Philipe Philippsen convida o público do Mistura Fina para esta versão pandêmica do já tradicional show do gaiteiro do Brique da Redenção. Na sala de sua casa, com muito fôlego e bom humor, o artista canta os grandes sucessos da música pop e rock nacional e internacional em suas próprias versões para voz e acordeom (outras, ao piano), além de algumas surpresas que só o aconchego da sala de casa pode permitir. O show ocorre no dia 11 de fevereiro, quinta-feira, a partir das 18h30min, com transmissão pelo link: www.facebook.com/misturafinamusica/. No show “Música para Três Pulmões”, em casa, o ator e gaiteiro traz histórias, memórias das ruas onde já passou o seu chapéu e covers de Freddy Mercury a Lady Gaga, de Culture Club à Fafá de Belém, além de música autoral. Como sempre, o gaiteiro dá ênfase aos hits dos anos 80, preferidos dele e do público do Brique, “porque afinal, como todo mundo sabe, as melhores coisas foram feitas nos anos 80” afirma Philipe, nascido em 88. Sobre o Mistura Fina Com realização do Theatro São Pedro, correalização e produção da Primeira Fila Produções, assessoria de imprensa de Silvia Abreu, apoio da OVNI Acessibilidade Universal, financiamento do Pró-Cultura RS e patrocínio da Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul (Sulgás), o Mistura Fina chega a sua terceira edição, exibindo a pluralidade da produção musical que se destaca no cenário nacional. Iniciado em 2018, o projeto abrigou grandes expressões da música, em shows temperados com arte e alta performance artística que se exibiram no Foyer Nobre do Theatro São Pedro. Desde abril de 2020, a iniciativa se reinventa e segue em formato virtual pelas redes sociais do projeto. O Mistura Fina conta, desde a primeira edição, com serviço de mediação audiodescrita, realizada pela Ovni Acessibilidade Universal. O artista convidado: Philipe Philippsen é ator, músico, artista de rua e colabora com diversos grupos e companhias de teatro do Rio Grande do Sul em espetáculos de teatro. Desde 2012 desenvolve o show “Música para Três Pulmões”, no qual apresenta grandes sucessos da música pop em versão para voz e acordeom. Com forte influência do legado de Nico Nicolaiewsky e sua parceria com Hique Gomez em “Tangos e Tragédias’, Philipe mistura canções com comédia nas interações com o público da rua no tradicional Brique da Redenção em Porto Alegre. O show inclui sucessos nacionais e internacionais em novas roupagens cheias de energia. Tendo começado nas ruas de Nova York, o gaiteiro do Brique já levou sua gaita para cidades como Lisboa, Berlim, Paris e Munique, além de diversas cidades do Brasil. SERVIÇO: Philipe Philippsen no MISTURA FINA com o show “Música para Três Pulmões” Dia 11 de fevereiro de 2021, QUINTA FEIRA, a partir das 18h30min Facebook: https://www.facebook.com/misturafinamusica Gênero: Livre | Classificação etária: Livre
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Autor: da Redação

Philipe Philippsen canta pop e rock, ao som do seu acordeon, no Mistura Fina

Uma semana de arte visual no litoral, com o acervo da galeria Bublitz
A Bublitz Galeria de Arte tem uma tradição no Litoral Norte. Há mais de 25 anos, o espaço localizado em Porto Alegre promove leilões e eventos itinerantes em cidades como Capão da Canoa, Xangri-lá e Torres e no interior do estado. Este ano, não haverá leilão, mas a exposição de arte está garantida. É a Semana Bublitz de Arte no Litoral, que ocorre de 5 a 12 de fevereiro, na Sociedade dos Amigos do Balneário Atlântida (SABA).

Obra de Inos Corradin/Divulgação “Pensamos em uma forma de continuar levando arte para o Litoral, com toda a segurança e sem aglomeração. Nasceu daí a ideia desta exposição que poderá ser visitada ao longo de toda semana pelos moradores e turistas da região”, destaca Nicholas Bublitz, marchand da Galeria.

