Autor: da Redação

  • Mercado Público entra em alerta, restringe acesso e mede temperatura de clientes
    Entrada do centro de compras somente pelo Largo Glênio Peres. Fotos Cleber Dioni Tentardini

    Mercado Público entra em alerta, restringe acesso e mede temperatura de clientes

    Com as novas regras para o funcionamento do comercio de Porto Alegre e o crescimento dos numero de pacientes com a Covid-19 ( 2.564 confirmados e 5.265 em investigação), o Mercado Público Central entrou em alerta: fechou os acessos laterais, deixando apenas liberada a entrada pelo Largo Glênio Peres, e passou a medir a temperatura dos consumidores.

    Consumidores mediram a temperatura

    De acordo com a Secretaria Municipal da Saúde, foram confirmados 69 novos casos de pacientes com a Covid-19 nas últimas 24 horas na Capital.

    No fim da tarde desta sexta, dos 618 leitos de UTI, 506 (81,8%) estavam ocupados e 89 (14,4%) eram por pacientes com diagnóstico da Covid-19.

    Até as 18h30, o total de óbitos na Capital chegou a 65 desde que se iniciaram as ações de combate à pandemia.

  • Mulher de Queiroz recebe auxílio emergencial
    Fabricio Queiroz e Marcia Oliveira de Aguiar /Reprodução

    Mulher de Queiroz recebe auxílio emergencial

    A mulher do ex-policial e ex-assessor de Bolsonaro, está inscrita e já recebeu a primeira parcela de 600 reais do auxílio emergencial que o governo está pagando a trabalhadores informais e desempregados.

    A confirmação do pagamento foi feita pelo Congresso em Foco por meio do telefone 111, canal da Caixa que informa o status das solicitações do benefício. A busca foi feita pelo CPF de Marcia, que está publicado nos documentos das investigações judiciais de que é alvo.

    Leia mais|: http://congressoemfoco.uol.com.br/justica/mulher-de-queiroz-esta-recebendo-auxilio-emergencial/

  • Filha de Olavo de Carvalho deu a pista de onde estava Queiroz
    Heloísa de Carvalho, ao lado de seu amigo, o ativista Bruno Maia (Todd Tomorrow), “denunciaram” paradeiro de Queiroz no dia 20 de maio

    Filha de Olavo de Carvalho deu a pista de onde estava Queiroz

    Foi Heloísa de Carvalho, filha do  guru da família Bolsonaro, Olavo de Carvalho quem revelou à polícia o paradeiro de Fabricio Queiroz, o ex-assessor de Flávio Bolsonaro, preso na quinta-feira.

    Militante contra a extrema direita, Heloísa já publicou  carta denunciando o pai por maus tratos contra ela e seus irmãos. Por essa razão, acabou sendo processada por Olavo.

    No dia 20 de maio, Heloísa postou em rede social uma foto da placa do escritório de Wassef em Atibaia, dizendo:. “Advogado de Flávio Bolsonaro afirma que Queiroz foi exonerado para se aposentar. Sim! E foi curtir uma longa temporada numa casa no meio do nada, em Atibaia”.

    Depois da prisão consumada, nesta quinta-feira, Heloísa e Todd voltaram ao local. Em um novo post no perfil de Todd no Instagram, os dois comemoram o fim do “sumiço” de Queiroz. Na imagem, ambos tomam suco de laranja e, no enunciado, festejam: “Mais um caso resolvido com minha parceira”.

    (Com informações da RBA )

    Leia aqui a reportagem completa  http://analytics.google.com/analytics/web/#/report/content-overview/a157877265w222110561p211054253/ da RBA)

  • Empresa britânica ganha concessão para explorar dez campos da Petrobras

     Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou dez contratos de concessão da Petrobras para a Trident Energy do Brasil, empresa britânica especializada em recuperar campos antigos de petróleo.

