“A dramática, inesperada e chocante morte do “artivista” indígena Jaider Esbell, no recente Dia de Finados, aos 42 anos de idade, é difícil de ser entendida na sua dimensão individual. No entanto, a inestimável perda clarifica-se à luz do significado artístico, político e existencial da obra de Esbell em contraposição à histórica opressão a que os povos originários estão submetidos no Brasil e no mundo.
Obra de Zoravia Bettiol – Brasil
Nesse contexto, a exposição coletiva internacional Miniarte, cujo tema é “Vida”, em cartaz até o próximo dia 26 na Gravura Galeria, em Porto Alegre, exibe obras que, por um lado, denunciam as agressões aos povos originários, e, por outro, reafirmam sua luta por reconhecimento e dignidade.
Obra de Nara Fogaça – Brasil.
Feito o recorte na mostra liderada pela artista visual e gestora cultural Clara Pechansky, são exemplos de manifestações pictóricas nessa linha os trabalhos das artistas brasileiras Zoravia Bettiol, Nara Fogaça, Graça Craidy e Eduarda Sbeghen; da espanhola Carlota Corso; do mexicano Luis Alfredo Güicho; da colombiana Sandra Cruz Peña; da chilena Linette Gibson; e de Julie Stockstad (EUA).
Obra de Eduarda Sbeghen -Brasil
Depois da fatídica partida de Jaider Esbell, tais obras se apresentam como uma forma de tributo que a consciência cidadã deve prestar à memória do grande “artivista”, como ele, com pertinência, se audenominava junto com seus colegas de criação e resistência.” (Texto: jornalista Carlos Souza)
Obra de Sandra Cruz Peña – Colômbia
SERVIÇO
O quê: Exposição Miniarte Vida
Obra de Luiz Alfredo Guicho – México
Onde: Gravura Galeria, Rua Corte Real, 647, bairro Petrópolis, Porto Alegre
Obra de Linette Gibson – Chile
Até : até 26/11
Horário: de segunda a sexta-feira, das 9h30 às 18h30; sábado, das 9h30 às 13h30
Nesta sexta-feira,12, o jornalista Kenny Braga estará autografando na Feira do Livro de Porto Alegre a terceira edição de seu livro “Rolo Compressor -Memória de um time fabuloso”.
No estilo de uma grande reportagem, Kenny Braga descreve o cenário e os personagens de um futebol ingênuo e alegre, no início da profissionalizaçao, no Rio Grande do Sul e no Brasil, nos anos 1940.
O mundo estava em guerra quando despontou time do Inter que a torcida consagrou como “Rolo Compressor”, pelas goleadas que aplicou em quase uma década de supremacia absoluta no futebol gaúcho,
Foi, também, o início do reconhecimento do Inter como um player do futebol nacional. Era um tempo em que a preparação física era incipiente e em que as preleções do técnico Cavedini tinham sempre a mesma conclusão: “Bola na rede, pessoal”.
No próximo domingo, 14, Pedro Tagliani celebra 60 anos de vida e 40 de carreira no Butiá. Além das músicas de alguns compositores que foram referência na sua carreira, como Pat Mettheny, Tagliani apresentará composições de seu mais recente álbum “Hemisférios”, o primeiro gravado inteiramente no Brasil. Para este show, Tagliani sobe ao palco acompanhado de Michel Dorfman (piano), Lucas Esvael (baixo) e Marquinhos Fê (bateria).
Pedro Tagliani – Anibal Carneiro/ Divulgação
Desses 40 anos de trajetória, 20 foram vividos na Europa, onde gravou Arvoredo (1998), Duo Dois (2009) e Ao Vento (2016). Em “Hemisférios”, Pedro Tagliani percorre junto com Fabio Torres (piano) e Paulo Paulelli (contrabaixo), ambos do Trio Corrente, e com o Marquinhos Fê (bateria), os caminhos que passam pelo jazz, pelo samba e pelo choro.
Choro e outros sons das mulheres
Na segunda, 15, é a vez de Thayan Martins Quinteto. Formado por Thayan (percussão), Stefania Johnson (flauta transversal), Tamiris Duarte (contrabaixo), Pâmela Amaro (cavaco) e Fofa Nobre (gaita ponto), as meninas navegam pelo universo do choro, da música instrumental, do samba e de outros ritmos da cultura popular brasileira.
