Autor: da Redação

  • Di Cavalcanti e Burle Marx, entre outros grandes nomes, em três mostras na Galeria Duque

    Di Cavalcanti e Burle Marx, entre outros grandes nomes, em três mostras na Galeria Duque

    • Grandes nomes da arte como Di Cavalcanti, Danúbio Gonçalves, Iberê Camargo, Tarsila do Amaral, Anitta Malfatti e Tomie Ohtake integram exposição que inaugura no dia 27 de agosto. A galeria também recebe obras das pioneiras Amelia Pastro Maristany e Amelia Maristany Meyer e da artista contemporânea gaúcha Rosa Lops Susin. São três exposições simultâneas na Galeria Duque

    Um encontro marcado com a arte através dos séculos. No sábado, 27 de agosto, das 14h às 16h, a Galeria Duque (localizada na Rua Duque de Caxias, 649, no Centro Histórico de Porto Alegre) inaugura três exposições. Em “Cor e Poesia”, que ocupa os dois primeiros andares do espaço, são apresentadas obras do acervo de grandes nomes da arte do Brasil e do mundo com curadoria de Daisy Viola. No terceiro andar, a mostra “As Duas Amélias” destaca o trabalho das artistas pioneiras Amélia Pastro Maristany e Amélia Maristany Meyer, com curadoria do casal de também artistas Sílvia e Rogério Livi.  A artista Rosa Lops Susin ocupa o quarto andar da Galeria Duque com a “Trilogia da Imagem”, em obras que tratam das questões femininas em pinturas repletas de cores, texturas e riqueza de detalhes. A exposição fica em cartaz até o dia 15 de outubro, com entrada franca.

    Carybé/ Divulgação

    “Cor e Poesia” representa a oportunidade de conferir obras de artistas célebres como Aldemir Martins, Aloísio Carvão, Anita Malfatti, Antonio Poteiro, Beatriz Milhazes, Bonadei, Burle Marx, Carybé, Claudio Tozzi, Cicero Dias, Danúbio Gonçalves, Di Cavalcanti, Eduardo Vieira da Cunha, Eli Heil,Glênio Bianchetti, Guignard, Iberê Camargo, Manoel Santiago, Milton da Costa, Orlando Teruz, Rapoport, Sanson Flexor, Tarsila do Amaral e Tomie Ohtake.

    Brinco de Princesa – Amelia Pastro Maristany/ Divulgação

    “Essa exposição reúne trabalhos de artistas de tempos, lugares, e linguagens distintas. A função de realizar uma curadoria me permite traçar fios condutores de trabalhos e pessoas que me chamam a atenção por características que as unem. São recortes que se fazem na vida, no tempo, no olhar”, conta a curadora Daisy Viola. “Ao analisar o acervo para essa exposição, o que me ‘puxou o olho’ foi a delicadeza de cada fazer, em linguagens diferentes, nas cores das pinturas e na incidência da luz sobre o papel e em outras superfícies diversas”, complementa.

    Porto Alegre vista da ilha do Uniâo – Amelia Maristany Mayer

    Uma reverência às mulheres

    Também imperdível, a exposição “As Duas Amelias, artistas pioneiras”, comemora 100 anos do casamento da porto-alegrense Amelia Pastro com o pintor espanhol Luis Maristany de Trias e revela duas artistas pioneiras com nome Amelia e Maristany. A mãe, Amelia Pastro, tinha nas flores a sua marca registrada, que encantou até Angelo Guido: “Não sei de outro artista nosso que tenha penetrado com mais sutileza o segredo de pintar flores e que tenha conseguido a sensação de naturalidade, de vibração cromática e de vida que há nos quadros dessa brilhante pintora”, disse por ocasião da exposição da artista no Instituto de Belas Artes de Porto Alegre, em 1938. A filha Amélia Maristany Mayer, que também era bailarina, unia duas de suas paixões na arte, com paisagens, retratos e temas coreográficos. Juntas, expuseram em São Leopoldo (1947), Rio Grande (1948) e Caxias do Sul (1953) e agora, em 2022 estão unidas novamente nessa mostra histórica na Galeria Duque.

    Obra de Rosa Lops Susin/ Divulgação

    Na “Trilogia da Imagem”, a artista gaúcha Rosa Lops Susin expõe suas pluralidades em três módulos, que mesclam realismo e imagens contemporâneas, interligadas com o objetivo de instigar o observador. Em “Criação Realista”, a inspiração parte da fotografia, que é reproduzida em acrílica sobre tela, aquarelas e técnicas mistas. O empoderamento feminino, a força, a liberdade e a pluralidade da mulher em cores vibrantes e olhares marcantes apresentados em mistura de texturas e detalhes são retratados no módulo “Realista Espontânea”. Por fim, em “Figura Imaginária ou Contemporânea”, a artista mostra as relações que se estabelecem entre as cores, o equilíbrio e os traços em imagens figurativas.

