Autor: da Redação

  • Ana Cañas faz mergulho na obra de Belchior, no Teatro Bourbon Country

    Ana Cañas faz mergulho na obra de Belchior, no Teatro Bourbon Country

    Ana Cañas apresenta seu novo show “Ana Cañas Canta Belchior” em Porto Alegre, dia 24 de março, às 21h, no Teatro do Bourbon Country, dentro da turnê nacional que percorre o país. O projeto, iniciado durante a pandemia de Covid-19, nasceu com a ideia de uma live única e transformou-se em um álbum e uma turnê integralmente dedicados ao compositor cearense.

    A emocionante repercussão de público sobre a interpretação de Ana Cañas, aliada ao mergulho profundo que ela fez na obra de Belchior, foram fundamentais para que a iniciativa seguisse e se tornasse o novo trabalho da artista, lançado no segundo semestre de 2021. No show na capital gaúcha, dia 24 de março no Teatro Bourbon Country, dirigido por ela, o público poderá assistir sua interpretação de canções consagradas de Belchior como “Alucinação”, “Sujeito de Sorte” e “Como Nossos Pais”, no show mais emocionante e visceral de sua carreira.

    A cantora e compositora paulista achou sua própria linguagem para trazer de forma certeira as 14 faixas do álbum, que prezam pela sutileza e ao mesmo tempo por interpretações densas e profundas. Ela já abre o disco com “Coração Selvagem”, deixando claro que força e feminilidade são elementos que sobressaem neste projeto. Outros grandes sucessos do cearense como “Sujeito de Sorte”, “Paralelas”, “Alucinação”, “Velha Roupa Colorida” e “Como Nossos Pais” também ganharam o jeito especial de Ana, que com este projeto mostra porque é uma das intérpretes mais interessantes da música brasileira atual.

    Há também, releituras de músicas mais lado B de Belchior, como “Na Hora do Almoço”, “Medo de Avião” e “Galos, Noites e Quintais”. Os arranjos produzidos pela própria artista e por Fabá Jimenez são minimalistas e impactantes. “Acho que o fato de ter poucos elementos acaba por ressaltar a voz, a interpretação. E esse foi o desafio. As músicas versam geralmente sobre paixão, catarse e reflexão social. Exige uma compreensão ampla das camadas do coletivo e suas intersecções. Apesar de muitas metáforas e poesia, também traz uma literatura direta e acessível. É um universo bastante complexo e há que se despir para mergulhar nele”, analisa Ana.

    Foto: Marcus Steinmeyer_/ Divulgação

    Toda a história deste projeto é mesmo especial, assim como o resultado.  “Sinto que uma voz feminina relendo um clássico da música popular brasileira é como um portal. Novos sentimentos e olhares. Cresci ouvindo Elis, Gal e Bethânia fazendo isso como ninguém e redirecionando músicas (escritas geralmente por homens) em versões definitivas. Porque as mulheres têm um abismo singular, conhecem cerceamento e opressão de forma única e isso é traduzido no canto com uma força peculiar”, defende a intérprete.

    Sobre Ana Cañas

    Cantora e compositora brasileira nascida em São Paulo, estreou em 2007 no cenário musical brasileiro com o lançamento do álbum Amor e Caos (Sony Music), com suas primeiras composições autorais e uma versão para a canção “Coração Vagabundo”, de Caetano Veloso, que integrou a trilha sonora da novela Beleza Pura, da Rede Globo. Em 2008, participou da edição do programa Som Brasil Cazuza, exibido pela mesma emissora e concorreu ao Prêmio Multishow 2008, na categoria “Revelação”. Em 2009 chega o segundo disco de estúdio, intitulado Hein? (Sony Music), que contém parcerias com Arnaldo Antunes e a participação de Gilberto Gil ao violão. Ainda em 2009, Ana grava, a convite do cantor e compositor Nando Reis, a música “Pra Você Guardei O Amor” – dueto que se tornou um grande hit nacional.

    De volta aos estúdios, em 2012 lança o disco Volta (Som Livre). O álbum contém versões para “Rock And Roll” do Led Zeppelin e as músicas autorais “Será Que Você me Ama?” e “Urubu Rei”, entre outras. Posteriormente, o disco Volta transformou-se no show Coração Inevitável e contou com a direção e iluminação de Ney Matogrosso. O show foi registrado e lançado em DVD em 2013. O quarto álbum de estúdio e o primeiro totalmente autoral, Tô na Vida, chega em 2015. E em 2017 a artista lança o single e o clipe de “Respeita”, uma canção/manifesto feminista pela equidade de gêneros e pelo fim da violência contra a mulher. O clipe, dirigido por Isadora Bandt e João Wainer, contou com a participação de 86 mulheres, entre elas Elza Soares, Maria da Penha, Julia Lemmertz, Maria Rita Kehl, Mel Lisboa, Sophie Charlotte, Zélia Duncan, Natália Dill e Andreia Horta.

