Autor: da Redação

  • Bolsonaro promete isentar de imposto a importação de armas por policiais e militares

    Bolsonaro promete isentar de imposto a importação de armas por policiais e militares

    Jair Bolsonaro disse nesta sexta-feira (6) que pretende “brevemente” isentar policiais e militares do imposto sobre importação de armas.  Nessas duas categorias o presidente tem uma de suas principais bases de apoio.

    Segundo O Globo, Bolsoanro afirmou que a medida “vai ajudar todo o pessoal dos artigos 142 e 144 da nossa Constituição”. O artigo 142 da Constituição vem sendo usado frequentemente por Bolsonaro e aliados para defender uma possível intervenção militar.

    “Dizer aos senhores que brevemente, já está bastante avançado, uma boa notícia, nós vamos poder importar armas para uso individual sem imposto de importação. Uma boa medida que vai ajudar todo o pessoal dos artigos 142 e 144 da nossa Constituição. E também vamos atingir o pessoal de segurança das casas legislativas estaduais e a federal, talvez a municipal, não tenho certeza. São medidas que ajudam”, disse Bolsonaro durante a inauguração de um hospital de campanha contra a Covid-19 em Águas Lindas (GO).

    Na quarta-feira (5), Bolsonaro já havia prometido a apoiadores que iria afrouxar ainda mais as regras para o porte e posse de armas de fogo no Brasil.

     

  • Bolsonaro anuncia auxílio menor e pressiona pelo fim do isolamento
    Bolsonaro anuncia mais duas parcelas em valor menor

    Bolsonaro anuncia auxílio menor e pressiona pelo fim do isolamento

    O presidente Bolsonaro disse na quinta-feira (4) à noite  que está acertado o pagamento de mais duas parcelas do auxílio emergencial, mas com valor inferior aos atuais R$ 600.

    Bolsonaro fez o anúncio durante sua live semanal, transmitida pelas redes sociais. Ele também pressionou pelo fim do isolamento social para combate à Covid 19.

    ” Vai ser menor do que os R$ 600, para ir partindo exatamente para um fim, porque cada vez que nós pagamos esse auxílio emergencial, dá quase R$ 40 bilhões. É mais do que os 13 meses do Bolsa Família. O Estado não aguenta. O Estado não, o contribuinte brasileiro não aguenta. Então, vai deixar de existir. A gente espera que o comércio volte a funcionar, os informais voltem a trabalhar, bem como outros também que perderam emprego”, disse.

    O auxílio emergencial, em três parcelas de R$ 600,| foi aprovado pelo Congresso Nacional em abril  para trabalhadores informais, integrantes do Bolsa Família e pessoas de baixa renda. O governo propôs um valor de R$ 200, que foi aumentado por decisão dos parlamentares.

    Mais de 59 milhões tiveram o benefício aprovado. O novo valor ainda não foi anunciado pelo governo. O mais provável é que ele retorne ao antigo valor de R$ 200.

    Liberação de praia

    Durante a live, o presidente defendeu a liberação de acesso às praias, que está proibida na maioria das capitais litorâneas do Brasil, e que a Advocacia-Geral da União (AGU) vai emitir um parecer favorável sobre o assunto.

    “O governo federal vai opinar favoravelmente para aquela pessoa ir à praia, agora o juiz de cada cidade, que vai recepcionar esses mandados de segurança, é que vai decidir se o João pode ir para a praia ou não. Eu não vejo nada demais ir para a praia, praia é saúde”, afirmou.

    O fechamento das praias faz parte das estratégias dos governos estaduais e prefeituras para evitar aglomerações.

    O isolamento social é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e por especialistas como a principal forma de evitar disseminação em massa do novo coronavírus.

    (Com informações da Agência Bresil)

  • Relatório inclui jornal centenário como divulgador de fake news
    A redação da Gazeta do Povo, em Curitiba

    Relatório inclui jornal centenário como divulgador de fake news

    O relatório produzido por consultores legislativos classificou a Gazeta do Povo, jornal fundado em 1919, como divulgador de “notícias falsas”.

    O documento foi produzido a pedido da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News, e também inclui outros 47 sites.

    A classificação negativa ao veículo centenário, detentor de diversos prêmios jornalísticos, foi dada, segundo a relatoria da comissão, após consulta de seis agências verificadoras.

    A Gazeta do Povo procurou as seis agências indicadas. Todas desmentiram a versão da CPMI. Comprova, Aos Fatos, Estadão Verifica, Boatos.org, Lupa e E-Farsas relataram não terem sido consultadas ou sequer acionadas pela comissão.

