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  • A primeira edição do Samba da Conselheiro, no coração do Quarto Distrito
    Glau Barros /Divulgação

    A primeira edição do Samba da Conselheiro, no coração do Quarto Distrito

    Dançar, socializar e levar diversão. Esses são os objetivos do projeto Samba da Conselheiro – Samba de Roda da Glau, no dia 14 de fevereiro, em Porto Alegre. A 1ª edição do evento, que acontece na Conselheiro Travassos, 203, no Quarto Distrito, tem entrada franca, e inicia a partir das 18h. A novidade chega para levar muita alegria e samba na calçada, como nos tempos antigos. 

    Conforme Glau Barros, o repertório destacará grandes do samba como Leci Brandão, Dona Ivone Lara, Jovelina Pérola Negra, Alcione, Beth Carvalho, Clara Nunes, além de Jorge Aragão e Almir Guineto. “Estou muito animada para a estreia da roda de samba da Glau! Esse projeto nasce com a força e a ancestralidade da nossa cultura, trazendo o melhor do samba e dos ritmos afro-diaspóricos para celebrar a música, a comunidade e a resistência. A expectativa é de uma noite vibrante, cheia de energia, encontros e muito batuque. Que essa roda seja um espaço de troca, de alegria e de reafirmação das nossas raízes. Axé e que venha muito samba”,conclui. Lembrando que a Kombi cervejeira da Veterana estará estacionada próximo ao evento, afinal samba e cerveja tem tudo a ver.

    Nascida em Porto Alegre e criada em Gravataí, Glau começou como cantora de uma banda de MPB e pop rock na década de 1990. Como atriz, desde 2002 faz parte do Grupo Caixa Preta de Teatro, no qual interpretou personagens clássicos do teatro, como Antígona (Sófocles) e Ofélia (Shakespeare). Em 2019, lançou Brasil Quilombo, trabalho ganhador do Prêmio Açorianos de Melhor DVD. No ano seguinte, graças ao edital da Fundação Marcopolo, produziu o projeto Sambaobá – A Raiz Feminina do Samba, no qual destacou mulheres cantoras, intérpretes e instrumentistas de várias cidades gaúchas.

    SERVIÇO:

    SAMBA DA CONSELHEIRO – SAMBA DE  RODA DA GLAU

    Data: 14 de fevereiro

    Horário: a partir das 18h

    Local: Conselheiro Travassos, 203, em frente ao Nosso Tap Room, no Quarto Distrito

    Entrada: gratuita

  • Arte preta e periférica retorna em atividade colegial, com apresentação dos Poetas Vivos
    Abaixo: DaNova, Maicon PNA. Acima: Mariana Marmontel, Felipe Deds e DJ Ericão: os Poetas Vivos. Crédito: Laux Jung @framelirico/ Divulgação

    Arte preta e periférica retorna em atividade colegial, com apresentação dos Poetas Vivos

    Colégio Estadual Carlos Fagundes de Mello, em Porto Alegre, recebe projeto que valoriza a arte preta e periférica

    No dia 17 de fevereiro, quando as aulas voltarem, às 10h, o Coletivo Poetas Vivos marcará o retorno de suas atividades em 2025 com a apresentação do show exclusivo “Heróis Negros – O Show Tem Que Continuar!” no Colégio Estadual Carlos Fagundes de Mello, localizado na Vila Farrapos, Zona Norte de Porto Alegre. A apresentação, que faz parte da retomada cultural do grupo, tem como objetivo reforçar a importância da cultura hip-hop dentro das escolas, além de trabalhar temas fundamentais ao grupo, como resistência, saúde mental, afeto e autoestima.

    Com o apoio do PROGRAMA RETOMADA CULTURAL RS – BOLSA FUNARTE DE APOIO A AÇÕES ARTÍSTICAS CONTINUADAS 2024, o projeto visa proporcionar um momento de identificação e empoderamento para a juventude periférica, utilizando a arte como ferramenta de transformação social e enfrentamento ao racismo. O show contará com a participação dos cinco integrantes do coletivo – Felipe Deds, Mariana Marmontel, DaNova, Dj Ericão e Maicon PNA – e será uma oportunidade única de reconexão entre os artistas e a comunidade escolar, especialmente após os desafios enfrentados pela região devido às enchentes e a paralisação de atividades artísticas.

    “Este projeto é um ato de resistência e renovação. Queremos mostrar aos jovens da periferia que dentro de cada um de nós existe um herói negro, que pode transformar sua realidade por meio da arte”, afirma Felipe Deds, um dos fundadores do Coletivo Poetas Vivos.

    Além da apresentação musical de 30 minutos, os artistas promoverão um bate-papo com os alunos, abordando a importância da arte no enfrentamento das dificuldades e como ela pode servir como uma poderosa ferramenta de mudança pessoal e profissional. A interação será seguida de uma sessão de fotos e autógrafos, marcando esse momento de aproximação entre artistas e estudantes.

    O projeto também busca reafirmar a presença de jovens artistas pretos no cenário cultural do Rio Grande do Sul e possibilitar que seus versos e composições, carregados de vivências reais, se tornem um espelho para a juventude local. O coletivo tem como missão valorizar a arte preta e periférica, além de fomentar o empreendedorismo artístico na comunidade.

