Autor: da Redação

  • Eleições 2024: a dez dias das urnas, polarização não se confirma em Porto Alegre

    Eleições 2024: a dez dias das urnas, polarização não se confirma em Porto Alegre

    A dez dias das urnas, a eleição em Porto Alegre está tomando um rumo inesperado.

    O crescimento nas intenções de voto (de 11 para 17%, segundo a última pesquisa feita pela Quaest) e a entrada do governador Eduardo Leite na campanha, nos últimos dias, colocam a candidatura de Juliana Brizola, do PDT, numa posição decisiva.

    Se confirmada a tendência de crescimento de Juliana, que já se pode perceber nas conversas informais e nas redes sociais,  estará quebrada a polarização prevista entre Sebastião Melo (MDB/PL) e Maria do Rosário (PT/PSol/PCdoB).

    De onde estão vindo esses votos, que alimentam a tendência de crescimento da candidata, se ela se comprovar? É a pergunta no ar.

    As contundentes críticas que Juliana Brizola tem feito à administração de Sebastião Melo certamente vão sensibilizar, no mínimo,  aquela fração que vai votar em Melo só por antipetismo.

    Em qualquer circunstância, a candidata da frente de esquerda, Maria do Rosário, é a mais ameaçada neste novo cenário.

    Até a hipótese de Maria ficar fora do segundo turno, impensável duas semanas atrás, se torna plausível nessa nova configuração e já há inquietantes discussões em grupos de WatsApp sobre o voto útil: levar Juliana para o segundo turno para impedir a reeleição de Sebastião Melo, repetindo o que ocorreu na eleição estadual que reconduziu Eduardo Leite ao Piratini, em 2022.

    A campanha de Maria do Rosário melhorou, ela afinou seu discurso, tem se saído bem nos debates e entrevistas, seu programa no rádio e na tv se tornou mais objetivo e incisivo, mas a militância, grande força da esquerda, continua encolhida. Tudo indica que ela crescerá, mas pode não ser na medida necessária, apesar da garra e da determinação da candidata.

    Quanto a Juliana Brizola, mesmo que permaneça em terceiro lugar no primeiro turno, ela será decisiva no segundo turno.

    Candidata de uma aliança do PDT com o União Brasil, PSDB e Cidadania,  mesmo que ela não declare apoio, seu eleitorado tende a migrar para Melo no segundo turno, selando, assim, mais uma vez, a sorte da frente de esquerda, liderada pelo PT.

    É preciso considerar, porém, que um ponto forte da campanha de Juliana são as duras e pertinentes críticas que tem feito à gestão do prefeito,  o que alimenta a hipótese de que seu provável crescimento possa se dar em cima do eleitorado de Melo. Melo nesta ultima semana incorporou à campanha o apoio dos caciques do MDB que se bolsonarizou, encabeçados pelo nonagenário ex-governador Pedro Simon. Mas sua campanha, repetitiva, dá sinais de que ele não tem muito o que mostrar. Os bordões e as frases de efeito tem um limite.

    A consequência desses movimentos na reta final da campanha  é que  nem a hipótese de um segundo turno entre Maria e Juliana pode ser descartada. Mas nem nessa hipótese, pouco provável, a situação de Maria seria confortável,  já que Juliana tende a ter, então, o apoio de Melo.

    Aos 49 anos, Juliana Brizola iniciou sua carreira em 2008, quando se elegeu vereadora em Porto Alegre. Foi duas vezes deputada estadual (2010/2016), concorreu a vice-prefeita de Porto Alegre, na chapa de  Sebastião Melo em 2016, na eleição vencida por Nelson Marchezan.

    Apresenta-se sempre como herdeira política de Leonel Brizola,  seu avô, mas para viabilizar alianças à direita nesta eleição suprimiu o símbolo  que Brizola adotou para o PDT, a rosa vermelha da Internacional Socialista.

    As cores predominantes em todas as peças de sua campanha são o azul e o amarelo.

    Nota do Editor: Este artigo já estava escrito quando saiu uma pesquisa do Instituto Futura Inteligência, “em parceria com a empresa 100% Cidades” usando a abordagem CATI (entrevista telefônica assistida por computador).  A pesquisa mostra um crescimento exponencial de Sebastião Melo e queda das suas duas oponentes. Não nos parece consistente o suficiente para alterar a nossa avaliação.

  • Fábio André Rheinheimer revisita trajetória como artista com a exposição “Portfólio”

    Fábio André Rheinheimer revisita trajetória como artista com a exposição “Portfólio”

    Portfólio” abre no dia 5 de outubro, às 11h, e pode ser visitada até 5 de novembro, na rua Casemiro de Abreu, 1412, bairro Bela Vista

     

    Nos últimos 37 anos, o artista visual, arquiteto e curador Fábio André Rheinheimer tem mergulhado em uma pesquisa em fotografia, desenho, pintura e objetos tridimensionais. Dessa imersão, surgiram as famosas séries WaterfallPlaneta Vermelho A Mãe do Ouro, produzidas em sequência na técnica desenho (grafite, lápis aquarela sobre papel); A Tempestade, outra série de fotografias impressas em tecido; e esculturas em acrílico cortadas a laser. Agora, esse conjunto estará reunido na exposição Portfólio, que inaugura no dia 5 de outubro (sábado), na AZ Galeria. A visitação ocorre até o dia 5 de novembro, de segunda a sexta, das 10h às 19h e, sábado, das 10h às 14h.

