Autor: da Redação

  • Agência do governo omite a participação de Michel Temer no recuo de Bolsonaro

    A matéria da Agência Brasil,  do governo federal, não menciona a intervenção do ex-presidente Michel Temer na decisão do presidente Bolsonaro de perdir desculpas ao ministro Alexandre de Moraes, do STF e lançar uma nota se retratando das manifestações que fez nos atos do 7 de setembro.

    A decisão decepcionou os apoiadores do presidente que se manifestaram através das redes sociais, mas os dois filhos de Bolsonaro, Flávio e Eduardo, tentaram minimizar o episódio, dizendo que foi um recuo tático e que há “um acordo por trás”.

    Da Agência Brasil

    O presidente Jair Bolsonaro emitiu nota oficial nesta quinta-feira (9) em que afirma não ter tido a intenção de agredir outros Poderes da República e destacou que respeita a harmonia entre as instituições.

    A nota oficial, divulgada na página do Palácio do Planalto na internet, ocorre dois depois das manifestações pró-governo do dia 7 se setembro, que contou com a participação do presidente.

    Na ocasião, tanto em Brasília quanto em São Paulo, Bolsonaro fez críticas a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e ao sistema de urnas eletrônicas. Como reação, o presidente do STF, Luiz Fux, e o ministro Luis Roberto Barroso, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), rebateram Bolsonaro.

    “No instante em que o país se encontra dividido entre instituições é meu dever, como presidente da República, vir a público para dizer: Nunca tive nenhuma intenção de agredir quaisquer dos Poderes. A harmonia entre eles não é vontade minha, mas determinação constitucional que todos, sem exceção, devem respeitar”, escreveu o presidente.

    Na nota, Bolsonaro elencou dez pontos. Em um deles, o presidente diz que as divergências se deram por causa de conflitos de entendimento sobre decisões do ministro Alexandre de Moraes, do STF, e falou que nenhuma autoridade tem o direito de “esticar a corda”. Ele escreveu ainda que suas palavras, “por vezes contundentes”, são resultado do “calor do momento”.

    “Sei que boa parte dessas divergências decorrem de conflitos de entendimento acerca das decisões adotadas pelo ministro Alexandre de Moraes no âmbito do inquérito das fake news. Mas na vida pública, as pessoas que exercem o poder não têm o direito de ‘esticar a corda’, a ponto de prejudicar a vida dos brasileiros e sua economia. Por isso quero declarar que minhas palavras, por vezes contundentes, decorreram do calor do momento e dos embates que sempre visaram o bem comum”.

    Ainda sobre o ministro Alexandre de Moraes, Bolsonaro afirmou que as divergências são naturais e que vai buscar resolvê-las por medidas judiciais para assegurar a observância dos direitos e garantias fundamentais da Constituição Federal.

    Por fim, Bolsonaro afirmou que respeita as instituições da República, defendeu o regime democrático e disse que está disposto a manter o diálogo.

    “Reitero meu respeito pelas instituições da República, forças motoras que ajudam a governar o país. Democracia é isso: Executivo, Legislativo e Judiciário trabalhando juntos em favor do povo e todos respeitando a Constituição. Sempre estive disposto a manter diálogo permanente com os demais Poderes pela manutenção da harmonia e independência entre eles. Finalmente, quero registrar e agradecer o extraordinário apoio do povo brasileiro, com quem alinho meus princípios e valores, e conduzo os destinos do nosso Brasil”.

    Confira a íntegra da Declaração à Nação, emitida por Jair Bolsonaro:

    Declaração à Nação

    No instante em que o país se encontra dividido entre instituições é meu dever, como Presidente da República, vir a público para dizer:

    1. Nunca tive nenhuma intenção de agredir quaisquer dos Poderes. A harmonia entre eles não é vontade minha, mas determinação constitucional que todos, sem exceção, devem respeitar.

    2. Sei que boa parte dessas divergências decorrem de conflitos de entendimento acerca das decisões adotadas pelo Ministro Alexandre de Moraes no âmbito do inquérito das fake news.

    3. Mas na vida pública as pessoas que exercem o poder, não têm o direito de “esticar a corda”, a ponto de prejudicar a vida dos brasileiros e sua economia.

