Exposição apresenta esculturas têxteis para proteger os corpos contemporâneos

 Mostra “Arquiteturas Corporais”, da artista visual Susane Kochhann, será aberta no sábado (10), às 11h, no Museu de Arte do Paço

A artista visual Susane Kochhann apresenta no Museu de Arte do Paço a exposição “Arquiteturas Corporais”, resultado de sua mais recente pesquisa no campo do têxtil. Ela exibe, em uma instalação, 13 esculturas têxteis – também chamadas de armaduras. A curadoria da mostra é de Fábio André Rheinheimer.

Cada escultura têxtil ou armadura mede em média 2,10 x 1,50m e é confeccionada em algodão cru e retalhos de tecidos sintéticos reaproveitados, alinhando-se aos princípios da economia circular. “As armaduras em forma de esculturas têxteis impõem-se no espaço como uma presença ao mesmo tempo monumental e sensível”, avalia Susane, profissional com carreira afirmada em Santa Maria e em ascensão no estado – ela formou-se em Artes Visuais pela UFSM em 2016.

Artista visual Susane Susane Kochhann/ Divulgação

Sua atual coleção teve início com uma pesquisa imagética baseada no Construtivismo Russo, movimento artístico que sempre a inspirou por explorar formas geométricas, cores vibrantes e a integração entre arte, design e vida cotidiana. A partir desse legado, construiu cada traje – outra denominação dada às peças – por meio da justaposição de recortes geométricos coloridos que, ao se encontrarem, estabelecem tensões, equilíbrios e ritmos visuais. Assim, opina a artista, as armaduras deixam de ser meros objetos de proteção e tornam-se arquiteturas corporais que evocam energia, movimento e transformação.

A.artista Susane Kochhann veste uma das armaduras FOTO Júlia Gomes/ Divulgação

Ela lembra que o uso de armaduras acompanha a humanidade desde a Antiguidade. “O imaginário comum associa o termo ao metal, mas armaduras são, em essência, qualquer vestimenta concebida para oferecer proteção ampliada ao corpo, uma segunda pele capaz de resguardar, amortecer impactos e simbolizar força”, explica Susane. “Nas artes visuais, essas estruturas protetivas aparecem como signos de poder, autoridade e resistência”, observa.

De acordo com  a artista, os trajes que apresenta expandem essa compreensão. “Concebi as peças como armaduras de proteção para o corpo contemporâneo: o corpo que enfrenta pressões materiais e biológicas, o corpo que persiste, que resiste, que se afirma. São esculturas têxteis que operam simultaneamente como vestimentas e escudos”, detalha.

Artista Susane Kochhann veste uma de suas esculturas têxteis FOTO Júlia Gomes/ Divulgação

“Entre tradição e reinvenção, proponho uma reflexão sobre aquilo que nos protege — física, simbólica e emocionalmente — e sobre como o corpo, em sua vulnerabilidade e potência, continua sendo, para mim, o primeiro e o último território de resistência”, conclui Susane.

Associação entre arte e moda

Em seu texto curatorial, Fábio Rheinheimer reforça que a artista evoca a tradição ancestral de abrigo e proteção, diante dos desafios iminentes e perigos externos aos quais o corpo é submetido desde os primórdios.

Na atualidade, ressalta o curador, as armaduras poéticas oportunizam pontual reflexão sobre a ressignificação do fazer artístico a partir da associação entre arte e moda, sob livre orientação de elementos de composição iconográficos do Construtivismo Russo, no caso. “Portanto, segundo a transversalidade do conhecimento aplicado na produção artística”, sublinha Rheinheimer.

