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  • OSPA Live presta homenagem a Beethoven com repertório de orquestra 
    Foto; Carol Chaves/ Divulgação

    OSPA Live presta homenagem a Beethoven com repertório de orquestra 

    Ludwig van Beethoven (1770-1827) legou uma obra atemporal à música. O compositor, que nasceu há 250 anos, revolucionou o repertório de concerto, especialmente ao consolidar o período Clássico e abrir caminho ao Romantismo, processo retratado na composição das nove sinfonias. Neste sábado (14), às 17h, a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) homenageia o músico alemão em uma apresentação especial, pela 29ª edição do OSPA Live. Sob regência do maestro Evandro Matté, os músicos sobem ao palco com Coriolan Overture, Op. 62 e Concerto para Piano nº 3, Op. 37. O solo fica por conta do pianista André Carrara. O espetáculo é transmitido ao vivo, pelo canal do YouTube da Orquestra e pela plataforma #CulturaemCasa, diretamente da Casa da OSPA.

    Sobre o Repertório

    Coriolan Overture, Op. 62 foi elaborada como introdução para a peça teatral do vienense Heinrich J. von Collin. A obra, estreada em 1802, retrata o herói romano Coriolano, que se fragmenta emocionalmente entre o impulso patriótico, a devoção à família e o orgulho próprio numa tragédia odisseica.

    Estreada em 1803, com regência do próprio Beethoven, Concerto para Piano nº 3, Op. 37 tem como marca uma introdução imponente, influenciada por Mozart, que pode ser observada similarmente na Sonata Patética e na Quinta Sinfonia. A composição, como boa parte de seu gênero de concerto, reflete a discussão entre o singular (solista) e o plural (orquestra).

    Sobre o OSPA Live

    Projeto online da Orquestra, O OSPA Live busca conciliar isolamento social com cultura durante a pandemia do novo coronavírus. Aos sábados, às 17h, músicos da orquestra e/ou convidados realizam apresentações, em grupos reduzidos, diretamente da Sala Sinfônica, na Casa da OSPA. As exibições são transmitidas ao vivo, através do canal do YouTube da Orquestra e pela plataforma #CulturaEmCasa, sem a presença física do público. Com direção artística de Evandro Matté, os eventos seguem criteriosamente todas as medidas de prevenção contra a Covid-19 adotadas pelo Governo do Estado do Rio Grande do Sul.

    Sobre a OSPA

    A OSPA é uma das fundações vinculadas à Secretaria de Estado da Cultura (Sedac). Os concertos da Temporada 2020 são patrocinados, via Lei Federal de Incentivo à Cultura, por Banrisul, Alibem e Fraport Brasil. Os apoiadores da Temporada Artística são Sulgás e Sheraton Porto Alegre Hotel. A realização é da Fundação OSPA e Fundação Cultural Pablo Komlós.

    OSPA LIVE

    Quando: 14 de novembro de 2020, às 17h

    Onde: Ao vivo, pelo canal do YouTube da OSPA, e pela plataforma #CulturaEmCasa

    Acesso em bit.ly/ospalive29

    Programa:

    Ludwig van Beethoven (1780-1827)
    Coriolan Overture, Op. 62

    Ludwig van Beethoven (1780-1827)
    Concerto para Piano nº 3, Op. 37

    I. Allegro con brio

    II. Largo

    III. Rondó – Allegro

    Apresentação:

    Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) Evandro Matté (Maestro e Diretor Artístico)
    André Carrara (solo/piano)

     

  • Rafael Guimaraens lança romance policial, ambientado em 1935

    Rafael Guimaraens lança romance policial, ambientado em 1935

    O livro “1935” (Libretos, 336 páginas, R$45. Na Feira do Livro, R$36) é a primeira incursão do escritor e jornalista Rafael Guimaraens no romance policial. O lançamento acontece no dia 13 de novembro, sexta-feira, às 18 horas, na programação da 66ª Feira do Livro de Porto Alegre.
    O título traz uma marcante reconstituição de ambientes, diálogos e cenas sobre disputas políticas, crimes, perseguições e atos de exploração de mulheres na cidade, no momento absolutamente dominado pela espetacular exposição do Centenário da Revolução Farroupilha naquele ano, no Parque da Redenção, antecipando a tensão permanente da eclosão da segunda guerra mundial.

