Nessa terça-feira, dia 12 de abril, às 17 horas, o escritor e jornalista Rafael Guimaraens recebe o título de Cidadão Emérito de Porto Alegre, por sua contribuição ao jornalismo e à literatura, com sua obra dedicada à memória da cidade. A solenidade acontecerá no Plenário Otávio Rocha da Câmara Municipal de Porto Alegre (Av. Loureiro da Silva, 255).
Guimaraens publicou mais de 20 livros que têm como palco principal a cidade de Porto Alegre, resgatando episódios históricos conhecidos ou revelando histórias desconhecidas ao público leitor. A proposta (de 2020) é de autoria do ex-vereador Marcelo Sgarbossa. Durante a cerimônia, a instituição será representada pelo vereador Jonas Reis.
Na ocasião, também será inaugurada, no saguão do Plenário, a exposição O Editor Escritor da Cidade: A trajetória de Rafael Guimaraens na historiografia porto-alegrense.A mostra, aberta até o dia 22, vai reunir originais, fotos, livros e prêmios do escritor.
Jornalista e escritor
Carlos Rafael Guimaraens Filho, jornalista e escritor, conhecido como Rafael Guimaraens, Rafa para seus muitos amigos, iniciou sua carreira em 1976, atuando em todos os cargos até se tornar secretário de redação da Cooperativa dos Jornalistas de Porto Alegre, o histórico Coojornal. O mensário marcou época na luta pela redemocratização do país. Rafael foi um dos quatro jornalistas processados e presos pela publicação de documentos secretos do Exército. Dez anos depois, era editor de política do jornal Diário do Sul, outro marco de qualidade entre veículos da imprensa estadual, de 1986 a 1988. Posteriormente exerceu diversas funções nas assessorias de imprensa da Prefeitura de Porto Alegre, do Governo do Estado e da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.
Rafael Guimaraens. Foto Clô Barcellos/ Divulgação
Desde então passou a se dedicar também a escrever livros e reportagens de história e também de história ficcionalizada, recriação histórica através da ficção, com especial frequência sobre fatos marcantes de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul, solidificando sua presença nos setores histórico e cultural.
É autor dos livros “O Livrão e o Jornalzinho” (1997, reeditado em 2011), “Pôrto Alegre Agôsto 61” (2001), “Trem de Volta, Teatro de Equipe” (com Mario de Almeida, 2003). Com “Tragédia da Rua da Praia”, de 2005, recebeu o prêmio “O Sul Nacional e os Livros”, na categoria melhor narrativa longa – este livro teve uma versão em quadrinhos com Edgar Vasques, relançado agora, em 2022. Seguiram-se “Abaixo a Repressão – Movimento Estudantil e as Liberdades Democráticas” (com Ivanir Bortot, 2008), e “Teatro de Arena – Palco de Resistência” (2009), vencedor do prêmio Açorianos nas categorias Especial e Livro do Ano. Com “A Enchente de 41” recebeu em 2010 o Prêmio da Associação Gaúcha de Escritores (AGES), como melhor livro de não-ficção. Depois vieram “Rua da Praia – Um Passeio no Tempo” (2010), “Unidos pela Liberdade!” (2011), “Mercado Público – Palácio do Povo” (2012), “A Dama da Lagoa” (2013), “Águas do Guaíba” (2015). Com “O Sargento, o Marechal e o Faquir” (2016), foi novamente agraciado com o Prêmio da AGES, desta vez na categoria Especial, e com “20 Relatos Insólitos de Porto Alegre” (2017), ganhou o Prêmio Minuano de Literatura. Publicou “Fim da Linha – Crime do Bonde” em 2018 e no ano seguinte “O Espião que Aprendeu a Ler”, vencendo seu terceiro Prêmio AGES, desta vez em melhor narrativa longa. Em 2021, recebeu menção honrosa do Prêmio Açorianos com “1935”, também na categoria narrativa longa, e, no mesmo ano, lançou o livro infantil Bolita de Gude. Todos esses títulos foram publicados pela editora Libretos.
Rafael Guimaraens. Foto: Marco Nedeff/ Divulgação
Sua produção autoral soma ainda outros livros, num total de 22 obras. Em 1986, editou o livro “Legalidade – 25 anos” e coordenou a edição do livro “Coojornal – um Jornal de Jornalistas sob o Regime Militar” (2011, vencedor do prêmio Açorianos, categoria especial) e também do livro “Os Filhos Deste Solo – Olhares Sobre o povo Brasileiro” em 2013. Produziu o roteiro do espetáculo “Legalidade – o Musical”, de 2011, exibido durante as comemorações oficiais do cinquentenário da Campanha da Legalidade.
A Libretos, à qual Rafael é vinculado, atua há 20 anos no mercado editorial gaúcho, inclusive com presença há doze anos na Feira do Livro de Porto Alegre, tendo publicado mais de 200 títulos, e recebido mais de vinte prêmios literários. Participa há mais de dez anos do programa Adote um Escritor, que leva livros e autores às salas de aula do ensino público.
Neto do poeta Eduardo Guimaraens, filho do jornalista Carlos Rafael e da professora Vera, Rafael é casado com a designer e editora Clô Barcellos; é pai de Elisa e avô de Rafael e Valentin, que junto com Lenora, Paula e a netinha Lila completam sua família.
A Biblioteca Pública do Estado (BPE), instituição da Secretaria de Estado da Cultura, apresenta, no projeto Chapéu Acústico, o show Lucas Brum Trio, com Lucas Brum (guitarra elétrica), Caio Maurente (baixo acústico) e Mano Gomes (bateria). O evento ocorre dia 12 de abril
(terça-feira), às 19h, no Salão Mourisco da BPE (Rua Riachuelo,1190).