Artista Susane Kochhann veste de suas trajes/ Divulgação

SERVIÇO
Exposição: “Arquiteturas Corporais

Artistavisual: Susane Kochhann

Curador: Fábio André Rheinheimer

Abertura: 10/01 (sábado), às 11h

Visitação: de 12/01 a 6/3, de segunda a sexta, das 9h às 17h

Museu de Arte do Paço, Praça Montevidéu, 10, Centro Histórico de Porto Alegre

Entrada gratuita

A parábola diabólica de Valter Sobreiro Junior

GERALDO HASSE
O romance “O Demônio a Ser Pago no Estúdio dos Fundos”, de Valter Sobreiro Junior, pode e deve ser lido como uma parábola sobre o poder do Dinheiro em seu massacre habitual dos trabalhadores, especialmente os praticantes das Artes.
É narrado na primeira pessoa por um ex-programador musical da Rádio Cultura, marca emblemática da era radiofônica no Brasil.
Internado como insano num hospital, o protagonista central conta ao médico sobre sua admiração por uma cantora de voz angelical, Leia Singer, cujo nome é formado pelas dez letras do nome de Elis Regina,
A partir da primeira página do livro, se desenrola uma narrativa dramática que logo se revelará propícia a ser encenada em teatro, território privilegiado do autor, que começa se referindo a uma gravação de Aquarela do Brasil, o samba-exaltação de Ari Barroso, interpretado por Leia Singer de uma forma irresistivelmente subversiva.
“Repare como a voz meneia suave e logo reage áspera, nesse afiar bruto de punhais, rasgando de alto a baixo a cortina do passado”, diz ao médico o sujeito hospitalizado. “Perceba a ironia das fontes murmurantes, da água oleosa de dejetos e doenças que só não mata é a sede”.
A cada verso cantado, revela-se um sentido oculto. “Surdos e tamborins, repiques e pandeiros espocam flashes de documentos falsos autenticados em cartórios, flagrantes de servidores rapinando verbas públicas no fim de semana”.
Só Leia Singer, “a mais certeira das balas perdidas”, poderia interpretar “o verdadeiro sentido do poema inzoneiro, encharcado de suor e sangue, cachaça e banhos de ervas”. Em seguida, a cantora terá sua brilhante carreira descrita numa sucessão de 58 capítulos curtos, preenchidos por dezenas de personagens cujos nomes têm também dez letras, uma engenhosa forma de lembrar a artista sacrificada no altar da MPB.
Leia Singer é inspirada em Elis, mas pode ser Dalva, Angela, Carmen Miranda ou qualquer estrela musical do período de meio século, a partir de 1922, em que a música popular brasileira fluiu pelas ondas do rádio e os sulcos dos discos, ambos crescentemente influenciados pelo showbiz norte-americano.
Um livro que oferece uma visão instigante da cultura brasileira.
“O Demônio…” é a sexta obra literária de Sobreiro, que acaba de completar 84 anos.  Começou em 1987 com “Em Nome de Francisco” (Tchê); em 1990 lançou “Petrona Carrasco”, romance premiado pelo IEL e publicado pela IGEL; em 1994 publicou “A Sombra que Avança até Valério e Outras Sombras” (Tchê/IGEL); em 1995 lançou Maragato (Editora UFPEL), peça que fez duas temporadas no  Rio; em 1997, saiu “Don Leandro ou Os Sendeiros do Sangue”. (EDUCAT/UCPel). É de sua autoria, ainda, a peça “Pai de Deus”, um “pas-de-deux” metafórico sobre a relação entre dois homens, um torturador e sua vítima. Peça de fundo político encenada há três anos no Rio de Janeiro.
Advogado trabalhista, Sobreiro dedicou toda sua vida adulta ao teatro em Pelotas, onde foi professor (de teatro), cenógrafo e diretor. Foi um dos fundadores da Sociedade de Teatro de Pelotas e do Teatro dos Gatos Pelados, que agitaram a cidade gaúcha a partir dos anos 1960. Montou e dirigiu mais de 60 espetáculos teatrais encenados em várias cidades do Brasil e também no Uruguai.
“O Demônio” foi editado pelo autor, que pode ser contatado no Facebook e no Instagram.

A arte da Galeria Bublitz chega ao litoral, a partir do dia 3 de janeiro

Lançamento de livro sobre tapetes orientais, Semana de Arte e leilão estão entre as atrações que iniciam no dia 3 de janeiro, em Atlântida.

Cultura e arte no início e no fim da temporada. A Galeria Bublitz preparou diversas ações para o veraneio 2026 no litoral gaúcho. A tradicional Semana de Arte na Sociedade dos Amigos do Balneário Atlântida (SABA) inicia no sábado, 3 de janeiro, com o lançamento do livro “Tapetes Orientais no Brasil – história e curiosidades”, escrito pelo marchand Nicholas Bublitz. A programação segue até o dia 11 de janeiro com exposição de diversos artistas gaúchos e nacionais, tapetes orientais e objetos de decoração. A mostra terá ainda a participação de Marcelo Hübner, fazendo pinturas ao vivo, retratando cenas do litoral. A entrada é franca.

“A Galeria Bublitz tem sede em Porto Alegre, mas faz do Rio Grande do Sul sua casa. Ao longo do ano, levamos exposições e leilões para o interior, para a Serra, para o centro do Estado, para a fronteira. E no verão estamos onde os gaúchos e muitos turistas de outros Estados e até do exterior estão. O litoral vai além da praia, também é lugar para apreciar a arte e estamos felizes por promover essa nova temporada”, detalha o marchand Nicholas Bublitz.

Nicholas Bublitz – lança livro sobre tapetes. Foto: Maurício Lima/ Divulgação

A abertura da programação é marcada pelo lançamento do livro “Tapetes Orientais no Brasil – história e curiosidades”, um guia completo sobre o tema que aborda, em detalhes, as diferentes origens das peças e as variações e os modelos apresentados em cada país, como Irã ou Pérsia, Turquia ou Anatólia, Cáucaso, Índia, China e Ásia Central. Também cita quais são os tapetes orientais mais caros do mundo e explica as diferenças e os simbolismos dos desenhos representados em cada tapete. Por exemplo, a árvore é considerada o centro ao redor do qual tudo tem valor e vive, o bode representa força e o pavão simboliza a prosperidade.