    Sobre o Poetas 

    Fundado em 2018, o Poetas Vivos é um coletivo cultural composto por jovens artistas negros, com o objetivo de fortalecer a arte preta e periférica. O grupo promove ações de educação, literatura, música e afro empreendedorismo, realizando atividades culturais em mais de 100 escolas e espaços culturais em Porto Alegre e outras localidades. Seu trabalho visa à valorização da autoestima, a saúde mental e a resistência antirracista.

    SERVIÇO:

    O quê: Show exclusivo “Heróis Negros – O Show Tem Que Continuar!”

    Quando: 17 de fevereiro de 2025, sexta-feira, às 10h

    Onde: Colégio Estadual Carlos Fagundes de Mello, Rua Irmã Maria José Trevisan, 200, Bairro Navegantes, Porto Alegre-RS

    Participação: Poetas Vivos (Felipe Deds, Mariana Marmontel, DaNova, Dj Ericão, Maicon PNA)

    Quanto: Exclusivo para estudantes do Colégio Estadual Carlos Fagundes de Mello

  • Celebrando os 60 anos do flautista Pedrinho Figueiredo, com canções que marcaram sua carreira
    Pedrinho Figueiredo – Foto Emilo_Pacheco/ Divulgação

    Celebrando os 60 anos do flautista Pedrinho Figueiredo, com canções que marcaram sua carreira

    No dia 19 de fevereiro (quarta-feira), Pedrinho Figueiredo celebra 60 anos com uma grande festa no Espaço 373. O encontro de músicos começará com um quarteto formado por Antonio Flores (guitarra), Edu Saffi (contrabaixo), Luiz Mauro Filho (piano) e Kiko Freitas (bateria), seguido por uma JAM (Junção de Amigos de Músicos) com vários convidados.

    No repertório, músicas que marcaram a carreira do flautista, como Se eu quiser falar com Deus (Gilberto Gil), que está no CD Primeira Impressão; o próprio samba Primeira Impressão, de Pedrinho Figueiredo; e canções de nomes como Alegre Corrêa, Daniel Sá e Paulo Dorfman.

    Mil músicas 

    Essa é a soma de uma carreira de sucesso do multi-instrumentista e entusiasta da música instrumental contemporânea com base no folclore do Rio Grande do Sul e países vizinhos, que ainda traz na bagagem aproximadamente 250 discos e DVDs com sua assinatura como técnico de gravação e produtor musical. Desses 60 anos de vida, 35 são ao lado de Renato Borghetti, com quem se apresentou em mais de 40 países.

    Nos anos 1980 e 1990, participou intensamente de festivais no Estado, conquistando 23 prêmios de “Melhor instrumentista” e dois de “Melhor Arranjador”. Ainda nos anos 1990 foi produtor musical em várias edições do Festival da Moenda da Canção (Santo Antônio da Patrulha), de duas do Musicanto Sul-americano da Canção (Santa Rosa) e de três do Festival de Música de Porto Alegre. Pedrinho Figueiredo também conquistou o Prêmio Açorianos em seis edições como Melhor Instrumentista e Melhor Produtor Musical.

    Pedrinho Figueiredo – Foto Karine Rossi/ Divulgação

    Desde 1997, escreve arranjos para orquestras de câmara, sinfônicas e bandas sinfônicas, contribuindo para a aproximação da música popular com as salas de concerto. Escreveu para intérpretes regionais e nacionais, entre eles Ivan Lins, Lenine, Zeca Baleiro, MPB 4, Shana Müller, Luiz Carlos Borges, Nelson Coelho de Castro, Vítor Ramil e Zé Caradípia, totalizando cerca de 800 arranjos. Em 2017, foi convidado pela Ospa para apresentar sua primeira peça sinfônica, “Lua Rosa”, quando, mais uma vez, atuou como solista.

    Como técnico de sonorização, é responsável pelas apresentações do Renato Borghetti Quarteto, nas turnês internacionais, da Orquestra Villa-Lobos e do grupo vocal Expresso 25 e coordena o Festival Choro Jazz de Jericoacoara, um dos maiores festivais de música instrumental do país. Desde 2020, integra o Coletivo Músicos Online, coordenado pelo Ajurinã Zwarg, com direção artística de Itiberê Zwarg, que tem como membro os grupos de Hermeto Pascoal e da Itiberê Família. Este Coletivo gravou músicas de compositores de várias partes do mundo e lançou trabalhos no Brasil, Estados Unidos, Japão e França.

    Em 2023, Pedrinho lançou o álbum Jogo de Peteca em duo com o pianista Paulo Dorfman. O projeto incluiu a gravação ao vivo no teatro da Reitoria da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, material de áudio e partituras e um bate-papo entre Pedrinho Figueiredo e Paulo Dorfman sobre as composições, seus aspectos técnicos e inspirações no site do artista. Pode ser visitado no site www.pedrinhofigueiredo.com/jogodepeteca

    SERVIÇO
    19 de fevereiro | Quarta-feira | 21h
    60 anos de Pedrinho Figueiredo
    Ingressos:
    Ingressos antecipados:

    Informações e reservas de mesas pelo WhatsApp: (51) 999 99 23 15
    Espaço 373: Rua Comendador Coruja, 373 – Bairro Floresta

  • Exposição que a enchente frustrou está no Espaço Força e Luz até 15/2
    Da plaha cana-brava – Ilha de Maré_Lucas Barreto de Souza

    Exposição que a enchente frustrou está no Espaço Força e Luz até 15/2

    Está no Espaço Força e Luz, no Centro Histórico de Porto Alegre,  a exposição “Antropologia Visual” que reúne 17 trabalhos de 27 artistas trabalhos selecionados por edital.

