O Ministério Público abriu um Inquérito Civil para investigar o aumento das passagens de ônibus em Porto Alegre.
O Ministério Público atendeu a solicitação feita pelos vereadores Pedro Ruas e Fernanda Melchionna, ambos do PSOL, e instaurou na Promotoria de Justiça Especializada de Defesa do Consumidor, o Inquérito Civil nº 155/2011 para apurar a legalidade do reajuste do transporte público coletivo de Porto Alegre. A tarifa dos ônibus na capital passou de R$ 2,45 para R$ 2,70, em março, aumento superior a 10%, quase o dobro da inflação registrada no período.
O pedido de ação civil pública foi entregue, no dia 20 de abril, ao Procurador-Geral da Justiça do Ministério Público, Eduardo Veiga. Tendo como fundamento jurídico a descoberta feita pelo próprio Ministério Público e Ministério Público de Contas de que não existe licitação há mais de 20 anos para o transporte coletivo em Porto Alegre. O que, para os vereadores do PSOL, significa que todas as empresas de ônibus da capital estão operando de forma ilegal e não tinham legitimidade para pleitear e conseguir o aumento tarifário.
Através da Ação Civil, Pedro Ruas e Fernanda pretendem que o valor da tarifa de ônibus volte para R$2,45 e das lotações para R$3,65, praticados até fevereiro de 2011, e que não seja concedido qualquer reajuste tarifário até que seja concluído um processo licitatório. (com a Assessoria)
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Aumento do ônibus será investigado pelo Ministério Público
Vôo da TAP para Lisboa já tem 20 mil reservas
Cerca de 20 mil passageiros já fizeram reserva para viajar pela nova rota da TAP Portugal, com vôo direto de Porto Alegre a Lisboa. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (04/05) pelo presidente do Conselho de Administração da TAP, Fernando Pinto, durante o Tá na Mesa da Federasul. Segundo ele, “a grande maioria das reservas foram feitas por gaúchos, mas a expectativa da empresa é ampliar este mercado, investindo em publicidade na Argentina, Uruguai e no estado de Santa Catarina”, afirma.
A rota, que será oferecida quatro vezes por semana a partir do dia 12 de junho, representa o décimo destino da empresa aérea no Brasil e atenderá aproximadamente 2.300 passageiros semanalmente. “Tenho certeza que esta nova rota representa um grande avanço para o Rio Grande do Sul a nível de turismo e de novos investimentos”, enfatizou o presidente.
Embora o translado esteja de acordo com os limites de capacidade do Aeroporto Salgado Filho, Fernando Pinto alerta que é necessário investir na ampliação da pista do Aeroporto para que a capital gaúcha possa receber vôos mais distantes. Além do transporte de passageiros, a nova rota oferecerá vôos de carga, o que contribui com o setor de importações e exportações entre o Rio Grande do Sul e a Europa.
Fernando Pinto relembrou que a TAP começou a operar no Brasil nos anos 60, mas foi nos últimos dez anos que teve o maior crescimento aumentando seu faturamento de 1 bilhão de euros para € 2,5 bilhões. “Crescemos muito e não tivemos grandes abalos com a crise na Europa pois 70% das nossas vendas são feitas por outros países, principalmente pelo Brasil e por países do continente Africano, nossas principais áreas de atuação, além da Europa”, concluiu.(Com assessoria)Setor calçadista perdeu 40 mil empregos
Depois de perder 40 mil empregos nos últimos cinco anos, o setor calçadista do Rio Grande do Sul foi ultrapassado pelo Ceará na exportação de sapatos.
Fruto da guerra fiscal que provocou a migração de fábricas do Sul para o Nordeste, a nova geografia da indústria do calçado brasileiro não impediu a queda nas exportações nem o aumento das importações, principalmente da China.
Em 2010, o Brasil exportou US$ 1,5 bilhões em calçados.
Desde 1990 esse número não baixava de R$ 2 bilhões por ano. Em 1996, o Rio Grande do Sul representava 88% das vendas brasileiras de sapatos.
Em 2010, esse percentual caiu para 47%. Os EUA, que representavam 73% das exportações brasileiras, caíram para 23%.
É uma reviravolta numa história iniciada no final dos anos 1970, durante o milagre econômico, quando os calçados brasileiros, junto com os têxteis, formaram a linha de frente da arrancada dos manufaturados verde-amarelos no mercado internacionalPesquisa do Clínicas repercute nos EUA
O dia 4 de maio de 2011 vai entrar para a história da medicina no Rio Grande do Sul: pela primeira vez uma equipe de pesquisadores do Estado consegue publicar um trabalho científico no Journal of the American Medical Association, a mais importante publicação médica dos Estados Unidos.