85835 BACKTHIAR 2,77 X 1,75 4,85/ Divulgação

O artista Marcelo Hübner também participa da Semana de Arte transformando a SABA em seu atelier, onde fará pinturas ao vivo com a temática do litoral. As cores e os traços característicos de Hübner poderão ser conferidos também nas obras expostas de diversas séries que compõem sua trajetória, como “Banhistas”, “Floristas”, “Urbanos”, “Jornais Florais” e as “Paisagens Gaúchas”; “Jardins Tropicais” e a série “Vívidas”, com figuras femininas, de teor intenso e ardente, que trazem um raio vívido de esperança para as telas.

o artista visual Marcelo Hübner – Acervo Pessoal/ Divulgação

Além das obras de Marcelo Hübner, a Semana de Arte da Galeria Bublitz traz mais de 400 itens, com destaque para as criações de Erico Santos, Antonio Soriano, Paulo Amaral, Paulo d’Avila, Marcelo Zeni, Mirian Garcia, Vitório Gheno, Kenji Fukuda, Fernando Ikoma, Flávio Scholles, Ênio Lippmann, Ana Caroline Becker, Sergio Lopes e João Carlos Bento.

Os tapetes orientais, que são outra marca registrada da Bublitz, também estarão no espaço. Exclusivos e importados da Índia e do Irã trazem a tradição dos modelos Kashan, Tabriz, Hamadan, Shiraz, Ziegler, Nain, Mood, Kazak e Beluche. A exposição também destaca objetos de decoração, como porcelana europeia, itens em cristal checo e polonês e faianças vindas de Toscana, na Itália.

A Semana de Arte funcionará como um outlet, com todos os itens à venda com descontos de 25% a 50%. São 300 tapetes orientais feitos à mão, cristais, porcelandas, prataria e outros objetos de arte.

Depois disso, no dia 21 de fevereiro, às 19 horas, a arte volta ao litoral com um leilão especial com mais de 200 lotes entre tapetes, cerâmicas e obras de diversos artistas no Ventura Club, localizado na Av. Paraguassú, 352, no Centro de Xangri-Lá (RS).

Programação:

Semana de Arte no Litoral com Bublitz Galeria de Arte
Local: 
SABA – Av. Central, 5 – Atlântida
Período: 
3 a 11 de janeiro
Horário: das 10h30 às 19h30

Lançamento do livro “Tapetes Orientais no Brasil – história e curiosidades”
Autor: Nicholas Bublitz
Local: SABA
Data: 
3 de janeiro
Horário: 20h
Leilão de Arte da Galeria Bublitz
Local: 
Ventura Club
Endereço:
Data: 
21 de fevereiro
Horário: 19h

Documentário resgata Darcy Fagundes, pioneiro do tradicionalismo

Será nesta terça, 16/12, a pré-estreia do longa-metragem Darcy Fagundes – Meu Famoso Pai Desconhecido, na Cinemateca Capitólio, em Porto Alegre, a partir das 18h (o filme começa às 19h). Depois será exibido em festivais de cinema do país e só deve chegar ao circuito comercial em setembro de 2026.

“Darcy foi o primeiro artista multimídia do Rio Grande do Sul – poeta, declamador, músico, ator de cinema e radialista”, diz o jornalista Antonio Czamanski, responsável pela produção do filme, dirigido pela também jornalista Luciane Fagundes, filha do artista.

O mais marcante na trajetória de Darcy Fagundes foi o programa Grande Rodeio Coringa, que apresentou durante 15 anos, nas décadas de 1950/60, na Rádio Farroupilha.

Era o programa regionalista de maior audiência no país e revelou talentos que viriam a ser grandes nomes da música. O folclorista, compositor e cantor Paixão Côrtes dizia que Darcy “reformulou toda a história da fonografia” no Rio Grande do Sul.

A diretora Luciane Fagundes era uma menina na época, não compreendia a dimensão das atividades do pai. Começou selecionando fotografias dele, no que contou com apoio do fotógrafo Ivo Czamanski, que sugeriu que fizesse o filme. “Uma pessoa com a experiência dele em fotografia e cinema merece crédito e, então, me decidi por esse trabalho, até porque buscava recuperar ou encontrar um elo perdido na ligação entre meu pai e eu”.

Com o falecimento de Ivo, em agosto de 2023, a tarefa de levar adiante o trabalho coube ao seu filho, Antonio Czamanski. Em três anos de trabalho, gravaram 21 entrevistas com familiares, artistas e pesquisadores, e descobriram registros inéditos do programa. Fizeram tudo sem recursos de fora. “O que vamos levar é o nosso trabalho. Temos noção de que fizemos um bom filme, um bom produto. Mas vamos depender da aceitação do público”, diz o cineasta Rogério Ferrari, que fez a montagem do filme.

“A Sbørnia Kontr’Atracka” de volta a Porto Alegre, para a tradicional temporada de verão.

