Categoria: Cultura-NOTAS

  • João Maldonado lança financiamento coletivo para álbum em homenagem à Bossa Nova

    João Maldonado lança financiamento coletivo para álbum em homenagem à Bossa Nova

    “Todas as canções” conta com várias participações especiais, como Roberto Menescal, Paulo Braga, Mú Carvalho e Antonio Villeroy, que presenteia o trabalho com música inédita

    Pianista, compositor, arranjador e produtor, João Maldonado encontra-se na realização de mais um trabalho. O álbum “Todas as canções” vai reunir nomes importantes da música brasileira, como Roberto Menescal; Paulo Braga, baterista de Elis Regina e Tom Jobim e que gravou todas as músicas do disco; Mú Carvalho, tecladista da A Cor do Som; o grupo vocal Quarteto do Rio; a cantautora Analu Sampaio; a cantora cubana Indira Castro; Antonio Villeroy, que deu e colocou voz em uma música nunca gravada.

    Há também vários músicos gaúchos convidados para celebrar a Bossa Nova: Aline Stoffel, Bibiana Petek , Camila Trentini, Rê Adegas, Sofia Ruwer Vidor e Taís Reganelli (vocais), Denise Fontoura (flauta), Luizinho Santos (sax e flauta), Everson Vargas, Nico Bueno e Miguel Tejera (baixo), Bibiana Petek (violão), Luciano Albo (baixo e violão) e César Audi (percussão).

    Duas das sete faixas já foram lançadas como single: “Sem você não sou ninguém” composta em parceria com Netho Vignol, em 2020, e “Meu coração sempre me avisa”, em 2023.

    Maldonado com Analu Sampaio no estúdio Soma. Foto: Nilton Santolin/ Divulgação

    As outras faixas são “Samba do gato” (participação de Mú Carvalho e Indira Castro), “Todas as canções” (composta em parceria com Paulo Mello e interpretada pelo Quarteto do Rio), “Quem te convenceu” (música inédita de Antonio Villeroy e interpretada por ele), “Dança pra não dançar” e duas versões de Lá vem Maria (cantada e instrumental).

    Para finalizar o trabalho, Maldonado aderiu ao crowdfunding, um financiamento coletivo pela internet. As faixas de apoio variam entre R$100 e R$3 mil, e as contrapartidas vão de CD e disco vinil autografados a aulas de piano, cortesias para shows e eventos privados. O financiamento coletivo é realizado pelo site Benfeitoria https://benfeitoria.com/projeto/todas-as-cancoes-e-o-novo-disco-de-joao-maldonado-colabore-1ks4, no qual o músico almeja atingir R$ 30 mil.

    “Ao longo dos anos, o mercado da música no Brasil e no mundo mudou significativamente. Antes, as gravadoras tinham contrato exclusivo com o artista. Produziam suas obras e colocavam na mídia, enquanto aos músicos cabia compor, arranjar – muitas vezes com os produtores musicais das gravadoras – e ensaiar. No atual e desafiante cenário, o artista tem que fazer tudo”, destaca o artista.

    O músico João Maldonado no Teatro Oficina – Foto Alex Vitola/ Divulgação

    “Todas as canções” tem gravações nos estúdios Loop Disco, Soma, Cegonha e Leo Bracht | TRANSCENDENTAL, em Porto Alegre, e Boogie Woogie Music Studio, Marini e La Maison, no Rio de Janeiro.

  • Portugal, 50 anos da Revolução dos Cravos, em exposição no IAB/ RS

    Portugal, 50 anos da Revolução dos Cravos, em exposição no IAB/ RS

    Exposição, com abertura marcada para o dia 25 de abril, no IAB RS, relembra o fim da ditadura no país

    No dia 25 de abril Portugal relembra os 50 anos da Revolução Portuguesa. Nesta data, em 1974, ocorreu o evento conhecido como Revolução dos Cravos, marcando o fim da ditadura salazarista. Para relembrar a data, o Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento Rio Grande do Sul (IAB RS) e a ADUFRGS Sindical, com apoio do Consulado Português, inauguram a exposição “Portugal, 50 anos da Revolução dos Cravos”, a partir de uma coleção de cartazes da época colecionados pela arquiteta e pesquisadora Daniela Fialho. A abertura ocorrerá no dia 25 de abril, às 18h45, no Solar do IAB (Rua General Canabarro 363, Centro Histórico, em Porto Alegre). A entrada é franca.

