Os bancários paralisaram as atividades no Itaú da Rua Comendador Manoel Pereira nº 90, esquina Coronel Vicente, na manhã desta quinta-feira, dia 18, para cobrar medidas que solucionem a insalubridade e falta de condições de trabalho a que estavam submetidos funcionários, clientes e usuários da agência. Resultado: foi descoberto um rato morto dentro no jardim do banco. O mau cheiro entrava pela tubulação, causando um desconforto geral nas dependências do banco.
Não é a primeira vez que acontece um episódio como esse. Já houve fatos semelhantes em outras ocasiões. Os bancários levaram a situação à Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (STRE) para pedir providências. Os dirigentes sindicais estiveram no local na quarta-feira, dia 17, e constataram a precariedade da situação.
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Cheiro ruim paralisa trabalhos em banco da capital
Destaque na fabricação de celulose
A Aracruz recebeu o prêmio Destaques do Setor, promovido pela Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP), na categoria “Fabricante de Celulose de Mercado”. A escolha dos destaques ocorreu em duas etapas: a primeira, aberta para a opinião pública, e a segunda, disputada pelas três empresas mais votadas em cada categoria. Os vencedores foram eleitos pela Comissão Especial de Julgamento, integrada por representantes da diretoria da ABTCP, especialistas em diversas áreas da cadeia de produção, gestores de RH e empreendedores florestais. A entrega da premiação será dia no dia 15 de outubro, em São Paulo.
Movimento contra "Portal do Estaleiro" vai manter vigília na Câmara
Vestidos de preto e calados, os representantes das entidades ligadas ao protesto “Não ao Pontal do Estaleiro” ocuparam durante toda a tarde o Plenário Otávio Rocha, na Câmara Municipal de Vereadores, nesta quarta-feira, 17/09. A indignação dos manifestantes vem crescendo à medida que a votação para a alterar a lei e autorizar a construção de seis prédios na orla do Guaíba vai sendo adiada. A votação esteve marcada para o dia 10 de setembro, mas foi transferida para depois das eleições.
“Os vereadores que concorrem à reeleição não querem se queimar, por isso adiaram a decisão, mas nós temos uma lista dos 17 que querem aprovar a construção desta barreira na orla, e estão com medo de perder votos”, disse o representante da Associação dos Moradores do Bairro Chácara das Pedras (Amachap), professor Filipe de Oliveira. Segundo Oliveira há incoerência na intenção dos parlamentares que querem aprovar o projeto, “pois pouco tempo atrás, a Vila Cai Cai foi retirada do local devido a veemente proibição de morar lá, por diversos motivos, que estão sendo ignorados agora, para aceitar o projeto dos ricos”.
A causa do manifesto se fundamenta em diversas problemas que o empreendimento implica, incluindo os problemas ambientais, urbanísticos, éticos e legais. A bióloga Gabriela Cattani, defendeu a causa, afirmando que “a orla do Guaíba é uma área de preservação permanente e, segundo as Leis Federais que defendem estes perímetros, nada pode ser contruído nestes locais”.
O advogado Christiano Ribeiro, representante do Conselho Municipal do Meio Ambiente (Comam) afirmou que o protesto desta quarta-feira será silencioso, entretanto, as entidades aguardam a possibilidade de poder ter a palavra no plenário e manifestarem sua opinião. “É muito difícil, mas seria de uma importância muito grande para a nossa causa” definiu Ribeiro. Disse ainda que o empreendedor adquiriu o terreno em um leilão, quando não era permitida a construção de prédios residenciais, consequentemente, por um valor mais baixo, e hoje, pretende burlar a lei já existente e lucrar com estes prédios.
Integram a campanha “Não ao projeto Pontal do Estaleiro” as seguintes entidades: Agapan, Amigos da Rua Gonçalo de Carvalho, Associação dos Moradores e Amigos do Bairro Independência (Amabi), Movimento Viva Gasômetro, Associação Moinhos Vive, Associação dos Moradores do Bairro Ipanema (Ambi), Associação dos Moradores da Auxiliadora (Ama), Centro Comunitário de Desenvolvimento da Tristeza, Vila Assunção, Vila Conceião e Pedra Redonda (CCD), Defesa Civil do Patrimônio Histórico (Defender), Associação dos Moradores da Cidade Baixa, Associação Comunitária Jardim Isabel Ipanema (Ascomjip), Conselho Estadual da Umbanda e dos Cultos Afro-Brasileiros do RS (Ceucab/RS), Associação dos Moradores do Sétimo Céu (AMSC), Movimento Petrópolis Vive, União pela Vida (UPV), ONG Solidariedade, Movimento Higienópolis Vive, Associação dos Moradores do Bairro Chácara das Pedras (Amachap), Instituto Biofilia, Associação dos Moradores da Bela Vista (AMOBELA), Instituto Gaúcho de Estudos Ambientais (INGÁ) e o Conselho Gestor dos Moradores da Vila Assunção (CVMA).
