Autor: da Redação

  • Monumento ao Laçador posto em pé para fase mais profunda de limpeza

    Monumento ao Laçador posto em pé para fase mais profunda de limpeza

     

     

    O restauro do Monumento ao Laçador segue o cronograma previsto no projeto. Desta vez, a escultura Símbolo Oficial de Porto Alegre foi erguida novamente para receber a limpeza através do jateamento e assim identificar com melhor precisão fissuras e rachaduras que serão fechadas com soldagem. O processo contou com um caminhão guincho, que fez, inversamente, o mesmo processo de quando ele foi retirado do Sítio do Laçador e colocado no caminhão para transporte. Com a Estátua já em pé, a JOG Andaimes está colocando as estruturas ao redor do Laçador para que a limpeza com micro jateamento seja feita.

    Na última semana, a Estátua recebeu a estrutura interna em aço inox, com sistema estrutural treliçado, que vão desde os pés até o pescoço do Laçador e proporcionam maior estabilidade. Além disso, também já foi fixada em sua base a estrutura que irá prender o Monumento ao chão, para quando ele for devolvido ao Sítio na Avenida dos Estados, na capital gaúcha. Esta base será unida a uma estrutura de aço inoxidável que será colocada no atual pedestal de concreto, a fim de promover uma maior segurança e praticidade nas ações conservativas. Assim, se houver a necessidade de remoção em algum outro momento da sua história, será feito de forma mais prática e diminuindo os riscos para o Monumento.

    O restauro da Estátua do Laçador faz parte do Projeto Construção Cultural – Resgate do Patrimônio Histórico, promovido pelo Sindicato dos Indústrias da Construção Civil no Estado do Rio Grande do Sul (Sinduscon-RS) e pela Associação Sul Riograndense da Construção Civil. O projeto tem patrocínio da Gerdau e da Sulgás e conta com o apoio da JOG Andaimes, Elevato, Ministério Público do Rio Grande do Sul e Phorbis Empreendimentos Imobiliários.

  • Espetáculo infantil marca a retomada dos teatros da Casa de Cultura Mario Quintana

    Espetáculo infantil marca a retomada dos teatros da Casa de Cultura Mario Quintana

    Os teatros da Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ), instituição da Secretaria de Estado da Cultura (Sedac), estão retomando a agenda interrompida desde o início da pandemia. O Teatro Bruno Kiefer, no 6º andar, reabre para o público com o espetáculo infantil Peteca, Pião e Pique Pessoa. As sessões acontecem nos dias 13, 14 e 15 de novembro, sempre às 16h. Os teatros estão operando com 50% da capacidade e com distanciamento entre as poltronas. Além do uso obrigatório de máscara e verificação de temperatura para acessar CCMQ, o público dos teatros precisará apresentar o passaporte vacinal (cartão de vacinação ou aplicativo SUS), conforme a legislação e as especificações por faixa-etária.

    Com atividades suspensas desde março de 2020, a Sala Carvalho, no segundo andar do complexo cultural, sediou recentemente eventos do 28º Porto Alegre em Cena. A reabertura do Teatro Bruno Kiefer marca também a retomada dos espetáculos que tiveram as temporadas canceladas em razão da pandemia. A primeira atração da agenda é voltada ao público infantil.

    SINOPSE

    Peteca, Pião e Pique Pessoa, com direção de Izabel Cristina e Viviane Juguero, aborda a temática do tempo. Em cena, Peteca e Pião contam a história de Pique-Pessoa, alguém que está sempre em busca de uma saída para ser feliz no futuro, sem vivenciar plenamente o presente. A personagem é masculina ou feminina, alta, baixa, gorda ou magra, Pique-Pessoa pode ser todos ou todas. A representação simbólica de uma sociedade sem tempo, correndo de um lado para o outro, ansiosa em resolver problemas, sem perceber os verdadeiros laços e afetividades da vida. A peça proporciona momentos divertidos e envolventes, com músicas cantadas ao vivo, brincadeiras, ludicidade, referências folclóricas e caminhos para a construção de novas percepções e reflexões que dialogam, diretamente, com as crianças e suas vivências.

