Categoria: Cultura-MATÉRIA

  • O ecletismo de Glau Barros com o piano de Marcos Farias, no Café Fon Fon

    Glau Barros exibe todo seu ecletismo no show que apresenta neste sábado (31), no Café Fon Fon, acompanhada de Marco Farias. No show, “Glau Barros e Marco Farias – Voz e Piano”, a cantora e o maestro exploram as potencialidades desta formação, comumente apresentado na música popular, para exibir um repertório composto por sambas, bossas, blues e clássicos da MPB.  

    Algumas músicas deste show já fazem parte do repertório da cantora, mas foram apresentadas, até então, com elementos de samba (violão, cavaquinho e percussão) e que são, agora, revisitadas no formato voz e piano. Além dos sambas nessa nova roupagem, Glau Barros mostra a seu público seu ecletismo ao cantar outros gêneros que normalmente não interpreta e que fazem parte da sua memória afetivo-musical.

    Acostumados a ouvi-la interpretando clássicos do samba compostos por artistas como Pixinguinha, Noel Rosa, Cartola, Paulinho da Viola, entre outros, neste show este leque de compositores se amplia. Artistas como Tom Jobim, Dolores Duram, Fátima Guedes entram no repertório, o que permite ao público conhecer a versatilidade de Glau Barrros.

    O maestro Marco Farias é bacharel em Música e fez parte de importantes grupos musicais; é compositor, arranjador e acompanha muitos artistas da cena musical gaúcha. Farias acompanha Glau Barros há alguns anos. É ele quem assina a produção musical e os arranjos do primeiro CD da cantora, “Brasil Quilombo”, com direção musical de Gelson Oliveira, considerado pelo crítico e jornalista Juarez Fonseca como “(…) um dos melhores álbuns de samba feitos no Rio Grande do Sul em todos os tempos (…) e posiciona Glau, em atividade desde os anos 1990, entre as grandes cantoras e sambistas do país”.    

    SERVIÇO

    O Quê: Glau Barros e Marco Farias – Voz e Piano

    Quando: Dia 31 de agosto de 2019, sábado, às 21h30min

    Onde: Café Fon Fon (Rua Vieira de Castro, 22, bairro Farroupilha) Porto Alegre/RS

    Quanto: Couvert R$ R$ 30,00 – Antecipado | R$ 35,00 – Na hora

    Informações e reservas pelo fone: (51) 99880-7689

    Ingressos antecipados:

    http://www.sympla.com.br/glau-barros–marco-farias—voz–piano__597293

  • Vini Vini Circo Show e Família Artesanal são destaques no 9° Festia, em Canoas

    O espetáculo Vini Vini Circo Show e a intervenção urbana, Arte em Graffiti, proposta pela Família Artesanal, são as atrações desta quinta-feira, dia 29 dentro da programação do 9º Festival Internacional de Teatro em Canoas – FESTIA. A apresentação ocorre na Praça da Juventude Nelson Mandela, bairro Guajuviras, a partir das 15h, com entrada franca.

    Protagonizado por Vinicius Zucatti, que também assina a concepção e a direção, Vini Vini Circo Show é um espetáculo de circo voltado a toda família. Envolve alto nível técnico, coordenação motora e jogos participativos muito divertidos. O artista se destaca em técnicas de dissociação, como andar no monociclo com um só pé e simultaneamente realiza truques de equilíbrio e malabarismo. Durante todo o espetáculo existe interação com o público de forma criativa e natural. Concebido em 2016 o espetáculo já realizou apresentações em diversos estados do Brasil. Vinicius Zucatti é artista circense e produtor. Graduando em Produção Cênica pela Faculdade Monteiro Lobato, é coordenador do Colegiado Setorial de Circo do RS e Diretor da Associação de Circo do RS. Itinerou de 2013 a 2017 por 8 países e diversos estados do Brasil realizando performances e espetáculos circenses.

    Antecedendo a apresentação de Zucartti, a Família Artesanal, de Canoas, fará uma intervenção no ambiente por meio de seus grafites, buscando estabelecer um diálogo com o entorno. Por meio de seus desenhos, pretendem provocar o público, fazendo com que este reflita sobre sua condição social, política. Além dessa provocação a Família Artesanal realiza em espaços formais e não formais oficinas de graffiti, com vistas a construir o conhecimento técnico e empírico do fazer graffiti.

    SERVIÇO:

    O Quê: “Vini Vini Circo Show“ e “Família Artesanal“ dentro do 9° FESTIA

    Quando: Dia 29 de agosto de 2019, quinta-feira, das 15h às 17h

    Onde: Praça da Juventude Nelson Mandela | Rua Maria Faustino Correa, 651 MQ6 –

    Guajuviras, Canoas-RS

    Quanto: Entrada franca

    Classificação etária: Livre

    Duração: 40 minutos

  • Exposição coletiva de fotografia mostra a arte de jovens com autismo

     
    EXPOSIÇÃO “LUZ REVELADORA E OUTROS OLHARES”
    “Trata-se de uma exposição fotográfica coletiva originada a partir de uma oficina de inclusão social ministrada por Jorge Aguiar, realizada pelo Click da Kombi e promovida pelo Instituto Autismo e Vida.  Conhecido por seus trabalhos intensos e contundentes ao eternizar desigualdades, o fotógrafo Jorge Aguiar abraça um novo desafio, juntamente com sua Produtora Cultural Isabel Meireles.

