Categoria: Cultura-MATÉRIA

  • Leilão de objetos de arte e históricos  terá renda revertida para o Hospital de Canela

    Leilão de objetos de arte e históricos  terá renda revertida para o Hospital de Canela

    Um dos hotéis mais tradicionais do Rio Grande do Sul deixou de existir, mas seus bens vão se transformar em artigos essenciais para os moradores de Canela. No sábado, 20 de março, às 19h, será realizado o Leilão Beneficente do Hotel Laje de Pedra para o Hospital de Canela, com realização da Família Druck e LDP Canela S/A e organização de Nicholas Bublitz, marchand da Bublitz Galeria de Arte. O leilão ocorrerá de forma virtual e poderá ser acompanhado no site: www.artebid.com.br ou pelo Instagram @bublitzgaleria. Quem estiver em Canela e quiser conhecer as peças presencialmente, poderá agendar visita individual, ao longo da semana, seguindo todos os protocolos de segurança, pelos telefones (54) 99189-8084 ou (54) 99625-6215.

    Obra de Vitório Gheno / Divulgação

    São 86 lotes à venda, que incluem obras de artistas como o célebre Vitorio Gheno e Paulo Amaral, Glauco Rodrigues, Nelson Jungbluth e Berenice Unikowsky, além de tapetes orientais, móveis e objetos, como piano, lustre e mesa de bilhar. O objetivo é reverter 100% da renda para a compra de equipamentos para o Hospital de Canela. Na lista de itens para aumentar a capacidade da instituição estão respiradores, monitor cardíaco e bomba de infusão. Todas as pessoas envolvidas no leilão beneficente estão trabalhando de forma voluntária. O leiloeiro é Norton Fernandes.

    Nicholas Bublitz/ Foto: Karine Viana/ Divulgação

    “O Hotel Laje de Pedra está na memória afetiva de muito gaúchos, inclusive da minha família. Por mais de 40 anos, ele esteve presente na história como um motivo de orgulho para a cidade e para o Estado e agora seus artigos vão se transformar em um bem ainda mais inestimável: a vida”, destaca Nicholas Bublitz.

    No acervo, piano do hotel

    Passado, presente e futuro

    O icônico complexo hoteleiro da Serra Gaúcha recebeu hóspedes do Brasil e do mundo durante mais de quatro décadas e encerrou suas atividades em 7 de abril do ano passado. Recentemente, no final de janeiro, o Grupo Habitasul, que era proprietário do Hotel Laje de Pedra, anunciou sua venda para o grupo LPD Canela Empreendimentos e Participações, dos investidores José Paim de Andrade e José Ernesto Marino Neto. Eles planejam investir R$ 500 milhões na expansão e na modernização do complexo, que deverá ser operado por uma empresa hoteleira de 6 estrelas, ainda não presente na América Latina, de acordo com informações dos próprios investidores, na época da aquisição.

    Do acervo do hotel, mesas de sinuca

    Leilão Beneficente do Hotel Laje de Pedra
    Onde acessar: 
    www.artebid.com.br ou pelo Instagram @bublitzgaleria
    Data: sábado, 20 de março
    Horário: 
    19h

  • VERAFRO encerra projeto com performances dos dois grupos, documentário e festa virtual

    VERAFRO encerra projeto com performances dos dois grupos, documentário e festa virtual

    “O VERAFRO – Verão Afro Performativo Pretagô Espiralar Encruza” resultou da parada compulsória dos grupos artísticos em 2020 em função da pandemia da COVID 19. Com muita assertividade e programação ampla e diversa, trouxe à cena uma programação artística negra protagonizada pelos grupos teatrais gaúchos Pretagô e Espiralar Encruza. Financiado pela Secretaria de Estado da Cultura do RS, Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo do Governo Federal, por meio da Lei Aldir Blanc, teve leituras dramáticas, debates, entrevistas com personalidades e estudiosos, programação formativa composta por oficinas, exposição a céu aberto e apresentações de espetáculos.

    Para o encerramento das atividades no mês de março, programou apresentações dos dois grupos: a performance Noite Espiralar, e o documentário poético Sobrevivo, ambos do Espiralar Encruza e a exibição do espetáculo Qual a diferença entre o charme e o funk?, do Pretagô.  No dia 30 o projeto tem seu final em grande estilo com a apresentação de documentário produzido durante o processo de execução do festival.

    Dirigido coletivamente pelos dois grupos e por Thiago Lazeri, esse documentário poético visual é bastante experimental e tem como fio condutor o próprio festival e seus desdobramentos. É arte negra na pandemia, inspirada no afrofuturismo e realizada em um local de produção artística segura, trazendo fortalecimento e subjetividade’, afirma Thiago Pirajira, integrante do Pretagô.

    Confira a programação:

    12 de março, 20h – Performance Noite Espiralar / Youtube

    A Rede Espiralar Encruza convida para uma noite de apresentações performáticas, música, dança e poesia. Com a presença das artistas do coletivo Buraco Negro, irão realizar uma noite de apresentações, construindo um espaço de liberdade para os jovens pretos, para que possam celebrar e expressar a maior potência de cada um: a vida.

