Categoria: Cultura-MATÉRIA

  • Socorro Ocidente Show: 0 bar mais rock da capital faz um festival online

    Socorro Ocidente Show: 0 bar mais rock da capital faz um festival online

     

    O bar Ocidente considerado patrimônio histórico cultural de Porto Alegre e que com a chegada do Covid e passados 16 meses,  enfrenta dificuldades, pede socorro. Por isso, nos dias 16 e 23 de julho vai acontecer o Festival Online SOCORRO OCIDENTE SHOW.

    Serão duas noites de transmissão via youtube com shows musicais, dança, performances teatrais e o sarau elétrico. O passaporte para salvar o Ocidente está à venda no Sympla. Há vários valores de ingressos para ninguém ficar de fora, de 20 a 80 reais.

    Uma Noite no Ocidente ; Jimi Joe, Wander Wildner, Carlos Gerbase e Arthur de Farias – Foto © Fernanda Chemale/ Divulgação

    Na primeira noite, dia 16, estão agendados Wander Wildner, Tonho Crocco, Denizeli Cardoso, Os The Darma Lóvers, Los 3 Plantados, Flu, Pedro Petracco, Pupilas Dilatas, Circenses, Só Amor Trio, Antônio Carlos Falcão, Performers da Fun (Von Teese), Luciana Tomasi + Carlos Gerbase, Arlete Cunha, João Carlos Castanha e Marcio Ventura.

    Os Replicantes: Wander Wildner, Heron Heinz, Cléber Andrade, Carlos Gerbase, Cláudio Heinz, Bar Ocidente, 2002. Foto Fernanda Chemale/ Divulgação

    A segunda noite, dia 23, terá Defalla, Os Replicantes, Frank Jorge, Carlinhos Carneiro, Julio Reny, Zé Natálio feat Tonho Crocco e Jacksom, Adriana Deffenti, Jimi Joe, Marcio Petracco, As Batucas,  Sarau Elétrico, Ilana Kaplan, Renato Del Campão, Patsy Cecato, Zé Adão Barbosa, Janaina Kremer, Cikuta Castanheiro e Ana Maria Mainieri.

    Nas duas noites haverá também a participação de Nei Lisboa.

    Cultura e resistência

    O bar Ocidente abriu suas portas em dezembro de 1980, inicialmente era para ser um espaço para grupos de teatro mas logo foi sendo apropriado por bandas como Os Replicantes que fez seu primeiro show ali; além de Julio Reny e o Expresso Oriente, TNT toda a cena do rock gaúcho dos anos 80. Localizado na esquina da Osvaldo Aranha com a João Telles, o casarão tem quase 150 anos e talvez seja uma das construções mais antigas de Porto Alegre.

    Fiapo Barth, dono do bar. Foto. Fernanda Chemale/ Divulgação

    Há muitas histórias, mas cabe lembrar da invasão da polícia em junho de 1989 que culminou no movimento Bom Fim Pequim; uma licença poética à obra de Nei Lisboa Berlim Bom Fim.  A reação motivou o show no Araújo Viana e fazia analogia a repressão policial na Praça Celestial em Pequim que aconteceu na mesma época.

    O Ocidente sempre gerou muitos empregos diretos e indiretos para quem trabalha com o entretenimento em Porto Alegre. Mas chega em 2021 pedindo ajuda. Continua servindo o almoço lacto/vegetariano, coordenado por Rô Cortinhas e abre como pub neste momento de pandemia.

    “O Ocidente atravessou quatro décadas como parte de um todo festivo, do Sarau Elétrico às noites LGBT’S. Sempre foi um espaço de liberdade contra todas as formas de caretice”, lembra o material de divulgação do bar.

  • Prêmio de até 20 mil para pesquisa sobre patrimônio arqueológico

    Prêmio de até 20 mil para pesquisa sobre patrimônio arqueológico

    Estão abertas as inscrições para a 9ª edição do Prêmio Luiz de Castro Faria, que reconhece a pesquisa acadêmica cujo tema seja o Patrimônio Arqueológico Brasileiro.