    A cidade se anima com a Exposição, Dyonélio Machado sonha com a revolução, Apparício Cora de Almeida investiga quem matou Waldemar Ripoll e a chanteuse francesa Juliette quer esquecer o passado. Envolvido até o pescoço num redemoinho de mistério e paixão, o repórter Paulo Koetz terá a oportunidade de se transformar em protagonista de sua própria vida.

    Boa parte do livro foi escrita durante a pandemia, em uma circunstância de isolamento e sentimentos à flor da pele o que, por certo, se reflete na narrativa.

    Rafael Guimaraens. Foto: Marco Nedeff/ Divulgação

    Rafael Guimaraens

    Nascido em Porto Alegre (25/05/1956), Carlos Rafael Guimaraens Filho é jornalista profissional desde 1976. Atuou como repórter, editor e secretário de redação da Cooperativa dos Jornalistas de Porto Alegre (Coojornal). Foi editor de Política do jornal Diário do Sul. 

    É autor dos livros “O Livrão e o Jornalzinho” (1997, reedição em 2011), “Pôrto Alegre Agôsto 61” (2001), “Trem de Volta, Teatro de Equipe” (com Mario de Almeida, 2003), “Tragédia da Rua da Praia” (2005, Prêmio “O Sul Nacional e os Livros”, categoria melhor narrativa longa), “Abaixo a Repressão – Movimento Estudantil e as Liberdades Democráticas” (com Ivanir Bortot, 2008), “Teatro de Arena – Palco de Resistência” (2009, Prêmio Açorianos categoria Especial e Livro do Ano), “A Enchente de 41” (2010, Prêmio da Associação Gaúcha de Escritores, como melhor livro não-ficção), “Rua da Praia – Um Passeio no Tempo” (2010), “Unidos pela Liberdade!” (2011), “Mercado Público – Palácio do Povo” (2012), “A Dama da Lagoa” (2013), “Aguas do Guaíba” (2015), “O Sargento o Marechal e o Faquir” (2016, Prêmio da Associação Gaúcha de Escritores, categoria Especial), 20 Relatos Insólitos de Porto Alegre” (2017, Prêmio Minuano de Literatura), “Fim da Linha – Crime do Bonde” (2018), “O Espião que Aprendeu a Ler (2019) e “1935” pela Editora Libretos.

    Em 1986, editou o livro “Legalidade – 25 anos”. Coordenou a edição do livro “Coojornal – um Jornal de Jornalistas sob o Regime Militar” (2011, Prêmio Açorianos, categoria Especial) e “Os Filhos Deste Solo – Olhares Sobre o povo Brasileiro” (2013). Produziu o roteiro do espetáculo “Legalidade – o Musical” (2011), exibido diante do Palácio Piratini, em comemoração aos 50 anos da Campanha da Legalidade.

     
    13 novembro, sexta-feira, às 18h

    1935, de Rafael Guimaraens

    Evento: No ar, um livro noir – o autor apresenta seu romance policial, ambientado no ano da Exposição do Centenário da Revolução Farroupilha.

    O repórter Paulo Koetz está envolvido até o pescoço num redemoinho de mistério e paixão, enquanto a cidade se anima com a Exposição. Dyonélio Machado sonha com a revolução; Apparício Cora de Almeida investiga quem matou Waldemar Ripoll e a chanteuse francesa Juliette quer esquecer o passado.

    Link do evento: https://www.youtube.com/watch?v=bsyj3_-Sn3s

    Link de venda:  1935
  • O Butiá retoma o projeto Jazz na Beira com show Pedro Tagliani Trio
    Pedro Tagliani – Foto Michael Kretzschmar/ Divulgação

    O Butiá retoma o projeto Jazz na Beira com show Pedro Tagliani Trio

    A fazenda O Butiá retoma neste sábado (14), às 17h30, as apresentações musicais ao pôr do sol com Pedro Tagliani Trio. Os ingressos custam R$ 30,00 e, seguindo os protocolos sanitários, as reservas devem ser feitas pelo sitewww.obutia.com.