A pesquisa dos gaúchos, sobre a eficácia dos exercícios físicos no tratamento da diabetes 2, mereceu ainda um editorial da mesma revista, dizendo que seus resultados podem influenciar até na política de saúde pública americana.
Segundo o editorial, os resultados do trabalho são tão significativos, que o governo americano deveria custear os gastos com a atividade física controlada, como parte do tratamento da doença.
Seis pesquisadores participaram do trabalho, que analisou mais de 4 mil estudos sobre os efeitos da atividade física regular no tratamento do portadores da chamada “diabates da maturidade”: Beatriz Schaan, Jorge Luiz Gross, Mirela Azevedo, Caroline Kramer, Daniel Umpierre e Jorge Pinto Ribeiro.
A principal constatação é de que a atividade física controlada e acompanhada de uma dieta pode dar os mesmos efeitos do remédio no controle da diabetes, sem os riscos dos efeitos colaterais associados aos medicamentos, como obesidade e hipoglicemia.Troca de acusações na CPI do ProJovem
A CPI do ProJovem, em andamento na Câmara de Porto Alegre, ouviu Rafael Fleck, ex-coordenador do programa na gestão do vereador Mauro Zacher (PDT), entre 2005 e 2007, e hoje chefe de gabinete do vereador. Ele disse o que se esperava: que o foco do inquérito está equivocado.
Para Fleck, o alvo da investigação não deve ser a gestão de Zacher, indiciado pela Polícia Federal, mas as gestões de Juliana Brizola, de três meses, e do seu marido, Alexandre Rambo, de dois anos e oito meses.
Juliana Brizola (PDT) possivelmente dará um novo depoimento, devido às suas contradições. Já Rambo não atendeu aos chamados da CPI.
– O Alexandre Rambo já foi chamado, agora se ele não se apresentar vamos pedir o apoio da Brigada, alerta o vereador Mauro Pinheiro (PT).
O braço direito de Zacher relatou que a Secretaria Municipal da Juventude (SMJ) fez algumas contratações de pessoal sem qualificação, mas que eram cabos eleitorais de Juliana. E que a deputada contratou a Fundação Ulbra (que recebeu 40% do pagamento antes de começar as aulas, embora o contrato previsse 20%) para executar o programa, em substituição à Fundação Educacional e Cultural para o Desenvolvimento e o Aperfeiçoamento da Educação e da Cultura (Fundae), sem licitação.
E confirmou a denúncia feita por Adriane Rodrigues, de que servidores foram coagidos a devolver parte do salário, para manejo da campanha de Juliana Brizola.
Rafael Fleck foi à comissão com habeas corpus preventivo, segundo ele, para evitar um processo criminal, já que tem conhecimento de informações sigilosas.
Ele também se defendeu da acusação feita pelo empresário Douglas Bouckardt, que prestou serviços de sonorização para Secretaria e disse que foi ameaçado de morte por Fleck.
Um dado importante revelado pelo chefe de gabinete de Zacher é que Jonatas Ouriques, assessor jurídico da Secretaria da Juventude nas gestões de Juliana Brizola e de Alexandre Rambo, comprou uma casa no valor de 500 mil reais com dinheiro de desvios. A CPI pediu quebra do sigilo bancário.
SECRETÁRIO DA JUVENTUDE É CRITICADO
Fleck criticou o atual secretário da Juventude, Luizinho Martins (PDT), que depôs antes dele, por não ter divulgado auditoria que mostra adiantamentos para prestadores de serviço na SMJ.
Segundo o vereador Pinheiro, foram comprovados 40 pagamentos para a DAM Vídeo, oriundos da SMJ e da própria Prefeitura Municipal de Porto Alegre.
O secretário da Juventude evitou entrar no foco das investigações, disse que não tem muitos detalhes sobre as ações anteriores e que pode responder apenas pelo tempo que ocupa o cargo.
No momento, quem executa as ações do ProJovem em Porto Alegre é a Fundação de Apoio à Educação, Pesquisa e Extensão da Unisul (Faepesul), ligada à Universidade do Sul de Santa Catarina, que venceu a concorrência pública.Fibria põe à venda projeto florestal no RS
A Fibria, empresa formada com a fusão da Votorantim Celulose e Papel e a Aracruz, está pondo à venda dois ativos considerados não-estratégicos, para reduzir ainda mais seu endividamento.
Além da unidade de Piracicaba (SP), a companhia estuda a venda dos ativos florestais do Projeto Losango, no Rio Grande do Sul.
O projeto Losango previa a construção de uma unidade de 1,5 milhão de toneladas de celulose no Estado, mas ficou sem rumo depois da crise internacional de 2008.
A informação foi dada pelo diretor de Operações Florestais, Suprimentos, Papel e Estratégia da Fibria, Marcelo Castelli.
O executivo substituirá, a partir de 1º de julho, Carlos Aguiar na presidência da companhia.