As entidades estão se organizando para criar um calendário de vigília na Câmara Municipal, para toda quarta-feira, estarem presentes manifestando o repúdio a aprovação da alteração desta lei.Assembléia aprova Simples Gaúcho
O projeto do Executivo que institui o Simples Gaúcho foi aprovado por unanimidade na Assembléia Legislativa. Com 46 votos, a proposta encaminhada pelo governo ao parlamento no dia 8 concede isenção de ICMS a cerca de 220 mil pequenas e microempresas gaúchas.
Requerimento apresentado pela base aliada durante a sessão plenária prejudicou duas emendas do deputado Ronaldo Zülke (PT) à proposta. Elas restabeleciam o Simples integral e permitiam a renegociação das dívidas de pequenas e microempresas junto ao tesouro do Estado. ‘As áreas sociais e os pequenos e microestabelecimentos estão sendo chamados a pagar o ajuste que o governo pretende promover’, disse o deputado Ivar Pavan (PT).
Apesar de as sugestões de Zülke não terem sido acatadas, a bancada do PT decidiu votar favoravelmente. ‘O projeto foi feito em conjunto. Houve a participação de todos’, rebateu o líder do governo na Assembléia, Pedro Westphalen (PP). O secretário da Fazenda, Aod Cunha, disse que, quando a redução for implementada na totalidade, o Rio Grande do Sul será o Estado com a menor carga tributária para pequenas e microempresas.
Simples Gaúcho
A proposta do Executivo prevê isenção de ICMS para pequenas e microempresas do Rio Grande do Sul:
Isentos a partir de 1º de outubro deste ano
Empresas estabelecidas no Estado, enquadradas no Simples Nacional, que apresentaram como receita bruta acumulada (faturamento anual) nos últimos 12 meses valor igual ou inferior a R$ 240 mil.
Isentos de 1º de abril de 2009 até 31 de março de 2010 e após 1º de abril de 2010
Empresas que têm receita bruta acumulada nos últimos doze meses superior a R$ 240 mil, em duas etapas, com benefício de 50% em cada uma das fases. Em abril de 2009, será concedida uma redução da tributação por faixa de faturamento, que se completará em abril de 2010, de forma que a carga tributária das empresas fique igual ao que era antes de julho de 2007, quando entrou em vigor o Simples Nacional.Protesto contra "Pontal do Estaleiro" mobiliza mais de 20 entidades
Vinte e duas associações comunitárias e ongs promovem nesta quarta-feira, 17/09 um protesto silencioso na Camara Municipal de Porto Alegre, como parte da campanha “Não ao projeto Pontal do Estaleiro”. A manifestação é para pressionar os vereadores que pretendem alterar a lei, para possibilitar a construção de 6 prédios de 13 andares, onde ficava o antigo Estaleiro Só.

Serão distribuídas no proteso, fitas e lenços, e todos estarão de preto, representando o luto da manifestação. As entidades argumentam que a contrução dos “espigões” trará diversos problemas – ambientais, urbaísticos, éticos e legais – como o engarrafamento na avenida Padre Cacique, o bloqueio artificial criado pela barreira dos prédios, impedindo que o sol e o vento cheguem até a vizinhança, e o aumento da produção cloacal.
Integram a campanha “Não ao projeto Pontal do Estaleiro” as seguintes entidades: Agapan, Amigos da Rua Gonçalo de Carvalho, Associação dos Moradores e Amigos do Bairro Independência (Amabi), Movimento Viva Gasômetro, Associação Moinhos Vive, Associação dos Moradores do Bairro Ipanema (Ambi), Associação dos Moradores da Auxiliadora (Ama), Centro Comunitário de Desenvolvimento da Tristeza, Vila Assunção, Vila Conceião e Pedra Redonda (CCD), Defesa Civil do Patrimônio Histórico (Defender), Associação dos Moradores da Cidade Baixa, Associação Comunitária Jardim Isabel Ipanema (Ascomjip), Conselho Estadual da Umbanda e dos Cultos Afro-Brasileiros do RS (Ceucab/RS), Associação dos Moradores do Sétimo Céu (AMSC), Movimento Petrópolis Vive, União pela Vida (UPV), ONG Solidariedade, Movimento Higienópolis Vive, Associação dos Moradores do Bairro Chácara das Pedras (Amachap) e Instituto Biofilia.Primeiros comerciantes acertam locações do Camelódromo
Os primeiros 15 ambulantes, de um total de 60 camelôs deficientes visuais, assinaram hoje, 16, os contratos de locação dos boxes do Camelódromo, no térreo do Centro Popular de Compras (CPC) da Praça Rui Barbosa.