    Obra de Rosa Lops Susin/ Divulgação

    SERVIÇO

    “Cor e Poesia” e “As Duas Amelias: Artistas Pioneiras” e “Trilogia da Imagem”

    Local: Galeria e Espaço Cultural Duque

    Endereço: Duque de Caxias, 649 – Centro Histórico – Porto Alegre

    Vernissage: sábado, 27 de agosto, das 14h às 16h

    Período da exposição: de 27 de agosto a 15 de outubro

    Horário de funcionamento: segunda à sexta-feira, das 10h às 18h | sábados, das 10h às 17h. Entrada Franca

  • Obras de 40 artistas visuais gaúchas no Museu Oscar Niemeyer, de Curitiba

    Obras de 40 artistas visuais gaúchas no Museu Oscar Niemeyer, de Curitiba

    Caráter feminista está presente em muitos dos trabalhos selecionados pela curadora Ana Zavadil

    Obra de Rosane Morais/ Divulgação

    A exposição Fora das Sombras – Novas Gerações do Feminino na Arte Contemporânea, montada pela curadora Ana Zavadil no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, apresenta obras de 40 artistas visuais gaúchas. A abertura aconteceu nesta quinta-feira (18/08), às 13h, na Sala 11, onde a mostra permanecerá até 27 de novembro.

    O MON, como também é conhecido, foi projetado pelo célebre arquiteto brasileiro que lhe dá nome e é considerado o maior museu da América Latina. Em funcionamento desde 2002, tem cerca de 35 mil metros quadrados de área construída, metade da qual destinada a espaço expositivo.

    Obra de Silvia Brum/Divulgação

    Fora das Sombras é composta de 140 trabalhos de autoria de algumas das artistas mais prestigiadas no Rio Grande do Sul na atualidade. “É um conjunto de obras com qualidade excepcional que legitima a produção de artistas mulheres e apresenta uma nova forma de o visitante extrair uma experiência única do aparato museológico, das obras e da relação entre elas”, avalia a curadora.

    Obra de Ana Norogrando./ Divulgação

    Na opinião de Zavadil, “a arte deve potencializar a militância artística coletiva pela busca de respeito, igualdade e diversidade, atravessar de uma vez por todas o denso muro que separa ignorância e valores do sistema patriarcal, bem como reconhecer a qualidade indiscutível da obra de mulheres e o seu lugar na sociedade como um todo, em que ela deve andar pari e passu com o homem e não mais à sua sombra”.

    Obra de Rosane Morais/ Divulgação

    Ex-curadora chefe do Margs (Museu de Arte do RS) e do MAC (Museu de Arte Contemporânea), ela ressalta que as obras da mostra se constituem em fonte de resistência e poder dentro do cenário vigente da produção de artistas mulheres, muitas com caráter feminista.

    Ana Zavadil explora a temática em foco há oito anos. Em 2014, realizou no Margs a exposição “Útero, Museu e Domesticidade – Gerações do Feminino na Arte”; e, em 2018, no MAC, montou a mostra “Placentária”.  “Atenta à luta das artistas, pretendo continuar realizando exposições que evidenciem os seus trabalhos e possam lhes dar o reconhecimento e a visibilidade como artistas para que suas obras se situem não à margem, mas no centro e sejam incluídas na História da Arte do Rio Grande do Sul e do Brasil”, afirma ela, que foi também curadora-assistente da 10ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul (2015).

    Obra de Lucy Copstein/ Divulgação

    ARTISTAS PARTICIPANTES

    Alexandra Eckert, Ana Flores, Ana Norogrando, Ananda Kuhn, Andréa Bracher, Beatriz Dagnese, Bina Monteiro, Clara Figueira, Clara Koppe, Claudia Sperb, Dani Remião, Esther Bianco, Fernanda Martins Costa, Graça Craidy, Helena D’Ávila, Heloísa Biasuz, Juliana Veloso, Jussara Moreira, Kelly Wendt, Kika Costa, Laura Ribeiro, Lisi Wendel, Lucy Copstein, Magna Sperb, Mara Galvani, Marina Ramos, Maristela Winck, Milene Gensas, Myra Gonçalves, Natalia Bianchi, Rosane Morais, Rosirene Mayer, Sandra Gonçalves, Silvia Brum, Simone Barros, Simone Bernardi, Susan Mendes, Susie Prunes, Umbelina Barreto, Vera Reichert.

    Obra de Ana Flores/ Divulgação

    SERVIÇO

    Exposição coletiva Fora das Sombras – Novas Gerações do Feminino na Arte Contemporânea: 40 artistas participantes – Sala 11

    Curadoria: Ana Zavadil

    Museu Oscar Niemeyer

    Rua Marechal Hermes, 999

    Centro Cívico. Curitiba

    F: 55 41 3350.4400

    Terça a domingo

    10h às 17h30 (permanência até 18h)

    Ingressos:

    R$ 30,00

    R$ 15,00 (meia-entrada)

    www.museuoscarniemeyer.org.br

    -Crédito das imagens das obras: Divulgação das respectivas artistas

  • Livro “G.E. Tupi, sonho de guris”, relembra futebol na época da infância, nos anos 1960

    Livro “G.E. Tupi, sonho de guris”, relembra futebol na época da infância, nos anos 1960

     