    Acompanhado de Luiz Mauro Filho (piano) e Cesar Audi (bateria), o guitarrista do grupo Raiz de Pedra fará uma releitura de diversas fases da carreira de Pat Metheny, um dos nomes mais importantes da guitarra e do jazz contemporâneo, além de apresentar músicas autorais que têm raízes na música brasileira.

    Sobre O Butiá
    É uma antiga fazenda leiteira circundada por morros e gentilmente aninhada na beira do rio, a menos de uma hora de Porto Alegre. Com duzentos hectares de matas, campos e praias, o Butiá foi concebido para quem quer, literalmente, sair do lugar comum. A localização e como chegar são informadas por e-mail após a reserva.

    SERVIÇO
    Jazz na Beira com Pedro Tagliani Trio
    Quando:
     14 de novembro | Sábado
    Hora do show: 17h30
    Ingresso: R$ 30 | Crianças até 10 anos não pagam | Consumação mínima: R$ 30
    Reservas somente pelo site www.obutia.com
    Cão são bem-vindos, desde que em suas guias

  • Festival de violão da UFRGS terá representantes de nove países em evento virtual

    Festival de violão da UFRGS terá representantes de nove países em evento virtual

    De 17 a 21 de novembro acontece o XII Festival de Violão da UFRGS, coordenado pelo professor Daniel Wolff.

    Concertos, cursos, palestras, mesas redondas,comunicações de pesquisa.

    Totalmente online e gratuito, com participação de dezenas de artistas do Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, México, Estados Unidos, Romênia, Itália e Portugal.

    Em parceria com o departamento de violão da Universidade do Arizona (EUA), através do Prof. Thomas Patterson, doutorandos de destaque que venceram inúmeros concursos internacionais oferecerão recitais exclusivos para o evento, que contará com o apoio do Acervo Digital do Violão.

    Participação especial da recém-criada Orquestra do Instituto de Artes, com regência do Prof. Carlos Völker-Fecher. Todas as atividades serão transmitidas pelo canal do Festival de Violão da UFRGS no Youtube.

    https://www.youtube.com/channel/UCQlfKgzSBUU8vg9LuxYHgeQ

    Concertos: Duo Khytar 12.6, Juan Carlos Laguna, Misael Barraza-Diaz, Duo Villa-Lobos, Andrea Roberto, Ana Maria Iordache, Daniel Wolff, Alisson Alípio, Andrés Pantoja, Cleyton Fernandes, Paulo Inda, Marcos Araújo.

    Cursos, palestras e mesas redondas: Thomas Patterson, Pedro Rodrigues, Juan Carlos Laguna, Federico Nuñez, Luiz Claudio Ribas, Alisson Alípio, Gilson Antunes, Sidney Molina, Cleyton Fernandes, Thiago Abdalla, Ximena Matamoros, Cristina Tourinho, Humberto Amorim, Flávia Prando, Rafael Iravedra, André Godinho, Misael Barraza-Diaz.

    Inscrições:

    http://www1.ufrgs.br/extensao/inscricoes/ins_verifica_acao.php?codacao=42514

    VAGAS PARA EXECUTANTES NAS MASTERCLASSES: apenas para alunos de música da UFRGS

    CERTIFICADOS

    Será fornecido certificado de participação a todos os inscritos que obtenham um mínimo de 75% de frequência no evento. Os certificados, com registro no MEC, estarão disponíveis, via sistema de Extensão da UFRGS, aproximadamente 60 dias após o evento.

    PROGRAMAÇÃO

    Terça-feira, 17 de novembro:

    • 20h – Concerto de abertura: Daniel Wolff (lançamento do disco Beethoven for Guitar, com participação de Olinda Allesandrini, Camilo Simões, Milene Aliverti e Orquestra do Instituto de Artes – reg. Carlos Vôlker-Fecher), Paulo Inda, Marcos Araújo.