    Sob forma de etnografias visuais e audiovisuais, fotografias, desenhos, colagens e ensaios, as obras apresentam recortes de vivências sociais e culturais contemporâneas caracterizadas pela diversidade.

    “O objetivo é aproximar o público e dar visibilidade à tradição de pesquisa, interpretação e produção no campo da antropologia visual e da imagem”, segundo Sylvia Bojunga, diretora do Museu Antropológico do Rio Grande do Sul.

    A exposição estava em montagem, quando   o prédio do Margs, na praça da Alfândega, em Porto Alegre, foi inundado pela enchente de maio de 2024.

    A mostra foi adiada e transferida para o Espaço Força e Luz, enquanto o edifício do Memorial passa por reformas e obras.

    Obras e autores participantes da exposição:

    ·  Nosso Território Nhande Ywy | filme etnográfico de Ana Ferraz

    ·  Nhanderexarai Vaerã Heỹ – Moa’i (Para não esquecer – Remédios) | filme etnográfico de Fábio Abbud e Cacique Karaí Tatendê (José de Souza)

    ·  Quando um livro se torna álbum de família: o reencontro do fotoetnógrafo Luiz Eduardo Robinson | Luiz Eduardo Robinson Achutti e Museu das Memórias (In)Possíveis

    ·  Estudantes da EJA: sujeitos/as/es de direito | Katiuci Pavei

    ·  A senhora de todas as sessões | Karen Käercher

    ·  Cybernéticos Low Tech | Mauro Bruschi, Jerônimo Magni Bruschi e Claudia Turra Magni

    ·  Entre sakuras, danças e tambores | Alexsânder Nakaóka Elias

    ·  Da Palha Cana-brava – Ilha de Maré | Lucas Barreto de Souza

    ·  Escrituras com Palimpsestos fotográficos urbanos | Felipe da Silva Rodrigues

    ·  Contra-intuitivo: Toda mulher que precisa de um santo é forte | Maria Carmencita da Felicidade Job, Laura Veronese e Camila Xavier Nunes

    ·  Estaleiro em dois tempos | Fernanda Rechenberg e Joaquim Rechenberg Benatto

    ·  É preciso aprender a voltar para casa | Araunã, Éder Braz, Jeferson Vieira, Luz Mariana Blet e Sérgio Anansi

    ·  O negro e a cidade | Elisa Algayer Casagrande

    ·  Abismo: agora não se ouvia mais nada, só o silêncio. Só o abismo daquele silêncio | Alex Hermes

    ·  Na encruzilhada do mercado | Aiá Rodriguez

    ·  Do outro lado do espelho tem um rio que corre na minha direção | Júlia Mistro Rodrigues

    ·  Uma vida bordada: a malha de Luiz Carlos Lessa Vinholes (1933-) | Hellen Fonseca

    Local: Galeria Arquipélago, Espaço Força e Luz – Rua dos Andradas, 1223, Centro Histórico de Porto Alegre

    Visitação: até 15/02/2025 – de segunda a sexta, das 10 às 19h, e aos sábados, das 11h às 18h

     

     

  • Graça Craidy completa dez anos de arte expondo violência contra mulher em  “Meu bem, meu mal”
    Fotos: Arquivo pessoal/ Divulgação

    Graça Craidy completa dez anos de arte expondo violência contra mulher em “Meu bem, meu mal”

     

    Depois de uma década denunciando violência contra a mulher com suas pinturas, a artista visual gaúcha Graça Craidy reúne obras das suas várias coleções como a série Até que a morte nos separe, com retratos das cenas dos crimes de feminicídio coletadas em fotos de noticiários, a série Livrai-nos do Mal, em que aponta as violências referidas pela Lei Maria da Penha, a série Feminicidas, o machismo que mata, com homens portando revólveres no lugar do pênis, e Estupro, com assédio masculino, entre outras.
    A exposição Meu bem, meu mal, abre na terça-feira (11/02), no Memorial do Ministério Público, na Praça Marechal Deodoro, esquina com a rua Jerônimo Coelho.

    Tudo começou em março de 2015, ano da primeira exposição da artista, quando suas obras da série Até que a morte nos separe foram selecionadas para o Salão de Artes do Atelier Livre Xico Stockinger, de Porto Alegre, onde estudava desenho e pintura, e quando foi convidada, também, a compor o Dia da Mulher no Centro Cultural Zona Sul, no bairro Tristeza, da Capital.

    Após essas mostras iniciais, Graça Craidy foi convidada a expor a mesma série sobre feminicídio em importantes instituições, como o Memorial do Palácio da Justiça, Pinacoteca AJURIS, Memorial da Justiça Federal, Assembleia Legislativa, Memorial do TRE, Memorial do TRF4, e também em universidades, como FURG – campus de Rio Grande, UFPR – Campus Mourão (online), e mais tarde, no Museu da UFRGS, como convidada especial dos graduandos em Museologia, para integrar a sua exposição feminista de final do curso.