    Obra WATERFALL – Foto Regina Peduzzi Protskof/ Divulgação

    “Celebrando um percurso de quase quatro décadas, esta exposição apresenta um conjunto de obras representativas em minha produção. Concluo, assim, uma etapa importante em minha trajetória, revendo e refletindo sobre técnicas e temas que muito me inspiraram. Celebro essa caminhada, bem como a continuidade desse ciclo infinito das artes, em que se faz imprescindível mirar com acurada atenção outras possibilidades do fazer artístico que possam advir”, diz o artista.

    André Rheinheimer – Foto Juliana Baratojo/ Divulgação

    Com curadoria de Paulo Amaral, foram selecionadas 20 obras produzidas entre 2012 e 2024, período em que Rheinheimer se apropria de materiais e formatos distintos e mergulha na sobreposição, criando possibilidades no universo das artes.

    Artista e obra. Foto Carlinhos Rodrigues/ Divulgação

    “As primeiras obras de Fábio André Rheinheimer conheci em 2017, quando o convidei a expor nas Salas Negras do MARGS, do qual eu era diretor. A exposição, que tinha por título “Planeta Vermelho”, originária de outra série do artista denominada Waterfall, era composta por desenhos muito densos e primorosos, feitos com lápis de cor, aquarela e grafite sobre papel, exprimindo, pela qualidade dos sombreamentos, a volumetria daquilo que eu entrevia como panos dobrados. A lembrança daquelas imagens, em similitude, me vinha inculcada desde muitos anos antes, quando visitei a ala egípcia do Metropolitan Museum de Nova York, onde, numa pequena vitrine, se encontram expostos linhos egípcios meticulosamente enrolados, ainda em sua alvura original e aparentemente intactos. Pela idade daquelas raridades, algo como quatro mil anos, e por sua incrível conservação, a imagem dos linhos induzia à ideia de um milagre, algo de sacro em minha imaginação. Então, essa densidade no desenho de Fábio e a leveza dos linhos egípcios, como penso (e que tem muito a ver uma com a outra) provocaram em mim a ideia de eu estar em frente a um só objeto, apesar de estarem espaçados em sua produção por algumas eras. Aqui é como se uma fosse a releitura da outra. Outra série produzida pelo artista, agora em fotografias impressas sobre tecido, resultantes de uma só pintura em acrílico, com sucessivas mutações sobre si mesma, leva o nome de “A tempestade”, lembrando gestuais dramáticos como os acordes do movimento homônimo (4º) da Sinfonia Pastoral de Beethoven. Numa apresentação mais recente, Fabio apresenta a série “Naves Poéticas” que, em crescendo visual, desemboca nos “Pontos de Luz”, em que se utilizam acrílico rígido e outros elementos compositivos como suportes de lâmpadas LED. Esta última fase já traz em si um caráter utilitário. É nessa pluralidade das experimentações em sua trajetória de artista, e, também, na de curador de artes que ele exerce regularmente, revela um artista dinâmico e versátil, movido por rica imaginação e maestria no trato das técnicas que aborda”, escreve Paulo Amaral.

    Obra Planeta Vermelho – Foto Regina Peduzzi Protskof/ Divulgação

    SOBRE A AZ GALERIA

    Em 2012, a artista plástica e empresária Angela Zaffari inaugurou a AZ Galeria em Bagé, inicialmente com uma proposta de expor os próprios trabalhos. Em pouco tempo, o espaço já contava com exposições de outros artistas que acreditaram na ideia de levar adiante uma galeria no interior do Rio Grande do Sul.

    Em 2020, após sentir a demanda do mercado, ela resolveu inovar e criou um conceito inovador de galeria e loja à AZ Galeria. No local, além de um amplo acervo de arte, oferece uma linha exclusiva de estofados, mobiliário, tapetes, tecidos e objetos de decoração.

    Em julho do ano passado, Angela inaugurou em Porto Alegre, sua cidade natal, um espaço com o mesmo conceito: uma loja ampla e aconchegante, localizada em uma bela casa na Rua Casemiro de Abreu, no bairro Bela Vista. O projeto leva a assinatura do arquiteto Francisco Pinto.

    – Foto Juliana Baratojo/Divulgação

    SERVIÇO
    Exposição Portfólio
    Artista: Fábio André Rheinheimer
    Curador: Paulo Amaral
    Onde: AZ Galeria (rua Casemiro de Abreu, 1412, bairro Bela Vista)
    Abertura: 5 de outubro | Sábado | 11h
    Visitação: até 5 de novembro | Segunda a sexta, das 10h às 19h e, sábado, das 10h às 14h