    O concurso vai premiar pesquisas que, devido a sua originalidade, vulto ou caráter exemplar, mereçam registro, divulgação e reconhecimento público.

    Realizada desde 2013 pelo Centro Nacional de Arqueologia (CNA) do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), a iniciativa distribuirá premiações que vão de R$ 7 mil a R$ 20 mil.

    As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas, em formato online, até 27 de agosto de 2021.

    De acordo com o diretor do CNA, Herbert Moura, “o prêmio surgiu a partir da iniciativa de ampliar a divulgação e o reconhecimento das produções científicas que abordam o patrimônio arqueológico brasileiro”.

    Hoje, para o diretor “trata-se de uma realidade consolidada, sendo o maior prêmio de arqueologia do Brasil, que proporciona o reconhecimento da arqueologia, amplia a proteção aos bens arqueológicos e incentiva as pesquisas científicas”.

    De acordo com edital publicado nesta terça-feira (13), pesquisadores e estudantes podem se inscrever em quatro categorias: monografia de graduação, dissertação de mestrado, tese de doutorado e artigo científico.

    Categorias do Prêmio Luiz Castro Faria

    Categoria I – Monografia de Graduação: visa a apresentação de monografia final desenvolvida no âmbito de cursos de graduação em Arqueologia (ou com habilitação em Arqueologia reconhecido pelo MEC) e que verse sobre o patrimônio arqueológico brasileiro. Premiação: R$ 10 mil.

    Categoria II – Dissertação de Mestrado: visa a apresentação de dissertação de mestrado desenvolvida no âmbito de cursos de pós-graduação stricto sensu em Arqueologia, ou com área de concentração em Arqueologia reconhecida pela Coordenação de Pessoal de Ensino Superior (Capes), e que verse sobre o patrimônio arqueológico brasileiro. Premiação: R$ 15 mil.

    Categoria III – Tese de Doutorado: visa a apresentação de tese de doutorado desenvolvida no âmbito de cursos de pós-graduação stricto sensu em Arqueologia, ou com área de concentração em Arqueologia reconhecida pela Coordenação de Pessoal de Ensino Superior (Capes), e que verse sobre o patrimônio arqueológico brasileiro. Premiação: R$ 20 mil.

    Categoria IV – Artigo Científico: visa a apresentação de artigo científico inédito que verse sobre o patrimônio arqueológico brasileiro. Premiação: R$ 7 mil.

    Serviço:

    9ª Edição do Prêmio Luiz de Castro Faria
    Inscrições: de 13 de julho a 27 de agosto de 2021
    Edital e ficha de inscrição:
    Edital n° 02/2021
    Ficha de inscrição

    Informações sobre a premiação:
    Centro Nacional de Arqueologia (CNA/Iphan)
    (61) 2024-6300 – premio.cna@iphan.gov.br
    Quadra SEPS, 713/913 Bloco D – 3º andar Asa Sul Brasília – DF

  • Clássicos do jazz e outras canções com Bibi Jazz Duo, na programação do Jazzy Moments.

    Clássicos do jazz e outras canções com Bibi Jazz Duo, na programação do Jazzy Moments.

     

    O Bibi Jazz Duo faz nessa terça-feira, 13 de julho, apresentação no DRY Moments & Drinks, na programação do Jazzy Moments.  O Bibi Jazz Duo é composto pela cantora  e intérprete uruguaia Bibiana Dulce e pelo violonista e guitarrista Antônio Flores.

    Apresenta  em seu repertório não somente standards e clássicos consagrados da cultura popular norte- americana, mas também  arranjos próprios para canções da cultura européia e latino – americana, nos idiomas inglês, italiano e espanhol.

    Com uma carreira de 16 anos, a cantora  Bibiana Dulce participou nos últimos anos de diversos festivais de  jazz pelo Brasil como: “Jazz Porto” , Wine and Jazz Festival , “Villa do Jazz”  e ” Gramado Jazz e Blues Festival”.