    A editora Escuna lança o livro “G.E Tupi, sonho de guris” que reúne textos do jornalista Flávio Dutra e um grupo de amigos sobre experiências futebolísticas de infância e pré- adolescência. O lançamento, acontece terça-feira, dia 23, no restaurante São Rafael, avenida Protássio Alves 2720.
    O texto de divulgação apresenta:
    “Tupi foi um time formado nos anos 60 e agora três amigos se reúnem para contar esta linda de história.
    Prefácio do Fogaça: Meninos, E O VALOR DA AMIZADE
    Sobre o assunto de que vamos falar aqui, só acredite em quem tiver mais de 60 anos. Se tiver 70, melhor: jogar bola nos anos 60, nos paralelepípedos do bairro Petrópolis – bola nova, velha, esfarrapada, murcha, não importava – era uma experiência simplesmente incomparável. Parar para os carros? Quem se importava? Segurar a bola enquanto a senhora grávida passava? Nobre obrigação. Esfolar o joelho na pedra do chão no primeiro encontro contra o zagueiro? Tirava-se de letra.
    Jogar bola na rua era a diversão máxima da primeira adolescência dos caras que circulavam pelas ruas do bairro Petrópolis, no início da segunda metade do século passado, precisamente num lugar especial do planeta que era o imenso quadrilátero urbano situado entre a Ivo Corseuil e o ponto de confluência Protásio—João Abbott—Santos Neto. De sapato, tênis, chinelo ou de pé no chão. Nas férias, então, a gente começava cedo e adentrava a noite. Nada de escolinha de futebol, nada de treinador, nada de juiz ou de apito. Lateral só se batia se a bola caísse para além dos muros da vizinhança, ocorrência de falta só se resolvia no consenso.”
  • Jazz, samba e choro com Lucas Brum Quinteto, no Espaço 373

    Jazz, samba e choro com Lucas Brum Quinteto, no Espaço 373

     

    Neste sábado (20), Lucas Brum Quinteto sobe ao palco do Espaço 373. O grupo é formado por Lucas Brum (guitarra elétrica), Cristiano Ludwig (sax tenor e soprano), Leonardo Bittencourt (piano), Mateus Albornoz (baixo acústico) e Mano Gomes (bateria),

    O conjunto circula com uma apresentação que tem a música brasileira e a interação como protagonistas. se misturam com improvisação em temas originais. O ritmo acaba se tornando um sexto elemento do grupo, uma vez que as explorações de compassos e as células rítmicas são constantes nos arranjos assinados pelo guitarrista.

    SERVIÇO
    Lucas Brum Quinteto
    Quando: 20 de agosto | Sábado | 21h
    Onde: Espaço 373 (Rua Comendador Coruja, 373 – Bairro Floresta)
    Ingressos: R$ 35 a R$ 100
    Ingressos antecipados: https://www.sympla.com.br/evento/lucas-brum-quinteto/1678867

    Ingresso Amigo: R$ 35
    Ingresso Mui Amigo: R$ 45
    Ingresso 373: R$ 55
    Ingresso Apoiador da Arte: R$ 65
    Ingresso Patrocinador da Arte: R$ 100 (tornar um novo espaço colaborativo do Distrito Criativo)

    Informações: (51) 9 81423137 ou (51) 9 98902810

  • “Trago Sorte Mentira & Morte” está de volta no Teatro Renascença

    “Trago Sorte Mentira & Morte” está de volta no Teatro Renascença

    Espetáculo estará em quatro apresentações, de 18 a 21 de agosto. Durante a temporada, o grupo vai receber doações de alimentos para a Casa Mirabal e oferecer ingressos sociais.

    Um dos mais concorridos espetáculos do ano está de volta e com opções de ingressos sociais e ação solidária. O Grupo Cerco traz ao Teatro Renascença sua mais recente montagem: a opereta-rock “Trago Sorte Mentira & Morte”. Desde sua estreia, a peça foi apresentada em duas temporadas, uma no Bar Agulha e outra no Theatro São Pedro, ambas com sessões lotadas e fila de espera. Encerrando as apresentações do ano em Porto Alegre e para atender às solicitações do público, o espetáculo volta ao palco, desta vez no Teatro Renascença, em quatro apresentações, nos dias 18, 19, 20 e 21 de agosto, quinta a sábado às 20 horas e domingo às 18 horas.

    Os ingressos estão sendo vendidos no Sympla pelo link https://www.sympla.com.br/evento/trago-sorte-mentira-morte/1662469 com opções de R$ 30,00 a R$ 60,00, sendo disponível um lote solidário, para pessoas que não se enquadram na categoria de meia-entrada, no valor de R$ 35,00 mediante a doação de 1kg de alimento não perecível. As doações serão destinadas à Casa de Referência da Mulher – Mulheres Mirabal.

    A temporada também tem como objetivo contribuir para a formação de plateia e para isso disponibilizará um lote de convites sociais para estudantes de baixa renda e instituições de acolhimento. A distribuição ocorrerá mediante reserva e agendamento de grupo pelo telefone (51) 98209.1414, com a produção do espetáculo.