    A CPMI produziu um levantamento sobre sites, canais no Youtube e aplicativos que veicularam propagandas do governo federal por meio da plataforma Google Adwords, uma ferramenta automática que distribui anúncios em sites que possuem o sistema do Google, como a Gazeta do Povo.

    Ou seja, o contratante da propaganda não escolhe diretamente onde quer que seu anúncio seja divulgado.

    A Associação Nacional de Jornais (ANJ) cobrou explicações da CPMI sobre inclusão da Gazeta na lista. “A Gazeta tem sido, ao contrário, uma adversária permanente da desinformação e um veículo de ponta na defesa da pluralidade”, disse o presidente da ANJ, Marcelo Rech. A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) também se manifestou e revela que o caso Gazeta é exemplo do risco de se deixar o Estado definir o que é fake news.

    Para se ter uma ideia, a verba de anúncios do governo federal via Google Adwords para a Gazeta do Povo foi de R$ 909,16 em 2019 e é de R$ 494,49, do início de 2020 até os dias atuais. O valor tem peso diminuto em relação ao auferido pela Gazeta com assinaturas e outros tipos de publicidade.

    “O critério de enquadramento da CPMI para veículos de comunicação como sendo disseminadores de Fake News deve ser revisto. E óbvio que a Gazeta do Povo não se enquadra nesta categoria,” disse o deputado Ricardo Barros (PP-PR), vice-presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito das Fake News.

     

  • Propaganda do governo em sites de fake news é a ponta do iceberg
    Reunião da CPMI que investiga as fake news

    Propaganda do governo em sites de fake news é a ponta do iceberg

    Em 40 dias, dois milhões de anúncios do governo federal foram veiculados em 47 canais de notícias falsas, 12 de jogos de azar e quatro canais de conteúdo sexual.

    A informação é de um relatório da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que investiga o fenômeno das fake news, as notícias falsas que se tornaram uma praga na internet.

    O secretário de Comunicação da Presidência, Fábio Wajngarten, minimizou o problema dizendo que esses dois milhões representam 4% de um total de 47 milhões de anúncios veiculados.

    E que não foi decisão do governo programar esses canais, pois “não é o governo que define quais os sites que terão anúncios utilizando ferramenta de publicidade na internet, e sim a plataforma”.

    O secretário de Publicidade, Glen Valente, disse à Agência Brasil  que “não é papel da Secom censurar sites e nem definir os veículos que são impróprios para anúncios na internet”.

    Nada disso diminui o tamanho do problema, que recém começa a ser enfrentado.

    Os técnicos a serviço da CPI pediram à Secom um levantamento dos anúncios veiculados no Google num período de 11 meses, mas até agora só conseguiram acesso acesso dos dados 6 de junho e 13 de julho de 2019.

    Segundo o secretário, se fossem efetivados esses 2 milhões de anúncios – o que o governo não confirma – o custo máximo dessa publicidade seria de R$ 10 mil, em um total de R$ 72 milhões utilizados na campanha pela reforma da Previdência.

    Argumento que também não minimiza o problema, segundo a CPI. Mais do que o desperdício do dinheiro público,  grave é a canalização de recursos do governo estimulando atividades ilegais.

    Além da CPI no Congresso, as fake news na internet também são alvo de inquérito no Supremo Tribunal Federal, que investiga ataques e ameaças a ministros.

    Na semana passada, por determinação judicial  uma operação da Policia Federal fez buscas e apreensões nas casas de 29 blogueiros e apoiadores do presidente Bolsonaro, entre eles o blogueiro Allan Santos e o empresário Luciano Hang.

    A ação policial provocou um discurso indignado do presidente, que definiu como “atentado à liberdade de expressão”.

    Este inquérito que nesta quinta-feira ouve a deputada Carla Zambelli pode se tornar ameaçador para o governo se confirmados os indícios de que ataques disseminados por rede clandestina partem de servidores abrigados em gabinetes palacianos.

     

  • Pacote de ajuda dos EUA incluiu cloroquina a pedido do governo brasileiro
    Bolsonaro chegou a dizer que “cloroquina não tem efeitos colaterais”

    Pacote de ajuda dos EUA incluiu cloroquina a pedido do governo brasileiro

    O embaixador dos Estados Unidos,  Todd Chappman, disse em entrevista à rádio Gaúcha nesta manhã de quarta-feira, 4, que o lote de hidroxicloroquina incluído no pacote da ajuda americana ao combate da codiv 19 no Brasil, atendeu a “um pedido do governo brasileiro”.

    Segundo a embaixada americana, já foram entregues 2 milhões de doses do medicamento ao ministério da Saúde, além de respiradores, outros equipamentos e doações para institutos de pesquisas, num total que chega a 12,5 milhões de dólares.