  • A retomada das Quartas de Jazz, no  Café da Catedral Metropolitana

    A retomada das Quartas de Jazz, no Café da Catedral Metropolitana

    Situado no pátio da icônica Catedral Metropolitana de Porto Alegre, o Café da Catedral traz de volta as tão aguardadas Quartas de Jazz, um evento que busca embalar os fins de tarde no Centro Histórico com música ao vivo de qualidade. O projeto, que acontece semanalmente, exceto em dias de chuva ou durante eventos previamente agendados, está marcado para todas as quartas-feiras, das 17h às 20h. O café abre suas portas sempre a partir das 15h, permitindo que os visitantes aproveitem o ambiente antes da música começar.
    A trilha sonora fica por conta do músico e compositor gaúcho Gustavo Fallavena, cuja voz inconfundível atravessa um repertório que vai de clássicos imortais de Frank Sinatra a canções marcantes de Amy Winehouse. Para enriquecer a experiência, Fallavena é frequentemente acompanhado pelo pianista e tecladista Jonatan Cruz, formando uma dupla que harmoniza perfeitamente com o ambiente histórico e acolhedor do café.
    O Café da Catedral oferece uma verdadeira experiência sensorial para seus visitantes. Localizado no pátio da Catedral, o espaço é um convite a quem aprecia arquitetura, arte e a história da capital gaúcha. Com mais de 100 anos de existência, a Catedral Metropolitana é um dos marcos mais importantes da cidade, e o café, que abriu em abril de 2023 sob a administração de Letícia Huff e Rogério Prigol, tornou-se rapidamente um ponto de encontro para moradores e turistas.
    Apresentações acontecem toda quarta- feira/ Divulgação
    O ambiente conta com áreas internas e externas, além de uma vista privilegiada do Centro Administrativo Fernando Ferrari e do Palácio Piratini, que emolduram o cenário perfeito para momentos relaxantes ao som de jazz. A Catedral Metropolitana de Porto Alegre está localizada na rua Duque de Caxias, nº 1047. O Café da Catedral pode ser acessado pela lateral da igreja, através da rua Dom Sebastião.
    Serviço:
    Quartas de Jazz no Café da Catedral
    Todas as quartas-feiras (exceto em dias de chuva ou eventos pré-agendados)
    Das 17h às 20h
    Endereço: Rua Dom Sebastião, s/n – Centro Histórico, Porto Alegre
    Mais informações: www.salaonobre.com | @salaonobrecatedral
  • O cavalo, no olhar de grandes artistas visuais, na Galeria Duque

    O cavalo, no olhar de grandes artistas visuais, na Galeria Duque

    De Botero a Salvador Dali, de Vasco Prado a Xico Stockinger, Galeria Duque elege a temática equestre em mostra que homenageia esse símbolo gaúcho.

    Jogo de polo; Obra de Oscar Crusius-Tatiana-Csordas/ Divulgação

    A paixão universal pelos cavalos inspirou artistas no Rio Grande do Sul, no Brasil e no mundo. E essa paixão compõe um recorte da mostra “Narrativas Coloridas”, com curadoria de Daisy Viola, em destaque na Galeria Duque até 9 de novembro. A mostra, com entrada franca, pode ser visitada de segunda a sábado no espaço localizado na Rua Duque de Caxias, 649, no Centro Histórico de Porto Alegre.

    O colecionador  e galerista Arnaldo Buss-Exposição-com-Cavalos—Galeria-Duque—Tatiana Csordas/ Divulgação

    Colecionador de arte, o galerista Arnaldo Buss tem um dos acervos mais completos do Estado. “Neste mês de setembro, especialmente motivado pelo mês em que se comemora a Revolução Farroupilha e por uma paixão que move os gaúchos, resolvi propor um recorte que destacasse os cavalos e a temática equestre em obras de grandes nomes da arte daqui e do mundo”, ressalta.

    Escultura de Botero. Divulgação-Galeria-Duque

    Mas os gaúchos ocupam um lugar de honra nas paredes da galeria com obras de Vasco Prado, Xico Stockinger, Danúbio Gonçalves, Glauco Rodrigues, Nelson Jungbluth, Ruth Schneider, Paulo Porcella, Oscar Crusius e Anestor Tavares, entre outros, que fazem da mostra uma visita obrigatória aos admiradores da arte e da beleza deste animal que é um símbolo gaúcho.

    Obra de Armando-Romanelli-. Foto Tatiana Csordas/ Divulgação

    A mostra “Narrativas Coloridas” tem a curadoria de Daisy Viola. Para compor a exposição, que ocupa os dois primeiros andares da galeria, Daisy fez uma viagem pelo rico acervo para buscar as cores em diferentes expressões, que se revelam nas mais variadas técnicas, compondo não apenas um passeio pelas diversas formas da arte visual, mas também uma narrativa dessa evolução.

    Além das obras do acervo da Galeria Duque, quem for ao espaço até o dia 9 de novembro também poderá visitar a exposição “Carriconde passadopresente”, com obras do mestre das artes de Santa Maria Cláudio Corrêa Carriconde e a mostra “Nas Entrelinhas da Vida”, com criações em arte têxtil em cobre da artista gaúcha Elisa Tesseler.

    Exposição:

    “Narrativas Coloridas” – Acervo com grandes nomes da arte
    Local: Galeria e Espaço Cultural Duque
    Endereço: Duque de Caxias, 649 – Porto Alegre
    Período da exposição: de 14 de setembro a 9 de novembro
    Horário de funcionamento: Seg/Sex: 10h às 18h | Sáb: 10h às 17h
    Entrada Franca

  • Antonio Villeroy e Gelson Oliveira retornam com o show Saídas e Bandeiras, 30 anos depois

    Antonio Villeroy e Gelson Oliveira retornam com o show Saídas e Bandeiras, 30 anos depois

    Apresentação única será dia 25 de setembro, às 20h, no Theatro São Pedro; Em outubro, iniciam turnê internacional por Portugal, França, Países Baixos, Áustria e Alemanha 

     Dois grandes expoentes da música do Sul do Brasil com carreiras internacionais, Antonio Villeroy e Gelson Oliveira, voltam a reunir-se para apresentar o espetáculo Saídas e Bandeiras 2 -Trinta Anos Depois, uma celebração da primeira turnê europeia da dupla que aconteceu no ano de 1994. A estreia, como não poderia deixar de ser, será em Porto Alegre, em apresentação única, dia 25 de setembro, às 20h, no Theatro São Pedro (Praça Marechal Deodoro, s/n°). Os ingressos já estão à venda no www.theatrosaopedro.rs.gov.br.