“Estamos sondando o mercado para verificar a valorização dos mesmos”, disse Castelli a jornalistas nesta segunda-feira, em teleconferência sobre os resultados do primeiro trimestre.
“Estamos tentando verificar se (o projeto) Losango tem atratividade para outros usos, como energia e cavaco para exportação”, completou.
Castelli não respondeu se produtores de celulose também estariam interessados no ativo.
O Projeto Losango pertencia anteriormente à VCP, que adquiriu a Aracruz em 2009, criando a Fibria. Com a alta dívida da nova companhia por conta das perdas com derivativos da Aracruz, em 2008, o projeto foi deixado de lado e o foco de expansão passou a ser a fábrica de celulose de Três Lagoas (MS).
Já a unidade de Piracicaba produz 160 mil toneladas anuais de papéis térmicos, autocopiativos e couché. “A Fibria tem foco em celulose de mercado, então (a empresa) já vem desinvestindo progressivamente no negócio de papel sem, no entanto, queimar o valor… Temos demonstrado que, ao vendê-lo, não estamos depreciando o patrimônio”, disse o futuro presidente.
No fim de 2010, a Fibria vendeu sua fatia no Conpacel (Consórcio Paulista de Papel e Celulose) por R$ 1,45 bilhão, além da distribuidora de papéis KSR, por R$ 50 milhões, para a Suzano, que já detinha a outra metade da Conpacel.
Com a venda desses ativos, a Fibria reduziu sua relação entre dívida líquida e Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de 5,6 vezes no final do primeiro trimestre do ano passado para 2,9 vezes.
A dívida bruta foi reduzida em 24%, chegando a R$ 10,2 bilhões ao final de março deste ano. Já a dívida líquida caiu 27%, para R$ 7,96 bilhões.
“Hoje temos a perspectiva de que o uso dos recursos de algum desinvestimento prioritariamente vai ser alocado para redução do nosso endividamento”, afirmou o diretor financeiro da Fibria, João Elek.
Segundo ele, a companhia possui “muita disciplina” para voltar a atingir o patamar de Grau de Investimento, por meio de melhores eficiência operacional e perfil de endividamento.
Aracruz e VCP perderam seus respectivos graus de investimento durante a crise financeira mundial e com a divulgação das perdas da Aracruz com derivativos.
Entre janeiro e março, a Fibria obteve lucro líquido de R$ 389 milhões, ante R$ 9 milhões do mesmo período de 2010.
O lucro ficou acima do previsto pelo mercado: de acordo com a média de três estimativas obtidas pela Reuters, a previsão era de lucro de R$ 155 milhões.
No primeiro trimestre, a Fibria registrou Ebitda pro-forma (excluindo Conpacel e KSR) de R$ 607 milhões, alta de 2% sobre o mesmo período do ano passado pelo maior preço médio líquido de celulose em reais. A receita líquida também cresceu 2% na comparação anual, para R$ 1,548 bilhão.
O menor volume de vendas para a América do Norte reduziu em 2% o volume de celulose vendida no primeiro trimestre, para 1,259 milhão de toneladas. A redução, entretanto, foi parcialmente compensada pela maior demanda na Europa.
A produção de celulose cresceu 4% na comparação anual, para 1,319 milhão de toneladas, aumento que “reflete a maior eficiência operacional”.
(com informações da Reuters)Neugebauer pode ir para Goiás
Embora tenha ganho terreno em Guaíba e incentivos fiscais do Estado para implantar uma nova fábrica de chocolate no valor de R$ 168,5 milhões, a Vonpar Alimentos, dona da marca Neugebauer, está sendo assediada e pode optar por investir em Goiás, impelida por vantagens “bastante competitivas” oferecidas pelo governo goiano, em mais um capítulo da guerra fiscal entre os estados brasileiros.
Oficialmente, a Vonpar mantém o projeto de iniciar em junho as obras em Guaíba, mas na prática persistem antigas pendências ambientais na área terraplanada em 1998/99 para a indústria de carros da Ford, afinal não concretizada.
Em Goiás, além de benesses fiscais e facilidades ambientais, a Vonpar desfrutaria de vantagens logísticas para disputar o mercado do Centro-Oeste e do Nordeste, dominadopela Nestlé-Garoto.
Falta avaliar o quanto pesaria para a imagem da Neugebauer o fechamento da fábrica de Porto Alegre, inaugurada há 110 anos.Seis novos casos de dengue são identificados em Porto Alegre
Foram identificados mais seis casos de dengue em Porto Alegre, nessa sexta-feira, aumntando para 33 as ocorrências neste ano. Vinte e dois casos são importados e onze foram contraídos dentro da cidade, mais precisamente no bairro Azenha.
As novas ocorrências foram descobertas nos bairros nos bairros Santo Antônio e Farroupilha.