    Produção: Espiralar Encruza / Elenco Espiralar Encruza: CIRAdias, Eslly Ramão, Gabi Faryas, Letícia Guimarães, Maya Marqz, Phill e Sandino Rafae / Elenco grupo Buraco Negro: Gabriel Ferreira, Mariana Amaral, Pretamina e William Freitas / Duração: 90 minutos / Classificação: livre

    Frames de Sobrevivo. crédito Espiralar Encruza / Divulgação

    18 de março, 20h – Exibição documentário poético Sobrevivo / Youtube

    Exibição do documentário poético Sobrevivo, criação do coletivo Espiralar Encruza (2020). Uma criação audiovisual inspirada no espetáculo homônimo. O documentário será exibido no canal do VERAFRO no Youtube. Atividade gratuita.

    19 de março, 20h – Exibição espetáculo Qual a diferença entre o charme e o funk? / Youtube

    Exibição do espetáculo online Qual a diferença entre o charme e o funk, criação do grupo Pretagô (2014). A exibição da gravação do espetáculo será disponibilizada pela primeira vez em plataformas de streaming e celebra o primeiro espetáculo do grupo Pretagô que completa sete anos de existência. A exibição ocorrerá no canal do VERAFRO no YouTube. Atividade gratuita.

    30 de março, 20h – Estreia mini documentário VERAFRO / Youtube

    Após a estreia do documentário vai rolar o Encerramento VERAFRO com live em formato de festa e a presença de com DJ Suelen.  Após três meses de intensa programação, o evento propõe uma celebração online realizada pela plataforma Zoom e aberta ao público com acesso gratuito.

    Qual a diferença entre o charme e o funk. Foto: André Olmos/ Divulgação

    Verão Afro Performativo Pretagô Espiralar Encruza – VERAFRO

    Apresentações artísticas / encerramento do projeto

    Financiamento:

    Secretaria de Estado da Cultura do RS, Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo do Governo Federal # LEI ALDIR BLANC – edital 09/2020 da SEDAC RS para ser realizado com recursos da Lei n. 14.017/2020

    Gestão e coordenação:

    UTA Produções – Thiago Pirajira

    Redes VERAFRO:

    Facebook: www.facebook.com/projetoverafro

    Instagram: @projetoverafro

    YouTube: www.youtube.com/verafro

  • Gravação inédita mundial de obra de Beethoven, no violão de Daniel Wolff

    Gravação inédita mundial de obra de Beethoven, no violão de Daniel Wolff

    Higino Barros
    A ilustração de gravação da obra de Ludwig van Beethoven pelo violinista gaúcho Daniel Wolff já dá uma pista da intimidade do músico com o compositor alemão.  Daniel toca seu instrumento, Ludwig van anota e os dois trocam informações musicais, saboreando um vinho tinto. O cenário é uma sala despojada com tapetes no chão, piano com partitura aberta e parede pintada em tom azul com enfeites iguais brancos.
    Pois agora o classificado de “magnífico” Romance op. 40, de Ludwig van Beethoven, tem sua primeira gravação mundial, com arranjo do solista Daniel Wolff, acompanhado pela Orquestra do Instituto de Artes da UFRGS, com regência de Carlos Völker-Fecher.

    Aqui o link para pre-save do Romance Op. 40, de Beethoven, que será lançado dia 10/03: https://tratore.ffm.to/romanceop40. 
    Ele será disponibilizado nas plataformas de streaming no dia do evento.
    O projeto foi idealizado e gravado durante a pandemia de Covid-19, “demonstrando que a força colaborativa dos artistas pode render belos frutos mesmo em condições adversas”, como ressalta o material de divulgação do trabalho.
    Abaixo Daniel Wolff fala de seu encontro com a obra de Beethoven:
    Pergunta: Beethoven em violão. Como começou isso para você?
    Daniel Wolff: Eu, desde meus primórdios com o violão, me interessei em adaptar obras originalmente escritas para outros instrumentos, para que eu também pudesse tocá-las. Comecei adaptando obras mais fáceis de Bach e fui, pouco a pouco, evoluindo, aprendendo mais sobre como fazer isso. Anos mais tarde, este seria o tema de minha tese de doutorado.
    Eu tinha arranjado, no final da década de 90, uma sonata de Beethoven para dois violões, que gravei em um disco lançado na Alemanha, em duo com Daniel Göritz:
    Esse arranjo foi publicado pela editora alemã Margaux (https://www.amazon.co.uk/Sonata-Op31-No-2-Margaux/dp/3733304470). Contente com a boa receptividade e críticas favoráveis que esse arranjo obteve, comecei a fazer outros, durante quase 20 anos, que foram os que gravei em 2020 no disco Beethoven for Guitar.