    Foto. Crédito Daniela Fialho Acervo pessoal/ Divulgação

    A ditadura portuguesa iniciou-se por volta de 1933, momento em que António de Oliveira Salazar foi alçado ao poder. Ele foi substituído por Marcello Caetano em 1968, que foi deposto, então, no dia 25 de abril de 1974. A Revolução dos Cravos foi feita pelo Movimento das Forças Armadas (MFA), composto em sua maioria por capitães que participavam da Guerra Colonial, e teve como símbolo o cravo, que no dia dos eventos foi colocado na ponta das baionetas dos soldados, ofertado por uma mulher – Celeste Martins Caeiro. A guerra tentava manter o Império Português e impedir a independência de suas colônias, principalmente as africanas: Moçambique, Angola, Guiné-Bissau, Cabo Verde, entre outras.

    A Revolução dos Cravos implantou em Portugal um regime democrático, as colônias obtiveram a sua independência e foi elaborada uma nova Constituição, a de 25 de abril de 1976. No momento em que se discute no mundo a importância da democracia, levando em consideração os acontecimentos no Brasil nos últimos anos, bem como a ascensão de movimentos de direita no mundo, comemorar os 50 anos da Revolução Portuguesa permite pensar sobre a importância da democracia e das questões que a envolvem.

    Foto – Crédito Daniela Fialho Acervo pessoal/ Divulgação

    As 47 peças que serão expostas ao público pela primeira vez em Porto Alegre fazem parte do acervo pessoal da arquiteta Daniela Fialho, que residiu com os pais em Portugal nos anos 1970. “Na época meus pais temiam ser presos no regime da ditadura aqui no Brasil, e estavam pensando em irem para a França. Eles conheciam um português exilado no Brasil por conta da ditadura salazarista. Após a Revolução, ele voltou ao seu país e convenceu meus pais a irem para lá também”, relembra.

    A chegada ocorreu em novembro de 1974, após o 25 de abril. Daniela, com 12 anos de idade, acompanhou o restante do movimento revolucionário, que se estendeu até 1976, com as eleições e a constituição. Ela conta que passou a colecionar os cartazes ligados a revolução e suas manifestações. “Eu os fixava nas paredes do meu quarto, e quando voltamos para o Brasil em 1980 fiquei com pena de me desfazer deles e os trouxe comigo”, conta. “Durante muito tempo fiquei pensando o que fazer com eles, até que nesse ano, com os 50 anos da Revolução, me articulei com o IAB RS e a ADUFRGS Sindical para pensarmos em uma exposição. Acredito que são peças bastante significativas da época”, finaliza.

     Serviço

    Exposição “Portugal, 50 anos da Revolução dos Cravos”

    Coquetel de abertura: 25 de abril, às 18h45

    Local: Solar do IAB – Rua General Canabarro 363, Centro Histórico, em Porto Alegre

    Visitação até o dia 25 de maio

    Horários: 10h às 12h, e das 14h30 às 17h, de segunda a sexta.