    4. Por isso quero declarar que minhas palavras, por vezes contundentes, decorreram do calor do momento e dos embates que sempre visaram o bem comum.

    5. Em que pesem suas qualidades como jurista e professor, existem naturais divergências em algumas decisões do Ministro Alexandre de Moraes.

    6. Sendo assim, essas questões devem ser resolvidas por medidas judiciais que serão tomadas de forma a assegurar a observância dos direitos e garantias fundamentais previsto no Art 5º da Constituição Federal.

    7. Reitero meu respeito pelas instituições da República, forças motoras que ajudam a governar o país.

    8. Democracia é isso: Executivo, Legislativo e Judiciário trabalhando juntos em favor do povo e todos respeitando a Constituição.

    9. Sempre estive disposto a manter diálogo permanente com os demais Poderes pela manutenção da harmonia e independência entre eles.

    10. Finalmente, quero registrar e agradecer o extraordinário apoio do povo brasileiro, com quem alinho meus princípios e valores, e conduzo os destinos do nosso Brasil.

    DEUS, PÁTRIA, FAMÍLIA

    Jair Bolsonaro

    Presidente da República Federativa do Brasil

     

  • Bolsonaro agora faz apelo a caminhoneiros que bloqueiam rodovias: “Atrapalha a economia”

    O presidente Jair Bolsonaro gravou um áudio pedindo aos caminhoneiros que liberem as estradas do país.

    Na noite desta quarta-feira, um dia após as manifestações a favor do presidente, havia bloqueio total ou parcial em rodovias de 16 Estados.

    Na gravação, Bolsonaro diz que a ação “atrapalha a economia” e “prejudica todo mundo, em especial, os mais pobres”.

    O movimento  ao que tudo indica,  é incitado pelo bolsonarista Marcos Antônio Gomes, conhecido como Zé Trovão.

    Zé Trovão estimula ataques ao STF e teve prisão decretada pelo ministro Alexandre de Moraes. É considerado foragido.

    Nesta quarta-feira, ele publicou um vídeo na redes sociais, pedindo o fechamento total de vias no país a partir desta quinta-feira (9/7). Ele quer o fechamento do STF.

    — Bloqueios atrapalham a economia, provocam desabastecimento, inflação, prejudicam todo mundo, em especial os mais pobres. Dá um toque, se possível, para liberar (as rodovias). Pra gente seguir a normalidade (…) Não é fácil conversar por aqui (em Brasília) com outras autoridades, mas a gente vai fazer nossa parte e buscar uma solução para isso — diz o presidente na gravação.

    A autenticidade do áudio foi confirmada pelo ministro da infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, que gravou gravou um vídeo na noite desta quarta-feira repetindo os apelos ao grupo de caminhoneiros que bloqueiam as estradas.

    — Essa paralisação vai agravar efeitos na economia, inflação, vai impactar os mais pobres e mais vulneráveis. Nós já temos hoje um efeito sobre o preço dos produtos, em função da pandemia, e uma paralisação vai trazer desabastecimento (…) A gente sabe que há uma preocupação de todos com a melhoria da situação do país, com a resolução de problemas graves, mas não podemos tentar resolver um problema criando outro. Peço a todos que ouçam as palavras do presidente — finalizou Freitas.

  • Em nota conjunta, PSL e DEM pedem fim dos “conflitos, tensões e ódios”

    Dois dos maiores partidos na Camara Federal,  o DEM e o PSL emitiram uma nota conjunta nesta terça (8)criticando os discursos do presidente Bolsonaro durante os atos do Sete de Setembro.

    O tom é de crítica e eles acusam o presidente de ter se insurgido contra as instituições democráticas.

    Os dois partidos estão em processo da fusão e este é o primeiro documento construído de maneira alinhada entre eles.

    A nota fala em “dar um basta às tensões políticas, ódios, conflitos e desentendimentos”.

    A fusão entre democratas e integrantes do PSL tem em vistas as eleições presidenciais do próximo ano. Caso a fusão ocorra, é possível que o novo partido, que ainda não tem nome, se converta no maior da Câmara dos Deputados. O PSL tem, atualmente, 53 deputados federais e o DEM, 28.