    Foto: Manuel Pose Varela / CCK/ Divulgação
    Pergunta:  Quais são as dificuldades de execução e “facilidades”?
    DW: Beethoven explorava muito bem as possibilidades idiomáticas de cada instrumento. A dificuldade é encontrar a melhor forma de reproduzir isto no violão, ou seja, adaptar para a técnica violonística uma escrita pensada para outro instrumento, sem descaracterizar o efeito sonoro original.
    Pergunta:  É comum, raro ou existe já Beethoven em violão?
    DW: Há vários arranjos da música dele para violão, a maioria dos quais soa como uma caricatura da obra original. Mas há também alguns muito bem escritos, inclusive feitos por compositores violonistas do século XIX, que viveram em um período próximo ao de Beethoven.
    Pergunta:  Ele compôs para violão?
    DW: Vou colar aqui um trecho de uma comunicação de pesquisa minha, publicada nos anais do congresso da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Música (ANPPOM) de 2019, que responde a tua pergunta:

    Beethoven nunca compôs para violão. Contudo, ele certamente estava familiarizado com o instrumento, pois conviveu com compositores violonistas, como Mauro Giuliani e Anton Diabelli. Um relato da soprano Antonie Adamberger (1790-1867), sobre fato ocorrido durante os ensaios de Egmont, em 1810, nos permite supor que o compositor chegou a fazer alusão à sonoridade do violão em ao menos uma de suas obras:

    “Um dos senhores de mais idade expressou a opinião de que as canções que o mestre [Beethoven] escrevera para orquestra, buscando determinados efeitos, deveria ser acompanhada ao violão. Então ele [Beethoven] balançou a cabeça de maneira cômica e, com olhos flamejantes, disse, ‘Ele sabe!’” (FORBES, 1967, 485, tradução minha). Outra possível alusão ao violão ocorre na canção An die Geliebte, WoO 140, escrita em 1811-12 provavelmente para Antonie Brentano (cujo prenome, coincidentemente, é o mesmo da cantora de Egmont). Brentano era uma consumada violonista e, talvez por esta razão, a canção foi publicada “com acompanhamento de piano ou guitarra [i.e., violão]”, caso único na produção de canções de Beethoven (SOLOMON, 1987, 238).

    Foto: J.L. Waxemberg/ Divulgação
  • Monique Brito apresenta o show virtual “Filha do Sol”, no Ecarta Musical,

    Monique Brito apresenta o show virtual “Filha do Sol”, no Ecarta Musical,

    A cantora e compositora Monique Brito apresentará o show Filha do Sol no Ecarta Musical, neste sábado, 6 de março, às 18h. O show, virtual, será transmitido pelo canal da Fundação Ecarta no Youtube (https://bit.ly/3dVv0ia).

    A apresentação busca traduzir a proposta lítero-musical da artista, profundamente ligada ao feminino, aos elementos da natureza e à ancestralidade de matriz africana. No repertório, Agridoce (Monique Brito/Bruno Amaral), Dancei ao Tempo, Preto Amor, Filha do Sol, Ode ao cuidado, Marujo, Transeunte e Íris (Monique Brito), É d’Oxum (Gerônimo) e Eu quero é botar meu bloco na rua (Sérgio Sampaio).

    Monique estará acompanhada de Calil Souza (teclado/piano) e Anderson Moreira (percussão).

    Entrada franca

     

  • Os 15 anos do bar Parangolé na cena cultural gaúcha

    Os 15 anos do bar Parangolé na cena cultural gaúcha

    O bar Parangolé completa 15 anos de história na próxima terça-feira (9), com foco no serviço de tele-entrega devido à pandemia de Covid-19. Ao longo dessa jornada, o bar promoveu e produziu centenas de eventos musicais, além de abrir as portas para apoiar artistas estreantes e consagrados da música e de linguagens como poesia, fotografia e dança.

    “Muitas pessoas nos contam que consideram o Parangolé sua segunda casa. A gente se sente muito feliz por ter conseguido caminhar durante 15 anos, conquistando tanta simpatia de tanta gente boa”, comemora Cláudio Freitas, músico e proprietário do bar, que está sempre no balcão conversando com os amigos e clientes.

    Apesar da celebração, o momento é de cautela devido à pandemia. “Para este ano, estou muito preocupado com a situação da pandemia, o bar não está economicamente bem. Mas espero resistir para que no outro ano, quem sabe, as coisas melhorem”, diz Cláudio.

    O proprietário Cláudio Freita em frente do bar . Foto: Ana Laura Freitas / Divulgação

    Nomeado a partir da obra homônima de Hélio Oiticica, o Parangolé tem raízes na vida cultural de Porto Alegre. Um exemplo é a Roda de Choro semanal, que ocorre desde 2006 e que faz parte da formação de uma geração de músicos hoje atuantes no cenário nacional, tornando-se ponto de encontro para artistas do gênero, como Elias Barbosa, Mathias Pinto, Luis Machado e Matheus Kleber.  Quando em visita a Porto Alegre, artistas como Yamandú Costa, Borghetinho, Hamilton de Holanda, Bebê Kermer, Luiz Barcellos, Samuca do Acordeon, Rafael Ferrari, Pedro Franco, Luiz Carlos Borges também estiveram no bar.

