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  • Espetáculo de dança traz poema de Carlos Drummond de Andrade como inspiração

    Espetáculo de dança traz poema de Carlos Drummond de Andrade como inspiração

    A Companhia H estreia, nos dias 8 e 9 de fevereiro (terça e quarta- feira), um espetáculo de dança contemporânea baseado no poema ¨”Necrológio dos Desiludidos do Amor”, de Carlos Drummond de Andrade. Com direção de Ivan Motta, EXTimidades apresenta quatro coreografias, como se fossem quatro curtas metragens, cujas histórias apresentam como denominador comum a falta de comunicação, a frustração e as incertezas em um relacionamento, no qual nenhum dos envolvidos acredita que sobreviverá.

     

    No elenco, Andressa Pereira, Bruno Manganelli, Caleo Alencar, Driko Oliveira, Didi Pedone, Edison Garcia, Fera Carvalho Leite, Igor Zorzella e Rossana Scorza, nomes conhecidos da cena gaúcha e que têm um histórico de trabalho com Ivan.

    “O espetáculo foi concebido como forma de explorar a ambiguidade emocional, que envolve nossas verdadeiras intenções quando estamos na iminência da perda e do rompimento de uma relação. Para tanto, serão mostradas, através de quatro casais, este momento de rompimento. Embora sejam pequenas histórias coreografadas diferentes entre si, apresentam a mesma fragilidade e vulnerabilidade final”, explica o diretor.

    EXTimidades é dedicado ao fotógrafo Claudio Etges, que acompanhou, como amigo e profissional, a trajetória de 25 anos da Companhia H. Etges faleceu no último dia 30 de novembro, aos 62 anos, vítima do coronavírus.

    Sobre a Cia H

    A Companhia H foi criada em 1995, a partir da reunião dos bailarinos Aldo Gonçalves, Aldair Rodrigues, Eduardo Severino, Luciano Tavares e Ricardo Leon e do coreógrafo Ivan Motta. Na época, eles tinham como foco usar a temática masculina e suas derivações como forma de expressão. A partir de 1997, bailarinas foram incorporadas ao elenco.

    No ano de 2020, nos primeiros meses da pandemia, a companhia celebrou 25 anos e, desde então, toda a sua produção visa a evolução do H de Homem para H de HUMANIDADE.

    FICHA TÉCNICA
    Direção-geral/ Coreografia: Ivan Motta
    Artistas Colaboradores: Andressa Pereira, Bruno Manganelli, Caleo Alencar, Driko Oliveira, Didi Pedone, Edison Garcia, Fera Carvalho Leite, Igor Zorzella, Rossana Scorza
    Figurinos: Atelier Alfa
    Iluminação: Mauricio Rosa
    Sonorização: André Vinosky
    Trilha sonora pesquisada: Companhia H e Sustain Produções
    Direção de produção: Lucida Desenvolvimento Cultural/ Luka Ibarra
    Vídeo: Kevin Nicolai

    SERVIÇO

    Espetáculo de dança contemporânea EXTimidades

    Quando: 8 e 9 de fevereiro | Terça e quarta | 20h

    Onde: Teatro Bruno Kiefer, 6º andar da Casa de Cultura Mario Quintana

    Endereço: Rua dos Andradas, 736– Centro Histórico

    Ingressos pelo site do Porto Verão Alegre: https://portoveraoalegre.com.br/extimidades-08-02-20

  • A produção de seis mulheres na exposição “Feminilidades”, no Espaço Cultural dos Correios 
    Obra de SANDRA_KRAVETZ/ Divulgação

    A produção de seis mulheres na exposição “Feminilidades”, no Espaço Cultural dos Correios 

    A reunião de obras produzidas por seis mulheres artistas em diferentes técnicas e perspectivas compõe a exposição “Feminilidades”, que abre nessa terça-feira, dia 25 no Espaço Cultural Correios Porto Alegre. Assim como o feminino é diverso, também as séries apresentadas pelas artistas têm características específicas. E foram essas especificidades que o curador da mostra, Walter Karwatzki, buscou preservar respeitando e reconhecendo cada artista em sua relação sujeito-mundo.

    Obra de MERY_BAVIA/ Divulgação
    Obra de SANDRA GONÇALVES/ Divulgação

    As 35 obras que serão expostas fazem parte das produções recentes de Andréa Brächer (séries Anel de fada e Jardim dos sonhos azuis), Denise Giacomoni, (série O corpo que habito), Denise Wichmann, (série Silências), Mery Bavia, (série Os outros eus e os outros), Sandra Gonçalves, (série Tudo dança, transmutação) e Sandra Kravetz (série Vestidas). Entre as técnicas utilizadas pelas artistas estão a pintura, a fotografia e a cianotipia, que é um processo artesanal de impressão fotográfica em tons de azul.

    Obra de ANDREA BRACHER/Divulgação
    Obra de DENISE WICHMANN/ Divulgação

    Feminilidades poderá ser visitada até 25 de fevereiro, de terça a sábado, das 10h às 17h, com entrada franca. O Espaço Cultural Correios Porto Alegre está localizado no térreo do prédio histórico da empresa na Praça da Alfândega (Centro Histórico da capital), com acesso pela lateral, na Avenida Sepúlveda. O uso de máscara é obrigatório no local.

    Obra de DENISE GIACOMONI/ Divulgação

    Feminilidades

    Abertura: 25 de janeiro, das 10h às 17h

    Visitação: 25 de janeiro de 2022 a 25 de fevereiro de 2022

    Horário: 10h às 17h, de terça a sábado

    Local: Espaço Cultural Correios (Sete de Setembro, 1020)

    Entrada gratuita 

  • João Marcello Bôscoli traz relatos da convivência com a mãe, após 40 anos sem Elis Regina
    João Marcelo Boscoli e Elis Regina. Foto: Divulgação

    João Marcello Bôscoli traz relatos da convivência com a mãe, após 40 anos sem Elis Regina

    Nascida em Porto Alegre, em 17 de março de 1945, moradora do bairro IAPI, onde morou até se mudar para São Paulo,  Elis Regina é lembrada em todo o Brasil, pelos 40 anos de sua morte ocorrida no dia 19 de janeiro de 1982.

