Categoria: Cultura-MATÉRIA

  • Richard Serraria é o convidado do Sarau da Alice

     
    O material de divulgação do Sarau da Alice, explica: “Preocupado com a saúde dos brasileiros, o Sarau da Alice resolveu convidar um doutor para a próxima terça-feira, dia 10, a partir das 20h, no Bar Divina Comédia (República, 549). A receita na verdade é bem simples: doses de belas músicas adicionadas a saborosas gotas de poesia que ao final resultam numa infusão de pura arte. Em tempos difíceis, o princípio ativo é não à intolerância. Para ministrar tudo isso, a atração especial desta edição é o mestre, doutor em literatura e músico Richard Serraria.
    Poeta e Cancionista com oito prêmios Açorianos de Música, Serraria é doutor em Literatura Brasileira e Escrita Criativa pela UFRGS. Com cerca de 20 anos de estrada, ele é fundador da banda Bataclã FC e do Grupo Afro Alabê Ôni. Ao todo são nove discos lançados. E entre várias parcerias, no trabalho solo Pampa Esquema Novo, ele conta com as participações de Zeca Baleiro e do uruguaio Daniel Drexler.
    Mas o receituário não para por aí. Na mesma noite, o palco contará também com os músicos “anfitriões” do Sarau: Cristiano Hanssen, Nivaldo José e o Duo Batuque de Cordas, formado pelos músicos Vinícius Corrêa e Claudio Veiga. Apresentam-se, ainda, os poetas Mário Pirata, Gonçalo Ferraz e Fátima Farias. Portanto, vá com vontade. Não há contraindicações, e os efeitos colaterais são os melhores possíveis”.

  • Clube da MPB homenageia Paulo César Pinheiro no ano de seu aniversário de 70 anoss

    Esta edição do Clube da MPB, um projeto que está sempre conectado com a MPB e suas vertentes, homenageia Paulo Cesar Pinheiro que completa 70 anos. Ele nasceu no Rio de Janeiro em 28 de abril de 1949, dia em que o Brasil ganhou um grande compositor. São mais de duas mil canções, das quais mais de mil gravadas, compostas com cerca de 120 parceiros, incluindo músicos como João Nogueira, João de Aquino, Francis Hime, Dori Caymmi, Raphael Rabello, Tom Jobim, Edu Lobo, Mauro Duarte, Guinga, Toquinho, Eduardo Gudin, Luciana Rabello, Mauricio Carrilho, Cristóvão Bastos, Danilo Caymmi, Baden Powell, Wilson das Neves e Maria Bethânia.

    Nada mais justo do que celebrar a obra desse grande artista, um poeta sensível que sabe como ninguém trabalhar com as palavras e as canções. Esta edição do Clube da MPB será realizada dia 14 de setembro, sábado, às 20h, no Clube de Cultura.

    Trajetória

    Aos 14 anos Paulo César Pinheiro compôs sua primeira canção, “Viagem”, em parceria com João de Aquino. Quatro anos depois, começou a destacar-se como letrista, estabelecendo parcerias com Baden Powell em músicas como Lapinha, gravada por Elis Regina. Outros intérpretes foram Elizeth Cardoso, Simone e Clara Nunes, com quem foi casado de 1975 até a morte desta em 1983.

    Em 1985 casou-se com a musicista Luciana Rabello, tornando-se seu parceiro em diversas composições. Paulo César Pinheiro iniciou sob o sol de Angra e amadureceu a verve em noitadas nos bares da vida. Compôs para cinema, teatro, novelas de TV. Tratou de temas muito variados com lirismo, mas também com exatidão e visão (Dicionário Cravo Albin).

    Este show será principalmente sobre o samba. Com exceção da sua primeira música (Viagem) e de um choro canção (de Pixinguinha), o Clube estará focado nas parcerias com grandes sambistas como João Nogueira, Baden Powell, Wilson das Neves e Mauro Duarte. Como em todas as edições o projeto terá convidados especiais daqui de Porto Alegre: desta vez será Mathias Behrends Pinto e o grupo vocal da Oficina de Choro. A Banda do Clube é formada por Maíra Baumgarten (voz), Orestes Dornelles (voz e violão), Darllan Luz e Roberto Bisotto (percussão) e os convidados especiais da noite Edson Fagundes (cavaquinho) eLuiz Kasper (Nino) pandeiro.