    A cessão foi aprovada pela diretoria da ANP nesta quinta-feira (18) e envolve os polos Pampo e Enchova, abrangendo os campos de Badejo, Bicudo, Bonito, Enchova Oeste, Enchova, Linguado, Marimbá, Pampo, Piraúna e Trilha.

    As dez áreas estão na Bacia de Campos, em águas rasas, onde houve uma redução de cerca de 50% na produção, nos últimos 10 anos, segundo a ANP. Em abril, esses campos produziram, juntos, em torno de 22 mil barris de óleo equivalente por dia (boe/d), segundo dados do Painel Dinâmico da Produção da ANP.

    “Espera-se que sejam realizados investimentos firmes da ordem de US$ 1 bilhão (previstos nos Planos de Desenvolvimento desses campos) com potencial de adição de 203,5 milhões de barris de óleo em reservas. Adicionalmente, há a previsão de investimentos contingentes da ordem de US$ 1,3 bilhão”, informou a agência em nota.

    Após a assinatura dos termos aditivos aos contratos de concessão, a Trident Energy do Brasil, nova entrante nas atividades de exploração e produção de petróleo no Brasil, será a operadora e única concessionária nesses campos.

  • Assembleia do Rio analisa pedido de impeachment do governador
    O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, Foto: Antonio Cruz/EBC

    Assembleia do Rio analisa pedido de impeachment do governador

    A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro instalou nesta quinta-feira a Comissão de Impeachment que vai analisar denúncias de corrupção contra o  governador Wilson Witzel.

    Duas operações policiais constataram desvios e superfaturamento na compra de equipamentos para o combate à Covid-19.

    A Comissão, composta por 25 deputados de todos os partidos, será presidida pelo deputado Chico Machado, do PSD, tendo como relator Rodrigo Bacellar, do Solidariedade.

    A partir da notificação da denúncia, Wilson Witzel tem um prazo de 10 sessões ordinárias para apresentar sua defesa.

    O relator também vai pedir à Procuradoria Geral da República, ao Superior Tribunal de Justiça, à Polícia Federal e ao Ministério Público do Estado a íntegra da investigação sobre fraudes, reveladas nas operações Favorito e Placebo.

    Outro ofício será encaminhado à Secretaria de Saúde para acesso a informações do processo administrativo instalado. As informações vão complementar a denúncia, como afirma o relator Rodrigo Bacellar.

    Se a denúncia for aceita, com o plenário determinando a continuidade do processo de impeachment, o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, é afastado temporariamente do cargo e será julgado por crime de responsabilidade.
    (Com Agência Brasil)

  • Queiroz mandou recado aos Bolsonaro: “Todos vão dançar”
    Fabricio Queiroz e a mulher, Márcia, no hospital: dançando para mandar recado

    Queiroz mandou recado aos Bolsonaro: “Todos vão dançar”

    A prisão de Fabrício Queiroz na primeira hora desta quinta-feira  é o mais duro golpe na família Bolsonaro e atinge também o presidente.

    Amigo da família há mais de 30 anos e ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Queiroz era o articulador do esquema de “rachadinha” no gabinete de Flávio durante o tempo em que ele foi deputado estadual no Rio de Janeiro.

    Ele é apontado também como o elo de ligação do senador com as milícias do Rio de Janeiro.

    Quando estava hospitalizado no ano passado, com a polícia no seu encalço, Queiroz postou um vídeo em que ele e sua mulher, Márcia, apareciam dançando.

    O vídeo foi interpretado como um recado cifrado à família: “Estou dançando, mas todos podem dançar comigo se eu for preso”.  Em outra ocasião ele se queixou de que o cerco da polícia estava se fechando sobre ele e “ninguém fazia nada”.

    Há sinais evidentes e numerosos de que desde então ele tem sido protegido pelos Bolsonaro.

    Em operação conjunta do Ministério Público do Rio de Janeiro e da Polícia Civil, Queiroz foi preso em Atibaia, no interior de São Paulo, e deve ir para o Rio, onde é investigado. A operação denominada “Anjo” teve o apoio da Polícia Civil.