Thayan Martins Quinteto – Arte Thayan Martins/ Divulgação
A experiência sonora resulta em um espetáculo livre, onde as instrumentistas dividem solos, criam texturas e exploram ao máximo cada instrumento, com muito embalo e diversidade rítmica. No repertório do quinteto, Chorinho em Cochabamba, Tico-tico no Fubá, Feira de Mangaio, Marinheiro Só, Lia de Itamaracá, além de composições autorais.
As apresentações ao ar livre iniciam às 17h30 até o pôr do sol. Os ingressos custam R$ 40 e, em cumprimento aos protocolos sanitários, as reservas devem ser feitas pelo site www.obutia.com. A localização e como chegar são informadas por e-mail. Em caso de chuva, os shows são transferidos para outra data.
O Núcleo Educativo da Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ), instituição da Secretaria de Estado da Cultura (Sedac), abre nesta quarta-feira, 10 de novembro, o período de inscrições para a realização de oficinas de artes visuais, música, teatro, dança, literatura e circo nos espaços de arte-educação do complexo cultural. Os projetos selecionados serão realizados entre fevereiro e julho de 2022. As inscrições para pessoas jurídicas de natureza cultural são gratuitas e podem ser feitas on-line até 20 de dezembro.
Foto Kevin Nicolai/ Divulgação
As propostas de oficinas devem estar em consonância com a temática “comunidades” e atentas ao questionamento sobre como pessoas e instituições podem atuar coletivamente. Os projetos devem considerar o envolvimento das comunidades e identidades culturais que interagem com a CCMQ e seu entorno, bem como novas possibilidades de atuação nesse território.
Foto: Liana Keller/ Divulgação
As oficinas selecionadas serão de caráter presencial e deverão seguir os protocolos de segurança contra a disseminação da Covid-19. As atividades podem ser de curto, médio ou longo prazo, com até oito encontros semanais de 120 minutos, disponibilizando entre 10 a 20 vagas gratuitas aos participantes.
Foto: Roberta Amaral/ Divulgação
O diretor da CCMQ, Diego Groisman, comenta que a instituição estabeleceu uma política de realização exclusiva de oficinas com inscrições gratuitas para o público. “Os projetos são selecionados mediante edital, e a Casa de Cultura assume, de forma padronizada, a remuneração dos oficineiros. Dessa forma, os ministrantes têm garantia de trabalho remunerado, e os participantes ficam isentos de custos em atividades realizadas no espaço público”, explica Groisman. Os recursos para a remuneração dos oficineiros são provenientes do patrocínio master do Banrisul, viabilizado por meio da Associação dos Amigos da Casa de Cultura Mario Quintana (AACCMQ).
INSCRIÇÕES GRATUITAS PARA OFICINAS NA CCMQ – 1º semestre de 2022
Quando: de 10 de novembro a 20 de dezembro de 2021
O restauro do Monumento ao Laçador segue o cronograma previsto no projeto. Desta vez, a escultura Símbolo Oficial de Porto Alegre foi erguida novamente para receber a limpeza através do jateamento e assim identificar com melhor precisão fissuras e rachaduras que serão fechadas com soldagem. O processo contou com um caminhão guincho, que fez, inversamente, o mesmo processo de quando ele foi retirado do Sítio do Laçador e colocado no caminhão para transporte. Com a Estátua já em pé, a JOG Andaimes está colocando as estruturas ao redor do Laçador para que a limpeza com micro jateamento seja feita.
Na última semana, a Estátua recebeu a estrutura interna em aço inox, com sistema estrutural treliçado, que vão desde os pés até o pescoço do Laçador e proporcionam maior estabilidade. Além disso, também já foi fixada em sua base a estrutura que irá prender o Monumento ao chão, para quando ele for devolvido ao Sítio na Avenida dos Estados, na capital gaúcha. Esta base será unida a uma estrutura de aço inoxidável que será colocada no atual pedestal de concreto, a fim de promover uma maior segurança e praticidade nas ações conservativas. Assim, se houver a necessidade de remoção em algum outro momento da sua história, será feito de forma mais prática e diminuindo os riscos para o Monumento.
O restauro da Estátua do Laçador faz parte do Projeto Construção Cultural – Resgate do Patrimônio Histórico, promovido pelo Sindicato dos Indústrias da Construção Civil no Estado do Rio Grande do Sul (Sinduscon-RS) e pela Associação Sul Riograndense da Construção Civil. O projeto tem patrocínio da Gerdau e da Sulgás e conta com o apoio da JOG Andaimes, Elevato, Ministério Público do Rio Grande do Sul e Phorbis Empreendimentos Imobiliários.