    O uso da hidroxicloroquina para tratamento da Covid-19 vem sendo questionado cada vez mais pelas autoridades médicas no mundo inteiro, pela falta de comprovação da eficácia e pelos efeitos colaterais, que podem levar à morte.

    Mesmo nos Estados Unidos há pressão da área médica para que sejam revisadas as regras que indicam o uso do medicamento em pacientes contaminados pelo novo coronavirus.

    O governo Trump, no entanto, se mantém irredutível na defesa da cloroquina, no que é seguido pelo presidente Jair Bolsonaro.

  • Senado congela planos de saúde por 120 dias

    O  Senado aprovou, nesta terça-feira, o projeto que suspende por até 120 dias o reajuste de preços de planos de saúde e por 60 dias os de remédios.

    Como tem uma medida provisória congelando os preços dos remédios, o aumento no preço dos medicamentos fica suspenso também por 120.  A matéria será analisada agora pela Câmara dos Deputados.

  • Auxilio emergencial: Câmara aprova projeto que dá prioridade a mulheres

    O plenário da Câmara foi aprovou nesta terça-feira, 2, o projeto que dá prioridade à mulher chefe de família no recebimento do auxílio emergencial.

    A proposta pretende evitar fraudes por ex-companheiros que pediram o auxílio como se tivessem a guarda dos filhos.

    De acordo com a deputada  Dorinha Seabra Rezende, do Democratas de Tocantins, relatora do projeto, o governo terá que dar preferência à mãe das crianças na hora de pagar as duas cotas R$600.

     

     

     

  • Bilionários que apoiam Trump financiam campanha contra o confinamento
    Grupo de bilionários lidera campanha pelo fim do confinamento. Foto: Guardian

    Bilionários que apoiam Trump financiam campanha contra o confinamento

    “Uma poderosa coalizão conservadora”. Assim o Guardian definiu o grupo de apoiadores do governo Trump que está arrecadando US $ 5 milhões para aplicar em “novos esforços publicitários – online, rádio e imprensa” – para defender a reabertura imediata das atividades econômicas.

    O movimento tem apoio um grupo de médicos e além da retomada das atividades pede redução de de impostos e corte dos “gastos pandêmicos”, para movimentar os negócios.

    A coalizão Save Our Country (SOC), lançada em abril, é integrada por grupos de direita, como FreedomWorks Foundation, Tea Party Patriots e Conselho de Intercâmbio Legislativo Americano (Alec). Teria no total 200 membros, segundo relato do Guardian.

    As autoridades de saúde pública se mantém cautelosas quanto a relaxar as medidas de contenção e liberar as atividades nos estados.

    A epidemia já custou mais de 100 mil vidas aos Estados Unidos e o risco de que uma abertura precipitada resulte numa segunda onda, “ainda mais devatadadora”, é apontado por especialistas do mundo inteiro.

    Os defensores da abertura, no entanto, já estão em campo.

    Segundo o Guardian, os Patriots do Tea Party, em entrevistas de rádio e TV,  estimulam a mobilização “de médicos que pedem aos Estados que se movam mais rapidamente”.

    A líder do Tea Party, Jenny Beth Martin, ouvida pelo Guardian, disse que o grupo tem cerca de 800 membros e sua missão é “educar o público americano sobre os efeitos colaterais não desejados” do isolamento.

    Martin disse que 800 médicos assinaram uma carta em maio a Donald Trump, que considerou os bloqueios um evento de “vítimas em massa”, causando depressão e outros males, e instou Trump a encerrar o “fechamento nacional”.

    A Dra. Simone Gold, de Los Angeles, disse à AP que “não havia base científica com a qual o americano comum deveria se preocupar”. Covid-19 – algo que minimiza todas as evidências médicas sobre os riscos da pandemia.

    Gold também usou o rádio para falar da hidroxicloroquina, um medicamento anti-malária – com que Trump espera bloquear o Covid-19 – apesar das crescentes evidências científicas que traz grandes riscos à saúde.

    Jerry Taylor, um especialista ouvido pelo Guardian disse que “os atores políticos envolvidos com esses grupos estão unidos em dois pontos”:

    1) são hostis à ciência dominante, que eles consideram uma conspiração esquerdista conspiratória para destruir o capitalismo de mercado livre;

    2) tem uma compreensão superficial da economia. “A reabertura total da economia não produzirá uma recuperação econômica até que o coronavírus seja contido e possa permanecer contido ”, afirmou ele.