    Seu filho, João Marcello Bôscoli agora traz relatos inéditos sobre os 11 anos que conviveu com a mãe. No ebook ‘Elis e Eu’,  onde o filho retrata uma mulher intensa e batalhadora, mas também inquieta e insegura

    “Você se lembra da sua mãe?” Essa pergunta, muitas vezes feita ao filho mais velho de Elis Regina, João Marcello Bôscoli, inspirou uma das obras mais completas sobre a vida da cantora fora dos palcos. A ‘pimentinha’, como era carinhosamente conhecida, marcou a história da música e do Brasil não só por sua voz, mas também pelo seu posicionamento em assuntos polêmicos, como política. Nesta quarta, dia 19, completa 40 anos da morte de uma das maiores cantoras do país.

    Longe dos palcos, Elis tinha uma vida quase que normal, realizava suas tarefas de casa, criava os filhos, além de administrar sua carreira. No livro ‘Elis e Eu: 11 anos, 6 meses e 19 dias com minha mãe’, publicado pela editora Planeta e disponível em ebook no Skeelo, Bôscoli relata uma Elis sob a ótica da criança que conviveu poucos anos com essa mulher que ele sequer sabia da grandiosidade.

    No início do livro, o filho lembra do principal legado da cantora. “Elis Regina é a parte pública da minha mãe, uma de suas faces. Embora suas entrevistas e canções iluminem muitas coisas, o olhar de uma criança, de um filho, durante onze anos, pode revelar outros contornos da mulher que me deu a vida, daquela que é o amor da minha vida. E o amor, aprendi com ela, é a única força realmente transformadora”. Em outro trecho, ele relata uma Elis vulnerável, bem desconhecida do público em geral. “Lembrei-me da imagem dela, no ano anterior, tirando um roupão, ficando nua para uma amiga e perguntando: “Eu sou uma merda?”. Algo detonara sua autoestima. Ciúme, insegurança, traições, carência. Nada que parecesse ter relação com tudo representado por Elis Regina”, conta o filho.

    A obra, também traz o olhar do menino Bôscoli sobre o dia da morte da cantora e o desespero do filho no processo de luto. Elis Regina é uma das maiores artistas do Brasil e suas obras transcendem o tempo. Suas músicas, por exemplo, ultrapassam um bilhão de views no YouTube.

    Com prefácio de Rita Lee, amiga de Elis e outra grande cantora importante do cenário nacional, o ebook é uma oportunidade de conhecer um outro lado dessa artista. O livro em versão digital está na área premium do aplicativo Skeelo, disponível para download nas lojas Apple Store e Google Play. Quem quiser também pode acessar o site https://skeelo.app/.

  • Exibição de documentário e outras ações da CCMQ dão visibilidade ao Jornal Boca de Rua

    Exibição de documentário e outras ações da CCMQ dão visibilidade ao Jornal Boca de Rua

    O Núcleo Educativo da Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ), instituição da Secretaria de Estado da Cultura (Sedac), repercute, ao longo do mês de janeiro, a trajetória do Jornal Boca de Rua, publicação inteiramente produzida por pessoas em situação de rua em Porto Alegre. O jornal é tema do documentário “De olhos abertos”, dirigido por Charlotte (Cha) Dafol, que será exibido no sábado, 22 de janeiro, às 19h, com entrada franca, na Cinemateca Paulo Amorim, térreo da CCMQ (Andradas, 736 – Centro Histórico de Porto Alegre).

    A diretora Cha Dafol. Foto: Mauro Marques/ Divulgação

    Charlotte Dafol conta que começou o projeto do documentário participando das reuniões do grupo responsável pela produção do jornal. O filme, que teve o lançamento adiado pela pandemia, mostra a comemoração dos 18 anos do Boca de Rua. O documentário chega ao público quando o jornal já está completando 21 anos. “Essa oportunidade de exibição na CCMQ é muito importante. É finalmente quando o filme poderá encontrar seu público”, comemora a diretora.

    O cartaz do documentário;

    Em ação anterior, nesta terça-feira, 18 de janeiro, às 14h30, a CCMQ recebe integrantes do projeto Boca de Rua, que serão recepcionados pelo diretor da instituição, Diego Groisman, e pela equipe do Núcleo Educativo. Em uma visita mediada pelo complexo cultural, a equipe do Boca de Rua vai ser apresentada a aspectos da história e da relevância patrimonial do prédio, bem como às múltiplas ações culturais realizadas nos espaços da CCMQ.

    O diretor da instituição, Diego Groisman, destaca o alinhamento da iniciativa com as políticas inclusivas conduzidas pela Sedac. “Para a Casa de Cultura é extremamente importante apoiar um projeto de tamanha relevância social, como o Boca de Rua. Debater sobre a questão das pessoas em situação de rua é urgente na cidade, e iniciativas como esta possibilitam que as pessoas em vulnerabilidade social tenham mais voz e representatividade, e, consequentemente, condições de vida mais dignas”, comenta Groisman. Entre as ações que buscam dar visibilidade aos 21 anos do jornal Boca de Rua, a CCMQ também prepara, para data a ser divulgada em breve, uma mostra das capas de todas as edições publicadas ao longo desse período.

    Exibição do documentário “De olhos abertos”
    Quando: 22 de janeiro | sábado
    Horário: 19h
    Onde: Cinemateca Paulo Amorim (térreo da CCMQ)
    Entrada franca

     

  • Mega evento de arte contemporânea reune 180 obras de 86 autores em Brasilia
    Obra de Paula Krause. Foto de Vicente de Mello.