Os teatros da Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ), instituição da Secretaria de Estado da Cultura (Sedac), estão retomando a agenda interrompida desde o início da pandemia. O Teatro Bruno Kiefer, no 6º andar, reabre para o público com o espetáculo infantil Peteca, Pião e Pique Pessoa. As sessões acontecem nos dias 13, 14 e 15 de novembro, sempre às 16h. Os teatros estão operando com 50% da capacidade e com distanciamento entre as poltronas. Além do uso obrigatório de máscara e verificação de temperatura para acessar CCMQ, o público dos teatros precisará apresentar o passaporte vacinal (cartão de vacinação ou aplicativo SUS), conforme a legislação e as especificações por faixa-etária.
Com atividades suspensas desde março de 2020, a Sala Carvalho, no segundo andar do complexo cultural, sediou recentemente eventos do 28º Porto Alegre em Cena. A reabertura do Teatro Bruno Kiefer marca também a retomada dos espetáculos que tiveram as temporadas canceladas em razão da pandemia. A primeira atração da agenda é voltada ao público infantil.
SINOPSE
Peteca, Pião e Pique Pessoa, com direção de Izabel Cristina e Viviane Juguero, aborda a temática do tempo. Em cena, Peteca e Pião contam a história de Pique-Pessoa, alguém que está sempre em busca de uma saída para ser feliz no futuro, sem vivenciar plenamente o presente. A personagem é masculina ou feminina, alta, baixa, gorda ou magra, Pique-Pessoa pode ser todos ou todas. A representação simbólica de uma sociedade sem tempo, correndo de um lado para o outro, ansiosa em resolver problemas, sem perceber os verdadeiros laços e afetividades da vida. A peça proporciona momentos divertidos e envolventes, com músicas cantadas ao vivo, brincadeiras, ludicidade, referências folclóricas e caminhos para a construção de novas percepções e reflexões que dialogam, diretamente, com as crianças e suas vivências.
FICHA TÉCNICA
Elenco: Diego Nayà e Cíntia Ferrer
Direção: Izabel Cristina e Viviane Juguero
Dramaturgia: Viviane Juguero
Colaboração dramatúrgica: Jorge Rein
Concepção inicial do espetáculo: Viviane Juguero e Éder Rosa
Composição de figurinos e materiais cenográficos: Éder Rosa
Caracterização cênica de maquiagens e penteados: Jeferson Ghenes
Músicas: Viviane Juguero
Iluminação: Fabi Santos
Fotografia: Andréa Seligman
SERVIÇO:
PETECA, PIÃO E PIQUE-PESSOA
Onde: Teatro Bruno Kiefer
Quando: 13, 14 e 15 de novembro | sábado, domingo e segunda-feira
Horário: 16h
Ingressos: meia-entrada – R$ 10,00 | inteira – R$ 20,00
Classificação: Livre
Duração: 50 minutos
PASSAPORTE VACINAL (cartão de vacinação ou aplicativo SUS):
– 30 anos ou mais: esquema vacinal completo;
– 18 a 29 anos: primeira dose ou dose única de 1º a 30 de novembro; esquema vacinal completo a partir de 1º de dezembro.
Outras informações pelo e-mail ccmq.teatros@gmail.com ou telefone (51) 3226 4825.
Durante a 67ª Feira do Livro de Porto Alegre, a Libretos promove o Grenal de poesia, entre os autores e ilustradores de “Carta Aberta ao Demônio” e “poemas azuis”. O sarau integra a programação da Libretos Híbrida e estreia no YouTube no dia 09 de novembro, às 19 horas.
“Carta Aberta ao Demônio” (Libretos, 2021, 104 páginas), livro de Ricardo Silvestrin com ilustrações de Leo Silvestrin, é uma proposta de ação. Falar sério, sem rodeios. Direto ao ponto, direto à própria besta, sem medo e com muita razão.