    O MP do Rio também cumpre mandados de busca e apreensão em diversos endereços da capital. Um deles é a casa de Bento Ribeiro, escritório político da família Bolsonaro.

    Ele esteve no gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio entre 2007 e 2018 e, no período, emplacou sete parentes na estrutura. Além dele, também foram lotados outros sete parentes dele no gabinete de Flávio desde 2007.

    Entre os parentes de Queiroz investigados junto com ele, estão a mulher, a enteada e duas filhas, uma delas é Nathalia Queiroz, conhecida por ser personal trainer no Rio.

    O endereço onde Queiroz foi preso em São Paulo está em nome do advogado Frederick Wassef que atua na defesa do presidente e do senador Flávio Bolsonaro.

    Além da prisão de Queiroz, o MP-RJ obteve na Justiça a decretação de medidas cautelares que incluem busca e apreensão, afastamento da função pública, o comparecimento mensal em Juízo e a proibição de contato com testemunhas.

    São eles o servidor da Alerj, Matheus Azeredo Coutinho; os ex-funcionários da casa legislativa Luiza Paes Souza e Alessandra Esteve Marins; e o advogado Luis Gustavo Botto Maia.

    Momento da prisão de Fabrício Queiroz (de boné azul) em Atibaia, interior de São Paulo Foto: Reprodução

    Alvo principal desta quinta-feira, Queiroz tenta explicar desde o fim de 2018 uma “movimentação atípica” de R$ 1,2 milhão, no intervalo de um ano, em suas contas.

    Casa de Fabrício Queiroz em Bento Ribeiro também foi alvo da operação da PF e MPF /  Reprodução

    Questionado sobre a movimentação atípica em sua conta, Fabrício Queiroz afirmou que suas transações financeiras eram fruto da compra e venda de veículos usados.

    Porém, além da movimentação de R$ 1,2 milhão, o ex-assessor da Alerj também entrou no radar do Coaf por outros R$ 5,8 milhões movimentados nos últimos três anos. Somados, os valores indicam transações atípicas de R$ 7 milhões.

  • Nada vai mudar no MEC: Weintraub será substituído por secretário olavista
    Abraham Weintraub, foto: Luís Fontes/MEC

    Nada vai mudar no MEC: Weintraub será substituído por secretário olavista

    O presidente Jair Bolsonaro vai demitir o ministro da Educação, Abraham Weintraub. O atual secretário de Alfabetização da pasta, Carlos Nadalim, deve ser nomeado ministro interino enquanto um nome definitivo não é escolhido.

    A informação foi confirmada pelo Congresso em Foco com auxiliares de Bolsonaro.

    A decisão deve ser publicada no Diário Oficial da União até sexta-feira (19). Nadalim trabalha no MEC desde a gestão de Ricardo Vélez, antecessor de Weintraub no posto.

    Assim como Vélez e Weintraub, o secretário é da ala ideológica do governo influenciada pelas ideias do escritor Olavo de Carvalho.

    O estopim da saída teria sido a participação de Weintraub em ato contra o Supremo Tribunal Federal no domingo (14). “Já falei a minha opinião, o que faria com esses vagabundos”, disse ele.

    Weintraub  é alvo de investigação do Supremo por ter defendido, em reunião ministerial de 22 de abril, que os ministros da mais importante corte do país fossem presos.

    A troca no MEC é  cogitada desde o final de 2019. Weintraub é alvo de insatisfação no Congresso, no STF e na ala militar do governo. Ele já protagonizou atritos envolvendo o Enem, o Fundeb, método de escolha de reitores e resistiu a negociação de cargos no governo.

    O ministro se envolveu em uma disputa com o Centrão nas últimas semanas. Ele resistiu à nomeação de um indicado do bloco informal para o  Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

    Após pressão de Bolsonaro, Weintraub acabou aceitando e foi nomeado para o fundo milionário Marcelo Lopes, ex-chefe de gabinete do presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI).