    Mega evento de arte contemporânea reune 180 obras de 86 autores em Brasilia

    Três representantes da arte contemporânea no Rio Grande do Sul participam da exposição Espelho Labirinto que reúne 180 obras de 86 artistas brasileiros no Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília, a partir de 19 de janeiro..

    São Regina Silveira, André Severo e Paula Krause.

    Artista multimídia, além de gravadora, pintora e professora, Regina Silveira rodou o mundo estudando arte e lecionando com expertise ímpar. Sua formação acadêmica em pintura foi no Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (IA/UFRGS), em 1959. Em 1967, foi bolsista do Instituto de Cultura Hispânica. Em seguida, foi convidada para ser professora na Faculdade de Artes e Ciências da Universidade de Porto Rico. De volta ao Brasil em 1973,  passou a integrar o corpo docente na área de gravura da Faculdade de Artes Plásticas da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap). No ano seguinte, consolidou sua carreira como professora da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP). Lá, faz mestrado e doutorado. Depois dessa jornada acadêmica, Regina partiu para Nova York, onde morou por três anos e regressou ao Brasil. Algumas de suas obras apresentam ampla relação com a arquitetura, como Vértice (1994) ou Escada Inexplicável II (1999), nas quais oferece ao espectador a ilusão de profundidade.

    André Severo e Paula Krause têm carreiras individuais consolidadas e muitas vezes trabalham juntos. Ambos são referência na arte contemporânea do Rio Grande do Sul. Severo, que foi curador da 30ª Bienal de São Paulo e da representação brasileira na 55ª Bienal de Veneza, produziu mais de uma dezena de filmes. Krause, que apresentou sua obra na Rendez-Vous 13, mostra paralela à Bienal de Lyon, em 2013, desenvolve seu trabalho plástico por meio da fotografia, do audiovisual e da performance. Companheiros na vida e na arte, sempre colaboraram nos trabalhos individuais de um e de outro.

    As obras expostas fazem parte da coleção Sérgio Carvalho e estão organizadas em três ambientes do Centro Cultural, proporcionando que o visitante passeie entre as inúmeras instalações dos jardins do amplo espaço aberto e ainda aprecie uma das mais belas vistas de Brasília, como a Ponte JK e o Lago Paranoá.

    O artista e a obra

    Além do trio de gaúchos, entre os 86 artistas da mostra, destacamos alguns para que o leitor e o visitante de Espelho Labirinto conheçam um pouco mais sobre o autor e os trabalhos expostos.

    Christus Nóbrega

    O artista plástico Christus Nóbrega utiliza várias técnicas e explora a imagem por meio da excepcionalidade, utilizando elementos da transição entre fotografia, foto-objeto, vídeo e arte computacional. Em 2015 foi convidado pelo Itamaraty para realizar residência artística na China. Possui obras em acervos de coleções privadas e institucionais como a Fondation Cartier pour L’art Contemporaine (França), Central Academy of Fine Arte (China) e Museu de Arte do Rio (MAR), no

    Brasil.

    Luiza Baldan

    Ela se apropria de áreas urbanas transfiguradas por construções arquitetônicas para realizar o seu trabalho, é assim a obra de Luiza Baldan. Seu objetivo não é documentar a experiência e sim produzir ficção a partir dos fatos cotidianos. Entre residências, mudanças, errâncias e cidades, Baldan se habituou ao trânsito e ao transitório, e seu olhar vem acompanhando o percurso, ora cinematográfico, ora pictórico, mas sempre fotográfico. O cinema, a pintura e a literatura atravessam suas imagens, sempre marcadas pela convivência com o espaço construído.

    Laerte Ramos

    Nome de destaque no cenário da arte contemporânea brasileira, especialmente pela produção em cerâmica e gravuras. Na exposição Espelho Labirinto, Laerte Ramos traz o trabalho “50% off”, um grande painel contendo 300 pés direitos de tênis formando um bloco que lembra uma vitrine de lojas de calçados. As esculturas são feitas em cerâmica. Ramos também trabalha com vídeo, instalação, performance e a ação urbana. As pesquisas que realiza têm como principal eixo condutor os meios reprodutivos da imagem, as seriações em diferentes suportes e a relação com as cidades.

    Sandra Cinto

    A obra da desenhista, pintora, escultora e gravadora Sandra Cinto tem no desenho o fio condutor de seu trabalho. Em muitas de suas obras, os espectadores experimentam espaços que estimulam a reflexão sobre o ambiente ao redor e como ele é ocupado. A provocação de Sandra pode ser vista, por exemplo, em nuvens pintadas em suportes de pequeno e médio porte e que são substituídas por grandes céus noturnos e mares agitados, feitos com caneta esferográfica.

    Flávio Cerqueira

    Narrar uma história é a especialidade do artista plástico Flávio Cerqueira. Ele cria vigorosas esculturas de bronze figurativas, focadas na construção de narrativas e representação de ações. Ele retrata seus personagens em situações cotidianas comuns e universais, como em momentos de introspecção, reflexão, concentração e ação.

    Tres Pe

    O grupo Três Pe é um coletivo de artistas formado em Brasília. O grupo busca por meio da produção poética e da pesquisa o aprofundamento das questões que surgem da relação do corpo com os objetos para produzir ação e surpreender com performances. Nazareno

    Em sua obra Nazareno trabalha com situações lúdicas, que abarcam os receios e os encantamentos das relações humanas. Desenhista, escultor e artista multimídia, Nazareno vive em Brasília.

    Sofia Borges

    A artista plástica Sofia Borges utiliza em seu trabalho a fotografia, a performance e o teatro. O objetivo é investigar noções filosóficas sobre a representação e a relação da linguagem com a existência e o significado.

