para entender que o modo de fotografar de Angela estava fora do parâmetro comum a todos os fotógrafos, ou seja, determinar uma foto, uma linha de pesquisa, um tema ou técnica que lhe seja pertinente. – Em lugar disso, Ângela se permitiu todo o tipo de experiência: fez cursos os mais variados, ingressou em uma graduação em Fotografia. Percebi que não era o domínio técnico da máquina a coisa mais importante no trabalho da Angela, mas captar aquilo que lhe é importante. Assim, ela tem interesse e curiosidade por tudo que diz respeito à fotografia e por tudo que é meio fotografável, complementa.

    Sobre a fotógrafa

    Angela Cristina Ribeiro dos Santos (Nega Angela) tem 67 anos e começou a fotografar em 2017. Seu interesse se concentra em quase tudo: detalhes, pessoas, arquitetura… Já participou de várias exposições coletivas. A mais recente é uma mostra na cidade do Porto, em Portugal, onde sua foto ficou entre as 150 escolhidas na categoria mobgrafia preto-e-branco. Também participou do livro “Porto Alegre em Imagens”, em comemoração aos 250 anos de Porto Alegre, pelo Fotoclube Porto-Alegrense, ao qual é associada. Junto ao Fotoclube Porto-Alegrense, realiza, quinzenalmente, as Segundas Culturais, em que convida palestrantes para falar sobre fotografia. Com esta exposição, ela deseja que o seu trabalho seja visto e possa abrir caminhos para todos.

  • Independência 200 Anos: Um livro fundamental para entender o que aconteceu

    Independência 200 Anos: Um livro fundamental para entender o que aconteceu

    Um dos importantes lançamentos na Feira do Livro de Porto Alegre, este ano, é A Independência Além do Grito, obra póstuma do jornalista e escritor  José Antônio Severo.

    Concebido como roteiro para uma série de televisão, o livro mostra, passo a passo, os intrincados e pouco conhecidos caminhos que levaram à Independência do Brasil.

    O autor faz um corte de dez anos para traçar o painel histórico em que se deflagra e se consolida a condição do Brasil como Nação Soberana.

    Começa no Congresso de Viena, em 1815, quando as grandes potências da época vislumbram um Brasil independente (e recomendam seu fatiamento). Vai  até o reconhecimento da independência brasileira pelo governo português, em 1825.

    No caminho, muitas batalhas diplomáticas, intrigas palacianas, batalhas sangrentas e, ao contrário do que  se pensa, muita participação popular, inclusive uma aguerrida presença feminina em momentos decisivos. Personagens como D. João VI, D. Pedro I, a Imperatriz Leopoldina, José Bonifácio são alguns dos personagens que ganham outros contornos nos perfis traçados por Severo.

    D. João VI, por exemplo, geralmente apresentado como um rei vacilante, que deixou seu país numa fuga desastrada: no contexto deste livro, revela-se na verdade um estrategista corajoso e astuto que, ao final, vai dar um novo fôlego à monarquia portuguesa.

    José Antônio Severo/foto Tânia Meinerz

    A Independência Além do Grito é o último livro de José Antônio Severo, falecido em setembro de 2021, aos 79 anos. Nele, o autor deu continuidade ao seu trabalho de mais de três décadas sobre temas históricos. Trabalho que rendeu três obras referenciais – Senhores da
    Guerra, Cinzas do Sul e Rios de Sangue – e agora esse Além do Grito em que traça um painel monumental dos eventos que culminaram com a Independência do Brasil.

    O livro está à venda na 68a Feira do Livro de Porto Alegre, na banca da Associação Riograndense de Imprensa (no corredor central, perto do monumento a Osório), e também na Amazon e no site da editora JÁ.

  • 68ª Feira do Livro, de hoje a 15 de novembro, espera reunir cerca de 1,5 milhão de visitantes

    68ª Feira do Livro, de hoje a 15 de novembro, espera reunir cerca de 1,5 milhão de visitantes

     

    A 68ª edição de um dos maiores eventos literários a céu aberto da América Latina começa nesta sexta-feira (28) com a expectativa de reunir mais de 1,5 milhão de visitantes – 200 mil a mais do que a edição de 2019 –  e mais de mil atividades em quase vinte dias de feira. A solenidade de abertura acontece a partir das 18h, no Teatro Carlos Urbim, com as presenças do patrono Carlos Nejar e do presidente da Câmara Rio-Grandense do Livro, Maximiliano Ledur. Serão mais de 150 escritores e uma intensa programação literária que irão movimentar a Praça da Alfândega, no Centro Histórico de Porto Alegre, entre os dias 28 de outubro e 15 de novembro.