    Sinopse

    Em um bar decadente, personagens boêmios vivem imersos em bebidas, jogos e sedução. Nesse ambiente degradado lutam por sua sobrevivência e pelo seu prazer. Trago Sorte Mentira & Morte é uma opereta rock repleta de malandragem e feitiçaria onde a ganância mortal encontra a morte e o sobrenatural.
    Valentin, um trambiqueiro malandro, e Tom, um trapaceiro de jogos de azar, têm seu caminho cruzado por Marquito, um político argentino, e Lívia, uma sedutora femme fatale. Interessados pelas habilidades de Valentin, Marquito e Lívia o inserem no mundo da política ambicionando o enriquecimento. O encontro entre as personagens desencadeia uma disputa por dinheiro, poder e pelo questionável amor de Lívia.

    Trago Sorte Mentira & Morte é o quinto espetáculo de repertório do Grupo Cerco, coletivo teatral com quatorze anos de trajetória e diversos projetos e prêmios em sua bagagem. Com texto e canções originais de Celso Zanini, integrante do grupo, a peça escrita em rimas e repleta de comicidade conta com a direção musical de Simone Rasslan e direção cênica de Inês Marocco e Kalisy Cabeda.

    Duração: 120 minutos

    Classificação: 14 anos

    | SERVIÇO |

    Trago Sorte Mentira & Morte ~ Teatro Renascença

    Datas: 18, 19, 20 e 21 de agosto

    Horário: quinta a sábado às 20 horas e domingo às 18 horas

    Local: Teatro Renascença – Av. Erico Veríssimo, 307 – Menino Deus – Porto Alegre/RS – Estacionamento no local
    Duração: 120 minutos
    Classificação: 14 anos

    | INGRESSOS NO SITE DA SYMPLA |

    Lote solidário mediante a doação de 1kg de alimento não perecível: R$ 35,00

    Inteira: R$ 60,00

    Meia-entrada: R$ 30,00

    DESCONTOS OBRIGATÓRIOS:

    50% para idosos com idade igual ou superior a 60 anos;
    50% para estudantes em até 40% da lotação do teatro:
    – até 15 anos mediante RG;

    – acima de 16 anos portando carteira da UGES, UEE, UNE;

    50% para jovens entre 16 e 29 anos, pertencentes a famílias de baixa renda, mediante comprovação de matrícula CADÚNICO;

    50% para pessoas com deficiência, inclusive seu acompanhante quando necessário;

    50% para classe artística mediante apresentação de DRT.

    Reservas e agendamentos para cota de convites sociais: (51) 98209.1414
    Mais informações para o público: (51) 3289.8066 / (51) 3289.8067 com a equipe do Teatro Renascença

    **  Não será permitida a entrada após o início do espetáculo, não havendo troca nem devolução do ingresso.

    FICHA TÉCNICA

    Criação coletiva: Grupo Cerco

    Direção Cênica: Inês Marocco e Kalisy Cabeda

    Direção Musical e Preparação Musical: Simone Rasslan

    Dramaturgia: Celso Zanini

    Elenco: Anildo Böes, Bruno Fernandes, Camila Falcão, Elisa Heidrich, Manoela Wunderlich, Martina Fröhlich, Philipe Philippsen

    Banda: Frigo Mansan, Gabriela Lery, R. Fernandez

    Composição Original das Canções: Celso Zanini e Sanatório Rock Blues

    Arranjos: Frigo Mansan, Gabriela Lery, R. Fernandez e Simone Rasslan

    Cena Sonora Original: Grupo Cerco e Banda

    Desenho de Luz: Ricardo Vivian

    Operação de Luz: Roger Santos

    Desenho de Som: Rodrigo Rheinheimer

    Cenografia: Rodrigo Shalako

    Concepção de Figurinos: Valquíria Cardoso

    Confecção de Figurinos e Adereços: Valquíria Cardoso, Alex Limberger e Mari Falcão

    Maquiagem: Anildo Böes, Camila Falcão, Manoela Wunderlich e Martina Fröhlich

    Preparação Corporal: Anildo Böes e Manoela Wunderlich

    Preparação Vocal: Philipe Philippsen e Simone Rasslan

    Programação Visual: Marina Kerber

    Gestão de Redes Sociais: Elisa Heidrich

    Fotos para Divulgação: Adriana Marchiori

    Assessoria de Imprensa: Tatiana Csordas

    Produção e gestão: Daniela Lopes / Cardápio Cultural

    Apoio: Copystar, Grupo Press e Pastel com Borda

    Realização: Grupo Cerco

    SOBRE O GRUPO CERCO

    Coletivo de artistas de Porto Alegre, atualmente formado por 15 profissionais, o Grupo Cerco tem no teatro contemporâneo a sua principal linguagem. Apontado pela crítica como um dos destaques do teatro gaúcho desde o ano de sua estreia, sua investigação cênica resultou em um repertório de cinco espetáculos: “O Sobrado” (2008), “Incidente em Antares” (2012), “Puli-Pulá” (2015), “Arena Selvagem” (2018) e “Trago Sorte Mentira & Morte” (2022), todos premiados, com reconhecimento de público e crítica, além da participação em projetos e eventos regionais, nacionais e internacionais.