    Leia a íntegra da nota:

    O PSL e o Democratas entendem que a liberdade é o principal instrumento democrático e não pode ser usada para fins de discórdia, disseminação de ódio, nem ameaças aos pilares da própria Democracia.

    Por isso, repudiamos com veemência o discurso do senhor presidente da República ao insurgir-se contra as instituições de nosso país.

    Hoje se torna imperativo darmos um basta nas tensões políticas, nos ódios, conflitos e desentendimentos que colocam em xeque a Democracia brasileira e nos impedem de darmos respostas efetivas aos milhões de pais e mães de família angustiados com a inflação dos alimentos, da energia, do gás de cozinha, com o desemprego e a inconstância da renda.

    Não existe independência onde ao cidadão não se garantem as condições para uma vida digna. O Brasil real pede respostas enérgicas e imediatas.

    (Com informações do Congresso em Foco)

     

  • 7 de Setembro: empresários pedem harmonia entre poderes, sem críticas a Bolsonaro

    Diz a nota da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, divulgada no fim de semana:

    “O dia 7 de Setembro é o Dia da Pátria, uma data de celebração, não de conflito. Uma data de união dos Poderes da República, que devem trabalhar pelo povo e não tolher esse mesmo povo que lhes concedeu a autoridade nos respectivos limites constitucionais.

    “Nenhum Poder pode exorbitar desses limites para se colocar acima dos demais”, afirma a entidade, em nota oficial assinada pelo presidente Gilberto Porcello Petry.

    .Farsul critica STF

    A Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul) lançou, neste sábado (4), carta aberta em que repudia a relação de conflito entre os Poderes da República e, ecoando o discurso bolsonarista, critica o “viés político adotado pela mais alta corte do Poder Judiciário”, o Supremo Tribunal Federal (STF).
    A entidade também declarou, na nota, apoio ao “movimento cívico, pacífico, ordeiro e democrático de 7 de Setembro”.
    O comando da Farsul afirma que vê com preocupação a “relação conflituosa” entre os poderes que, para a entidade, se caracteriza “pela absoluta deformidade do papel de cada um deles”.

     

    Ministro sofre ameaças

    Às vésperas do 7 de setembro, o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, que tem fechado o cerco contra defensores do golpe na internet, tem sido vítima, assim como sua família, de ameaças da base bolsonarista.

    “A partir de hoje, nós temos um grupamento no Brasil que vai caçar ministro [do STF] aonde quer que eles estejam”, diz um homem identificado como Márcio Giovani Nique ou “professor Marcinho” na rede social, segundo reportagem do Poder360.

     

  • Marinha impõe cinco anos de sigilo sobre o desfile em Brasília

    Marinha impõe cinco anos de sigilo sobre o desfile em Brasília

    A Marinha impôs sigilo de cinco anos aos documentos da Operação Formosa, que incluiu um desfile de tanques em Brasília no dia da votação do voto impresso na Câmara dos Deputados.

    Segundo o Comando, o sigilo de cinco anos é necessário para não “prejudicar ou causar risco a planos ou operações estratégicos das Forças Armadas”.

    O sigilo vem depois que o jornal  Estado de São Paulo obteve, através da Lei de Acesso á Informação, os custos do desfile, de R$ 3,7 milhões.

    Dos R$ 3,7 milhões gastos com a operação, R$ 1,78 milhão foi utilizado o custeio de bases, R$ 1,03 milhão para locação de ônibus para transporte, R$ 721 mil para combustíveis, lubrificantes e graxas, R$ 98,7 mil para materiais de saúde, R$ 16,6 mil para suprimentos de fundos e R$ 15 mil para passagens e diárias.

    A Operação Formosa acontece anualmente em Goiás, mas somente em 2021 foi realizado um desfile de blindados com o – suposto – objetivo de entregar ao chefe do governo federal um convite para acompanhar o treinamento militar.

    O desfile, que virou piada por causa dos blindados com aparentes problemas de manutenção, ocorreu em 10 de agosto, quando a Câmara dos Deputados rejeitou PEC do voto impresso.