    Entrada franca

  • A peça teatral “Curiosa Mente do Fim do Mundo ao Começo”, no Teatro do SESC 

    A peça teatral “Curiosa Mente do Fim do Mundo ao Começo”, no Teatro do SESC 

    O espetáculo teatral “Curiosa Mente do Fim do Mundo ao Começo” é, segundo o material de divulgação, “uma  viagem nos Tempos. Entre Grécia, Roma,  Bob Marley, Einstein e Mulheres incríveis e Maravilhosas. Amor, Música, Humor e um professor de Cursinho muito Aloprado. Com Oscar Simch (Homem de Perto), Evandro Soldatelli (Logo Ali) e Jottagá Souza Gomes (vem chegando)

    Fotos: Pedro Henrique Barbo/ Divulgação

    Conduzido pelos atores Oscar Simch e Evandro Soldatelli, com trilha sonora ao vivo de Jotagá Souza Gomes, a montagem propõe um passeio por relatos da arte, gente, tempo e cultura que humanizam o mundo. Ela é composta por oito quadros com histórias sobre personalidades e acontecimentos reais, entre passagens cômicas e dramáticas, que destacam diferentes pessoas que realizaram feitos para transformar a humanidade.

    Jotagá Gomes, Oscar Simch e Evandro Soldatelli,/ Divulgação

    As apresentações acontecem às 19h30 nos três dias e possuem classificação indicativa de 12 anos. Os ingressos estão disponíveis para compra através da plataforma Sympla a partir de R$20. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (51) 3284-2000 ou WhatsApp (51) 98608-5456.

    Arte Sesc 

    É um dos pilares prioritários para o Sesc/RS e tem como propósitos a valorização da arte e a disseminação da cultura para a sociedade de forma democrática e acessível, com ações que proporcionem a formação de plateias dos mais diferentes públicos. Dessa forma, promove atividades culturais de teatro, música, artes plásticas, circo, literatura e cinema, com uma intensa troca de experiências para ampliar o acesso à produção artística.

    SERVIÇO

    Curiosa Mente – Sesc Alberto Bins

    Data: 18, 19 e 20/04 (quinta-feira a sábado)

    Horários: 19h30 nos três dias

    Local: Teatro do Sesc Alberto Bins (Av. Alberto Bins, 665)

    Ingressos:

    18/04 – https://www.sympla.com.br/evento/curiosa-mente-do-fim-do-mundo-ao-comeco/2398726

    19/04 – https://www.sympla.com.br/evento/curiosa-mente-do-fim-do-mundo-ao-comeco-copia/2399069

    20/04 – https://www.sympla.com.br/evento/curiosa-mente-do-fim-do-mundo-ao-comeco-copia-copia/2399075

    Informações: Pelo telefone (51) 3284-2000 ou WhatsApp (51) 98608-5456

    Ingressos pelo Sympla e no local.

  • Livro ” A Lanceirinha” conta a história dos Lanceiros Negros para o público infantil

    Livro ” A Lanceirinha” conta a história dos Lanceiros Negros para o público infantil

    Livro infantil de Ângela Xavier, com ilustrações de Alisson Affonso, tem lançamento no ano em que os Lanceiros Negros são inscritos no Livro de Heróis e Heroínas da Pátria

    A história resgata o orgulho de um povo na voz de um avô e emociona os leitores com o brilho nos olhos da netinha Aisha. E comprova, com afetos cotidianos, que é possível acreditar na luta por um futuro mais justo e inclusivo.

    A autora conta como surgiu a abordagem: “Sou educadora, e ao trabalhar com a EJA, fui instigada a estudar sobre o tema. Uma jovem negra me questionou sobre o assunto, que ouvira de seus avós. O ano era 2004 e pouco se falava sobre o tema. Desde então, comecei a pesquisar a temática, fiz especialização, escrevi um artigo e decidi incluir o assunto em minhas práticas pedagógicas.

    A escritora Ângela Xavier foto Marco Nedeff/ Divulgação

    No ano de 2018 escrevi uma esquete sobre os Lanceiros Negros, que foi contemplada em um Festival de Teatro Estudantil do Rio Grande do Sul. No ano seguinte, nascia minha primeira obra literária: O Lanceirinho Negro, seguida de O Lanceirinho Negro: Herança de Porongos e Jerá Poty”. Em suas obras, a escritora tem valorizado bastante a oralidade dos mais velhos e também a ancestralidade. E, segundo ela própria, esse aspecto reflete um pouco da Ângela Xavier. Na infância ela sempre teve o hábito de escutar muito as pessoas mais velhas.