    FICHA TÉCNICA
    Elenco: Diego Nayà e Cíntia Ferrer
    Direção: Izabel Cristina e Viviane Juguero
    Dramaturgia: Viviane Juguero
    Colaboração dramatúrgica: Jorge Rein
    Concepção inicial do espetáculo: Viviane Juguero e Éder Rosa
    Composição de figurinos e materiais cenográficos: Éder Rosa
    Caracterização cênica de maquiagens e penteados: Jeferson Ghenes
    Músicas: Viviane Juguero
    Iluminação: Fabi Santos
    Fotografia: Andréa Seligman

    SERVIÇO:
    PETECA, PIÃO E PIQUE-PESSOA
    Onde: Teatro Bruno Kiefer
    Quando: 13, 14 e 15 de novembro | sábado, domingo e segunda-feira
    Horário: 16h
    Ingressos: meia-entrada – R$ 10,00 | inteira – R$ 20,00
    Classificação: Livre
    Duração: 50 minutos

    PASSAPORTE VACINAL (cartão de vacinação ou aplicativo SUS):
    – 30 anos ou mais: esquema vacinal completo;
    – 18 a 29 anos: primeira dose ou dose única de 1º a 30 de novembro; esquema vacinal completo a partir de 1º de dezembro.
    Outras informações pelo e-mail ccmq.teatros@gmail.com ou telefone (51) 3226 4825.

     

  • Grenal de poesia reúne Ricardo Silvestrin e Sandro Santos durante a Feira do Livro

    Grenal de poesia reúne Ricardo Silvestrin e Sandro Santos durante a Feira do Livro

    Durante a 67ª Feira do Livro de Porto Alegre, a Libretos promove o Grenal de poesia, entre os autores e ilustradores de “Carta Aberta ao Demônio” e “poemas azuis”. O sarau integra a programação da Libretos Híbrida e estreia no YouTube no dia 09 de novembro, às 19 horas.

    “Carta Aberta ao Demônio” (Libretos, 2021, 104 páginas), livro de Ricardo Silvestrin com ilustrações de Leo Silvestrin, é uma proposta de ação. Falar sério, sem rodeios. Direto ao ponto, direto à própria besta, sem medo e com muita razão.

    Segundo o material de divulgação Poemas Azuis” (Libretos, 2021, 60 páginas, R$32), livro de Sandro Santos com ilustrações de Vera Rotta, dá o tom do amar. Do querer, querer dizer. Dos temores de perder, dos encontros e derrapadas, das mensagens trocadas e um quase nada de saudade. Um tom de paz, de flor, de esperança, e de rancor, porque o poeta não é de papel. No prefácio afetivo, a jornalista Manoela Frade entrega: “a obra é uma celebração de instantes, lembranças e desejos que habitam a alma do poeta. Uma autobiografia ficcional-poética sobre as tempestades de amar.”

    Pelos vermelhos, ainda que gremistas, Ricardo e Leo Silvestrin. Pelos azuis, ainda que colorados, Sandro Santos e Vera Rotta. A sessão de autógrafos com autores e ilustradores está marcada para o dia 10 de novembro, às 17h30.”

    Grenal de poesia, em Sala Libretos

    Dia 09 de Novembro, às 19h, estreia no Youtube/libretos100, na 67ª Feira do Livro de Porto Alegre.

    Autógrafos na Feira do Livro

    10 de novembro (quarta), às 17h30

    Ricardo Silvestrin (poesia) e Leo Silvestrin (ilustração)

    Sandro Santos (poesia) e Vera Rotta (ilustração)