Depois de uma turnê exitosa por Curitiba, Florianópolis, São Paulo, Campo Grande, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília, “A Sbørnia Kontr’Atracka” está de volta a Porto Alegre para a tradicional super temporada de verão. Em 2026, o espetáculo protagonizado por Hique Gomez e Simone Rasslan fará nove apresentações, de 16 de janeiro a 1ª de fevereiro, sexta e sábado, às 20h, e domingo, às 19h, no Teatro da AMRIGS (Av. Ipiranga, 5311). Os ingressos custam R$ 160,00 (inteiro) e R$ 80,00 (meia entrada) e já podem ser adquiridos pelo site www.blueticket.com.br.

©2022 Nilton Santolin

Com humor refinado, músicas cativantes e uma narrativa única, “A Sbørnia Kontr’Atracka” promete encantar tanto os fãs de longa data quanto novos espectadores. No show, Kraunus (Hique Gomez) e Nabiha (Simone Rasslan) apresentam as canções e causos sbørnianos junto a seus convidados especiais: o Professor Ubaldo Kanflutz (Cláudio Levitan), reitor das Universidades de Ciências Fictícias da Sbørnia, MenThales (Tales Melati), o tocador de gaita-foles e hipnotizador das montanhas da Kashkadúnia, Pierrot Lunaire (Gabriella Castro) a grande sapateadora do Ballet Hiperbølico da Sbørnia e o “Stela Maritmus Sborniani”, as Estrelas do Mar Sbørniano, uma seleção de 12 vozes do Jungst Korhal Sbøniani. Um show de luzes e projeções especiais promovem uma imersão ao universo sborniano.

Foto: Nilton Santolin/ Divulgação

O espetáculo é uma continuação das aventuras dos excêntricos Kraunus Sang e Pletskaya, personagens que exploram temas universais com inteligência e leveza. A Sbørnia é uma ilha peculiar que se desprendeu do continente após sucessivas explosões nucleares, vagando errante pelos mares do mundo. Seu maior patrimônio cultural é a Recykla Gran Rechebuchyn, uma grande lixeira de onde se reciclam os dejetos artísticos esquecidos por outras nações. Governada pelo Anarquismo Hiperbølico, todos os seus governos são provisórios. Seu povo segue o Votørantismo, uma religião que reflete sua essência sonhadora e concreta.

Foto: Nilton Santolin/ Divulgação

Os personagens Kraunus Sang e Pletskaya chegaram ao Brasil em 1984, fugindo de ataques de tribos hostis como os Menudos, tornando-se os grandes embaixadores da cultura sbørniana. A saga ganhou continuidade em 2016, quando Kraunus uniu forças com a pianista sbørniana Nabiha, vivida pela talentosa maestrina, pianista e atriz Simone Rasslan, criando “A Sbørnia Kontr’Atracka”.

Além dos palcos, a Sbørnia também conquistou outras linguagens artísticas. Em 1990, surgiu a publicação em quadrinhos “Tangos e Tragédias em Quadrinhos”, e em 2013, ganhou vida no cinema com o aclamado longa de animação “Até Que a Sbørnia nos Separe”, dirigido por Otto Guerra e Ennio Torrezan, hoje membros da academia de cinema de Hollywood.  E, recentemente, na websérie Sbørnia em Revista, que ganhou o premio de melhor performance em Série Musical, com Simone Rasslan, além de ser escolhida a Melhor Websérie Nacional no Rio WebFestival em 2022.

Foto: Nilton Santolin/ Divulgação

SERVIÇO

O QUE: A Sbørnia Kontr´Atracka

DATA: 16,17,18,23,24,25,30,31 de janeiro e 1º fevereiro

HORÁRIO:  sexta e sábado às 20h / domingo às 19h

LOCAL:  Teatro da AMRIGS (Av. Ipiranga, 5311)

INGRESSOS:

R$ 160,00 (inteiro)
R$ 80,00 (meia entrada)

 

COMPRA PELO SITE: https://www.blueticket.com.br/evento/39600?c=sbornia-porto-alegre.

 

Pontos de venda física: apenas 2h antes do evento

Descontos Obrigatórios

50% para idosos com idade igual ou superior a 60 anos;

50% para estudantes em até 40% da lotação do teatro:

– até 15 anos mediante RG;

– acima de 16 anos portando carteira da UGES, UEE, UNE;

50% para jovens entre 16 e 29 anos, pertencentes a famílias de baixa renda, mediante comprovação de matrícula CADÚNICO;

50% para pessoas com deficiência, inclusive seu acompanhante quando necessário, e doadores de sangue.

Outros descontos

50% para artistas com registro profissional e regulamentado na carteira de trabalho

 

FICHA TÉCNICA

Criação e direção geral: Hique Gomez

Arranjos e atuação: Hique Gomez e Simone Rasslan

Elenco de apoio: Cláudio Levitan, Tales Melati e Gabriella Castro

Projeções visuais: Rique Barbo

Desenho de iluminação: Heloiza Averbuck

Engenharia de som: Edu Coelho

Assistente de produção: Camila Franarin

Assistente técnico: Rafael Pacheco

Camareira: Nelli Schineider

Preparadora vocal: Ligia Motta

Redes Sociais: Pamela Batú

Administração Projetos de Lei – Daniela Ramirez

Assessoria de Imprensa:  Adriano Cescani (51) 99664.4888

Fotógrafo Oficial: Nilton Santolin

Empresa de Som/Luz – Alternativa Som e Luz

Painel Led – WB Painéis de Led

SbørniaProjectus® Criado por Hique Gomez e Nico Nicolaiewsky para Tangos e Tragédias.