    Em 2018 Ana Cañas lança seu quinto álbum de estúdio, Todxs. Empoderado, feminista, com beats eletrônicos pesados e grooves sensuais, o álbum tem forte cunho político – especialmente no que diz respeito às pautas feministas e de defesa dos direitos das minorias. Indicado ao Grammy Latino 2019 como Melhor Álbum de Pop Contemporâneo, o trabalho foi produzido pela própria artista em parceria com Thiago Barromeo e conta com as participações de Chico Chico na faixa “A Tua Boca” e do rapper Sombra na faixa-título. Neste álbum, Ana também regravou a música “Eu Amo Você”, composição de Cassiano e Silvio Rochael que foi sucesso na voz de Tim Maia. A canção ganhou um videoclipe com participação da atriz Nanda Costa. Em julho de 2020, durante a pandemia de Covid-19, a artista idealizou uma live em homenagem à obra de Belchior e o sucesso desse evento resultou no álbum e nesta turnê que chega ao sul do Brasil, depois de passar por cidades do Nordeste.

    O lançamento deste trabalho aconteceu de forma gradual, primeiro com o single “Coração Selvagem” e depois com dois EPs que precederam o álbum Ana Cañas Canta Belchior, divulgado na íntegra em outubro. O processo de lançamento contou com três videoclipes: “Coração Selvagem” com participação de Lee Taylor, “Alucinação” com participação de Maria Casadevall e “Sujeito de Sorte”, no qual 46 artistas – entre eles Wagner Moura, Bruno Gagliasso e Elza Soares – gravaram suas próprias participações. Além dos videoclipes, todas as 14 faixas ganharam visualizers exclusivos no YouTube mostrando o processo de gravação do álbum.

     

    Ainda em 2021, a artista estreou como apresentadora do programa Sobrepostas, do Canal Brasil. A cada programa, Ana Cañas recebe convidadas em uma casa para conversarem sobre temas relacionados à sexualidade e à energia que motiva as mulheres a encontrarem prazer, afetos e intimidade. A abordagem dos temas não se dará sob o olhar do estranho – como algo a ser desvendado pelo olhar de especialistas, mas sob a perspectiva de mulheres cis e trans que são protagonistas das suas próprias narrativas.

     

    Foto: Marcus Steinmeyer/ Divulgação

    REDES SOCIAIS

    Instagram: https://www.instagram.com/ana_canas/

    YouTube: https://www.youtube.com/user/anacanasoficial

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    Spotify: https://spoti.fi/3CqaoHX

     

     

    ANA CAÑAS CANTA BELCHIOR

    Dia 24 de março, às 21h

    Teatro do Bourbon Country – Rua Túlio de Rose, 80

    Ingressos: de 60,00 a RS 180,00

    no Uhuu:

    https://uhuu.com/evento/rs/porto-alegre/ana-canas-canta-belchior-9806#/

     

  • Glau Barros homenageia as mulheres na volta do Chapéu Acústico, na BPE

    Glau Barros homenageia as mulheres na volta do Chapéu Acústico, na BPE

     

    O show “As Bambas do Samba”, com a cantora Glau Barros, em que ela canta músicas de compositoras brasileiras marca o retorno presencial do projeto Chapéu Acústico na Biblioteca Pública Estadual e abre a temporada de 2022. O evento ocorre dia 29 de março, às 19h, no Salão Mourisco da BPE (Rua Riachuelo,1190).

    O repertório homenageia as mulheres por meio de sambas de Dona Ivone Lara, Leci Brandão, das gaúchas Zilah Machado, Delma Gonçalves e Pâmela Amaro, além dos sambas que se consagraram na voz de grandes intérpretes, como Clara Nunes, Elza Soares, Elis Regina e Elizeth Cardoso.

    A escolha das canções foi pensada para chamar atenção do público para o
    silenciamento das artistas. “Devido ao contexto histórico machista, o universo feminino no samba obteve pouca visibilidade, pois mulheres não participavam das rodas e eventos de samba, atividades que ocorriam, em sua maioria, na rua, e a máxima machista era: ‘lugar de mulher é dentro de casa’”, explica a cantora.

    Além de apresentar as grandes canções imortalizadas por essas cantoras e
    compositoras, Glau apresenta alguns aspectos da biografia dessas mulheres que invadiram a cena do samba. “Elas se colocaram ao lado dos homens sendo, a partir de então, responsáveis por canções espetaculares e intepretações brilhantes que colocaram um molho diferente na história do samba brasileiro”, completa.

    O show “As Bambas do Samba” reafirma a necessidade de dar visibilidade a essas artistas do cenário musical que tanto contribuíram, e ainda hoje contribuem, para a divulgação desse gênero tipicamente brasileiro.

    Chapéu Acústico
    O evento tem entrada livre, mediante contribuição espontânea. Informações podem ser obtidas pelo telefone (51) 3224-5045 ou pelo e-mail bibliotecapublicadors@gmail.com.
    É obrigatório o uso de máscara e a apresentação de comprovante de vacinação com documento, cumprindo os protocolos sanitários. O número de vagas é limitado.

    Com produção de Marcos Monteiro, o projeto acontece desde 29 de setembro de 2016, sempre na BPE, e já contou com mais de 150 apresentações, com artistas locais e estrangeiros, nos gêneros jazz, música popular, bossa nova e choro, trazendo novidades e
    músicos consagrados. A curadoria de artistas mulheres é feita por Rosane Lopes, com o objetivo de dar protagonismo e apresentar novos talentos à cena cultural.