Marchand Nicholas Bublitz. Foto Paulo Garavelo/ Divulgação 200 itens
No acervo em exibição estão mais de 200 itens, com destaque para obras de importantes artistas como Carlos Scliar, Glenio Bianchetti, Ângelo Guido, Aldemir Martins, Vitor Hugo Porto, Érico Santos, Kenji Fukuda, Vitorio Gheno, Vasco Prado, Armando Gonzales, Inos Corradin, Carybé e Marcelo Hübner.

Obra de Ângelo Guido. /Divulgação Objetos de decoração, como itens em cristal checo e polones e faianças vindas de Toscana, na Itália, também integram a mostra. Outra marca registrada da Bublitz, os tapetes orientais em fibra natural feitos à mão, nó por nó, podem ser conferidos pelos visitantes. São tapetes tradicionais exclusivos e importados da Índia e do Irã dos tipos: Kashan, Tabriz, Hamadan, Shiraz, Ziegler, Na’in e Mood.

Escultura de Vasco Prado/ Divulgação A exposição funcionará ainda como Outlet. E todos os itens poderão ser adquiridos com descontos que variam de 25% a 50% e podem ser parcelados em até 12 vezes sem juros.

Obra de Carybé/ Divulgação Arte ao Vivo
Outra novidade da Bublitz Galeria de Arte nesta temporada na SABA é a participação de Marcelo Hübner ao longo da exposição. Durante todas as tardes, de 5 a 12 de fevereiro, o artista gaúcho vai pintar ao vivo no local, das 17h às 19h. Além disso, o evento contará com 10 obras de Hübner, que é reconhecido por séries como “Floristas”, “Urbanos” e “Banhistas”, que inclui uma criação inédita preparada este ano no litoral. Em 2020, foi lançada a Bublitz Galeria Virtual de Arte e as obras do artista marcaram a estreia do espaço virtual.

Artista visual Marcelo Hubner estará presente na galeria. Foto: Nilton Santolin/ Divulgação Bublitz na SABA
Endereço: Av. Central, 5 – Atlântida
Período: 5 a 12 de fevereiro
Horário: das 10h às 19h
Batucas promovem projeto de música, educação e fortalecimento do grupo
A trajetória d’As Batucas – Orquestra Feminina de Bateria e Percussão, sua atuação e relevância em Porto Alegre desde a criação há seis anos, é o fio condutor do projeto As Batucas – música, educação e fortalecimento, financiado pela Secretaria de Estado da Cultura do RS, Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo do Governo Federal, por meio da Lei Aldir Blanc. A ideia é apresentar ao público a importância desse grupo que em poucos anos conseguiu reunir centenas de mulheres em sete turmas de percussão e dois grupos vocais e que atua em muitas frentes, promovendo políticas afirmativas, formando a Rede Batucas Solidárias na pandemia, propondo debates e levando música, reflexão e alegria ao espaço público. O projeto consiste na produção de um documentário que será disponibilizado na Internet, oficinas gratuitas para mulheres de todas as idades e ainda o ciclo de palestras Batuca nas Ideias.
“As Batucas – oficina de percussão e vocal” terá sua primeira turma no dia 08 de fevereiro. Essa atividade oferece experiência percussiva e vocal em um encontro para descobrir sons, batucadas e cantorias. Com atividades e exercícios rítmicos e vocais, as participantes serão convidadas a conhecer ritmos brasileiros, sua história e sua execução. Uma aula dinâmica e leve, com participação ativa das alunas durante todo o processo. Serão 80 alunas ao todo em aulas diárias para 20 alunas cada, ou seja, dia 08, 09, 10 e 11 de fevereiro, sempre das 18h às 20h. O time dos professores é formado por musicistas e cantores da cena artística de Porto Alegre: Biba Meira, Julia Pianta, Madalena Rasslan, Raquel Pianta e Vini Silva. As aulas serão gratuitas e destinadas para mulheres de todas as idades, com 30% das vagas reservadas exclusivamente para mulheres negras. As inscrições estão abertas pelo Sympla(veja abaixo como se inscrever).