    Foto: Nilton Santolin/ Divulgação

    Nada poderia me deixar mais feliz nesse momento, do que estar no palco outra vez, com meu grande irmão e parceiro, Antonio Villeroy, nesta gira pela Europa, começando em Porto Alegre, no lindo Theatro São Pedro. Saídas e Bandeiras 2, muitas estórias pra contar!”, afirma Gelson. Com 1h30min de duração, Saídas e Bandeiras 2 é uma atualização do show que ocorreu há três décadas. O formato é o mesmo, um duo, com vozes e instrumentos acústicos, porém, com novo repertório. “De 30 anos para cá, muitas coisas mudaram, lançamos novos discos, fizemos colaborações com diversos artistas, Gelson com Gilberto Gil e Paulo Moura, por exemplo eu passei a ser gravado por muitos nomes da música brasileira e internacional.”, afirma Antônio.

           Depois da apresentação em Porto Alegre, o espetáculo segue para a Fábrica de Metais, em Florianópolis, de onde os artistas embarcam para mais essa aventura musical em território europeu. Lá, cumprirão uma extensa agenda de apresentações nos meses de outubro e novembro. Antonio e Gelson passarão por Portugal, França, Holanda e Alemanha. O final da temporada será com a gravação de um novo álbum em Portugal.

    Com seus violões e vozes, o duo vai apresentar canções próprias, algumas escritas a quatro mãos, como as inéditas, Astrolábio Futurista e Asas Ao Vento, além de Povoado das Águas (escrita com a colaboração de Bebeto Alves e Nelson Coelho de Castro). Também no repertório Literatura Brasileira e Tempo a o Tempo, de Gelson, Sinais de Fogo e Pra Rua Me Levar, ambas de Antonio e Ana Carolina.

    Foto: Nilton Santolin/ Divulgação

    COMO COMEÇOU

    Em 1994, os cantautores brasileiros, ANTONIO VILLEROY e GELSON OLIVEIRA montaram o show SAÍDAS E BANDEIRAS, para realizar sua primeira turnê europeia. Antonio havia ganho o Prêmio Sharp de Revelação da Música Brasileira, em 1992 e Gelson em 1993. Essas credenciais ajudaram a alavancar aquela primeira turnê internacional em duo.

    O show estreou no Brasil, na Reitoria da UFRGS, em Porto Alegre, passando depois por Florianópolis e São Paulo, de onde os artistas embarcaram para Bruxelas. Da Bélgica, seguiram para a França, Suíça, Áustria, Itália e Alemanha, realizando cerca de 40 apresentações em Clubes de Jazz, Teatros e arenas ao ar livre.

    Os artistas encantaram o público europeu com um repertório que incluía canções próprias e clássicos de Milton Nascimento, Gilberto Gil, Tom Jobim e Chico Buarque. A turnê se repetiu em 1995, depois os artistas seguiram com seus trabalhos individuais. “Gelson e eu dividimos o palco centenas de vezes, desde os anos 1980, no Brasil. E, a partir de 1994, ampliamos nosso campo de atuação para o território europeu, abrindo caminhos e mercados para muitos colegas brasileiros. Retomar essa parceria, 30 anos depois de nossa primeira tour europeia é uma grande alegria. Como há 30 anos vamos estrear o show em casa, no mais belo teatro de Porto Alegre.”, encerra Villeroy.

    Foto Nilton Santolin/ Divulgação

    SERVIÇO

    O QUE: Saídas e Bandeiras 2

    DATA: 25 de setembro

    HORÁRIO: quarta às 20h

    LOCAL: Theatro São Pedro (Praça Marechal Deodoro, s/n°).

    INGRESSOS:

    Plateia e cadeira extra (inteira) – R$160,00 – meia (R$ 80,00)

    Camarote central (inteira) – R$140,00 – meia (R$ 70,00)

    Camarote lateral (inteira) – R$100,00 – meia (R$ 50,00)

    Galeria (inteira) – R$80,00 – meia (R$ 40,00)

    COMPRA PELO SITE:  www.theatrosaopedro.rs.gov.br

    Descontos Obrigatórios
    50% para idosos com idade igual ou superior a 60 anos;
    50% para estudantes em até 40% da lotação do teatro:
    – até 15 anos mediante RG;
    – acima de 16 anos portando carteira da UGES, UEE, UNE;
    50% para jovens entre 16 e 29 anos, pertencentes a famílias de baixa renda, mediante comprovação de matrícula CADÚNICO;
    50% para pessoas com deficiência, inclusive seu acompanhante quando necessário, e doadores de sangue.
    Outros descontos
    50% para artistas com registro profissional e regulamentado na carteira de trabalho;
    50% para até 50 associados da da AATSP;
    50% Clube ZH (assinante e acompanhante)
    50% Clube Aproveita Unimed (assinante e acompanhante)