    Por meio de sua vasta experiência, mergulhado em sensibilidade, Jorge decide acompanhar o desenvolvimento fotográfico por meio de olhares dotados de percepção investigativa e sagaz, olhares que vão muito além do óbvio, que desafiam até mesmo cenários que passariam despercebidos pela tipicidade de quem está acostumado com certos padrões de estética. As imagens aqui apresentadas foram eternizadas por pessoas do espectro autista. O termo autista, que deriva do grego “autos”, em si mesmo, representa pessoas que vivem ao seu próprio modo, focadas em interesses próprios, integrando a neurodiversidade tão presente nos dias de hoje.

    O foco pode representar sensação de controle, previsibilidade e segurança em um mundo cada vez mais disperso, individualista e reativo. Jorge Aguiar, ao concentrar-se na habilidade em vez da dificuldade, ampliou as possibilidades sociais desses jovens com autismo, pois teve interesse em seus interesses.
    Venha conhecer esse belo trabalho!
    O passeio pelo varal fotográfico com imagens esvoaçantes te conduzirá por registros ora fortes, ora singelos, ora ousados, ora destemidos, e te tornará, sem dúvida, diferente ao sair”.
    Texto de Carmem Gottfried, Professora e pesquisadora no Grupo de Estudos Translacionais em Transtorno do Espectro Autista (GETTEA) – Departamento de Bioquímica, ICBS, UFRGS.
    .Exposição “Luz reveladora e outros olhares”
    Serviço: de 21 de agosto de 2019, às 17h30 até 23/08 das 10h às 21h,com entrada gratuita.
    Centro Cultural da UFRGS, R. Eng. Luiz Englert, 333, 2º andar

  • Banda Enxame fecha a programação do Chapéu Acústico em agosto

    Fechando a agenda de agosto do projeto Chapéu Acústico, a banda Enxame irá apresentar, no dia 27, a partir das 19h, na Biblioteca Pública do Estado, as (re)criações musicais do seu universo: próximo, próprio e autoral. O repertório incluirá canções próprias e inéditas, além de releituras de Thays Prado, Anelis Assumpção e Maíra Freitas, entre outras. A entrada é gratuita ou mediante contribuição espontânea.

    O encontro entre a tecladista Aline Araújo, a baterista Julia Pianta, o contrabaixo acústico de Julia Pezzi e a cantora Nina Nicolaiewsky completou um ano,  em junho último. A banda, que se formou para um show pelo Projeto Concha em junho de 2018, já circulou pelos palcos do Ocidente, London Pub e Agulha. É a partir de contrabaixo acústico, teclados, voz, percussão, bateria e pedais, que as artistas formam um show com narrativa brasileira de canção, instrumental e contemporânea.

    Quem é quem

    Nina Nicolaiewsky é cantora e compositora e atualmente bacharelanda de Música Popular na UFRGS, com ênfase em Canto. Participou de diversos grupos artísticos, como UPA e Orquestra de Brinquedos, dedicando-se hoje à Enxame e seu trabalho autoral. Teve aula com cantoras, como Tatiana Parra e Dani Gurgel, na busca de entender a voz como um instrumento e suas extensões, também a partir do uso de pedais e processadores. Hoje é uma das participantes da Residência Artística do Projeto Concha de Porto Alegre, financiado pelo Natura Musical.

    Julia Pianta é baterista e percussionista natural de Porto Alegre. Iniciou seus estudos musicais quando criança, na Escola de Música Beethoven, com aulas de bateria e coral infantil. Em 2017, adquiriu experiência com educação infantil, dando aula de música na escola canadense Maple Bear, e como mestra de bateria, dentro da bateria de percussão da faculdade de medicina da PUC. Foi também baterista do Coletivo de Música Popular da UFRGS, onde cursa graduação com ênfase em Bateria e Percussão. Hoje em dia atua como professora e regente nas Batucas e participa como percussionista da banda Guará e baterista na Enxame.

    Julia Pezzi é contrabaixista e estudante do curso de Licenciatura em Música na UFRGS. Suas primeiras aulas de contrabaixo foram com a professora Ana Paula Freire, com quem iniciou a sua trajetória como instrumentista. Bastante envolvida com a música popular, frequentou o curso de MPB e Jazz da Escola Pública de Música de Farroupilha, onde participou de grupos de repertório instrumental, sob a orientação de professores, como o contrabaixista Tiago Daiello e o pianista Luiz Henrique New. Já integrou alguns projetos artísticos da cena musical de Porto Alegre, como a banda Ici Ça Jazz e o tributo Días y Flores. Hoje é membro da banda Enxame e do duo Jazz A2.