Segundo o material de divulgação “Poemas Azuis” (Libretos, 2021, 60 páginas, R$32), livro de Sandro Santos com ilustrações de Vera Rotta, dá o tom do amar. Do querer, querer dizer. Dos temores de perder, dos encontros e derrapadas, das mensagens trocadas e um quase nada de saudade. Um tom de paz, de flor, de esperança, e de rancor, porque o poeta não é de papel. No prefácio afetivo, a jornalista Manoela Frade entrega: “a obra é uma celebração de instantes, lembranças e desejos que habitam a alma do poeta. Uma autobiografia ficcional-poética sobre as tempestades de amar.”
Pelos vermelhos, ainda que gremistas, Ricardo e Leo Silvestrin. Pelos azuis, ainda que colorados, Sandro Santos e Vera Rotta. A sessão de autógrafos com autores e ilustradores está marcada para o dia 10 de novembro, às 17h30.”
Grenal de poesia, em Sala Libretos
Dia 09 de Novembro, às 19h, estreia no Youtube/libretos100, na 67ª Feira do Livro de Porto Alegre.
Autógrafos na Feira do Livro
10 de novembro (quarta), às 17h30
Ricardo Silvestrin (poesia) e Leo Silvestrin (ilustração)
Sandro Santos (poesia) e Vera Rotta (ilustração)
Sandro Júlio. Foto; Divulgação
Sandro Julio dos Santos nasceu em Porto Alegre, é jornalista e poeta. Fã de Mario Quintana, Fernando Pessoa e admirador de escritores da “Geração Perdida” como Scott Fitzgerald e Ernest Hemingway. Antes de mudar de ares e trocar o perfume dos jacarandás da capital gaúcha pelo colorido dos ipês da capital federal trabalhou como assessor e repórter. Morou em Brasília por mais de 15 anos, onde percorreu assessorias de comunicação, rádios e redações de diferentes ministérios, produtoras de audiovisual, além de realizar consultorias para a Unesco, no Ministério da Educação. Após algumas temporadas como repórter no Congresso Nacional e na Presidência da República foi diretor de Comunicação da Secretaria de Cultura do governo do Distrito Federal. A melhor parte era a localização, pois sua sala era no Teatro Nacional Cláudio Santoro, obra do arquiteto Oscar Niemeyer. Em 2018 morou em Granada, na Andaluzia. Época essa em que resolveu divulgar seus escritos.
Ricardo Silvestrin é escritor, compositor e mestre em Literatura pela UFRGS. Antes de Carta aberta ao Demônio, lançou os livros de poesia Sobre o que, Prêt-à-porter, Typographo, Metal, Adversos, Advogado do diabo, O menos vendido, ex,Peri,mental, Palavra mágica, Bashô um santo em mim, Quase eu e Viagem dos olhos. Na prosa, Play,contos, e O videogame do rei, romance. Entre seus livros para crianças, destacam-se É tudo invenção e Pequenas observações sobre a vida em outros planetas. Na música, lançou o álbum Silvestream. Recebeu por cinco vezes o Prêmio Açorianos de Literatura (três delas enquanto autor, uma pela editora Ameopoema e outra como destaque de mídia pelo programa na rádio Ipanema FM – Transmissão de Pensamento).
O jornalista e escritor Luis Fernando Verissimo, que convalesce em casa, recebeu um presente especial entregue pela idealizadora da exposição “Autorias”, Graça Craidy: uma pasta com os trabalhos da atividade “Desenhando Verissimo”, em desagravo ao fato de a tela com o retrato de LFV ter sido vandalizada em meio à mostra ao ar livre na galeria Escadaria, no Viaduto Otávio Rocha, Centro Histórico de Porto Alegre.
Graça Craidy, Pedro e Lúcia Verissimo. Foto; Divulgação
A entrega da pasta, em nome dos 18 artistas visuais da mostra e também dos participantes que aderiram ao desagravo, realizado a quatro dias do final da exposição, foi feita à esposa de Verissimo, Lúcia, e ao filho, Pedro, na tarde de domingo (7). Eles agradeceram e elogiaram a iniciativa dos artistas de repudiar o ataque a arte.
A pasta contém 25 desenhos (e alguns breves textos) feitos para Verissimo. Em um deles, o escritor é retratado como saxofonista, uma de suas grandes paixões fora do jornalismo e da literatura. “A pasta foi entregue ao querido Verissimo como prova de nosso afeto e admiração”, disse Graça Craidy.
A tela original, atacada provavelmente com um estilete, foi substituída por uma foto adesivada do quadro que foi danificada outras duas vezes com uso de substâncias químicas. Houve registro das ocorrências na Polícia Civil, mas ainda não se conhece a identidade do criminoso.