Batucas. Foto:Bruno Todeschini/Divulgação Já o “Batuca nas Ideias “irá reunir mulheres potentes com histórias e origens diversas em uma tarde de palestras sobre temas como gênero, raça, saúde e feminismo. Entre as convidadas estão Andressa Ferreira, percussionista, integrante do grupo Três Marias e idealizadora do núcleo de vivência em percussão Ngoma e do Coletivo Pretambor; Cecília Reingantz, coordenadora e regente da Orquestra Villa-Lobos; e a psicóloga Cristina Maranzana da Silva. E para encerrar esse grande evento, será exibido o documentário dirigido por Lisi Kieling, com roteiro de Juliana Balhego, contando a trajetória das Batucas. O filme traz imagens de Alexandre Birck, registradas em um show no Vila Flores e também entrevistas, imagens do acervo das Batucas, de aulas e outras apresentações.
Sobre o grupo
Em apenas seis anos As Batucas fizeram um barulho e tanto! E não por ser um grupo de percussão com mais de uma centena de integrantes, idealizado por uma grande baterista brasileira, mas pela relevância do seu trabalho em muitos segmentos, tanto como grupo musical, quanto pelos desdobramentos nas batalhas diárias das mulheres, que ganharam visibilidade, redes de apoio e mais mãos para se juntar a tantas causas pertinentes ao fortalecimento da mulher na sociedade.
As Batucas sempre foram mais que um espaço de aprendizado percussivo. Aqui a premissa é contribuir, somar, participar, transformar, aprender, crescer, empreender, brincar. Todos esses verbos são conjugados pelas integrantes desse coletivo feminino desde 2015, ano de sua criação, por um viés inclusivo e sem preconceito etário.

Vila Flores 2020. Foto: Malu Baumgarten /Divulgação Os ritmos brasileiros dão a tônica da orquestra, que também se aventura em outros ritmos do mundo. Samba, baião, bossa nova, samba-reggae, maculelê, maracatu e coco são alguns dos ritmos presentes no repertório do grupo e dividem espaço democraticamente com o rock, funk, jazz, blues, hip hop e o que mais vier. E essa imensa orquestra executa todos esses ritmos em instrumentos convencionais, como surdos, caixas, agogôs, tamborins, repiques e chocalhos, e também toca em sucatas criadas pelo coletivo, como tonéis, tampas de panela, latas das mais diversas e outras traquitanas garimpadas no mobiliário urbano. Também um grupo vocal surgiu dentro desse coletivo e desponta com afeto e inclusão, agora já com duas turmas, coordenadas por Raquel Pianta.
Entre as apresentações do grupo ao longo dos anos, estão memoráveis shows no Vila Flores, já com a participação do Grupo Vocal As Batucas; as incursões ao Noite dos Museus e a Bienal do Mercosul, como grupo convidado; a participação no Carnaval de Porto Alegre e apresentações beneficentes que envolvem causas sociais nas quais esse grupo de mulheres faz questão de se engajar, como Mulheres Mirabal, Comunidade Lomba do Pinheiro, CASEF, escolas municipais e Imama entre outras.
Em função da COVID 19 as Batucas botaram a mão na massa e criaram a Rede Batucas Solidárias que vem reunindo doações e fundos para a população que está em situação de vulnerabilidade social. O projeto está beneficiando e alcançando muita gente em comunidades como a Lomba do Pinheiro, Região das Ilhas, comunidades indígenas e Centro Vida Projeto Imigrantes.
AS BATUCAS – MÚSICA, EDUCAÇÃO E FORTALECIMENTO
* Oficina de Percussão e Vocal – INSCRIÇÕES ABERTAS
Dias 08, 09, 10 e 11 de fevereiro , das 18h às 20h
20 integrantes por turma
Com atividades e exercícios rítmicos e vocais, as participantes serão convidadas a conhecer ritmos brasileiros, sua história e sua execução.
Inscrições abertas e gratuitas no Sympla
https://www.sympla.com.br/experiencia-percussiva-e-vocal-com-as-batucas__1114231