    Entre os shows que a casa costuma oferecer diariamente, constam artistas de diversos estilos musicais, desde a música popular, erudita, instrumental, nativista, entre outros gêneros.  O Parangolé também já abrigou apresentações semanais do Prof. Darcy Alves, entre 2007 e 2013, e acabou se transformando na segunda casa desse artista que foi um ícone da música e boemia porto-alegrense. Outra artista que animou as noites musicais do estabelecimento foi a cantora uruguaia (naturalizada brasileira) Nina Moreno, excelente intérprete de tangos, boleros e demais gêneros latino-americanos.

    Artes como dança e literatura também têm espaço na agenda do bar. Durante anos, o Parangolé foi palco do projeto Noches Flamencas, da Cia de Flamenco Del Puerto. Mais recentemente na história da casa, desde 2017 sedia o Projeto Leitura em Voz Alta, coordenado pela professora Luiza Milano (UFRGS), evento gratuito e aberto ao público em geral.

    A casa abrigou também duas edições do Sarau Única Negra, que reúne mulheres artistas negras de Porto Alegre, com participações de Gabriela Vilanova (OSPA), Silvia Duarte, Andrea Cavalheiro, Glau Barros, Raquel Leão, Negra Jaque, Celina Alcântara, entre outras. Ainda na área musical, promoveu o Projeto Desconcerto entre 2015 e 2019, oportunizando a performance e a escuta da música clássica no ambiente informal de um bar. O Projeto Palco Parangolé, coordenado pela bailarina Paula Finn, experimentando as artes cênicas no bar, foi outro evento cultural marcante para a história do bar.

    Frequentemente, a casa disponibiliza o espaço para escritores e artistas, para lançamento de livros, CDs e exposição de obras de arte. Nos últimos anos, o Parangolé apoiou eventos culturais como o Porto Alegre em Cena, Festival Internacional da UFRGS, além do lançamento da Revista de Cinema “Zinematógrafo”, cujo projeto teve início no local.

     

  • Oficina de Literatura, Psicanálise e Cinema com Ariane Severo

    Oficina de Literatura, Psicanálise e Cinema com Ariane Severo

     A psicanalista e escritora Ariane Severo  abre nova turma para a Oficina de Literatura, Psicanálise e Cinema. As aulas iniciam no dia 09 de março, das 18 às 21 horas e durante três meses, às terças-feiras, num total de doze encontros, os alunos analisam e debatem o filme Meia-noite em Paris, de Woody Allen (seleção oficial do Festival de Cannes e Oscar de roteiro original, assistido por mais de um milhão de espectadores no Brasil).
    Ariane explica a metodologia: “A oficina é um facilitador, um potencializador do processo criativo, um espaço ocupado pela experiência cultural. Exercitamos a escrita, aprendemos as técnicas essenciais da arte de escrever e desenvolvemos o nosso texto até que possamos alcançar domínio e segurança”. Os alunos recebem uma aula semanal, com o tema de aula e o de casa. Os contos produzidos são lidos no sarau online que ocorre uma vez por semana. São estudados os componentes da narrativa e os elementos que compõe o filme como: direção, direção de arte, roteiro, montagem, fotografia, trilha sonora, figurino, iluminação e tipos de planos.

    Na abertura do filme passeamos pela cidade ao som do clarinetista Signey Brechet, seu ídolo musical. Paris surge numa sequência de cartões postais, do nascer ao pôr do sol. A cidade luz como personagem central, com no mínimo trinta e cinco locações para os alunos ambientarem seus contos.

    O protagonista realiza uma nostálgica viagem no tempo para uma Paris onírica e mais romantizada de Ernest Hemingway, Zelda e Scott Fitzgerald, Gertrude Stein, Pablo Picasso, Salvador Dali, Luis Buñuel, T. S. Eliot, Djuna Barnes, Josephine Baker, Côco Chanel. Paris boêmia, dos anos 1920, auge da criatividade, e Paris de 1890 com outros coadjuvantes famosos como Edgar Degas, Gauguin, Tolouse-Lautrec. Também Rodin, Camille Claudel, Monet…

    “O deslocamento espaço-temporal dos Estados Unidos à Europa, dos anos 2010 aos anos 1920, 1890, articula pelo menos três temas importantes: a perda da inocência e a recusa da realidade presente e a arte como antídoto contra o vazio da existência e o medo da morte.” Papel do cinema, da literatura e da arte em geral, salienta.

    As vagas são limitadas. Maiores Informações podem ser obtidas pelo e-mail ahelena.rilho@yahoo.com.br ou (51) 99703-8175 (whatsapp) c/ Ana Helena Rilho.
    Ariane Severo é psicanalista e escritora. Publicou os livros Os Dois Lados do Espelho: Relato de uma Experiência em Psicanálise Vincular (2015), O Suave Mistério Amoroso: Psicanálise das Configurações Vinculares (2014), Encontros & Desencontros: A Complexidade da Vida a Dois (2010) e colaborou na obra Transmissão Transgeracional e a Clínica Vincular (2006), sem contar a publicação de diversos artigos em revistas especializadas. Lançou também o romance Nina – Desvendando Chernobyl, finalista, em 2018, do Prêmio Jabuti. Foi patrona da 28ª Feira do Livro de Caçapava do Sul.
    Oficina de Literatura, Psicanálise e Cinema com Ariane Severo
    A partir de 09 de março, às terças-feiras, das 18 às 21 horas
    Informações e inscrições: ahelena.rilho@yahoo.com.br  e (51) 99703-8175 (celular/whatsapp) com Ana Helena Rilho.
  • Rede Saraiva põe à venda suas três livrarias no Estado