    Com uma tradição de quase sete décadas, a Feira do Livro chega com a expectativa de atender aos mais diversos tipos e gostos literários. Ao todo, serão realizadas 552 sessões de autógrafos, sendo 497 individuais ou com até quatro escritores. Além disso, estão previstas 55 sessões coletivas – com mais de cinco autores por livro, além dos autógrafos de escolas, que contabilizam 24 sessões. Os números superam e muito os registrados na edição de 2021, que chegou a 320 sessões, sendo 296 individuais e 24 coletivas.

     

    “Depois de dois anos com programações remotas ou híbridas, a Feira do Livro volta a ocupar a Praça da Alfândega proporcionando ao leitor a experiência única de poder ter contato com os livros, folheá-los, além de ter a oportunidade de encontrar seus autores favoritos e compartilhar experiências”, destaca o presidente da Câmara Rio-Grandense do Livro, Maximiliano Ledur.

    Programação

     Na programação para adultos serão 76 atividades com foco em grandes lançamentos do ano, com autores que escrevem sobre temas de interesse da sociedade, como diversidade, inclusão, sustentabilidade, filosofia, tendo a literatura grande destaque, entre outros. Ao todo, serão 60 escritores gaúchos, como Clara Corleone, Letícia Wierzchowski, Júlia Dantas, Taiane Santi Martins, Daniel Galera e Samir Machado de Machado. O evento também contará com 20 escritores de outros estados, com destaque para Noemi Jaffe, indicada para o Prêmio São Paulo de Literatura, o escritor Renato Noguera e Cida Bento, eleita pela revista britânica The Economist como uma das 50 pessoas mais influentes na área da diversidade. Entre os autores estrangeiros, o destaque é o norueguês Geir Gulliksen (autor de História de um casamento, Editora Rua do Sabão, 2022) e a best-seller argentina Florencia Bonelli (O feitiço da água, Editora Planeta, 2022), que já vendeu mais de 3,5 milhões de livros em seu país.

    A área Infantil e Juvenil, que inclui os mediadores de leitura, terá 379 atividades na programação. Serão 67 escritores, sendo 40 de outros estados. Entre os autores em destaque na área infantil estão Alê Garcia, um dos 20 creators negros mais inovadores do país, segundo a Forbes. Também estarão no evento o ator Pedroca Monteiro e Daniel Kondo, autores do livro Ser o que se é (Companhia das Letrinhas), que trata sobre a importância das diferenças.

    E a literatura indígena mais uma vez estará presente no evento. O escritor e indigenista brasileiro Daniel Munduruku, a cordelista indígena Auritha Tabajara e o escritor e palestrante Olívio Jekupé farão encontros com alunos do ensino fundamental, no ciclo O Autor no Palco.

    A 68ª Feira do Livro de Porto Alegre é realizada pela Câmara Rio-Grandense do Livro e conta, atualmente, com o Patrocínio Master de Gerdau, Zaffari, CEEE Grupo Equatorial, Sulgás, Vero, a maquininha que resolve de verdade, Petrobras — patrocinadora do Espaço Jovem Petrobras, Apoio Especial da Prefeitura de Porto Alegre e Sebrae. Apoio Cultural da Kodex, Voco, SZ Working, Tramontina, Assembléia Legislativa do RS, Câmara de Vereadores de Porto Alegre, Aços Favorit e Senado Federal. Espaço cedido: Espaço Cultural Correios e Memorial do RS. Acesse a programação completa no site feiradolivro-poa.com.br e acompanhe os destaques nas redes sociais do evento no Instagram e Facebook.

    • Com Imprensa da Feira do Livro.
  • Integrando  a Feira do Livro, Clarice Lispector na pintura de Graça Craidy

    Integrando a Feira do Livro, Clarice Lispector na pintura de Graça Craidy

     

    Este ano Clarice Lispector não estará apenas nas bancas da Feira do Livro de Porto Alegre com seus muitos títulos de sucesso. A 68ª edição do evento livreiro também homenageia a escritora com uma exposição no Espaço Cultural Correios, contíguo à Praça da Alfândega. Clarices apresenta 33 retratos da escritora pintados pela artista visual Graça Craidy. A mostra será aberta no sábado (29/10), às 10h, e permanecerá em cartaz até 17 de dezembro.