A população deve ficar atenta para quadros de febre com dores de cabeça, nas articulações, abatimento ou erupção cutânea.A Revolução Eólica (35) – SUBESTAÇÃO E LINHA DE TRANSMISSÃO DA UECC QUASE PRONTAS

Eng Sato Yoshiki | Foto Cleber Dioni Tentardini
A energia captada pelos aerogeradores será enviada em 34,5 Kv ( ou 34,5 mil volts) através de uma rede subterrânea para a subestação coletora onde transformadores elevam a tensão para 230 Kv (ou 230 mil volts).
A energia vai abastecer a Subestação Livramento 2, da Companhia Estadual de Energia Elétrica, distante 25 quilômetros, para em seguida entrar no sistema elétrico brasileiro.Código Florestal: cientistas pedem prazo
O projeto do novo Código Florestal, de autoria do deputado Aldo Rebelo, que está para ser votado na Câmara Federal, foi questionado pelas principais instituições científicas do pais.
A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência e a Academia Brasileira de Ciência querem que a votação seja adiada por dois anos para que a questão possa ser devidamente analisada e debatida.
“Se for votado agora, ele não será bom para o Brasil e os cientistas não estão calados”, disse a presidente da SBPC, Helena Nader, com base num estudo feito por 12 especialistas e divulgado na última segunda-feira, 25.
Os cientistas afirmam que a redução da mata ciliar (à beira dos rios) dos atuais 30 metros a partir da margem p ara 15 metros nos casos de rios com menos de 5 metros de largura, trará “enormes prejuízos ambientais ao país”
Entre os representantes do agronegócio, que patrocinam o projeto de Rebelo, a proposta de adiamento causa repulsa, segundo o jorna l “O Globo”.
-Não temo s condições de adiar mais esta votação . O atual código é uma espada na cabeça do produtor”, disse a senadora Katia Abreu, presidente da Confederação Nacional da Agricultura.
Depois que o governo anunciou, há duas semanas, uma proposta que altera pontos importantes do projeto de Rebelo a discussão esquentou e tornou incerto o resultado da votação na Câmara, já marcado para 3 e 4 de junho.
Esta semana a Rede Globo entrou no assunto com uma série de reportagens no Jornal Nacional, visivelmente favoráveis ao projeto de Rebelo.
Como a votação do Projeto de Lei nº 1876/99 divide ambientalistas e ruralistas, as duas entidades científicas se oferecem para mediar o “diálogo”, termo escolhido no lugar de “debate”.
“A ciência brasileira não pode ficar fora do diálogo sobre o novo Código Florestal”, afirmou a presidenta da SBPC, Helena Nader.
Segundo ela, nenhum cientista ou pesquisador foi consultado para “aquela
proposta” do deputado Aldo Rebelo (PCdo B-SP). Rebelo é o autor do relatório
aprovado em julho do ano passado em comissão especial na Câmara dos Deputados.
Integrantes do grupo de trabalho da ABC e da SBPC explicam que o prazo de dois
anos é necessário para que se avaliem os possíveis efeitos que as mudanças na
legislação terão no meio ambiente.
Para o grupo, é preciso prazo também para o
desenvolvimento de tecnologia que permita analisar, por exemplo, por meio de
maquetes digitais (com topografia feita com base em imagens de satélite), as
condições do solo e medir o tamanho das áreas que devem permanecer protegidas.
“O que está sendo proposto [no relatório de Aldo Rebelo] não tem embasamento
científico”, diz o engenheiro Antônio Donato Nobre, do Instituto Nacional de
Pesquisas Espaciais (Inpe). Nobre não criticou diretamente os ruralistas e
disse à Agência Brasil que “tem fundamento” a reclamação dos produtores rurais
em relação às exigências do atual Código Florestal, que é de 1965. “Existe uma
série de tópicos que carecem de melhor definição”, diz o cientista,
ressaltando, porém, não acreditar que as exigências do atual código
inviabilizem a atividade rural.
Para o advogado do Instituto Socioambiental (ISA), Raul Telles do Valle, o
Congresso Nacional deveria acatar o pedido da SBPC e da ABC. “Não é razoável
fazer uma votação e jogar isso aí [o estudo] no lixo. A ciência é parte”,
reconheceu.
Os cientistas programaram entregar o estudo ao presidente da Câmara
dos Deputados e ao próprio deputado Aldo Rebelo. Além desses, irão receber o
texto, ao longo da semana, os ministros do Meio Ambiente, Izabella Teixeira; da
Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, da Educação, Fernando Haddad; e da
Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho.
O documento será levado nesta quarta quarta-feira (27) à Casa Civil da Presidência da
República.
O texto está disponível no site da SBPC (www.sbpcnet.br) e da ABC
(Com Agência Brasil