    Rede Saraiva põe à venda suas três livrarias no Estado

     

     

    A rede de livrarias Saraiva está colocando à venda as três unidades que possui no Rio Grande do Sul – Shopping Praia de Belas e Shopping Iguatemi (Porto Alegre) e Shopping Caxias do Sul.  A decisão faz parte do plano de recuperação financeira da rede.  A Saraiva, junto com a rede Cultura, de São Paulo, durante muito tempo dominou o mercado de venda de livros no País, em shopping center e outros espaços comerciais de luxo.

    A loja do grupo no Shopping Iguatemi de Porto Alegre está na lista. Foto: Facebook/Divulgação

    Segundo a newsletters Publish News a decisão “é um dos pontos mais importantes do novo plano de recuperação judicial recém aprovado pelos credores da rede. A varejista quer vender parte de suas lojas físicas, ou o seu e-commerce ou uma conjunção de unidades físicas mais a loja virtual. Mas quais lojas estão no jogo? Das 38 lojas em operação hoje, a Saraiva listou 23 que podem ser vendidas”.

    Confira a lista:

    SUDESTE

    São Paulo

    Shopping ABC Plaza (Santo André)

    Aeroporto de Guarulhos

    Shopping Novo Shopping (Ribeirão Preto)

    Espírito Santo

    Shopping Vitória

    Shopping Vila Velha

    Minas Gerais

    Shopping Juiz de Fora

    Shopping Uberlândia

    CENTRO OESTE

    Distrito Federal

    Shopping And Towers

    Goiás

    Shopping Flamboyant

    Shopping Passeio das Aguas

    Mato Grosso

    Shopping Cuiabá

    NORDESTE

    Ceará

    Shopping Fortaleza II

    Paraíba

    Shopping Manaíra

    Rio Grande do Norte

    Shopping Midway

    Sergipe

    Shopping Aracajú

    Pernambuco

    Shopping Patteo Olinda

    SUL

    Rio Grande do Sul

    Shopping Praia de Belas (Porto Alegre)

    Shopping Caxias do Sul

    Shopping Iguatemi Porto Alegre

    Santa Catarina

    Shopping Florianópolis

    NORTE

    Amazonas

    Shopping Manauara

    Pará

    Shopping Belém

    Grão Pará

     

     

  • Rio homenageia Mignone, o compositor paulista que botou samba na ópera

    Rio homenageia Mignone, o compositor paulista que botou samba na ópera

    Exposição virtual no site do Theatro Municipal do Rio de Janeiro homenageia o compositor e maestro Francisco Mignone, um dos mais importantes nomes da música brasileira.

    “A música como luz da existência”, reúne peças de um dos mais importantes do acervo de Mignone que ao morrer em 1986 deixou mais de mil composições, entre óperas, bailados, músicas instrumentais e trilhas para filmes.

    Filho de imigrantes italianos, Mignone nasceu em São Paulo mas sua carreira esteve intimamente ligada ao Theatro Municipal do Rio, que agora o homenageia pelos 35 anos de sua morte, em 19 de fevereiro de 1986.

    Sua primeira ópera O contratador de diamantes, foi escrita na Itália e conta a história de Chica da Silva, a escrava que seduziu o contratador João Fernandes de Oliveira, no Arraial do Tijuco, em Minas Gerais.

    Para a estreia da ópera, em 1924 no Rio e o compositor teve que recorrer à mãe de santo Tia Ciata, em cujo terreiro se reuniam os pioneiros do samba, para encenar um bailado de negros escravos.

    Tia Ciata  pediu ajuda ao sambista Donga e este arranjou as passistas que dançaram no palco do Municipal, causando sensação. Pela primeira vez se via um bailado afro numa ópera.

    A obra de Mignone no entanto já chamava atenção dos grandes mestres da música da época. Em 1923, Richard Strauss, quando veio ao Brasil com a Orquestra Filarmônica de Viena, fez questão de só tocar Mignone.

    Da mesma forma, Arturo Toscanini, quando se apresentou no Municipal do Rio, em 1940, tocou “Congada”, de Mignone, com a Orquestra de Nova Iorque, da qual era regente.

    A  “africanidade” é uma das características da música de Francisco Mignone. Os ritmos africanos estão presentes em sua obra.

    As composições de Mignone refletem os ritmos da diversidade brasileira, como em “Maracatu de Chico-Rei” (bailado considerado a sua obra-prima), O Espantalho, Leilão, Quadros Amazônicos, Hino à Beleza, Iara, Quincas Berro D ´Água e das histórias musicadas do cotidiano do país, como é o caso das óperas O Contratador de Diamantes, O Chalaça e O Sargento de Milícias.

    Mignone começou a estudar música com o pai,, o flautista Alferio Mignone. Completou os estudos no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, onde se formou em flauta, piano e composição, seguindo, posteriormente, para estudar composição em Milão, Itália, no Conservatório Giuseppe Verdi.