  • “A Sbørnia Kontra`Atracka” faz temporada comemorativa de 40 anos no Theatro São Pedro

    “A Sbørnia Kontra`Atracka” faz temporada comemorativa de 40 anos no Theatro São Pedro

    As festividades dos 40 anos da Sbørnia continuam. De 27 a 29 de setembro, A Sbørnia Kontra`Atracka estará no Theatro São Pedro (Praça Marechal Deodoro, s/n°), sexta e sábado, às 20h, e domingo às 18h. O espetáculo é uma continuação de Tangos e Tragédias, com Hique Gomez e Nico Nicolaiewsky, que estreou na capital gaúcha há exatos 40 anos, nos dias 28 e 29 de setembro de 1984. Os ingressos variam de R$ 70,00 a R$ 160,00 e já podem ser adquiridos pelo site:  https://theatrosaopedro.rs.gov.br.

    Foto: Samira Samara/ Divulgação

    Quando iniciamos nossa Jornada em 1984, Nico Nicolaiewsky e eu não pensávamos em ocupar o palco do recém reinaugurado Theatro São Pedro. Supostamente um local para os grandes artistas nacionais: Paulo Autran, Bibi Ferreira, Tom Jobim e Nicanor Zabaleta. 30 anos depois, éramos disparado os artistas que mais pisaram naquele palco, ao mesmo tempo em que encerrávamos o mais longo e importante episódio de nossas vidas que foi “Tangos e Tragédias”, quando lamentamos a triste notícia da passagem do gênio Nico Nicolaiewsky.  Tudo parecia perdido”, relembra Hique.  Dois anos depois o projeto foi retomado, agora com Simone Rasslan, que há 5 anos antes havia perdido sua parceira de palco, Adriana Marques, no espetáculo Rádio Esmeralda. “Um longo processo de adaptação instalou-se, enquanto nós e nosso público processávamos o luto. A palavra luto é a mais próxima da palavra luta. O luto e a luta. Enquanto isso lutávamos para manter viva uma história que estava introjetada em nossa comunidade. Muitas pessoas relatavam sonhos que tiveram com os personagens”, relembra Hique.

    Foto: samira samara / Divulgação

    No show, Kraunus (Hique Gomez) e Nabiha (Simone Rasslan) apresentam as canções e causos sbørnianos junto a seus convidados especiais: o Professor Ubaldo Kanflutz (Cláudio Levitan), reitor das Universidades de Ciências Fictícias da Sbørnia, MenThales (Tales Melati), o tocador de gaita-foles e hipnotizador das montanhas da Kashkadúnia, Pierrot Lunaire (Gabriella Castro) a grande sapateadora do Ballet Hiperbølico da Sbørnia e o “Stela Maritmus Sborniani”, as Estrelas do Mar Sbørniano, uma seleção de 12 vozes do Jungst Korhal Sbøniani. Um show de luzes e projeções especiais promovem uma imersão ao universo sborniano.

    Foto: Wanderlei Oliveira/ Divulgação

    SERVIÇO

    O QUE: A Sbørnia Kontra´Atracka – 40 anos de Sbørnia

    DATA:  27, 28 e 29 de setembro

    HORÁRIO: sexta e sábado às 20h / domingo às 18h

    LOCAL:  Theatro São Pedro (Praça Marechal Deodoro, s/n°) 51 32275100

    INGRESSOS:

    Plateia e cadeira extra: R$ 160,00
    Camarote central: R$ 150,00
    Camarote lateral: R$ 100,00
    Galeria: R$ 70,00

    Foto: Edson Filho/ Divulgação

    COMPRA PELO SITE:

    https://www.teatrosaopedro.rs.gov.br

    Pontos de venda física: apenas 2h antes do evento

    Descontos Obrigatórios
    50% para idosos com idade igual ou superior a 60 anos;
    50% para estudantes em até 40% da lotação do teatro:
    – até 15 anos mediante RG;
    – acima de 16 anos portando carteira da UGES, UEE, UNE;
    50% para jovens entre 16 e 29 anos, pertencentes a famílias de baixa renda, mediante comprovação de matrícula CADÚNICO;
    50% para pessoas com deficiência, inclusive seu acompanhante quando necessário, e doadores de
    sangue.
    Outros descontos
    50% para artistas com registro profissional e regulamentado na carteira de trabalho
    50% para até 50 associados da da AATSP Clube do Assinante ZH (50% assinante e acompanhante) Unimed (50% cliente e acompanhante)

    Foto: Nilton Santolin / Divulgação

    FICHA TÉCNICA

    Criação e direção geral: Hique Gomez

    Arranjos e atuação: Hique Gomez e Simone Rasslan

    Elenco de apoio: Cláudio Levitan, Tales Melati e Gabriella Castro Projeções visuais: Rique Barbo

    Desenho de iluminação: Heloiza Averbuck

    Engenharia de som: Edu Coelho

    Assistente de produção: Camila Franarin

    Assistente técnico: Rafael Pacheco

    Camareira: Nelli Schineider

    Preparadora vocal: Ligia Motta

    Redes Sociais: Pamela Bau

    Assessoria de Imprensa:  Adriano Cescani (51) 99664.4888

    Empresa de Som/Luz – Alternativa Som e Luz

    Painel Led – WB Painéis de Led

    SbørniaProjectus® Criado por Hique Gomez e Nico Nicolaiewsky para Tangos e Tragédias.

    DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: Marilourdes Franarin (51) 999716021

    Foto: Edson Filho/ Divulgação

    PATROCINIO MASTER – RIO GRANDE SEGUROS E PREVIDENCIA, ICATU SEGUROS E SICREDI

    APOIO: CLUBE DO ASSINANTE ZH, RBSTV, GRUPO IMOBI, SWEET BROWNIE, ATIVA, UNIMED, NAPALM ESTUDIO 3D

  • No casarão restaurado, a memória de Bento Gonçalves e seu tempo

    No casarão restaurado, a memória de Bento Gonçalves e seu tempo

    Desde sábado, 14/9, está aberta a exposição “Bento Gonçalves – seu tempo e lugar”, no casarão* em que viveu o líder farroupilha, hoje restaurado e transformado em Museu do Parque Histórico General Bento Gonçalves, no município de Cristal, na região Sul do Estado.

    Objetos, quadros, fotografias resgatam memórias do homem e do contexto em que ele viveu.

    O acesso é pela Rodovia BR 116, Km 423, e está aberta à visitação de terça-feira a domingo, inclusive feriados, das 10h às 17h, sem fechar ao meio-dia.

    A Secretária de Estado da Cultura, Beatriz Araujo, abriu a exposição. Foto: Solange Brum | Ascom Sedac

    “Esta casa é um templo das virtudes cívicas do gaúcho”, disse o historiador Miguel do Espírito Santo, diretor do Instituto Histórico, parceiro do evento,

    “O local é sagrado não apenas por ter sido um recanto habitado por Bento Gonçalves, mas também porque a origem do Rio Grande heroico foi plantada aqui”.

    Segundo Espírito Santo, “Bento, ao longo de toda a sua história de vida, buscou promover a afirmação dos direitos individuais e elevar o nosso Estado ao protagonismo nacional no que se refere ao federalismo e ao movimento constitucionalista”.

    O projeto, da Tangram Arquitetura e Design,  custou R$ 136 mil e em sua execução foram gastos R$ 962 mil.

    Os recursos sairam do programa Avançar na Cultura, do governo do Estado.

    O Parque Bento está na antiga sede da Sesmaria do Cristal, que o alferes Joaquim Gonçalves da Silva, pai de Bento,  ganhou do rei  Dom João VI.

    As terras foram desapropriadas pelo governo do Estado em 1972, e foi criado o parque público, com a construção de uma réplica do casarão sede. Essa foi a edificação restaurada agora.

     

  • “Transmutação Urbana”, show da Bate Sopra, comemora os 10 anos do grupo instrumental

    “Transmutação Urbana”, show da Bate Sopra, comemora os 10 anos do grupo instrumental

    A fanfarra integra a Mostra de Artes Cênicas e Música do Teatro Glênio Peres e terá apresentações gratuitas dias 27 e 28 de setembro, às 19h

    Bate Sopra por @vitoriaproenca/ Divulgação

    A Bate Sopra é uma fanfarra formada por instrumentos de sopros e percussão que, desde 2014, vem conquistando o público por onde passa. Vencedora do Festival de Música de Porto Alegre com a música “Ventania”, na categoria Música de Rua, em 2019, se consolida no cenário da música instrumental e independente, colorindo as ruas de Porto Alegre de amarelo e roxo e expressando sua musicalidade contagiante. Transmutação Urbana, o show que apresentará no Teatro Glênio Peres, dias 27 e 28 de setembro, celebra o caos urbano convidando o público para uma imersão sonora, cênica e sensorial, a partir da apresentação de um repertório autoral assim como algumas releituras de músicas que são influências importantes para o grupo. Os shows tem entrada franca e integram a Mostra de Artes Cênicas e Música, já tradicional deste teatro. As senhas podem ser retiradas no local dias 23, 24 e 25 de setembro, das 14h às 17h.

    Com músicas inteiramente instrumentais, a Bate Sopra executa gêneros musicais como cumbia, ska, levadas brasileiras e techno. Em seu repertório atual, constam músicas como Jacarandá, Imersão, Retorno a Marte, Olha a Chuva, Skalamaior, Ventania, Floriana (todas autorais da Bate Sopra), além de releituras de composições de fanfarras nacionais e internacionais.

    São muitas histórias e pessoas envolvidas que estiveram presentes ao longo desses anos da Bate Sopra. Dos ensaios nas manhãs ensolaradas na Redenção, passando por shows e festas, participação nos Honks pelo Brasil afora, festivais de música, os incontáveis dias dentro de estúdios gravando e eternizando suas músicas para espalhar aos quatro cantos do país. Sim, a Bate Sopra tem muita coisa pra trocar, pra mostrar e emocionar. Para a Bate Sopra a rua é um palco muito importante. De cortejo em cortejo, o coletivo atravessa a cidade e também é atravessado por ela.

    O grupo instrumental. Foto: Aruna Cruz/ Divulgação

    Ao longo da sua caminhada já se apresentou nas ruas e em diversos espaços culturais no RS, SP, RJ e BSB. Em 2023 lançou seu primeiro EP chamado “Transmutação Urbana”. Este trabalho, que conta com cinco faixas autorais, foi produzido e gravado em conjunto com o coletivo Pedra Redonda em Porto Alegre e abriu as celebrações dos 10 anos de atividades ininterruptas, marcando cada vez mais o espaço da fanfarra na cena da música instrumental independente. Essa junção de fatores musicais, somada à ocupação dos espaços públicos com alegria e luta, fazem com que a Bate Sopra mova centenas de pessoas nas suas apresentações, sendo carinhosamente chamada por seu público como a fanfarra mais querida da cidade.