    Quarta-feira, 18 de novembro:

    • 9h30-12h – Masterclass com Alisson Alípio (UNESPAR)
    • 14-15h30 – Oficina com Misael Barraza-Diaz (México): Técnicas do violão flamenco
    • 16-17h30 – Mesa redonda: Ensino de violão e intercâmbio na América Latina, com Juan Carlos

    Laguna (UNAM/México), Ximena Matamoros (Universidade do Chile), Federico Nuñez

    (UNA/Argentina) e Daniel Wolff (moderador)

    • 20h – Concerto com Duo Khytar 12.6 (Pedro Rodrigues e Miguel Amaral/Portugal) e Alisson Alípio

    Quinta-feira, 19 de novembro:

    • 9h30-12h – Masterclass com Luiz Claudio Ribas (UNESPAR)
    • 14-15h30 – Palestra com Thomas Patterson (Universidade do Arizona/EUA): Preparação para recitais, audições e concursos
    • 16h-17h30 – Mesa redonda: Pesquisa em violão na universidade, com Sidney Molina (FAAM), Gilson Antunes (Unicamp), Cleyton Fernandes (UFCA) e Marcos Araújo (moderador)
    • 20h – Concerto com Ana Maria Iordache (Romênia) e Misael Barraza-Diaz (México)

    Sexta-feira, 20 de novembro:

    • 9h30-12h – Masterclass com Pedro Rodrigues (Universidade de Aveiro/Portugal)
    • 14-15h30 – Palestra com Juan Carlos Laguna: leitura à primeira vista ao violão
    • 16h-17h30 – Mesa redonda: Violão em conjuntos (ensino coletivo e música de câmara), com Cristina Tourinho (UFBA), Carla Santos (UFPB), Thiago Abdalla (EMESP) e Paulo Inda (moderador)
    • 20h – Concerto com Andrea Roberto (Itália), Andrés Pantoja (Chile) e Duo Villa-Lobos (Edwin Guevara e Cecilia Palma/Colômbia)

    Sábado, 21 de novembro:

    • 9h30-10h15 – Comunicação de pesquisa com Rafael Iravedra (PNPD/UFRGS): A preparação para a performance ao vivo: processos e estratégias de estudo.
    • 10h30-12h – Palestra com Humberto Amorim (UFRJ) e Flávia Prando (CPF-SESC/SP): Publicação e difusão de pesquisas em violão
    • 14h-16h30 – Masterclass com Thomas Patterson (Universidade do Arizona/EUA)
    • 17h30-18h30 – Oficina com André L. Godinho: Produção de conteúdo em vídeo para violonistas
    • 20h – Concerto de encerramento com Cleyton Fernandes (homenagem a Paulo Bellinati, com Thalita Savordelli) e Juan Carlos Laguna

     

  • Um Henrique VIII humano e justo, descrito por Shakespeare

    Um Henrique VIII humano e justo, descrito por Shakespeare

     

     

    A coleção de 20 volumes com obras de William Shakespeare apresentada pelo psicanalista, escritor e intelectual Luiz-Olyntho Telles da Silva. Hoje, o 12º volume.

    A coleção Shakespeare da Editora Movimento – 12

    HENRIQUE VIII

    p/William Shakespeare

     

    Tradução interlinear, introdução e notas de

    Elvio Funck

    Porto Alegre, Editora Movimento, 2017, 232p.

    Em coedição com a UDINISC, Santa Cruz do Sul, RS.

    Esta edição teve o apoio de Be Fluent, Escola de Idiomas e Intercâmbio, Igrejinha, RS.

    Telefone da editora: (51) 3232-0071

    “A imagem que temos de Henrique VIII, como o cruel e sanguinário rei que teve seis esposas, duas das quais mandou matar, não faz jus ao Henrique humano e justo que Shakespeare descreve em Henrique VIII. Na verdade, Henrique deve seu desprestígio junto ao mundo ocidental, predominantemente católico no século XVI, ao fato de ter entrado em atrito com a maior potência espiritual da época, o papado, e com o maior poder civil daqueles tempos, a Espanha e o Sacro Império, conflito que terminou com secessão religiosa entre a Inglaterra e Roma.”

    Ato I, cena2 – Henrique:

    […] ninguém é mais dotado pela natureza do que Buckingham;

    é tanto seu saber, que ele pode esclarecer e instruir grandes

    mestres, tendo a si mesmo como única fonte de consulta;

    mas, vede bem: quando esses nobres dons da natureza

    começam a ser mal usados, depois que a alma se corrompe,

    eles se transformam em vícios, dez vezes mais feios

    do que uma vez foram bonitos.