    No final do ano passado, chegou a demitir um indicado do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do ex-ministro das Cidades e atual secretário estadual de Transportes de São Paulo, Alexandre Baldy (PP-GO), do comando do FNDE. Maia já fez diversos discursos contra o ministro.

    (Do Congresso em Foco)

  • Depois de ataque ao STF, apoio de policiais militares a Bolsonaro preocupa governadores

    Depois de ataque ao STF, apoio de policiais militares a Bolsonaro preocupa governadores

    O sinal de alerta acendeu no sábado, quando um bombardeio simbólico com fogos de artifício foi lançado sobre a sede do Supremo Tribunal Federal, em Brasília.

    No domingo, o governador  Ibaneis Rocha (PMDB) demitiu o coronel Sérgio Ferreira de Souza, comandante em exercício da Polícia Militar do Distrito Federal. Segundo Ibaneis, a PM sabia do ataque e nada fez.

    O foguetório preparado por profissionais, com “ângulo de tiro” sobre o prédio do STF e numa região de alta segurança, durou mais de cinco minutos sem que aparecesse um policial.

    Em entrevista à Folha de S. Paulo, o governador disse que a PM soube que o grupo “300 do Brasil” estava com armamentos e “outros tipos de munições” para atacar o STF e nada fez para impedir.

    “Tivemos as informações de que no tal acampamento dos 300 estava sendo preparado um ataque a instituições da República, como de fato ocorreu no sábado no Supremo”.

    Essa informação, segundo Ibaneis, o levou dias antes a decretar a retirada do acampamento, que há mais de mês ocupava um espaço na Esplanada dos Ministérios. O acampamento foi retirado, mas o ataque não foi desarticulado.

    Segundo ele, a situação mais crítica entre governadores e PM está em São Paulo, onde “são muitas as manifestações públicas de que os policiais militares estão contra o governador João Dória”.

    Dória está em confronto aberto com o presidente por divergência sobre a política de combate ao coronavírus.  Em mensagens que circulam pelas redes sociais, os policiais sustentam uma série de ataques a Dória, chamado de “traidor” e “incompetente”.

    Segundo o jornalista, “integrantes do Palácio do Planalto mantêm contatos diários com lideranças das PMs. Muitos desses contatos são intermediados pelo chamado gabinete do ódio, que identificou entre os policiais militares uma das bases mais fieis ao presidente da República”.

    “Com certeza, o índice de apoio a Bolsonaro é maior nas PMs do que nas Forças Armadas, para as quais todos ficam olhando”, diz um assessor do presidente da República. “As PMs, certamente, farão o que o presidente pedir. Não há dúvidas disso”, acredita.

    “A determinação dos grupos bolsonaristas é manter a tensão entre as PMs e os governadores no grau mais elevado possível, de forma a reforçar o poder que persuasão que Bolsonaro tem entre os policiais militares.”

    “Trata-se de um quadro alarmante”, conclui o jornalista.

  • OMS diz que momento é de “extrema cautela” no Brasil

    OMS diz que momento é de “extrema cautela” no Brasil

    “Este é um momento de extrema cautela”. A afirmação foi feita por Michael Ryan, diretor executivo do programa de emergências da Organização Mundial da Saúde (OMS), durante a coletiva de imprensa na quarta-feira, (17).

    Ele falou os andamentos nas pesquisas e a evolução no combate ao novo coronavírus em escala global.

    De acordo com Ryan a situação no Brasil ainda é classificada como “grave”.

    Os sinais de estabilização do contágio e do número de casos graves e óbitos não são, necessariamente, sinais de vitória sobre a doença.

    “Já vimos isso antes em epidemias em outros países. Pode-se ver um sinal de estabilização durante um dia, ou alguns dias, e a [ocorrência da] doença pode subir novamente. Deve haver um foco no distanciamento social, na higiene e nos esforços para evitar aglomerações”, afirmou.