    Aline Araújo é pianista e compositora. Graduou-se como bacharela em Música pelo Instituto de Artes da UFRGS. Iniciou seus estudos musicais aos 7 anos, através de aulas de teclado. Logo depois ingressou no curso de Iniciação ao Piano na UFRGS e em seguida, no curso de Extensão em Música na mesma instituição. Realizou recitais solo e tem elaborado e desenvolvido espetáculos com artistas de diferentes áreas. Dos projetos que participa, se destacam as bandas Celeuma, Enxame, As Aventuras e Thays Prado. Atua também como professora de piano e teoria musical. Atualmente compõe a trilha sonora do curta-metragem “Esqueleto”, financiado pelo FAC-RS, e desenvolve seu projeto autoral na Residência Artística do Projeto Concha.

    CHAPÉU ACÚSTICO

    O produtor, publicitário e fotógrafo Marcos Monteiro assina a curadoria do projeto Chapéu Acústico, que tem movimentado o Salão Mourisco com shows de excelente qualidade, desde setembro de 2016. Os artistas locais tem a oportunidade de se apresentarem em um local com ótima acústica, na iniciativa que não possui qualquer patrocínio. Os cachês dos músicos são pagos a partir das contribuições espontâneas, que ocorrem no chapéu, como nas performances de rua, e vão inteiramente para os músicos.

    SERVIÇO:

    Dia: 27 de agosto (terça-feira).

    Hora: a partir das 19h.

    Local: Salão Mourisco – Biblioteca Pública do Estado/BPE-RS (Riachuelo, 1190) – Porto Alegre/RS

  • Aberto Caminho de Artes promove sessão de pintura ao vivo com artistas do Atelier Errante

    Integrando a exposição “Conexões Contemporâneas no Aberto”, que ocorre até o dia 6 de setembro no espaço cultural Aberto Caminho de Artes, os artistas do Atelier Errante realizam, no próximo sábado, dia 24, uma live paiting (pintura ao vivo) na zona sul da Capital.

    Artistas do coletivo vão compartilhar ao vivo os momentos de criação em uma grande tela em frente ao Aberto, que fica na Rua Armando Barbedo, 356, no bairro Tristeza. A ação é gratuita e poderá ser observada por quem passa pela rua mais charmosa da região, das 11h às 15h.

    Atelier Errante

    O Atelier nasceu da vontade de alguns amigos em compartilhar momentos de criação, discussão e reflexão para exercer a arte sem rótulos. Cada artista, com sua formação distinta, carreira e experiência própria, traz para o grupo sua contribuição e acrescenta sua personalidade ao trabalho que é desenvolvido coletivamente. O grupo, formado por Bruno Tamboreno, Caroline Veilson, Lito (Erly Almanza), Gilmar Fraga, Gus Bozzetti e Pena Cabreira, se apresentou ao público no 4° POA Jazz Festival, realizado em novembro de 2018, no BarraShopping Sul.

    Durante o evento, os Errantes realizaram uma “live painting” – sua primeira coletiva ao vivo e a cores. Em março de 2019, foram convidados novamente pelo BarraShopping para a realização de outra live painting para celebrar o aniversário da Capital, juntamente com a exposição de obras dos artistas. O tríptico pintado durante quatro dias foi doado à Orquestra Sinfônica de Porto Alegre – e as obras expostas tiveram o valor da sua venda doado para a Orquestra Villa Lobos. Atualmente, o Atelier ocupa um espaço no Linha (um ateliê compartilhado, espaço de exposições, performances e projeções, que é também um bar), que fica na Avenida São Pedro, 540, em Porto Alegre.

    Aberto Caminho de Artes

    O Aberto é um espaço cultural que busca a exacerbação da liberdade criativa e o convívio plural de todas as formas de manifestações culturais. Além disso, trabalha com a ideia de uma arte “aberta”, ancorado na arte contemporânea. A frente do espaço estão o artista visual, escritor, advogado e músico Ricardo Giuliani Neto e a gestora cultural e advogada Marla Trevisan, que também é a responsável pela coordenação geral do Aberto. Os dois também são sócios do escritório Trevisan e Giuliani Advogados.

    O que é: Live Paiting com artistas do Atelier Errante;
    Quando: No sábado, 24 de agosto, das 11h às 15h; (Gratuito)

    Onde: Rua Doutor Armando Barbedo, 356, bairro Tristeza, Zona Sul de Porto Alegre;

  • Diversos (e grandes) tons da arte brasileira em exposição, na Galeria Duque

     
    Grandes nomes da arte brasileira e os novos talentos reunidos em um único espaço. A Galeria Duque inaugura na sexta-feira, 23, das 17h30 às 19h30, a exposição “Cor, ou não?”, com curadoria de Daisy Viola. Além das obras de acervo de célebres talentos da da arte nacional, a Galeria também abre espaço para artistas locais. Nessa exposição, estarão em destaque as gravuras de Eliane Santos Rocha, a inventividade abstrata de Gustavo Giacobini e uma homenagem a Mário Olindo Pozzobon, um italiano, que combateu na Segunda Guerra Mundial, viveu em Nova Prata (RS), e descobriu o prazer da pintura. A exposição fica no local até o dia 8 de outubro.