  • “Narrativas pandêmicas”, na visão de 18 artistas brasileiros, com destaque para Zoravia Bettiol
    Obra de Zoravia Bettiol/ Divulgação

    “Narrativas pandêmicas”, na visão de 18 artistas brasileiros, com destaque para Zoravia Bettiol

    Teve início nessa sexta-feira, dia 06, em Santa Maria, a exposição virtual, “Narrativas Pandêmicas”, com participação de 18 artistas e curadoria da também artista visual, Susane Kochhann. Presença destacada na mostra é da artista Zoravia Bettiol, decana no meio artístico visual gaúcho e brasileiro.

    Obras de Zoravia Bettiol/ Divulgação

    O texto de divulgação da mostra é esse: 

    “Adaptada ao seu tempo, a exposição Narrativas Pandêmicas, com curadoria de Susane Kochhann, expõe o pensamento de 18 artistas brasileiros sobre este momento em que um microrganismo mudou a forma de nos conectarmos ao mundo e aos outros. O próprio modo de fruição já é uma reflexão em si, afinal quem imaginou que um dia seria obrigado a apreciar uma galeria virtual para não pôr a própria vida em risco?

    Obra de Altamir Moreira /Divulgação.
    Obra de Soraya Girotto/ Divulgação

    Os artistas convidados expressam suas inquietações por meio de pequenas séries de obras que podem ser entendidas como relatos de suas inquietações e vivências durante o confinamento. Cada série resulta das reflexões sobre o mundo, sobre a fragilidade da vida, sobre o espaço dentro de quatro paredes que isola cada indivíduo. As manifestações se dão na forma de pintura, arte têxtil, fotografia, grafite, desenho, arte-performática, cerâmica e vídeo-arte.
    Cada artista criou seu próprio relato que, por sua vez, estará inserido dentro da narrativa criada por Susane Kochhann.”

    Susane Kochhann: artista visual e curadora da mostra/ Divulgação

    A exposição coletiva está no formato de galeria virtual, e poderá ser acessada através das redes sociais:
    – Instagram: Artista visual#susanekochhann
    – Facebook: https://www.facebook.com/susanne.kochhann/
    – Site: https://www.susanekochhann.com

    Obra de Rebeca Stumm/ Divulgação

    No ano de 2021 a exposição acontecerá no formato presencial e em espaços públicos. A itinerância iniciará no mês de abril de 2021 na cidade de Bagé, logo após nas cidades de Gramado, Novo Hamburgo e Santa Maria. Uma segunda edição da exposição “Narrativas Pandêmicas” está sendo planejada para o período de janeiro de 2021 com um novo grupo de artistas brasileiros e estrangeiros.

    Obra de M. Flowers/ Divulgação

    Artistas participantes da primeira edição da “NARRATIVAS PANDÊMICAS”:

    ALTAMIR MOREIRA, DÉBORA IRION, DENISE WICHMANN, JANE ZOFOLI ,KALU DA CUNHA FLORES, LIA BRAGA, LISIANNE GONÇALVES, LUCAS CASELAT, MARILENE NUNES, M. FLOWERS, MATHEUS FLORES, MELINA GUTERRES, POLIN MOREIRA, RAFAEL ITAQUI, REBECA STUMM, SORAYA GIROTTO, VANI FOLETTO, ZORAVIA BETTIOL.

    Colaboração: Janio Davila.

    SERVIÇO:
    O QUE: Exposição “Narrativas Pandêmicas”
    QUANDO: Abertura – 06/11/2020 às 20h através das redes sociais:
    – Instagram: Artista visual#susanekochhann
    – Facebook: https://www.facebook.com/susanne.kochhann/
    – Site: https://www.susanekochhann.com

     

  • Em Rei Lear, de Shakespeare, a oportunidade de cotejo entre dois idiomas

    Em Rei Lear, de Shakespeare, a oportunidade de cotejo entre dois idiomas

     

    A coleção de 20 volumes com obras de William Shakespeare apresentada pelo psicanalista, escritor e intelectual Luiz-Olyntho Telles da Silva. Hoje, o 11º volume.