    CLUBE DA MPB em homenagem a PAULO CÉSAR PINHEIRO
    com a Banda do Clube da MPB e convidados
    Dia 14 de setembro, 20h
    Clube de Cultura – Rua Ramiro Barcelos, 1853. Bom Fim

    Ingressos: R$ 20,00 no local

  • Nenung celebra 33 anos de carreira com dois shows diferentes na Sala Carlos Carvalho

    O músico Nenung apresenta dois shows, cada um com repertório diferente, na Sala Carlos Carvalho, para celebrar 33 anos de carreira. Com uma banda base para os dois dias, os espetáculos contam com participações especiais e estão divididos entre os trabalhos do The Darma Lovers e do Projeto Dragão. Na terça e quarta-feira (24 e 25 de setembro), às 20h30. 
    A banda base é formada pelos companheiros no Projeto Dragão: Maurício Chaise, na guitarra, Thiago Heinrich, no baixo, e Rafa Bohrer, na bateria. Na terça (24), são tocadas as composições registradas nos seis álbuns dos The Darma Lóvers, com as participações dos “lóvers” Marcelo 4Nazzo (guitarra) e sua parceira, co-criadora e voz, Irinia, nessa frente poética de folk-meditativo que acabou por virar banda.
    Já quarta (25) o foco será o Projeto Dragão, incluindo o recente livro/disco “Incendeia tua Aldeia”, junto de inéditas ao vivo como “Anjo que fica”, feita em parceria com o grande poeta da MPB Ronaldo Bastos. Como convidado, o guitarrista Júlio Cascaes.
    O cenário cria um clima especial de introspecção e interação com a banda, através de projeções que retratarão momentos da carreira de Nenung. Um passeio pelas mais de três décadas de trabalho do artista, que tem suas composições interpretadas por nomes da música brasileira como: Paula Toller, Dado Villalobos, Frejat, Moreno Veloso, entre outros.

    Foto: Fabio_Nagel / Divulgação

    Ficha Técnica:
    Iluminação: Gilberto Six
    Operação de som: Clauber Scholles
    Músicos:
    – Convidados: Irinia, Marcelo4Nazzo e Julio Cascaes
    – Banda: Maurício Chaise (guitarra), Thiago Heinrich (baixo), Rafa Bohrer (bateria)
    Cenário: Rodrigo Lopes

    Nenung – 33 anos de carreira
    Quando: 24 e 25 de setembro | terça e quarta-feira
    Horário: 20h30
    Local: Sala Carlos Carvalho | 2º andar da Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico / Porto Alegre)
    Ingressos: R$ 35 (inteira) – a partir das 20h, na bilheteria; e antecipados (a partir de 10 de setembro): R$ 25 (primeiro lote) e R$ 30 (segundo lote) | pontos de venda: Pandora Loja Brechó (Av. Oswaldo Aranha, 806) e pelo Sympla (http://www.sympla.com.br/nenung-incendeia-a-aldeia—dois-dias-de-cancoes__635657)

  • Tom Jobim nada usual é a atração do Chapéu Acústico com Luiz Mauro Filho e Dinho Oliveira

    “Tom Jobim Instrumental”, com Luiz Mauro Filho (piano) e Dinho Oliveira (guitarra) é a atração do Projeto Chapéu Acústico na terça-feira, dia 10, às 19h, No mês de aniversário do projeto, que teve início em 2016, o show que nele se apresentou por duas vezes e já passou pelo Theatro São Pedro, dentre outras casas de espetáculos, agora vem com novas músicas  do eterno mestre Tom Jobim, em uma justa homenagem a esse incrível e imortal artista. A entrada é gratuita ou mediante contribuição espontânea.
    “Wave” sobe à tona mais uma vez, e dessa vez, “desmergulhando” alguns dos seus geniais temas que teimam em ficar submersos. Dinho Oliveira (violão) e Luiz Mauro Filho (piano) transformam em música alguns dos sonoros ‘papos jobinianos’ que tiveram desde sempre. Um Jobim nada “usual”, porém não menos popular e tão bonito quanto todos os outros será apresentado pela dupla, que trará entre outras raridades a “Two Kites”, “Estrada Branca”, “Radamés y Pelé”, “Marina Del Rey”, “Mojave”, entre outros segredos que serão desvendados por quem comparecer à apresentação.
    LUIZ MAURO FILHO
    Pianista gaúcho de grande talento, circula com desenvoltura pelo jazz, salsa, pop/rock e MPB. Estudou com o pianista, arranjador e maestro Paulo Dorfman e cursou Bacharelado em Piano na UFRGS. Recebeu o prêmio de melhor Instrumentista no III Festival do Choro de Porto Alegre (1993). Participou de três discos e shows de Nei Lisboa, acompanhou o show de Edu Martins e do célebre saxofonista americano David Lieberman no Theatro São Pedro, Débora Blando, Geraldo Flach, Lucia Helena, Loma, Lourdes Rodrigues, Rubens Santos, Fernando do Ó, Giovani Berti, Gelson Oliveira, James Liberato, Júlio ‘Chumbinho’ Herrlein,  Jorginho do Trompete, Ângela Jobim, Kako Xavier, Henry Lentino, Maria Helena Andrade, Grupo Vocal Muito Prazer, Grupo Vocal Mandrialis,  Edilson Ávila, Tito Madi, Mario Falcão, Ná Ozzetti, Delicatessen, Adriana Deffenti, Pedro Mariano com Orquestra do Teatro São Pedro, Zé Miguel Wisnik, entre muitos outros. Compõe temas instrumentais e arranjos para outros compositores. Teve a canção “Piu-Piu” em 3º lugar no I Festival de Música Instrumentaldo RS/1996. Participou também do álbum “Brasil 500 Anos”, que viajou para Argentina e Buenos Aires.  Atualmente atua como arranjador, compositor, acompanhador entre outros.
    DINHO OLIVEIRA
    Natural de Bagé, o guitarrista e compositor é respeitado no meio musical, apresentando-se semanalmente no Snack Bar Odeon, entre outras casas de espetáculo. Morou no Rio de Janeiro, onde acompanhou grandes feras da música instrumental brasileira. Recentemente desenvolveu o aplicativo para iPhone, O Mobi dic, que consiste em um dicionário de acordes. Dono de uma técnica apurada, consegue através de sua guitarra fazer sons totalmente singulares e com precisão inconfundível.
    CHAPÉU ACÚSTICO
    O projeto é realizado sempre às terças-feiras, com apresentações de músicos dispostos a movimentarem a cena local, sem depender de verba pública ou privada. Não há cobrança de ingressos, e o chapeu é usado como forma de arrecadação voluntária, como acontece nas performances de rua. A curadoria é do publicitário, fotógrafo e produtor Marcos Monteiro.
    SERVIÇO:
    Dia: 10 de setembro (terça-feira).
    Hora: a partir das 19h.
    Local: Salão Mourisco – Biblioteca Pública do Estado/BPE-RS (Riachuelo, 1190) – Centro Histórico de Porto Alegre/RS
    Informações: Na BPE-RS, pelo telefone (51) 3224-5045 ou com produtor, Marcos Monteiro, via e-mail duearth@terra.com.br.
    Agendamento de entrevistas: Com o produtor, pelos telefones (51) 3013-2236 e 9935-0608.
    Entrada franca/Contribuição espontânea.
  • Exposição sobre Márcia Schmaltz, uma das maiores divulgadoras da cultura chinesa no Brasil