O lançamento de La Loba, revista focada na autoria feminina, com textos e obras de artes visuais
Na busca pela visibilidade da arte produzida por mulheres, a La Loba Magazine é a mais nova revista literária nascida em Porto Alegre. A revista é uma iniciativa da escritora Carolina Panta e será lançada no dia 31 de janeiro, com distribuição online e gratuita na página do instagram @lalobamagazine.
“A revista, uma publicação digital, será de diálogo aberto a quem estiver interessada em mostrar-se como produtora e não produto. Esse tipo de iniciativa ainda é necessária, pois os ambientes de discussão no campo da cultura são, infelizmente, lugares de privilégio”, diz Carolina. Com inspiração na ânsia por libertar os corpos e o pensar das mulheres de qualquer domesticação imposta pela sociedade, a primeira edição inclui textos de autoras como Priscila Pasko e Clara Corleone, além de artistas estreantes.
A iniciativa surgiu a partir de um evento voltado ao fazer artístico das mulheres que Carolina idealizou em 2020 na livraria Padula. “Percebi que um espaço dedicado à publicação de mulheres gritava por um lugar cá entre nós. E é no cerne da mulher selvagem que vem La Loba”, conta a escritora, autora do romance “Dois Nós” (editora Metamorfose).
A publicação terá periodicidade mensal, com espaço para textos de ficção, poemas, resenhas e artes visuais. As obras deverão ser enviadas até o dia 20 de cada mês para o email magazinelaloba@gmail.com. Serão aceitos textos inéditos ou mesmo já lançados.
Sobre a editora
Carolina Panta nasceu em Porto Alegre no final da década de 80. Pós-graduada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, tem como principal ocupação profissional a sala de aula. Seu apreço pelo ficcional inicia-se no encantamento provocado pelas narrativas orais na voz do avô. Com o tempo, passa a navegar pela imensa estante de livros da mãe. Ancora-se, então, na faculdade escolhida – Letras. Autora do romance “Dois Nós”, lança em março de 2021 seu segundo livro, pela editora Zouk.
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Fotos e gravuras de um calendário premiado: exposição abre na quinta
Desde seu inicio, há mais de 20 anos, o calendário Impresul, um dos mais premiados do Brasil, se caracterizou como uma oportunidade para fotógrafos e artistas plásticos mostrarem seu trabalho.
Documenta também os vários aspectos do Rio Grande do Sul e suas regiões, gerando um arquivo visual histórico, reunido no livro “Pátria Gaúcha”.
Para 2021, no meio de uma pandemia que mudou todas as formas de trabalho e criação artísticas, foi criada a coleção Admirável Mundo Novo, que une as obras a um universo fantástico com o calendário chamado Reserva Selvagem.
A exposição com as obras abre quinta-feira, dia quatro, na Galeria Bolsa de Arte, rua Visconde do Rio Branco, 365 – Floresta.
Neste ano de pandemia a Impresul inovou. Não só manteve o calendário como expandiu o convite aos artistas visuais locais para emprestarem seu talento numa ação que vai beneficiar as três Instituições selecionadas: Asilo Padre Cacique em Porto Alegre; Hospital Arcanjo São Miguel em Gramado e Hospital de Canela em Canela.
As vendas do calendário são revertidas a essas instituições. Ele está disponível em cada instituição e através do site www.clickimpresso.com.br.

A multi artista Liana Timm apresenta, de forma virtual, obras de arte e livros
A artista multimídia Liana Timm é uma inquieta. Escritora, artista visual, cantora, arquiteta, Liana teve em 2020 um dos anos mais produtivos de sua trajetória. E, agora, no início de 2021, inaugura o resultado de parte de sua história na cultura. É a loja da Território das Artes, que pode ser acessada em www.dasartesterritorio.com.br. Para marcar o lançamento, Liana Timm, que também é cantora, vai apresentar 2 vídeos, em homenagem à bossa nova, no dia 30 de janeiro, o primeiro às 19 horas e o segundo às 20h, ao lado do violonista, Gilberto Oliveira.

O compositor Tom Jobim/ Divulgação Os dois vídeos serão veiculados nos perfis do Instagram @territoriodasartes e @lianatimm. A artista se inspirou em duas datas comemorativas de janeiro. No dia 25, celebra-se a bossa nova. E o dia 30 é marcado como o dia da saudade.

Vinicius de Moraes/ Divulgação Na loja virtual do Território das Artes é possível encontrar boa parte de produção artística e literária de Liana. Ao todo, são mais de 200 itens. Boa parte são obras de arte digital distribuídas em três séries. Em “Outro(s) de Mim”, Liana homenageia grandes nomes da humanidade, como Clarice Lispector, Picasso, Einstein e Virginia Woolf. Para o lançamento do site, Liana preparou até novas obras da série, com ícones da bossa nova, com nomes como Tom Jobim, Nara Leão, Vinícius de Moraes, Noel Rosa e Villa Lobas. A artista também abre espaço para que as pessoas proponham obras personalizadas a partir de fotos e imagens enviadas para o email: dasartes.territorio.com.br.