    Ainda em vida, recebeu vários prêmios, como o Shell, em 1982, pelo conjunto da obra.

    A exposição pode ser conferida pelo público interessado nas plataformas oficiais do Teatro Municipal: Instagram, Facebook, e Youtube.

     

  • Pandemia é tema de canção nos dez anos de parceria entre Raul Elwangger e Daniel Wolff

    Pandemia é tema de canção nos dez anos de parceria entre Raul Elwangger e Daniel Wolff

    Higino Barros

    Há 40 anos, Raul Elwangger faz parte da geração de músicos que vem compondo a trilha sonora urbana e rural gaúcha. Desde “Pealo de Sangue” gravada por interpretes do quilate de Mercedes Sosa, Raul disse a que veio. Já Daniel Wolff, mais novo, integra o que há de melhor na tradição do violão brasileiro, que mistura popular com considerável conhecimento erudito,  Pois os dois se juntaram agora, em tempos de pandemia, e lançam o álbum “Na Rua da Margem”  que celebra dez anos de parceria da dupla.

    O trabalho intercala canções inéditas com releituras de sucessos anteriores em arranjos focados principalmente no instrumento de ambos: o violão e tem participação especial de Fernanda Krüger. O álbum conta também com diversos convidados , como Ayres Potthoff, Nelson Coelho de Castro, Giovanni Berti, Cristina Capparelli, Rodrigo Alquati, Veco Marques, Elieser Fernandes e Viktoria Tatour. As músicas são todas de autoria de Daniel e/ou Raul, incluindo parcerias com Ferreira Gullar, Pery Souza e Fernanda Krüger.

    Nas entrevistas abaixo, com perguntas em comum, os dois músicos falam de “Na Rua da Margem” e de outros temas.

    Foto Elenice Zaltron/ Divulgação

    ENTREVISTA COM RAUL ELWANGGER

    Pergunta: Como se deu o encontro musical de vocês? Em que ano e
    circunstâncias?
    RE: Foi um caso de interesse reciproco espontâneo. Assisti a alguns
    concertos do Daniel, em especial um que teve repertório muito
    apreciado por mim (Joaquin Rodrigo com a OSPA) e fomos
    travando amizade, até que Daniel me convidou a compor e
    cantar em seus discos que tiveram um estilo ligado à musica
    popular. A partir disso, confiamos em que poderíamos ter um
    álbum realizado a 4 mãos, e criamos Na Rua da Margem, ao qual
    somamos Fernanda Kruger.

    Pergunta: O que há em comum (e diferente) no trabalho de vocês?
    RE: A música erudita, sua criação, execução e docência, é a praia
    artística do Daniel. No meu caso, é a música popular, com a
    esperança de criar uma MPB com personalidade própria aqui do
    sul. Sendo as praias diferentes, cremos que podem se inter-
    estimular, alimentando com riquezas de uma praia as potencialidades da outra, como aliás fizeram Dvorak ou Gnatalli.
    Nessa aventura nos jogamos, estamos nesse percurso, para mim
    bastante prazenteiro pois fui estudante do Instituto de Belas
    Artes quando criança e do Conservat[orio Manuel de Falla em
    Buenos Aires quando adulto.

    Pergunta: Música em tempos de pandemia. Como tem sido?
    RE: Como atividade pública, social, de desfrute, de convívio, tem sido
    péssimo, ou nem sequer “tem sido”. Como profissão e fonte de
    renda, tem sido um desastre, aumentado pela irresponsabilidade
    da maioria dos governantes e uma parcela da população que os
    segue. Como compositor, já tenho o hábito do trabalho solitário
    e individual, onde a ouriversaria atenta em cada nova criação-
    arranjo-poesia, é fonte de riqueza interior e ajuda o decorrer
    destes tempos sinistros.

    Pergunta: Qual maior prejuízo? A ausência de público, a perda econômica,
    e outras?
    RE: Vivemos uma grande perda, em todos os sentidos; uma perda
    cultural que afeta cada escaninho da vida. Perdemos: VIDA!

    Pergunta: Algo mais ?
    RE: Tem sido um privilegio trabalhar com a Fernanda e o Daniel.
    Espero ter contribuído. Falamos de Porto Alegre, das pestes que
    nos assolam, prestamos homenagens, resgatamos e relemos
    canções (com Pery Souza e Ferreira Gullar), mesclamos técnicas
    eruditas e populares, Daniel com seus solos outorgou um status
    qualificado às canções, convocamos músicos populares e
    eruditos para tocar. Para mim, que desde os tempos da Frente
    Gaúcha da MPB ando em busca de uma música “nossa”, é um
    importante novo passo.