    Sobre a equipe
    Glau Barros é uma das mais importantes intérpretes da atual cena musical gaúcha e desenvolve intensa e permanente carreira profissional desde 1990, apresentando-se em alguns dos principais palcos do RS e de outros estados brasileiros. A cada show, vem conquistando espaço, novos fãs e seguidores. Em 2019 apresentou o show Glau Barros e Marco Farias, Voz e Piano, no Musical Évora, no Theatro São Pedro. Em 18 de junho de 2019, no palco do Theatro São Pedro, lançou
    seu primeiro CD, intitulado “Brasil Quilombo”. O álbum tem produção musical e arranjos do maestro Marco Farias e direção musical do premiado cantor e compositor Gelson Oliveira. Esse trabalho foi considerado pelo crítico Juarez Fonseca como “um dos melhores discos de
    samba já gravados no estado em todos os tempos”.

    Silfarnei Alves é violonista profissional desde 1983, e vem tocando desde então em Porto Alegre, no interior do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio de Janeiro, São Paulo, Montevidéu e Buenos Aires.
    Já acompanhou grandes nomes da música brasileira como Jamelão, Jair Rodrigues, Leci Brandão, Neguinho da Beija-Flor, Almir Guineto, entre outros. Silfarnei já participou de  diversas gravações de importantes trabalhos com um grande número de músicos.
    Recentemente tocou violão em todas as faixas do CD Brasil Quilombo da cantora Glau Barros. Foi um dos fundadores do Grupo Flor de Ébano um dos maiores que o estado já teve. Ex-presidente do Sindicato dos Músicos do RS.

    SERVIÇO
    O Quê: Chapéu Acústico “Bambas do Samba”
    Quando: Dia 29 de março de 2022, às 19h
    Onde: Salão Mourisco da Biblioteca Pública do Estado (Rua Riachuelo, 1190, Porto Alegre, RS).
    Realização: GlausCelsos Produções e Biblioteca Pública do Estado
    Entrada livre, mediante contribuição espontânea.
    O número de vagas é limitado. Informações: (51) 3224-5045 / e-mail bibliotecapublicadors@gmail.com.
    * É obrigatório o uso de máscara e a apresentação de comprovante de vacinação com documento, cumprindo os protocolos sanitários.

     

  • OSPA homenageia Brahms sob regência de maestro polonês Tadeusz Wojciechowski,

    OSPA homenageia Brahms sob regência de maestro polonês Tadeusz Wojciechowski,

    A segunda apresentação da orquestra em 2022 também inclui composição de Beethoven com solo da pianista brasileira Erika Ribeiro

    O compositor Johannes Brahms (1833 – 1897), falecido há 125 anos, será homenageado pela Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), fundação vinculada à Secretaria de Estado da Cultura (Sedac). Ao longo do ano, cinco apresentações nomeadas Ciclo Brahms farão parte da temporada, com obras do músico alemão. Sob regência de Tadeusz Wojciechowski, multipremiado regente polonês, os músicos interpretam a consagrada ‘‘Sinfonia nº1 em Dó Menor, Op. 68’’.  O evento será na Sala Sinfônica da Casa da OSPA, no dia 19 de março, às 17h. Os ingressos custam de R$ 10 a R$ 40 e já estão à venda em sympla.com.br (veja detalhes no serviço abaixo). Uma palestra sobre o repertório do concerto será apresentada pelo pianista Max Uriarte, gratuitamente, às 16h, na Sala de Recitais. O espetáculo também será transmitido ao vivo pelo canal da orquestra no YouTube.

    O segundo concerto da temporada celebra a vida e a obra de um dos maiores nomes do romantismo alemão. Para a ocasião, a orquestra conta com a presença do maestro Tadeusz Wojciechowski, que volta a Porto Alegre após três anos. Os músicos preparam a ‘‘Sinfonia nº1 em Dó Menor, Op. 68’’ – peça original que recorre a vários recursos, como contrastes, tonalidades e compassos. ‘‘Já apresentei essa composição diversas vezes, mas a cada interpretação descubro novas nuances’’, revela  o regente convidado. ‘‘A beleza dos motivos melódicos, a expressão extraordinariamente rica e saturada, o drama e a variação dos humores, assim como o caráter variado dos movimentos individuais dão ao maestro a possibilidade de uma declaração pessoal’’, complementa.

    O espetáculo também contempla o compositor que abriu a porta do romantismo. Ludwig van Beethoven (1770 – 1827) é revivido por uma das grandes pianistas da cena cultural brasileira. Erika Ribeiro esteve com a orquestra anteriormente em 2006, após vencer o Concurso Jovens Solistas da OSPA. Cerca de 16 anos depois, a pianista executa o ‘‘Concerto nº 1 para Piano e Orquestra em Dó Maior, Op. 15’’ – composição escrita na juventude do gênio alemão que carrega o estilo clássico de Mozart e Haydn. Ainda sim, ostenta solos improvisados de piano, nomeados cadenza, e foi eternizada como a peça escolhida para sua estreia em Viena. ‘‘Ouvir concertos de Beethoven sempre nos coloca como espectadores da própria evolução do instrumento’’, pontua a pianista. ‘‘Desde a primeira vez que toquei esta obra, criei com ela uma identificação muito forte. Combina muita energia com grande introspecção e é muito prazerosa de se fazer com orquestra’’.