A cantora Nara leão/ Divulgação Em “Recortes Imaginários”, Liana traz imagens selecionadas que funcionam como flashs, ao serem coletadas e reinventadas em uma dimensão do essencial. É quase um léxico de imagens que configuram a marca da artista. Nessa série, as obras seguem tamanhos padrão de 30 cm x 30 cm, 45 cm x 45 cm, e 60 cm x 60 cm. Já em “Highligts de um Imaginário”, estão demonstradas temáticas diversas onde a valorização cromática, compositiva e dimensional abrange vários tipos de poéticas e grandes dimensões que podem atingir o monumental. “A arte faz parte da minha vida e cada vez mais está na vida e na casa das pessoas. A proposta do site é justamente aproximar quem produz arte de quem a valoriza”, destaca.

O cantor e compositor Carlos Lyra/ Divulgação O fazer literário de Liana Timm também está presente no site. Só no ano passado, a artista lançou duas obras, “O Íntimo das Horas”, com uma coletânea de poesias selecionadas de sua autoria, organizadas pela escritora Dione Detanico. E “PSICOgrafadas”, uma antologia com contos sobre temas vitais para as mulheres produzidos por várias escritoras: Cátia Simon, Dani Langer, Dione Detanico, Helena Terra, Lenira Fleck e Liana Timm.
Além das obras lançadas em 2020, o site do Território das Artes traz ainda livros de poesias, contos e coletâneas do acervo da editora. Também podem ser encontrados no espaço virtual, os livros da coleção “Minibuks”, escritos por Liana e outros autores. Entre eles, destaque para as obras “Por que Ler Clarice Lispector”, de Cátia Simon, e “Um animal espera”, de José Eduardo Degrazia.
Território das Artes
Site de livros e obras de arte digital
Vitórias sucessivas dão atualidade a livro que resgata a história do “Rolo Compressor”
As oito vitórias sucessivas, incluindo goleadas memoráveis e o Grenal deste domingo, trazem à memória dos torcedores as glórias de um Inter mitológico que há exatos 75 anos conquistou o primeiro hexa campeonato do clube e ficou consagrado como o “Rolo Compressor” pela maneira como esmagava os adversários.
Há outras coincidências além das vitórias dentro de campo.
Esse novo Inter, que a memória dos torcedores já idealiza, começa no limiar de uma pandemia que assombra o mundo. Agrega a alegria do futebol ao momento de esperança que se abre com as primeiras vacinas.
O mito do “Rolo Compressor” começou no final de 1939, início de 1940, no mesmo momento em que estourava a II Guerra Mundial e, nos cinco anos seguintes, as vitórias do time mais popular aliviaram a rotina das noticias de invasões e bombardeios, com milhares de mortos nos campos de batalha.
O hexa, comemorado em dezembro de 1945 junto com a vitória dos aliados contra o nazismo, foi como se o futebol também tivesse ganho a guerra.
A história desse novo Inter que emerge em 2021 ainda está nas primeiras linhas e é uma promessa ainda.
A história do Inter que se consagrou como o Rolo Compressor está no livro do jornalista Kenny Braga, com fotos históricas.
A terceira edição foi recém lançada pela JÁ Editora. Para ver, clique aqui.