    O ilustrador Alisson Affonso foto by Clô Barcellos/ Divulgação
    Sobre os Lanceiros:

    Em 14 de novembro de 1844, no Rio Grande do Sul, aconteceu o Massacre de Porongos. Quase 10 anos antes começara a Guerra dos Farrapos, em 1835. Estancieiros gaúchos pediam independência econômica e redução de impostos ao governo imperial. Os negros escravizados ingressaram no exército dos Farrapos em 1836, através da criação do 1º Corpo de Cavalaria de Lanceiros Negros, lutando a pé e a cavalo. Foi feita a eles uma promessa de liberdade, e essa era a única motivação do grupo.

     

    A lancerinha. Aisha. Ilustração/ Divulgação

    No entanto, já em épocas de tratativas de paz com o Império, alguns líderes farroupilhas entregaram aos imperiais o batalhão dos lanceiros desarmados em uma emboscada. Quase todos os combatentes negros foram massacrados. A monarquia escravagista não desejava a libertação daqueles homens e esta foi a solução encontrada. Morreram mais de cem homens negros, e os que sobreviveram voltaram à escravidão.

    Em 2024, mais de 180 anos depois, no dia 8 de janeiro, foi publicada, no Diário Oficial da União, a Lei 14.795, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que insere o nome dos Lanceiros Negros no Livro de Heróis e Heroínas da Pátria. Esta foi uma vitória coletiva do movimento negro, que continua lutando pelo protagonismo de seu povo na construção de nosso país. “É uma reparação ainda que tardia. Fico satisfeita em saber que A Lanceirinha poderá ajudar no resgate do protagonismo negro junto as nossas crianças”, coloca Ângela.

    Eventos de lançamento:

    No dia 13 de abril (sábado), em Porto Alegre, Ângela realiza duas atividades de contação de história, além dos autógrafos: das 10h às 12h, com o Projeto Cultural Nossa Identidade no Instituto Sociocultural Afro-sul Odomodê (Av Ipiranga, 3850) e, a partir das 16h, na Livraria Cirkula (Av Osvaldo Aranha, 522). A programação é aberta ao público e com entrada franca.

    Ângela Maria Xavier Freitas nasceu em Porto Alegre, em 1972, e é professora desde 1997. Começou com EJA (educação de jovens e adultos), depois, educação infantil e séries iniciais, na rede municipal de ensino de Gravataí, no Rio Grande do Sul. Escreve para o público infantil desde 2018, é formada em Letras (Ulbra/IERGS), com especialização em História e Cultura Afro-brasileira (Instituto Dom Alberto). Dentre seus livros já publicados, O Lanceirinho Negro foi contemplado em edital, sendo distribuído em mais de 50 escolas da Região Metropolitana de Porto Alegre. Também atua como diretora de teatro, ganhando em 2018 o troféu Desconstrução da História Oficial com a esquete Lanceiros Negros no Festival Estudantil de Teatro no RS. Seus filhos, William e Vallentina, foram os seus primeiros leitores.

    Alisson Affonso é cartunista e ilustrador. Nasceu em 1979, em Rio Grande, no interior do Rio Grande do Sul. É bacharel em Artes Visuais pela FURG. Começou desenhando plaquinha para a tia do picolé, e hoje, já ilustrou dezenas de livros. É premiado pelo Brasil (São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro), expôs no Museu de Arte do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, e até na França, em Saint-Jus-le-Martel. Em 2023, foi patrono da 49ª Feira do Livro da FURG.

  • Pop Art na Casa Amarela, na mostra “Expo Actioneon”, do pintor Geraldo Markes

    Pop Art na Casa Amarela, na mostra “Expo Actioneon”, do pintor Geraldo Markes

     

    O artista visual santa-mariense Geraldo Markes inaugurou sábado (6/4), na Casa Amarela, em Porto Alegre, a mostra “Expo Actioneon”, que permanece aberta à visitação, de segunda à sexta-feira, das 14h às 17h, até o próximo dia 18. A entrada é gratuita.