    Os curadores e o colecionador

    O fotógrafo, ensaísta e curador Vicente de Mello é formado em Comunicação Social pela Universidade Estácio de Sá e especializou-se em História da Arte e Arquitetura no Brasil, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUC/RJ.

    Aldones Nino é Curador Adjunto de Collegium (Arévalo, Espanha) e Assessor de Educação e Formação do Instituto Inclusartiz (Rio de Janeiro, Brasil). Doutorando em Historia y Arte pela Universidade de Granada em cotutela com o programa de

    Pós Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

    Sérgio Carvalho, advogado, é guardião de mais de 2.300 obras de 180 artistas brasileiros contemporâneos. O conjunto é considerado um dos maiores de obras contemporâneas do Brasil.

    Todos os artistas

    Os 86 artistas de Espelho Labirinto, que transformam a exposição em uma experiência lúdica, têm em comum a inovação e a provocação. Eles fazem arte contemporânea e desafiam as certezas do espectador propondo uma nova forma de pensar e ver o mundo. Suas obras e abordagens artísticas podem dialogar tanto com questões amplas da sociedade como com aspectos íntimos e histórias pessoais. Nesta mostra, o visitante terá a oportunidade de conhecer cada um dos artistas e as conexões existentes entre seus trabalhos.

    Confira a lista completa dos artistas que participam de Espelho Labirinto:

    Albano Afonso; Alice Lara; Amanda Melo da Mota; Ana Elisa Egreja; Ana Prata; Ananda Giuliani; André Severo; André Terayama; Bárbara Mangueira; Bento Ben Leite; Bruno Vilela; Carolina Ponte; Christus Nóbrega; Dalton Paula; Dirceu Maués; Éder Roolt; Eduardo Frota; Efrain Almeida; Elder Rocha; Emmanuel Nassar;

    Evandro Carlos Jardim; Farnese de Andrade; Fernanda Azou; Fernando Aquino;

    Flávio Cerqueira; Gil Vicente; Gisele Camargo; Helô Sanvoy; Hildebrando de Castro; Iago Gouvêa; Isabela Carneiro; James Kudo; Janaína Mello Landini; Joana Traub Cseko; João Angelini; José Roberto Bassul; José Rufino; Julia Milward; Juliana Kase; Jurandy Valença; Kátia Fiera; Kátia Maciel; Laerte Ramos; Laura Gorski; Leandro Aragão; Levi Orthof; Lucia Koch; Luciana Paiva; Ludmila Alves; Luiza Baldan; Manoel Veiga; Marcela Cantuária; Marcelo Silveira; Marco Túlio Resende; Marcos Chaves; Maria Laet; Marlene Stamm; Martinho Patrício; Mauro Piva; Mauro Restiffe; Milton Marques; Nazareno; Nino Cais; Pamela Anderson; Paula Krause;

    Pedro David; Pedro Ivo Verçosa; Poliana Dalla Barba; Polyanna Morgana; Ralph Ghere; Raquel Nava; Regina Silveira; Rodrigo Bivar; Rodrigo Braga; Rodrigo Cass; Rodrigo Zeferino; Sandra Cinto; Sofia Borges; Thaïs Helt; Três Pe; Valéria Pena-Costa; Véio; Wagner Barja; Waléria Américo; Yana Tamayo e Zé Crente.

    Serviço

    Exposição Espelho Labirinto

    CCBB Brasília, de 19 de janeiro a 13 de março/2022

    De terça-feira a domingo das 09h às 20h30

    Localização: SCES, Trecho 2, Lote 22, Brasília, DF

    Fone: 61-31087600

  • Em biografia de Nara Leão, a intimidade de uma mulher que revolucionou a cultura brasileira

    Em biografia de Nara Leão, a intimidade de uma mulher que revolucionou a cultura brasileira

    Nara Leão certamente foi uma das artistas mais importantes e influentes da cultura brasileira, não só pela sua obra, mas pelo que representou para a mulher e a sociedade como um todo. Filha caçula de dr. Jairo e dona Tinoca e irmã da modelo e famosa personagem da cena carioca Danuza, a jovem tímida, quieta e cheia de neuroses ficou marcada na história como uma das mais produtivas intérpretes da MPB dos agitados anos 1960 aos 1980, além de ser responsável por definir os costumes e a expressão política da época. A cantora faria 80 anos na próxima quarta-feira, 19/01, e ganhou série documental no Globoplay, “O canto livre de Nara Leão”, em homenagem à data.

     

    Na biografia Ninguém pode com Nara Leão, Tom Cardoso reconstrói a vida da artista que participou ativamente dos mais importantes movimentos musicais surgidos a partir da década de 1960, que, tratada como ‘café com leite’ pela patota que se reunia no apartamento da família em Copacabana, deixou a bossa nova para se juntar à turma politizada do CPC e do Cinema Novo e foi a primeira estrela da MPB a falar abertamente contra a ditadura militar.
    O livro, que traz prefácio de Tárik de Souza, um dos mais respeitados críticos da MPB, Tom apresenta passagens da infância de Nara, marcadas pela angústia e reclusão, detalhes da inimizade com Elis Regina, dos famosos encontros no apartamento da Av. Atlântica, onde a bossa nova ganhou corpo, cara e nome, do relacionamento com Ronaldo Bôscoli, da amizade com figuras como Vinicius de Moraes, Roberto Menescal e Ferreira Gullar, por quem nutria admiração mutua e teve um affair. No livro, Tom relata que Nara inclusive chegou a sugerir que ele largasse a mulher e os filhos e viajasse com ela pelo Brasil.
    À frente de seu tempo, Nara foi uma das primeiras adolescentes do Rio a fazer análise, por necessidade e curiosidade, e a obra “Opinião de Nara”, lançada sete meses após o Golpe de 1964, foi o primeiro trabalho de uma estrela da MPB a colocar o dedo no nariz da ditadura. Além disso, Nara foi a primeira do segmento a atacar diretamente o regime ao afirmar em entrevista ao Diário de Notícias que “o Exército não servia para nada” e que “podiam entender de canhão e metralhadora, mas não pescavam nada de política”.
    O livro também acompanha o relacionamento de Nara com o cineasta Cacá Diegues, na época em que se aproximou do CPC e dos expoentes do Cinema Novo. Ele foi o responsável por apresentar a ela um outro mundo musical, fazendo-a se impressionar com artistas como Carmen Miranda, Ary Barroso e Luiz Gonzaga. Ela e Cacá se casaram em cerimônia íntima e recebendo convidados como Danuza e Samuel Wainer, Chico Buarque e Marieta Severo, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Aloysio de Oliveira e Flávio Rangel. Foi também com o cineasta que Nara se exilou na França e teve dois filhos, Isabel e Francisco.
    Nara morreu por conta de um tumor no cérebro na manhã de quarta-feira do dia 7 de junho de 1989, aos 47 anos, e deixou um legado que extrapolou o cenário musical na época em que viveu. “Amo Nara Leão. Nara e Narinha. Essa mulher sabe tudo do Brasil 1964. Essa mulher é a primeira mulher brasileira. Essa mulher não tem tempo a perder. Atenção: ninguém pode com Nara Leão”, escreveu Glauber Rocha em uma carta enviada a Cacá Diegues no período do exílio.