    Frank Stella

    Em “Cor, ou não?” o melhor do acervo da Galeria Duque estará em evidência. “São artistas que construíram a história da arte no Brasil do século XX e contemporâneos”, informa a curadora Daisy Viola. Nas obras em exposição estão criações de Di Cavalcanti, Burle Marx, Lygia Pape, Vik Muniz, Siron Franco, Alfredo Volpi, Iberê Camargo, Gelson Radaelli, Abraham Palatinik, Antonio Bandeira, Jorge Guinle, Alberto da Veiga Guignard, Frank Stella, José Pancetti, Carlos Brächer, Joaquim Tenreiro e Eduardo Sued, entre outros.
    Pancetti

    Nessa exposição, Daisy resolveu ‘brincar’ com a possibilidade de expressão com a cor ou a falta dela. “A magia, a luz e a energia que a cor contém são capazes de nos transportar para dentro da imagem representada. Quando retiramos a cor de cena, abrimos caminhos para as linhas e um universo quase infinito de formas, assuntos, texturas e conteúdos expressos no desenho e na gravura”, explica.
    Artistas convidados
    Além das obras do acervo, a galeria mostra as criações de Eliane Santos Rocha, na mostra “A Poética do Espaço”, que explora ao máximo a potencialidade da gravura, com dedicação e pesquisa em uma longa trajetória, com seu trabalho reconhecido em exposições em diversos lugares do mundo.
    A criatividade e o vigor da arte contemporânea de Gustavo Giacobini também estarão presentes em “Elipses Abstratos”. Seu trabalho intenso mostra elipses e cenas abstratas de cor e linhas, hora distorcidas, hora transpassando umas o espaço de outras. Em sua obra, as cores são colocadas em gesto e ritmos, que vão do suave ao vigoroso, provocando impacto no expectador. Esta mostra fica na galeria até o dia 13 de setembro.
    Mario Olindo Pozzobon. Arcos e Torres. Acrílica s-obre tela.-53x39cm.jpg

    Em “Lembranças”, uma homenagem ao ex-combatente militar Mário Olindo Pozzobon completa a mostra. Nascido em 31 de maio de 1919, em Tortona, na Itália, ele lutou na Segunda Guerra Mundial e veio, em 1950, para o Brasil. Casou-se em Nova Prata e teve 3 filhas. Pintava aquarelas na adolescência e retomou a arte após a aposentadoria, aos 65 anos. Suas obras eram dadas como presentes para a família e amigos e a exposição celebra o pintor que faleceu em 2004.
    A Galeria Duque é um espaço cultural que nasceu em 2012 a partir da inspiração de um amante das artes e colecionador de obras. Localizado no Centro Histórico, o local é um prédio clássico, cuidadosamente restaurado, em quatro andares. É aberto à visitação com entrada franca e vem realizando diversas exposições e venda de obras do acervo da galeria, de consagrados artistas do cenário artístico gaúcho, nacional e internacional. Há ainda mostras temporárias de artistas convidados. A galeria é ainda um ambiente para promover a cultura e a educação a partir de visitas guiadas de estudantes, além de grupos de diversos locais do Estado e do País.
    SERVIÇO
    Cor, ou não?
    Local: Galeria e Espaço Cultural Duque
    Endereço: Duque de Caxias, 649 – Porto Alegre
    Vernissage: sexta-feira, 23 de agosto, das 17h30 às 19h30
    Período da exposição: de 24 de agosto a 8 de outubro (a exposição Elipses Abstratos, de Gustavo Giacobini, fica em cartaz até o dia 13 de setembro).
    Horário de funcionamento:
    Seg/Sex: 10h30 às 19h | Sáb: 10h30 às 17h
    Entrada Franca
    A galeria também recebe visitas de grupos e escolas, com agendamento prévio, pelo telefone (51) 3228-6900.
    Siron Franco, Figuras, 1971, 73 x 49 cm.

  • Gabriela Lery lança “Coleção” e recebe convidados no Teatro de Arena

    As mulheres do cenário musical gaúcho estão produzindo muito. Quem parou para contar quantas novas compositoras, cantoras, autoras, poetas e musicistas veem aparecendo nas nossas vidas, nas casas de show e em nossas redes sociais, com certeza se surpreendeu. Festivais inteiros dedicados a elas, projetos, editais e shows apresentando toda uma nova geração de artistas que estão aí pra ficar. 

