China segue registrando queda no número de novos casos

Os números de casos confirmados e suspeitos da doença do novo coronavírus  na parte continental da China vêm caindo há quase uma semana, segundo a Comissão Nacional de Saúde.

Mais de 70% dos pacientes com COVID-19 em Wuhan, capital da Província de Hubei e também o epicentro do surto, receberam alta hospitalar após a recuperação. 

Excluindo Wuhan, as taxas de recuperação foram de 92,7% na Província de Hubei, e 97,3% na parte continental da China.

Segundo boletim da Comissão de Saúde, no sábado, “a grande maioria das regiões chinesas está com baixo risco de disseminação do coronavírus”.

O Município de Chongqing, no sudoeste da China, tornou-se o mais recente em um grupo de regiões de nível provincial que reduziu a zero o número de pacientes com COVID-19.

Após se recuperar, o último paciente com COVID-19 em Chongqing, um homem de 52 anos, recebeu alta de um hospital no distrito de Changshou por volta das 11h da manhã, reportou a comissão municipal de saúde.

Chongqing que registrou um total de 576 casos confirmados do novo coronavírus, incluindo seis mortes, não relatou novas infecções por 19 dias consecutivos.

Na tarde do sábado, a Província de Hunan, no centro da China, também testemunhou seu último paciente com COVID-19 sair do hospital.

A paciente de sobrenome Liu recebeu um buquê de flores e tirou uma foto em grupo com médicos e enfermeiros depois de ser liberada de um hospital em Changsha, capital de Hunan.

Tanto Chongqing como Hunan são vizinhos da província mais atingida, Hubei, e tiveram que fazer grandes esforços para impedir uma transmissão generalizada nas comunidades locais.

De acordo com uma contagem inicial da Xinhua, a agência estatal chinesa, 11 regiões de nível provincial no continente chinês estão livres de novas infecções pelo coronavírus após seus últimos pacientes com COVID-19 receberem alta hospitalar.

As 11 regiões incluem Tibet, Qinghai, Xinjiang, Shanxi, Yunnan, Fujian, Jiangsu, Jiangxi e Anhui, além das mais recentes adições de Hunan e Chongqing.

A Província de Hubei, no centro da China, relatou neste sábado quatro novos casos confirmados da doença do novo coronavírus (COVID-19) e 10 mortes, anunciou neste domingo a comissão provincial de saúde.

Todos os novos casos confirmados foram relatados em Wuhan, capital provincial e o epicentro do surto epidêmico.

O último relatório elevou o número total dos casos confirmados em Hubei foi de 67.794.

Até sábado, a Província de Hubei não registrou novos casos de COVID-19 por dez dias consecutivos em suas 16 cidades e sub-regiões fora de Wuhan.

A cidade de Wuhan também registrou menos de 10 novos casos pelo quarto dia consecutivo.

A província também teve 1.335 pacientes liberados dos hospitais após recuperação no mesmo dia, elevando o número total de pacientes curados para 54.278.

Entre os 9.376 pacientes hospitalizados, 2.551 ainda estão em condição grave e outros 612 em condição crítica.

(Com informações da Xinhua Press)

Três fatores representam risco fatal ante o coronavirus

Manuel Ansede, do El Pais

Uma equipe de cientistas chineses publicou o maior estudo sobre os fatores de risco associados às mortes pelo Covid-19, o coronavírus que já infectou mais de 100.000 pessoas em todo o mundo desde sua identificação, em dezembro.

A nova pesquisa analisou 191 pacientes internados em dois hospitais de Wuhan , 54 dos quais morreram.

Os demais tiveram alta antes de 31 de janeiro.

O estudo constata que idade avançada, problemas de coagulação sanguínea e sintomas de septicemia —uma resposta fulminante do organismo para combater uma infecção— são os três principais fatores de risco de morrer com a doença causada pelo vírus.

O trabalho, liderado pelo médico Hua Chen, enfatiza que metade dos pacientes analisados ​​apresentava outras enfermidades, como hipertensão (30%), diabetes (19%) e doença coronariana (8%).

Seus cálculos mostram um aumento de 10% no risco de morte no hospital a cada ano a mais de idade que a pessoa infectada tiver.

A idade média dos que morreram é de 69 anos, em comparação com os 52 anos dos sobreviventes.

Os autores, que publicaram seus resultados na revista médica The Lancet, acreditam que seus dados poderão em breve ajudar a identificar os pacientes com pior prognóstico.

No total, 2% das pessoas que contraíram a doença morreram, segundo dados da Organização Mundial da Saúde.

Além da idade avançada, a equipe de Hua Chen destaca dois outros fatores de risco: uma alta pontuação no escore SOFA —um sistema de avaliação da falha de vários órgãos em pacientes internados na unidade de terapia intensiva— e indicadores elevados no teste do dímero D, usado para detectar problemas de coagulação do sangue.