     

  • Recital gratuito na Casa da OSPA dá destaque a Piazzolla, Bernstein e outros nomes do século XX

    Recital gratuito na Casa da OSPA dá destaque a Piazzolla, Bernstein e outros nomes do século XX

    O próximo recital da Série Música de Câmara da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), fundação vinculada à Secretaria de Estado da Cultura (Sedac), une duas apresentações em uma programação única, homenageando compositores com estilos notavelmente distintos, apesar de contemporâneos. No domingo, dia 21 de agosto, às 18h, a Sala de Recitais da Casa da OSPA recebe a dupla Diego Grendene (clarinete) e Olinda Allessandrini (piano), que interpretam sonatas de Leonard Bernstein e Carlos Guastavino. Já o violonista Thiago Colombo se junta ao flautista Leonardo Winter para apresentar uma obra autoral, um tango de Astor Piazzolla e uma faixa de Diego Maximo Pujol, fortemente inspirada no folclore argentino.

    Olinda Allessandrini. Foto: Flávio Wild/ Divulgação

    Solista com a OSPA pela última vez em 2021, no espetáculo “Saint-Saëns, Soro e Martinů”, Olinda Allessandrini retorna à OSPA para tocar ao lado de seu amigo de longa data, Diego Grendene. O duo já realizou diversas apresentações em formações camerísticas e como solistas de orquestras, além de ter desenvolvido um projeto de gravação de peças para clarinete e piano no Youtube. Entre as obras publicadas no canal está a “Sonata para Clarinete e Piano”, de Carlos Guastavino (1912 – 2000), que abre o recital. Sobre o compositor argentino, Olinda comenta: “Apesar de ter nascido no Século XX, Guastavino não se aliava às novas frentes de composição, preferindo o estilo do romantismo tardio”.

    Lançada em 1942 pelo então jovem Leonard Bernstein (1918 – 1990), a “Sonata para Clarinete e Piano” é uma das obras mais interpretadas para essa combinação de instrumentos. “A sonata tem dois movimentos interligados. O primeiro tem caráter lírico e sonhador. O segundo tem ritmo sincopado, e cativa pelo caráter latino, atraindo o ouvinte pela exótica aparição dos compassos de cinco tempos”, ressalta o clarinetista Diego Grendene.

    Solista com a OSPA em 2021, no espetáculo “Piazzolla 100”, Thiago Colombo (violão) reencontra o público da orquestra neste recital, interpretando obras para flauta e violão ao lado de Leonardo Winter (flauta), integrante da sinfônica há mais de 30 anos. O repertório inclui Astor Piazzolla (1921 – 1992), com “História do Tango, para Flauta e Violão”, e Diego Maximo Pujol (1957 -), com “Suíte Buenos Aires, para Flauta e Violão”. A homenagem a esses dois compositores argentinos se dá um dia após o “Festival OSPA pelo Mundo – Argentina”, complementando um final de semana repleto de encontros culturais com o país vizinho. O duo ainda apresenta “Canção e Dança, para Flauta e Violão”, obra autoral do violonista Thiago Colombo.

    Sobre o duo Leonardo Winter e Thiago Colombo

    Leonardo Winter é músico da OSPA desde 1990, conciliando a atividade com intensa atuação como solista, camerista e professor. Atualmente, leciona flauta transversal no Departamento de Música e do Programa de Pós-Graduação em Música da UFRGS (Mestrado e Doutorado). Apresenta-se ao lado do violonista Thiago Colombo, bacharel e mestre em música pela UFRGS e doutor pela Universidade Federal da Bahia. Thiago tem trabalhado como concertista, professor e palestrante em vários festivais de música no Brasil e internacionalmente. Atualmente, é músico e professor do Centro de Artes da Universidade Federal de Pelotas.

    Diego Grendene de Souza. Foto : Fernanda Chemale/ Divulgação

    Sobre o duo Diego Grendene e Olinda Allessandrini

    Diego Grendene é clarinetista da OSPA e diretor do Conservatório Pablo Komlós – Escola de Música da OSPA. Graduado em música pela UFRGS e mestre pela UFRJ, tem atuado como solista com a OSPA e outras orquestras, participado de gravações de CDs e trilhas sonoras de filmes. Neste recital, junta-se a Olinda Allessandrini, uma das mais destacadas pianistas do Rio Grande do Sul. Desde os 18 anos, Olinda apresenta-se frequentemente como solista junto à OSPA em repertórios que vão do barroco ao contemporâneo. A musicista já gravou um DVD, 11 CDs solo e 13 CDs como pianista convidada, e sua dedicação à produção musical no Brasil e nas Américas a proporcionou vários prêmios de destaque na área cultural.

    Série Música de Câmara 2022

    A série “Música de Câmara” foi criada em 2016 para consolidar a presença de grupos de câmara na programação da OSPA. As apresentações privilegiam repertórios diversos compostos para formações pequenas e também música contemporânea. Com entrada franca, os recitais ocorrem aos domingos, às 18h, na Sala de Recitais da Casa da OSPA. Esta é a nona edição na Temporada 2022.