O ato foi acompanhado pelo secretário municipal da Produção, Indústria e Comércio, Léo Antônio Bulling, representantes da Construtora da obra, da assessoria jurídica da Smic e dos comerciantes populares.”Agora, estamos encaminhando os contratos, logo estaremos com nossos alvarás na mão e prontos para trabalhar no Camelódromo”, disse o presidente da Associação dos Cegos do Rio Grande do Sul, Alcides Padilha.
Após a assinatura do contrato e a entrega da documentação à Secretaria Municipal de Produção, Indústria e Comércio (Smic), os ambulantes poderão tomar posse dos seus respectivos boxes e receberão o alvará de funcionamento e licenciamento da atividade comercial no CPC. O aluguel do metro quadrado no Camelódromo custará R$ 24,85 semanais. “Hoje priorizamos os portadores de deficiência visual”, declarou o secretário da Smic, Léo Antônio Bulling. Amanhã, 17, serão 150 camelôs da Praça XV que estararão assinandos os contratos.
Do site da SmicPorto Alegre desenha "pior dos mundos" para o PT
Elmar Bones
Com sua candidata em queda nas pesquisas, militância retraída e caciques fazendo corpo mole. o Partido dos Trabalhadores corre o risco de ficar fora do segundo turno, pela primeira vez em 20 anos e, pior do que isso, pode ficar sem escolha, tendo que votar nos seus adversários históricos.
É claro que embora estejamos a menos de 20 dias do primeiro turno da eleição, o quadro eleitoral não está fixado e pode mudar radicalmente. Como diz a própria candidata, Maria do Rosário, “o PT é bom de chegada”.
O alto índice, acima dos 30%, dos que na pesquisa espontânea declaram não saber em quem votar, é um indicativo de que o quadro é volátil. Mas a tendência não se altera.
Na última pesquisa, divulgada nesta segunda-feira pelo Correio do Povo, por exemplo: os indecisos chegam a 31,6% na espontânea. Na estimulada, os que não sabem em quem votar caem para 11,2%.
Ou seja, mais de 20% dos consultados apontam um candidato, quando os nomes são apresentados. E aí, é natural, a maioria (6,7%) aponta Fogaça, que está na prefeitura há quatro anos e é com certeza o nome mais conhecido de todos.
Em segundo lugar, é lembrada a candidata Manuela D´Avila, do PCdoB/PPS, cara nova de ascensão fulminante, que faz uma campanha de grande visibilidade. Para ela, vão 6,1% dos votos dos indecisos quando os nomes são apontados.
Maria do Rosário, a candidata petista, na estimulada ganha apenas 3,8% em relação à indicação espontânea. E na comparação entre uma modalidade ou outra (estimulada e espontânea), aumenta a distância entre ela e Manuela, o que também é natural, uma vez que a tendência dos indecisos é sempre ir para a novidade ou para “o nome da hora”.
“Essas pesquisas nunca nos ajudam, mas a verdade é que essa guria está na nossa frente e a situação é muito difícil”. O comentário da vereadora Margarete Moraes, em campanha pela reeleição, domingo no Brique da Redenção, é um indicador.
O certo é que para reverter o quadro, Rosário terá que tirar votos de Fogaça, que se mantém estável na liderança ou de Manuela, que já teve 6 pontos abaixo da candidata petista e hoje, em ascensão, leva mais de 5 pontos de vantagem.
Fogaça parece mais vulnerável e aí entra a esperança petista de um “efeito Rigotto”. De qualquer forma o horizonte não é tranquilo numa capital que se tornou quase marca registrada da “administração popular”.
Para complicar tudo, as denúncias de um ex-assessor, jogando farinha grossa no ventilador petista. O caso tem todas as características de uma armação, mas no clima em que se vive terá suas consequências na campanha.