    Sandro Júlio. Foto; Divulgação

    Sandro Julio dos Santos nasceu em Porto Alegre, é jornalista e poeta. Fã de Mario Quintana, Fernando Pessoa e admirador de escritores da “Geração Perdida” como Scott Fitzgerald e Ernest Hemingway. Antes de mudar de ares e trocar o perfume dos jacarandás da capital gaúcha pelo colorido dos ipês da capital federal trabalhou como assessor e repórter. Morou em Brasília por mais de 15 anos, onde percorreu assessorias de comunicação, rádios e redações de diferentes ministérios, produtoras de audiovisual, além de realizar consultorias para a Unesco, no Ministério da Educação. Após algumas temporadas como repórter no Congresso Nacional e na Presidência da República foi diretor de Comunicação da Secretaria de Cultura do governo do Distrito Federal. A melhor parte era a localização, pois sua sala era no Tea­tro Nacional Cláudio Santoro, obra do arquiteto Oscar Niemeyer. Em 2018 morou em Granada, na Andaluzia. Época essa em que resolveu divulgar seus escritos.

    Ricardo Silvestrin. Foto: Carolina Silvestrin/ Divulgação

     Ricardo Silvestrin é escritor, compositor e mestre em Literatura pela UFRGS. Antes de Carta aberta ao Demônio, lançou os livros de poesia Sobre o quePrêt-à-porterTypographoMetal, Adversos, Advogado do diabo, O menos vendido, ex,Peri,mental, Palavra mágica, Bashô um santo em mim, Quase eu e Viagem dos olhos. Na prosa, Play,contos, e O videogame do rei, romance. Entre seus livros para crianças, destacam-se É tudo invenção e Pequenas observações sobre a vida em outros planetas. Na música, lançou o álbum Silvestream. Recebeu por cinco vezes o Prêmio Açorianos de Literatura (três delas enquanto autor, uma pela editora Ameopoema e outra como destaque de mídia pelo programa na rádio Ipanema FM – Transmissão de Pensamento).

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  • L. F. Verissimo recebe desenhos por vandalismo ao seu retrato na mostra “Autorias”

    L. F. Verissimo recebe desenhos por vandalismo ao seu retrato na mostra “Autorias”

    O jornalista e escritor Luis Fernando Verissimo, que convalesce em casa, recebeu um presente especial entregue pela idealizadora da exposição “Autorias”, Graça Craidy: uma pasta com os trabalhos da atividade “Desenhando Verissimo”, em desagravo ao fato de a tela com o retrato de LFV ter sido vandalizada em meio à mostra ao ar livre na galeria Escadaria, no Viaduto Otávio Rocha, Centro Histórico de Porto Alegre.

    Graça Craidy, Pedro e Lúcia Verissimo. Foto; Divulgação

    A entrega da pasta, em nome dos 18 artistas visuais da mostra e também dos participantes que aderiram ao desagravo, realizado a quatro dias do final da exposição, foi feita à esposa de Verissimo, Lúcia, e ao filho, Pedro, na tarde de domingo (7). Eles agradeceram e elogiaram a iniciativa dos artistas de repudiar o ataque a arte.

    A pasta contém 25 desenhos (e alguns breves textos) feitos para Verissimo. Em um deles, o escritor é retratado como saxofonista, uma de suas grandes paixões fora do jornalismo e da literatura. “A pasta foi entregue ao querido Verissimo como prova de nosso afeto e admiração”, disse Graça Craidy.

    A tela original, atacada provavelmente com um estilete, foi substituída por uma foto adesivada do quadro que foi danificada outras duas vezes com uso de substâncias químicas. Houve registro das ocorrências na Polícia Civil, mas ainda não se conhece a identidade do criminoso.

    A pintura do artista Gustavo Burkhart foi restaurada e fará parte de futuras remontagens da exposição. Os demais 25 retratos de escritores gaúchos da mostra não sofreram ataques.