    A coleção Shakespeare da Editora Movimento – 11

    REI LEAR

    p/William Shakespeare

    Tradução interlinear, introdução e notas de Elvio Funck

    Porto Alegre, Editora Movimento, 2013, 256p.

    Em coedição com a UDINISC, Santa Cruz do Sul, RS.

    Telefone da editora: (51) 3232-0071

    “Há cerca de uma dezena de traduções de King Lear para o português, algumas mais afeitas ao poético, outras mais preocupadas em transmitir o desenvolvimento da história propriamente dita. Em tese, todas as traduções de um texto clássico publicáveis são bem-vindas, pois, com suas idiossincrasias, cada tradutor de razoável competência dá sua iluminação ao texto. Dentre as traduções de King Lear, a de Elvio Funck se caracteriza por seu aspecto bilíngue-interlinear, que enseja, ao leitor curioso, oportunidade de cotejo entre as duas línguas, e pela presença de notas explicativas de pé de página, que esclarecem aspectos semânticos, gramaticais e históricos.”

    Ato III, cena2 – Lear:

    Soprai ventos, arrebentai vossas bochechas. Enfurecei-vos, soprai!

    Vós, cataratas e trombas d’água, derramai-vos

    até que nossas torres afundem e os galos dos cata-ventos se afoguem.

    Vós, relâmpagos sulfurosos, rápidos como o pensamento,

    mensageiros dos trovões que racham ao meio os carvalhos,

    chamuscai minha cabeça branca. E vós, trovões que tudo sacudis,

    achatai a volumosa redondeza da terra,

    destruí os moldes da natureza, derramai de uma só vez os germens

    que criam os ingratos seres humanos.

    Ato III, cena 2 – Bobo:

    Ó, titio, água benta da corte numa casca seca é melhor do que

    esta água da chuva ao relento.

    Bom titio, entra; pede a bênção a tuas filhas. Esta é uma daquelas

    noites que não têm compaixão nem do sábio, nem dos bobos.

  • Cabíria Festival – Mulheres & Audiovisual abre inscrições para a programação ‘Encontros’
    Flavia Guerra fala sobre crítica cinematográfica. Foto; Divulgação

    Cabíria Festival – Mulheres & Audiovisual abre inscrições para a programação ‘Encontros’

    A segunda edição do Cabíria Festival – Mulheres e Audiovisual, que acontece entre 18 e 29 de novembro, em formato online e gratuito, está com inscrições abertas até o dia 10 de novembro  para sua programação Encontros. As atividades, especialmente desenhadas para promover reflexões e intercâmbio de experiências, incluem, entre outras, oficinas, materclasses, painéis e debate. As inscrições podem ser feitas no site do festival www.cabiria.com.br

    Roteirista Ana Abreu fala sobre narrativas cinematográficas. Foto; Divulgação
    Realizadora Maristela Mattos. Foto; Divulgação

    Crítica cinematográfica é o tema da oficina ministrada pela jornalista e documentarista Flavia Guerra. Já a roteirista Ana Abreu vai falar sobre Narrativas não ficcionais. A diretora e roteirista francófona Mounia Meddour, do longa Papicha, dará uma masterclass sobre o filme, indicado na categoria de melhor direção na Mostra Un certain regard (Cannes, 2019), e vencedor do Cesar 2020 nas categorias de melhor primeiro filme e atriz revelação para Lyna Khoudri. Em seu estudo de caso, a realizadora Maristela Mattos (Born to fashion) aborda como os realities shows podem ser disruptivos e contribuir com o pensamento social e uma visão de mundo. A produtora Raquel Leiko (Conspiração) dará uma materclass sobre Desafios criativos e de produção. Os painéis, com participação de nomes nacionais e internacionais, terão temas como Políticas & Iniciativas de ruptura e Porum audiovisual possível. E ainda está programado um debate especial em homenagem a cineasta Patrícia Ferreira Pará Yxapy sobre sua mostra. As inscrições devem ser feitas no site do festival www.cabiria.com.br até 10 de novembro e algumas atividades estão sujeitas à lotação.Em breve o site do Cabíria Festival – Mulheres e Audiovisual irá disponibilizar a programação completa.