     

    POR QUE NINGUÉM PODIA COM NARA?

    1-A despeito do ar de desencanto e da quase displicência, Nara participou ativamente dos mais importantes movimentos musicais surgidos a partir da década de 1960 — e saiu de todos eles sem se despedir.

    2-Ela foi a primeira artista de sua geração a ridicularizar a passeata contra a guitarra elétrica, liderada por Elis Regina e Geraldo Vandré e endossada por Gilberto Gil.

    3- Filha de um advogado excêntrico, fez tudo que uma pré-adolescente de classe média alta carioca nos anos 1950 jamais sonhou fazer: como ir ao cinema, ao teatro e ter aulas de violão com um professor negro.

    4- Ela foi uma das primeiras adolescentes do Rio a fazer análise, por necessidade e curiosidade.

    5-Tratada como bibelô pelos machos alfas da bossa nova, deixou o movimento para se juntar à turma politizada do CPC e do Cinema Novo.

    6-No disco de estreia, recusou-se a pegar carona no sucesso da bossa nova e gravou um disco com sambas de Cartola, Zé Kéti e Nelson Cavaquinho.

    7- Apesar da decisão de dar um caráter mais político ao disco de estreia, tendo como fio condutor um gênero que estava associado diretamente às massas, ela se recusou a gravar uma letra machista de Cartola.

    8- Lançado sete meses após o Golpe de 1964, “Opinião de Nara” foi o primeiro trabalho de uma estrela da MPB a colocar o dedo no nariz da ditadura. Sem rodeios, sem metáforas. Um disco-manifesto, inserido no contexto político-social e em sintonia com o que se ouvia nas favelas do Rio, marginalizadas e discriminadas pela política higienista do governador Carlos Lacerda.

    9- O demolidor segundo disco serviu de inspiração para um dos mais revolucionários espetáculos musicais da história do país: o “Opinião”.

    10- Foi ela, em pesquisa musical pelo Brasil, quem abriu as portas do Sudeste para os talentos do Teatro Vila Velha, Caetano, Gil, Gal e Bethânia – essa última, com 17 anos, foi convocada para substituí-la no show “Opinião”.

    11- Foi a primeira estrela da MPB a falar abertamente e de forma mais contundente contra a ditadura militar, ao afirmar, em 1966, que o “Exército não servia para nada”.

    12- Ao ver nascer a expressão “Esquerda Narista”, ela, que sempre rejeitou ser porta-voz de qualquer coisa, decidiu gravar, só por provocação, uma singela marchinha de um compositor iniciante, que mal abria a boca: Chico Buarque.

    13-Atendendo a um pedido de Nara, Chico compôs “Com Açúcar, Com Afeto”, a primeira de muitas canções em que a mulher assume a narrativa na primeira pessoa. Preso aos preceitos machistas da época, Chico recusou-se a interpretá-la, passando a tarefa para a cantora Jane Moraes. Nara, sempre na vanguarda, achou a atitude ridícula.

    14- Primeira artista da MPB a gravar no mesmo disco Ernesto Nazareth e Lamartine Babo, Villa-Lobos e Custódio Mesquita, Nara nasceu tropicalista antes do movimento existir – e ser gestado com a sua ajuda.

    15-Presidente do júri da polêmica e histórica edição do FIC 1972, o festival que revelou Raul Seixas, Sérgio Sampaio e Walter Franco, pediu demissão por não aceitar a ingerência dos militares.

    16- Cansada de tudo e de todos, decidiu dar um tempo, no auge da carreira: “Uma hora eu sou a musa da bossa nova, outra a cantora de protesto e ainda tem essa coisa ridícula do joelho. Então me recuso a virar um sabonete e vou dar uma parada”.

    17- Decidida a estudar Psicologia na PUC, por um bom tempo não foi reconhecida pelos colegas de classe, dez anos mais novos.

    18-De volta aos estúdios, decidiu gravar um disco inteiramente dedicado ao cancioneiro de Roberto e Erasmo, ainda vistos como artistas menores por alguns medalhões da MPB.

    19-No fim da década de 1970, rodou o país numa perua kombi, fazendo shows nos rincões do Brasil, ao lado de uma nova e renovadora turma do choro carioca, entre eles o violonista Raphael Rabello, de 15 anos.

    20-Diagnosticada com um tumor no cérebro, que lhe impôs uma série de complicações, nunca deixou de produzir compulsivamente, gravando praticamente um disco autoral por ano.