  • Butiá recebe “Guitarras da Cidade”, com Eduardo Gambona, James Liberato e Paulinho Barcellos

    Butiá recebe “Guitarras da Cidade”, com Eduardo Gambona, James Liberato e Paulinho Barcellos

    O Butiá recebe neste domingo, 7, o instrumental Guitarras da Cidade. Neste show, o público poderá conferir a mistura de blues de Eduardo Gambona com o jazz de James Liberato e o fusion de Paulinho Barcellos.
    Juntos, os instrumentistas apresentam seu repertório autoral, além de alguns clássicos da guitarra, como “Cause We´ve Ended as Lovers”, de Stevie Wonder, “On Broadway”, de George Benson, e “Beira do Mar”, de Ricardo Silveira. Completam o time de Guitarras da Cidade Everson Vargas (baixo), Ronie Martinez (bateria) e Luis Henrique New (teclado).
    As apresentações ao ar livre iniciam às 17h30 até o pôr do sol. Os ingressos custam R$ 40 e, em cumprimento aos protocolos sanitários, as reservas devem ser feitas pelo site www.obutia.com. A localização e como chegar são informadas por e-mail.
    O trio instrumental toca no Butiá domingo.
  • Morre artista visual indígena Jaider Esbell, que expôs cobras infláveis no Parque da Redenção

    Morre artista visual indígena Jaider Esbell, que expôs cobras infláveis no Parque da Redenção

     

    O artista visual indígena Jaider Esbell, cuja obra “Entidades”, duas cobras infláveis, esteve exposta no espelho d’água do Parque Farroupilha (Redenção), durante o 28º Porto Alegre em Cena  e que provocou intensos comentários favoráveis e contrários nas redes sociais, morreu nessa terça-feira. A instalação ficou exposta até domingo passado.

    A notícia da morte do artista visual publicada pela Folha de São Paulo e repercutida pelo site 247 é essa:

    “247 – O artista plástico indígena Jaider Esbell morreu nesta terça-feira (2), aos 41 anos. De acordo com amigos do artista, a causa da morte foi suicídio.

    As obras do artista Jaider Esbell estão em exposição na mostra “Moquém_Surarî: Arte Indígena Contemporânea”, no Museu de Arte Moderna de São Paulo, com uma reunião de pinturas, esculturas, e obras referentes a diversos povos indígenas.

    Fotos Higino Barros/ JÁ Porto Alegre

    Segundo reportagem da Folha de S. Paulo, o artista nasceu em 1977, em Normandia, no estado de Roraima, na terra indígena Raposa Serra do Sol, e se consolidou nos últimos anos como uma das figuras centrais da arte indígena contemporânea no país, ao lado de nomes como Denilson Baniwa e Isael Maxakali. Ele se mudou para Boa Vista aos 18 anos, quando já havia participado da articulação de povos indígenas e de movimentos sociais.

    Além de uma exposição na galeria Millan, em maio —sua primeira individual em São Paulo—, Jaider Esbell também apresentou suas obras na mostra de arte indígena “Véxoa – Nós Sabemos”, na Pinacoteca.”

    Na capital gaúcha sua obra foi trazida pelos programadores do festival de teatro Porto Alegre em Cena e as duas gigantescas cobras, infladas no espelho d’água na Redenção, representam a fertilidade e a fartura. A simbologia do povo indígena Makuxi, trabalha incessantemente para proteger, alertar e manter vivos os povos originários.

  • Miniarte Vida apresenta trabalhos de artistas de 14 países de quatro continentes

    Miniarte Vida apresenta trabalhos de artistas de 14 países de quatro continentes

    Exposição internacional será aberta nesta quarta-feira (3/11) e fica até o próximo dia 26 na Gravura Galeria

     

    Capa do catálogo da exposição é com obra de Zoravia Bettioll

    A mostra internacional Miniarte Vida, que apresenta trabalhos de 261 artistas de 14 países de quatro continentes, terá abertura nesta quarta-feira (3/11), das 16h às 19h, na Gravura Galeria.

    A coordenadora da Miniarte, Clara Pechansky, e a galerista Regina Galbinski Teitelbaum receberão os visitantes. A exposição permanece no local até o próximo dia 26, obedecendo aos protocolos sanitários.

    Obra de Gilberto Sibemberg.
    Obra de Eliane Santos Rocha

    O homem, a preocupação com o meio ambiente, a fauna, a flora e diversas outras inspirações estão presentes nos trabalhos em técnicas como pintura a óleo, acrílica ou aquarela, sobre tela ou papel, desenho, fotografia, colagem, xilogravura, gravura em metal, litografia, esculturas em terracota, aço, bronze e outros materiais.