    Diretora e roteirista francófona Mounia Meddour/Divulgação
    Produtora Raquel Leiko/ Divulgação
    Cineasta Patricia Pará Yxapy/ Divulgação

    O Cabíria Festival – Mulheres & Audiovisual

    Em razão da pandemia de Covid-19, o Cabíria Festival – Mulheres & Audiovisual terá a sua segunda edição em ambiente online, de 18 a 29 de novembro. Com isso, o evento amplia seu alcance e estará disponível em todo o país. No mesmo formato virtual, acontece em seguida o Cabíria LAB de 30 de novembro a 5 de dezembro, ação voltada para as finalistas do Cabíria Prêmio de Roteiro, que reúne quatro categorias: Piloto de série documental; Longa-metragem de ficção; Argumento infantojuvenil de longa ficção; Piloto de série de ficção. Toda a programação será gratuita.

    O evento é uma expansão do Cabíria Prêmio de Roteiro, que desde 2015 incentiva a valorização de roteiristas mulheres e protagonistas inspiradoras. Criado para somar ao debate e ações em prol à igualdade de gênero e diversidade na cadeia produtiva do audiovisual, em consonância com diversas iniciativas ao redor do mundo, sua primeira edição foi realizada em 2019, no Rio de Janeiro, com financiamento coletivo, parcerias e voluntariado. Desafiadora, a edição resultou em cinco dias de atividades gratuitas, com uma rede de 70 cineastas, 35 filmes, seminário com painéis, oficinas e masterclass, envolvendo 16 instituições/empresas do setor.

    A linha curatorial do festival se orienta pela ampliação da representatividade em termos de gênero, cor, sexualidade e território, do ponto de vista do conjunto de obras e atividades, e da sua audiência, no intuito de estimular imaginários possíveis. Ao público será oferecida uma ampla programação de obras de cineastas com sessões de longas e curtas-metragens, debates com xs realizadorxs, além de painéis, oficinas e masterclasses, voltados ao estímulo da rede de cineastas, impulsionamento profissional e à provação de reflexões.

    PARCERIAS

    O festival conta com diversas parcerias, entre elas: Embaixada da França no Brasil, Goethe Institut, Spcine, Instituto Alana, Videocamp, Projeto Paradiso, Tertúlia Narrativa, Telecine, ETC Filmes, Selo ELAS, Hysteria, Cardume Curtas, Mubi, LATC,  Imprensa Mahon, Canal Curta!, Canal Brasil, entre outras.

    Acesse o site e siga nas redes www.cabiria.com.br

  • “Múltiplo Olhares” de volta em exposição presencial, no Espaço Cultural Correios Poa

    “Múltiplo Olhares” de volta em exposição presencial, no Espaço Cultural Correios Poa

    Depois de quase oito meses fechado, o Espaço Cultural Correios Porto Alegre reabre para visitação do público, nessa terça-feira, dia 3 de novembro, com a exposição Múltiplos Olhares. Com a abertura autorizada, o local foi preparado para receber os visitantes com segurança, cumprindo todos os protocolos: limpeza contínua dos espaços, disponibilização de álcool em gel, limitação do número de visitantes e obrigatoriedade do uso de máscaras. Com entrada franca, a mostra pode ser conferida de terça a sexta- feira, das 10h às 17h e sábado de 10h às 16h, e fica em exibição até 12 de dezembro.

    Cristina Molenda Carvalho, supervisora do Espaço Cultural Correios. Foto: Juliana Baratojo/ Divulgação

    “Seguindo os protocolos de segurança, desejamos que a reabertura dos espaços culturais possa levar a arte, a emoção e a reflexão para o público nesses tempos difíceis que vivenciamos na pandemia”, observa Cristina Molenda Carvalho, supervisora do Espaço Cultural Correios.