O estudo também sugere que pacientes em estado grave disseminam o vírus por mais tempo do que o esperado.

O tempo de excreção do vírus foi de 20 dias em média nos sobreviventes da Covid-19, com variação de 8 a 37 dias.

Os autores pedem cautela ao interpretar seus resultados, pois todas as pessoas estudadas estavam hospitalizadas e dois terços delas em estado grave ou crítico.

De qualquer forma, recomendam que os pacientes internados não recebam alta enquanto seus testes do vírus não derem negativo.

A revista afirma que o novo estudo é o primeiro retrato completo da progressão do Covid-19. A duração média da febre foi de 12 dias. A dificuldade em respirar durou 13 dias nos sobreviventes.

O tempo desde o início dos sintomas até a alta foi de 22 dias. E, no caso dos que morreram, o tempo médio até falecerem foi de 18,5 dias.

“Idade avançada, sintomas de septicemia na internação, doenças subjacentes como hipertensão e diabetes e o uso prolongado da ventilação não invasiva foram fatores importantes na morte desses pacientes”, explica em um comunicado Zhibo Liu, coautor do estudo no Hospital Jinyintan.

“Os piores resultados em idosos podem ser devidos, em parte, ao enfraquecimento do sistema imunológico e ao aumento da inflamação, o que pode promover a replicação viral e uma resposta mais prolongada a essa inflamação, causando danos persistentes ao coração, cérebro e outros órgãos”, acrescenta o médico.

Plataforma de matemática libera acesso para estudantes com aulas suspensas por causa do Covid-19

Instituições de ensino estão adotando providências para conter o coronavírus (Covid-19) entre os alunos e professores – conscientização, prevenção, higiene e, em casos extremos, a suspensão das aulas.

Para minimizar esse impacto, a plataforma britânica Mangahigh decidiu disponibilizar sua plataforma gratuitamente nos mais de 50 países onde atua em todo o mundo. Escolas, professores e alunos terão 60 dias de acesso gratuito aos conteúdos e atividades matemáticas da plataforma, com conteúdos para os Ensinos Fundamental 1, 2 e Médio.

Segundo a Mangahigh, escolas em Hong Kong, Coreia, Bahrein e Emirados Árabes já estão se beneficiando dessa iniciativa, e o acesso será oferecido a escolas brasileiras que tiverem suas aulas suspensas como medida preventiva para conter a transmissão do coronavírus. As escolas interessadas deverão acessar a página de cadastro http://app.mangahigh.com/en-gb/register/CV19 .

No Brasil desde 2012, a plataforma educacional britânica é pioneira na criação de conteúdos didáticos de matemática e raciocínio lógico por meio de games para crianças e adolescentes. Hoje, a instituição oferece conteúdos alinhados aos currículos nacionais de países da América do Norte, América do Sul, Ásia, Europa e Oceania. No Brasil, o conteúdo de matemática aplica as competências exigidas pela BNCC – Base Nacional Comum Curricular.

Dois milhões assistem ao grenal pelo Facebook

No primeiro grenal pela copa Libertadores da América, só faltou o grande protagonista: o gol.

O empate sem gols contabilizou três bolas na trave e uma grande pancadaria quando faltavam cinco minutos para do encerramento do clássico.

Com quatro jogadores expulsos para cada lado, os minutos finais não foram melhores do que quando havia onze pra cada lado.

A grande novidade do clássico histórico deste ano foi a transmissão exclusiva via rede social Facebook, que conseguiu atingir o pico de audiência em dois milhões de pessoas, embora a média durante a partida tenha se mantido em torno de um milhão e meio de telespectadores.

Isso pode indicar que muitos internautas não conseguiram acompanhar toda a transmissão por problemas técnicos como baixa velocidade de conexão da internet.

Mauro Galvão faz a análise pós-jogo e ainda consegue manter um bom índice de audiência/Reprodução

Embora o narrador e o comentarista não sejam muito populares, o webcanal convidou o jogador Mauro Galvão para completar a equipe, trazendo um ar mais familiar à transmissão.

No pós jogo, descontraído, o comentarista não se conteve e alfinetou a rede Globo soltando um “e aí Galvão?”.

Não se sabe ao certo se por inexperiência ou se por estilo de direção, as imagens da pancadaria foram transmitidas sem corte, sem a desculpa, normalmente utilizada, de que a federação de futebol não permite a transmissão desse tipo de imagem.

Chineses rebatem americanos

Em meio ao surto de COVID-19, a prática de certos políticos dos EUA de transferir a culpa para a China é imoral e irresponsável, e não ajudará a prevenir e controlar a epidemia nos Estados Unidos, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores Geng Shuang. Quinta-feira.