    Série de palestras

    O projeto Notas de Concerto – Preleções sobre as obras da temporada OSPA chega à segunda edição. O convidado do dia é o pianista Max Uriarte, que detalha e contextualiza ambas as obras apresentadas no espetáculo. O evento acontece na Sala de Recitais da Casa da OSPA, às 16h, e tem entrada franca.

    Tadeusz Wojciechowski. Foto: Divulgação OSPA

    Sobre Tadeusz Wojciechowski (regente – Polônia)

    Maestro e violoncelista, estudou na Academia de Música de Varsóvia e aperfeiçoou as habilidades no Conservatório Nacional de Paris. Detentor de diversos prêmios como maestro e instrumentista, atuou em casas de ópera de prestígio por todo o mundo, incluindo a Metropolitan Opera, em Nova York, o Teatro La Fenice, em Veneza, o Teatro Carlo Felice, em Gênova, a Royal Opera, em Estocolmo, a Royal Opera, em Oslo, e a Ópera Real Dinamarquesa, em Copenhague. Apresentou-se em dezenas de países, incluindo Alemanha, Grã-Bretanha, Bélgica, Dinamarca, Noruega, Suécia, Itália, França, Estados Unidos e Japão. Seu repertório inclui mais de quarenta óperas, tendo sido agraciado pelo Ministério da Cultura e Patrimônio Nacional da Polônia pelo compromisso com a cultura.

    Erika Ribeiro. Foto: João Atala/Divulgação.

    Sobre Erika Ribeiro (piano – Brasil)

    Pianista versátil, Erika Ribeiro tem se apresentado como solista e camerista nas principais salas de concerto do país e acumula prêmios em dezenas de concursos nacionais, como o III Concurso Nelson Freire. Com carreira internacional, tem passagens por Alemanha, Áustria, França, Estados Unidos, Polônia e Portugal. Sua discografia inclui “Images of Brazil”, em parceria com a violinista americana Francesca Anderegg, e um disco solo, na qual registrou transcrições autorais de Igor Stravinsky e Hermeto Pascoal, além de peças raras da compositora russa Sofia Gubaidulina. O álbum foi um dos três finalistas do Prêmio Concerto 2021, na  categoria “Melhor Disco do Ano”. Além da carreira musical, também é doutora e professora de piano no Instituto Villa-Lobos da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UNIRIO.

    ORQUESTRA SINFÔNICA DE PORTO ALEGRE (OSPA)

    Notas de Concerto, com Max Uriarte

    Quando: sábado, 19 de março de 2022, às 16h

    Onde: Sala de Recitais da Casa da OSPA

    Entrada franca

    Concerto da Série Casa da OSPA – CICLO BRAHMS

    Quando: sábado, 19 de março de 2022, às 17h

    Onde: Casa da OSPA (CAFF – Av. Borges de Medeiros, 1.501, Porto Alegre, RS).

    Ingresso solidário (mediante doação de 1kg de alimento): R$ 10 (estudante, qualquer seção), R$ 15 (mezaninos e balcões) e R$ 20 (camarotes e plateia).

    Ingresso inteiro: R$ 30 (mezaninos e balcões) e R$ 40 (camarotes e plateia). Desconto de 50% para Amigo OSPA, sócios do Clube do Assinante ZH, idosos, doadores de sangue, pessoas com deficiência, estudantes, jovens até 15 anos e ID Jovem. Desconto de 20% para titulares do cartão Zaffari e Bourbon e para clientes do Banrisul.

    Bilheteria on-line: na Sympla – bit.ly/ospa2022_ingresso (com taxa de conveniência).

    Bilheteria na Casa da OSPA*: sextas e sábados, das 12h às 17h. *Abertura sujeita à disponibilidade de ingressos (acompanhe pelas redes sociais e pelo site ospa.org.br). Formas de pagamento: Dinheiro, Banricompras, Visa, Master, Diners, Hiper, Elo, Vale Cultura Ticket e American.

    Estacionamento: gratuito, no local.

    Classificação indicativa: não recomendado para menores de 6 anos.

    Acessibilidade: a Casa da OSPA oferece acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida e programas em braile.

    Na internet: ao vivo, gratuitamente, em youtube.com/ospaRS

    Informações para o público: (51) 3288-1507 e 98608-0141, de segunda a sexta, das 9h às 18h.

    Protocolos sanitários: a OSPA segue as orientações do Governo do Estado do RS relativas à pandemia da Covid-19, que incluem ocupação reduzida da Sala Sinfônica, disponibilização de álcool gel aos visitantes, distanciamento social nos espaços de passagem e na ocupação das poltronas. Visitantes devem usar máscara durante todo o concerto.