    Antônio Flores começou suas atividades artísticas aos 16 anos em Porto Alegre, tocando ao lado do seu pai, o cantor e compositor Dorotéo Fagundes. Antônio teve a oportunidade de morar nos Estados Unidos somando-se à cena jazz local. No Brasil participou dos principais festivais de jazz como Jurerê Jazz Festival , Rio Das Ostras Jazz e Blues , Santa Jazz e Poa Jazz Festival.

    Ambos fazem parte do quarteto Bibi Jazz Band, que vem ganhando notoriedade na cena musical gaúcha.  Bibi Jazz Duo apresenta um espetáculo único e inesquecível, um convite a emoção como poesia na canção.

    SERVIÇO

    Av. Nova York, 48 – Auxiliadora, Porto Alegre – RS, 90550-070

    Horas: 20h30
  • Com 261 artistas, Miniarte Vida bate recorde de inscrições. Exposições programadas em Porto Alegre e Gramado

    Com 261 artistas, Miniarte Vida bate recorde de inscrições. Exposições programadas em Porto Alegre e Gramado

     

    Exposições estão programadas para Gramado e Porto Alegre, além de um catálogo virtual

     Um número recorde de artistas visuais – 261 – se inscreveu para participar da Miniarte Internacional deste ano, cujo tema é Vida. Além de brasileiros, artistas de países como Argentina, Chile, Colômbia, Cuba, Venezuela, Espanha, Estados Unidos, França, México, Nova Zelândia e Taiwan terão suas obras expostas no projeto criado no Estado em 2003.

    Gabriela Petter – Brasil –

    Já estão agendadas duas exposições da Miniarte Vida: em Gramado, no Centro Municipal de Cultura, de 4 de setembro a 10 de outubro, e em Porto Alegre, na Gravura Galeria, de 4 a 26 de novembro, observando as orientações sanitárias. A produção coletiva dos artistas resultará também, como sempre acontece, em um catálogo virtual que é disponibilizado no site da Miniarte (www.miniartex.org).

    Graça Craidy – Brasil

    A criadora e coordenadora-geral da Miniarte, a artista visual e gestora cultural gaúcha Clara Pechansky, avalia que o público “terá oportunidade de comparar tendências, já que as obras expostas sempre refletem o presente e cada artista busca enviar aquilo que produz de mais atual, mais significativo e com a melhor qualidade técnica”.

    Ilse Ana Paim- Brsil

    O objetivo da iniciativa, segundo Clara, é apresentar um panorama das artes visuais de diferentes regiões do mundo. “As obras (apresentadas em tamanho 14,5 x 14,5cm) são expostas em ordem alfabética, permitindo a conexão de uma diversidade de influências culturais sem que se perca a individualidade de cada artista”, diz ela.

    Fernando Gomez Barrera- Colômbia

    Entre os artistas brasileiros da mostra, estão nomes conhecidos como, por exemplo, Alfredo Nicolaiewsky, Britto Velho, Zoravia Bettiol, Flávio Wild, Glorinha Corbetta, Liana Timm, Miriam Tolpolar, Bernardete Conte, Claudia Stern, Cylene Dallegrave e Graça Craidy, além da própria Clara Pechansky.

    Czili – Twaiwan

    Já entre os estrangeiros, aparecem nomes consagrados como Ernesto Ríos Rocha, Jorge Luiz Hurtado Reyes e Clemente Perez Gaxiola (México), Jorge Torres e Mauricio Mayorga (Colômbia), Bruce Buckley e Paula Goldstein (Estados Unidos), Dale Copeland e Paul Hutchinson (Nova Zelândia) e Linda de Sousa e Juan Jiménez (Espanha), entre outros.

     

    Como funciona

     

    Coordenadores nacionais e estrangeiros são responsáveis por reunir um grupo de artistas que representa um ou mais países. São coordenadores nacionais as artistas Juliane Mai, Mara Galvani, Marcia Marostega, Rita Gil e Zoravia Bettiol; e internacionais, Andrea Beatriz Garcia e Carolina Villa (Grupo Patagônia Argentina), Clemente Pérez Gaxiola (México), Josefina Suarez (Chile), Jorge Luis Hurtado (Arte México Internacional), Linda de Sousa (Portugal/Espanha) e Marise Zimmermann (Estados Unidos).