    Também inspirou trabalho acadêmico para aluna de disciplina Projetos Especiais, no curso de Artes Visuais do Instituto de Artes da UFRGS, integrou a capa do livro A Lei Maria da Penha na Justiça, da desembargadora Maria Berenice Dias, além de ilustrar capa e quatro páginas do caderno DOC, de ZH, em novembro de 2015, quando a redação do ENEM abordou o tema Violência contra a mulher.

    Fotos: Arquivo pessoal/ Divulgação

    “A palavra feminicídio ainda nem era conhecida, tive que fazer um banner explicando o termo”, conta a artista. “Coloquei embaixo dos quadros a foto original da reportagem que inspirou a pintura, e o efeito foi devastador. Ao atinarem que aquele não era apenas o retrato de uma mulher dormindo, mas de uma mulher morta – e pior: morta pelo marido ou pelo ex – as pessoas levavam um choque, queriam debater o assunto, entender o que se passava”- acrescenta a artista.

    “Foi assim que o assunto feminicídio passou das páginas policiais para o caderno de cultura. Em pouco tempo, eu expus mais de 12 vezes a mesma série. Todo mundo queria discutir feminicídio e, lamentavelmente, continua querendo, dado os recentes números de feminicídio no Brasil, considerado hoje não mais apenas um caso de segurança, mas de saúde pública.”

    O nome da exposição, “Meu bem, meu mal”, é uma referência ao contexto onde acontecem os crimes: sempre dentro do lar, sempre, na maioria das vezes, praticado pelo marido, companheiro, namorado ou ex que não aceita a separação.

    Nesta mostra no Memorial do Ministério Público, Graça Craidy mostra 30 obras selecionadas entre as mais de 50 que pintou sobre o tema. O vernissagem será às 17h, na Praça Marechal Deodoro 110. A entrada é franca.

    Texto: Carlos Souza

    SERVIÇO

    O QUÊ: EXPOSIÇÃO MEU BEM MEU MAL, DE GRAÇA CRAIDY
    QUANDO: DE 11 DE FEVEREIRO A 11 DE MARÇO

    HORÁRIO: DE 2ª A 5ª, DAS 8 ÀS 19 HORAS,
    ÀS 6ªs, DAS 8 ÀS 15 HORAS;
    SÁBADO E DOMINGO,FECHADO

    ABERTURA: 11 DE FEVEREIRO, ÀS 17 HORAS

    ONDE: MEMORIAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

    PRAÇA MARECHAL DEODORO, 110, ESQUINA COM A RUA JERÔNIMO COELHO.

  • Espetáculo “A Sbørnia Kontr`Atracka”, em fevereiro, no Theatro São Pedro
    ©2022 Nilton Santolin

    Espetáculo “A Sbørnia Kontr`Atracka”, em fevereiro, no Theatro São Pedro

    O consagrado espetáculo “A Sbørnia Kontr’Atracka” está de volta aos palcos do Theatro São Pedro, em Porto Alegre. Com apresentações marcadas para os dias 7, 8 e 9, e 14, 15 e 16 de fevereiro de 2025, o show acontecerá de sexta a domingo trazendo toda a irreverência e a genialidade que conquistaram o público ao longo de quatro décadas. Os ingressos já podem ser adquiridos pelo site: https://theatrosaopedro.rs.gov.br.

    Com humor refinado, músicas cativantes e uma narrativa única, “A Sbørnia Kontr’Atracka” promete encantar tanto os fãs de longa data quanto novos espectadores. No show, Kraunus (Hique Gomez) e Nabiha (Simone Rasslan) apresentam as canções e causos sbørnianos junto a seus convidados especiais: o Professor Ubaldo Kanflutz (Cláudio Levitan), reitor das Universidades de Ciências Fictícias da Sbørnia, MenThales (Tales Melati), o tocador de gaita-foles e hipnotizador das montanhas da Kashkadúnia, Pierrot Lunaire (Gabriella Castro) a grande sapateadora do Ballet Hiperbølico da Sbørnia e o “Stela Maritmus Sborniani”, as Estrelas do Mar Sbørniano, uma seleção de 12 vozes do Jungst Korhal Sbøniani. Um show de luzes e projeções especiais promovem uma imersão ao universo sborniano.

    O espetáculo é uma continuação das aventuras dos excêntricos Kraunus Sang e Pletskaya, personagens que exploram temas universais com inteligência e leveza. A Sbørnia é uma ilha peculiar que se desprendeu do continente após sucessivas explosões nucleares, vagando errante pelos mares do mundo. Seu maior patrimônio cultural é a Recykla Gran Rechebuchyn, uma grande lixeira de onde se reciclam os dejetos artísticos esquecidos por outras nações. Governada pelo Anarquismo Hiperbølico, todos os seus governos são provisórios. Seu povo segue o Votørantismo, uma religião que reflete sua essência sonhadora e concreta.

    Os personagens Kraunus Sang e Pletskaya chegaram ao Brasil em 1984, fugindo de ataques de tribos hostis como os Menudos, tornando-se os grandes embaixadores da cultura sbørniana. A saga ganhou continuidade em 2016, quando Kraunus uniu forças com a pianista sbørniana Nabiha, vivida pela talentosa maestrina, pianista e atriz Simone Rasslan, criando “A Sbørnia Kontr’Atracka”.