    Nas muitas idas e vindas de Márcia Schmaltz entre dois mundos – China e Brasil – e suas culturas, ela foi tradutora, intérprete, professora, pesquisadora na área de Tradução e Linguística Cognitiva, tendo dado uma contribuição ímpar à área no Brasil.
    É esta pluralidade que o Centro de Memória da Faculdade de Letras (FALE) da Universidade Federal de Minas Gerais irá receber, a partir de amanhã, dia 6 de setembro, às 17h30. A exposição, realizada um ano após sua morte, resgata um pouco de sua vida e destaca a importância de sua obra para a cena cultural do País.
    Márcia Schmaltz lecionou chinês e cultura chinesa na FALE, atuando ainda na graduação e no Programa de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos (POSLIN). Doutorou-se na Universidade de Macau, China, onde foi professora de Português, Língua Adicional e tradução e também foi pesquisadora do Letra entre 2016 e 2018, trabalhando em colaboração com os professores desse laboratório na FALE.

    Ela igualmente foi uma das maiores divulgadoras de literatura chinesa contemporânea no Brasil, ganhadora do Prêmio Açorianos (RS) de Tradução, entre outros. Além disso, atuou como intérprete de políticos, como do governador do Rio Grande do Sul, Olívio Dutra e do presidente Lula, compondo a delegação presidencial em várias visitas à China.
    Schmaltz, dentro de sua multiplicidade, também atuou como tradutora técnica, praticava caligrafia chinesa, cantava, tocava, era uma excelente cozinheira, além de mãe.
    Serviço:
    Abertura: 9 de setembro de 2019
    Local: Centro de Memória da FALE, UFMG
    Endereço: Av. Antônio Carlos, 6627 Pampulha –
    Belo Horizonte MG
    Hora: 17h
    Período: 9 de setembro a 3 de outubro de 2019.
    Programação:
    17h – Cerimônia do chá (dança do leque em parceria com o Instituto Confúcio).
    17h30 – Abertura oficial:
    Presença da diretora do Instituto Confúcio, família de Márcia Schmaltz, membros do Letra e da comunidade da FALE.
  • Música popular brasileira perde Elton Medeiros, mestre do samba

    O sambista, compositor e radialista Elton Medeiros morreu aos 89 anos na noite desta terça-feira (3) em Laranjeiras, na Zona Sul do Rio.
    Elton Medeiros já havia sido internado por um mês em um hospital em Copacabana, mas recebeu alta para receber cuidados em casa. Ele teve uma pneumonia, que se complicou.
    Na segunda-feira (2), o sambista passou mal e foi levado para a Casa de Saúde Pinheiro Machado, onde morreu por volta das 20h15 desta terça-feira (3).
    Grande nome do samba carioca, Elton deixa obra extensa e de alta qualidade, com alguns classicos da MPB.
    Elton Medeiros integrou o grupo Os Cinco Crioulos junto com Nelson Sargento.
    O sambista compôs diversas músicas, tocando também com nomes como Paulinho da Viola, Cartola, Nelson Cavaquinho, entre outros grandes sambistas.
    A última canção de autoria de Elton Medeiros foi “O Sol Nascerá”, em parceria com Cartola. A composição, que é de 1961, também havia sido gravada por Nara Leão e Elis Regina.
    O enterro do artista será às 15h30 desta quarta-feira (4), no Cemitério do Catumbi, na Zona Norte do Rio. O velório vai ser realizado a partir das 14h.