    Clarice com filho. Obra de Graça Craidy/ Divulgação

    No dia 6 de novembro, às 18h30, o ator e diretor teatral Zé Adão Barbosa dramatizará trechos de livros de Clarice Lispector em um “Sarau Andante” dentro da exposição. No dia 17, também às 18h30 e no mesmo espaço, as especialistas na obra da autora Cíntia Moscovich, Jane Tutikian e Catia Simon comentarão sobre os “mistérios” de Clarice.

     

    Clarice na Suiça-. Obra de Graça Craidy/ Divulgação

    Os retratos em acrílica, aquarela e pastel oleoso, na maioria de 100 x 70 cm,  mostram a jornalista, a escritora, a mulher de diplomata, a mãe de dois meninos, a tutora do cão Ulisses, a refugiada judia ucraniana, a conselheira sentimental, a tutora do cão Ulisses, entre outras Clarices.

    Ela nasceu na Ucrânia em 10 de dezembro de 1920, veio bebê para o Brasil com os pais que fugiam da perseguição aos judeus, morou com a família no Nordeste, em Maceió e Recife, e a maior parte da vida no Rio de Janeiro. Viveu também na Europa e nos Estados Unidos. Morreu em 9 de dezembro de 1977, aos 57 anos.

    Clarice e a maquina de escrever. Obra de Graça Craidy/ Divulgação

    A artista visual, que produziu a série de retratos a partir de 2021, declara-se apaixonada por literatura em geral e por Clarice Lispector em particular. “Criei essa coleção clariceana para compartilhar com os leitores da escritora suas muitas facetas, além de estimular novos leitores a se aproximarem de sua escrita, considerada por alguns hermética, por outros reveladora de epifanias” diz Graça Craidy.

    SERVIÇO:

    O quê: Exposição Clarices, de Graça Craidy

    Quando: Abertura: 29 de outubro de 2022, às 10h.

    Onde: Espaço Cultural Correios, Rua 7 de Setembro, 1020 (entrada pela Av. Sepúlveda), Centro Histórico Porto Alegre

    Visitação: Até 17 de dezembro, de terça a domingo, das 9 às 18h

    Entrada franca

    Currículo da artista

    Graça Craidy (1951, Ijuí/RS) é artista visual e artivista pelo fim da violência contra a mulher; graduada e mestre em Comunicação (PUCRS), foi publicitária em Porto Alegre e São Paulo, professora de Processo Criativo na ESPM-Sul. Começou nas artes visuais em 1987, no curso de desenho de Dalton de Luca, em São Paulo, e em 2011 ingressou no Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre, onde desenvolveu sua carreira. Possui obras no acervo do MACRS. Já realizou mais de 20 individuais, inclusive na Itália, e participou de mais de 40 coletivas, inclusive no México. Atualmente integra a exposição coletiva feminista Fora das Sombras, no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, considerado o maior museu da America Latina.

  • “No ano da peste “:  exposição mostra a fotografia como arte de resistência

    “No ano da peste “: exposição mostra a fotografia como arte de resistência

     

    Higino Barros

    A pandemia da Covid 19, que causou 650 mil mortes no Brasil, é um acontecimento a ser estudado e refletido no País, em todos os níveis e todas as escalas. O registro sobre o que aconteceu é farto, largo e profundo. A medida que o tempo passa há a percepção que um dia os anos de 2020 a 2022 serão contados em toda suas dimensões.

    Uma área em que as pessoas se refugiaram, se recolheram e resistiram foi no campo das artes em geral.
    No caso das artes visuais, profissionais, amadores, amantes e praticante comuns, se envolveram em trabalhos que volta e meia surpreende pela força, originalidade e criatividade na execução.
    Um destes trabalhos foi o executado pelas irmãs Lise Lampert e Dora Lampert, moradoras em Novo Hamburgo, que estão expondo atualmente no Espaço Cultural Antiga Matriz, em Dois Irmãos. No trabalho elas reproduziram, com fotografias, obras consagradas e conhecidas universalmente da arte pictórica. A mostra abriu dia 23 de outubro, e fica no local até  à 27 de novembro de 2022
    A abertura ocorreu no Espaço Cultural Antiga Matriz às 17 horas com apresentação da Caxias Ensemble Orquestra.
    Momento de autógrafos dos livros RUIDO SILENCIO – poesias de Dora Lampert e POETICOIA poética brasileira com seis autores participantes.