“Pedimos que a autoridade dos EUA respeite os fatos e o entendimento comum da comunidade internacional”, disse Geng em uma entrevista coletiva. “Cada minuto desperdiçado em difamação e reclamação seria melhor gasto no aprimoramento da resposta doméstica e da cooperação internacional”.

O conselheiro de segurança nacional do presidente dos EUA, Robert O’Brien, acusou a China de encobrir o surto de COVID-19, dizendo que isso provavelmente custou ao mundo dois meses para se preparar.

Geng disse que a autoridade dos EUA acusou a China de encobrir a doença, mas o mundo sabe melhor que a China divulgou informações de maneira aberta e transparente.

A China identificou o patógeno em um período recorde de tempo e compartilhou a sequência genética do vírus com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e outros países, incluindo os EUA. Há pouco tempo, a China sediou uma missão da OMS, incluindo especialistas dos EUA, por nove dias. visita, após o que elogiaram a transparência da China, disse ele.

“Aqui não comentamos se a resposta dos EUA é aberta e transparente, mas, obviamente, alguém nos EUA ainda dá ouvidos a avaliações internacionais da China”, disse Geng.

“Esse funcionário culpou a China por custar tempo extra para os EUA e a comunidade internacional em geral responderem. Bem, o mundo reconheceu a velocidade, a escala e a eficiência das assinaturas da China. São as medidas vigorosas da China e o enorme sacrifício do povo chinês que causou a propagação externa de COVID-19, adquirindo tempo valioso para o mundo responder “, afirmou.

Segundo a recente declaração da OMS, países como Cingapura e a ROK tomaram as medidas necessárias e controlaram a epidemia porque fizeram pleno uso desse precioso tempo que a China comprou para o mundo.

“Quanto aos EUA se valerem dessa janela para melhorar a preparação, não comentamos, mas acredito que o fato é testemunhado por todos na América e em todo o mundo”, disse Geng.

Diante da pandemia, o consenso norteador para todos os países é dar as mãos e superar as dificuldades. Apontar o dedo para os outros certamente não é construtivo, nem terá apoio, disse ele.

Bolsas reagem depois do colapso que derrubou os mercados mundiais

As principais bolsas europeias operam em alta ao redor de 4% nesta terça-feira (10), após um dia de perdas globais, em consequência da epidemia  de coronavírus na economia mundial e pelo tombo no preço do petróleo.

No início das operações,  o índice FTSE 100 de Londres, na Inglaterra, subia 4%. O DAX 30 de Frankfurt, na Alemanha, ganhava 3,50%. O CAC 40 de Paris, na França, apresentava alta de 4,22%. O Ibex 35, de Madrid, na Espanha, subia 3,34%.

O FTSE de Milão, na Itália, avançava 2,65%.

Às 8h03 (horário de Brasília), o índice FTSEEurofirst 300 subia 4,16%, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 ganhava 3,99%, mas estava longe de compensar a queda de 7% registrada na segunda-feira, que levou as bolsas europeias a recuarem para mínimas de oito meses.

Já os preços do petróleo eram negociados em alta perto de 10%, após tombo de quase 25% na véspera, depois de uma guerra de preços dos maiores produtores, Arábia Saudita e Rússia, que provocou a maior queda diária desde a Guerra do Golfo de 1991.

Por volta das 7h50, os contratos futuros do barril de Brent tinham alta de 9,72%, US$ 37,70 na venda, em Londres, enquanto o barril WTI, nos EUA, tinha alta de 10,47%, a US$ 34,39, segundo dados da Bloomberg.

Na Ásia, as bolsas fecharam em leve alta. A Bolsa de Tóquio encerrou a sessão de terça-feira com avanço de de 0,85%. O índice Nikkei ganhou 168,36 pontos, a 19.867,12 unidades. As bolsas de Hong Kong encerram em alta de 1,41%.

Na China, o índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 2,14%, enquanto o índice de Xangai teve alta de 1,82%.

A exceção é a Bolsa de Valores de Moscou, na Rússia, que caiu 14% na abertura do mercado. No começo da jornada, as maiores perdas estavam ligadas aos títulos das companhias de petróleo e gás russos.

Ações das petroleiras Rosneft e Lukoil perdiam 12,22% e 14 %, respectivamente, enquanto a companhia de gás Gazprom enfrentava queda de 12,8 % no mercado.

