Categoria: Geral

  • Alimentos saudáveis no campo e na cidade em evento do IAB e UFRGS

    Alimentos Saudáveis no Campo e na Cidade: Porto Alegre em Foco
    A Roda de Diálogo “Alimentos Saudáveis no Campo e na Cidade – Porto Alegre em Foco”, marcada para 10 de maio às 19h30 no Solar do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), é o começo de uma discussão pública que cumina na III Conferência Internacional Agricultura e Alimentação em uma Sociedade Urbanizada, que será realizada em 2018 pela UFRGS.
    Após duas edições européias, este ano a AgUrb busca refletir em que medida a cidade de Porto Alegre tem se adequado às agendas internacionais sobre produção e consumo de alimentos, construindo um sistema de abastecimento alimentar resiliente, através de dinâmicas socialmente inclusivas e ecologicamente biodiversas.
    Na quarta-feira, o encontro será mediado pelo presidente do IAB – Rafael Passos, com a presença Rosane de Marco (Rede Agroecológica Metropolitana – RAMA), Leonardo Melgarejo (Coletivo Cidade que Queremos) e Gabriela Bratkowski (Centro Colaborador em Alimentação e Nutrição do Escolar -CECANE/UFRGS). Representando a Prefeitura, estava confirmada a participação de Kevin Krieger, então secretário de Governança, mas ele saiu do governo e ainda não se sabe quem o substituirá.
    Com entrada franca, a Roda de Diálogo faz parte do projeto “Quarta no IAB” e inaugura o “Ciclo Alimentos Saudáveis para o Campo e a Cidade”, um conjunto de ações mobilizadoras para a III Conferência Internacional Agricultura e Alimentação em uma Sociedade Urbanizada. O Solar do IAB fica na rua Gen. Canabarro, 363, Centro de Porto Alegre. Entrada franca.
    III Conferência Internacional Agricultura e Alimentação em uma Sociedade Urbanizada – AgUrb
    Após duas bem sucedidas edições européias, a III Conferência Internacional Agricultura e Alimentação em uma Sociedade Urbanizada – AgUrb, acontecerá no Brasil reunindo interessados em refletir sobre novas estratégias de produção, distribuição e consumo de alimentos para o século XXI.
    A AgUrb é direcionada para os diferentes atores envolvidos no campo agroalimentar, desde acadêmicos; gestores públicos; profissionais; movimentos sociais, federações e sindicatos; empresários e consumidores.
    Busca ser um espaço de encontro e diálogo em que atores heterogêneos e multidisciplinares possam refletir e construir uma agenda social, política e acadêmica internacional que considere os desafios colocados para o abastecimento alimentar de uma população crescentemente urbana, com recursos ambientais finitos
    Promovida e sediada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, acontecerá no 2º semestre de 2018.
    A organização conta com a orientação de um Comitê Científico formado por acadêmicos de renome como: Dr. Gianluca Brunori da Universidade de Pisa, Dr. Andries Visser da Universidade de Wageningen, Dr Ye Jingzhong da Universidade Agrícola da China, Dr. Renato Maluf da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Dr. Walter Belik da UNICAMP, entre outros.
    A articulação da Conferência conta ainda com uma ampla rede de organizações tais como a Embrapa, Clima Temperado, Associação Brasileira de Agroecologia – ABA, Rede Ecovida, Contag e Fetags, Fetrafi e Via Campesina, entre outros.
    Ao longo de 2017, serão realizadas uma série de atividades preparatórias descentralizadas, de tal sorte a criar uma mobilização local e nacional em torno da AgUrb.
    Interessados em receber atualizações sobre o processo organizativo da Conferência, atividades preparatórias, chamadas para artigos, abertura de inscrições, entre outras informações, podem se cadastrar para recebimento de nossa newsletter: http://eepurl.com/cIBIff
    As atividades preparatórias podem ser acompanhadas na Funpage: http://migre.me/wcnXx
    Site com informações das edições anteriores: www.agricultureinanurbanizingsociety.com