    Sobre o projeto as irmãs escreveram:

    “Nosso objetivo foi manter o isolamento social de forma produtiva, fugindo do terror daqueles dias sombrios. Todos os objetos, figurinos, adereços e cenários, estavam ao alcance de nossos domínios domésticos. A cozinha foi nosso estúdio, o jardim, os campos.

    A iluminação, um abre e fecha da cortina. O paninho impregnado de álcool 70 virou babado barroco; os lençóis, vestidos épicos; as saias se transformaram em blusas bufantes e vice-versa. Tudo fotografado e editado num aparelho celular apenas com intuito de publicações nas nossas redes sociais.

    O isolamento antes de tolher nossos intentos, animou nossa criatividade, trazendo conhecimento sobre os artistas e suas obras. Eles estiveram conosco, nos ensinaram, nos fizeram rir, sonhar e chorar. Com eles sobrevivemos a nós mesmas no ano da peste.”
    Lise e Dora Lampert.
    QUEM SÃO
    Lise Lampert
    Fotógrafa amadora, atua como técnica de enfermagem. Trabalha num grande hospital público da região metropolitana, foi afastada do cargo por seu médico traumatologista desde antes do início da pandemia, o que  favoreceu o isolamento.
    Pesquisou, estudou, produziu e fotografou todas as interpretações.
    Dora Lampert
    Amante das Artes – música, teatro, cinema, plásticas e literatura. Pesquisou, estudou, produziu e interpretou todas as obras apresentadas.
    Fez estreia na poesia com RUÍDO SILÊNCIO e na Antologia POETICOIA pela OIA editora em 2022.

    SERVIÇO:
    Exposição fotográfica do projeto no confinamento
    QUANDO   – De 23 de outubro, domingo,  à 27 de novembro de 2022
    ONDE   – Espaço Cultural Antiga Matriz, Avenida São Miguel, 473 Centro – Dois Irmãos.

    HORÁRIO PARA VISITAÇÃO DO ESPAÇO CULTURAL ANTIGA MATRIZ, SEMPRE AOS SÁBADOS E DOMINGOS ENTRE 13H E 17H, SALVO PROGRAMAÇÕES ESPECIAIS. OU AGENDAMENTO PELO TELEFONE (51)995601968.

    VISITAS GUIADAS PARA GRUPOS ESCOLARES .
  • Alemão que mudou a cara de Porto Alegre ganha exposição de projetos e desenhos

    Alemão que mudou a cara de Porto Alegre ganha exposição de projetos e desenhos

    Theo Wiederspahn, arquiteto alemão que, se pode dizer, redesenhou a paisagem do centro de Porto Alegre, é tema de uma exposição inédita na Pinacoteca Aldo Locatelli, no prédio da prefeitura antiga (Praça Mondevidéo, 10).

    A obra de Wiedersphan é visível em pontos históricos do centro de Porto Alegre: no prédio do  Margs, no Edifício Ely, na Casa de Cultura Mario Quintana e em muitos outros edifícios conhecidos .

    Além dos 250 anos de Porto Alegre, a exposição marca também os 70 anos da morte do arquiteto e estará aberta até o dia 20 de janeiro de 2023, com desenhos originais de projetos do artista.
    A mostra, com curadoria da professora alemã Vera Grieneisen, resulta de uma parceria entre o Consulado Geral da Alemanha, Instituto Goethe e a Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa.

    A visitação é gratuita, de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h30min às 17h. É possível solicitar visitas guiadas, para grupos de até 20 pessoas, pelo e-mail acervo@portoalegre.rs.gov.br ou pelo telefone (51) 3289-3643.
    Nascido em 1878, na Alemanha,  Wiederspahn chegou a Porto Alegre em 1908, num momento de efervescencia política e crescimento econômico, com a forte presença de empresas alemãs.

    “Sua chegada coincidiu com uma mudança nas paisagens da Capital, que abandonava os ares açorianos originais em favor de uma arquitetura mais eclética, em sintonia com os grandes centros europeus”.

    Em associação com o construtor Rudolph Ahrons, com quem trabalhou em seus primeiros anos na cidade, Theo Wiederspahn logo assumiu muitos dos projetos mais importantes daqueles tempos.