  • Sarau Sopapo Poético é tema de pesquisa científica , no teatro do Ipê

     Pâmela Âmaro, que irá abordar o tema “Sarar – Sopapar – Aquilombar: O Sarau como experiência educativa da comunidade negra em Porto Alegre”; Taiasmin Ohnmacht, com o tema “Do laço social ao corpoema: Enlaces entre negritude e psicanálise”; Liziane Guedes, com “Sarau Sopapo Poético – Ponto Negro da Poesia – Fios de prata conectando a negritude em Porto Alegre, e Pedro Rosa Acosta com a pesquisa “O Sopapo Poético e o Slam: Agência, performance e musicalidade”.  

    Uma das mais populares e frequentadas rodas de poesia e música de Porto Alegre – o Sarau Sopapo Poético, tornou-se objeto de pesquisa científica para quatro jovens pesquisadores negros ligados à Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs). Estes estudos, fruto da observação, investigação e análise, serão apresentados ao público no Seminário Sopapo Poético, a se realizar no próximo dia 03 de setembro, no Auditório Ipê e no seu hall adjacente, no Centro Cultural da Ufrgs, entre às 18h30min e às 21h30min. A entrada é franca.

    A realização é fruto da parceria entre a Associação Negra de Cultura (ANdC) e o Departamento de Educação e Desenvolvimento Social da Pró-Reitoria de Extensão da Ufrgs (DEDS). O Seminário integra as ações do sarau SOPAPO POÉTICO – Ponto Negro da Poesia, projeto contemplado pelo Edital de Seleção Pública nº 01, de 26/04/2018, Culturas Populares: Edição Selma do Coco, financiado pelo Ministério da Cultura/Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural/Governo Federal.

    Participam do Seminário Sopapo Poético, os seguintes pesquisadores: Pâmela Âmaro, que irá abordar o tema “Sarar – Sopapar – Aquilombar: O Sarau como experiência educativa da comunidade negra em Porto Alegre”; Taiasmin Ohnmacht, com o tema “Do laço social ao corpoema: Enlaces entre negritude e psicanálise”; Liziane Guedes, com “Sarau Sopapo Poético – Ponto Negro da Poesia – Fios de prata conectando a negritude em Porto Alegre, e Pedro Rosa Acosta com a pesquisa “O Sopapo Poético e o Slam: Agência, performance e musicalidade”.  

    Sobre as pesquisas

    “Do Laço Social ao Corpoema: Enlaces entre Negritude e Psicanálise”

    Nesta pesquisa de mestrado em Psicanálise, Taiasmin da Motta Ohnmacht articulou os temas negritude, racismo e linguagem poética. O método, objetivos e resultados foram produzidos a partir da escuta/análise das narrativas poéticas que o sujeito negro produz quando assume o lugar de enunciação, uma enunciação que se dá em torno do significante negro, e que ao narrar, fala de si, do outro e da Cultura.

    Taiasmin da Motta Ohnmacht é psicóloga, psicanalista e escritora. Pós-graduada em assessoria linguística e revisão textual (FAPA) e mestre em psicanálise: clínica e cultura (UFRGS). É autora do livro “Ela Conta Ele Canta” (Cidadela, 2016), em parceria com o poeta Carlos Alberto Soares, e da novela “Visite o Decorado” (Figura de Linguagem, 2019). Foi relacionada no catálogo Intelectuais Negras Visíveis (Malê, 2017), lançado na FLIP.

    “O Sopapo Poético e o Slam: Agência, performance e musicalidade”

    Pedro Rosa Acosta apresenta relato de experiência que é parte do trabalho de campo etnográfico musical realizado entre 2016 e 2018. Os dados apresentados fazem parte de buscas feitas na Internet, de entrevistas realizadas na Rádio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, de diários de campo de eventos que participou no Sarau Negro Sopapo Poético e entrevistas semiestruturadas com os mestres de saraus e com os slammers. As narrativas apresentadas ajudam a pensar em um Etnomusicologia Negra a partir da experiência do trabalho de campo.