     

    Além dos grupos liderados por artistas, a Miniarte recebe participantes independentes, formando um leque de visões e expressões diversificadas sobre o tema Vida. Os visitantes das exposições terão oportunidade de observar, mesmo em pequenos formatos, como é rico e colorido o panorama atual da arte no mundo.

     

     

    Livre de vírus. www.avg.com.

    Área de anexos

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  • João Maldonado Trio e Instrumental Picumã, no final de semana do Butiá

    João Maldonado Trio e Instrumental Picumã, no final de semana do Butiá

     O Butiá recebe no sábado (10) João Maldonado Trio. Acompanhado de Everson Vargas (baixo acústico) e Mano Gomes (bateria)o pianista apresenta um repertório autoral instrumental e releituras de clássicos do rock gaúcho e internacional, como Beatles e Jimi Hendrix, além de standarts de jazz.

    No domingo (11), sobe ao palco o Instrumental Picumã. Formado por Paulinho Goulart (acordeom), Matheus Alves (violão e guitarra), Texo Cabral (flauta), Miguel Tejera (contrabaixo acústico e elétrico) e Bruno Coelho (percussão), o grupo resgata a música feita no sul do Brasil com influências latino-americanas. Em suas composições e arranjos, destacam-se ritmos como milonga, chacarera, candombe e tango, que se fundem ao choro, à salsa e ao jazz, criando assim uma identidade própria.

    Instrumental Picumã se apresenta no domingo. Foto Rika Silveira/ Divulgação

    Para este primeiro show no Butiá, Picumã apresenta o repertório de seu primeiro disco, lançado em 2017 e contemplado com o Prêmio Açorianos de Música, como Melhor Disco Instrumental e Revelação, além de releituras de compositores, como: Tom Jobim, Hermeto Pascoal, Astor Piazzolla, Lito Vitale e Chick Corea.

    As apresentações ao ar livre iniciam às 16h até o pôr do sol. Os ingressos custam R$ 40e, em cumprimento aos protocolos sanitários, as reservas devem ser feitas pelo site www.obutia.comA localização e como chegar são informadas por e-mail após a reserva.

  • Videoarte “Cidade do Meu Olhar”,  de Liana Timm, nos espaços do Trensurb 

    Videoarte “Cidade do Meu Olhar”,  de Liana Timm, nos espaços do Trensurb 

    Pela primeira vez, uma exposição itinerante de arte vai acompanhar os usuários do Trensurb em suas viagens pela Região Metropolitana. A partir do dia 10 de julho, em formato de videoarte, a série “Cidade do Meu Olhar”, assinada pela artista multimídia Liana Timm, será exibida nas TVs das estações e dos trens da empresa de transporte intermunicipal. O vídeo será veiculado até o dia 31 de agosto.

    Rua da Praia. Liana Timm/ Divulgação
    Porta da Cidade. Liana Timm/ Divulgação

    Na série “Cidade do Meu Olhar”, Liana reúne cerca de 300 trabalhos criados em diversos momentos, sempre pensando a cidade a partir de sua história e contemporaneidade. Iniciada em 1986, a série continua in progress acrescentando o que a urbanidade oferece de tempos em tempos.

    Alfândega. Liana Timm/ Divulgação
    Navegantes. Liana Timm/ Divulgação

    Com essa exposição pioneira, o Trensurb, que transporta pessoas entre Porto Alegre, Canoas, Esteio, Sapucaia do Sul, São Leopoldo e Novo Hamburgo, cria um espaço para o contato com a arte e a cultura de maneira especial e inovadora, com um potencial de alcançar 200 mil passageiros por dia.