    É nesse espírito que, no dia 23 de agosto, a cantautora Gabriela Lery celebra o lançamento de seu primeiro EP, Coleção. O álbum de quatro faixas, produzido em parceria com Carlos Ferreira (Quarto Sensorial) e Valmor José Pedretti Jr. (Fu_k The Zeitgeist), foi gravado entre janeiro e maio de 2019, no Coletivo 4’33”. Acompanhada por Bel_Medula (sintetizadores/programações), Bruno Vargas (contrabaixo/voz) e Julia Pianta (bateria/percussão), Gabriela (voz e guitarra) apresentará suas canções de trabalho e algumas composições inéditas em data única no tradicional e importante Teatro de Arena.

    Nova fase

    Coleção marca uma nova fase na carreira de Gabriela, que abandona o folk de violão para assumir a guitarra e se aventurar em gêneros como dream pop e post-rock. Em sua concepção, Coleção é um álbum para ser ouvido do início ao fim, como se cada faixa fosse o movimento de uma suíte. Para este lançamento, Gabriela também sai da zona de conforto dos shows solo, levando sua banda completa para o palco.

    Cantautora e instrumentista de Porto Alegre/RS, Gabriela vem apresentando seu projeto autoral em bares e espaços culturais da cidade.  Além de seu projeto autoral, a artista também integra o grupo vocal feminino As Batucas (professora/regente) e a banda de surf music instrumental As Aventuras (contrabaixista). Bacharela em Música pela UFRGS e pós-graduanda em Produção Musical pela PUCRS. Durante sua graduação, foi contemplada com uma bolsa de mobilidade acadêmica para estudar na University of Malta (Msida, Malta), através do projeto Euro-Brazilian Windows Plus do Erasmus Mundus. Participou dos festivais Vênus em Fúria (Ocidente, 2018), Sonora (La Photo, 2017 e Agulha, 2018) e Casa Plural (Teatro do SESC, 2019). Recentemente, participou do 18º Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe, em Belo Horizonte, com As Aventuras.

    Sobre os músicos:

    Bel_Medula é compositora, performer e musicóloga. Tem Doutorado em Musicologia pela Universidade Autônoma de Madri e Bacharelado em Piano pela Universidade Federal de Pelotas. Atualmente, é professora titular do departamento de música da UFRGS, onde coordena o grupo de estudos em gênero, corpo e música. É orientadora da residência artística do Projeto Concha e participa do coletivo Medula e da trilha de dança do coletivo Moebius.

    Bruno Vargas é baixista e professor de baixo. É integrante do grupo instrumental Quarto Sensorial desde sua fundação. Também faz parte de outros trabalhos musicais com Bibiana Petek, Arthur de Faria, Dona Conceição e Rafuagi.

    Julia Pianta é baterista, percussionista, professora de música e regente da Orquestra Feminina de Bateria e Percussão As Batucas. Participa das bandas Enxame e Guará como baterista e percussionista, respectivamente.

    Ficha técnica

    Voz e guitarra: Gabriela Lery

    Baixo e voz: Bruno Vargas

    Sintetizadores e programações: Bel_Medula

    Bateria e percussão: Julia Pianta

    Iluminação: Carol Zimmer

    Som: Clauber Scholles

    Produção: Flávia Cunha

    Direção de palco: Piquet Coelho

    COLEÇÃO – lançamento do EP de Gabriela Lery

    Dia 23 de agosto, às 20h

    Teatro de Arena – Av. Borges de Medeiros, 835/ Altos do viaduto Otávio Rocha

    Ingressos:

    Lote 1 – R$ 50 inteira / R$ 25 meia;

    Lote 2 – R$ 60 inteira / R$ 30 meia

    Descontos: meia-entrada (estudantes e idosos); ingresso solidário (alimentos não perecíveis e produtos de limpeza destinados à Casa de Referência Mulheres Mirabal)

    Pontos de venda:

    Online: Sympla ou na hora (mediante disponibilidade)

    Apoios: FCunha Produtora, Central da Técnica by Piquet Coelho, Mondo Cane – O bar do Fantaspoa, Cervejaria Macuco, Rasta – Transporte de Bandas, Teatro de Arena, SEDAC, Governo do Estado do Rio Grande do Sul