    ORQUESTRA SINFÔNICA DE PORTO ALEGRE (OSPA)

     Recital da Série Música de Câmara

    Quando: domingo, 21 de agosto de 2022, às 18h.

    Onde: Sala de Recitais da Casa da OSPA (CAFF – Av. Borges de Medeiros, 1.501, Porto Alegre, RS).

    ENTRADA FRANCA

    Estacionamento: gratuito, no local.

    Classificação indicativa: não recomendado para menores de 6 anos.

    Acessibilidade: pessoas com mobilidade reduzida.

    Informações para o público: (51) 3288-1507 e 98608-0141, de segunda a sexta, das 9h às 18h.

     

    PROGRAMA

    Duo Leonardo Winter e Thiago Colombo

    Pujol, Maximo Diego | Suíte Buenos Aires, para Flauta e Violão
    I. Pompeya
    II. Palermo

    Piazzolla, Astor | História do Tango, para Flauta e Violão

    II. Café 1930

    III. Night Club 1960

    Colombo, Thiago | Canção e Dança, para Flauta e Violão

    Duo Diego Grendene e Olinda Allessandrini

    Bernstein, Leonard | Sonata para Clarinete e Piano
    I. Grazioso
    II. Andantino – Vivace e leggiero

    Guastavino, Carlos | Sonata para Clarinete e Piano

    I. Allegro deciso
    II. Andante

    III. Rondo – Allegro spirituoso

    Apresentação:

    Duo Leonardo Winter (flauta) e Thiago Colombo (violão)

    Duo Diego Grendene (clarinete) e Olinda Allessandrini (piano)

     

    Direção Artística: Evandro Matté

     

    Lei de Incentivo à Cultura

    Patrocínio da Temporada Artística: Gerdau, Alibem e Banrisul.

    Patrocinadores da Casa da Ospa: Banrisul, Vero, Panvel, Grupo Zaffari e Gerdau.

    Apoio da Temporada Artística: Dufrio e Sulgás.

    Realização: Fundação Ospa, Fundação Cultural Pablo Komlós, Secretaria da Cultura do RS, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo. PRONAC: 192458.

     

  • Os primórdios da arquitetura de Porto Alegre nos desenhos, em bico de pena, de Günter Weimar

    Os primórdios da arquitetura de Porto Alegre nos desenhos, em bico de pena, de Günter Weimar

     

    A exposição “Memória Desenhada” apresenta os desenhos em bico de pena de Günter Weimer – desenhos que inspiraram uma investigação de cunho
    histórico-artístico do olhar do arquiteto e designer sobre identidade e memória cultural de Porto Alegre(1772-1840).

    Alfândega/ Divulgação
    Ponte de Pedra/ Divulgação
    Cidade Baixa/ Divulgação
    Império do Espírito Santo/ Divulgação

    Segundo a curadoria da exposição “Desenhar é, para ele, uma forma de pensar, pesquisar e reconstruir imagens que retratam os primórdios da arquitetura de nossa cidade. Este recorte histórico apresentado através de desenhos nos transporta a um passado apagado fisicamente. Mesmo assim, a memória desenhada nos faz entender a geografia, o traçado, a implantação da cidade, orientando nosso olhar para as configurações atuais de uma urbanidade em constante transformação.”

    Muro da Cidade/ Divulgação
    Praça da Alfândega/ Divulgação
    Santa Casa/ Divulgação
    Matriz e Palácio/ Divulgação
    Cidade Baixa/ Divulgação

    SERVIÇO

    desenhos: Günter Weimer
    curadoria: Ester Meyer e Maturino da Luz
    abertura: 03 de setembro
    período: 04 de setembro à 25 de outubro de 2022
    local: Salas do Tesouro – Memorial do Rio Grande do Sul

    Cidade Baixa/ Divulgação
    Praia do Riacho/ Divulgação

     

    Cidade Baixa/ Divulgação
  • Intervenções teatrais de rua antecipam estreia da peça “E a Tia na Lareira”

    Intervenções teatrais de rua antecipam estreia da peça “E a Tia na Lareira”

     

    Personagens teatrais invadem espaços de Porto Alegre e lançam o desafio: #cadêatia. As primeiras intervenções serão realizadas nos dias 13 e 14 de agosto no Parque Germânia e na Redenção.

    A arte começa na cidade. Em homenagem aos 250 anos de Porto Alegre, o espetáculo “E a Tia na Lareira” percorre espaços da capital gaúcha antes mesmo de sua estreia. Vindos direto do interior, da fictícia Cipreste Dourado, a tia Felícia e seu marido Norberto desembarcam na rodoviária de Porto Alegre até que a tia se perde. O desafio #cadêatia vai passar por pontos turísticos da cidade, com esquetes cheias de humor, começando pelo Parque Germânia, no sábado, 13 de agosto, e na Redenção, no domingo, 14 de agosto.

    A ação que aproxima o teatro do público vai marcar presença também nas ruas do Bairro Moinhos de Vento, no Mercado Público, na feira orgânica da Redenção e no Parque Marinha do Brasil. Quem encontrar a tia Felícia será convidado a postar nas redes sociais e marcar a #cadêatia. Mais informações no perfil @eatianalareira no Instagram.