    Exímio desenhista, Theo elaborava cada detalhe de suas realizações: na Cervejaria Bopp, prédio que hoje abriga o Shopping Total, ele esquematizou pessoalmente os elementos escultóricos da fachada, incluindo o elefante que deixou a estrutura famosa.

    “Ele fazia todos os cálculos, desenhava cada viga de cada prédio, até a última calha, até a florzinha da decoração ao lado da janela. Tudo pensando e calculado várias vezes até chegar ao melhor resultado.”

    A carreira de Wiederspahn foi afetada pelas duas Guerras Mundiais, que geraram hostilidade e restrições à sua origem alemã, e o realizador enfrentou dificuldades de registro junto aos órgãos oficiais de arquitetura e urbanismo de então – circunstâncias que reduziram muito sua produção em Porto Alegre e o levaram a realizar obras no interior do Estado. Chegou a se afastar da arquitetura em mais de uma ocasião, dedicando-se a criar abelhas em seu sítio na Ponta Grossa, no Extremo Sul da Capital. Depois de décadas de quase esquecimento, a obra de Wiederspahn (vista por especialistas como de qualidade diferenciada, mesmo em comparação com o que se fazia na Europa de então) vem sendo redescoberta e recebendo valorização crescente – processo que a exposição no Paço Municipal certamente ajuda a consolidar.

    (Com informações do Jornal do Comércio)

  • A Bela e a Fera – Show Musical em única apresentação, no Centro Cultural 25 de Julho

    A Bela e a Fera – Show Musical em única apresentação, no Centro Cultural 25 de Julho

     

    Neste sábado (22), às 16h, o Centro Cultural 25 de Julho apresenta A Bela e a Fera – Show Musical. O clássico inspirado na obra de Madame Jeanne-Marie LePrincede Beaumont, conta a história de Bela, que tem o pai capturado pela Fera, e decide se oferecer ao estranho ser em troca de sua liberdade. No castelo, ela descobre que a Fera é, na verdade, um príncipe, que precisa de amor para voltar à forma humana.

    A ideia é que as crianças percebam que, de forma simples, todos podem contribuir para a segurança do coletivo, até as criaturas dos contos de fadas, como o amor transforma as pessoas e que o mais importante é a beleza interior e não a aparência.

    Foto: Pixie Dust Fotografia/ Divulgação

    FICHA TÉCNICA
    Direção: Adriana Goulart
    Elenco: Bruno Bottega, Camila Pires, Luciano Fernandes, Júlio César Oliveira
    Figurino: Lacinho de Princesa | Karin Bernich
    Operador de luz e som: Prego Produções
    Produção: Raiar Produções
    Realização: Adriana Goulart Produções

    SERVIÇO
    A Bela e a Fera – Show Musical
    Quando: 22 de outubro | Sábado | 16h
    Onde: Centro Cultural 25 de Julho (Rua Germano Petersen Jr., 250 – bairro Auxiliadora)

    Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada) para Clube do Assinante ZH, crianças e adolescentes até 15 anos, estudantes, idosos e deficientes com acompanhante
    Ingressos antecipados: https://www.sympla.com.br/evento/a-bela-e-a-fera-show-musical/1733448

    Pontos de Vendas: Lojas Catarinense Criança (Shopping Total – Floresta | Avenida 24 de Outubro, 562 – Moinhos | Avenida Azenha, 1093 – Azenha)

    O Centro Cultural 25 de Julho dispõe de plataforma de acessibilidade, ar-condicionado e estacionamento próprio.

  • Escola de Música da OSPA oferece 101 vagas gratuitas para aulas e prática de canto e orquestra

    Escola de Música da OSPA oferece 101 vagas gratuitas para aulas e prática de canto e orquestra

     