    Uma viagem afetiva 

    O vídeo que reúne obras de arte e textos, com legendas explicativas e trilha sonora, possibilitará aos usuários do Trensurb, momentos agradáveis ao longo do caminho a percorrer entre uma estação a outra.  Nas imagens, o centro histórico, o Caís do Porto, alguns prédios históricos, o Guaíba e outros ícones urbanos fazem parte desse roteiro criado com toda a afetividade que a artista, que nasceu em Serafina Corrêa e adotou Porto Alegre, dispensa ao seu lugar de vida.

    A ponte. Liana Timm/ Divulgação

    Em sua trajetória mais de 50 anos de arte, Liana Timm fez de Porto Alegre e de seus ícones uma inspiração. Além da série “Cidade do Meu Olhar”, a artista participou do projeto Quintana dos 8 aos 80, em uma homenagem ao poeta, e coordenou a publicação e criou obras de arte para o livro “Crônicas de um Rio”, sobre o Guaíba. Além de levar a série “Cidade do Meu Olhar” para exposição individuais no Museu de Porto Alegre e no Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, também produziu um painel de cem metros com obras sobre a cidade para o muro do Cais do Porto, durante uma edição da Casa Cor RS.

    A multiartista Liana Timm/ Divulgação

    Por essas e outras contribuições artísticas, Liana recebeu o título de Cidadã Honorária de Porto Alegre, da Câmara Municipal em 2008. Atualmente, a artista também prepara um livro, com outras autoras, sobre a capital gaúcha, que será publicado pela editora Território das Artes, no início de 2022.

    VIDEOARTE da série “CIDADE DO MEU OLHAR: Porto Alegre” de Liana Timm
    Mostra virtual será exposta nas TVs das estações e nos trens do TRENSURB
    Período de veiculação do vídeo: 10 de julho a 31 de agosto

  • Trio Porto Alegre faz apresentação única no Rio de Janeiro com transmissão online

    Trio Porto Alegre faz apresentação única no Rio de Janeiro com transmissão online

     O Trio Porto Alegre, um dos grupos mais tradicionais e importantes da música clássica no Brasil, vai fazer uma apresentação na temporada oficial da  Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro, um templo consagrado da música no país. O concerto, marcado para às 19h do dia 09 de julho, faz parte da programação Série Música de Câmara e será transmitido, gratuitamente, pela internet no www.salaceciliameireles.rj.gov.br.

    O Trio Porto Alegre tem como uma de suas missões divulgar a canção brasileira ao lado de compositores consagrados do repertório camerístico. No concerto dessa noite ocorrerá a estreia de uma obra dedicada ao grupo pelo compositor Ernst Mahle, além de uma rara audição do Trio de Alberto Nepomuceno, encerrando com o magistral Trio de Maurice Ravel.

    Com 63 anos de atividades, o Trio Porto Alegre é atualmente integrado pelo violinista Cármelo de los Santos, o violoncelista Hugo Pilger e o pianista Ney Fialkow tendo, com essa formação, iniciado suas apresentações em Berlim, na Alemanha, em 2006. Na agenda de 2022, está prevista uma apresentação em Porto Alegre, com uma homenagem à pianista fundadora do grupo, Zuleika Rosa Guedes.

    Confira o Programa:

    Alberto Nepomuceno (1864-1920)
    Trio em Fá sustenido menor
    I – Molto lento – Allegro enérgico e marcato
    II – Lentamente
    III – Scherzo – Com spirito
    IV – Largo assai e molto espressivo – Allegro

    Ernst Mahle (1929)
    Trio Romântico (Estreia mundial e dedicado ao Trio Porto Alegre)
    I – Allegro moderato
    II – Valsa
    III – Allegro

    Ravel, Maurice (1875-1937)
    Trio em lá menor
    I – Modéré
    II – Pantoum
    III – Passacaille
    IV – Final

    AGENDA

    O que: Concerto Trio Porto Alegre

    Quando: 09 de julho

    Horário: 19h

    Onde: Sala Cecília Meireles (RJ) e online (www.salaceciliameireles.rj.gov.br)

    Quanto: gratuito (pela internet)

     