    Além dos palcos, a Sbørnia também conquistou outras linguagens artísticas. Em 1990, surgiu a publicação em quadrinhos “Tangos e Tragédias em Quadrinhos”, e em 2013, ganhou vida no cinema com o aclamado longa de animação “Até Que a Sbørnia nos Separe”, dirigido por Otto Guerra e Ennio Torrezan, hoje membros da academia de cinema de Hollywood.  E, recentemente, na websérie Sbørnia em Revista, que ganhou o premio de melhor performance em Série Musical, com Simone Rasslan, além de ser escolhida a Melhor Websérie Nacional no Rio WebFestival em 2022.

    ©2022 Nilton Santolin

    SERVIÇO

    O QUE: A Sbørnia Kontr´Atracka

    DATA:  07, 08, 09, 14, 15 e 16 de fevereiro

    HORÁRIO:  sexta e sábado às 20h / domingo às 18h

    LOCAL:  Theatro São Pedro (Praça Marechal Deodoro, s/n°) 51 32275100

    INGRESSOS:

    Plateia e cadeira extra: R$ 160,00
    Camarote central: R$ 140,00
    Camarote lateral: R$ 100,00
    Galeria: R$ 70,00

     

    COMPRA PELO SITE:

    https://www.teatrosaopedro.rs.gov.br

     

    Pontos de venda física: apenas 2h antes do evento

     

    Descontos Obrigatórios
    50% para idosos com idade igual ou superior a 60 anos;
    50% para estudantes em até 40% da lotação do teatro:
    – até 15 anos mediante RG;
    – acima de 16 anos portando carteira da UGES, UEE, UNE;
    50% para jovens entre 16 e 29 anos, pertencentes a famílias de baixa renda, mediante comprovação de matrícula CADÚNICO;
    50% para pessoas com deficiência, inclusive seu acompanhante quando necessário, e doadores de
    sangue.
    Outros descontos
    50% para artistas com registro profissional e regulamentado na carteira de trabalho
    50% para até 50 associados da da AATSP Clube do Assinante ZH (50% assinante e acompanhante)

     

    FICHA TÉCNICA

    Criação e direção geral: Hique Gomez

    Arranjos e atuação: Hique Gomez e Simone Rasslan

    Elenco de apoio: Cláudio Levitan, Tales Melati e Gabriella Castro

    Projeções visuais: Rique Barbo

    Desenho de iluminação: Heloiza Averbuck

    Engenharia de som: Edu Coelho

    Assistente de produção: Camila Franarin

    Assistente técnico: Rafael Pacheco

    Camareira: Nelli Schineider

    Preparadora vocal: Ligia Motta

    Redes Sociais: Pamela Batú

    Administração Projetos de Lei – Daniela Ramirez

    Assessoria de Imprensa:  Adriano Cescani (51) 99664.4888

    Fotógrafo Oficial: Nilton Santolin

    Empresa de Som/Luz – Alternativa Som e Luz

    Painel Led – WB Painéis de Led

    SbørniaProjectus® Criado por Hique Gomez e Nico Nicolaiewsky para Tangos e Tragédias.

     

  • “Atos e Cenas do RS”: inscrições abertas para selecionar 20 espetáculos

    “Atos e Cenas do RS”: inscrições abertas para selecionar 20 espetáculos

    O edital “Atos e Cenas do RS”, para ocupação do Teatro Oficina Olga Reverbel, foi lançado nesta segunda-feira (3/2), pela Secretaria de Estado da Cultura (Sedac), por meio do Instituto Estadual de Artes Cênicas (Ieacen) e da Fundação Teatro São Pedro (FTSP).

    A iniciativa busca contemplar 20 espetáculos de artes cênicas, como circo, dança e teatro, com o subsídio de R$ 2,5 mil, isenção da taxa do teatro e bilheteria integral. As inscrições estarão abertas de terça-feira (4/2) até o dia 24 de março e podem ser realizadas neste link.

    As apresentações ocorrerão em um total de 20 datas, entre os dias 2 de julho e 19 de novembro, em todas as quartas-feiras, às 19h, em sessões únicas. Por meio de uma parceria com o Serviço Social do Comércio do Rio Grande do Sul (Sesc/RS), as equipes dos espetáculos selecionados que tenham endereço fora de Porto Alegre contarão com apoio para logística de alimentação, hospedagem e transporte. Acesse o regulamento na íntegra clicando aqui.
    Podem apresentar propostas pessoas jurídicas de direito privado representantes de artistas, grupos e coletivos – que tenham entre suas finalidades legais o exercício de atividades na área cultural, como associações, fundações, sociedades simples, incluindo cooperativas –, sociedades empresariais e empresas individuais de responsabilidade limitada (EIRELI) ou Micro Empreendedor Individual (MEI), desde que estabelecidas no Rio Grande do Sul, conforme comprovado pelo endereço cadastrado no cartão de CNPJ do proponente responsável pelo espetáculo.
    A Comissão de Avaliação do edital irá considerar os seguintes critérios: consistência da concepção artística do espetáculo; criatividade e inovação na forma de experimentação artística e relação com o espaço; estratégias de produção, montagem e divulgação; e ações afirmativas (inclusão e protagonismo de grupos sociais discriminados no elenco, na equipe ou na temática abordada). O atendimento aos princípios receberá, respectivamente, 35, 35, 20 e 10 pontos, totalizando 100 pontos.
    Os resultados preliminares serão divulgados em 14 de maio, e a listagem definitiva dos contemplados e suplentes, em 02 de junho.