O grupo trará o espetáculo de música brasileira, música americana e interação como protagonistas. Samba, choro e canção brasileira se misturam com a improvisação do jazz em temas originais e releituras. O ritmo é praticamente um quarto elemento do grupo, já que as
explorações de compassos e células rítmicas são constantes nos arranjos assinados pelo guitarrista. Além do trio, individualmente os integrantes acumulam experiências em outros grupos musicais e bandas.
Chapéu Acústico
O evento tem entrada livre, mediante contribuição espontânea, com número de vagas limitado. Informações podem ser obtidas pelo telefone (51) 3224-5045 ou pelo e-mail bibliotecapublicadors@gmail.com.
Com produção de Marcos Monteiro, o projeto acontece desde 29 de setembro de 2016, sempre na BPE, e já contou com mais de 150 apresentações, com artistas locais e estrangeiros, nos
gêneros jazz, música popular, bossa nova e choro, trazendo novidades e músicos consagrados.
Os músicos
Além de guitarrista, Lucas Brum é compositor e copista. Atualmente, lidera a Lucas Brum Big Band e faz parte da banda Lummi (vencedora do “Novos Talentos do Jazz 2021”, concurso promovido pelo Savassi Festival). Como compositor, escreve temas de Jazz e obras de concerto, já tendo ganho em 2018 o “III Concurso de Composição Erudita Gramado in Concert”. Como
copista, já editou partituras para Brasil, EUA e França. Participou da editoração do livro “The Brazilian Groove Book: Samba & Bossa Nova”, de Kiko Freitas (publicado em 2020 pela Hudson Music).
Caio Maurente. Foto Eduardo Rocha/Divulgação
O baixista, compositor e arranjador Caio Maurente atua profissionalmente em Porto Alegre desde 2009. Como freelancer, já trabalhou com importantes artistas como: Daniel, Ivete Sangalo, Alexandre Pires, John Secada e Chitãozinho e Xororó, Hello: Adele Tribute, Maurício
Manieri – Classics, Amik Guerra (Cuba), Matt Hopper (USA), Edu Neves, Gabriel Grossi, Luis Carlos Borges, Shana Muller, dentre outros, além do trabalho autoral/instrumental com o Caio Maurente Trio. Formado em Licenciatura em Música pelo IPA, Caio já estudou com Ayrton
Zetterman, Clóvis “Boca” Freire, Lucas de Almeida, Felipe Brisola e Edu Martins. Atualmente é aluno do Bacharelado em Baixo Acústico Erudito da UFRGS.
Mano Gomes Foto Carlos Silleiro/ Divulgação
Mano Gomes é baterista da Delicatessen Jazz, banda com a qual ganhou o prêmio de melhor disco em língua estrangeira na 23a edição do “Prêmio da Música Brasileira”. Em 2006, recebeu o Prêmio Açorianos de melhor instrumentista. Músico de grande experiência nas cenas de
música porto alegrense e nacional. Já gravou com Nei Lisboa, Marcelo Delacroix, Dani Calixto, Daniel Wolff, João Maldonado, Alex Alano, Fausto Prado, entre outros.
Os vídeos do trio estão no youtube.com/lucasbrum e seus integrantes no instagram como
@lucaspbrum, @mateus.albornoz e @gomes_mano.
SERVIÇO
O Quê: Chapéu Acústico com Lucas Brum Trio
Quando: Dia 12 de abril, às 19h
Onde: Salão Mourisco da BPE (Rua Riachuelo, 1190, Porto Alegre, RS)
• Entrada livre, mediante contribuição espontânea.
O número de vagas é limitado.
Na sua terceira edição, O Almoço do Chef, o Bar Parangolé e o cozinheiro Daniel Ninov, apresentam um cardápio clássico da cozinha portuguesa e uma opção para vegetarianos e simpatizantes. O encontro acontece nesse sábado, 9 de abril das 12:00 as 14:30hs, será servido, mediante reservas.
Foto Beto Rodrigues/ Divulgação
O Bacalhau à Gomes de Sá com arroz negro e um Risoto de cogumelos frescos, além de sobremesas da maravilhosa cozinha da Filipa pão e café, tortas tipo cheesecake de frutas vermelhas e outra de chocolate e doce de leite.
O cozinheiro Daniel Ninov, valoriza o paladar e a estética no prato e tem pesquisa e experiência de longa data. O bar Parangolé, inspirado no artista Hélio Oiticica, “é um lugar acolhedor e de bom gosto em tudo que faz”, segundo seu proprietário, seu Cláudio e completou 16 anos de trajetória, oferecendo para a noite de Porto Alegre o que tem de melhor da música local, bebidas e comidas de buteco.
Serviço:
Endereço: av. Lima e Silva, 240, Cidade Baixa, Porto Alegre
Cardápio: Bacalhau à Gomes de Sá com arroz negro: R$ 55,00
Risoto de cogumelos tipo italiano: R$ 43,00
Sobremesas Felipa: R$ 15,00
Reservas pelos números 96825544 – Daniel Ninov e 991963899 Seu Cláudio.
Uma iniciativa para a expressão independente da música gaúcha reunindo três bandas acontece no palco do Teatro de Arena em Porto Alegre no próximo sábado (09) às 20 horas.