  • O que aconteceria se nada fosse dito? Novo single de Dany López em duo com Aline Stoffel

    O que aconteceria se nada fosse dito? Novo single de Dany López em duo com Aline Stoffel

     

    Seguindo a sequência de lançamentos com participações de artistas brasileiros, como Filipe Catto, Diego Moraes, Taís Reganelli e Zeca Baleiro, o compositor, cantor, multi-instrumentista, arranjador e produtor Dany López lança no dia 9 de julho, em todas as plataformas digitais, “Ditto”. Importante nome no intercâmbio musical entre o Rio Grande do Sul e Uruguai, desta vez, ele chamou a cantora Aline Stoffel para a parceria.

    Dany López – Foto Alejandra Bacigalupi/ Divulgação

     

    “Ditto” é um jogo de palavras, transparece a força da linguagem, do impacto do que é dito, ou do que não é dito. Na letra, escrita por Fabiana Iglesias, cabe medo e desejo, paixão e decepção, liberdade para colocar para fora sentimentos em voz alta. As palavras impulsionam o som. Embalado por um “blue rock” com ares contemporâneos, o que é dito ganha poder.

    Aline Stoffel – Foto Tom Silveira/ Divulgação

    “Aline tem essa voz profunda que abraça com graves incríveis de veludo, e, ao mesmo tempo, muito doce. Faz explodir o blues rock da canção. Com domínio total da voz e uma capacidade interpretativa fora do comum, fala/canta o que precisa ser ‘Dito’”, diz Dany.

    Gravada no Brasil e no Uruguai, a música conta com um time de artistas de diversas áreas, uma mistura de estilos musicais, que se completa em uma só sonoridade: moderna e contemporânea, com guitarras, piano, baixo e efeitos.

    Carinhosamente chamado de “El Maestro”, Dany compôs para o teatro e acompanhou diversos compositores e intérpretes como pianista e tecladista. Produziu mais de 15 álbuns, entre eles “Mar Abierto”, de Daniel Drexler, que recebeu o prêmio Gardel de 2013 (ARG). Depois de passear pelo folk e pela música latina, o músico retornou ao rock com o disco “The Kingdom of Me”, a primeira parceria com a Loop Discos.

    Ficha Técnica
    Letra: Fabiana Iglesias

    Música: Dany López

    Voz: Aline Stoffel e Dany López

    Coros: Camila Ferrari

    Bateria: Martin Ibarburu

    Guitarra: Nicola Spolidoro

    Piano, rhodes, hammond, baixo e violões: Dany López

    Saxofone: Gonzalo Levin

    Trompete: Gaston Ackerman
    Captações: Estúdio: E12 (guitarras de Nicola Spolidoro), home studio (vozes de Aline Stoffel) e Io Estúdios (demais)

    Mix e Master: Diego Rey e Nico Panzl

    Foto da capa: Alejandra Bacigalupi

    Capa: Estúdio Blende
    Management Dany López: Origami Gestión Cultural

    Selo: Loop Discos

  • Ballet Vera Bublitz de volta ao Theatro São Pedro, em cinco apresentações

    Ballet Vera Bublitz de volta ao Theatro São Pedro, em cinco apresentações

    O Ballet Vera Bubliz volta ao palco do Theatro São Pedro, dois anos depois do Festival Internacional de Dança de Porto Alegre (FIDPOA). É a VIII Gala de Excelência em Dança que terá em cinco apresentações nos dias 2, 3 e 4 de julho. Os ingressos estão à venda nas sedes do Ballet Vera Bublit (BVB), na Cel. Lucas de Oliveira, 158, e na Cel. Corte Real, 227. Informações pelos telefones (51) 99933-3310 e (51) 98590-0618.

    Vera e Carlla Bublitz no Theatro São Pedro; Foto: Daniel Martins/ Divulgação

    Ao longo dos três dias, os bailarinos que compõem o Ballet Vera Bublitz vão se revezar nas apresentações. Entre eles, estão nomes já consagrados do grupo, que se destacaram em premiações e companhias internacionais. “Traremos trechos de ballets de repertório como Lago dos Cisnes, Dom Quixote, Bela Adormecida, Paquita, Quebra-Nozes e Coppélia, entre outros, em apresentações solo e em grupo”, detalha Vera Bublitz.

