Felipe Uhr
Foi dele o voto de número 236 entre os 367 que proferiram um “sim” ao prosseguimento do processo de impeachment para o Senado Federal.
Durante quase um minuto em que falou antes de declarar o voto, Jair Bolsonaro foi o mais aplaudido e ovacionado por aqueles que acompanhavam a votação em frente aos telões do Parque Moinhos de Vento em Porto Alegre.
“Bolsomito!” gritavam uns.
“Esse é o cara!” exclamaram outros.
Quase nem dava para ouvir o que ele disse ao microfone: “perderam em 64, perderam agora em 2016” e nem sua “homenagem” ao coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, torturador da Ditadura Militar falecido no ano passado.
“Era o pavor de DIlma Rousseff”, destacou Bolsonaro em referência ao ex-militar e à presidente, que foi presa e torturada durante os anos de chumbo.
Jair Bolsonaro lembrou da família, criticou o comunismo e encerrou: “Por um Brasil acima de tudo e por Deus acima de todos, meu voto é sim” seguidos de aplausos.
Depois do seu voto, o Parcão, foi ao delírio

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