    Nascido no Campo da Tuca, Zona Leste de Porto Alegre, Pedro Acosta é doutorando em Etnomusicologia, mestre em Etnomusicologia (Ufrgs). Especialista em Educação Musical (Feevale), graduado em Licenciatura em Música (IPA). Professor de Música da rede municipal e estadual de ensino em Porto Alegre. Integrante do Ponto de Cultura Campo da Tuca. É músico, produtor, oficineiro e educador social e pesquisador do Etnomus Ufrgs – Grupos de Estudos em Música do Brasil e  América Latina

    “Sarau Sopapo Poético – Ponto Negro da Poesia: Fios de prata conectando a negritude em Porto Alegre”

    A pesquisa de Liziane Guedes da Silva investigou a articulação entre arte, negritude, subjetividade e território, a partir dos encontros do Sarau Sopapo Poético, de mar a jun/2018.  Através da arte negra de resistência e da ancestralidade, o sarau constrói um território de existência, de produção de vida e fortalece a negritude, dos/as pequenas/os às/aos mais velhas/os. O protagonismo das mulheres negras confere ao espaço um tom de matriarcalidade.

    Liziane Guedes da Silva é mestranda em Psicologia Social e Institucional (Ufrgs), compondo os grupos de pesquisa NUPSEX e É’LÉÉKO. Psicóloga (Ufrgs). Faz parte do grupo Adinkra Coletivo de Psicólogas/os Negras/os. Atua como psicóloga clínica e formações.

    “Sarar – Sopapar – Aquilombar: O Sarau como experiência educativa da comunidade negra em Porto Alegre”

    Pâmela Âmaro possui graduação em Teatro Licenciatura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2012). Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Teatro, atuando principalmente nos seguintes temas: teatro negro, teatro educação, quilombo porto alegre e teatro musical.

    SOBRE O SOPAPO POÉTICO

    O sarau SOPAPO POÉTICO – Ponto Negro da Poesia é um encontro mensal promovido pela Associação Negra de Cultura (ANdC), sempre na última terça-feira do mês. Como outros saraus afro-brasileiros, desde 2012, evoca o protagonismo negro, em uma roda de atuações, reflexões e de convivências, reunindo artistas, pensadores e simpatizantes da cultura negra de resistência.

    SOPAPO POÉTICO – Ponto Negro da Poesia

    Especial Culturas Populares – Edição Selma do Coco

    Seminário Sopapo Poético, com Pâmela Amaro, Taiasmin Ohnmacht, Liziane Guedes e Pedro Rosa Acosta.

    Quando: terça-feira, 03 de setembro de 2019, das 18h30min às 21h30min.

    Onde: Auditório Ipê e hall adjacente | Centro Cultural da UFRGS | R. Eng. Luiz Englert, 333 – Farroupilha, Porto Alegre – RS

    ENTRADA FRANCA

    Contatos:
    sopapo.poetico@gmail.com
    (51) 99365-3315 – 99117-4559 – 99317-6497 – 99218-5449 – 986320145 (Silvia)

    Realização:
    Associação Negra de Cultura – ANdC

    Departamento de Educação e Desenvolvimento Social – Pró-Reitoria de Extensão da Ufrgs (DEDS).

    Apoios:
    Cine Kafuné | SINDIPETRO – Sindicato dos Petroleiros |Boteko do CANINHA (Areal da Baronesa) | Negrestyle – design gráfico |Centro Cultural da UFRGS | Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Esporte – SMDSE

     
     

  • Grupo Câmeras Passeadeiras mostra Expo Burly, no Von Teese Bar

    O Grupo Câmeras Passeadeiras promove  a exposição fotográfica, no Von Teese Bar na próxima terça-feira, dia três de setembro.
    As integrantes do grupo afirmam no material de divulgação:
    “Passeando com nossas câmeras encontramos um lugar cheio de descontração e arte – o Von Teese Bar – um lugar perfeito para montar nossos tripés e unir nossa arte com a arte burlesca, o resultado disso?
    Um passeio poético e cheio de ousadia, além das plumas e paetês, da sensualidade e da performance, uma exposição transgressora, que num jogo de voyeurismo com as luzes, vai revelando mais que uma arte, um empoderamento, subvertendo preconceitos estabelecidos.
    Convidamos a todos para passear conosco pelo mundo burlesco na Expo Burly do Câmeras Passeadeiras!
    A exposição inaugura no dia 03 de setembro de 2019, onde estaremos no bar, a partir das 18h, para brindar o momento e receber os amigos!”
    SERVIÇO: Expor Burly
    Local : Von Teese Bar (Rua Bento Figueiredo, 32)
    Período: de 03/09/19 até 11/09/19
    Entrada Franca (com exceção de haver algum evento com couvert no bar)
    Desde já agradecemos a atenção e colocamo-nos à disposição.
    Área de anexos

  • Soprano Mariana Mihai apresenta o melhor de sua carreira internacional, em Florianópolis

    Quem estiver em Florianópolis no próximo dia 12 de setembro, uma quinta-feira,  tem a oportunidade única de ver/ouvir um grande espetáculo de música de concerto:  Mariana Mihai, soprano romeno-americana, que reside em Nova York e é sucesso mundial, se apresenta na capital catarinense nessa data.
    Segundo o material de divulgação, “o espetáculo “Ensemble New York” foi criado especialmente para a ocasião. O programa inclui obras de Chopin, Puccini, Franz Lehar, Gershwin, Lloyd Weber, Ennio Morricone, Jaime Ovalle Vicente Paiva e Jaime Redondo, Pedro Miguel Marquéz, Marcos Portugal e os mais consagrados compositores da Romênia.