    O artista Geraldo Markes na abertura da exposição/ Divulgação

    A Pop Art é a estética que une técnicas diferentes entre as 30 obras exibidas nas duas salas da Casa Amarela, na Avenida José Gertum, 671, bairro Chácara das Pedras. Na primeira sala, com iluminação clara, estão 15 trabalhos digitais feitos a partir de fotos manipuladas no Photoshop. Pode-se ver ali, por exemplo, o legendário Chuck Berry empunhando sua guitarra em uma pose de quase espacato.

    O lendário Chuck Berry no trabalho de Geraldo Markes/ Divulgação

    A segunda sala é dominada pela luz negra, e o espectador mergulha na atmosfera do neon. Essa tinta é usada na produção das 15 obras do recinto, algumas delas remetendo para cenas noturnas de ruas, prédios e personagens nova-iorquinos. A fim de garantir que o efeito visual do neon seja mantido para além do espaço expositivo, quem compra obra dessa sala ganha lâmpada de luz negra para, em casa, curtir o mesmo clima experimentado na galeria. No vernissage, o artista, que morou em São Paulo por muitos anos, produziu um trabalho ao vivo.

    “Geraldo Markes, tendo como tema a ação, logra dar corporeidade a sua inquietude plástica e estética, constituindo duas séries de trabalhos que se entrecruzam através de elementos comuns, a tecnologia e a memória cultural. Com isso, ele rememora e atualiza, homenageia e dá vazão a sua criatividade, produz seu trabalho reproduzindo marcas importantes da cultura contemporânea”, diz Nilda Jacks, fundadora da Casa Amarela.

    Fotos: Carlos Souza/Divulgação

  •  Sexta Blues, no Espaço 373, começa com Mari Kerber e Ale Ravanello Trio

     Sexta Blues, no Espaço 373, começa com Mari Kerber e Ale Ravanello Trio

    Nesta sexta (5), Mari Kerber e Ale Ravanello dão a largada ao Sexta Blues no Espaço 373. Acompanhados pelo baterista Clark Carballo, eles reinterpretam clássicos do blues e do jazz, dois gêneros que os aproximaram a partir de 2014, e músicas do primeiro álbum da dupla, “So Many Stories to Tell”, lançado em 2019.

    Mari Kerber e Ale Ravanello. Foto de Maicon
    Hinrichsen/Divulgação

    Com curadoria e produção do músico Andy Serrano, mais conhecido como Andy Boy, o projeto pretende explorar as mais diversas vertentes do blues e tornar o 373 um espaço de encontro dos admiradores desse estilo.

    Ainda em 2024, sobem ao palco nomes, como o próprio Andy Boy, Alexandre França, Blues da Casa Torta, Coié Lacerda, Guto Konrad, Hard Blues Trio, Money Man e Thiago Bitencourt.

    Mari Kerber e Ale Ravanello. Foto de Maicon Hinrichsen/Divulgação

    SERVIÇO
    5 de abril | Sexta-feira | 21h
    Mari Kerber & Ale Ravanello Trio
    Ingressos: R$30 a R$90
    Ingressos antecipados: https://www.sympla.com.br/evento/mari-kerber-ale-ravanello-trio/2366211

    Onde: Espaço 373 (Rua Comendador Coruja, 373 – Bairro Floresta)
    Informações e reservas de mesas pelo WhatsApp: (51) 9 81423137 ou (51) 9 98902810

  • Coletivo de mulheres “Grafita Aí” faz a  nova ocupação do Espaço Vitrine, na CCMQ

    Coletivo de mulheres “Grafita Aí” faz a nova ocupação do Espaço Vitrine, na CCMQ

    A Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ) e o RS Criativo, vinculados à Secretaria de Estado da Cultura (Sedac), irão inaugurar, no sábado (16), a nova ocupação do Espaço Vitrine, com o coletivo de mulheres Grafita Aí. O grupo é composto por cinco artistas – Jéssica Soares (Jazzcuáq), Jaque Vieira, Sabrina Brum (Bina), Lara Brum e Janice Fagundes da Rosa – e tem como objetivo promover a economia criativa e a sustentabilidade por meio das artes visuais, moda urbana e graffiti.