    Mercado Público, no centro da capital, é local de intervenção teatral. Foto: Divulgação

    A peça “E a Tia na Lareira” tem dramaturgia de Henrique Cambraia e direção cênica de Jardel Rocha. O espetáculo estreia em curta temporada no Teatro Unisinos, de 8 a 11 de setembro. A história também será contada em livro, com lançamento até o final de 2022.

    SINOPSE

    Na casa de número oito da fictícia cidade de Cipreste Dourado e mergulhado em reflexões involuntárias, o artista plástico Estevam Monteiro percebe não ter cumprido aquilo que se prometera na infância: jamais crescer e, caso crescesse, ter o cuidado de andar sempre de mãos dadas com a criança que foi.

    Na mentalidade teatral do anti-herói, a última pincelada – melancólica e lírica – é assassinar Heitor Leopoldo, seu amigo de infância e antiga paixão. Numa sequência de tirar o fôlego, Heitor é envenenado e escondido atrás do sofá da sala de estar de uma antiga mansão onde a decadência coteja apodrecer móveis e almas.

    É a chegada inesperada de uma senhora, a hilária e incorrigível tia Felícia Guilhermina, que demove Estevam de seu intuito inicial, vendo-se às voltas com um corpo escondido na sala, uma tia faminta que vem lanchar e uma campainha que não para de tocar e anunciar mais visitantes.

    Na peça, humor sarcástico, ritmo frenético e texto brilhante evocam questões sociais como casamento, moralidade, hipocrisia, crítica artística e o verdadeiro significado da vida, que prometem voltar um espelho maravilhoso e devastador para a plateia, em uma junção monstro-reflexo de fazer rir e causar espanto.

    “E a tia na ladeira” terá intervenções em locais da capital gaúcha. Foto: Divulgação

    E A TIA NA LAREIRA – FICHA TÉCNICA:

    Duração: 120 minutos

    Classificação etária: 12 anos

    Dramaturgia: Henrique Cambraia

    Direção cênica: Jardel Rocha

    Elenco: Ana Spohr, Diego Braun Molinardo Reis, Eduardo Schenini, Fiama Devitte, Henrique Cambraia, Jennifer Franco, João Maestri, João Thedy, Karla Quintana, Letícia Krenzinger, Leila Pereira, Manuela Thedy, Mariana Thedy, Oritz de Campos, Queli Cambraia, Rodrigo Borges de Assis,

    Bailarino convidado: Roberto Volkmann

    Coreografia: Marco Sanches

    Preparação corporal: Rosane Novôa Barbosa

    Trilha sonora original: Pedro de Los Santos

    Técnico de som: Rodrigo Rheinheimer

    Iluminação: Éverton Wilbert Vieira

    Cenografia: Rodrigo Shalako

    Figurinos: Valquíria Cardoso e Henrique Cambraia

    Maquiagem e caracterização: Gonzalo Lamego, Gustavo Dienstmann e Marina Krebs

    Projeto Gráfico: Lara Krenzinger

    Planejamento de Marketing e Comunicação: Simone Carvalho da Rosa

    Social Media: Karine Viana

    Fotos Divulgação: Karine Viana

    Imagens de Ambiente: Marcelo Valente / A arte de render

    Vídeos Divulgação: Fernando Muniz e Marcus Godoy / MOOV.art

    Site: Ju Baratojo

    Assessoria de imprensa: Tatiana Csordas

    Produção executiva: Letícia Krenzinger

    Direção de produção: Daniela Lopes / Cardápio Cultural

    Período de realização: 08 a 11 de setembro (quinta a sábado) às 20h e 11 de setembro (domingo) às 19h.Local: Teatro Unisinos – Avenida Dr. Nilo Peçanha, 1600, bairro Boa Vista

  • Oliveira Silveira é o escritor homenageado do Festival Internacional Literário de Gramado

    Oliveira Silveira é o escritor homenageado do Festival Internacional Literário de Gramado

     

    O poeta, intelectual e professor, Oliveira Silveira foi anunciado como o grande homenageado do FiliGram 2022. Na manhã de terça-feira (3), aconteceu o lançamento do FiliGram – Festival Internacional Literário de Gramado na Livraria Taverna, em Porto Alegre. Ocupando o segundo andar da Livraria, o lançamento lotou o espaço, que ostenta várias prateleiras cheias de livros, o que harmonizou com o propósito do Festival de preencher a cidade de Gramado de literatura durante os dias 2 a 11 de setembro de 2022.

    Nascido em um distrito de Rosário do Sul, Oliveira foi um dos idealizadores do Dia da Consciência Negra junto ao grupo Palmares nos anos 1970. Sua obra, principalmente os artigos e poemas, influenciou gerações de escritores e pensadores do Brasil.

    Naiara Silveira, filha do poeta, esteve no lançamento e falou sobre a importância da homenagem: “É uma emoção ver nosso pai ser homenageado nesse grande evento que será um sucesso, e dar visibilidade à obra de meu pai”. Já o escritor e pesquisador da obra de Oliveira, Ronald Augusto, lembrou que a literatura de autoria negra já existe desde o século XVIII, embora tenha sido valorizada por grandes editoras apenas nos últimos anos. “Não podemos deixar que as grandes editoras varram dos mapas selos e editoras pequenas de literatura negra. É graças a elas que agora tudo está acontecendo”, avaliou.