    Esse edital faz parte do LabMultipalco, é um projeto de políticas públicas desenvolvido para a ocupação descentralizada do Multipalco Eva Sopher, com fornecimento de eixo formativo para as artes cênicas gaúchas.

    (Com informações da Assessoria de Imprensa)

  • Coletiva de artistas  gaúchas apresenta obras com abordagem feminista no Rio de Janeiro
    Obra de Evenir Cormelato/ Divulgação

    Coletiva de artistas gaúchas apresenta obras com abordagem feminista no Rio de Janeiro

    Mostra reúne mais de 120 trabalhos, de 46 criadoras, no Centro Cultural Correios, entre 5 de fevereiro (abertura) e 22 de março

    Obra de Helena d’Avila /Divulgação

    Uma mostra com viés feminista e representativa da recente produção de artistas visuais mulheres do Rio Grande do Sul será aberta no dia 5 de fevereiro, às 16h, no Centro Cultural dos Correios, no Rio de Janeiro. Com curadoria de Ana Zavadil, que foi curadora-chefe do MARGS, o principal museu público do RS, e do MACRS, além de curadora assistente da 10ª Bienal Mercosul (2015), a exposição apresenta mais de 120 obras, de autoria de 46 artistas.

    Curadora Ana Zavadil – Arquivo pessoal – Divulgação –

    “Esse trabalho é mais um avanço na expansão da pesquisa em relação às artistas gaúchas”, diz Zavadil, que desde 2014 mantém foco na abordagem feminista e busca visibilidade e reconhecimento para as mulheres que produzem arte. Uma de suas exposições, “Fora das Sombras: Novas Gerações do Feminino na Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul”, ficou em cartaz durante oito meses no Museu Oscar Niemeyer (MON) em Curitiba, sendo prorrogada a pedido da instituição em razão do interesse do público, que a visitou entre agosto de 2022 e março de 2023.

    Obra ‘Clitóris’, de Simone Barros/ Divulgação
    .Obra de Mary Marodin/Divulgação

    A atual exposição, denominada “Reivindicação: Escrituras e Utopias do Feminismo”, começou a ser projetada há mais de um ano, a partir de convite do Centro Cultural Correios. A mostra, instalada nas Galerias I e II, no 3º andar do CCC, reúne trabalhos produzidos nas mais diferentes técnicas e linguagens artísticas, executados por nomes reconhecidos, como, por exemplo, Cláudia Sperb, Andréa Brächer, Umbelina Barreto, Simone Bernardi, Sandra Gonçalves, Helena d’Ávila, Isabel Marroni, Kika Costa, Márcia Marostega e Sílvia Brum, e também por outras artistas donas de carreiras consolidadas.

    Obra de Susan Mendes. /Divulgação

    Graduada em Desenho e Pintura em 1978 pelo Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (IA/UFRGS), onde também lecionou, Umbelina Barreto conta que seus desenhos são construídos com diversos materiais, iniciando com o carvão e seguindo com pastéis secos coloridos e pedras calcárias. “A relação das imagens perpassa a história da arte, as experiências vividas e por vezes a indignação com o que ocorre no mundo. Fazer arte é minha forma de ser justa”, afirma.

    Obra de Ivone Rabelo/Divulgação
    Obra de Mariana Orengo/Divulgação

    ARTISTAS DA EXPOSIÇÃO

    Alexandra Eckert, Ana Flores, Andréa Brächer, Clara Figueira, Clara Koppe, Cláudia Sperb, Cristie Boff, Esther Bianco, Evenir Comerlato, Fátima Pinto, Gio Hemb, Griseldes Vieira, Helena d’Ávila, Isa Dóris Teixeira de Macedo, Isabel Marroni, Ita Stockinger, Ivone Rabelo, Jane Maria, Juiara Barbizan, Jussara Moreira, Karina Koslowski, Kika Costa, Laura Ribero Rueda, Lisi Wendel, Lorena Steiner, Lu Gaudenzi, Márcia Marostega, Maria Paula Giacomini, Mariana Orengo, Marinelsa Geyer, Mary Marodin, Mery Bavia, Milene Gensas, Miriane Steiner, Mylène d’huyer, Neca Lahm, Regene Rocha, Sandra Gonçalves, Selir Straliotto, Sílvia Brum, Simone Barros,

    Simone Bernardi, Sirlei Hansen, Susan Mendes, Susie Prunes, Umbelina Barreto.

     SERVIÇO

    Obra de Susie Prunes/Divulgação
    .Obra de Lisi Wendel/Divulgação9

    Exposição: “Reivindicação: Escrituras e Utopias do Feminismo”

    Curadoria: Ana Zavadil

    Abertura: 5 de fevereiro (quarta-feira), às 16h

    Visitação: 6 de fevereiro a 22 de março

    Horário: de terça a sábado, das 12h às 19h

    Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro

    Entrada franca

    Fotos: Divulgação das artistas

    .Obra de Umbelina Barreto/ Divulgação
  • Tribunal de Contas silencia sobre concessão da Usina do Gasômetro
    Foto: Cesar Lopes/PMPA

    Tribunal de Contas silencia sobre concessão da Usina do Gasômetro

    Até o momento, o plano do prefeito Sebastião Melo (MDB) de conceder a gestão da Usina do Gasômetro à iniciativa privada por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP) com duração de 20 anos, não teve a atenção do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul (TCE-RS), como ocorreu nas privatizações da Corsan, CEEE, Parque Harmonia e Redenção (que não se concretizou).