    SOBRE O AUTOR

    Tom Cardoso, nascido no Rio de Janeiro, é jornalista, com vasta passagem pela imprensa paulistana. Autor, entre outras obras, das biografias do jornalista Tarso de Castro, do jogador Sócrates e do político Sérgio Cabral, foi um dos vencedores do Prêmio Jabuti 2012 com o livro-reportagem O cofre do Dr. Rui, que narra o assalto ao cofre de Adhemar de Barros, em 1969, comandado pela VAR-Palmares.

    (Texto de Nathalia Bottino  e Mariana Martins – Assessoria Editora Planeta)

     

    FICHA TÉCNICA

    Título: Ninguém pode com Nara Leão — uma biografia

    Autor: Tom Cardoso

    240 páginas

    Livro físico: R$ 49,90

    E-book: R$ 30,90

    Editora Planeta

  • Projeto Orquestra Jovem: inscrições abertas para aulas gratuitas na Casa da Música
    Orquestra Jovem em apresentação no ano passado / Foto Guilherme de Castro/Divulgação/JÁ

    Projeto Orquestra Jovem: inscrições abertas para aulas gratuitas na Casa da Música

    O Projeto Orquestra Jovem e Escola Casa da Música-AACAMUS (Associação dos Amigos Casa da Música POA) está com as matrículas abertas, com vagas limitadas,  para aulas gratuitas de música.

    As vagas destinam-se a estudantes de escolas públicas de Porto Alegre e da Região Metropolitana, com idade entre 6 e 16 anos. Atualmente as vagas disponíveis são para flauta doce, cavaquinho, violino, violino com prática, e grupo vocal infantil e infanto-juvenil.

    Os estudantes terão acesso aos respectivos instrumentos, os quais são oferecidos pelo Projeto.

    As inscrições estarão abertas até 20 de janeiro.

    As aulas terão início no próximo dia 07 de março, na Casa da Música Porto Alegre, na Rua Gonçalo de Carvalho, 22 (fundos do Shopping Total).

    A cantora mezzo soprano Angela Diel, diretora artística do projeto, relata que em 2021 houve grande crescimento tanto na qualidade do aprendizado quanto no número de alunos. “Percebemos alunos talentosos que merecem a oportunidade  de receberem aulas individuais, como é o caso dos integrantes do Quinteto Jovens Talentos, que também participam das aulas em grupo”, salienta.

    O coordenador do projeto, violinista e professor Ricardo Chacón, doutorando em música na UFRGS,  é venezuelano, oriundo do “El Sistema”, projeto social de ensino da música desenvolvido de forma pioneira na Venezuela e reconhecido mundialmente, diz que é uma honra coordenar a Orquestra Jovem Escola Casa da Música-AACAMUS porque oferece oportunidade de desenvolver habilidades musicais, prática individual e coletiva, as quais fortalecem a formação integral das crianças originando nelas outro olhar sobre as artes.

    “Para mim, a música é parte fundamental em qualquer processo educativo e o projeto  tem a estrutura organizacional, de infraestrutura e professores qualificados para fazer dele uma janela para o Brasil e para o mundo. O céu é o limite”, afirma Chacón.

    www.casadamusicapoa.com.br

    www.facebook.com/CasadaMusicaPoa/

     Inscrições: www.casadamusicapoa.com.br/aacamus

    Ações desenvolvidas em 2021

    Em 2021 o Projeto realizou seis concertos para cerca de 2.000 espectadores nos seguintes locais: EMEF Chico Mendes, Travessa dos Cataventos-Casa de Cultura Mario Quintana, na frente da Casa da Música Porto Alegre, Igreja Santa Teresinha, bairro Floresta (dois concertos), e Igreja Nossa Senhora da Pompéia.

    Além das aulas de instrumentos para os grupos, foram ministradas oficinas de Técnicas de Orquestra, Percussão Corporal e Produção Cultural e Artística.

    Criado em 2016, atualmente o projeto agrega 200 integrantes, oriundos de escolas da rede pública de ensino de Porto Alegre e da Região Metropolitana, e 18 professores. ​

    A AACAMUS é uma associação sem fins lucrativos que tem por objetivo oferecer aulas de música gratuitas para alunos das escolas públicas de Porto Alegre (RS), com idade entre 6 e 16 anos, bem como trabalhar a formação de novas plateias na música clássica.

     

  • Filme musical gaúcho produzido durante a pandemia está disponível pela plataforma Sympla
    All That Jazz – foto: Claudio Etges/ Divulgação

    Filme musical gaúcho produzido durante a pandemia está disponível pela plataforma Sympla

    Com elenco formado por mais de trinta artistas gaúchos, direção geral de Clara Litvin, e direção de coreografia de Isadora Bonumá, a produção audiovisual celebra a dança, o teatro musical e o cinema.

    “What About Jazz?” promove um encontro do público com um jazz nada convencional, com movimentos cheios de excentricidade, ritmos sincopados e inesperados. Esqueça por alguns segundos o estilo clássico de dança e surpreenda-se com coreografias que dão protagonismo a partes do corpo usualmente pouco exploradas, como dedos, pulsos e tornozelos. Até as cadeiras e chapéus entram no ritmo, formando complexas partituras coreográficas, típicas do teatro musical.

    Todo produzido durante a pandemia, o musical traz grande elenco e uma ficha técnica impecável e talentosa. O repertório inclui números musicais que homenageiam grandes obras do cinema, teatro e TV como Chicago, Cabaret, Sweet Charity, Pippin, Liza with a Z, entre outros. Com canções contagiantes, o espetáculo é um convite aos amantes da arte a se entregarem ao clima inebriante dessa estética peculiar. Integram o elenco bailarinos, cantores e atores de 17 a 36 anos, gaúchos, das cidades de Porto Alegre, Novo Hamburgo e São Leopoldo. Atenta à representatividade e acessibilidade a produção buscou diversidade na seleção da equipe e parceiros, e traduziu e legendou todas as músicas, que são originalmente em inglês.