    Programa:

    Beethoven, Ludwig van | Concerto nº 1 para Piano e Orquestra em Dó Maior, Op. 15

    I. Allegro con brio

    II. Largo

    III. Rondo. Allegro

    Intervalo

    Brahms, Johannes | Sinfonia nº1 em Dó Menor, Op. 68

    I. Un poco sostenuto – Allegro

    II. Andante Sostenuto

    III. Un poco allegretto e grazioso

    IV. Adagio – Piu andante – Allegro non troppo, ma con brio

    Regência:

    Tadeusz Wojciechowski

    Solo (piano):

    Erika Ribeiro

    Direção Artística:

    Evandro Matté

    Apresentação:

    Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA)

    Lei de Incentivo à Cultura

    Patrocínio da Temporada Artística: Gerdau, Alibem e Banrisul.

    Patrocinadores da Casa da Ospa: Banrisul, Vero, Panvel, Grupo Zaffari e Gerdau.

    Apoio da Temporada Artística: Dufrio e Sulgás.

    Realização: Fundação Ospa, Fundação Cultural Pablo Komlós, Secretaria da Cultura do RS, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal – Pátria Amada Brasil.

    Acompanhe a OSPA pelas redes sociais:

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  • A voz de Glau Barros e o instrumental de James Liberato, no Espaço 373

    A voz de Glau Barros e o instrumental de James Liberato, no Espaço 373

     

    No dia 17 de março, quinta, o Espaço 373 completa cinco anos com show de Glau Barros em homenagem à outra aniversariante do dia, Elis Regina. Acompanhada de Marco Farias (teclado), Fernandes Neto (baixo) e César Audi (bateria), a cantora apresenta um repertório com canções imortalizadas na voz de Elis e, também, com temas não tão conhecidos, permitindo ao público uma viagem por meio de diversos gêneros, como a bossa nova, o samba e o jazz.

    Manacô, de Liberato 
    Na sexta, 18, James Liberato sobe ao palco do Espaço 373 para apresentar o álbum “Manacô”. Vencedor do Prêmio Açorianos de Música 2020, na categoria Melhor Compositor, James explora as diversas facetas da música instrumental brasileira, como o samba, o baião, a milonga e a valsa. “A mistura de sonoridades é essencial para que o trabalho se mostre o mais maduro já realizado pelo músico”, afirma o jornalista e especialista em jazz Paulo Moreira.

    James Liberato. Foto Cris Bizarro/ Divulgação

    “Manacô” veio para consolidar uma relação de amizade e reciprocidade, a partir da ideia de gravar esse novo trabalho com poucos recursos materiais e financeiros. O que parecia impossível foi surgindo com o apoio de músicos maravilhosos, que dedicaram tempo e talento de forma desprendida”, destaca o músico.

    Além de James Liberato (guitarra), o show contará com Luis Henrique New (piano), Ronie Martinez (bateria), Everson Vargas (baixo), Guilherme Goulart (acordeon) e as participações especiais da cantora Anacris Bizarro e do cellista Fabio Venturela.

    Aniversário do Espaço
    Inaugurado em 17 de março de 2017, o Espaço 373 remete às famosas casas de jazz de New York pelas paredes de tijolos à vista, madeiras de demolição e um charmoso piano de parede. Localizado 4º Distrito, conhecido pela criatividade e empreendedorismo cultural, o casarão construído em 1925 é tido como Patrimônio Cultural do Município.

    Em 2020, antes da pandemia, o 373 foi ampliado para receber shows locais e nacionais e apresentações de teatro, literatura e dança e oficinas, além de se tornar um novo espaço colaborativo do Distrito Criativo.

    SERVIÇO
    Glau Barros canta Elis
    Quando: 17 de março | Quinta-feira | 21h
    Ingressos: https://www.eventbrite.com.br/e/glau-barros-canta-elis-tickets-269121498647?aff=ebdssbdestsearch

    James Liberato apresenta MANACÔ
    Quando: 18 de março | Sexta-feira | 21h
    Ingressos: https://www.eventbrite.com.br/e/james-liberato-tickets-269137386167?aff=ebdssbdestsearch

    Local: Espaço 373 (Rua Comendador Coruja, 373 – Bairro Floresta
    Ingresso Amigo: R$ 35,00 | Ingresso Mui Amigo: R$ 45,00 | Ingresso 373: R$ 55,00 | Ingresso Apoiador da Arte: R$ 65,00 | Ingresso Patrocinador da Arte: R$ 100,00

    Informações e reservas: (51) 9 81423137 ou (51) 9 98902810

    A lotação máxima é de 60 pessoas e é necessário apresentar comprovante de vacinação

    Aceita todos os cartões de crédito | Ambiente climatizado | Possui wifi | Segurança na porta | Estacionamento no Shopping Total

  • Liana Timm e Cátia Simon voltam com as “Digressões Clariceanas”

    Liana Timm e Cátia Simon voltam com as “Digressões Clariceanas”

     

    As “Digressões Clariceanas” estão de volta. O projeto de encontros de Liana Timm e Cátia Simon inspiradas na metodologia de entrevistas de Clarice Lispector vai iniciar sua segunda temporada. No ano passado, na estreia, as escritoras gaúchas promoveram lives com Jane Tutikian, Jacob Klintowitz, Cida Moreira e Lilian Rocha. Agora, a programação já tem novos convidados e inicia com um bate-papo com a escritora amazonense Marta Cortezão, na quarta-feira, 16 de março, às 20h, no Facebook da Território das Artes e no Youtube da escritora Liana Timm.