  • Recital da violonista Thaís Nascimento mostra como é violão na mão de mulher

    A violonista Thaís Nascimento apresenta no próximo sábado, dia 24, o recital Mulheres Compositoras para Violão com obras de compositoras do continente americano, passando por canções de Lúcia Teixeira, Chiquinha Gonzaga, Elodie Bouny e Barbara Kolb. Essa é a última apresentação selecionada em edital no projeto Ecarta Musical, da Fundação Ecarta.
    A apresentação faz parte do projeto de pesquisa e ações educativas e musicais para difundir a produção de mulheres e de uma formação musical com inclusão de diversidade de gênero na composição e interpretação. O projeto é inspirado na violonista pioneira na pesquisa de compositoras para violão, Mayara Amaral (Mato Grosso do Sul, 1989-2017, vítima de feminicídio), e é também uma ação em busca de reconhecimento e respeito à vida das mulheres.
    O show conta também com participação das violonistas Ana Giollo e Flávia Domingues Alves e inicia às 18h na Ecarta (Av. João Pessoa, 943) com entrada gratuita.
    Quem é quem
    Thaís Nascimento – violonista com projetos de interpretação de repertório para violão solo de compositores de vários países, do período renascentista ao atual, com aprofundamento em obras latino-americanas e de compositoras. Atua também como professora de música e pesquisadora. Ministra aulas em escolas de educação básica, projetos sociais e universidade.
    Flávia Domingues Alves – integra o trio Damas do Violão e o Música Mundana, grupo de músicas antigas e tradicionais. É mestre em Violão pela Ufrgs e foi professora do Departamento de Música do Instituto de Artes, durante mais de 30 anos. Fez parte do Quarteto ComTrastos e do Conjunto de Câmara de Porto Alegre tocando alaúde e harpa gótica.
    Ana Giollo – cursou um semestre de intercâmbio na Universidade do Minho, em Braga (Portugal), no ano passado, e participou de masterclasses com os violonistas Esdras Maddalon, Glauber Rocha, Martin Haug e Daniel Wolff. É estudante de Violão Clássico, na Ufrgs. Dedica-se também ao estudo do violão de aço e das técnicas do fingerstyle, de forma autodidata.

  • O grupo Marmota apresenta seu jazz no projeto Mistura Fina, do TSP

    O grupo de jazz Marmota é a próxima atração do projeto Mistura Fina – Música para Fugir do Trânsito, nesta quinta-feira, dia 22 , às 18h30min, no Foyer Nobre do Theatro São Pedro. O grupo apresenta suas composições presentes no álbum “A Margem” e seus mais novos arranjos em um show intimista e especial.  A entrada é franca. 

    “A Margem”, o mais recente álbum do grupo, não segue tendências: antes constitui, com suas influências, caminhos a serem margeados. Lançado em 2017 em parceria com estúdio Audio Porto, conta com sete composições autorais da banda e é coroado por um sofisticado trabalho gráfico de Alice Oliveira e André Bergamin. Em 2018 o álbum foi finalista do Prêmio Profissionais da Música, na categoria Artista Instrumental, ao lado de grandes nomes como Yamandu Costa, Gabriel Grossi e Quarteto Radamés Gnatalli. A Marmota é Leonardo Bittencourt (piano), Pedro Moser (guitarra), André Mendonça (contrabaixo acústico) e Bruno Braga (bateria).

    Ao todo, 40 atrações se apresentarão  no projeto Mistura Fina, ao longo de 2019 e até 2020, exibindo a pluralidade da produção musical que se destaca no cenário local, estadual e internacional, com ênfase aos vizinhos latino-americanos. Reunindo diversas linguagens, a proposta é uma agradável parada na hora do rush, para quem  trabalha ou está no Centro Histórico, esperando que o trânsito acalme.

    Além de ser vitrine para a produção artística, o Mistura Fina tem como grande diferencial a oferta de mediação audiodescrita, operada pela Ovni Acessibilidade Universal. A mediação audiodescrita consiste na descrição clara e objetiva de todas as informações compreendidas visualmente e que não são percebidas pelo usuário (pessoas cegas ou com baixa visão), como, por exemplo, expressões faciais e corporais que comuniquem algo, como informações sobre o ambiente do Foyer, a configuração do palco e as características dos instrumentos e equipamentos, a entrada dos artistas, suas características físicas e os figurinos, sua posição e movimentação no palco, gestos e expressões ao longo dos shows, além da iluminação, possibilitando que a pessoa desfrute integralmente da obra. Define-se como mediação porque há características de informalidade e simultaneidade. Há um limite de público por show, já que não se utiliza equipamento. No máximo, são recebidos seis usuários a cada.

    Sobre a banda convidada

    A Marmota é uma banda em constante metamorfose. Fundada em 2011, adequa seu trabalho aos mais diversos ambientes. Além de dois álbuns autorais com um estilo bastante próprio, realizou shows nas casas mais conhecidas de Porto Alegre; turnês pelo Brasil e Europa; além de direção musical, criação de trilhas sonoras e execução destas em diversos contextos. Seu primeiro disco, “Prospecto”, foi lançado em 2015 e recebeu cinco indicações ao Prêmio Açorianos. “A Margem”, seu mais recente álbum, foi lançado em 2017.

    S

     

  • OSPA apresenta ópera ‘‘Orfeu e Eurídice’’ no Theatro São Pedro,nos dias 24 e 25

    A Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) revisita uma das obras-primas sobre a mitologia grega no palco do Theatro São Pedro. A ópera ‘‘Orfeu e Eurídice’’, de Christoph Willibald Gluck, que rompe com a tradição italiana, é encenada nos dias 24 e 25 de agosto, às 20h e às 18h, respectivamente. O maestro Evandro Matté conduz a apresentação, que conta com a participação do Coro Sinfônico da OSPA, de bailarinos da Companhia Municipal de Dança de Porto Alegre e de uma equipe de solistas especializados no gênero operístico no Brasil. A direção cênica fica a cargo de William Pereira, que dará roupagem contemporânea ao espetáculo. Os ingressos estão à venda no local, por valores entre R$ 60 e 130.