(Com informações do G1 e Xinhua)

Pré-selecionados do FIES

O resultado da seleção do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e do Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies) para o primeiro semestre de 2020 já está disponível. A lista de pré-selecionados da chamada única pode ser consultada no site do programa ou nas instituições de ensino participantes.
Na modalidade Fies, o estudante deve complementar a inscrição pelo site do programa no período de 27 de fevereiro a 2 de março. Já os pré-selecionados na modalidade P-Fies deverão comparecer à instituição de ensino para validação das informações de sua inscrição e contratação do financiamento.
Os estudantes não pré-selecionados na modalidade Fies foram automaticamente incluídos na lista de espera e devem acompanhar sua eventual pré-seleção entre 28 de fevereiro e 31 de março de 2019, na página do Fies. Na modalidade P-Fies não existe a etapa de lista de espera.
Neste semestre, o programa vai oferecer 70 mil vagas para financiamento estudantil em instituições privadas de ensino superior. Ele está dividido em duas modalidades: o Fies a juros zero para quem tem renda familiar de até três salários mínimos por pessoa e o P-Fies para aqueles com renda familiar per capita de até cinco salários mínimos, com juros que variam de acordo com o banco e a instituição de ensino. Essa última modalidade funciona com recursos dos fundos constitucionais e dos bancos privados participantes.

Programa do Imposto de Renda já disponível

Os contribuintes já podem baixar o programa do Imposto de Renda para Pessoa Física 2020 para realizar o preenchimento da declaração anual.
O envio das informações poderá ser feito a partir do dia 2 de março e termina no dia 30 de abril. Ao todo, cerca de 32 milhões de cidadãos devem fazer a declaração.
A principal novidade deste ano é a declaração pré-preenchida para os contribuintes que têm certificado digital. Ela será feita de forma automática pelo programa com base nos dados que a Receita tem sobre o contribuinte.
O contribuinte que atrasar a entrega do declaração terá de pagar multa de 1% sobre o imposto devido ao mês. O valor mínimo é de R$ 165,74 e o máximo é de 20% do imposto devido.

Novas regras para bolsas de pós-graduação

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) divulgou as novas regras para bolsas de pós-graduaçao.
O novo modelo leva em consideração fatores como o desempenho acadêmico e o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) do local onde o curso é oferecido.
Trata-se de um modelo inédito, pois é a primeira vez que a Capes estabelece regras unificadas para concessão de bolsas de pós-graduação.
O modelo será implementado de forma gradativa. As portarias de regulamentação foram publicadas na sexsta-feira (21) no Diário Oficial da União.
Os estudantes que já têm bolsas de estudo não serão atingidos.
As regras valem apenas para as vagas que não estiverem em uso. As bolsas cuja conclusão da pesquisa está prevista para este ano estarão sujeitas às novas regras.
Atualmente, as universidades e os programas de pós-graduação podem remanejar a quantidade de bolsas que têm à disposição. Se um bolsista conclui a pesquisa, o valor que ele recebia (bolsa) é repassado para um novo estudante do mesmo programa.
Agora, as bolsas serão redistribuídas e aquelas que forem desocupadas serão remanejadas entre as instituições e os programas de acordo com os novos critérios estabelecidos pela Capes. Não irão permanecer necessariamente no mesmo programa.
Novos critérios
A Capes separou os programas de pós-graduação em três classificações, chamadas de colégios: Ciências da Vida, Humanidades e Ciências Exatas, Tecnológicas e Multidisciplinar.
Para a distribuição, será considerada a nota obtida pelo curso em avaliações conduzidas pela Capes, de modo que, quanto mais elevada for a nota obtida pelo curso maior será o número de bolsas a que ele terá direito, valorizando o mérito acadêmico.
Será também considerado o número de estudantes concluintes ou titulados por curso, comparando o número médio de titulados, no período de 2015 a 2018, com a média de titulados do colégio ao qual pertence.
Outro critério a ser levado em consideração será o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM).
No cálculo para a concessão, cursos localizados em cidades com IDHM mais baixo, pontuarão mais do que cursos localizados em cidade com maiores IDHM, o que dará certa vantagem aos municípios com menor IDHM na distribuição das bolsas.
Limites e valores 
De acordo com portarias publicadas pela Capes, com esses critérios, cursos pior avaliados poderão perder até 10% das bolsas que possuem atualmente. Aqueles melhor avaliados poderão ter um incremento de até 30% no número atual de bolsas. Tratam-se dos cursos com notas 6 e 7 na avaliação da Capes, cuja nota máxima é 7.
As regras valem para os anos de 2020 e 2021 para os Programa de Demanda Social (DS), Programa de Excelência Acadêmica (PROEX), Programa de Suporte à Pós-Graduação de Instituições de Ensino Particulares (PROSUP) e Programa de Suporte à Pós-Graduação de Instituições Comunitárias de Ensino Superior (PROSUC).
Por meio deles, a Capes concede 81,4 mil bolsas a estudantes de 5,7 mil cursos de mestrado e doutorado, em todas as unidades da Federação. Atualmente, os bolsistas de mestrado recebem, por mês, R$ 1,5 mil e os de doutorado, R$ 2,2 mil.
(Com informações da EBC)