     O coletivo promete trazer para o espaço diferentes produtos, como jaquetas grafitadas, agendas, telas, camisetas e ecobags, além de proporcionar trocas de conhecimento com convidadas especiais, ao longo da sua ocupação. O Espaço Vitrine Grafita Aí estará aberto de terça-feira a domingo, das 10h às 18h, no andar térreo da CCMQ.

    O grupo também realizará atividades paralelas, com quatro datas agendadas entre abril e junho de 2024: são bate-papos, desfiles e oficinas oferecidas pelos membros do coletivo e que acontecem também na Casa de Cultura. O projeto “Troca de Saberes”, por exemplo, que integra a programação, tem como objetivo compartilhar o conhecimento das artistas com o público presente no evento.

    O Vitrine CCMQ + RS Criativo está em seu quarto ano de execução. O projeto busca dar visibilidade, gerar redes de trocas e renda para artistas, artesãos e designers do RS, tendo contemplado quinze iniciativas até o momento. Ele é financiado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, com patrocínio direto do Banrisul, patrocínio bronze Ventos do Sul e apoio de Banco Topázio, DLL, Navegação Aliança e Tintas Renner. A realização é do Ministério da Cultura – Governo Federal.

    Sobre as integrantes do coletivo ‘Grafita Aí’

    Jéssica Soares (JAZZCUÁQ) iniciou sua carreira como artista plástica após participar da oficina “5 Elementos”, da Casa de Cultura Hip Hop de Esteio. Desde então, vem buscando criar obras impactantes com recursos simples.

    Jaque Vieira é graduada em Artes Visuais e atua desde 2009 expondo seus trabalhos em intervenções urbanas, relacionando arte visual, cultura e contexto social.

    Sabrina Brum (Bina), conhecida como grafiteira desde 2000, é mãe, educadora social, ativista da cultura hip hop e uma das fundadoras do Coletivo ‘Ação Mulher’, que promove a igualdade de gênero.

    Lara Brum é formada em moda e se inspirou na técnica “UPCYCLING” para criar sua marca BLUP, fundindo o espírito inovador do hip hop com a sustentabilidade.

    Janice Fagundes da Rosa é autora de artes plásticas desde 1980 e designer de moda desde 1982. É criadora do Atelier Cravo Vermelho, onde desenvolve ecobags e modelagem de roupas com foco na sustentabilidade.

    Serviço

    Vitrine CCMQ + RS Criativo: Grafita Aí 

    Abertura: 16/03
    Horário: 10h 
    Local: Espaço Vitrine
    Funcionamento: de terça-feira a domingo, das 10h às 18h

    Direção geral do projeto – Jéssica Machado Soares

    Administradora – Angela Tanise Almeida Machado

    Artista Criativa – Lara Brum

    Grafiteira/ Artista Plástica – Sabrina Brum

    Grafiteira/ Artista Plástica – Jaque Viera

    Estilista/ Economia Criativa – Janice Fagundes da Rosa

    Atividades paralelas

    20 de Abril
    Trocas de Saberes com Sabrina Brum (Bina)
    15h – 16h30 | Sala Sérgio Naap 1 (2º andar da CCMQ) 

    18 de Maio
    Trocas de Saberes com Jaque Vieira
    15h – 16h30 | Sala Sérgio Naap 1 (2º andar da CCMQ)

    1° de Junho
    Oficina de Modelagem com Janice Rosa – Atelier Cravo Vermelho
    15h – 17h  | Sala CDE (5º andar da CCMQ)