    Há três anos, a OSPA retomou a apresentação de óperas encenadas do repertório tradicional com as montagens de “Don Pasquale”, “Don Giovanni” e da opereta ‘‘A Viúva Alegre’’, em 2016, 2017 e 2018 respectivamente. Neste ano, a orquestra apresenta uma das peças mais importantes da história operística. ‘‘Orfeu e Eurídice’’ é segmentada em três atos e retrata a mitologia grega com base na história de Orfeu, que desce aos infernos, onde nenhum ser vivo havia chegado, para pedir aos deuses ressuscitarem sua esposa morta por uma cobra.  Revolucionária, a obra rompe com a tradição italiana ao reduzir o número de solistas a três, garantir protagonismo ao coro e lançar mão de árias simples, com intenso apelo dramático. ‘‘Faremos a montagem completa da ópera que mudou o curso da história da música. Em “Orfeu e Erídice” a vida é resgatada através do poder mágico da música.’’, afirma Evandro Matté, diretor artístico e maestro titular da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre.

    Para encenar a ópera, a sinfônica recebe um elenco de grande relevância no cenário nacional.Denise de Freitas, uma das mais renomadas mezzo-sopranos na atualidade, interpreta Orfeu. Aclamada pela crítica especializada, a cantora é recordista de óperas no Theatro Municipal de São Paulo, representando os mais diversos papéis, de homens a mulheres. Eurídice é revivida pela soprano Carla Cottini. Vencedora do Prêmio Revelação no 10º Concurso de Canto Maria Callas, a cantora é mestre em interpretação operística pelo Conservatório Superior de Música Joaquín Rodrigo, na Espanha. Para encenar o papel do Cupido, Raquel Fortes que carrega uma bagagem pelas principais orquestras do Estado, integrando também o primeiro Opera Studio do Theatro Municipal de São Paulo, onde apresentou Primeira Dama e Rainha da Noite da ópera “A Flauta Magica” de Mozart. Os cantores unem-se aos bailarinos da Companhia Municipal de Dança de Porto Alegre e ao Coro Sinfônico da OSPA pela musicalidade da orquestra.

    Mais informações pelo site www.ospa.org.br ou pelo telefone (51) 32227387.


    Ingressos:
     R$ 60 (galeria), R$ 100 (camarote lateral), R$ 110 (camarote central) e R$ 130 (plateia), com desconto de 50% para seniores, estudantes, titulares do cartão Clube do Assinante ZH, doadores de sangue, pessoas com deficiência e jovens de baixa renda e 20% de desconto para titulares do cartão Zaffari Bourbon, Panvel e para clientes do Banrisul. Poderão ser adquiridos na bilheteria do teatro, de segunda a sexta-feira, das 13h às 18h30 (ou até o horário do início do espetáculo); nos sábados e domingos, das 15h até o início da apresentação.

    Evandro Matté (regente)

    É diretor artístico e maestro da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, da Orquestra de Câmara Theatro São Pedro e do Festival Internacional SESC de Música, que acontece em Pelotas. Realizou sua formação musical na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, na University of Georgia (EUA) e no Conservatoire de Bordeaux (FRA). Trompetista da OSPA desde 1990, esteve à frente de orquestras, como convidado, no Uruguai, Argentina, China, República Checa, Alemanha, Itália, Colômbia, Croácia e EUA. É, ainda, pós-graduado em gestão empresarial.

    William Pereira (diretor cênico)

    Graduado em Direção Teatral pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP), iniciou sua formação artística com o estudo de piano e estagiou em teatro lírico na English National Opera e na Royal Opera House, em Londres. Diretor, cenógrafo e figurinista, é representante da vanguarda teatral dos anos 1980 e um dos fundadores do Barca de Dionisos, aclamado grupo formado por ele e seus ex-colegas da Escola de Arte Dramática (EAD). É um dos mais importantes e representativos diretores de teatro e ópera no Brasil e tem se destacado com espetáculos de grande repercussão de público e crítica. Entre seus principais trabalhos, estão estão as estreias mundiais das óperas A Tempestade, de Ronaldo Miranda, Olga, de Jorge Antunes, e Onheama e Natividade, de João Guilherme Ripper. Já esteve à frente de Madama Butterfly, de Puccini, As Bodas de Fígaro, de Mozart e de Chunga, de Mario Vargas Llosa, em Miami e Nova York.