  • Petrobras põe ativos à venda e estimula demissões voluntárias

    A Petrobras está à venda. São pelo menos R$ 21 bilhões que a maior estatal brasileira quer arrecadar em vendendo ativos.
    Quem se interessar que apresente sua proposta: tem a BR Distribuidora com oito mil postos de combustíveris, a Transpetro com uma frota e 181 navios ( 55 próprios), 20 usinas térmicas, 16 refinarias (outras duas, Premium I e Premium II, que seriam construídas no Maranhão e no Ceará, não saíram do papel, nem vão sair).
    Sem falar nos mega projetos das refinarias da Rnest, em Pernambuco, e do Comperj, em São Gonçalo, no Estado do Rio, que tiveram suas capacidades de produção bastante reduzidas.
    A   Petrobras é dona ainda de três refinarias no exterior, mesmo tendo se livrado de Okinawa no Japão. Fábricas de etanol, rede de postos de serviços, usinas de biodiesel, projeto de energia eólica e por aí vai.
    A venda desses ativos não significa, necessariamente, a venda de 100% das ações, embora a empresa possa abrir mão do controle acionário.
    A Petrobras está precisando de dinheiro para continuar explorando a área do pré-sal, este sim um investimento de excelente resultado.  Por isso, está incluído na relação dos ativos oferecidos.
    No mês de janeiro deste ano foram 1,588 milhões de barris de óleo equivalente (BOE) isto é, 47% da produção brasileira.
    Fazem parte deste acervo oferecido ao mercado nacional e estrangeiro fábricas de fertilizantes (Fafens) em Sergipe e Bahia. A de Mato Grosso Do Sul recentemente obteve autorização do Tribunal de Contas da União (TCU) para retomar as obras contando com a participação de um consórcio chinês.
    Um dos motivos que pode tornar esses ativos mais atraentes é a redução do quadro de pessoal, evitando ou reduzindo passivos trabalhistas.
    Uma ação deste gênero já foi tomada com a realização dos Programas de Indenização de Demissão voluntária (PIDV).
    O primeiro começou em 2014, o segundo, este ano. Já deixaram a empresa mais de 16 mil empregados.
    Ainda tem muita gente que pode optar pelo PIDV, planejado para acabar em setembro deste ano. O número de empregados concursados é bem menor do que os terceirizados (99.423). Os concursados, únicos que podem aderir ao PIDV, somam 49.385.
    A maior indenização é de aproximadamente R$ 600 mil. Esse programa aceita somente empregados da holding. (G.P.)
     
     

  • Geração de energia eólica no Brasil cresce 55% em 2016

    A ABEEólica lançou hoje seu Boletim Anual de Geração Eólica 2016, publicação que reúne os principais dados da indústria eólia no Brasil e analisa o cenário de desenvolvimento desta fonte renovável de energia.
    No ano passado, foram adicionados à matriz elétrica brasileira mais 2 GW de energia eólica em 81 novos parques, fazendo com que o setor chegasse ao final de 2016 com 10,75 GW de capacidade instalada em 430 parques, representando 7% da matriz. Foram gerados mais de 30 mil postos de trabalho em 2016 e o investimento no período foi de US$ 5,4 bilhões. Também importante mencionar que, em 2016, a geração de energia eólica cresceu 55% em relação a 2015, de acordo com a CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica).
    Em 2016, a energia eólica gerou energia equivalente ao abastecimento mensal de uma média de 17,27 milhões de residências por mês,o equivalente a cerca de 52 milhões de habitantes, tendo registrado crescimento de 58% em relação ao ano anterior, quando a energia eólica abasteceu 33 milhões de pessoas.
    O ano de 2016 também foi de recordes para a eólica. Um exemplo: conforme dados do ONS (Operador Nacional do Sistema), no dia 5 de novembro de 2016, um sábado, 52% da energia do Nordeste veio das eólicas.
    Importante destacar ainda como foi o desempenho da energia eólica em relação aos demais países. De acordo com dados do GWEC (Global Wind Energy Council), o Brasil ultrapassou a Itália e ocupa agora a nona posição no Ranking Mundial de capacidade instalada de energia eólica. Já no ranking de nova capacidade instalada no ano, Brasil caiu uma posição e está em quinto lugar. O Relatório Anual do GWEC pode ser lido aqui: http://bit.ly/2p6A86l
    “Os números apresentados no Boletim refletem um setor vigoroso e com grande capacidade de captação de recursos e de investimentos. Em 2017, vamos instalar uma considerável nova capacidade e devemos terminar o ano com cerca de 13 GW. Será um bom resultado, mas sempre é bom lembrar que ele é consequência de leilões realizados em anos anteriores. Como sabemos, o cancelamento do Leilão de Reserva no final do ano foi uma notícia muito negativa para a indústria e tirou o setor de sua trajetória positiva: 2016 foi o primeiro ano, desde que as eólicas começaram a participar de leilões, em que não houve contratação de energia dessa fonte. Por isso, todos os nossos esforços neste momento estão num diálogo transparente e técnico com governo sobre a necessidade de novos leilões. A contratação de energia eólica em 2017 é indispensável para o futuro da fonte no Brasil”, analisa Elbia Gannoum, Presidente executiva da ABEEólica.
    Para ler o Boletim Anual de Geração 2016, acesse http://www.abeeolica.org.br/wp-content/uploads/2017/05/424_Boletim_Anual_de_Geracao_Eolica_2016_Alta.pdf

  • Deputado quer unir gaúchos e mineiros na luta pela Lei Kandir

    “Não é verdade que o Estado está endividado pela incompetência ou gastança”.
    A afirmação é do deputado Tarcísio Zimmermann (PT), ao falar no plenário da Assembleia Legislativa na tarde desta quinta-feira (4) sobre a importância do cumprimento da Lei Kandir, que manda indenizar os Estados pelas isenções de impostos nas exportações
    Zimmermann chegou a pedir que o secretário estadual da Fazenda, Giovani Feltes, deixe o cargo e reassuma seu mandato de deputado federal em Brasília, para liderar a luta pela recuperação dos recursos da Lei Kandir na Câmara Federal.
    “Não é conselho, mas um pedido: renuncie e assuma na Câmara Federal, mobilize o PMDB, a base de apoio, o PP, o PSDB”, disse Zimmermann, assegurando total apoio do PT, PSOL, PCdoB e até do PDT para assumir a liderança da luta pelo ressarcimento dessas perdas.
    Segundo ele, a cada ano, R$ 4 bilhões deixam de circular na economia gaúcha por causa da falta de um encontro de contas entre Estado e União.
    “Qual a dificuldade do governador Sartori em colocar esse assunto no centro da pauta?”, indagou da tribuna.
    O assunto estará em debate amanhã (5) no Teatro Dante Barone, com deputados de Minas Gerais, Estado que está conseguindo impor uma abordagem que abarca as dívidas dos estados, a Lei Kandir e o regime de recuperação fiscal.
    Com isso, Minas deixa de ser devedora para tornar-se credora da União.
    Os efeitos da Lei Kandir, na prática
    A Lei Kandir foi instituída em 1996 para dar competitividade às exportações. De 1995 a 1998, um real valia um dólar por determinação do governo Fernando Henrique. A inflação foi controlada, mas as exportações desabaram. “A inflação no período 95/98 foi de 37%, mas a dívida do Rio Grande do Sul cresceu 122%”, rememorou o parlamentar.
    A Lei Kandir proibiu o Estado de cobrar ICMS sobre exportações de matérias-primas e produtos semielaborados, com a promessa de reembolsar as perdas, o que não aconteceu. Portanto, atingiu em cheio estados exportadores.
    Zimmermann usa dados divulgados pelo governo Sartori para mostrar que a dívida do Estado foi de R$ 24 bilhões, ao final do governo Alceu Collares, para R$ 54 bilhões ao final do governo Antonio Britto.
    “E chegamos a este quadro, em que o Rio Grande do Sul tem dívida de R$ 58 bilhões e perdas com a Lei Kandir de R$ 43 bilhões”, afirmou.
    O fato novo, ressaltou está na decisão do Supremo Tribunal Federal, que em novembro de 2016 determinou que o Congresso Nacional, em 12 meses, regulamente o ressarcimento das perdas.
    Para ilustrar, relatou diálogo com o prefeito de Camaquã, Eloi Ferreira (PSDB), que aceitou o convite para participar amanhã dessa discussão na Assembleia. “Camaquã perde R$ 4,7 milhões anuais”, argumentou Zimmermann. “A pauta não é dos partidos, mas do povo gaúcho.”
    No Vale dos Sinos, Novo Hamburgo perde R$ 5 milhões por ano, e Campo Bom, a cidade natal do secretário Giovani Feltes, mais de R$ 5 milhões anuais.
    (Com informações da Agência AL)
     

  • Responsável pela articulação política, Kevin Krieger deixa o governo Marchezan

    A Prefeitura de Porto Alegre confirmou na tarde desta quinta-feira o desligamento do secretário de Relações Institucionais e Articulação Política, Kevin Krieger (PP). Krieger era homem forte do governo Marchezan, responsável pela articulação política. A nota enviada pela Prefeitura informa que a saída de Krieger seria por razões pessoais. Entretanto, o secretário já vinha demonstrando divergências com o prefeito.
    Kevin Krieger foi coordenador da campanha que levou Marchezan ao Paço Municipal e o responsável pela adesão do PP. O vice-prefeito, Gustavo Paim, também do Partido Progressista, deve assumir a articulação política do governo.
    A decisão de Krieger foi comunicada ao prefeito em reunião na manhã desta quinta-feira. Kevin Krieger é o primeiro nome a deixar o secretariado de Marchezan, que em quatro meses de governo ainda não ficou completo.
    Porém, não é o primeiro nomeado por Marchezan a deixar o cargo por “razões pessoais”. Em fevereiro, o presidente da Carris pediu para deixar o cargo. Luis Fernando Ferreira ficou apenas vinte dias na presidência da empresa. De perfil empreendedor e com experiência em gestão de empresas em crise, Ferreira havia assumido com a missão de reverter os maus resultados acumulados pela Carris nos últimos anos.

  • Maio tem peças e oficinas teatrais com Nora Prado e Gabriel Guimard

    Após 25 anos morando em São Paulo, a atriz Nora Prado está de volta a Porto Alegre, cidade onde nasceu. Chega para ficar, com o marido, mímico, palhaço e produtor Gabriel Guimard.
    Nora e Gabriel formam a companhia de teatro Megamimi e fazem uma curta temporada a partir de sábado (06).

    O casal Nora e Gabriel em Tem Gato na Tuba / Divulgação
    O casal Nora e Gabriel em Tem Gato na Tuba / Divulgação

    Serão dois espetáculos de repertório e duas oficinas. Na Sala de Música do Multipalco do Theatro São Pedro, as montagens são para toda família: o musical “Tem Gato na Tuba” e o espetáculo solo de mímica contemporânea “Clássicos da Mímica”.
    De 15 de maio a 3 de julho, acontecem as oficinas de improvisão para o monólogo, com Nora, e de mímica contemporânea, com Guimard (veja serviço abaixo).
    Atriz e professora
    Nora Prado é filha da artista múltipla Zoravia Bettiol, em plena atividade aos 80 anos de idade, e do escultor Vasco Prado, já falecido. Antes de sair de Porto Alegre, Nora desenvolveu um trabalho que marcou o cenário cultural porto-alegrense.
    Formada em Artes Cênicas pela UFRGS, ela participou do icônico Grupo Tear, dirigido por Maria Helena Lopes, que teve diversas montagens premiadas e repercussão no eixo Rio-São Paulo, o que na época equivalia a outro troféu.
    Depois integrou a Cia de Ópera Seca de Gerald Thomas nos espetáculos Império das Meias Verdades, Unglauber e D. Juan.
    Enquanto o casal dava início à Cia Megamini, fundada em 1995, ela foi aprofundar a sua experiência de atuação para TV e Cinema no Studio Fátima Toledo, onde se formou em 1997 e foi sua assistente. Hoje o Studio FT acumula mais de 200 prêmios nacionais e internacionais, incluindo quatro no festival de cinema de Cannes.
    Nora já fez muitas oficinas de improvisação para teatro. De 2005 a 2014 integrou o corpo docente do Globe-SP, Centro de Formação do Ator, escola do Diretor Ulisses Cruz. Em 2014 e 2016 foi orientadora de experimento na SP- Escola das Artes do Palco, onde deu aulas de interpretação para câmera para diversos atores de telenovelas.
    O palhaço e pesquisador
    Guimard no espetáculo solo Clássicos da Mímica / Divulgação
    Guimard no espetáculo solo Clássicos da Mímica / Foto Isabelle Neri/Divulgação

    Gabriel Guimard começou a carreira em São Paulo em 1984. Tem formação de mímico, palhaço, e é pesquisador das artes para infância. Estudou mímica com Denise Stoklos e o Theatre du Mouvement, palhaçaria com Philippe Gaulier, dança com Ivaldo Bertazzo e Klaus Vianna.
    Ministrou oficinas para os Doutores da Alegria, nas oficinas culturais do Estado de São Paulo, na Escola SP Teatro, no Espaço Cultural da Universidade Federal de Santa Maria, na Universidad Arcis de Santiago do Chile, na Escola de Arte Dramática – EAD, e agora em Porto Alegre.
    Durante cinco anos, viajou por mais de 40 países com a companhia francesa Philippe Genty, e a partir de 1995, com Nora na Cia. Megamini, criou os espetáculos Dia de Festa, Muito Romântico, Lixo é um Luxo, Tem Gato na Tuba, A Modelo, Clássicos da Mímica e Viva o Paiaço, entre outros.
    Em cartaz no São Pedro
    Em Tem Gato na Tuba, um cortejo carnavalesco abre o espetáculo em clima de festa, num ambiente antigo de carnaval dos anos 50/60, com certa ingenuidade no ar. A trupe resolve, então, contar as histórias que antigamente fizeram sucesso na colorida coleção Disquinho. Interpretam, cantam e narram três histórias muito divertidas: História da Baratinha, A Festa no Céu e Chapeuzinho Vermelho.
    Cada história acentua uma linguagem para ganhar vida no palco, passando por teatro de máscaras, mímica, teatro de animação e manipulação de objetos. Tudo entrecortado por marchinhas carnavalescas.
    Clássicos da Mímica, criado a partir da estrutura clássica dos espetáculos de cabaré, music-hall e circo, não tem uma história alinhavando o espetáculo, são esquetes conduzidos pelo personagem Extrabão, uma mistura de anti- herói e palhaço mímico.
    Serviço:
    Tem Gato na Tuba
    Com Nora Prado, Gabriel Guimard e Gabriel Maciel
    Direção de Hugo Possolo
    Censura Livre, 50 minutos
    Dias: 06, 07, 13 e 14 de maio de 2017, às 16h (sábados e domingos)
    Clássicos da Mímica
    Com Gabriel Guimard
    Direção de Gabriel Guimard
    Censura Livre, 50 minutos.
    Dias 20 e 21 de maio de 2017, às 16h – sábado e domingo
    Ambos os espetáculos serão na Sala da Música – Multipalco Theatro São Pedro, com ingressos a R$ 30, inteira, e R$ 15, meia (criança, idosos, estudantes e classe artística)
    Endereço: Praça Marechal Deodoro, s/no. – Porto Alegre
    Oficinas
    Mímica Contemporânea, com Gabriel Guimard
    A proposta é oferecer ferramentas para melhor conhecer o “corpo cênico” e gestualidade. A partir da observação e conscientização de suas potencialidades cênico-corporais, o ator tem a possibilidade de tornar-se um “ator criativo”, desenhando e descobrindo os caminhos para uma escritura corporal e gestual própria.
    De 15 de maio a 03 de julho, às segundas-feiras, das 14h às 17h
    Investimento: R$ 140 / mês. Inscrições antecipadas: R$ 120 / mês
    Improvisação para o Monólogo, com Nora Prado
    Destina-se a atores interessados no desenvolvimento de seu espetáculo solo, tanto para quem está em processo de pesquisa como quem simplesmente tem o projeto na cabeça. Utilizando as técnicas de improvisação, a oficina provoca e instrumentaliza cada ator na descoberta da linguagem mais adequada para o seu monólogo.Trata o ator como “autor” do solo, no sentido de comprometê-lo com o texto existente, mas também com o texto emergente, que poderá vir de outras fontes que não sejam só da dramaturgia oficial, podendo inclusive ser de sua própria autoria. Uma oportunidade ao solista de interferir na concepção de seu espetáculo de forma mais elaborada.
    De 17 de maio à 05 de julho, às quartas-feiras, das 14h às 17h
    Investimento: R$ 140 / mês. Inscrições antecipadas: R$ 120 / mês
    Ambas serão na Sala de Oficinas do Multipalco do Teatro São Pedro
    Fone para inscrições (51) 9.8022.7357
    email: megamini@greco.com.br

  • Campanha alia vacinação e medidas preventivas contra a Gripe A

    O Colégio Rosário retoma sua Campanha de Prevenção à Gripe A, promovida há nove anos.
    Nesta quarta-feira, 3 de maio, serão oferecidas doses tetravalentes da vacina contra a doença para estudantes e familiares.
    Em abril, a aplicação foi realizada entre os cerca de 380 educadores e seus dependentes.
    Além da vacinação, o Colégio dispõe permanentemente de recipientes com antisséptico instantâneo em diversos ambientes, para a higienização das mãos.
    Outras medidas adotadas são o compartilhamento de informações sobre transmissão, principais sintomas e medidas preventivas em cartazes, informativos impressos e site.
    Na Educação Infantil, por exemplo, os pequenos participam de atividades lúdicas que alertam sobre a importância de lavar as mãos para evitar a transmissão de vírus e germes.
    “Além de fazermos brincadeiras como mímicas para ensinar sobre a higienização, falamos sobre a importância da boa alimentação para se manter saudável”, explica Ana Cláudia Gonçalves, nutricionista da escola.

  • Movimento defende Carris pública e transparente

    A Companhia Carris Porto Alegrense, que já foi premiada como a melhor empresa de ônibus do Brasil, deve permanecer pública e voltar a ser a empresa de transporte referência de qualidade  em todo o país.
    Esta foi a síntese das intervenções dos participantes do colóquio “Qual a Carris que Queremos?”, realizado pela bancada do PT na Câmara Municipal de Porto Alegre na tarde desta quarta-feira (03/05).
    O debate foi proposto pela Comissão de Funcionários, diante das ameaças de venda da empresa por parte do prefeito Nelson Marchezan Junior.
    Os prejuízos são uma realidade dos últimos anos, quando começou o sucateamento da frota, desmotivação dos funcionários e do recente déficit da empresa.
    Entre os encaminhamentos do debate está a apresentação objetiva da real situação a todas as bancadas na Câmara e ao Executivo.
    A bancada petista integra as Frentes Parlamentares em Defesa da Carris e em Defesa do Serviço Público. O vereador Odacir Oliboni também protocolou Projeto de Lei condicionando a venda de empresas públicas a realização de plebiscito.

    Movimento vai mostrar ao Executivo e demais bancadas dados que confirmam a viabilidade da empresa / Foto Marta Resing
    Movimento vai mostrar ao Executivo e demais bancadas dados que confirmam a viabilidade da empresa / Foto Marta Resing

    “No Executivo fomos agentes públicos capazes de gerir com qualidade e boa gestão. Vamos apresentar as propostas de como fazer”, disse a líder da bancada, Sofia Cavedon, que conduziu o colóquio. Estiveram presentes também dos vereadores Adeli Sell e Marcelo Sgarbossa. Sofia anunciou que a bancada do PT vai solicitar nova auditoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE) com urgência na Carris.
    Sucateamento intencional
    “Os problemas são de gestão e nós não somos responsáveis pela situação” afirmou Cristiano Soares, que falou pela Comissão de Funcionários. Segundo ele, dos 358 veículos da empresa, cerca de 80 ônibus estão parados por falta de peças, sem estimativa para voltarem a circular. “Defendemos a Carris, forte, com papel estratégico para o desenvolvimento cidadão, inclusiva e que permaneça sob controle público”, registrou.
    A Comissão de Funcionários e o Sindicato dos Rodoviários apresentaram um diagnóstico e um conjunto de informações que retratam o descuido na gestão da Companhia. Eles identificam uma uma série de movimentos para inviabilizar a empresa dizendo que não é sustentável, para encaminhar a sua privatização.
    O vice-presidente do Sindicato dos Rodoviários, Sandro Abadi, disse que muitos ônibus em circulação estão com pneus carecas, utilizando peças recicladas de outros carros, usando água da torneira para o sistema de arrefecimento e óleo queimado para completar o reservatório de óleo de motor. “A Carris hoje tem a frota mais velha da capital”, lamentou.
    Funcionários inseguros
    “Como funcionários estamos sendo massacrados, ameaçados de demissão por qualquer motivo e em pânico com gestões temerárias. Nos sentimos reféns”, desabafou Najla da Veiga, relatando que os administradores anunciam que 40% do quadro deve ser demitido. “Somos uma empresa que preza o bom atendimento e nos mobilizamos por isso. Mas estamos sendo desrespeitados e penalizados”, acentuou, respaldada por vários funcionários presentes.
    O sucateamento da empresa, o encerramento da formação permanente, e o descalabro salarial entre os quadros de carreira e os Cargos em Comissão também foram relatados.
    O funcionário da Carris e representante da CUT no Comtu, Alceu Webber, reforçou a estratégia do Executivo de sucatear e fragilizar a empresa para repassá-la à iniciativa privada. Listou linhas rentáveis já repassadas para operadores privadas e linhas deficitárias assumidas pela companhia pública. “Estão retirando receita e precarizando. Com esta fórmula não tem como não ter déficit”, ironizou, defendendo regulação  para evitar evasão de receitas e apontando superfaturamento em contratos com prestadores de serviço. Ele ressaltou ainda que quando a Carris foi premiada como a melhor do país, “tínhamos em curso o Programa Qualidade Carris, responsabilizando tanto operadores quanto manutenção, e havia quadros de transparência dos dados de cada período: absenteísmo, acidentes, etc, e treinamento sistemático e permanente de todos os funcionários”.
    Desvios e irregularidades
    “É um festival de irregularidades, com roubos e dezenas de apontamentos pelo Tribunal de Contas do Estado”, registrou o economista Paulo Müzzel, funcionário público aposentado e presidente da empresa em 1989/90. Com dados da própria Prefeitura, mostrou que as últimas gestões foram irresponsáveis, levando a empresa a um quadro de prejuízos estimados em R$ 140 milhões nos últimos três anos. Destacou ainda o crescimento do quadro de funcionários, que em 2000 era de 1.377, atualmente é de 2.337.
    Para Luiz Carlos Bertotto, especializado em empresas públicas, e gestor da Carris em 1993/94, é um absurdo pensar em privatizar. “É preciso modernizar e mantê-la pública. Bem gerida, pode-se fazer coisas de ponta e muito bem feitas. Já foi a melhor empresa de transporte do Brasil e dava lucro”, afirmou o ex-secretário municipal de Transportes, ex-presidente da EPTC, Detran e da EGR.
    “É preciso controle na gestão da empresa, na gestão pública da receita do transporte como prevê a Lei de Mobilidade. A Carris é uma empresa viável”, garantiu. “Já mostrou isso e tem vocação para atender a cidade. Só não vê quem pensa a cidade como negócio e não como espaço de cidadania”, completou Mauri Cruz.
     
    (Com informações do gabinete de Sofia Cavedon)
     

  • Marchezan envia reforma administrativa à Câmara nesta quinta

    O projeto de reforma administrativa do Município, que prevê alterações na composição e funções das secretarias, foi apresentado nesta quarta-feira, 3, pelo prefeito Nelson Marchezan Júnior a vereadores da base e do bloco independente. O conjunto de propostas será protocolado na Câmara nesta quinta-feira.
    O organograma prevê redução de 37 para 15 secretarias na administração direta, além de nove estruturas da administração indireta (Previmpa, Procempa, Fasc, Demhab, Imesf, Dmae, EPTC, DMLU e Carris).
    Uma das principais alterações é relativa ao licenciamento de empreendimentos, que será unificado e ficará sob a coordenação da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico. A central contará com servidores de outras áreas, como meio ambiente. A mudança provocou reação de ambientalistas.
    Uma ação civil pública foi movida para tentar garantir que o licenciamento ambiental fiquei a cargo da SMAM. A Secretaria do Meio Ambiente deve dar lugar à de Meio Ambiente e Sustentabilidade, respondendo pelo plano diretor. Outra novidade é a criação da secretaria da Transparência e Controladoria Geral, responsável por ações de controle e auditoria.
    Outra mudança apresentada no projeto é a que transforma os atuais Centros Administrativos Regionais (CARs) em Centros de Relações Institucionais Participativas (Crip). A ideia é garantir às estruturas, responsáveis pelo Orçamento Participativo (OP), um conceito de administração regional, ou subprefeitura, englobando todas as funções do Executivo em diferentes regiões da cidade.
    “Queremos dar mais força para ponta, para que quem trabalha com a vida real possa ter mais poder de resolutividade. O responsável pelo Centro agirá de forma transversal com todas as secretarias e terá o poder de solucionar as questões pendentes. Na estrutura antiga, eles apenas podiam repassar os problemas ao secretários”, explicou Marchezan.
    Vice-líder do governo admite dificuldade para aprovação
    O vereador Moisés Barboza (PSDB), vice-líder do governo, participou da reunião. Ele reconhece que o governo terá dificuldade em aprovar alguns pontos da reforma, principalmente: alterações no licenciamento ambiental e extinção da Secretário Municipal dos Esportes, Recreação e Lazer. Moisés afirmou que este pontos devem gerar debates por parte dos vereadores independentes e até mesmo alguns nomes da base.
    Entretanto, o vereador acredita que a maior parte do projeto seja aprovado pelos vereadores. “Muita coisa passa porque há um entendimento majoritário geral de que a máquina pública é muito pesada. Teremos até votos da oposição em alguns pontos”, afirmou.
    Últimos nomes do secretariado só saem após aprovação
    Entrando no quinto mês de governo, a gestão Marchezan ainda não tem seu secretariado completo. As pastas de Meio Ambiente e de Transparência ainda não têm nomes confirmados.
    Em relação ao Meio Ambiente, o vereador afirmou que o governo já tem quatro ou cinco nomes sondados. O que emperra a nomeação é a indefinição sobre o licenciamento ambiental. Marchezan deve esperar a definição da reforma para bater o martelo. “O prefeito não tem como definir um nome sem antes aprovar as novas funções”, afirmou.

  • Edição especial sobre as fundações públicas em processo de extinção

    A publicação do Jornal JÁ ESPECIAL está á venda nas principais bancas de Porto Alegre a apenas dois reais.
    É uma edição especial com 12 páginas sobre as fundações públicas do Estado que o governo quer extinguir. Duas já foram extintas (Fepps e Fepagro). Outras, não.
    Onde adquirir um exemplar:

    • Pelo telefone (51) 3330-7272
    • Rua Sete de Setembro, esquina com Caldas Júnior (Banrisul)
    • Rua Andrade Neves, esquina com av. Borges de Medeiros
    • Praça da Alfândega (Revistaria)
    • Av Borges de Medeiros,  esquina com rua Fernando Machado
    • Rua Jacinto Gomes, esquina com Venâncio Aires (Folhetim)
    • Rua Venâncio Aires, em frente ao HPS (Tabacaria Braz)
    • Rua Henrique Dias, esquina com rua Fernandes Vieira (Zaffari)
    • Rua Felipe Camarão, 742 (Tabacaria Bom Fim)
    • Rua da República, quase esquina av João Pessoa