ELMAR BONES/ A China e o Coronavirus

Se estão certas as informações de que a pandemia está sob controle e em declínio na China, o mundo vai ter que copiar o que os chineses fizeram para combater o corona.

Erros clamorosos à parte, como o hotel com pessoas em quarentena que desabou, a estratégia deles funcionou.

Priorizaram o isolamento, a contenção e o atendimento às pessoas, mesmo à custa de enormes gastos e perdas econômicas, proibindo circulação de cargas, funcionamento de fábricas, usinas, siderurgias,  centros comerciais e tudo mais.

Se o virus está realmente sob controle e em declínio, foram menos de tres meses, de dezembro de 2019 a este início de março de 2020. No ocidente estima-se em quatro meses o seu ciclo.

Nos próximos quatro meses, enquanto o Covid 19 se espalhar pelo resto do mundo, até esgotar seu ciclo, a China será uma referência para o combate ao virus, se ela realmente vencer a guerra.

Depois, quando a pandemia passar, o mundo terá que olhar para a China para ver o que eles fizeram (ou deixaram de fazer) para se recuperar dos impactos econômicos do coronavirus.

A economia chinesa, se estão certos os prognósticos oficiais, terá de dois a quatro meses de vantagem para se recuperar do impacto da pandemia. Pode ser um diferencial na guerra comercial que vai se acirrar.

Isso em tese, porque esse virus é um desafio inédito para a economia globalizada, de consequências ainda imprevisíveis.

 

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