GESTÃO CULTURAL / DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: Marilourdes Franarin (51) 999716021

Zoravia Bettiol celebra 90 anos de vida em festa para amigos, admiradores e comunidade cultural

O aniversário de 90 anos da artista visual Zoravia Bettiol será comemorado no próximo dia 16, a partir das 20h, no Encouraçado Butikin. Os organizadores da festa estão convidando a comunidade cultural, amigos e admiradores para a homenagem à mestra. O convite individual (a R$ 100,00) deve ser adquirido pelo PIX 51 99502-6687 e a presença, confirmada pelo whatsapp 21 99576-0558.

A organização do evento, composta pelo artista André Venzon, a curadora Paula Ramos e a produtora cultural Vera Pellin, entre outros nomes ligados às artes, escolheu dar um presente coletivo e “absolutamente necessário” à artista nesta fase de sua vida: um elevador residencial.

A compra do equipamento será custeada com a venda de 200 convites para a festa mais o valor das contribuições, por todos que desejarem colaborar, na vaquinha de arrecadação online criada para essa finalidade, cujo link é: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/zoravia-bettiol-90-anos

Quem colaborar com valores acima de R$ 1.000,00 na vaquinha ganha uma gravura da Zoravia da Série Inventário da Inundação – P/A  [Prova de artista].

A projeção é que a soma das receitas da festa e da vaquinha cubra os R$ 45 mil do preço do elevador e os R$ 10 mil referentes a material e mão de obra para a instalação do equipamento, num total de R$ 55 mil.

Artista Zoravia Bettiol, FOTO Gilberto Perin/ Divulgação

A comemoração dos 90 anos de Zoravia terá brinde, bolo, mesa de docinhos, discurso em homenagem à artista e apresentações artísticas. A animação da pista estará a cargo dos DJs Roger Lerina e Piá.

Sete décadas de atuação

Zoravia mora e trabalha em um mesmo imóvel, no bairro Ipanema. Seu ateliê e galeria ficam no térreo e a moradia, no andar de cima.

Ela contorna as dificuldades de locomoção usando bengala para caminhar. Mas a orientação médica é para evitar escadas. O ato de subir e descer a escada existente na casa representa um risco diário de acidente doméstico, como queda, por exemplo. O elevador eliminaria esse risco e traria mais segurança e conforto à artista

Artista Zoravia Bettiol, FOTO Gilberto Perin/ Divulgação

Nascida em Porto Alegre em 17 de dezembro de 1935,  Zoravia é uma das mais renomadas, admiradas e queridas artistas gaúchas, com 70 anos de atividade ininterrupta. Sua atuação artística inclui pintura, desenho, arte têxtil, gravura, objetos, murais, instalações, ilustrações e performances.

Ao longo de sua carreira, ela envolveu-se  em importantes causas, como a reativação da Associação Rio-Grandense de Artes Plásticas Francisco Lisboa (a “Chico” Lisboa), a fundação do Movimento Gaúcho em Defesa da Cultura, a criação da Associação Cristal Florido, voltada à inclusão e formação de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, a participação no Conselho Superior da Agapan (Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural) e a idealização do Museu das Águas de Porto Alegre, entre outras ações.

.Artista Zoravia Bettiol, FOTO Gilberto Perin/ Divulgação

Recentemente, na Noite dos Museus, a artista foi homenageada no Circuito Zoraviando pelas Galerias, em que seis espaços expositivos mostraram obras da mestra e trabalhos inspirados nela.

 O Encouraçado Butikin fica na Av. Independência, 936.

Bar Tutti Giorni resgata sua história com reencontro de cartunistas e show musical

A cena cultural de Porto Alegre ganha um importante reencontro nesta sexta-feira, 5 de dezembro, com o retorno dos encontros de cartunistas no tradicional bar Tutti Giorni, na escadaria do Viaduto Otávio Rocha, na avenida Borges de Medeiros, ao lado do Hotel Savoy.
Sob nova gestão do agente cultural Pepe Martini e seu irmão Guilherme, o Tutti Giorni reabre suas portas recuperando a essência que marcou gerações de artistas gráficos.

Martini articulou a volta do antigo proprietário Ernani Marchioretto (Nani) e de integrantes da histórica Graffar, reativando as confrarias de desenhistas de humor que, por mais de três décadas, fizeram do Tutti Giorni um ponto de efervescência criativa e boêmia.

O reencontro, batizado de “Tutti, o retorno – dos cartunistas”, busca resgatar a memória cultural e o espírito irreverente que consolidaram o bar como um dos mais emblemáticos redutos de cartum da capital gaúcha. Fortalecendo a iniciativa, os jornalistas Celso Schröder e Stela Pastore se somaram ao movimento em apoio à retomada.
Além das artes gráficas, o público será brindado com um show ao ar livre de Mônica Tomasi e Nelson Coelho de Castro, reforçando o clima festivo do reencontro.
“Estamos muito comovidos com este encontro histórico, reunindo talentos que marcaram a trajetória do desenho de humor em Porto Alegre”, afirma Martini.