    All That Jazz – Foto: Claudio Etges / Divulgação

    O musical estreou dia 20 de novembro e terá temporada até janeiro, sempre a partir das sextas às 19h, ficando acessível até a meia-noite de domingo. Há inúmeras possiblidades de ingressos (veja no serviço abaixo). Passada esta temporada, o grupo já vê no horizonte a possibilidade de levar o espetáculo para os palcos. A ideia é que o projeto What About Jazz? abra novas audições para compor o elenco que levará o espetáculo para os palcos físicos, em 2022.

    Sobre a equipe:

    Clara Litvin, que assina a direção geral do espetáculo, é bailarina, professora e coreógrafa. Em 2016, fundou o SOU – Centro de Artes com o objetivo de oferecer formação em canto e diversas modalidades de dança, tornando-se referência no trabalho com musicais em Porto Alegre. Foi indicada ao Prêmio Açorianos de Dança 2018, na categoria Destaque em Jazz, pelo seu trabalho com o Jazz Musical. Em 2019 coreografou o clipe da música “Tudo Trocado” da banda Dingo Bells. Dirigiu os espetáculos “África” (2019), “Yayoi” (2018), “Somos” (2017) e “Nova Iorque” (2017), todos produzidos pelo SOU – Centro de Artes, em Porto Alegre. Foi coreógrafa e diretora artística do Show Musical Anchieta, de 2011 a 2015; professora de dança folclórica Israeli, no Colégio Israelita, de 2006 a 2016; professora de jazz na Pan American School de Porto Alegre, de 2013 a 2015. Dedicou-se, ao longo de sua trajetória como bailarina, ao ballet clássico, dança contemporânea, jazz, sapateado norte-americano e danças folclóricas. Aprimora constantemente seus estudos em dança e Teatro Musical no exterior em escolas como Alvin Ailey, Steps on Broadway, Broadway Dance Center, Pineapple Dance Studios, Danceworks e com coreógrafos brasileiros como Kátia Barros, Alonso Barros e Caio Nunes.

    All That Jazz – Isadora Bonuma – foto :Claudio Etges/ Divulgação

    Isadora Bonumá, diretora coreográfica, é formada em ballet clássico e é atriz e cantora. Esteve presente em diversas seleções internacionais: o curso de formação em Teatro Musical, no Institute for American Musical Theatre, em Nova York; curso intensivo de Theater Jazz, no Summer Study NYC, na Steps on Broadway e, por aqui, foi a única artista selecionada do Rio Grande do Sul para o concurso Broadway Brasil, junto a grandes nomes nacionais e internacionais do teatro musical. Participou de espetáculos como “João e Maria o Musical”, “Sbornia Kontratracka”, “Les Misérables Experience”, “Sticks & Stones”. Leciona aulas de jazz musical e ballet clássico no SOU- Centro de Artes e na Escola de Dança Ballerina, desde 2019. Atualmente estuda Dança em Nova Iorque na Broadway Dance Center.

    Marta Monaretto é a diretora musical do projeto. Licenciada em Música pela UFRGS, atua como professora de canto e de Educação Musical, cantora e atriz de Teatro Musical. Em 2018, fez o programa de verão em teatro musical da American Academy of Dramatic Arts em NYC. Em Porto Alegre, integrou o elenco do “A Very Potter Musical Brasil” (Gina Weasley, preparação vocal e assistência de direção musical) e o musical “Les Misérables Experience”.

    Danielle Salmoria assina a direção teatral. Atriz e tradutora, com Associate Diploma em Musical Theatre (Trinity Guildhall) e Classical Acting (The London Academy of Music and Dramatic Arts), protagonizou as peças “As Cinco Marias”; “E por falar em sexo…”; ”A Casa de Bernarda Alba”; “Two Gentleman of Verona”. Em 2018, assinou a direção de “A Very Potter Musical Brasil”. Em sua formação, estudou e trabalhou com Raquel Grabauska, Mauricio Guzinski, Camilo de Lélis, Daniela Carmona, Zé Adão Barbosa, André Garoli e Fernando Leal.

    All That Jazz – Claudio Etges / Divulgação

    Ficha técnica completa:

    Direção geral – Clara Litvin

    Direção coreográfica – Isadora Bonumá

    Direção musical – Marta Monaretto

    Direção teatral – Danielle Salmória

    Direção cinematográfica – Lisi Kieling

    Direção de fotografia – Pablo Chasseraux

    Coreógrafas – Clara Litvin e Isadora Bonumá

    Dance captain – Bruna Soares

    Ensaiadoras – Bruna Soares, Letícia Cirne, Mariana Wainer

    Operadores de câmera – Lisi Kieling, Marcelo dos Santos e Pablo Chasseraux

    Eletricista – Joacir Fernandes Fontana

    Edição e pós produção – Lisi Kieling,Edt.

    Gravação e mixagem das trilhas sonoras – Estúdio Legato

    Arranjo e preparação vocal – Marta Monaretto

    Produtora audiovisual – Cabana Filmes

    Fotógrafos – Claudio Etges, Guilherme Oliveira, Mark Adriano

    Caixa cênica – Cena Tl Iluminação

    Figurinos – Clara Litvin, Bruna Soares, Isadora Bonumá, Mariana Wainer, Letícia Cirne

    Costureiras – Clecy Menezes da Silva, Cristina Rodrigues, Rejane Meneses da Silva e Terezinha Pinheiro

    Maquiagem – Joceli Guedes, Luciana Nunes da Silva, Val Oliveira e Vitória Aires

    Legendas – Sigmas Tradução & Interpretação

    Assistência de tradução – Bárbara Pacheco, Júlia Leiria, Mariel Motta e Pâmela Sabrine

    Making of – Luca Beck

    Projeto gráfico – Ana Luísa Griebler, Daniel Merello, Felipe Hansen, Julia Lopes e Paola Troglio