    O sigilo vem depois que o jornal  Estado de São Paulo obteve, através da Lei de Acesso á Informação, os custos do desfile, de R$ 3,7 milhões.

    Dos R$ 3,7 milhões gastos com a operação, R$ 1,78 milhão foi utilizado o custeio de bases, R$ 1,03 milhão para locação de ônibus para transporte, R$ 721 mil para combustíveis, lubrificantes e graxas, R$ 98,7 mil para materiais de saúde, R$ 16,6 mil para suprimentos de fundos e R$ 15 mil para passagens e diárias.

    A Operação Formosa acontece anualmente em Goiás, mas somente em 2021 foi realizado um desfile de blindados com o – suposto – objetivo de entregar ao chefe do governo federal um convite para acompanhar o treinamento militar.

    O desfile, que virou piada por causa dos blindados com aparentes problemas de manutenção, ocorreu em 10 de agosto, quando a Câmara dos Deputados rejeitou PEC do voto impresso.

    O sigilo vem depois que o jornal  Estado de São Paulo publicou dados obtidos através da Lei de Acesso á Informação, sobre os custos do desfile.

    Dos R$ 3,7 milhões gastos com a operação, R$ 1,78 milhão foi utilizado o custeio de bases, R$ 1,03 milhão para locação de ônibus para transporte, R$ 721 mil para combustíveis, lubrificantes e graxas, R$ 98,7 mil para materiais de saúde, R$ 16,6 mil para suprimentos de fundos e R$ 15 mil para passagens e diárias.

    A Operação Formosa acontece anualmente em Goiás, mas somente em 2021 foi realizado um desfile de blindados com o – suposto – objetivo de entregar ao chefe do governo federal um convite para acompanhar o treinamento militar.

    O desfile, que virou piada por causa dos blindados com aparentes problemas de manutenção, ocorreu em 10 de agosto, quando a Câmara dos Deputados rejeitou PEC do voto impresso.

  • Dez engenheiro e cinco sushiman entre as 539 vagas do Sine Porto Alegre esta semana

    A unidade do Sine Municipal (avenida Sepúlveda esquina com Mauá, Centro Histórico) tem 539 vagas disponíveis para retirada de cartas de entrevista de emprego.

    O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

    Em destaque 100 vagas para encanador, 100 para ajudante de obras e outras 100 para auxiliar na linha de produção. Há também 30  vagas para porteiro e 5 para sushiman.

    O Sine Municipal disponibiliza e recomenda o agendamento eletrônico para agilizar o atendimento e evitar filas.

    O interessado pode também retirar a carta de encaminhamento pelo aplicativo Sine Fácil, disponível para download gratuito no Google Play.

    A retirada das cartas deve ser feita de forma responsável, com o comparecimento à entrevista de emprego, para não haver prejuízo aos demais interessados. Informações podem ser obtidas também por e-mail: duvidasSINE@portoalegre.rs.gov.br

    Confira as vagas da Semana

    Ajudante de farmácia-1

    Ajudante de obras-100

    Ajudante de pintor-10

    Almoxarife-10

    Armador de estrutura de concreto-20

    Auxiliar de almoxarifado-10

    Auxiliar de cozinha-5

    Auxiliar de limpeza-5

    Auxiliar de linha de produção-100

    Auxiliar de logistica-12

    Azulejista-15

    Chapeador-1

    Costureira em geral-2

    Eletricista-5

    Eletricista de instalações de veículos automotores-2

    Encanador-100

    Encarregado de obras-10

    Engenheiro civil-10

    Fiel de depósito-1

    Garçom-2

    Gerente de vendas-1

    Inspetor de medição-15

    Instalador de painéis-2

    Lavador de veículos-1

    Mecânico-4

    Mecânico de refrigeração-2

    Mecânico de veículos automotores a diesel (exceto tratores)-2

    Monitor de sistemas eletrônicos de segurança interno-1

    Montador de móveis de madeira-2

    Motorista de automóveis-2

    Operador de teleatendimento ativo (telemarketing)-12

    Operador de telemarketing receptivo-3

    Operador de vendas (lojas)-5

    Passador de roupas em geral-1

    Pedreiro-10

    Pintor de obras-10

    Pizzaiolo-5

    Porteiro-30

    Serigrafista-1

    Sushiman-5

    Técnico de desenvolvimento de software-1

    Técnico de enfermagem-1

    Técnico de operação (química, petroquímica e afins)-1

    Técnico de refrigeração (instalação)-1

     