    Foto; Tiago Becker/ Divulgação

    ENTREVISTA COM DANIEL WOLFF

    Pergunta: Como se deu o encontro musical de vocês? Em que ano e circunstâncias?
    DW: Eu, desde adolescente, já era admirador do trabalho musical do Raul. Em 2008,participei de um arranjo de um show dele com a Orquestra de Câmara da ULBRA. A partir daí, fomos nos aproximando e, em 2010, fizemos uma turnê juntos no Rio Grande do Sul, tocando músicas nossas em arranjos para dois violões (estes arranjos foram agora gravados no
    disco Na Rua da Margem). A seguir, fizemos duas canções juntos, uma gravada no meu disco Canção do Porto (2014), outra no álbum Iberoamericano (2018), e o Raul participou dos shows de divulgação de ambos os discos. Eu toquei também em uma canção num disco dele.
    Em 2020, decidimos compor novas canções juntos e gravá-las junto com as músicas que já tocávamos antes. O resultado é o disco Na Rua da Margem.

    Pergunta: O que há em comum (e diferente) no trabalho de vocês?
    DW: Eu tive uma formação formal mais completa (faculdade de música, mestrado, doutorado, pós-doutorado) enquanto o Raul teve um aprendizado mais instintivo. Isto aparece em nossos estilos, que se complementam lindamente. Ambos temos uma preocupação em lapidar bem o trabalho, revisar cada letra, cada nota, cada harmonia, várias vezes.

    Pergunta: O que define o trabalho atual. Ele se caracteriza como?
    DW: Diferente dos meus discos anteriores, nos quais algumas canções tinham acompanhamento de grupos maiores (banda, orquestra de cordas, big band), este é um disco mais intimista, com arranjos camerísticos, com poucos instrumentos.

    Pergunta: Música em tempos de pandemia. Como tem sido?
    DW: Em 2020, pela primeira vez em mais de 25 anos, não viajei ao exterior para tocar e dar cursos de música. Foi um ano bem diferente. Mas consegui participar em eventos internacionais por video conferência, o que me permitiu algumas coisas que antes eram impossíveis. Por exemplo, em um dia de julho, dei aula em Nova Iorque pela manhã, participei de uma mesa redonda na Argentina à tarde e toquei um concerto em Nova Iorque à noite.

    Pergunta: Qual maior prejuízo? A ausência de público, a perda econômica, e outras?
    DW: Certamente, a perda econômica e a ausência de público são os maiores prejuízos. Mas também sinto muita falta do contato pessoal, fazer música junto a outras pessoas. A tecnologia de videoconferência ainda não permite um ensaio de qualidade, em tempo real, feito à distância.

    Foto: Elenice Zaltron/ Divulgação

    FICHA TÉCNICA

    Técnico de som: Tiago Becker

    Mixagem: Daniel Wolff e Marcos Abreu

    Masterização: Marcos Abreu

    Capa: Luiz Jakka

    Gravado em outubro e novembro de 2020 no estúdio Soma (Seiva do Peito e Cabana de Santa-fé utilizam material gravado no estúdio Ted áudio em 2013 e 2018, respectivamente).

    LINKS PARA OUVIR O DISCO

    YOUTUBE

    https://www.youtube.com/playlist?list=OLAK5uy_kc22oguRuWTHq68DWxlQD3NLFmhlLNfzM

    SPOTIFY:

    https://open.spotify.com/album/5tS1DbMPDmvjD59Lchy7HE?si=lYB1oSFbTSWTBI10pd0Nbw

    APPLE MUSIC:

    https://music.apple.com/br/album/na-rua-da-margem/1553527852

    TRATORE

    https://www.tratore.com.br/um_cd.php?id=28947

  • “I-tal”, novo trabalho da banda GrooVI, chega às plataformas digitais

    “I-tal”, novo trabalho da banda GrooVI, chega às plataformas digitais

    “I-tal” é uma terminologia utilizada dentro da cultura Rastafari para designar o que é vital, natural, limpo e saudável. O prefixo “I” (Eu) expressa o entendimento de unicidade/não separação. I-tal é um conceito que, além da alimentação, se estende à relação com o divino, com a natureza, com a criação e o universo. A exaltação da natureza e o resgate de uma vivência baseada na ancestralidade da cultura africana, traçam os objetivos do trabalho que vem sendo desenvolvido pela GrooVI, conectada com os tempos atuais onde o coletivo precisa estar sempre no horizonte. O novo disco, um financiamento do Fundo Municipal de Cultura / Prefeitura de Gravataí por meio da Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer e o Conselho Municipal de Política Cultural, chega às plataformas digitais em 26 de fevereiro.

    Partindo-se desse conceito foram criadas as músicas do disco I-tal, segundo álbum da banda. Cada faixa traz uma temática específica. I-tal traz a exuberância da alimentação natural e o entendimento do corpo como um templo. Reverência é uma música extremamente impactante que exalta as contribuições da África na história da humanidade. Congoman, em parceria com o cantor NiyoRah das Ilhas Virgens, fala sobre a importância do Nyabinghi, uma batida semelhante ao pulsar do coração, que representa a primeira música ouvida desde o ventre de nossa mãe. Spiritual Warrior, parceria com o selo internacional Zion I Kings, trata do entendimento da vida como uma jornada espiritual de aperfeiçoamento constante, em busca de uma consciência elevada. Águas Tranquilas exalta os elementos da natureza e expõe a forma como nos relacionamos intimamente com eles, nesse caso as águas que nos banham e nutrem. Vivência nos revela conceitos místicos da cultura Rastafari, destacando-se a prática como pilar de fé. A música tem participação do cantor Arkaingelle da Guiana Inglesa. Ancestrais reverencia aqueles que vieram antes de nós, que prepararam o caminho e deixaram um poderoso legado de glória e resistência e permanecem vivos através de EueEu.

