“A violência bolsonarista será motor para engajamento popular pacífico”, disse o coordenador da mobilização popular da campanha de Lula, João Paulo Rodrigues.
“Não vamos sair das ruas e deixá-las para o bolsonarismo”.
“Esses atos de violência devem ser motor da indignação e levar que as pessoas se posicionem, se manifestem, montem seus comitês e façam mais atividades”, disse Rodrigues em entrevista à coluna Painel, da Folha de S. Paulo.
“Nós não vamos nos intimidar. Ao contrário. Isso vai servir de combustível para a mobilização pacífica. Não vamos desviar o foco do nosso tema central, o da fome e da miséria”.


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