  • Carris segue em greve parcial, prefeitura mantém esquema de emergência (veja aqui)

    A prefeitura informou que  “vai mantar nesta segunda-feira, 6, o esquema especial para o transporte coletivo”, adotado desde quinta-feira quando os funcionários da Companhia Carris entraram em greve parcial.

    Os funcionários protestam contra o projeto de privatização da empresa, que responde por 22% do transporte coletivo em Porto Alegre.  O projeto é motivo de polêmica e está na Câmara Municipal para ser votado.

    “Para atender os usuários das linhas de ônibus da Capital em razão de manifestação de rodoviários da Carris, a Prefeitura de Porto Alegre, por meio da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), vai manter, nesta segunda-feira, 6, o esquema especial para o transporte coletivo.

    A operação, que já garantiu 100% de atendimento das linhas da Carris na última sexta-feira, 3, ocorrerá ao longo de todo o dia e a noite, com parte das linhas de ônibus operadas pelos consórcios privados.

    A Carris vai atender a T3, T9, T13, 353, T2, T5, T7, T8, 375, T2A, T11A e T12A, enquanto as outras linhas da companhia serão atendidas pelos consórcios Viva Sul, Leste e MOB.

    As linhas de lotação estão liberadas para circular com passageiros em pé no interior dos veículos.

    A prefeitura monitora a circulação e o atendimento aos passageiros de ônibus  desde as primeiras horas da manhã. As informações sobre a situação do transporte e trânsito serão divulgadas em tempo real no twitter da @eptc_poa.

    Veja como vai funcionar:

    Consórcio Viva Sul: T11, T12
    Consórcio  Via Leste/Mais:T6, 343
    Consórcio MOB: T4, T1
    Cia. Carris: T3, T9, T13, 353, T2, T5, T7, T8, 375, T2A, T11A e T12A

    Garantia do atendimento –  A Justiça do Trabalho determinou, na última quinta-feira, 2, que os trabalhadores da Carris mantenham, no mínimo, 65% da frota em operação durante a greve. A decisão, do desembargador federal do Trabalho Francisco Rossal do Araújo, aplica multa diária de R$ 20 mil ao sindicato da categoria em caso de descumprimento.

    ( Com informações da Assessoria de Imprensa) 

  • Manifestações na Redenção e no Parcão refletem país dividido no 7 de setembro

    Manifestações na Redenção e no Parcão refletem país dividido no 7 de setembro

    Pela segunda vez consecutiva não haverá desfile cívico-militar neste Sete de Setembro, que marca 199 anos do Brasil como nação independente..

    Em nota, o Ministério da Defesa informou que a comemoração  será no Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente da República, com restrição de público.

    Mesmo assim, o dia será marcado por manifestações antagônicas em todo o pais, refletindo a grande divisão entre forças democráticas e anti-democráticas.

    O foco das expectativas é São Paulo com convocação bolsonarista para a avenida Paulista e  o movimentos da oposição, no Anhangabaú.

    Em Porto Alegre, na redenção ocorrem o 27º Grito dos Excluídos e Excluídas e o ato “Fora Bolsonaro”.

    O ato convocado pela CUT-RS, centrais sindicais e movimentos Brasil Popular, Povo Sem Medo e Povo na Rua terá  um ato ecumênico está marcado para às 11h no espelho Espelho d’Água do Parque da Redenção.

    Á tarde uma marcha Fora Bolsonaro será realizada com concentração marcada para 13h30. O 27º Grito tem como lema “Vida em primeiro lugar” e como tema “Na luta por participação popular, saúde, comida, moradia, trabalho e renda, já”.

    Atos pró governo no Parcão

    Através das redes sociais movimentos apoiadores do Jair Bolsonaro também organizam um ato que segue a cartilha do presidente: intervenção no STF, prisão dos Ministros, estado de exceçao.