    Bate Sopra. Foto: Aruna Cruz/ Divulgação

    Sobre os artistas:

    AMADEU MEDINA (timbal e congas). Músico e percussionista nos tambores de mão da Bate Sopra. Oriundo de Cabo Verde, iniciou sua carreira musical em Porto Alegre no ano de 2012. Desde 2013 é arte-educador na Oficina de Percussão da Turucutá. Atualmente é músico das bandas Turucutá e Chamegado Carimbó. Faz parte ainda do projeto Batucada SA.

    CARÓLIS (ganzá, meia lua, agogô, agbê, triângulo e guiro). Percussionista nos blocos Avisem a Shana que Sábado Vai Chover e Bloco da Laje, Carólis iniciou sua trajetória musical em 2014, estudando instrumentos percussivos, melódicos, teoria e percepção musical. Em 2016 se juntou à fanfarra Bate Sopra.

    DANIELA GARCIA (trompete e eufônio). É mestra em música (University of Massachusetts). Diretora artística do Encontro Pernambucano de Metais, Sopra Metais – Brazilian Brass Festival e do musical Wiz Wham Alakazam. Atualmente é professora de música nas escolas Maple Bear e Aldeia da Fraternidade, estudante da Escola da OSPA, cursando Especialização em Educação Musical pela UERGS e integrante nos grupos O Fabuloso Concerto e Bate Sopra.

    GABI LUZZI (trompete). É historiador formado na UFRGS, músico multi-instrumentista, compositor, arranjador e professor. Começou sua carreira musical em 2013 e nesse tempo já participou de diversos grupos musicais na cidade de Porto Alegre. Atualmente é trompetista na Fanfarra Bate Sopra, Cosmobloco e na Turucutá. Atua também como Professor de trompete e de teoria e percepção musical no seu projeto Colmeia e na ONG Misturai na Vila Planetário.

    GUSTAVO DUBOIS (tuba). Educador físico, músico e entusiasta do carnaval de rua, é tubista na fanfarra Bate Sopra e também compõe outros coletivos artísticos musicais, como o Cosmobloco. Atua na organização do Honk!Poa, festival de fanfarras ativistas que acontece na cidade de Porto Alegre e em diversas cidades do Brasil e do mundo.

    JP SILIPRANDI (saxofone alto e soprano). Músico instrumentista, compositor e professor de saxofone, Jp Siliprnadi tem relação com a música desde os 12 anos de idade e hoje atua como instrumentista em diversos projetos musicais de Porto Alegre, tendo a Fanfarra Bate Sopra como o seu principal, onde trabalha compondo, produzindo e tocando saxofone. Também faz parte do Grupo Mu, um espetáculo cênico-musical infantil.

    LÍVIA TABERT (surdo, caixa e timbal). É musicista autodidata e arte educadora há 20 anos. Frequentou alguns espaços de ensino formal em música como o conservatório Pablo Komlós e o curso técnico em instrumento musical do IFRS. Atualmente é educadora em projetos sociais, culturais e dá aulas particulares de teoria e percepção musical. Além disso, atua como instrumentista independente e acompanha diversos artistas e grupos presentes na cena musical de Porto Alegre.

    MARTIN WEILER (trombone). Atua em shows, espetáculos e projetos culturais como músico percussionista, trombonista, coralista, instrumentista e arranjador. Ministra oficinas de percussão no projeto cultural da Turucutá, é diretor musical e idealizador do espetáculo Cosmobloco e ministra oficinas de Sopros direcionado para coletivos e fanfarras. Músico integrante dos grupos: Cachaça de Rolha, Turucutá, Bate Sopra. É Bacharel em Música pela UFRGS, formado em 2018 e Licenciando pela mesma universidade.

    PEDRO SOUZA (bateria). É músico e baterista da Bate Sopra. Iniciou sua jornada musical em meados dos anos 2000, e atualmente participa dos coletivos musicais Avisem a Shana que Sábado Vai Chover, Axé que Enfim, Bloco da Laje e Cosmobloco. Atua ainda como voluntário no planejamento e organização de projetos culturais junto a ONG Misturaí de Porto Alegre.

    VINÍCIUS ÁVILA (sax tenor). Frequentador assíduo de blocos de rua e ocupações de espaços públicos, o primeiro instrumento que teve contato foi a flauta transversal, migrando ao final de 2017 para o saxofone tenor. Em 2018 participou da estreia do Cosmobloco – A Vaca Abduzida, participando ainda do Bloco da Laje e finalmente vindo a compor o naipe de sopros da Bate Sopra!

