A Câmara Municipal de Vereadores aprovou por 33 votos a 1 o projeto que barra o aumento do IPTU para 2022.
A queda na arrecadação será em torno de R$ 47 milhões conforme o próprio prefeito já admitiu em entrevistas.
O governo pretender compensar a perda cortando despesas e atraindo investimentos. A proposta foi uma das bandeiras de governo na campanha de Melo nas últimas eleições.
Atualmente, com a nova Planta Genérica de Valores (PGV), os imóveis que tiveram significativa valorização do valor venal, em um contexto pré-pandemia, poderiam ter o IPTU atualizado anualmente em até 20% ao ano, até 2025.
O projeto prevê a suspensão destes aumentos até a aprovação de nova Planta Genérica de Valores, que fará a revisão dos valores de todos os imóveis da cidade.
Imóveis não-residenciais – A alíquota do IPTU para os imóveis não residenciais que foram gravemente afetados pela pandemia devido às medidas de isolamento social, ficará fixada em 0,8%, conforme o artigo 5º do projeto.
Com isso, evita-se os aumentos de alíquotas previstos para 2023, quando subiria para 0,9%, e para 2026, quando subiria para 1,0%.
Critérios para a concessão do desconto do IPTU – A Lei Complementar nº 7/73 prevê a possibilidade de desconto do valor do IPTU, da Taxa de Coleta de Coleta de Lixo (TCL) e do ISS fixo para os profissionais liberais quando o pagamento anual se dá de forma antecipada e em parcela única. A proposta também possibilita a adoção de critérios adicionais para a concessão do desconto pelo pagamento antecipado.
Os critérios serão fixados anualmente por decreto e terão por objetivo incentivar ações de desenvolvimento ambiental, sustentabilidade nas edificações, recompensa aos contribuintes adimplentes, estímulo à emissão da Nota Fiscal de Serviços eletrônica (Nota Legal Porto Alegre) e adesão a programas de cidadania fiscal.