    O local é o mesmo das manifestações anteriores: Parque Moinhos de Vento, o Parcão.

    Através de sua assessoria a Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Sul afirmou estar atenta aos atos que serão realizado durante o feriado do sete de setembro.

    Ao contrário do que ocorreu no Estado de São Paulo, o governo não se reuniu com entidades nem movimentos que estão organizando esses atos.

    Nota da Secretaria da Segurança Pública:

    Os serviços de inteligência das forças de segurança do Estado permanentemente monitoram a organização de eventuais atos públicos, independentemente de suas pautas, de forma a permitir o planejamento de ações de prevenção para assegurar a manutenção da ordem pública, a segurança de todos e a preservação do patrimônio público e privado. Nessa missão, as forças de segurança se farão presentes caso se confirme a realização de atos na referida data.

    Carlos Ismael Moreira, Coordenador de Comunicação em Exercício

  • Funcionários da Carris mantém greve contra projeto de privatização

    Funcionários da Carris mantém greve contra projeto de privatização

    Entra no segundo dia a greve parcial dos funcionários dos trabalhadores da empresa pública de ônibus de Porto Alegre, a Carris.

    Eles pedem diálogo e negociação em torno do projeto de privatização da companhia que está para ser votado na Câmara Municipal. Protestam também contra a extinção da função de cobrador nos ônibus, aprovada na quarta-feira, 02.

    A Justiça do Trabalho determinou que ao menos 65% da frota estejam em operação com multa prevista de R$ 20 mil ao sindicato trabalhista em caso de descumprimento.

    A EPTC (Empresa Pública de Transporte e Circulação),  montou um esquema especial de operação com os consórcios de empresas privadas para suprir a falta de coletivos da Carris em algumas linhas, mas o tempo de intervalo entre os ônibus é maior que o habitual.

    Melo que cria o Programa de Extinção Gradativa da Função de Cobrador de Transporte Coletivo por Ônibus do Município.

    A proposta prevê um fim gradativo da função de cobrador até 2026 e está entre os diversos projetos de Melo para reduzir os custos do sistema de transportes da cidade.

  • Reforma do Viaduto Otávio Rocha vai sair do papel, 15 anos depois

    Reforma do Viaduto Otávio Rocha vai sair do papel, 15 anos depois

    A reforma do Viaduto Otávio Rocha, o principal monumento de Porto Alegre, é prometida pelo menos desde 2005, quando chegou a ser aprovado um Fundo Pró-Viaduto, que não saiu do papel.

    Nesta terça feira, em reunião com os representantes dos permissionários das lojas do Viaduto o secretário Cezar Schirmer, que coordena o projeto de revitalização do Centro Histórico informou que os recursos já éstão garantidos..

    A reforma está orçada em R$ 16 milhões e será viabilizada no pacote de financiamentos que a Prefeitura tem com a CAF, banco de fomento latinoamericano.

    O Viaduto Otávio Rocha, quando ficou pronto, em 1932

    “Foi animador por um lado, mas foi frustrante por outro”, disse ao JÁ o presidente da Associação Representativa e Cultural dos Comerciantes do Viaduto, Idacir Flores.

    “Animador”, explicou, “porque a associação luta há 15 anos pelo projeto”. Frustrante “porque o secretário disse que vão fazer e não fez menção a uma participação nossa”..

    O projeto da reforma demandou três anos e está pronto desde 2014. Foi feito pela pela Engeplus Engenharia e Consultoria, ganhadora da licitação.

    Uma equipe coordenada pelo Arquiteto e Urbanista Alan Furlan, desenvolveu a proposta, que provavelmente sofrerá adaptações.

    “Passaram sete anos, o estado do viaduto se agravou, um novo estudo terá que ser feito”, diz o advogado Felisberto Seabra Luisi,  que assessora a associação dos permissionários.  Ele lembra que a reforma do Viaduto já teve até verba votada no Orçamento Participativo. “Foi uma iniciativa da associação, que agora está reivindicando participação nesse processo porque a questão do viaduto não é interesse só do governo”.

     

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