    Clarinetista Garrick Zoeter. Foto: Divulgação

    Mariana estará acompanhada pelo clarinetista americano Garrick Zoeter, dono de “uma performance absolutamente dominante, tecnicamente soberba e radiante com a majestade sobrenatural, tudo com uma visão excepcional”, segundo o The Washington Post.  Junto no palco, o trio se completa com o premiado pianista catarinense Guilherme Amaral, mestre em música pela UDESC.”
    O evento internacional é promovido pela Pró-Música – uma das mais tradicionais e renomadas entidades Culturais de Santa Catarina – dia 12 de setembro, às 20h30min, no Teatro Pedro Ivo, Norte da Ilha de Santa Catarina.  Venda de ingressos nas bilheterias dos teatros Pedro Ivo, Ademir Rosa (CIC) e Blueticket. Mais informações: (48) 99971 1398 99176 3498.
    A presidente da Pró Música, Neyde Borges Coelho, respondeu às perguntas formuladas por Higino Barros
    A presidente da Pró Música, Neyde Borges Coelho. Foto: Divulgação

    PERGUNTA: O QUE SIGNIFICA PARA A PRÓ-MÚSICA E PARA O PÚBLICO EM GERAL, A APRESENTAÇÃO DESSE TRIO?

    RESPOSTA: A Pró-Música, ao festejar 46 anos em 2019, tem muito a comemorar pelo seu histórico de realização de eventos nacionais e internacionais que marcaram a vida de nossa cidade. Só para se ter uma ideia, citaremos como exemplo o ballet Giselle, Lago dos Cisnes, Kirov Ballet da Rússia, Ballet da Ópera de Paris, as orquestras sinfônicas da Côte D´Azur, Charlottenbourg –Berlim, Orquestra Bach da Gewandhaus de Leipzig, Orquestra de Montreal, Coro da Capela Real e Orquestra de Copenhagen, além de inúmeras óperas, musicais, o Festival de Canto Aldo Baldin, pianistas nacionais e internacionais, conjuntos de câmara e música bem brasileira.  Mais de 1.000 eventos.

    Com essa iniciativa, a Pró-Música colocou Florianópolis no mapa cultural dos espetáculos mundiais e que eram privilégio de grandes metrópoles. E, paralelamente, ela vem formando plateia exigente para suas temporadas artísticas.

    Assim, assistir Mariana Mihai, uma das mais expressivas estrelas mundiais do canto lírico, o fantástico clarinetista Garrick Zoeter, juntamente com o grande artista catarinense, pianista Guilherme Amaral, é realmente uma rara oportunidade para a nossa cidade.

    PERGUNTA: COMO SE CHEGOU AO NOME DELA?

    Temos um amigo em comum que nos comunicou a vinda ao Brasil, em 2019, de Mariana Mihai, soprano romeno-americana e Garrick Zoeter um dos mais brilhantes clarinetistas americanos. Ao fazermos uma pesquisa sobre Mariana Mihai, nos deparamos com uma carreira consagradora, o que nos levou imediatamente a convidá-la para fazer parte da Temporada 2019 da Pró-Música Florianópolis, juntamente com Garrick Zoeter. Foi então que convidamos para fazer parte do trio, o premiado pianista Guilherme Amaral.

    O passo seguinte, foi a montagem de um programa especial com essa formação, um trio formado por Voz, Clarinete e Piano, o que não deixa de ser algo inédito.

    Mariana Mihai, soprano romeno-americana, se apresenta dia 12 de setembro. Foto: Divulgação

    Assim, escolhemos músicas da Broadway, de filmes famosos, árias de operetas, óperas, jazz, músicas romenas e brasileiras, destacando, em momentos alternados, o talento de cada um dos três artistas. Estão no repertório obras de Frédéric Chopin, Giacomo Puccini, Franz Lehar, George Gershwin, Lloyd Weber, Ennio Morricone, Jaime Ovalle, Vicente Paiva e Jaime Redondo, Pedro Miguel Marquéz, Marcos Portugal e os mais consagrados compositores romenos. Como curiosidade do programa, uma provocativa peça para Clarinete e Compact Disc do compositor britânico Nicola Resanovic que inclui ruídos de fábricas, uma operadora de telefonia, combinando com o som lírico do clarinete e percussão. Extremamente rápido e energético. Uma paródia da vida moderna através do talento do clarinetista Garrick Zoeter.

    PERGUNTA: ALÉM DA SOPRANO, CEREJA DO BOLO, DIGAMOS, HÁ DOIS GRANDES INSTRUMENTISTAS. ELES JÁ VINHAM PARTICIPANDO DE APRESENTAÇÕES DELA OU É ALGO MONTADO PARA ESTE ESPETÁCULO

    RESPOSTA: Mariana e Garrick Zoeter apresentam-se juntos, regularmente, em concertos, em vários países da Europa, Romênia e EUA. Eles residem nos EUA e são casados.