Entre as presenças esperadas estão nomes emblemáticos do cartum gaúcho, como: Santiago, Fabiane Langona, Leandro Halls, Celso Schröder, Edgar Vasques, Pomba Cláudia, Eugênio Neves, Vecente, Juska, Mauren Veras, Bier, entre muitos outros.
O evento é aberto ao público e a entrada é gratuita.

Serviço
O quê: Tutti, o retorno – dos cartunistas
Quando: Sexta-feira, 5 de dezembro, a partir das 19h
Onde: Bar Tutti Giorni – Escadaria da Borges de Medeiros, ao lado do Hotel Savoy, Centro Histórico, Porto Alegre
Atrações: Encontro de cartunistas + show de Mônica Tomasi e Nelson Coelho de Castro
Entrada: Gratuita

Roda de conversa e lançamento do livro “Crônicas de Porto Alegre”, com textos de 29 autores

Paulo Timm e Adeli Sell organizaram uma seleção de crônicas sobre Porto Alegre. Editado pela Mottironi Editore e Dominus Edições, o livro foi lançado em novembro. Nesta quinta-feira, das 17h até as 18h30min, haverá uma Roda de Conversa, na Benjuá Floricultura e Café, na Rua Riachuelo, 1294.

Os organizadores prometem para este ano ainda e para 2026 muitos debates sobre a crônica.
Para alguns críticos literários seria um gênero em extinção, por falta de seu principal suporte material, o jornal diário, de onde provêm a crônica.
Porto Alegre por muitos anos foi o centro deste gênero,
começando com Corja e seu Antigualhas, os irmãos Porto Alegre e o mais longevo de todos, Archymedes Fortini.

Paulo Timm e Adeli Sell não esqueceram deles. Há uma
crônica de cada um deles. Há textos dos dois grandes viajantes falar de Porto Alegre; Saint Hilaire e Arsène Isabelle. Sérgius Gonzaga entra com uma elucidativa crônica sobre os anos 60.
Depois vem uma leva de 29 autores, com belas crônicas
sobre nossa capital. O livro custa apenas 48 reais, à venda pelo fone 51.999335309 com Adeli Sell ou na Livraria Isasul.

Raul Ellwanger canta os Sete Povos no Clube de Cultura

A Cantata Sete Povos, suíte composta pelo músico gaúcho Raul Ellwanger (compositor, cantor e violonista), será apresentada no Clube de Cultura dia 1º de dezembro.  A obra, com doze canções, inspira-se na saga dos Guarani nas Missões Jesuíticas, situadas no Noroeste do Rio Grande do Sul, entre os séculos XVII e XVIII.

O violão de Thiago Colombo acompanha Ellwanger | Foto Luiz Ávila

O espetáculo integra a programação do projeto A Voz da Aldeia, aprovado pelo edital emergencial da Lei Rouanet RS, dentro do Programa Retomada Cultural RS, criado pelo Ministério da Cultura, devido à enchente de maio de 2024, e foi selecionado para ser patrocinado pelo Itaú Unibanco.

O projeto busca promover a cultura dos povos Mbyá Guarani, com ênfase na comunidade Tekoa Pekuruty, localizada às margens da BR 290, em Eldorado do Sul, RS,  diretamente atingida pela enchente de maio de 2024.

A programação reúne exposição, apresentação do espetáculo musical e Roda de Conversa.

Onde: Clube de Cultura – Rua Ramiro Barcelos, 1853 – Bom Fim – Porto Alegre

Data: 1º. de dezembro de 2025

17h – Exposição e venda de artesanato Mbyá Guarani

20h – Raul Ellwanger apresenta Cantata Sete Povos

Raul Ellwanger (voz) – Thiago Colombo (violão)

Ingresso Solidário: R$ 30,00

Informações e venda dos ingressos: WhatsApp: (51) 99242-9974

(O valor será destinado integralmente para as aldeias participantes do projeto).

Após o show  haverá a Roda de Conversa  intitulada A situação dos Povos Indígenas no RS

Painelistas convidados: lideranças Mbyá Guarani e Kaingang e professores das escolas das aldeias.

Roteiro Cantata Sete Povos

Suíte popular de 12 canções, que conta a saga das comunidades Guarani e padres jesuítas, nos séculos XVII e XVIII, na região das “Misiones”, no Noroeste do atual Rio Grande do Sul.

1-Invocação Guarani

2-Bate o Enxadão

3-Indiozinho Sepé

4-Busca da Terra sem Males

5-O Homem de Roma

6-Tapera e Aldeia

7-Alférez de São Miguel

8-Réquiem da Traição

9-Guerra nas Vacarias

10-Chacina do Caiboaté

11-Herança Missioneira

12-Brado Guarani

A Cantata Sete Povos, por Raul Ellwanger

Procura retratar o apogeu da jornada de jesuítas e guarani no Rio Grande Sul entre 1680 e 1755, evento de longa duração que é um dos fundamentos de nossa própria existência e personalidade social.