    Fotógrafa Iara Tonidandel. Foto; Juliana Baratojo/ Divulgação
    Fotógrafo Aníbal Elias Carneiro. Foto: Juliana Baratojo/ Divulgação

    A exposição Múltiplos Olhares, que havia sido recém inaugurada no início da pandemia, apresenta visões e fragmentos sobre Porto Alegre, sobre a natureza, sobre o concreto, sobre o mundo. Concebida pelo curador, arquiteto e artista visual Fábio André Rheinheimer, a exposição contempla 56 obras de 28 fotógrafos que possibilitam essa diversidade de interpretações e olhares. “Na pandemia, fomos conduzidos a tempos de incertezas e reflexões. A exposição Múltiplos Olhares retoma sua trajetória e amplia seu caráter de celebração, não mais restrito à arte da fotografia, conforme proposta conceitual a orientar a curadoria. Porém, neste novo momento, e de modo mais abrangente, esta mostra também celebra o reencontro da comunidade com a arte”, destaca Rheinheimer.

    Fotógrafa Andréa Seligman. Foto; Juliana Baratojo/ Divulgação
    Fotógrafo Natan Carvalho. Foto: Juliana Baratojo/ Divulgação

    O curador explica que a exposição foi concebida tendo como base interação entre elementos aparentemente desconexos do portfólio de 28 profissionais. “A partir dessas parcelas – imagens extraídas do contexto – organizam-se outras possibilidades do ver, novas ressignificações. Neste percurso, eis o espectador a delinear, segundo apropriação particular), a elaboração hipotética de outros (ou novos) relatos, tendo por objeto a livre inter-relação entre produções distintas”, descreve o curador.

    Obra: Abstratos da natureza. Divulgação
    Obra de Douglas Fischer./ Divulgação

    Na mostra, estão registros de Ana Fernanda Tarrago, Andréa Barros, Andréa Seligman, Alexandre Eckert, Aníbal Elias Carneiro, Bia Donelli, Clara Koury, Douglas Fischer, Eduardo Grazia, Fábio Petry, Flávia Ferme, Flávio Wild, Helena Stainer, Iara Tonidandel, Ivana Werner, Laércio de Menezes, Leandro Facchini, Leonardo Kerkhoven, Manoel Petry, Marcelo Filimberti, Marcelo Leal, Nattan Carvalho, Paulo Mello, Rafael Karam,  Rogério Soares, Sílvia Dornelles, Tiago Jaques e Victor Ghiorzi.

     

    Múltiplos Olhares: 28 fotógrafos

    Curadoria Fábio André Rheinheimer

    Visitação: de 3 de novembro a 12 de dezembro de 2020

    De terça a sexta 10h às 17h
    Sábado 10h às 16h

    Espaço Cultural Correios Porto Alegre – prédio histórico dos Correios na Praça da Alfândega, com entrada pela lateral, na Av. Sepúlveda (Centro Histórico).

    Obra de Flávia Ferme/ Divulgação
    Obra de Fábio Petry/ Divulgação
  • O clássico Romeu e Julieta, um arquétipo do amor entre adolescentes

    O clássico Romeu e Julieta, um arquétipo do amor entre adolescentes

     

    A coleção de 20 volumes com obras de William Shakespeare apresentada pelo psicanalista, escritor e intelectual Luiz-Olyntho Telles da Silva. Hoje, o nono volume.

    A coleção Shakespeare da Editora Movimento – 9

    ROMEU E JULIETA

    p/William Shakespeare

    Tradução interlinear, introdução e notas de Elvio Funck

    Porto Alegre, Editora Movimento, 2013, 256p.

    Em coedição com a UDINISC, Santa Cruz do Sul, RS.

    Telefone da editora: (51) 3232-0071

    “Romeu e Julieta, que já era uma das mais famosas peças de teatro na época de Shakespeare, ao lado de Hamlet, continua sendo encenada nos palcos do mundo inteiro. Hoje, a relação amorosa dos dois jovens é considerada um arquétipo do amor entre adolescentes.”

    Ato I, Cena 1 – Romeu:

    O amor é uma nuvem feita com o hálito dos suspiros:

    correspondido, é uma luz que cintila nos olhos dos amantes;

    contrariado, é um mar alimentado por lágrimas apaixonadas.

    O que mais é ele? Uma loucura muito sábia,

    um fel que engasga e uma doçura que preserva.