É a 1º MOSTRA DO NOVO ROCK GAÚCHO, com a participação das bandas Cabeça de Lata, Eletroacordes e Carrossel Diabólico, reforçando a cena cultural e evidenciando espaço para as novidades nos pagos do Sul. Ingressos a R$ 10,00 no local ou pelo fone: (51) 99914-5157 – StudioOneArtes – Produção.
O projeto, que começa a acontecer nos espaços públicos da Capital, destaca os talentos no estilo rock de diversas gerações com show coletivo em sequência das bandas autorais.
A 1º MOSTRA DO NOVO ROCK GAÚCHO resgata também, a pluralidade sonora e variantes do gênero, abrindo o cenário e diversificando a expressão da nova produção de Porto Alegre e Região Metropolitana para esta edição.
Confira as bandas
CABEÇA DE LATA: A banda nasceu em Porto Alegre no ano de 2008 e se confunde com a carreira musical de Alexandre Oliveira, 51 anos, ilustrador, músico e compositor. A Cabeça de lata já possui 14 anos de estrada e teve várias formações, flertando com vários gêneros como: pop-rock. MPB, Blues, Reggae, RAP. Além de Oliveira, atualmente a banda é formada por Johnny Lopez no contrabaixo, Jhow Cavalheiro na bateria e a volta do guitarrista Sérgio Nogueira que fez parte da primeira formação da banda em 2008. A Cabeça de lata possui 2 álbuns lançados, 3 singles e também tem 5 videoclipes.
ELETROACORDES: Rock autoral em 220V. Liga na tomada! Aumente o som e redobre a atenção. A banda quer provocar seus ouvidos com o mais autêntico rock! Deixe-se envolver pelas canções da power banda, sitiado em Porto Alegre, e que atua há mais de 12 anos nos pagos gaúchos. Com 3 EP’s e uma coletânea lançados e mais de 150 shows, a Eletros transcende pela música eclética – sem rótulos, receitas prontas ou jargões pré-fabricados – plugada nas origens do blues, jazz, pop rock psicodélico e anos 70. A banda é formada por Rodrigo Vizzotto (voz e baixo), Cleber Nazário (teclado/violão), Tiago Bandeira (bateria), Yuri Passos (guitarra) e Cassio Neves (percussão).
CARROSSEL DIABÓLICO: Formado por Cachaça Vicari Bento (bateria e voz) e Gabriel Severo (baixo, synth e voz), o Carrossel Diabólico propõe canções sem melodias óbvias, mas ricas em poesia. A experimentação é a palavra de ordem, seguindo referências que vão e vêm entre quadrinhos, artes visuais, cinema, literatura e, é claro, rock’n’roll das mais variadas vertentes. Na estrada desde 2014 já passaram pelos palcos de RS, SC e SP e conta com uma discografia composta pelo álbum ‘Carrossel Diabólico’ (2016) e os EPs ‘Sertão a Saga’ (2018), ‘O Construtor’ (2019) e ‘Prece’ (2020). Nas gravações, som e palavra refletem plena liberdade artística. Música em permanente revolução, própria de uma era de transformações.
O projeto pretende a cada semestre, ocupar os espaços públicos (CCMQ, Teatro Lupicínio Rodrigues e Teatro de Arena) para reunir a cada edição, três artistas ou bandas, que fazem parte do cenário gaúcho de pop/rock/blues e afins, pós anos 2000. Originalmente, o músico Will Vieira estava programado para participar, mas em razão de problemas de ordem pessoal, será transferido para o evento seguinte que será programado ainda em 2022.
Confira:
Onde: Teatro de Arena – Av. Borges de Medeiros, 835 – Centro Histórico, Porto Alegre – RS.
Quando: 09 de abril, 20h
Ingressos: R$ 10,00
Informações adicionais: Alexandre de Oliveira – Diretor de produção
O festival contará com a presença de mais de 70 convidados e terá o japonês Yoshihiro Nishimura como homenageado
O Fantaspoa – Festival Internacional de Cinema Fantástico de Porto Alegre anuncia os longas-metragens de sua décima oitava edição. A programação completa do evento será composta por 90 longas e 97 curtas, somando um total de 187 filmes que serão exibidos em cinco cinemas de 15 de abril a 1º de maio. Além dos cinemas parceiros, parte da programação do festival poderá ser vista de forma online na plataforma Darkflix/Würlak de 22 de abril a 1º de maio.
A seleção de longas-metragens se divide em cinco diferentes seções competitivas: Internacional; Ibero-Americana; Brasileira; Animações; e “Mondo Bizarro”. Enquanto as três primeiras são recortes baseados nas localizações geográficas de origem das produções, as demais se delimitam por gênero e conteúdo. A mostra de animações, como o próprio nome sugere, faz um panorama das produções que contêm animação de todo o mundo; e a inédita “Mondo Bizarro” se propõe a exibir obras transgressoras e com propostas mais radicais, que exploram suportes, temáticas e formatos diversos e não convencionais. “As segmentações por mostras, com seus diferentes recortes, se propõem a tornar mais claro o cenário da produção mundial de gênero da sétima arte nos últimos anos, sempre com o propósito de desafiar o espectador e mostrar um cinema de qualidade que, lamentavelmente, dificilmente chegaria às telas de cinema se não fossem festivais como o Fantaspoa”, destacam os organizadores João Fleck e Nicolas Tonsho.
Holy Mother
Presente no Fantaspoa, estará o cineasta japonês Yoshihiro Nishimura, cuja carreira será homenageada nesta décima oitava edição. Um dos responsáveis pela difusão no mundo do cinema fantástico oriental nas últimas duas décadas, o mestre foi um dos maiores expoentes recentes do cinema cyberpunk japonês. Com foco em efeitos visuais impactantes e explorando modificações corporais e fusões de carne e metal, Nishimura deu início, junto a nomes como Noboru Iguchi e Yudai Yamaguchi, à onda “splatter-punk” japonesa, que surpreendeu diversos públicos ocidentais com títulos como “Tokyo Gore Police” e “Machine Girl” – que, mesmo com orçamentos limitados, demonstravam a força da criatividade, apresentando mundos paralelos incríveis e muitas vezes horripilantes. Assim, muito mais que criar audiência e entreter o público, Nishimura também demonstrou a possibilidade de realização fílmica independente, estimulando o surgimento de novos cineastas em todo o planeta. Além de homenagear o mestre, o Fantaspoa também será o palco da estreia mundial de seu último longa-metragem, “Holy Mother”.
Bob Cuspe .
Cabe destacar, também, os já tradicionais eventos paralelos do festival, que extrapolam as salas de cinema. O Fantaspoa contará com duas festas – dia 23, no Inferninho do Opinião e dia 30, no Barco Cisne Branco; um concurso de fantasias, realizado em parceria com a Noite dos Museus, dia 30 às 20h, no Instituto Ling; e três sessões musicadas, também no Ling. A primeira será realizada no dia 14 de abril, na sessão especial de abertura do evento, com exibição de “Nosferatu”, de F.W. Murnau, e execução ao vivo da trilha sonora original de Carlos Ferreira. Nos dias 19 e 20 de abril, Carlos Ferreira e Fu_k the Zeitgeist tocarão, ao vivo, sua trilha sonora para o filme “Inferno”, em cópia restaurada recentemente deste clássico de Francesco Bertolini, Adolfo Padovan e Giuseppe de Liguoro por décadas considerado perdido.
A Tristeza
O evento também oferecerá ao público, gratuitamente, cinco atividades formativas, a serem realizadas no Instituto Ling. Ministradas por profissionais experientes e atuantes na indústria cinematográfica, as atividades abordarão temas variados, como animação, produção, roteiro, assistência de direção e a relação entre teatro e cinema.
Bem vindos ao Inferno
Abaixo, segue lista de 46 longas metragens incluídos na programação do XVIII Fantaspoa. Destes, oito títulos farão sua estreia mundial, quatro serão exibidos pela primeira vez fora de seus países de origem, 13 terão sua estreia na América Latina e 12 terão sua estreia brasileira, reforçando o Fantaspoa como a mais importante janela de exibição de produção cinematográfica do gênero fantástico da América Latina.
O Fantaspoa 2022 é uma apresentação do Ministério do Turismo, da Fantaspoa Produções e do Instituto Ling, e conta com patrocínios do Banricard e da Crown Embalagens.
Confira os 47 longas-metragens que completam a programação previamente anunciada:
Tiong Bahru Social Club
A caminho de casa (d. Sebastian Godwin, 2021, Estados Unidos, Première Latino Americana)
O apego (d. Valentín Javier Diment, 2021, Argentina, Première Brasileira)
Apps (d. Sandra Arriagada, Camilo León, Lucio A. Rojas, José Miguel Zúñiga, Samot Marquez, 2021, Chile, Argentina, Première Nacional)
Arquipélago (d. Félix Dufour-Laperrière, 2021, Canadá, Première Regional)
As almas que dançam no escuro (d. Marcos DeBrito, 2021, Brasil, Première Regional)
Bem-vindos ao inferno (d. Jimena Monteoliva, 2021, Argentina, Première Nacional)
Bob Cuspe – nós não gostamos de gente (d. Cesar Cabral, 2021, Brasil, Première Regional)
Céu vermelho (Gigantes de Metal) (d. Marcelo Leguiza, 2022, Argentina, Première Mundial)
Descaminhos (d. Armando Fonseca, 2022, Brasil, Première Mundial)
Dezenas de nortes (d. Koji Yamamura, 2021, Japão, Première Latino Americana)
O dia de hoje (d. Maxence Stamatiadis, 2021, França, Première Latino Americana)
Os dragões (d. Gustavo Spolidoro, 2021, Brasil, Première Regional)
Duas bruxas (d. Pierre Tsigaridis, 2021, Estados Unidos, Première Nacional)
E todos arderão (d. David Hebrero, 2021, Espanha, Première Internacional)
O espírito sagrado (d. Chema García Ibarra, 2021, Espanha, Première Regional)
A estufa (d. Thomas Wilson-White, 2021, Estados Unidos, Première Latino Americana)
A família (d. Dan Slater, 2021, Canadá, Première Latino Americana)
Holy Mother (d. Yoshihiro Nishimura, 2022, Japão, Première Mundial)
Lagunas, o covil do diabo (d. Marc Carreté, 2022, Espanha, Première Mundial)
Um lugar puro (d. Nikias Chryssos, 2021, Alemanha, Grécia, Première Latino Americana)
A macabra biblioteca do Dr. Lucchetti (d. Paulo Biscaia Filho, 2022, Brasil, Première Regional)
Mandrake (d. Lynne Davison, 2022, Estados Unidos, Première Internacional)
Mascarando limites (d. Johannes Grenzfurthner, 2021, Áustria, Première Nacional)
Um milhão de zumbis: a história de praga zumbi (d. Nicanor Loreti, Camilo de Cabo, 2022, Argentina, Première Mundial)
Monstros e humanos (d. Randal Kamradt, 2021, Filipinas, Première Latino Americana)
Monstruoso (d. Chris Sivertson, 2021, Estados Unidos, Première Latino Americana)
Morto com glória (d. Marcela Matta, Mauro Sarser, 2021, Uruguai, Première Nacional)
A noite da babá (d. Igna L Vacas, 2021, Espanha, Première Mundial)
Opal (d. Alain Bidard, 2021, França, Première Nacional)
Ponto vermelho (d. Nicanor Loreti, 2021, Argentina, Première Nacional)
A praga (d. José Mojica Marins, 1980, Brasil, Première Latino Americana)
Preman (d. Randolph Zaini, 2021, Indonésia, Première Latino Americana)
PussyCake (d. Pablo Parés, 2021, Argentina, Première Nacional)
Puta merda! (d. Lukas Rinker, 2021, Alemanha, Première Regional)
Revealer (d. Luke Boyce, 2022, Estados Unidos, Première Internacional)
Segundo sol (d. Rinat Tashimov, 2021, Rússia, Première Internacional)
Seire (d. Kang Park, 2021, Coréia do Sul, Première Latino Americana)
Seu animal! (d. Avid Liongoren, 2020, Filipinas, Première Latino Americana)
Slumber party massacre (d. Danishka Esterhazy,2021, África do Sul, Première Nacional)
Sombras do deserto (d. Tyler Bourns, 2022, Estados Unidos, Première Mundial)
Soul of a Beast (d. Lorenz Merz, 2021, Suiça, Première Nacional)
Tiong Bahru Social Club (d. Bee Thiam Tan, 2020, Singapura, Première Nacional)
Todas as luas (d. Igor Legarreta, 2020, Espanha, Première Latino Americana)
Tokyo gore police (d. Yoshihiro Nishimura, 2008, Japão)
A tristeza (d. Robert Jabbaz, 2021, Taiwan, Première Nacional)
Vampire girl vs. Frankenstein Girl (d. Yoshihiro Nishimura, 2009, Japão)
Verão fantasma (d. Matheus Marchetti, 2022, Brasil, Première Mundial)
FANTASPOA 2022
De 15 de abril a 01 de maio
*Dia 14 ocorre a sessão especial de abertura, com “Nosferatu: uma sinfonia de horror”, de F. W. Murnau, no Instituto Ling. A sessão terá trilha inédita interpretada pelo músico Carlos Ferreira
Organizada pela Associação Chico Lisboa e pelo Instituto Zoravia Bettiol, mostra será inaugurada neste sábado, dia 02 de abril
Na América Latina resiste, admiravelmente, a ecorregião formada por abundante floresta tropical, a nossa Amazônia. Num esforço conjunto para associar a produção artística às vozes que se erguem para defender esse insubstituível patrimônio natural, equipes do Instituto Zoravia Bettiol e da Associação Rio-Grandense de Artes Plásticas Francisco Lisboa apresentam a exposição Amazônia – universo de contrastes.
Rosane Morais.Denise Marcolin 3Simbiose 50×40 cm Colagem de Cédulas de dinheiro antigos, filtro de café e caneta nanquin
No sábado, 02 de abril, das 16h às 19h, a mostra será aberta ao público na Galeria Zoravia Bettiol, atual sede do Instituto Zoravia Bettiol (Rua Paradiso Biacchi, 109, bairro Ipanema – Porto Alegre), em nome da formação da cidadania responsável e do respeito pelo meio ambiente.
Rejane Wagner Há Esperança 28 x 50 x 5 cm instalação escultóricaNara Fogaça de Souza Nunes Passarim, passarão no passaredo (Tom Jobim) 65×50 cm óleo sobre tela
“No conjunto de obras selecionado pela equipe de curadores, os(as) artistas manifestam a sua admiração pelos habitantes das florestas e pelas riquezas da fauna e da flora. De maneira otimista, alguns acentuam as belezas das paisagens naturais, ou as transformam em fontes de inspiração para novos padrões visuais, com delicadeza e equilíbrio. Mas também se mostram realistas e apreensivos(as) pela exploração dos recursos naturais, e chegam a prever resultados catastróficos para a região amazônica, que pode entrar em processo de desertificação nas próximas tristes décadas”, destaca a professora e crítica de arte Neiva Bohns.
De forma pacífica e criativa, os artistas, como cidadãos conscientes dos acontecimentos geopolíticos do planeta, conclamam os visitantes a se unirem em prol desta causa urgente: a defesa da Amazônia.
MARÍLIA LINDEMANN – RAÍZES DA FLORESTA – BORDADO SOBRE DIGITAÇÃO GRÁFICA – 0,80CM X 1,10 CMMaria do Carmo Both Verde e fogo 42cm x 42cm Aquarela
A mostra reúne 36 obras, entre pinturas, desenhos, esculturas, fotografias, formas tecidas e tapeçarias de recorte de 29 artistas (Anna Perrone, Christy Schmitt e Dinorá Bohrer e Marília Lindemann, artistas têxteis convidadas; André Luíz, Andrea Savaget Teixeira, Carmen Cecília Magalhães, Clara Koury, Denise Marcolin, Denise Wichmann, Fátima Pinto, Fernando Lima, Gilberto Perin, Gisele Riker, Graça Craidy, Helena Stainer, Jorge Rico, Kika Herrmann, Leila Adriana Baptaglin, Magy Imoberdorf, Marcia Antoni Tynre, Maria do Carmo Both, Nara Fogaça, Noely Luft, Priscila Martinelli, Rosane Morais, Rejane Wagner, Tati Migowsky e Zoravia Bettiol).
Jorge Rico Queimada Brasil 2021 papel Fabriano 300 g Nanquim côr 60 x 20 cmGraça Craidy Jaider Esbell pastel oleoso sem papel 65×55 cm 2022_
A exposição seguirá aberta à visitação até o dia, de segunda a sexta, das 9h às 18h e sábado, das 15h às 18h. Entrada gratuita – informações (51) 3354-2456 e 99351-8143.
EXPOSIÇÃO “AMAZÔNIA – DE CONTRASTES”
ABERTURA DA EXPOSIÇÃO: 2 de abril de 2022
ENCERRAMENTO DA EXPOSIÇÃO: 2 de maio de 2022
Galeria Zoravia Bettiol – sede do Instituto Zoravia Bettiol (Rua Paradiso Biacchi, 109, bairro Ipanema – Porto Alegre
Gisele Riker Alcançar o céu I –Clara Koury Reflexos 65 x 70 cm Mobgrafia
Contatos:
Associação Riograndense de Artes Plásticas Francisco Lisboa
“Paredes vazias” é o nome da coletiva de 15 artistas que abriu dia 29 de março com a presença de convidados e artistas, e que permanece aberta à visitação até 29 de abril no Atelier Burk’Arte (Rua Dr. Timóteo, 901, 2º piso, no Moinhos de Vento).
Ubirajara Sanches e seus trabalhos.Trabalhos de Eduardo Textor;
O título da mostra alude ao período em que os espaços expositivos ficaram fechados em razão da pandemia. A produção artística, no entanto, manteve-se ativa e, agora que a vida dá sinais de retomar seu curso, é hora de compartilhar e celebrar a criação represada.
Rafael Lobato posa ao lado de suas obrasObra de Tatiane Machado
“A arte nunca se esvaziou em nossos propósitos de artistas”, diz o curador da mostra, Gustavo Burkhart, que também participa com obra. “A arte é atemporal, transcende, é transgressora dos padrões normativos e difere dos tempos cronológicos inventados pelo homem”, acrescenta ele. O artista convidado é paraense Eron Teixeira.
Inez Pagnoncelli fez releitura de obra do mestre Rubens
A relação completa dos artistas participantes é a seguinte: Ana Medeiros, Benoni Ceratti Zorzi, Chris Zumarkachman, Claudia Bergmann, Eduardo Chassa, Eduardo Textor, Eron Teixeira, Gustavo Burkhart, Inez Pagnoncelli, Jacques Kopersztych, Jardel Caetano Farias, Pablo Valentin, Rafael Lobato, Tatiane Machado e Ubirajara Sanches.
Nessa terça-feira (29 de março), o artista visual Breno Serafini lança o livro POAlaroides urbanas e abre exposição de 20 fotos de graffitis, no Centro Municipal de Cultura (Av Erico Verissimo, 307), às 19h. O livro é um mosaico de 166 fotos, de página inteira, permeadas por alguns textos de autoria do autor, também em homenagem aos 250 anos de Porto Alegre.
A exposição ficará aberta à visitação até o dia 08 de abril no local, de segunda a sexta das 9 às 18h – nas terças e quartas o horário será estendido, das 9 às 22h. O evento integra a programação oficial do aniversário de 250 anos de Porto Alegre.
A capa do livro/ Divulgação
O livro celebra a capital dos gaúchos a partir do registro de sua arte urbana, principalmente graffitis, que foram captados pelo celular do autor. Nesse sentido, faz um inventário de dez anos de registro fotográfico, com uma variedade de autores e de formatos que representam hoje o que a cidade tem de mais significativo nessa arte.
Graffiti de Celopax/ Divulgação.Graffiti de Erick Citron/ Divulgação
O que iniciou como um registro solitário, cotidiano, quando começou a tomar a forma de seu produto final – o livro –, contou com a curadoria do artista visual Luís Flávio Trampo, uma referência na arte do graffiti porto-alegrense. O curador comenta a força desse movimento cultural no sul do Brasil. “Essa arte sem fronteiras tem como uma de suas principais características a fácil integração de seus adeptos, que são como agentes multiplicadores dessa manifestação popular. As intervenções nas ruas de Porto Alegre vão além da tinta spray. Muitos artistas (ativistas) usam diversas técnicas e suportes para registrar sua arte, seja colando adesivos e cartazes, seja pintando de uma forma livre. Muros que embelezam e denunciam, expressando uma cidade que pulsa e vibra cultura.”
Grafiiti de Erick Citron_/ DivulgaçãoGraffiti de Jackson Brum/ Divulgação
No prefácio, o quadrinista, ilustrador e artista visual Fábio Zimbres explica que cada intervenção é uma tentativa de trazer para essa cidade algo que, para cada grafiteiro/pixador, falta nela: um rosto humano, fantasia, leveza, amor e até mais ruído, mais fricção, que, em geral, são escamoteados na normalidade forçada. “Como a cidade, este livro tem várias camadas. Os autores do caos estão mais ou menos escondidos, só vemos pedaços do que eles (nós) deixam(os) para trás. O que vemos são os artistas intervencionistas, expostos às intempéries, trazendo a cura efêmera. E a seguir, vem o olho que captura e desenha um mapa fraturado dos pontos desse corpo, um diagrama das intervenções, as novas, as velhas, as que sumiram. No conjunto, temos um quadro incompleto, caótico e poético, no qual essa sobreposição de autores se funde num objeto que passa a existir dentro da cidade. Um retrato da cidade cercado de cidade por todos os lados”, destaca.
O artista visual Breno Serafini. Foto: Ariel Serafini/ Divulgação
O autor Breno Serafini é natural de Santiago-RS, nascido em 14 de março de 1961. Com doutorado em Letras pela UFRGS, possui seis livros publicados: Mosaico Laico, CBJE (2010); Geração Pixel, Edições do Autor (2011); Millôres dias virão, Libretos Editora (2013); Picassos Falsos, Editora Buqui (2014); Bichos de Todos os Reinos, Edições do Autor (2015); e Colloríssimo – a coroação e o destronamento de Collor segundo Verissimo, AGE (2016), lança agora a sua publicação mais ousada – POAlaroides urbanas – uma ode visupoética a Porto Alegre.
Graffiti de Junior Neat/ DivulgaçãoGraffiti de Leandro Alves/Divulgação
POAlaroides urbanas – uma ode visupoética a Porto Alegre (Parangolé Editora,188 páginas, ISBN: 978-65-997247-0-1,R$69 nas livrarias, R$59 diretamente com o autor pela redes sociais: Instagram @poalaroides ou @brenoserafin), de Breno Serafini. Curadoria do artista visual Trampo e prefácio do o quadrinista, ilustrador e artista visual Fábio Zimbres.
Graffiti de Luis Bueno/ DivulgaçãoGraffiti Pati Rigon/Divulgação
Grupo Cerco apresenta musical no Bar Agulha. Foto: Adriana Marchiori/ Divulgação
A volta aos palcos – ou ao bar – está sendo celebrada pelo Grupo Cerco, de Porto Alegre. Depois de dois anos sem contato presencial com o público, um dos mais premiados coletivos teatrais do Estado lança a opereta-rock “Trago Sorte Mentira & Morte”. A trupe transformou o bar Agulha, no 4º distrito, em cenário e palco para receber a primeira temporada da peça. A estreia será na terça-feira, 30 de março, em curta temporada, que vai até sexta-feira, 1º de abril, às 20h30, na Rua Conselheiro Camargo, 30, no Bairro São Geraldo, em Porto Alegre.
Com texto e canções originais de Celso Zanini, integrante do grupo, a peça escrita em rimas e repleta de comicidade conta com a direção musical de Simone Rasslan e direção cênica de Inês Marocco e Kalisy Cabeda.
Simone Rasslan dirige o espetáculo. Foto: Álvaro Rosa Costa./ Divulgação
O espetáculo “Trago Sorte Mentira & Morte” tem financiamento do Pró-Cultura RS FAC e foi contemplado no edital da Secretaria Estadual da Cultura (SEDAC “FAC Teatro Hoje: Serafim Bemol”).
Em 12 anos de trajetória, o Grupo Cerco já realizou diversas temporadas e turnês nacionais e internacionais, com seus espetáculos “O Sobrado” (2008), “Incidente em Antares” (2012), “Puli-Pulá” (2015) e “Arena Selvagem” (2018). Com esse último espetáculo conquistaram o Prêmio Açorianos de Teatro de Melhor Direção, em 2018, e o 14º Prêmio Braskem em Cena 2019 de Melhor Espetáculo, nas categorias Júri Oficial e Júri Popular, entre outros.
As atrizes Manoela Wunderlich (Terpsícore) e Martina Fröhlich (Calíope).Foto: Adriana Marchiori/ Divulgação
Os ingressos do espetáculo estão sendo vendidos a preços populares e cota de convites para alunos de teatro de universidades públicas. A sessão do dia 30 terá tradução e interpretação para LIBRAS, com cota de convites para pessoas surdas. Também integra a programação do projeto ações online: um bate-papo sobre o processo de construção do espetáculo, no dia 02 de abril; uma oficina de teatro gratuita online, no dia 06 de abril, das 14h às 17h30, ministrada pelas diretoras cênicas Inês Marocco e Kalisy Cabeda; e a exibição gratuita do registro audiovisual da peça, que estará disponível no YouTube do Grupo Cerco durante o dia 29 de abril.
SINOPSE
Em um bar decadente, personagens boêmios vivem imersos em bebidas, jogos e sedução. Nesse ambiente degradado, lutam por sua sobrevivência e pelo seu prazer. Trago Sorte Mentira & Morte é uma opereta rock do Grupo Cerco de teatro repleta de malandragem e feitiçaria, em que a ganância mortal encontra a morte e o sobrenatural.
Valentin, um trambiqueiro malandro, e Thomas, um trapaceiro de jogos de azar, têm seu caminho cruzado por Marquito, um político argentino, e Lívia, uma sedutora femme fatale. Interessados pelas habilidades de Valentin, Marquito e Lívia o inserem no mundo da política, buscando enriquecimento. O encontro entre as personagens desencadeia uma disputa por dinheiro, poder e pelo questionável amor de Lívia.
Foto: Bruno Fernandes interpreta Valentin. Foto: Adriana Marchiori/ Divulgação
TRAGO SORTE MENTIRA & MORTE
Duração: 120 minutos
Classificação etária: 14 anos
FICHA TÉCNICA
Criação coletiva: Grupo Cerco
Direção Cênica: Inês Marocco e Kalisy Cabeda
Direção Musical e Preparação Musical: Simone Rasslan
Dramaturgia: Celso Zanini
Elenco: Anildo Böes, Bruno Fernandes, Camila Falcão, Elisa Heidrich, Manoela Wunderlich, Martina Fröhlich, Philipe Philippsen
Banda: Frigo Mansan, Gabriela Lery, R. Fernandez
Composição Original das Canções: Celso Zanini e Sanatório Rock Blues
Arranjos: Frigo Mansan, Gabriela Lery, R. Fernandez e Simone Rasslan
Cena Sonora Original: Grupo Cerco e Banda
Iluminação: Ricardo Vivian
Desenho de Som: Rodrigo Rheinheimer
Cenografia: Rodrigo Shalako
Concepção de Figurinos: Valquíria Cardoso
Confecção de Figurinos e Adereços: Valquíria Cardoso, Alex Limberger e Mari Falcão
Maquiagem: Anildo Böes, Camila Falcão, Manoela Wunderlich e Martina Fröhlich
Preparação Corporal: Anildo Böes e Manoela Wunderlich
Preparação Vocal: Philipe Philippsen e Simone Rasslan
Programação Visual: Marina Kerber
Gestão de Redes Sociais: Elisa Heidrich
Tradução e Interpretação para LIBRAS: Celina Xavier
Tradutora surda: Bruna da Silva Branco
Assessoria de Imprensa: Tatiana Csordas
VERSÃO AUDIOVISUAL
Produção: Daniela Lopes e Fernanda Verdi
Direção: Fernanda Verdi
Direção de Fotografia: Fernanda Verdi
Filmagem: Bruno dos Anjos e Elizabeth Thiel
Captação de Som: Rodrigo Rheinheimer
Edição e Montagem: Bruno dos Anjos
Tradução e Interpretação para LIBRAS: Celina Xavier
Tradutora surda: Bruna da Silva Branco
Produção e Gestão: Daniela Lopes / Cardápio Cultural
Realização: Grupo Cerco
Apoio: IEACEN, Agulha
Financiamento: Pró-Cultura RS FAC – Governo do Estado do Rio Grande do Sul
SERVIÇO
Trago Sorte Mentira & Morte ~ Agulha
Datas: Terça a sexta-feira, 29, 30, 31 de março e 01 de abril de 2022
***A sessão do dia 30 de março terá tradução e interpretação para LIBRAS
Horário: O bar abre às 18h30 e a apresentação começa às 20h30
Local: Agulha – Rua Conselheiro Camargo, 300 – Bairro São Geraldo – Porto Alegre/RS – Próximo à estação do Trensurb São Pedro e das linhas T3 e T8
* Solidário – Valor reduzido, mediante doação de 1kg de alimento não perecível ou um item de higiene pessoal. As doações deverão ser entregues no Agulha, na entrada do evento. Modalidade válida para todos os públicos.
Com deboche e bom humor, semanário foi o porta-voz da indignação social brasileira durante o regime
Após o golpe militar de 1964, a repressão a tudo que parecia contrário ao regime se tornou ainda mais severa com o AI-5, Ato Institucional emitido em 1968. Neste contexto de censura e cerceamento de liberdades, urgia na sociedade brasileira o desejo por um canal capaz de exasperar todas as indignações relacionadas ao momento. Foi desta necessidade que nasceu, em 1969, O Pasquim, semanário que se tornaria ícone do jornalismo alternativo brasileiro.
Para resgatar a história do tabloide que questionou os rumos do regime militar com muito humor e boas doses de deboche, a Matrix Editora lança Rato de Redação – Sig e a História do Pasquim, do produtor cultural, editor literário e jornalista, Marcio Pinheiro. Com narrativa fluída e repleta de detalhes, a obra percorre o caminho de 22 anos de atividade do periódico. Tudo isso acompanhado do simpático Sig, o rato símbolo do jornal, desenhado pelo cartunista Jaguar.
Desde a primeira capa, Sig teve destaque garantido no Pasquim. Ele interferia com seus comentários sarcásticos em quase todas as matérias, artigos, entrevistas e até anúncios. “É a presença mais constante durante as mais de duas décadas de existência do jornal”, conta Marcio Pinheiro. O personagem, aliado ao teor humorístico e a linguagem coloquial do semanário, agradou o grande público e, já em 1969, a publicação chegou à tiragem de duzentos mil exemplares.
Rato de Redação reconta desde a escolha do nome do jornal – que na definição do dicionário tem um significado quase pejorativo – passando pela prisão de boa parte da equipe do veículo, em 1970. A queda do regime militar, a retomada da abertura política, a redemocratização, as crises financeiras e as divergências internas que aconteceram até seu fechamento em 1991 também são retratadas neste lançamento indicado para os apaixonados pela história do Brasil.
Ficha técnica
Livro: Rato de Redação – Sig e a História do Pasquim Autor: Márcio Pinheiro Editora: Matrix Editora ISBN: 978-6556161907 Páginas: 192 Formato: 16 x 2 x 23 cm Preço: R$ 44,00 Onde encontrar:Matrix Editora
Sobre o autor
Márcio Pinheiro é produtor cultural, editor literário e jornalista. Colaborou e colabora com publicações locais e nacionais como as revistas Florense, Placar, Showbizz, Billboard e os jornais O Estado de São Paulo, Jornal do Comércio e Zero Hora. É também roteirista de documentários.
Sobre a editora
Apostar em novos talentos, formatos e leitores. Essa é a marca da Matrix Editora, desde a sua fundação em 1999. A Matrix é hoje uma das mais respeitadas editoras do país com mais de 800 títulos publicados e dez novos lançamentos todos os meses. A editora se especializou em livros de não-ficção, como biografias e livros-reportagem, além de obras de negócios, motivacionais e livros infantis. Os títulos editados pela Matrix são distribuídos para livrarias de todo o Brasil e também são comercializados no site Matrix Editora.