    O disco conta ainda com uma sessão Dub, com versões exclusivas mixadas por DigitalDubs e Julio Porto. I-tal é uma produção musical de GrooVI e Julio Porto. A masterização é de Laurent “Tippy I” Alfred do selo I Grade Records das Ilhas Virgens. A produção executiva é de Paradise Entretenimento e arte gráfica de Leo Lage. O álbum estará nas plataformas digitais em 26 de fevereiro.

    Ilhas Virgens

    Guiados pelos ensinamentos de Rastafari, a GrooVI surge em 2010 no formato backing band, acompanhando diversos cantores da cena Reggae, Rap e Black Music no Sul do Brasil. A Sigla VI é uma menção às Ilhas Virgens do Caribe onde estão radicados vários artistas que serviram de referência para a identidade musical da banda. Em seis anos a banda participou de vários projetos culturais e sociais, além do suporte para mais de 30 cantores nacionais e internacionais.

     Em 2016 a GrooVI realizou a gravação do seu primeiro trabalho autoral “Raízes e Cultura”, evidenciando as composições de Amani Kush, que assumiu os vocais da banda, tendo como integrantes Fernando Catatau (bateria), Saulo Pinheiro (baixo), Amós Pachamama (teclados), William Artuso (guitarra) e Ras Vicente (Teclados). O projeto foi lançado em formato audiovisual, com performance ao vivo, gravado no Estúdio Soma, apresentando as principais faixas do disco. Neste mesmo ano participou de um dos maiores concursos de bandas do Brasil, o programa Superstar da Rede Globo. Selecionada entre mais de cinco mil bandas inscritas, a GrooVI ficou entre as 20 melhores colocadas, ampliando o alcance de sua música e levando seu Reggae para todo país. Em 2017 a banda participou do WebFestvalda no Rio de Janeiro e realizou a gravação audiovisual do show “Raízes e Cultura”, captado ao vivo no Bar Opinião em Porto Alegre. O evento contou com a participação da cantora Dezarie, referência mundial do gênero Reggae.

    O primeiro álbum da GrooVI chegou em 2018, coroando um ciclo de crescimento e intensa troca com seu público. O disco “Raízes e Cultura” faz um resgate ancestral e espiritual através da música Reggae. Fazem parte desse trabalho duas canções inéditas gravadas em parceria com o renomado selo internacional Zion I Kings que convidou a banda para gravar dois riddims que têm também versões de cantores como Akae Beka, Lutan Fyah e Pressure. O álbum conta com uma sessão Dub com versões exclusivas de DigitalDubs e Julio Porto, seguindo os grandes discos do gênero.

    Ficha técnica Disco I-tal:

    Amani Kush: voz e backing vocals

    Fernando Catatau: bateria e percussão

    Amós Martini: piano, ocarina, órgão e backing vocals

    Saulo Pinheiro: baixo

    William Artuso: guitarra base

    Julio Porto: guitarra base, guitarra solo, guitarra pick, synth, clavinete e minimoog

    Ras Vicente: orgão, synth e piano elétrico

    Lucas Riccordi: orgão, synth, piano elétrico, clavinete e pad

    Seraos Oiram: orgão, synth e piano elétrico

    Cleômenes Junior: saxofone e flautas

    Gabriel Guedes: guitarra slide

    Lloyd “Junior” Richards: bateria

    David “JAH David” Goldfine: baixo, guitarra pick, percussão

    Laurent “Tippy I” Alfred: orgão e guitarra

    Andrew “Drew Keys” Stoch: piano e trombone

    Andrew “Moon” Bain: guitarra solo

    Participações especiais:

    Arkaingelle: voz na faixa “Vivência”

    NiyoRah: voz na faixa “Congoman”

    Produção musical – GrooVI e Julio Porto

    Produção executiva – Paulo Hennrichs

    Gravado em Gravataí no Breakdown Studios em Fev 2019

    Captação – Davilex

    Overdubs gravados no Marmita Studios em Porto Alegre

    Mixado por Julio Porto no Marmita Studios em Porto Alegre

    Masterizado por Laurent “Tippy I” Alfred no Holy Mountain Studio em St Croix, Ilhas Virgens.

    “Spiritual Warrior” gravada no Circle House Studio em Miami, EUA e mixada por Laurent “Tippy I” Alfred e “Jah David” Goldfine no Holy Mountain Studio e Zion High Studio em St Croix, Ilhas Virgens.

    I-tal – novo disco da GrooVI

    Lançamento dia 26 de fevereiro nas plataformas digitais

    Este projeto teve o financiamento do Fundo Municipal de Cultura / Prefeitura de Gravataí por meio da Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer e o Conselho Municipal de Política Cultural – Edital de Chamamento Público nº 11/2018

    Confira GrooVI nas redes:

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