    A maneira apaixonada e exuberante do clarinetista americano Garrick Zoeter com seu instrumento é reconhecida e admirada em todo o mundo. A revista “Clarinet”recentemente descreveu sua interpretação como “extraordinária, seu som demostra o domínio completo de todas as demandas técnicas e efeitos que são requeridos desta peça, sua arte e virtuosidade são convincentes. Este é um dos melhores desempenhos de clarinete que eu analisei em minha crítica. ” Enquanto o jornal The Washington Post descreveu recentemente uma performance recente dele como “absolutamente dominante, tecnicamente soberba e radiante com a majestade sobrenatural, tudo com uma visão excepcional ”.

    PERGUNTA: SE QUISER ACRESCENTAR ALGO MAIS, FIQUE À VONTADE.

    Gostaríamos de repassar as palavras do conceituado crítico musical, Francisco Vidal sobre a arte de Mariana Mihai:

    “Temos diante de nós uma cantora com a maior técnica possível e bela interpretação. Presença maravilhosa, com o raro dom da comunicação, uma artista. Excelentemente preparada, pronta para um grande sucesso …

    Mariana Mihai é uma presença extraordinariamente bela no palco e um excelente controle de voz com uma interpretação sensível e legato maravilhoso em toda a performance. Instinto inato de coloração emocional, uma sensação de vir de dentro da poesia e da música…a sensibilidade humana que irradia da performance de Mariana Mihai é tocante e magnética … ”

    Um programa imperdível!

     
    GUILHERME AMARAL

    Sobre o pianista Guilherme Amaral, entre seus mestres estão Álvaro G.V. da Silva e Maria Bernardete Castelán Póvoas, Christiane Ast, Espanha, França e Alemanha, Nehama Patkin (Austrália), Luiz Henrique Senise, Eduardo Monteiro, Ney Fialkof, Eva Maria Alexandre, Fernando Lopes, Huub de Leew (Holanda), Eudóxia de Barros Lacerda, Marcelo Bratke, Eduard Shulkin (Alemanha), Cristina Ortiz, Alexander Mindoyants (Rússia) e Paulo Alvares (Brasil/Alemanha).

    Prêmios -Concurso Estadual de Piano (SC, 1994) – 3o lugar, Concurso Jovens Intérpretes (SC, 1996) – 2o lugar, Concurso Nacional Performance (1995) – 2o lugar, Concurso Latino-Americano Art Livre (SP, 1997), Concurso Nacional Madga Tagliaferro (SP, 2000) – entre os 5 finalistas, Concurso Nacional Art Livre (SP, 2003) – 3o lugar, Concurso Latino Americano de Duos de Câmera, junto com o violinista Luiz Fernando São Thiago (PR, 2004) –1o lugar e Concurso Latino Americano de Piano Solo (PR, 2004) – 2º lugar. Em 2006 foi vencedor nas categorias Piano Solo e Duo com Piano do Concurso Jovem Destaque realizado no Fórum de Cultura e Ciência da UFRJ, no Rio de Janeiro

     

    PERGUNTA: GUILHERME, COMO VOCÊ SE SENTE TOCANDO COM DOIS RENOMADOS NOMES DA MÚSICA DE CONCERTO ATUAL?

    RESPOSTA: Me sinto muito grato pela oportunidade de apresentar ao público catarinense um recital com repertório selecionado por músicos deste nível e, sobretudo, que será executado por profissionais de altíssimo nível. Fico muito feliz por ter sido convidado a participar como pianista deste recital, pois isso representa a confiança que a Pró-Música Florianópolis tem pelo meu trabalho. Oportunidades como esta materializam o meu desejo de que o público tenha sempre contato com arte de qualidade.”

  • O polonês Tadeusz Wojciechowski rege a Ospa em concerto da Série Pablo Komlós

    O polonês Tadeusz Wojciechowski detentor de diversos prêmios como maestro e prestigiado por muitas casas de ópera  ao redor do mundo, é o regente convidado do concerto pela Série Pablo Komlós. No próximo sábado, dia 31, às 17h, ele conduz a OSPA com solos do pianista radicado na Alemanha, Rafael Costa de Souza. A Casa da OSPA recebe a apresentação, que tem no programa obras de Bela Bartók (1881–1945) e Dmitri Shostakovich (1906 –1975). Os ingressos estão disponíveis por valores entre R$ 10 e 40 através do site da Uhuu ou no local, no dia do evento, das 14h às 17h.

    Sobre o repertório

    Dmitri Shostakovich (1906 –1975) elaborou “Concerto para piano nº 2, Op. 102” para que o filho a  interpretasse no ingresso ao Conservatório de Moscou. A obra é composta por três movimentos. O primeiro, extremamente intenso, apresenta a temática circulando livremente entre o pianista e a orquestra. O segundo e o terceiro movimento contrastam em uma atmosfera de intensa melancolia com a vivacidade do desfecho.