    Michael Ryan disse ainda que populações de minorias étnicas e pessoas em condições de pobreza nos ambientes urbanos devem ter apoio especial, já que não possuem condições para realizar o distanciamento social e manter a higiene necessária para conter o avanço do novo coronavírus.

    “Penso que, na perspectiva do Brasil, agora realmente é um momento de dobrar as apostas no sistema público de saúde e nas medidas sociais. [É o momento de] focar em ajudar comunidades e garantir que o sistema hospitalar continue funcionando e seja capaz de tratar pacientes graves”, afirmou o médico.

    No final ele procurou ser otimista e diplomático: “Não tenho dúvidas do compromisso total, do governo brasileiro, dos estados, das pessoas para achar uma maneira de colocar a doença sob controle. [O Brasil] emergirá dessa situação o mais rápido possível”, concluiu Ryan.

    Dexametasona

    Durante a entrevista, Michael Ryan afirmou ainda estar otimista sobre resultados preliminares com o corticosteroide dexametasona, que se mostrou eficaz no combate à manifestação mais grave da covid-19, a síndrome respiratória aguda grave (Srag).

    Segundo os dados, a medicação apresentou uma queda na mortalidade de pacientes nesse quadro de um terço.

    (Da Agência Brasil)

  • Volta às aulas pode agravar a situação nos Estados Unidos

    A situação dos Estados Unidos com a pandemia tende a se agravar à medida que os estados começaram a reabrir e as escolas retomarão as aulas presenciais em breve, segundo epidemiologistas.

    “Temo que não veremos um ponto de virada por um ano”, disse Stanley Perlman, professor de microbiologia e imunologia da Universidade de Iowa, em uma entrevista à Agência Nova China.

    Os casos confirmados no país ultrapassaram os 2,1 milhões, com mais de 115 mil mortes, nesta terça 16 de junho, de acordo com a contagem da Universidade Johns Hopkins.

    Estados como Texas, Flórida e Califórnia atingiram novos recordes para casos de Covid-19 confirmados diariamente nas últimas duas semanas.

    Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC) projetaram na sexta-feira passada que no ritmo atual vai atingir 124 mil a 140 mil mortes pela Covid-19 até 4 de julho, e que mais óbitos poderiam ser esperados no Arizona, Arkansas, Havaí, Carolina do Norte, Utah e Vermont no próximo mês em comparação com o mês passado.

    Os pesquisadores do Instituto de Métricas e Avaliação em Saúde (IHME) da Universidade de Washington também revisaram suas projeções, prevendo cerca de 170 mil mortes por Covid-19 nos Estados Unidos até 1º de outubro.

    “Com base na projeção do IHME e na atual taxa de letalidade da Covid-19 de 5,55%, veremos mais 1 milhão de casos confirmados nos Estados Unidos nos próximos três meses e meio”, disse  Zhang Zuofeng, professor de epidemiologia e reitor associado de pesquisa na Escola de Saúde Pública da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.

    Zhang atribuiu o aumento das novas infecções de Covid-19 a três fatores principais:

    – as reuniões em massa em todo o país para protestar contra a morte de George Floyd, o que resultou em contatos próximos e uma rápida disseminação do vírus;

    -a reabertura de empresas em todos os estados, o que aumentaria as reuniões e possibilidades de infecção;

    -e a retomada das escolas, podendo ser um foco para uma nova onda de infecções.

    À medida que todos os 50 estados começaram a relaxar as restrições  surgiram pontos críticos em estados como Carolina do Sul e Missouri e cidades como Houston e Phoenix, de acordo com uma reportagem do The Hill.

    As contagens de casos semanais estão aumentando em metade de todos os estados, e em apenas 16 estados e o Distrito de Columbia a contagem total de casos diminuiu por duas semanas consecutivas.

    Os estados podem precisar implementar novamente as rigorosas medidas de distanciamento social que foram adotadas no início deste ano se os casos de contágio subirem “dramaticamente”, disse o vice-diretor de doenças infecciosas dos CDC, Jay Butler, na sexta-feira.