    “Depois de conversas tão instigantes e envolventes no ano passado, retomamos o projeto que nasceu com Clarice Lispector, ao desconcertar seus leitores a partir de indagações inusitadas”, observa Liana.

    Marta Cortezão. Foto: Acervo pessoal/ Divulgação

    A primeira convidada da temporada 2022 é Marta Cortezão, natural de Tefé (AM) e que mora em Segóvia (ES), desde 2012. É escritora, poeta, tradutora, trovadora e ativista cultural. Tem obras (poemas e contos) publicadas em antologias, tanto nacionais como internacionais. Publicou os livros de poesia “Banzeiro manso” (Porto de Lenha Editora, 2017) e “Amazonidades; gesta das águas” (Penalux, 2021). É membro-fundadora da Associação Brasileira de Escritores e Poetas Pan-Amazônicos – ABEPPA, e membro correspondente da Academia de Letras do Brasil – Amazonas – ALB/AM e da Academia Ludovicense de Letras – ALL/MA.

    Um olhar sobre as diferentes faces da cultura do Brasil será apresentado ao longo da programação das Digressões Clariceanas. Além da amazonense Marta Cortezão, estão confirmados a escritora recifense Micheliny Verunschk, o poeta gaúcho Lau Siqueira, e a escritora paulista Maria Valéria Rezende.

    Confira a programação:

    Digressões Clariceanas
    Com Liana Timm e Cátia Simon
    Facebook e Youtube Liana Timm

    16 de março – 20h: Marta Cortezão
    14 de abril – 20h: Micheliny Verunschk
    19 de maio – 20h: Lau Siqueira
    16 de junho – 20h: Maria Valéria Rezende

  • Exposição com esculturas inspiradas em objetivos da ONU, na Usina do Gasômetro

    Exposição com esculturas inspiradas em objetivos da ONU, na Usina do Gasômetro

     

     

     

    Já estão instaladas na Usina do Gasômetro os globos da exposição 17 ODS para Um Mundo Melhor, que fica até o dia 8 de abril em Porto Alegre.

    A mostra reúne 18 esculturas em formato de globo terrestre, com 1,8m de altura cada, utilizados como suporte tridimensional para a criação artística. Cada uma das obras de arte expressa um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), metas globais que integram a Agenda 2030 – pacto global firmado por 193 países membros da Organização das Nações Unidas (ONU), incluindo o Brasil. Em Porto Alegre, a 18ª será ilustrada por Lilian Maus. A pintora, que é professora do Instituto de Artes da UFRGS e tem parte de seu trabalho voltado à Educação Ambiental, representará em seu globo a ODS número 12 – Consumo e Produção Responsáveis.

    A mostra é exibida na capital gaúcha com o apoio do Ministério do Turismo, através da Secretaria Especial de Cultura. O patrocínio é do grupo Colgate-Palmolive com apoio local da Prefeitura Municipal de Porto Alegre, da Secretaria Municipal de Cultura, da Ativa Multicanal e GAM3 Parks. A concepção e realização é da TopTrends, empresa de marketing cultural que assina grandes eventos como a CowParade.

    Em Porto Alegre, a artista plástica Lilian Maus é quem assina a pintura do 18º globo. Ela, que recentemente publicou o livro “Mar de Brincar”, com ilustrações em aquarelas voltadas ao público infantil, disseminando a fauna e flora do Rio Grande do Sul e distribuído em escolas públicas, faz alusão à Semana de Arte Moderna de 1922, que comemora seu centenário neste ano.

    Link para fotos: https://we.tl/t-qcjeSfSFeL

    Fotos: Leonardo Lenskij / Top Trends

    Serviço: “17 ODS para um Mundo Melhor” 

    De 4 de Março a 8 de Abril

    Local: Usina do Gasômetro – Avenida Presidente Goulart, 353

    Aberto ao público

  • Homenagem aos  250 anos de Porto Alegre, em exposição de Nilton Santolin

    Homenagem aos 250 anos de Porto Alegre, em exposição de Nilton Santolin

    Em homenagem ao aniversário de 250 anos de Porto Alegre, a Delphus Galeria de Arte, em parceria com o Hotel Plaza São Rafael – duas referências em seus ramos de atuação – promovem a exposição fotográfica “Porto Alegre : Três Olhares”, do fotógrafo porto-alegrense Nilton Santolin.

    21abr2009 fotos prédios centro de Porto Alegre, Mercado Público
    01 06 2008 Ponte Móvel do Guaiba

    O Centro Histórico de Porto Alegre, área privilegiada nas fotos,  possui belezas que muitas vezes passam despercebidas, mesmo para os que diariamente transitam por suas ruas, mas não pelo olhar atento de Santolin que, em 37 registros, captou ângulos que retratam uma arquitetura rica em detalhes das praças e dos monumentos da capital gaúcha.

    © Nilton Santolin 2018/ Divulgação
    © Nilton Santolin 2018/ Divulgação

    Com quase 40 anos de profissão na arte da fotografia, Nilton Santolin inaugura no dia 10 de março, quinta-feira, a mostra individual que pode ser visitada com entrada franca, diariamente, das 9h às 20h, até o dia 30 de abril.