O Sarau Canto de Bar, do Clube da MPB, celebra 10 anos de atividade
O Clube da MPB completou uma década e associado a ele o Sarau Canto de Bar também faz aniversário e celebra com o público. Contemplado na Lei Aldir Blanc por sua importância, o Clube da MPB coloca no ar nas redes do projeto um sarau virtual com participação da Banda do Clube e de frequentadores assíduos doesta atividade. E ainda nessa edição especial, a participação especial das poetas Malu Baumgarten e Maria Alice Bragança. Essa edição comemorativa foi inteiramente gravada de forma remota e é composta por vídeos com integrantes da Banda do Clube: Alexandre Rodrigues (violão, baixo), Darllan Luz (percussão), Maíra Baumgarten (voz) e Roberto Bisotto (percussão). Nos vocais estão os habituês das noites de sarau: Eliane Gomes, Heliomar Silva, Mhara Luz e Maura Salines. O vídeo completo dessa edição virtual será disponibilizado no canal do youtube do Clube dia 28 de janeiro, às 18h.
Criado em 2010, o Clube da MPB é um projeto de valorização, preservação da memória e popularização da música brasileira, apoiando a formação de público e de espaços de fruição da música feita no Brasil e no Rio Grande do Sul. A primeira edição foi lançada em janeiro de 2011, apresentando músicas de grandes nomes da MPB como Noel, Gilberto Gil, Tom Jobim, Maysa, Ataulfo Alves entre outros. Ao longo desses dez anos foram produzidas 23 edições homenageando os grandes compositores brasileiros e uma edição especial, já neste ano e de forma virtual, em memória a Aldir Blanc. A proposta do Clube é preservar a raiz de cada composição, mantendo a essência de suas concepções originais, mas emprestando a elas novos matizes sonoros. Com esse intuito o Clube já revisitou a obra de grandes nomes como Dorival Caymmi, Noel Rosa e Cartola, Chico Buarque, Gonzagão e Gonzaquinha, Candeia, Paulo Cesar Pinheiro e Elton Medeiros, entre outros. O Clube da MPB volta o olhar também pros compositores e grupos do Rio Grande.
O Sarau Canto de Bar vêm ajudando a manter e preservar a memória de nossa música, com encontros mensais com microfone aberto em que a Banda do Clube e convidados fazem releituras de composições de autores que são parte do nosso patrimônio cultural, incluindo também novos nomes da música brasileira e compositores locais.
Clube da MPB – Sarau virtual Canto de Bar: música e poesia
Edição comemorativa dos 10 anos
Dia 28 de janeiro, às 18h na página do Clube da MPB do Facebook e YouTube
Facebook – https://www.facebook.com/Clubedampbpoa
YouTube – https://www.youtube.com/channel/UCqU45gfPFNpyqG0Oypme9Lg

Projeto “Odilon Lopez – 50 Anos” resgata legado de cineasta negro gaúcho.
Iniciativa realizará curso gratuito a distância sobre cinema documental e gravação de curta-metragem.
Pioneiro no Rio Grande do Sul e um dos primeiros diretores negros do cinema no Brasil, Odilon Lopez é a inspiração para um importante resgate da história e memória do audiovisual no Estado. Lançado pelo coletivo Macumba LAB e Reina Produções, o Projeto “Odilon Lopez – 50 Anos” incentivará a capacitação de novos talentos e produzirá um curta-metragem em celebração ao legado do cineasta.
Na primeira etapa do projeto será oferecido um curso gratuito a distância de curta-metragem documental, especialmente direcionado para jovens negros e negras de periferias do Rio Grande do Sul. As aulas do Curso de Cinema Documental Odilon Lopez serão no formato online, entre os meses de fevereiro e abril, abordando temas como História Afrocentrada do Cinema, roteiro, produção, direção e edição de documentário. Com esses ensinamentos, ao final dos encontros e por meio de consultorias, os participantes realizarão um minidocumentário autoral.O curso também disponibilizará 20 bolsas de estudos, com auxílio de R$600 e de acesso à internet. As inscrições são gratuitas e estão abertas até o dia 26 de janeiro ou até atingir o número de 70 inscritos no site: www.macumbalab.com.br
“A possibilidade em proporcionar uma ação formativa com este contexto contribui com a democratização do audiovisual no Estado, amplia oportunidades para novos talentos e de narrativas com mais representatividade. Também promovemos assim o resgate e a preservação da história e cultura afro-brasileira em ambientes educativos, como prevê a Lei 10.639/03, por exemplo. Esta iniciativa é um marco para o Rio Grande do Sul “, ressalta Mariani Ferreira, uma das fundadoras do coletivo Macumba LAB.
No mês de fevereiro será realizado um curta-documentário sobre a vida e obra de Odilon Lopez, com a participação de fontes ligadas à família do cineasta, além de pesquisadores e personalidades do cinema gaúcho. O material será exibido em instituições de ensino, ampliando espaços de reflexões sobre identidade étnica e racismo, e será gravado e produzido inteiramente por profissionais negros e negras do cinema do Rio Grande do Sul.
Juntos, Coletivo Macumba Lab e Reina Produções conduzem a iniciativa que é uma das contempladas na lei Aldir Blanc de incentivo às produções culturais (Lei federal nº 14.017/2020). O projeto também integra as celebrações de 50 anos de lançamento do filme “Um é Pouco, Dois é Bom”, de Odilon Lopez e tem apoio de Iecine, FURG, Cinemateca Capitólio e KF Studios
Para mais informações, acesse: www.macumbalab.com.br e o Instagram@odilonlopez50
Sobre Odilon Lopez (1941-2002):
Odilon Lopez nasceu em Minas Gerais, se estabeleceu em Porto Alegre ainda com 18 anos. Como jornalista e cinegrafista capturou imagens históricas de movimentos importantes como a Legalidade e a Redemocratização. Também foi um dos fundadores da TVE – RS . Além de diretor e roteirista de cinema e ator de teatro, também criou obras como escritor e artista plástico. Seu nome está gravado na história do cinema brasileiro por conta do longa-metragem de ficção “Um É Pouco, Dois É Bom” primeiro filme de narrativa e linguagem urbana realizado no Rio Grande do Sul. Distribuído nacionalmente, o filme também é um marco em termos de representatividade, sendo o segundo longa dirigido por um homem negro no país.
SERVIÇO
LAB MACUMBA 1° Edição: Curso de Cinema Documental Odilon LopezInscrições: até 26 de janeiro de 2021, com vagas limitadas. Haverá 20 bolsas de estudo com auxílio de R$600 e de acesso à internet aos participantes.
Onde: www.macumbalab.com.br
Divulgação dos selecionados: em 28 de janeiro de 2021
Aulas online de 01 de fevereiro até 06 de abril de 2021, no turno da noite.