    8 de Junho
    A Nova Geração da Moda Urbana: Desfile de Peças Autorais Criativas e Trocas de Saberes com Lara Brum
    15h – 17h | Quintana’s Bar (Térreo da CCMQ)
  • MARGS promove o seminário “Virtualidades religiosas” no Dia Internacional da Mulher

    MARGS promove o seminário “Virtualidades religiosas” no Dia Internacional da Mulher

    O Museu de Arte do Rio Grande do Sul — MARGS, instituição da Secretaria de Estado da Cultura do RS — Sedac, apresenta a 10ª edição do já tradicional projeto “Mulheres artistas, questões atuais”, que desde 2015 é promovido pelo Núcleo Educativo e de Programa Público do Museu. Neste ano, o projeto terá o seminário intitulado “Virtualidades religiosas”, contando com a presença de duas debatedoras: a pesquisadora Adauany Zimovski e a artista Fayola Ferreira.

    O evento será realizado nesta sexta-feira, dia oito de março, Dia Internacional da Mulher, às 16h, no Auditório do MARGS. A entrada é gratuita e não é necessária inscrição prévia (limite de 60 lugares, por ordem de chegada).

    O seminário “Virtualidades religiosas” também integra a programação das diversas instituições da Sedac realizada ao longo do mês de março a partir do tema “Protagonismo feminino”.

    A cada edição, o projeto “Mulheres artistas, questões atuais” convida a uma reflexão crítica sobre a participação das mulheres no campo das artes, trazendo ao debate questões pertinentes à arte contemporânea sob a perspectiva de suas agentes mulheres, atuantes em diversas áreas do campo artístico, como artistas, pesquisadores e arte-educadoras.

    A pesquisadora Adauany Zimovski/ Divulgação
    Neste ano, o seminário “Virtualidades religiosas” debaterá as possibilidades de pensarmos relações das imagéticas e imaginários religiosos com a produção e teoria artística contemporâneas.

    SERVIÇO

    Mulheres artistas, questões atuais
    “Virtualidades religiosas”

    Quando: 08.03.2023, às 16h

    Onde: Auditório do MARGS (Praça da Alfândega, s/n°, Centro Histórico, Porto Alegre, RS, 90010-150)

    Entrada: gratuita, com limite de 60 lugares, por ordem de chegada

  • DNÁfrica e Terreira da Tribo promovem Sarau Manifesto: minha escrita, o eu feminino meu sagrado

    DNÁfrica e Terreira da Tribo promovem Sarau Manifesto: minha escrita, o eu feminino meu sagrado

     

    No dia 7 de março, quinta-feira, a partir das 17h, a Terreira da Tribo abre as portas para o público em geral para Comemorar o dia Internacional da Mulher com o “Sarau Manifesto: minha escrita, o eu feminino meu sagrado”, com lançamento de livros, poesia, música e performance.

    O evento tem como fio condutor a escrita e a potência das vozes femininas em manifesto das três escritoras Fátima Farias, Mika, Nath e da atriz Tânia Farias. Cercado de signos de referência da espiritualidade africanista, as  yabas, o evento tem ingresso espontâneo e a sugestão é que o público doe 1 kg de alimentos não perecíveis, que serão encaminhados para a AFASO (Associação Famílias em Solidariedade), instituição social localizada no bairro Bom Jesus. O Sarau Manifesto é uma realização do DNÁfrica e Terreira da Tribo.

    Manifesto- Foto_Vivian_Gradela / Divulgação

    Fátima Farias reside no Bairro Bom Jesus, é poeta, compositora, ativista e educadora social. Realiza projetos literários em escolas. Publicou três livros: Mel e Dendê (2020), Um poema por dia (2022, pelo IEL) e Prosa Poética (2023, pela Libretos). Mika, também moradora da Bom Jesus, iniciou no hip hop em 2018, participando das competições do slam (terceiro lugar no Slam BR em 2023), trazendo nas rimas muitas verdades sobre o cotidiano das periferias. Fez parte da antologia Nós versos de liberdade e Melanina (2020). Nath, que se intitula Poeta Desperta, participa das comunidades de poesia ‘Slam do Vida’ e o ‘Slam Aquilombaí’. É criadora do grupo de rap com foco do protagonismo feminino Conexão Katrina. Tânia Farias é atuadora da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz. Atriz, encenadora, figuristas, cenógrafa, pesquisadora, professora e produtora teatral. Participam também do Sarau Manifesto importantes vozes da periferia como o cantor Dona Conceição, de Alvorada.