    Obra de Gloria Corbetta
    Obra de Gabriela Peter

    “O panorama que se oferece é colorido e instigante”, diz Clara, que criou o Projeto Miniarte Internacional em 2003. O objetivo da Miniarte, acrescenta ela, é apresentar um panorama das artes visuais de diferentes regiões do mundo.

    Obra de Paul Hutchinson, da Nova Zelândia
    Obra de Maurício Mayorga, da Colômbia

    As obras (apresentadas em fotos 14,5 x 14,5cm) são expostas em ordem alfabética, “permitindo a conexão de uma diversidade de influências culturais sem que se perca a individualidade de cada artista”, explica a coordenadora, artista e gestora cultural.

    Entre artistas gaúchos, participam nomes como Britto Velho, Zoravia Bettiol, Vitório Gheno, Alfredo Nicolaiewsky, Miriam Tolpolar, Liana Timm, Graça Craidy, Marcia Marostega, Rita Gil, Kira Luá, Ester Bianco, Flávio Wild, Gloria Corbetta e a própria Clara Pechansky.

    Obra de Alfredo Nicolaiewsky
    Obra de Vitório Gheno

    Os artistas estrangeiros são originários dos seguintes países: México, Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Cuba, Venezuela, Estados Unidos, Espanha, Portugal, França, Nova Zelândia e Taiwan.

    Obra de Héctor Díaz Vásquez
    Obra de Glória Esterio, do Chile.

    A produção coletiva dos artistas resulta em um catálogo virtual disponível no site da Miniarte (www.miniartex.org).

  • Sedac lança edital de  R$ 1,5 milhão destinado à área de artes visuais 

    Sedac lança edital de R$ 1,5 milhão destinado à área de artes visuais 

     

     

     

     

     

     

     

    O governo do Estado, por meio da Secretaria da Cultura (Sedac), lança nesta quinta-feira (28) o Edital FAC Visual, ação que integra o programa Avançar na Cultura. O investimento é de R$ 1,5 milhão, por meio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), para o desenvolvimento de projetos culturais relacionados às artes visuais. A live de lançamento será às 17h na fanpage da Sedac (facebook/rs.sedac)

    Este é o terceiro dos sete editais que estão previstos pelo Avançar da Cultura no FAC. Já foram lançados os editais FAC Patrimônio (R$ 3 milhões – inscrições encerradas) e FAC Expressões Culturais (R$ 2 milhões – inscrições abertas até 19 de novembro).

    O edital é executado pelo Pró-cultura RS, com o apoio do Instituto Estadual de Artes Visuais (iEAVI). O Avançar na Cultura foi anunciado pelo governo do Estado em agosto, para impulsionar o desenvolvimento do setor. No total serão investidos R$ 76,1 milhões, dos quais R$ 30 milhões estão assegurados para os editais do FAC.

    Inscrições

    As inscrições abrem nesta sexta-feira, dia 29 de outubro, data da publicação do edital no Diário Oficial do Estado (DOERS).

    Live de Lançamento

    Quinta-feira | 28 de outubro | 17h

    O lançamento terá a participação da secretária da Cultura, Beatriz Araujo; do diretor de Fomento da Sedac, Rafael Balle; do diretor do Instituto Estadual de Artes Visuais (iEAVI), André Venzon; do presidente do Conselho dos Dirigentes Municipais de Cultura (Codic/Famurs), Evandro Soares; do presidente do Conselho Estadual de Cultura (CEC), Benhur Bortolotto; do coordenador do Comitê Gestor da Política Cultura Viva, Leandro Anton; do coordenador do Colegiado Setorial de Artes Visuais, Guilherme Mautone.