Está formatada em doze canções que se inspiram em ritmos sul-americanos, na tradição da Misa Criolla de Ariel Ramirez, na Missa Luba, na Missa da Terra-Sem-Males de D. Pedro Casaldáliga, na própria forma suíte da música erudita. Não está feita com gêneros folclóricos exclusivamente brasileiros, em atenção a que essa saga sóciocultural abrangia o âmbito americano em seu conjunto, com suas toadas, milongas, chacareras, chimarritas.

O modelo literário se compõe de doze momentos, como se tratasse de doze “cenas históricas” em uma arquitetura de canções independentes que se unem, apoiam e iluminam, fazendo um arcabouço claro e mesmo pedagógico. Descrevem a infância, o trabalho, as crenças, os hábitos e saberes, as contradições, a interação entre europeus e americanos, a ameaça das coroas ibéricas, a resistência de indígenas e curas, as batalhas, a longa lista de heranças deixadas a nós, a vitalidade de um “corpus” que é raiz fundadora de toda a região dos Rio da Prata e Uruguai.

Realizei de forma pessoal uma gravação da Cantata Sete Povos, plasmada num suporte CD onde se incluem também arquivos digitalizados com partituras e cifras completas para quinteto (violinos, clarone-clarinete, viola, acordeão, violão), gravação feita com músicos da OSPA. Trata-se de uma mostra, apenas.

Focando no quarto centenário do início da radicação dos jesuítas nestas regiões a oriente do Rio Uruguai, a Cantata Sete Povos pode ser apresentada apenas por um único músico solista ou chegando até uma orquestra sinfônica, caso em que se cogita em novos arranjos adequados, com alguns intérpretes vocais convidados. Armar esta Cantata Sete Povos num arcabouço sinfônico permitiria sua utilização em eventos cívicos que permearão o ano de 2026 com esta temática. Por se adaptar a diferentes formatos, pode ser utilizada desde pequenos eventos didáticos até apresentações em praças públicas e grandes cenários.

Acessar em: https://www.raulellwanger.com.br/copia-cantata-2

Equipe do Projeto:

Produção: Leandro Nunes

Assistente de Produção: Elaine Regina

Assessoria Intercultural: Artemio S. Marques e Márcia Tomazzoni

Assistente de Produção oficinas: Everton Kniphoff

Assistente de Produção Show: Anderson Gomes

Iluminador: João Fraga

Assessoria de Imprensa: Dinorah Araújo

Fotografia/Audiovisual: Alexandre Oliveira

Divulgação Midias Sociais: Tamires de Moraes e Karen Aguiar

Acessibilidade/Libras Show: Maysa Velasco e Dully Gunther

Instagram @avozdaaldeia.2025

OSPA inicia venda de ingressos para o “Concerto de Natal” de 19 de dezembro

Apresentação reúne OSPA, Coro Sinfônico, cantores solistas e ainda diferentes grupos da Escola da OSPA em interpretações grandiosas de temas natalinos

A venda de ingressos para o Concerto de Natal da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) — fundação vinculada à Secretaria de Estado da Cultura (Sedac-RS) — começou na  sexta-feira, 28/11, na plataforma Sympla, por valores entre R$ 10 e R$ 50. Com um programa recheado de clássicos de natal, a apresentação acontece no dia 19 de dezembro, sexta-feira, a partir das 20h no Complexo Cultural Casa da OSPA. Estarão reunidos no palco centenas de artistas, incluindo os cantores solistas Marília Vargas, Cecília Teles Conceição e Beto Vianna, a OSPA, o Coro Sinfônico da OSPA, a OSPA Jovem e os Coros Infantojuvenil e Jovem da Escola da OSPA, todos sob a regência do maestro Manfredo Schmiedt.

O concerto inicia com a Abertura “Il Viaggio a Reims”, de Gioachino Rossini (1792-1868). Embora não tenha sido apresentada na estreia da ópera homônima de Rossini, a abertura composta em 1825 foi descoberta e reconstruída em 1970 por pesquisadores em bibliotecas e musicotecas europeias.  A seguir, Exsultate jubilate, K.165 (158a), de Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791), traz ao palco a renomada soprano Marília Vargas, conhecida especialmente por sua interpretação de repertórios barrocos. Com ampla experiência em concertos e recitais pelo Brasil, Europa e Ásia, a solista estreou as óperas O Alto da Compadecida, Hilda Furacão e Feliz Ano Velho sob regência de Rodrigo Toffolo. É também professora de canto, preparadora vocal e regente.