    SARAU MANIFESTO: minha escrita, o eu feminino meu sagrado

    Dia 7 de março, às 17h

    Terreira da Tribo – Rua Santos Dumont 1186

    Ingresso solidário – sugestão de 1kg de alimento não perecível

  • Dança e yoga em curso promovido pela professora Clarissa Brittes no Vem Voar Studio

    Dança e yoga em curso promovido pela professora Clarissa Brittes no Vem Voar Studio

    A performer e yoga-arte-educadora Clarissa Brittes, o Vem Voar Studio (localizado no Centro Histórico de Porto Alegre), está com inscrições abertas para diversas atividades em 2024, incluindo um minicurso gratuito (com certificado) de Yoga Contemporâneo, que ocorre no dia 13 de março, das 18h30min às 21h. As inscrições podem ser feitas pelo telefone/Whatsapp (51) 9.8146.7899.

    Unindo diversos conteúdos que partem do amplo universo filosófico e prático milenar do yoga e atualizam a prática ao nosso tempo-espaço, Minicurso de Yoga Contemporâneo traz para a prática recortes da dança, da educação somática, da arte-educação e da acrobacia aérea e de solo com o objetivo de adaptar a prática a diferentes públicos, atendendo a diferentes necessidades.

    Clarissa Brittes_Aerial Yoga_crédito Victoria Campello/ Divulgação

    A atividade de março é uma excelente oportunidade para quem quer fazer o curso de Formação em Yoga Contemporâneo, que inicia em abril e se estende o ano inteiro. Graduada (pela Ufrgs) e pós-graduada (pela PUC-RS) em Dança, a ministrante Clarissa Brittes realizou sua pesquisa docente e artística, guiada pela prática de yoga, acrobacias e estudos somáticos. Licencianda em Teatro (Ufrgs), ela ainda é formada como professora em diversas modalidades de yoga, em acrobacia chinesa e em técnicas somáticas, além de compartilhar seu conhecimento há mais de 15 anos, ministrando aulas e formando professores no Vem Voar Studio. O local conta com instalações apropriadas em espaço amplo, confortável e silencioso.

    Clarissa Brittes_ yoga contemporâneo _crédito Bino Mallmann/ Divulgação

    “Nosso diferencial é uma visão contemporânea para a técnica do Yoga. Estudamos profundamente as práticas tradicionais e, a partir delas, abraçamos outras ferramentas”, reforça a idealizadora do espaço. “Todas as técnicas repassadas no Yoga Contemporâneo acolhem os mais diversos corpos, com suas devidas adaptações. Ainda que o aluno tenha lesões ou seja iniciante, podemos indicar o que pode ser saudável para ele”, afirma Clarissa. Enquanto performer-criadora, ela se utiliza do universo yogue para compor performances em espaço públicos, foto exposições e videoartes.

    Clarissa Brittes _ foto Artur de Leos/ Divulgação

    No decorrer dos últimos anos, Clarissa Brittes foi integrante-fundadora de coletivos como Bloco da Laje (de carnaval teatralizado) e Möebius (de dança contemporânea) e integrante de grupos de estudos como GED – Grupo Experimental de Dança de POA;  DESC – Dança, Educação Somática e Criação, Mímese Cia Dança Coisa e PPPD – Pesquisando a Prática como Pesquisa em Dança. Somado a isso, estudou Direção de Arte em Londres e BMC- Body Mind Centering, em Berlim (DE).