    Não existe qualquer expediente aberto para análise da concessão de um equipamento cultural histórico de Porto Alegre.

    O TCE-RS normalmente realiza uma análise criteriosa de diversos aspectos para assegurar a legalidade, economicidade e eficiência do projeto.

    Os estudos para essa concessão pela administração Melo estão em andamento e devem ser concluídos até julho de 2025, depois da prefeitura investir em R$ 21 milhões de dinheiro público.

    O projeto de revitalização da Usina do Gasômetro, elaborado pela 3C Arquitetura e Urbanismo em 2015, durante a gestão do prefeito Fortunati, previa uma ampla reforma estimada em R$ 40 milhões.

    No entanto, na administração subsequente de Nelson Marchezan Jr. (2017/2021 – PSDB), o projeto foi considerado inviável devido ao seu alto custo e complexidade e a Usina foi simplesmente fechada em 2017.

    O novo projeto começou a ser executado em 2020.

    A Usina do Gasômetro reabriu parcialmente só para eventos em janeiro de 2025, após sete anos de interdição para reformas, já com o anúncio do plano de concessão à iniciativa privada por meio de uma PPP.

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    Prefeito Melo planeja conceder a gestão da Usina do Gasômetro à iniciativa privada

  • ‘Baile das Letrinhas’, montagem teatral com Deborah Finocchiaro , em versão inédita
    Baile das Letrinhas – foto © Fernanda Chemale/ Divulgação

    ‘Baile das Letrinhas’, montagem teatral com Deborah Finocchiaro , em versão inédita

    O espetáculo solo, que faz brincadeiras com jogo de palavras e traz a questão do respeito às diferenças, encanta crianças e adultos e desde a sua estreia é um sucesso absoluto

    Baile das Letrinhas, da Companhia de Solos & Bem Acompanhados, com direção de Júlia Ludwig, chega com novidade para esta nova temporada, no Porto Verão Alegre: a peça vem com animações incríveis criadas por Angelo Maximo, numa versão ainda inédita, ou seja, terá sua estreia no festival. A montagem parte do livro infantil escrito pela multiartista Deborah Finocchiaro e propõe uma brincadeira com o alfabeto de forma poética e lúdica. Através de elementos simples que se transformam sob o olhar do público, a premiada atriz baila com as letras e as palavras, reconhecendo seus formatos e sonoridades, aproximando-as do universo das crianças através de imagens, música ao vivo e manipulação de objetos. Baile das Letrinhas integra o Porto Verão Alegre, junto com outras montagens de Deborah, que celebra em 2025 seus 40 anos de palco.

    “A peça estimula e exalta a imaginação, o prazer de aprender e o autodesenvolvimento, valorizando o respeito às diferenças e à autenticidade. Conscientiza e provoca a reflexão sobre a diversidade e unicidade de cada indivíduo, que, assim como as letrinhas – que só formam palavras por serem diferentes umas das outras -, tem seu valor único e intransferível”, afirma a atriz.

    O livro Baile das Letrinhas, editado pela Bestiário, teve seu lançamento, em julho de 2022, na Casa de Cultura Mario Quintana em Porto Alegre, emocionando um público de crianças e adultos. E assim, a peça teatral ganhou corpo e atualmente é um sucesso entre crianças e adultos que lotam as salas de teatro para vê-la. Já participou de inúmeros eventos, entre eles feiras de livro e temporadas no RS e em SP.

    Deborah Finocchiaro é multiartista e completa 40 anos de teatro em 2025, algo para se comemorar! Bacharel em Interpretação Teatral no DAD / UFRGS (1992), já participou de centenas de trabalhos como atriz no teatro, cinema e televisão. É também diretora, locutora, produtora, mestre de cerimônias, apresentadora, roteirista e ministrante. Ao longo de sua carreira, recebeu 36 prêmios, entre eles melhor espetáculo, melhor atriz, melhor direção, melhor texto adaptado, melhor roteiro e melhor artista de teatro. Em 1993 criou a Companhia de Solos & Bem Acompanhados – que atingiu mais de 500 mil pessoas através de seus espetáculos, oficinas e performances. Percorreu mais de 80 cidades no Rio Grande do Sul, 18 estados brasileiros, Uruguai, Argentina e Portugal, participando de temporadas, projetos, mostras e festivais nacionais e internacionais.

    Júlia Ludwig é diretora, atriz e professora de teatro. Idealizadora da Cia Circular e diretora do Bloco da Laje, desenvolve projetos tanto em palcos quanto em espaços públicos urbanos. A composição dramatúrgica, especialmente de mulheres e crianças, permeia seu trabalho como encenadora e professora. É proponente do projeto Solos Férteis, dirigiu solos autorais femininos de Dedy Ricardo, Maria Falkembach, Renata de Lélis, e atua na peça Solo Fértil: Canção para o Povo em Pé, também em cartaz no 26º Porto Verão Alegre. Desenvolveu o podcast “Bendita Sois Voz” ao lado de Luciane Panisson e é professora da A Barca, Escola Aberta de Teatro. Premiada como melhor diretora do Festival da Cidade do Rio de Janeiro em 2011 por “Tempografia”. Como professora foi premiada como melhor orientação, melhor roteiro original, melhor sonoplastia e melhor espetáculo no 6° Festival de Teatro Escolar de Canela em 2003, por “Brincadeira no Escuro”, em sua primeira experiência como diretora.