Coletiva “Narrativas pandêmicas”, em segunda edição, acontece no formato virtual
Teve início nessa quinta-feira, dia 21, a segunda edição da exposição coletiva “ Narrativas pandêmicas” , curadoria de Susane Kochhann, artista visual de Santa Maria. A mostra acontece até dia 21 de fevereiro de 2021. A exposição coletiva está no formato de galeria virtual e pode ser acessada através das redes sociais:
– Instagram: Artista visual#susanekochhann
– Facebook: https://www.facebook.com/susanne.kochhann/
– Site: https://www.susanekochhann.com
Obra de Camila dos Santos e Carlos Rangel/ Divulgação 
Obra de Adeli do Canto/ Divulgação 
Obra de Marília Chartune/ Divulgação Segundo a curadora, Suzane Kochhann, a mostra “expõe a ideia de 15 artistas brasileiros e estrangeiros por meio de pequenas séries de obras que podem ser entendidas como narrativas do momento atual. Cada série resulta das reflexões sobre o mundo, sobre a fragilidade da vida, sobre o espaço dentro de quatro paredes que isola cada indivíduo”

Obra de Otto/ Divulgação 
Obra de Ira Caldeira/ Divulgação As manifestações se deram na forma de pintura, objeto arte, fotografia, desenho e vídeoarte. Nesse ano a exposição “Narrativas Pandêmicas” terá uma itinerância por outras cidades do interior gaúcho, ocorrendo sempre em espaços públicos. A itinerância iniciará no mês de junho pelas cidades de Bagé e Gramado.

Obra de Nanda Beck/Divulgação 
Obra de Paulo Vinicius/ Divulgação 
Obra de Patrícia Felden/ Divulgação 
Obra de Said Ouadid/ Divulgação 
Obra de Susane Kochhann/ Divulgação QUEM PARTICIPA
Adéli Casagrande do Canto, Camila dos Santos, Carlos Rangel,Dom, Ira Caldeira, Iur Priebe de Souza, Lygia Marques, Márcia Binato, Marília Chartune, Nanda Beck, Otto, Patrícia Felden, Paulo Vinícius, Said Ouadid E Susane Kochhann.
Link da exposiçãohttps://publish.exhibbit.com/gallery/98898190/long-gallery-41545/

