    Ficha técnica:

    Amadeu Medina – timbal e congas

    Carólis – ganzá, meia lua, agogô, agbê

    Daniela Garcia – trompete e eufônio

    Gabi Luzzi – trompete

    Gustavo Caspani – tuba

    Jp Siliprandi – sax alto

    Livia Tabert – surdo

    Martin – trombone

    Pedro Souza – bateria

    Vinicius Ávila – sax tenor

    TRASMUTAÇÃO URBANA – Bate Sopra 10 anos

    Dias 27 e 28 de setembro, às 19h

    Teatro Glênio Peres – Av. Loureiro da Silva, 255 – Centro Histórico

    Entrada franca

    Retirada de senhas dias 23, 24 e 25 de setembro, das 14h às 17h, no local

    Produção e realização: Bate Sopra

    Redes:

    https://www.instagram.com/batesopra/

  • Grupo “Cuidado com Mancha promove Gole Amigo – Juntos pelo Marcos Vaz

    Grupo “Cuidado com Mancha promove Gole Amigo – Juntos pelo Marcos Vaz

    O Grupo Cuidado que Mancha promove neste sábado, dia 14 de setembro, a partir das 19h, um encontro cultural-afetivo em prol do técnico Marcos Vaz que foi atropelado, há um mês, enquanto andava de bicicleta e o motorista fugiu. Agora enfrenta um longo e desafiador processo de recuperação. Para ajudá-lo a cobrir os custos médicos e dar o suporte necessário, o coletivo organizou o evento solidário Gole Amigo – Juntos pelo Marcos Vaz.
    Uma noite de música boa com Bárbara Borges, César Hack, Claudio Veiga, Cristiano Hanssen e Raquel Grabauska. Boas energias, comidinhas gostosas, bebidas geladas e aquele clima solidário que só os amigos sabem proporcionar. Uma reunião em um ambiente acolhedor para brindar à vida, compartilhar histórias e, claro, fazer a diferença na vida do Marcos, que tanta diferença faz nas nossas vidas.Como apoiar:
    – Participando do evento: Adquire teu ingresso e vem passar essa noite importante conosco.
    – Contribuição via Pix: Se não puderes comparecer, podes colaborar com qualquer valor pelo Pix arribamarcoveio@gmail.com (conta em nome de Raquel Grabauska, duplamente comadre, colega de trabalho e amiga há mais de 30 anos).

    Destinação: o valor arrecadado será usado para comprar cadeira de rodas específica para o caso do Marcos, comprar fraldas, medicações, pagar cuidadoras, fisioterapia.

    Data: 14 de setembro
    Horário: A partir das 19h
    Local: Espaço Cuidado que Mancha
    Endereço: Rua Damasco, 162 – Bairro Azenha
    Ingressos: A partir de R$ 30,00, com a opção de contribuição adicional.

    https://www.sympla.com.br/gole-amigo—juntos-pelo-marcos-vaz__2634638

    Todo apoio é essencial para a recuperação do Marcos. Tua presença (ou contribuição) faz toda a diferença. Vamos juntos nessa corrente pela vida!

  • O inconfundível traço de Marcelo Hübner, na Bublitz Galeria de Arte

    O inconfundível traço de Marcelo Hübner, na Bublitz Galeria de Arte

     

    O inconfundível traço de Marcelo Hübner estará em destaque na Bublitz Galeria de Arte. A exposição “Multiplicidade” tem vernissage no sábado, 14 de setembro, das 11h às 13h, e fica no espaço até o dia 11 de outubro. A galeria está localizada na Av. Neusa Goulart Brizola, 143, em Porto Alegre. Entrada franca.

    Ao todo, serão apresentadas 30 obras do artista. Conhecido pelas séries “Floristas”, “Banhistas” e “Urbanos” e “Jornais Florais”, presentes na exposição, Hübner apresenta também as “Paisagens Gaúchas”, com a retomada das origens com os cenários do Rio Grande do Sul expressos na grandiosidade dos campos e dos pampas. Nessas obras, estão presentes as colheitas, os animais e as paisagem rurais que compõem a beleza do Estado. Na exposição, o artista também traz duas novidades: a série “Jardins Tropicais”, com suas folhas características, sua exuberância, em diversos tons de verde; e a série “Vívidas”, com figuras femininas, de teor intenso e ardente, que trazem um raio vívido de esperança para as telas.

    O artista visual Marcelo Hübner – Foto: Sérgio Ordobás/ Divulgação

    “A escolha do nome da exposição partiu do próprio significado da palavra, que também tem relação com minha produção. Multiplicidade é aquilo que é diverso, que existe em abundância, que é exuberante, multifacetado, como nossas praias, nossas paisagens gaúchas e as florestas tropicais. Nas cores, eu revelo o vigor dessa natureza”, conta Hübner. “Desde as tradicionais banhistas, eu abri o leque de inspirações e posso dizer que sou um artista de múltiplos temas, que se refletem nessa mostra”, conclui.

    ” Banhistas”. Obra de Marcelo Hubner/ Foto:  Sergio Ortobás/ Divulgação

    Ao lado da Galeria Bublitz, o artista vem percorrendo o Rio Grande do Sul levando suas criações e, muitas vezes, fazendo pinturas ao vivo. Suas obras já conquistaram o interior do Estado e o litoral, integrando exposições em espaços culturais de Alegrete, Bagé, Caxias do Sul, Santa Cruz do Sul, Uruguaiana, Novo Hamburgo, Atlântida, Capão da Canoa, entre outras

    “Floristas . Obra de Marcelo Hubner/ Foto:  Sergio Ortobás/ Divulgação

    SERVIÇO

    “A Multiplicidade de Marcelo Hübner”
    Local: Bublitz Galeria de Arte
    Endereço: Av. Neusa Goulart Brizola, 143
    Período: 14 de setembro a 11 de outubro
    Vernissage: 14 de setembro, das 11h às 13h
    Visitação: segundas às sextas, das 10h às 18h, e sábados, das 10h às 13h