    Bela Adormecida . Foto: Daniel Martins/ Divulgação

    A retomada é comemorada por alunos e professores. “Somos a primeira escola de dança a se apresentar em um teatro desde o início da pandemia. No final do ano passado, fizemos apresentações em formato Drive-Thru, mas estar de volta ao Theatro São Pedro é uma celebração para os bailarinos, que podem depois de tanto tempo de ensaio e dedicação sem apresentações voltar ao palco em um espetáculo”, destaca a fundadora do BVB.

    Carlla e Vera Bublitz : seguindo os protocolos de segurança. Foto: Daniel Martins/ Divulgação

    As apresentações vão seguir todos os protocolos de segurança e apenas 30% do Theatro São Pedro estará disponível para manter o distanciamento. O uso de máscara é obrigatório e haverá controle de temperatura na entrada.

    Bailarina Sofia Irázábal – Foto: Carlla Bublitz/ Divulgação

     

    VIII Gala de Excelência em Dança Ballet Vera Bublitz

    2 de julho (sexta-feira): 15h30
    3 de julho (sábado): 10h30 e 15h30
    4 de julho (domingo): 14h e 16h30

    Local: Theatro São Pedro (Praça Marechal Deodoro, s/n – Centro Histórico – Porto Alegre)

    Capacidade: 170 lugares por espetáculo

    Ingressos antecipados:

    1. Cel. Corte Real, 227
      Whatsapp: (51) 98590-0618
    2. Cel. Lucas de Oliveira, 158

    Whatsapp: (51) 99933-3310

    Os ingressos também poderão ser adquiridos no dia do espetáculo na bilheteria do Theatro São Pedro, dependendo da disponibilidade de assentos.

    Valor único: R$ 100

  • “Tempos de Josué”: uma viagem virtual aos segredos da literatura

    “Tempos de Josué”: uma viagem virtual aos segredos da literatura

    “Josué Guimarães: arquivos e crítica genética” foi o tema da live desta segunda-feira, na série “Tempos de Josué”,  sobre os 100 anos do nascimento do escritor, da LPM Editores.

    Nascido a 7 de janeiro de 1921, em São Jerônimo, polo carbonífero do Rio Grande do Sul, Josué Guimarães foi jornalista, escritor, político e formador de leitores. Um cronista de muitos pseudônimos.

    Foi Dom Xicote, na Folha da Tarde, e  D. Camilo, em outros jornais,  para vergastar as injustiças da sua época.

    Escreveu romances  que permanecem atuais. “Uma jornada que se mantém viva e um legado sem fim”.

    Como parte das homenagens, nesta segunda-feira a professora Márcia Ivana Lima e Silva abordou a obra  de Josué a partir dos registros dos processos de origem dos textos literários do autor e seus arquivos.

    Os rumos de criação, as variantes do texto no processo criativo do autor, seus arquivos, memórias, o estudo dos rascunhos e apontamentos prévios à publicação das obras e a literatura feita no Rio Grande do Sul foram alguns dos assuntos tratados na live.

    A mediação de Miguel Rettenmaier (UPF), coordenador do Acervo Literário do Autor (ALJOG/UPF), onde estão inúmeros registros textuais de Josué Guimarães.

    A “crítica genética” se propõe a “mapear” o possível percurso da escritura de um autor a partir da análise de rasuras, anotações, emendas, rascunhos e variantes produzidos por um autor enquanto esse produz sua obra.

    “Tendo em mãos os diferentes documentos deixados pelos artistas ao longo do processo, por meio da crítica genética pode-se tecer relações entre os dados neles contidos para buscar refazer e compreender os caminhos do pensamento do autor”.

    A live pode ser vista no canal da LPM no You Tube.

    (Com informações da Assessoria da LPM Editores)