    Primeira etapa do processo seletivo é feita de forma on-line até 28 de outubro
    A Escola de Música da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), fundação vinculada à Secretaria de Estado da Cultura, acaba de disponibilizar 101 oportunidades a jovens que buscam se aperfeiçoar num instrumento musical, como aluno regular, ou até mesmo integrar uma orquestra, uma banda ou um coro. As inscrições para ingresso a partir do primeiro semestre de 2023 são feitas por meio de um formulário on-line, que segue disponível no site da OSPA até 28 de outubro, às 18h.
    Tanto as vagas quanto O ingresso na Escola é feito mediante a abertura de um edital, que desta vez compreende  14 instrumentos: violino, viola, violoncelo, contrabaixo, flauta transversal, oboé, clarinete, fagote, trompete, trompa, trombone, tuba, eufônio e percussão. Algumas modalidades incluem turnos distintos e acessibilidade para pessoas com deficiência. Entre as vagas, também há a oportunidade de jovens músicos integrarem três conjuntos da Escola da OSPA: a OSPA Jovem (violino, viola, violoncelo), a Banda Sinfônica (flauta, flautim, clarinete, requinta, clarinete, fagote) e o Coro Jovem.
    Escola da OSPA na Comunidade. Foto: Leonel Jacques/ Divulgação

    Atualmente, o Conservatório Pablo Komlós fica no Palacinho (Av. Cristóvão Colombo, 300) e conta com 270 alunos. O diretor da escola, Diego Grendene de Souza, comenta a importância das novas vagas: ‘‘Este edital é um marco para a Escola de Música da OSPA. 2021 foi o ano da reabertura após a pandemia e, no primeiro semestre de 2022, alcançamos o número de alunos equivalente ao que tínhamos em 2019. Com este novo edital nossa expectativa é superarmos esta marca e alcançarmos o maior número de alunos da última década, pelo menos.’’

    Foto: Vitória Proença/ Divulgação
    Para concorrer a uma vaga é necessário ler o edital completo. O pré-requisito para todas as modalidades é estar comprovadamente matriculado no ensino regular ou ter concluído o ensino médio. Nos cursos de instrumento, a idade mínima é de 8 anos e o postulante deve possuir o instrumento pertinente à vaga. Na prática de coro, o candidato deve ter entre 8 e 20 anos. Já o músico que busca ingressar na OSPA Jovem ou na Banda Sinfônica deve ter mais de 14 anos.
    O processo seletivo também tem uma etapa presencial, que consiste numa audição avaliada por professores do conservatório e músicos da OSPA, entre os dias 7 e 18 de novembro. O horário e o local da seleção serão indicados pela secretaria da Escola da OSPA, juntamente com a confirmação da inscrição. O resultado fica disponível no site da OSPA em 22 de novembro, sendo que os novos alunos iniciam o período letivo em 6 de março de 2023.

     

    Sobre a Escola de Música da OSPA

    Fundada em 1972, a Escola de Música da OSPA – Conservatório Pablo Komlós cumpre função fundamental para o fomento cultural no RS. Promove educação musical gratuita, oferecendo oportunidade de formação profissional de músicos de orquestra. Grande parte dos instrumentistas que hoje integram a OSPA estudaram na instituição, bem como muitos músicos que atuam em outras orquestras ou nas diferentes áreas da música, no Brasil e no exterior. Hoje a escola é dirigida por Diego Grendene de Souza e atende em torno de 270 alunos no Palacinho – Palácio do Vice-Governador (Avenida Cristóvão Colombo, 300). Todos os professores são instrumentistas da OSPA. Além disso, a instituição conta com grupos orquestrais, como a OSPA Jovem, regida por Arthur Barbosa, a Banda Sinfônica da Escola da OSPA, regida por Wilthon Matos, e o Coro Jovem, regido por Cosmas Grieneisen. Mantém projetos de inserção social como o Escola da OSPA na Comunidade, que leva recitais de alunos a lugares como hospitais, escolas, lares de idosos e praças, além de promover apresentações de estudantes avançados na Biblioteca Pública do Estado do RS e no Instituto Goethe. A Escola da OSPA é mantida pela Fundação Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (FOSPA), vinculada à Secretaria de Estado da Cultura do RS. A FOSPA é presidida pelo Dr. Luis Roberto Ponte e tem como diretor artístico o maestro Evandro Matté.

    Escola de Música da OSPA – Vagas para o primeiro semestre de 2023

    Inscrições, matrículas e aulas gratuitas

    Período de inscrições: das 12h de 17 de outubro às 18h de 28 de outubro de 2022

    Edital: https://bit.ly/editalescolaospa2023

    Ficha de inscrição: https://bit.ly/escolaospa2023_inscricoes

    Mais informações: site ospa.org.br/escola-de-musica, e-mail escolademusica.ospa@gmail.com e telefone (51) 3228-6737

    Acompanhe a OSPA e a Escola da OSPA no Instagram

    instagram.com/ospabr