Marilia Vargas _ Crédito Cleber Corrêa /Divulgação

A apresentação segue com Carol of the Bells, música de Mykola Leontovych (1877-1921) incluída na trilha sonora do filme Esqueceram de Mim, do diretor Chris Columbus, lançado em 1990. No dia 19, a versão tocada terá o arranjo de Gilberto Salvagni. To Believe, de Mathew Evancho com arranjo de Davi Coelho, é cantada pela solista Cecília Teles Conceição. Integrante do Coro Jovem da Escola da OSPA, Cecília participa de apresentações com grupos de música popular e de câmara, incluindo espetáculos como A Sbørnia Kontr’Atracka, criado por Hique Gomez, e Clássicos da Broadway, regido por Manfredo Schmiedt na OSPA. Abertura de Natal sobre “Von Himmel hoch”, de Otto Nicolai (1810-1849), inspirada em um dos textos de Martinho Lutero, é a próxima música no concerto, seguida de Ó Noite Santa, de Adolphe Adam (1803-1856), com arranjo de Roberto Tibiriçá, que traz Marília Vargas de volta ao palco.

O cinema visita a OSPA com Suíte de Concerto do filme ‘O Expresso Polar’, de Glen Ballard e Alan Silvestri, com arranjo de Jerry Brubaker. Lançado em 2004, o filme de Robert Zemeckis se tornou um clássico natalino. O programa segue com Sleigh Ride, popular música de Leroy Anderson (1908 – 1975) gravada também por Gwen Stefani, e Canções de Natal de Todo o mundo, composição de Alfred Hülsberg (1927-2001) que costura algumas das canções mais tradicionais de Natal, como Adeste Fideles, White Christmas, Boas Festas e Noite Feliz.

OSPA- Cecília Teles – Creditos Danielle Bayer/ Divulgação

O encerramento é em grande estilo, com A Paz, adaptação em português feita por Nando, do grupo Roupa Nova, para a canção Heal The World, de Michael Jackson (1958-2009). Para o concerto, a música ganha arranjos do violinista da OSPA Dhouglas Umabel e a participação do cantor Beto Vianna. Com 18 anos de carreira, Beto já cantou na Argentina, Paraguai, Chile, Uruguai e México, e possui dois álbuns lançados. É cantor residente nos palcos do Hard Rock Cafe Gramado e Porto Alegre, e foi solista no Concerto da Primavera da UCS e no Rock in Concert da OSPA.

O concerto reserva ainda muitas surpresas para o público, que também poderá conferir a apresentação pela transmissão ao vivo no canal da OSPA no Youtube.

Beto Vianna e OSPA _ crédito Danielle Bayer/ Divulgação

FUNDAÇÃO ORQUESTRA SINFÔNICA DE PORTO ALEGRE

Concerto de Natal

SEXTA, 19 DE DEZEMBRO DE 2025

Início do concerto: às 20h.

Onde: Complexo Cultural Casa da OSPA (CAFF – Av. Borges de Medeiros, 1.501, Porto Alegre, RS).

Ingressos: de R$ 10 a R$ 50. Descontos: ingresso solidário (com doação de 1kg de alimento), clientes Banrisul, Amigo OSPA, associados AAMACRS, sócio do Clube do Assinante RBS, idoso, doador de  sangue, pessoa com deficiência e acompanhante, estudante, jovem até 15 anos e ID Jovem.

Bilheteria: em sympla.com.br/casadaospa ou no Complexo Cultural Casa da OSPA no dia do concerto, das 15h às 20h.

Estacionamento: gratuito, no local.

Classificação indicativa: não recomendado para menores de 6 anos.

Transmissão ao vivo: a partir das 20h no canal da OSPA no YouTube.

Apresentação: Orquestra Sinfônica de Porto Alegre

Solistas: Marília Vargas (soprano), Cecília Teles Conceição (soprano) e Beto Vianna

Participações especiais: Coro Sinfônico da OSPA, OSPA Jovem e Coro Infantojuvenil e Coro Jovem da Escola da OSPA

Regente: Manfredo Schmiedt

PROGRAMA

Gioachino Rossini | Abertura “Il Viaggio a Reims”

Wolfgang Amadeus Mozart | Exsultate jubilate, K.165 (158a)

Mykola Leontovych | Carol of the Bells

Mathew Evancho | To Believe

Otto Nicolai | Abertura de Natal sobre “Von Himmel hoch”

Adolphe Adam | O Holy Night (Ó Noite Santa)

Glen Ballard e Alan Silvestri | Suíte de Concerto do filme “O Expresso Polar”

Leroy Anderson | Sleigh Ride

Alfred Hülsberg | Canções de Natal de todo o Mundo

Michael Jackson e Nando | A Paz

Este evento disponibiliza medidas de acessibilidade.

Lei de Incentivo à Cultura

Patrocínio da Temporada Artística: Gerdau, Banrisul, TMSA e Tramontina.

Apoio da Temporada Artística: Unimed, Imobi e Intercity. Promoção: Clube do Assinante.

Realização: Fundação Cultural Pablo Komlós, Fundação OSPA, Secretaria da Cultura do RS, Ministério da Cultura, Governo Federal – Do lado do povo brasileiro.

Acompanhe as notícias da Fundação OSPA:

ospa.rs.gov.br

instagram.com/ospabr

instagram.com/escoladaospa

facebook.com/ospabr

youtube.com/ospaRS