Se ficar fora do segundo turno, o PT ficará na contingência de apoiar seus adversários históricos do PPS, que estão na coligação com Manuela, candidata do PCdoB, aliado não menos histórico dos petistas.
Aliás, o PPS dividido entre Fogaça e Manuela é o único dos partidos concorrentes que já está garantido no segundo turno.
Candid. Espont. Estim. Dif.
Fogaça 22,5 29,2 6,7
Manoela 15,4 21,5 6,1
Maria 12,2 16,o 3,8
Luciana 3,8 4,8 1,o
Onyx 3,6 6,4 2,8
Outros – – –
Não sabem 31,6 11,2 20,4
Fonte: Correio do Povo, 15.09POA em Cena: Um Inquisitor pra lá de chato
Adriana Lampert
Considerado um dos maiores encenadores do século 20, assinando montagens revolucionárias entre as décadas de 60 e 80, Peter Brook, aos 83 anos, investe cada vez mais fundo no teatro minimalista – a mesma vertente por onde Antunes Filho vem trabalhando no Brasil há alguns anos. Esse é um teatro muito difícil de acertar, pois exige gestos mínimos dos atores (que ocorrem somente quando indispensáveis), e trabalha com pouco cenário (no máximo uma cadeira e outro elemento), e mínimos efeitos de luz e som.
Difícil mesmo. Tanto é, que apesar do brilhantismo do diretor (Peter Brook), do talento do ator (Bruce Myers) e da excelência do texto de Fiodor Dostoievski, o espetáculo O Grande Inquisitor (com apresentações dias 14, 15 e 16 de setembro, no Teatro do CIEE) deixa muito a desejar para aqueles que esperam do teatro mais do que uma “conversa” com o espectador.
Impossível não ter vontade de cochilar, durante os 55 minutos em que Bruce Myers despeja o texto (praticamente na íntegra), retirado do romance Os Irmãos Karamazov, da obra de Dostoievski. Em cena, ofuscado por Myers, um ator (Lucas Fontoura, que substituiu Ismael Caneppele na noite de domingo, 14) faz nada mais, nada menos que o papel de Jesus Cristo, curvado em um banquinho, sem a menor presença cênica. Enquanto Fontoura espera o momento de se retirar, para a cena final do espetáculo, Myers caminha pelo cenário aproximando-se e afastando-se, ora do público, ora do ator-figurante, falando sem parar, em um tom de voz praticamente linear. No domingo, a platéia ainda aplaudiu em pé. (!)Fundação Gaia promove o último módulo do curso "Educação Ambiental
Fundação Gaia – Legado Lutzenberger, promove nos dias 20 e 21 de setembro, o terceiro e último módulo do curso de “Educação Ambiental: Construindo a Cultura da Paz”. Neste encontro, que acontecerá em Pantano Grande, no Rincão Gaia, paraíso ecológico idealizado por José Lutzenberger, as educadoras e ecólogas Maria de Fátima Maciel dos Santos e Kátia Zanini apresentarão conceitos e valores sobre meio ambiente, ecologia cultural e biodiversidade. Neste módulo “Aprendendo com a Natureza” serão realizadas atividades teórico/práticas ao ar livre que possam ser replicadas em contextos diferenciados, apurando nosso saber ambiental e desmistificando a linguagem científica.
Haverá um maior contato com o meio ambiente durante trilhas interpretativas em diferentes realidades ambientais e os alunos aprenderão sobre as práticas de sustentabilidade de grupos de agricultores em áreas rurais e florestais no RS.Banco é condenado a indenizar cliente que teve conta invadida por "Hackers"
O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul condenou o Banco Itaú a indenizar a administradora de empresas A. M. A. S. no valor de R$ 12.450,00 por danos morais e ainda a restituir os R$ 3.000,00 que foram sacados de sua conta bancária por ação de “hackers”. As informações são do advogado Artur Garrastazu que defendeu a correntista no caso.
Segundo o Desembargador Relator José Francisco Pellegrini, “cumpre à instituição financeira demonstrar a regularidade dos saques de valores da conta-corrente dos clientes realizados pela internet”. A decisão do Tribunal de Justiça ainda salientou que a falta de segurança na guarda dos
valores de propriedade da correntista gerou abalo psicológico suficiente para a caracterização do dano moral.
O advogado Artur Garrastazu entende que o valor da indenização arbitrada pelo tribunal foi adequada, reparando de forma justa o trauma sofrido pela autora, ao receber do banco a negativa de restituir-lhe os valores retirados indevidamente de sua conta pela internet.