A pintura do artista Gustavo Burkhart foi restaurada e fará parte de futuras remontagens da exposição. Os demais 25 retratos de escritores gaúchos da mostra não sofreram ataques.
A artista Zoravia Bettiol abre mostra que reúne duas séries na sua galeria em Porto Alegre, neste sábado.
Quarto Círculo-Preguicosos – papa Adriano V é uma das ilustrações para o livro Divina Rima
Uma das séries foi totalmente produzida durante a pandemia: as 37 ilustrações para o livro Divina Rima – um diálogo com a Divina Comédia de Dante Alighieri, do professor e escritor Gilberto Schwartsmann, que estará autografando na abertura da mostra.
A coleção Divina Rima tem obras em lápis de cor caran d’ache e naquim. Estão em exibição reproduções ampliadas das ilustrações. “Usei só duas cores de lápis e naquim em cada ilustração, mas fiz muitas sobreposições, o que aumentou o valor cromático delas”, explica Zoravia.
Os namorados do guarda-sol vermelho, pintura e colagem da série Criaturas Voadoras
Já na série Criaturas Voadoras, de 2016, a temática são insetos como
borboletas, libélulas, besouros e abelhas, além de pássaros integrados com
pessoas e com a natureza. O público poderá conhecer reproduções das
colagens e pinturas inspirada nos animais, uma fonte muito presente nos
trabalhos de Zoravia: “A Natureza é o tema que me mobiliza cada vez mais.
Minha abordagem varia do carinho e respeito por ela à crítica e denúncia dos problemas que a atingem”, diz ela.
Além da sessão de autógrafos de Schwartsmann, a abertura da mostra será marcada por uma apresentação do músico Hique Gomes. No sábado seguinte, dia 13, a atriz e diretora Deborah Finocchiaro, e a atriz e escritora Nora Prado farão leituras poéticas. Nas duas datas, os eventos serão presenciais, respeitando os protocolos sanitários.
O escritor conta que comprou seu primeiro exemplar da obra-prima de Dante na Livraria do Globo, em Porto Alegre, quando adolescente, por influência da professora de História. Agora, o livro Divina Rima acaba de ser confirmado como um dos selecionados pela Prefeitura de São Paulo, para distribuição nas instituições de ensino em 2022.
Neste livro, ele usou a chamada terza rima, como Dante, na esperança de motivar o leitor a mergulhar no texto original. “O prazer de escrever sobre A Divina Comédia só foi superado pela oportunidade de conviver mais de perto com Zoravia Bettiol, que elaborou as ilustrações. É difícil descrever quanto aprendi com esta grande artista brasileira. Zoravia exerceu sobre mim um efeito transformador”, diz Schwartsmann.
No estúdio, galeria com acervo da artista
A visitação à mostra é gratuita e todas as obras estarão à venda. O valor
arrecadado com o livro Divina Rima e com as obras da série Criaturas Voadoras será doado para o Instituto Zoravia Bettiol.
SERVIÇO:
Mostra das séries Divina Rima e Criaturas Voadoras, de Zoravia Bettiol.
Abertura e sessão de autógrafos do livro Divina Rima – sábado, 6 de
novembro, das 16h às 19h.
Período da Mostra: 7 de novembro à 16 de dezembro de 2021.
Visitação: de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h. Sábados, das 15h às 18h.
Endereço: Rua Paradiso Biacchi, 109, bairro Ipanema – Porto Alegre, RS.
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O Butiá recebe neste domingo, 7, o instrumental Guitarras da Cidade. Neste show, o público poderá conferir a mistura de blues de Eduardo Gambona com o jazz de James Liberato e o fusion de Paulinho Barcellos.
Juntos, os instrumentistas apresentam seu repertório autoral, além de alguns clássicos da guitarra, como “Cause We´ve Ended as Lovers”, de Stevie Wonder, “On Broadway”, de George Benson, e “Beira do Mar”, de Ricardo Silveira. Completam o time de Guitarras da Cidade Everson Vargas (baixo), Ronie Martinez (bateria) e Luis Henrique New (teclado).
As apresentações ao ar livre iniciam às 17h30 até o pôr do sol. Os ingressos custam R$ 40 e, em cumprimento aos protocolos sanitários, as reservas devem ser feitas pelo site www.obutia.com. A localização e como chegar são informadas por e-mail.