    A exposição, dividida em três partes, tem como diferencial levar para o público três olhares distintos do mesmo fotógrafo sobre espaços de Porto Alegre A primeira parede apresenta a série Adulteradas, que ficou em cartaz no Museu de Arte do Rio Grande do Sul em 2019, trazendo perspectivas inusitadas da cidade. A segunda, Polaroides: Céu Azul de Porto Alegre, traz fotografias manipuladas e transformadas em ilustrações, que estiveram em cartaz em 2021 nas estações e nos canais da Trensurb. A última parte, intitulada Clássicas, expõe um compilado de imagens – que foram destaque em exposições coletivas, jornais, galerias e capas de revistas –, representativas de momentos e locais marcantes da cidade, como o pôr do sol, o Cais do Porto e a Fonte Francesa do Parque da Redenção.

    ©2016 Nilton Santolin/ Divulgação
    ©2015 Nilton Santolin/ Divulgação

    O evento tem realização da Delphus Galeria de Arte e Molduraria – um espaço com quase meio século de história dedicado à arte em Porto Alegre. O convite à Nilton Santolin para que brindasse a cidade com sua arte fotográfica e seu olhar aguçado não poderia ser mais assertivo para esta ocasião. Você irá conferir, nas imagens expostas, toda beleza e singularidade de parte do imenso e qualificado acervo deste grande fotógrafo.

    Sobre Nilton Santolin
    Nilton Santolin Iniciou a carreira de fotógrafo em 1984. Unindo o olhar de repórter com a estética da publicidade, realizou diversos projetos que revelam o cotidiano e a arquitetura de cidades no Brasil e no exterior. Com dezenas de exposições individuais e coletivas, realizadas no Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Uruguai e Suíça, é autor do livro UNICRED RS, que retrata 40 cidades gaúchas em preto e branco. Definindo-se como “um saqueador imagético dos detalhes”, seu maior interesse é impactar o espectador pela leveza ou estranheza da imagem.

    © Nilton Santolin 2018/ Divulgação
    © Nilton Santolin 2018/ Divulgação

    SERVIÇO
    Exposição Três Olhares: Porto Alegre Artista: Nilton Santolin
    Período de visitação: de 10 de março a 30 de abril de 2022
    Local: Hotel Plaza São Rafael (Av. Alberto Bins, 514 – Centro, Porto Alegre/RS)
    Entrada franca
    Realização: Delphus Galeria de Arte
    As obras podem ser adquiridas no site: www.delphusgaleria.com.br

  • Abertura da Exposição “Fora da Margem” celebra diversidade nas artes visuais

    Abertura da Exposição “Fora da Margem” celebra diversidade nas artes visuais

    Foi uma noite de glória para os 37 artistas participantes, para a Associação Riograndense de Artes Plásticas Francisco Lisboa – promotora da mostra Fora da Margem -, e para a diversidade, representada na ocasião por suas diferentes tribos.

    Obra Quarto fechado, sexo velado, de Ita Stockinger.
    Grande público compareceu a abertura na Galeria do Dmae

    Um dos trabalhos que chamaram a atenção do grande público que passou pela Galeria do Dmae na noite de quinta-feira (3), durante a abertura da mostra, foi a série “Queens”, da artista visual Inez Pagnoncelli: nove telas pintadas com acrílica e óleo, acrescidas de colagens com strass, miçangas, fitas com pérolas, folhas de ouro.

    Paulo Amaral prestigiou a mostra da Chico Lisboa e a série Queens, de Inez Pagnoncelli
    Público curtiu a mostra nas arcadas da galeria

    Feliz com a atenção dispensada às obras pelos visitantes, entre eles o coordenador de Artes Visuais da Prefeitura de Porto Alegre, Paulo Amaral, a artista contou que se inspirou em drags famosas para produzir os retratos.

    O público curtiu as obras expostas por entre as arcadas da galeria e assistiu e aplaudiu vídeos sobre a temática queer projetados nos jardins do parque. Presença a ser destacada, entre tantas outras, a da decana das artes visuais, Zoravia Bettiol.

    Artista Graça Craidy (segurando catálogo), suas obras e as amigas Rosane Morais, Silvy Bertoja Fernandes e Josmeri Pergher Phul

    A exposição permanece no local (Av. 24 de Outubro, 200, Moinhos de Vento) até o próximo dia 31. Entrada gratuita.

    Drag queen Cassandra e a presidente da Chico Lisboa, Lisiane Rabello na Fora da Margem

    -Texto e Fotos: Carlos Souza/Divulgação

  • Pâmela Amaro lança single de Samba às Avessas, seu primeiro álbum

    Pâmela Amaro lança single de Samba às Avessas, seu primeiro álbum

    Pâmela Amaro lança, nesta sexta-feira (4), a música “Samba Arte Popular”, pela Mundaréu Records/ybmusic (SP), aperitivo para o lançamento do seu primeiro álbum, “Samba às Avessas”.