    Secretário de Cultura de Gramado, Ricardo Bertolucci Reginato. Foto: Jeff Rodrigues- Divulgação

    Segundo o secretário de Cultura de Gramado, Ricardo Bertolucci Reginato,  “o FiliGram foi pensado com muito carinho, para ser o mais diverso e abrangente possível e discutir as questões sociais do nosso tempo”. A estimativa é que o Festival, que também vai englobar a 25ª Feira do Livro de Gramado, atraia um público de 80 mil pessoas no espaço de 3500 m² que está sendo preparado no Lago Joaquina Rita Bier.

    Estão previstas mais de 100 atividades gratuitas, divididas em 5 eixos temáticos: Polaroid Brasil (Diversidade, sustentabilidade, futuros possíveis), Mercatto (Mercado editorial), Orgânico (Autores e leitores: engajamento digital), Campi (Academia, teoria, alegria e Digiteen (Lúdico, imagens e linguagens teens).
    Fernando Gomes, co-organizador do FiliGram ao lado de João Mendes e Enio Martins, conta que “a curadoria coletiva traz diversidade e ajuda a pensar o evento sob muitas óticas”. O corpo curatorial é formado pela Universidade Aberta do Brasil, Coletivo Sankofa, Literatura RS, Studio Patinhas, pelo escritor Eduardo Krause, pela jornalista Patrícia Viale e coordenadores do FiliGram.
    O FiliGram é uma realização da prefeitura municipal de Gramado e conta com produção da Miraceti Projetos Educacionais e Culturais e patrocínio das empresas D´Gregio, Jolimont e Mãos do Mundo, por meio do financiamento do Sistema Pró-Cultura RS. A iniciativa possui parceria com o Festival Literário Internacional FÓLIO, realizado pela cidade portuguesa coirmã de Gramado, Óbidos, pequena vila medieval reconhecida pela UNESCO como uma das 20 cidades da literatura mundial.
    Oliveira Silveira. Foto: Tânia Meinerz- Divulgação

    Sobre Oliveira Silveira

    Em seu cartão de visita, Oliveira Silveira se definia como pesquisador da cultura afro-brasileira e escritor de literatura negra. Falecido no dia 1 de janeiro de 2009, o poeta, professor e intelectual, com grande trabalho dentro do movimento negro (foi um dos idealizadores do Dia da Consciência Negra), deixou um legado vivo e que segue sendo objeto de pesquisas e influenciando novas gerações. Nascido no distrito de Touro Passo, na Serra do Caverá, em Rosário do Sul, Oliveira fez uma poesia que refletiu sobre o seu tempo e que se mostra, cada vez mais, universal.

    No início da década de 1970, Oliveira Silveira, Antônio Carlos Côrtes, Ilmo da Silva, Vilmar Nunes, Jorge Antônio dos Santos (Jorge Xangô) e Luiz Paulo Assis Santos, recorrentemente, encontravam-se em frente à tradicional Casa Masson da Rua da Praia, no Centro de Porto Alegre. Reuniões posteriores incluíram membros e culminaram com a consolidação do Grupo Palmares, focado nos estudos de artes, literatura e teatro.

  • Daniel Wolff toca Bach com arranjos inéditos para violão solo

    Daniel Wolff toca Bach com arranjos inéditos para violão solo

     

    Já está disponível Guitar, Joy of Man’s Desiring: Daniel Wolff plays Bach (2022), 13o álbum de Daniel Wolff, com arranjos inéditos de obras de J. S Bach para violão solo, em duetos e trios com flauta e violoncelo, e com acompanhamento da orquestra Prague Strings, da República Tcheca (reg. Marek Stilec).  O repertório inclui sucessos como Jesus, Alegria dos Homens, o Concerto Italiano e as Suites Francesas.
     
    CRÉDITOS
    Gravação: Estúdio Soma and Transcedental (Porto Alegre, Brasil junho–novembro de 2021), CNSO Studio 1 (Praga, República Tcheca, janeiro de 2022).
    Técnico de som: Tiago Becker
    Mixagem: Daniel Wolff e Marcos Abreu
    Masterização: Marcos Abreu
    Capa: Rodrigo Rosa
    Violão: John Price, 1998

     Músicos convidados

    Prague Strings orchestra (reg. Marek Stilec) – faixas 1-3, 22-24
    Artur Elias (flauta) – faixas 10-16
    Ayres Potthoff (flauta) e Rodrigo Alquati (cello) – faixa 21
    Todos os arranjos são de autoria de Daniel Wolff. ©2022  Daniel Wolff. All rights reserved.

     Produzido parcialmente com recursos do Programa de Pós-Graduação em Música da UFRGS (CAPES/PROEX) e Wolff Produções Ltda.

    Links para Spotify, Apple Music, Youtube, Deezer, Tidal, Amazon:
     
    Release video (Daniel Wolff & the Prague Strings):