    Denise de Freitas (mezzo-soprano)

    Mezzo-soprano aclamada pela crítica especializada, é recordista de óperas no Theatro Municipal de São Paulo, representando os mais diversos papéis, de homens a mulheres. Com intensa bagagem de intérprete, é detentora de diversos prêmios, como o da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) 2017 e o Carlos Gomes, em 2004, 2009 e 2011. No ano passado, a convite do Ministério das Relações Exteriores, viajou a Tel Aviv, Budapeste, Berlim e Copenhagen, representando a música e a cultura do Brasil, dedicando-se integralmente às obras de Villa-Lobos. Gravou, ainda, a Sinfonia nº 8, II Movimento, de Claudio Santoro, sob regência de Neil Thomson. Ao trabalhar com outros maestros, acumula um extenso repertório sinfônico, incluindo obras de Mahler, Wagner, Brahms, Ravel, Respighi, Handel e Falla.

    Carla Cottini (soprano)

    Revelação do canto lírico brasileiro, tem se destacado por integrar em suas performances belo timbre, sólida técnica e marcante presença cênica. Desde 2011, interpreta papéis protagonistas em óperas de diversos compositores, como Mozart, Donizetti, Puccini, Massenet, Humperdinck e Strauss. Sua bagagem inclui passagem por casas de ópera em países de todo o mundo, trabalhando com importantes diretores cênicos, como Píer Francesco Maestrini, Stefano Poda, Jorge Takla e Francesco Belloto. Compromissos recentes incluem seu debut como Adina em “L’Elisir d’Amore” e Gilda em“Rigoletto”. Vencedora do Prêmio Revelação no 10º Concurso de Canto Maria Callas, subiu ao palco ao lado de diversos regentes, dentre eles, Rinaldo Alessandrini, Isaac Karabitchevsky e Silvio Viegas.  Atualmente vive em Berlim e é orientada por Vito Amaria Brunetti e John Fischer.

    Raquel Fortes (soprano)
    Soprano coloratura, é formada em Canto Lírico pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Iniciou os estudos musicais na Fundação Carlos Gomes em Belém, no Pará. Em Porto Alegre, foi aluna de flauta transversal no Conservatório Pablo Komlós e, ao integrar o Coro da OSPA, descobriu vocação no canto. Na UFRGS fez parte dos elencos das óperas Dido e Eneias e L’Orfeu. Junto à classe de jovens cantores do Opera Studio do Theatro Municipal de São Paulo, atuou como Primeira Dama e Rainha da Noite na ópera A Flauta Mágica, de Mozart. Interpretou, ainda, Lauretta na ópera II Maestro di Musica, com a Orquestra Unisinos Anchieta, e no projeto Terças Líricas foi a Madame Herz, na ópera O Empresário, de Mozart. Foi a primeira cantora a solar nos palcos do Teatro Unisinos e na Casa da OSPA.

    Mais informações pelo site www.ospa.org.br ou pelo telefone (51) 32227387.

    A OSPA é uma das fundações vinculadas à Secretaria da Cultura do Governo do Rio Grande do Sul (Sedac/RS). Os concertos da temporada 2019 são patrocinados, via Lei Federal de Incentivo à Cultura (LIC), por Panvel, CMPC, Banrisul e Grupo Zaffari. Apoio: Ipiranga, Dufrio, Audio Porto, Grupo Renner e Thyssenkrup. A realização é de OSPA, Fundação Cultural Pablo Komlós e Sedac.

     OSPA apresenta a ópera ‘‘Orfeu e Eurídice’’

    Quando: 24 e 25 de agosto, sábado e domingo

    Horários: 20h no sábado e 18h no domingo

    Local: Theatro São Pedro (Praça Mal. Deodoro, s/nº – Centro – Porto Alegre)

    PROGRAMA

    Orfeu e Eurídice

    Christoph W. Gluck

    Regência e direção musical: Evandro Matté

    Direção cênica e cenografia: William Pereira

    Solistas: Denise de Freitas (soprano)

    Carla Cottini (soprano)

    Raquel Fortes (mezzo-soprano)

    Participações: Coro Sinfônico da OSPA e Companhia Municipal de Dança de Porto Alegre
    Coreógrafos: Alexandre Rittmann e Paula Amazonas
    Bailarinos convidados: Paula Amazonas, Andressa Pereira, Bianca Weber, Bruno Manganelli, Caleo Alencar, Carolyne Constante, Davi Sgarbi, Driko Oliveira, Everton Nunes, Fernanda Bosque, Leonardo Maia, Pamela Agostini.

    Iluminação: José Luís Fagundes (Kabelo)

    Figurino / caracterização: Antonio Rabàdan

    Assistência de figurino: Lilian Becker

     Direção de Palco: André Munari

    Assistência de Direção Cênica: Brenda Knevitz

    Assistência de produção: Mely Paredes

    Coordenação de camarim: Ellen Correia

    Fotografia: Raul Krebs

    Maquiagem: Claudia Ribeiro, Adriana Chaves, Carolline Ely e Camila Vieira

    Cabelos: Maison 31 | Thaina Costa e Sérgio Viamonte

    Perucas: Mateus Amaral

    Assistente de camarim: Camila Valandro Kunsler

    Assistente de camarim: Carolina Leão Moreira