    A cantora e compositora porto-alegrense figura como intérprete, pois partilha o espaço com outros talentos emergentes do samba porto-alegrense, como os poetas Xannd Sy e Luciano Magalhães, entre outros. O single, assim como o projeto do disco, conta com a consultoria artística da sambista Nilze Carvalho (RJ), produção musical de Pâmela e de Tuti Rodrigues; arranjos de Tuti, Pâmela e Max Garcia e direção artística de Tiago Souza.

    O single foi gravado em agosto de 2021, na Áudio Porto e no Transcendental Audio, pelos engenheiros de som Pedro Schimitt e Leo Bracht, sendo mixada e masterizada por Helio Menezes. Na arte da capa do single, a artista, que assina a direção de arte, faz referência ao Carnaval, na foto de Luis Ferreirah, com edição de Fabio Junges e design gráfico de Guile.

    O álbum “Samba às Avessas” chega às plataformas musicais em abril, com financiamento da Lei Estadual de Incentivo (LIC) e patrocínio da Natura Musical. A ideia de um samba às avessas de Pâmela Amaro é reconhecer o samba a partir das narrativas femininas.

    “O avesso é olhar pelo lado da matriarcalidade; significa ver pelo lado de dentro, ir a fundo à busca de mostrar o ponto que não se vê”, resume Pâmela.

  • Santiago e seu “Caderno de Desdenho”, reunindo cartuns universais e atemporais

    Santiago e seu “Caderno de Desdenho”, reunindo cartuns universais e atemporais

     

    O cartunista Santiago apresenta, em Caderno de Desdenho (Libretos Editora, 2022, 140 páginas, 21 x 21 cm, colorido, R$45, ISBN 978-65-86264-40-1), o melhor de sua produção dos últimos 30 anos, com desenhos inéditos e muitos publicados em revistas e jornais. Dentre 100 premiações conquistadas em salões nacionais e internacionais, 16 cartuns vencedores constam desta obra comemorativa. São obras universais e atemporais que abordam temas como ecologia, costumes e crítica social.

     

    Santiago, que comemora 47 anos de profissão, autografa Caderno de Desdenho no dia 10 de março (quinta-feira), às 17h30, no Espaço Amelie (Rua Vieira de Castro, 439 – Santana, Porto Alegre/RS). A publicação já está disponível no site http://www.libretos.com.br, nas livrarias ou diretamente com o autor.

     

     

    Desdenhando a pompa e a circunstância, com irreverência nata, Santiago é um artista conectado às questões sociais e sempre alerta contra as injustiças e as artimanhas de intimidação por parte dos poderosos. Afinal, se o rei está nu, alguém precisa registrar com qualidade e excelência. O cartunista reitera sua concepção sobre humor gráfico: “Humor é desdenho. Eu desdenho com muito empenho: da hipocrisia e sua miopia, do cinismo sem abismo, das convenções da sociedade com maldade, do preconceito sem respeito e do ódio de qualquer jeito”.

     

    O livro, cuja capa é assinada pelo designer e diretor de arte Bernardo Abreu, tem edição e editoração de Clô Barcellos. Os cartuns selecionados foram originalmente publicados no jornal Extra ClasseCREA em Revista, revista Novo Olhar, revista Foco, revista Florense, revista Le Monde Diplomatique Brasil, revista AGAS, revista Momento, revista VOX, revista Porto & Vírgula, revista Aplauso, revista Na Janela, revista Bundas Pasquim21, outros participaram em Salões Internacionais de cartuns e muitos são inéditos.

     

    Neltair Abreu nasceu em 1950, na cidade que lhe emprestou o pseudônimo e que antigamente foi “Santiago do Boqueirão” na quase fronteira com a Argentina. Estudou Arquitetura na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Trabalhou por dez anos na Folha da Tarde, para o Coojornal (Cooperativa dos Jornalistas), Pasquim, revista Bundas, jornal Pasquim 21, jornal O Interior, jornal O Estado de S. PauloJornal do Comércio e desenha atualmente para o jornal Extra Classe e revista Le Monde Diplomatique Brasil. Editou 18 livros de humor gráfico, sete destes com o seu personagem, o gauchinho Macanudo Taurino.

    Foi premiado oito vezes no concurso do jornal Yomiuri Shimbun de Tóquio, sendo em uma ocasião o Grand Prix, o prêmio máximo, concorrendo com 16 mil desenhos do mundo inteiro. Venceu cinco vezes o Salão de Piracicaba e, em 1992, foi presidente de honra do certame. Ganhou por vinte vezes o prêmio de melhor charge editorial da Associação Rio Grandense de Imprensa. Obteve o prêmio do Salão de Cartuns do Canadá em 1987 e na Alemanha em 1983. Arrebatou o primeiro lugar no Salão de Humor Antiguerra, na Bulgária em 1987. Premiado duas vezes no Salão Carioca de Humor em 1997 e 2008.
    Em 1987, a revista especializada em humor gráfico, Witty World, dos Estados Unidos, colocou seu nome entre os dez melhores do mundo, junto com Quino, Aragonés, Sempé e Mordillo. Possui originais no Museu da Caricatura em Basiléia, Suíça. Dedica-se também à história em quadrinhos, sua paixão desde sempre. Já publicou contos vivenciados em Causos do Santiago (Zarabatana, 2013) e A menina do Circo Tibúrcio (Libretos, 2016).
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