    Ficha técnica:

    Texto, músicas e atuação – Deborah Finocchiaro

    Concepção – Deborah Finocchiaro e Júlia Ludwig

    Direção – Júlia Ludwig

    Construção de formas animadas, cenografia e orientação de manipulação – Paulo Martins Fontes e Eduardo Custódio

    Boneco de luva – Rodrigo Hernández Sandoval

    Figurino – Renan Vilas

    Iluminação – Leandro Roos Pires

    Trilha sonora – Rafael David

    Animações – Angelo Maximo

    Fotos – Fernanda Chemale e Thiago Cardinali

    Social media – Geovana Benites

    Assessoria de imprensa – Bebê Baumgarten

    Parceria cultural – Cia Circular

    Produção e realização – Companhia de Solos & Bem Acompanhados

    Duração: 35 minutos

    Classificação: livre

    Alguns comentários:

    “‘Baile das letrinhas’ é uma celebração à palavra no que ela produz de espanto e faísca de luz quando se vislumbra o encanto pelo verbo. Um despertar sensorial da intelecção e da consciência crítica nos primeiros passos dos e das pequenas cidadãs. É inteligente como a dramaturgia não se rende ao ordenamento do alfabeto, embaralhando seus signos, dando corpo e musicalidade ao ato do brincar. A oficina com a plateia, na sequência, materializa belamente esse dispositivo capaz de fisgar também pais ou responsáveis.” Valmir Santos, crítico teatral – São Paulo, julho de 2023

    “Poucas foram as obras que me impactaram no trabalho de ator que usava seu corpo metamorfoseando-se como criança, suas surpresas, suas descobertas do prazer, delicadezas e até as dores. Foi quando na estreia de “Baile das Letrinhas” que ao ter a experiência de poetizar com essa enorme atriz que é a Deborah Finocchiaro, a cena me conduziu a um momento feliz da minha infância em que tudo que se tocava se transformava e potencializava, e no final todos nós éramos crianças regidas pelo jogo da criança grande da cena. Sucesso total… amor trazido da infância recobrados, vivos…  esqueci de tudo à nossa volta, predisposto pelo espetáculo que me transportou e brinquei… hoje festejo toda vez que relembro, obrigado Deborah por mais esse encontro mágico! Aprendi com a fluidez dessa sutil aliança e com você que ainda vale a pena amar!” Paulo Martins Fontes, Ator-bonequeiro – Porto Alegre, 07/11/2022

    “… As letrinhas deste belo trabalho de Deborah Finocchiaro são quentes, começando pelo carinhoso diminutivo, tão aconchegante. Vamos abraçar estas letrinhas, a autora, os leitores e os espectadores…”  Deonísio da Silva, da Academia das Ciências de Lisboa, escritor – agosto de 2022

    BAILE DAS LETRINHAS

    25 de janeiro, sábado, 15h e 17h – “Baile das Letrinhas”

    Com Deborah Finocchiaro, direção Júlia Ludwig

    Instituto Ling – Rua João Caetano, 440 – Três Figueiras, Porto Alegre/RS

    ingressos antecipados:

    https://ingressos.portoveraoalegre.com.br/event/13/baile-das-letrinhas

    Valores:

    De R$ 21,00 a R$ 80,00

    Preços populares, em conformidade com a Lei Rouanet, além de outros descontos com parceiros, detalhados no site do festival

    Pontos de venda:

    Online, pelo site: www.portoveraoalegre.com.br

    Pontos de venda físicos:

    Barra Shopping (Av. Diário de Notícias, 300), no 2º andar, ao lado da Loja da Havaianas. De segunda a sábado das 10h às 22h, domingos e feriados das 14h às 20h.

    Casa de Cultura Mario Quintana/ térreo, de terça a domingo das 13h às 20h.

    Nos dias das apresentações, a partir de 1h antes do início das sessões, nas bilheterias dos respectivos teatros

    Material para imprensa:

    https://drive.google.com/drive/folders/19f8x25n0NY7CMYjPEQVXSkmDvAoGmOOc?usp=share_link

    Teaser: https://youtube.com/shorts/WeNUi7agA5s

    Redes da artista:

    https://www.youtube.com/user/deborahfinocchiaro

    www.instagram.com/deborahfinocchiaro

    www.deborahfinocchiaro.com

    Outras montagens da Companhia de Solos & Bem Acompanhados no Porto Verão Alegre 2025

    31 de janeiro, 01 e 02 de fevereiro, 20h – “Descartada – Diário secreto de uma Secretária Bilíngue”

    Com Deborah Finocchiaro, direção Vinícius Piedade e Deborah Finocchiaro

    CHC Santa Casa – Avenida Independência, 75 – Independência, Porto Alegre

    https://ingressos.portoveraoalegre.com.br/event/13/descartada-diario-secreto-de-uma-secretaria-bilingue