    All That Jazz – Foto: Claudio Etges / Divulgação

    Elenco – Ana Clara Chalmes, Ana Luísa Griebler Menezes, Bárbara Pacheco, Bruna Soares, Daniel Merello, Danielle Salmória, Felipe Vargas, Guilherme Oliveira, Isabela Panosso, Isadora Bonumá,  João Vitor Ritta, Joceli Guedes, Júlia Leiria, Julia Lopes, Kleo Di Santys, Laura Perin, Letícia Cirne, Luíse Robaski, Maria Alice Dalló, Maria Eduarda Martins, Mariana Wainer, Mariel Motta, Mark Adriano, Marta Monaretto, Martina Santos, Nathália Macedo, Nathalia Pimentel, Pâmela Sabrine, Paola Troglio, Pérola Finkler, Sidharta Gobbi

    Participação especial – Alice Matone, Betina Aguiar, Gabriela Russowski, Isabela Dal Castel, Laura Bacaltchuk, Sofia Kahan, Julia Wagner

    Filme musical “WHAT ABOUT JAZZ?”

    Filmado em Porto Alegre, em 2021, disponível para o mundo todo

    De sextas a domingos: das 19h de sexta até a meia-noite de domingo

    Até final de janeiro de 2022

    INGRESSOS na plataforma Sympla – www.sympla.com.br/what-about-jazz__1386401

    Valores: R$ 200,00 por endereço de IP

    Descontos progressivos para apoiadores da campanha de financiamento coletivo, realizada em abril e maio de 2021. Neste caso, confira em https://www.catarse.me/whataboutjazz

    *O projeto foi viabilizado pela plataforma Catarse em um financiamento coletivo com mais de 600 apoiadores.

    *As empresas Ecosistêmica, Meio Sustentável são patrocinadoras.

    *Bella Gula, Del Mondo, Cabana Filmes, Fouet, Pólen Sem Glutem e Blndz são apoiadoras.  

  • Miniarte apresenta tema de 2022, regulamento e logomarca da mostra

    Miniarte apresenta tema de 2022, regulamento e logomarca da mostra

     

     

    O Projeto Miniarte Internacional está de site novo, recém-colocado no ar (www.miniartex.org). O espaço informa que o tema da Miniarte 2022 é “Magia”, apresenta a logomarca da edição, concebida pelo designer gráfico Ronald Souza, e disponibiliza o regulamento da mostra em três idiomas: português, espanhol e inglês. O site abriga material referente às exposições anteriores e seus respectivos catálogos. A Miniarte foi criada em 2003 pela artista visual e gestora cultural gaúcha Clara Pechansky.

    Ela diz que a escolha do tema da futura mostra se justifica pelo fato de “o mundo precisar de magia, que implica surpresa, curiosidade, idealização, fantasia, devaneio, sonho, aspiração, inspiração. A arte pode criar e representar o que é magia, com seus inúmeros significados”.

    Clara Pechanski. Foto Lisa Roos/ Divulgação

    O período de inscrição e de envio de fotos dos trabalhos para residentes no Brasil vai de 10 de janeiro próximo a 30 de abril. Cada participante deverá enviar somente uma foto de obra com o tema “Magia”, utilizando qualquer técnica, desde que tenha obrigatoriamente o formato quadrado.

    261 artistas

    Inscrições individuais e de grupos de 10 artistas têm desconto se efetivadas entre 10 de janeiro e 12 de março. No caso de grupos, o 11. participante fica isento.

    Em 2021, a Miniarte Vida contou com 261 artistas de 14 países e de quatro continentes. Foram realizadas as duas primeiras habituais exposições, em Gramado, no Centro Municipal de Cultura, em setembro (40ª edição), e em Porto Alegre, em novembro (41ª), na Gravura Galeria.

    As próximas montagens já têm cidades definidas. Ocorrerão em Santa Cruz do Sul, de 5 a 31 de março, na Casa das Artes, com coordenação local de Márcia Marostega e Maria Celita Scherer, e em Caxias do Sul, onde a coordenadora local será Mara Galvani, da UCS.

     Confira todas informações em www.miniartex.org

  • Alice Ruiz participa neste sábado, dia 18, de live do Mais Garopaba
    Alice Ruiz – Foto: Sérgio Saraiva/ Divulgação

    Alice Ruiz participa neste sábado, dia 18, de live do Mais Garopaba

    A poeta e compositora ALICE RUIZ é a próxima convidada do “Porque Hoje é Sábado”, programa semanal do “Mais Garopaba”, sempre aos sábados, às 19h. O bate-papo será um presente para Garopaba, que completa 60 anos no dia seguinte, domingo (19). Apresentado pelo jornalista, escritor e fotógrafo Sérgio Saraiva, o programa conta ainda com os jornalistas e escritores Malu Baumgarten (Canadá) e Léo Bueno (SP). A live pode ser assistida no Facebook e no YouTube do jornal Mais Garopaba.
    Alice publicou seu primeiro livro, Navalhanaliga, em 1980. Em seguida publicou: Paixão Xama Paixão (1983), Pelos, Pelos (1984), Hai-Tropikai (1985), Rimagens (1985), Nuvem Feliz (1986) e Vice-Versos (1988). Em 2005, lançou seu primeiro CD, “Paralelas”, em parceria com Alzira Espíndola, com participação especial de Zélia Duncan e Arnaldo Antunes. Tem mais de 50 músicas gravadas por diversos intérpretes, entre eles: Itamar Assunção, Adriana Calcanhoto, Cássia Eller, Gal Costa e Ney Matogrosso. Alice já ganhou vários prêmios, entre eles: o Jabuti de Poesia, de 1989, pelo livro “Vice-Versos” e o Jabuti de Poesia, de 2009, pelo livro “Dois em Um”.
    Mais Garopaba: