A Prefeitura não contratará os concursados para a Guarda Municipal em 2017. A confirmação foi durante reunião na Câmara Municipal entre governo, vereadores e comissão representante dos 290 aprovados no concurso realizado no ano passado.
“Não há hoje, nem no Plano Plurianual, nem na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) e nem na LOA (Lei Orçamentária Anual ) do Município, recursos que contemplem a ampliação do efetivo”, justificou o secretário da Segurança Pública, Kleber Senisse.
Segundo Senisse, está em curso uma reformulação na atuação da Guarda Municipal. “Guardas tem que atuar como guardas e não fazendo serviços de portaria ou vigilância de prédios”, alegou.
Nei Coronel, um dos líderes da comissão dos concursados, argumentou: “Faltam guardas na frente das escolas, o povo quer segurança e nós queremos não só reverter esse quadro, também queremos trabalhar”, exclamou.
Entre outros pontos, a comissão alega que a Prefeitura tem atualmente oito contratos de segurança terceirizada, totalizando gastos de R$ 15 milhões no período de um ano. Apenas um deles, com a Seltec Vigilância, através da Secretaria da Saúde, absorve mais de R$ 7 milhões por um ano – o suficiente para contratar 333 guardas.
O contrato com a Seltec contempla vigilância armada em frente às Unidades Básicas de Saúde. Foi iniciado em 2013 e vem sendo prolongada a cada ano. O aditamento de contrato atual expira no próximo dia 18 de junho.
O secretário reconheceu que desconhece esses dados. “O que estamos fazendo agora é saber o quanto se gasta com vigilância e segurança privada e portaria e qual o resultado prático desse serviço, para depois ver como podemos colocar isso no patamar de segurança pública.”
Kleber Senisse defende que a Segurança Pública deve ser centralizada: “Temos que centralizar todas as atividades que tem a ver com Segurança nesta pasta”. Segundo Senisse, a Secretaria trabalha para incluir no Plano Plurianual (PPA) a contratação de guardas municipais: “Temos um programa chamado Integração que terá uma ação prevendo a complementação do efetivo da guarda”.
A empresa apresentou uma proposta que prevê a revogação, por 90 dias, da medida que suspendeu as férias dos empregados. Com isso, os trabalhadores que irão gozar as férias em maio, junho e julho terão o pagamento dos valores até o teto de R$ 3,5 mil por empregado. O restante será parcelado em cinco vezes.
Os Correios haviam suspendido as férias dos empregados a partir deste mês, alegando não ter recursos para o pagamento dos benefícios.
Outro ponto em negociação é o percentual pago pela empresa no plano de saúde dos empregados. Os Correios afirmam que os sindicatos poderão apresentar uma proposta e, caso haja acordo, o pedido de mediação junto ao Tribunal Superior do Trabalho (STS) sobre a questão será retirado.
O secretário-geral da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect), José Rivaldo da Silva, que participou da reunião com a direção dos Correios, não considerou as propostas satisfatórias.
“Vamos encaminhar para as assembleias, mas não achamos a proposta boa.” Segundo ele, a intenção dos empregados era acabar com o bloqueio das férias e retirar a negociação sobre o plano de saúde do TST, de modo que a questão fosse debatida diretamente entre os trabalhadores e a empresa.
A empresa também se dispôs a suspender a implantação de novas medidas operacionais, como a distribuição alternada e a entrega matutina , que serão negociadas em uma comissão.
Com relação aos dias parados, a empresa informou que descontará a falta na sexta-feira (28), dia da greve geral. Os demais dois dias serão compensados pelos trabalhadores.
(Com informações da Agência Brasil)



Francisco de Paula Coimbra de Almeida Brennand (acima, fotografado por Orlando Azavedo), ceramista, escultor, desenhista, pintor, tapeceiro e ilustrador, nasceu em 11 de junho de 1927, na cidade do Recife, capital de Pernambuco. Em novembro de 1971, o artista começou a reconstruir a velha Cerâmica São João da Várzea, fundada pelo seu pai em 1917. Esse conjunto, encontrado em ruínas, deu início a um colossal projeto instalado num terreno de 14 mil metros quadrados, que hoje abriga mais de duas mil obras espalhadas por jardins, pátios e lagos.