    O ato poderá ser assistido de forma on-line, a partir das 17h, na fanpage da Sedac (facebook/rs.sedac)

    Próximos Editais do FAC no Avançar na Cultura

    FAC Artes do Espetáculo – Lançamento em novembro/2021 – R$ 8 milhões

    FAC Publicações – Lançamento em dezembro/2021 – R$ 1,5 milhão

    FAC Filma RS – Lançamento em janeiro/2022 – R$ 12 milhões

    FAC Territórios Criativos – Lançamento em fevereiro/2022 – R$ 2 milhões

  • Quarchêto e Nicola Spolidoro Quarteto no Butiá domingo e terça-feira , respectivamente

    Quarchêto e Nicola Spolidoro Quarteto no Butiá domingo e terça-feira , respectivamente

     

    O Butiá recebe neste domingo, 31, o Quartchêto. Formado por Ricardo Arenhaldt (bateria), Hilton Vaccari (violão), Matheus Kleber (acordeon) e Júlio Rizzo (trombone), o grupo é bastante conhecido no Brasil e no exterior pela inovação na música instrumental brasileira.

    Com raízes do sul do Brasil, Uruguai e Argentina, o Quarchêto viaja com refinamento e bom humor por xotes, vanerões, chamamés, chacareras, milongas e rancheiras. Seus discos e espetáculos receberam diversos prêmios Açorianos de Música e suas turnês incluem países como Alemanha e França.

    Nicola Spolidoro – Foto: Zé Carlos de Andrade/ Divulgação

    No feriado do dia 2, terça-feira, sobe ao palco Nicola Spolidoro Quarteto. Acompanhado de Michel Dorfman (piano), Lucas Esvael (baixo) e Rafa Marques (bateria), Nicola, um dos mais importantes guitarristas gaúchos, apresenta um repertório instrumental, passando por temas autorais e releituras de clássicos do jazz, da bossa e do pop, como Tom Jobim, Herbie Hancock, Chico Buarque, Miles Davis, Toninho Horta, entre outros.

    As apresentações ao ar livre iniciam às 17h30 até o pôr do sol. Os ingressos custam R$ 40 e, em cumprimento aos protocolos sanitários, as reservas devem ser feitas pelo site www.obutia.com. A localização e como chegar são informadas por e-mail.

  • Concurso 50 Poesias e Textos sobre o Cinquentenário do 20 de Novembro

    Concurso 50 Poesias e Textos sobre o Cinquentenário do 20 de Novembro

    Estão abertas até 31 de outubro as inscrições para o concurso 50 Poesias e Textos sobre o Cinquentenário do 20 de Novembro. A atividade, que integra as comemorações pelos 50 anos da criação do Dia da Consciência Negra, selecionará poesias, poemas e outras formas de texto que tenham como tema o Cinquentenário do 20 de Novembro ou questões relacionadas à data. Clique aqui para acessar o edital e o formulário de inscrição.

    Serão aceitos poesias e textos inéditos, limitados em 250 palavras e exclusivamente em português. Os concorrentes devem ser maiores de 16 anos e residentes do Rio Grande do Sul. Cada participante poderá inscrever apenas um trabalho. Como premiação, as 50 produções textuais escolhidas farão parte do livro “Cinquentenário do 20 de Novembro em Textos”.

    A lista dos vencedores será divulgada no dia 10 de novembro. O lançamento do livro deve ocorrer ainda em 2021.

    Sobre o Cinquentenário

    Entendendo a relevância do trabalho de Oliveira Silveira para o desenvolvimento social e cultural do RS, o governador Eduardo Leite acolheu a demanda da militância negra gaúcha e decretou que 2021 é, oficialmente, o Ano do Cinquentenário do 20 de Novembro. A data foi criada por ativistas negros que integravam o Grupo Palmares, em Porto Alegre, para contrapor as celebrações do 13 de maio, em 1971.

    A partir desse ato, a Secretaria de Estado da Cultura (Sedac) se junta aos movimentos sociais e à sociedade civil para celebrar a data. Estão previstas celebrações, eventos e atividades culturais até 20 de novembro. O decreto foi assinado no Dia Nacional de Denúncia Contra o Racismo, uma alternativa à data em que foi assinada a Lei Áurea.