     “Concerto para Orquestra” de Bela Bartók (1881–1945)é uma obra síntese de superação. A pluralidade de atmosferas, força e contrastes destacam a aflição pela qual passava o compositor. Devido à ascensão do nazismo na Hungria, exilou-se nos Estados Unidos, enfrentando dificuldades materiais e consumido na doença que viria a vitimá-lo. Apesar disso, a peça demonstra a resiliência diante das adversidades, se projetando gradualmente em direção à “afirmação da vida”, que marca o último movimento.

    Mais informações em www.ospa.org.br ou pelo telefone (51)32227387.

    Tadeusz Wojciechowski(regente – polonês)

    Maestro e violoncelista,  estudou na Academia de Música de Varsóvia e aperfeiçoou as habilidades no Conservatório Nacional de Paris. Detentor de diversos prêmios como maestro e instrumentista, atuou em casas de ópera de prestígio por todo o mundo, incluindo a Metropolitan Opera, em Nova York, o Teatro La Fenice, em Veneza, o Teatro Carlo Felice, em Gênova, a Royal Opera, em Estocolmo, a Royal Opera, em Oslo, e a Ópera Real Dinamarquesa, em Copenhague. Apresentou-se em dezenas de países, incluindo Alemanha, Grã-Bretanha, Luxemburgo, Bélgica, Dinamarca, Noruega, Suécia, Eslovênia, Itália, França, Turquia, Estados Unidos, México, Colômbia e Japão. Seu repertório inclui mais de quarenta óperas, tendo sido agraciado pelo Ministério da Cultura e Patrimônio Nacional da Polônia pelo compromisso com a cultura.

    Rafael Costa de Souza (piano-Brasil)

    Rafael Costa de Souza iniciou seus estudos ao piano com Cynthia Geyer, sendo posteriormente orientado por Ney Fialkow no curso de bacharelado em música da UFRGS. Aperfeiçoou-se em festivais de música no Brasil (Campos do Jordão, Curitiba) com Ricardo Castro, Eduardo Monteiro, Sonia Rubinsky e Jean-Louis Steuerman entre outros. Radicado na Alemanha desde 2006, estudou com Peter Waas na Escola Superior de Música Franz Liszt em Weimar e posteriormente concluiu o mestrado em piano pela Universidade de Stuttgart, onde foi aluno de Kirill Gerstein.

    Realizou também em Stuttgart um segundo mestrado com ênfase em música de câmara sob orientação de Péter Nagy. Nesse período aprimorou-se em masterclasses de pianistas como Ferenc Rados, Lilya Zilberstein e Staffan Scheja. Em 2007 participou do Festival Bartók, em Szombáthely, na Hungria. Rafael foi premiado no 13º Concurso de Piano Arnaldo Estrella em Juiz de Fora, no Concurso Jovens Solistas da OSPA em Porto Alegre e no XIV Concurso Internacional de Piano Maria Campina, em Portugal. Apresenta-se regularmente em diversas cidades do Brasil e da Alemanha, mantendo parcerias musicais de longa data.

    Concerto da Série Pablo Komlós | Porto Alegre

    Quando: 31 de agosto de 2019, sábado, às 17h

    Onde: Casa da OSPA (Centro Administrativo Fernando Ferrari (CAFF) – Av. Borges de Medeiros, 1501 – Cidade Baixa)


    Ingressos:

    Valores: R$ 80 (camarote), R$ 40 (plateia), R$ 30 (mezaninos e balcões) e R$ 10 (estudantes) mais taxa de conveniência, com desconto de 50% para estudantes, seniores, titulares da Identidade Jovem e sócios do Clube do Assinante ZH e 20% de desconto para titulares do cartão Zaffari Bourbon, da Panvel e para clientes do Banrisul.

    Venda online: no site da Uhuu em (Inclui taxa de conveniência).

    Formas de Pagamento: Internet: Visa, Master, Diners, Hiper, Elo, Vale Cultura Ticket, American.

    Venda física: Na Casa da OSPA, no dia do evento, das 14h às 17h; ou na bilheteria do Teatro do Bourbon Country. Sujeito à disponibilidade de ingressos.

    Bilheteria: Dinheiro, Banricompras, Visa, Master, Diners, Hiper, Elo, Vale Cultura Ticket e American.

     

    PROGRAMA

    Shostakovich, Dmitri: Concerto para Piano Nº2, Opus 102
    I. Allegro
    II. Andante
    II. Allegro


    Bartók, Béla: Concerto para Orquestra
    I. Introduzione: Andante non troppo
    II. Giuocco delle coppie: Allegretto scherzando
    III. Elegia: Andante, non troppo
    IV. Intermezzo interrotto: Allegretto
    V. Finale: Pesante

    Maestro: Tadeusz Wojciechowski (regente – polonês)

    Solista: Rafael Costa de Souza (piano-Brasil)

    Classificação: 6 anos