     

  • Manifestação contra racismo termina com depredações no centro de Curitiba

    Manifestação contra racismo termina com depredações no centro de Curitiba

    Oito pessoas foram presas num confronto entre manifestantes e a Polícia Militar no centro de Curitiba, na noite desta segunda feira.  Um policial foi ferido.

    O ato foi convocado pelas redes sociais “para protestar contra o racismo”.  A concentração iniciou na Praça Santos Andrade e deveria ser “apartidária e pacífica”.

    No início da noite, no entanto, um grupo que se intitula “Antifa”, o mesmo nome que aparece nos protestos nos Estados Unidos seguiu para o Centro Cívico, jogando pedras em agências bancárias e nas vidraças do edifício do Fórum Cível.

    Houve princípio de incêndio. Ao chegarem ao Palácio Iguaçu, arrancaram a bandeira do Brasil hasteada em frente ao prédio e atearam fogo nela.

    A PM reprimiu com balas de borracha e bombas de efeito moral.

    O grupo inverteu o rumo da caminhada e voltou a se dirigir para o Centro.

    As bombas estourando entre os prédios assustaram os moradores.

    Os manifestantes correram, então, em direção à Praça Tiradentes.

    Os PMs acompanharam de perto, dispersando as aglomerações usando cassetetes.

    Em nota, a prefeitura de Curitiba informou que, em equipamentos públicos do município, houve registro de danos em algumas estações-tubo na região do Centro Cívico e pontos de mobiliário urbano na Praça Tiradentes e na Travessa Nestor de Castro.

     

  • Incidentes do fim de semana projetam conflitos sociais no Brasil
    Brasília – A Força Nacional faz a segurança em prédios da Esplanada dos Ministérios que receberam tapumes nas entradas para evitar possíveis invasões durante manifestações (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

    Incidentes do fim de semana projetam conflitos sociais no Brasil

    Os incidentes do fim de semana acrescentam novos traços ao cenário de conflito social que está se desenhando no Brasil na esteira do coronavirus.

    Começou na sexta-feira em Brasilia, com uma passeata noturna ostentando tochas, estandartes e outro símbolos que lembram a Klu Klux Klan, organização racista norte-americana.

    No domingo a já tradicional carreata na Esplanada dos Ministérios e a manifestação na frente do palácio do governo com faixas e cartazes contra o Supremo Tribunal Federal e pedindo intervenção militar.

    O presidente no ato que pedia intervenção militar

    O presidente num helicóptero sobrevoou o evento, acenando para os manifestantes. Depois, montou num cavalo da Polícia Militar e cavalgou no meio da manifestação. Foi comparado a Benito Mussollini, sargento que se tornou ditador italiano, fundador do fascismo.

    Em São Paulo, torcidas de times rivais se uniram numa manifestação pela democracia na avenida Paulista, onde também se concentraram grupos bolsonaristas pedindo fechamento do STF e a volta da ditadura militar.

    “O objetivo do protesto era bem claro, era a favor da democracia, era fazer uma manifestação pacífica. Porque a gente entende o que está posto no Brasil é uma guerra de narrativas”, disse o organizador do Somos Democracia, Danilo Pássaro.

    Ele contou à Agência Brasil que estava combinado com a PM a dispersão às 14h, mas algumas pessoas ficaram na avenida. O grupo reunia, entre outros, torcedores de times de futebol, incluindo de torcidas organizadas.

    Segundo Danilo Pássaro, havia um grupo usando símbolos neonazistas e roupas camufladas que passou no meio do que havia restado da manifestação a favor da democracia, o que acabou gerando provocação e tumulto, quando então a PM interveio.

    A tropa de Choque da PM foi deslocada para a Paulista. Os manifestantes espalharam materiais na avenida para impedir o avanço da polícia. Alguns reagiram jogando objetos contra os PMs.

    Em nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) do estado informou que houve “briga generalizada na avenida” e que a “PM atuou para impedir o conflito entre os grupos antagonistas”.

    A Polícia Militar teve lançar bombas de gás e balas de borracha para impedir o confronto entre os dois grupos

    Pelos registros policiais, um homem de 43 anos foi levado para a Santa Casa após ser agredido. Cinco pessoas suspeita da agressão foram detidas e levadas ao 78° Distrito Policial (DP).

    No Rio de Janeiro, manifestantes se concentraram na frente do Palácio Guanabara, sede do governo em protesto pela morte de João Pedro, de 14 anos, numa operação policial.

    Ele estava em casa, com amigos, quando foi atingido por uma bala de fuzil num tiroteio da polícia com traficantes no Morro do Salgueiro, em São Gonçalo.

    A manifestação começou às 15h e ocorria pacificamente com os integrantes carregando faixas contra a morte de negros em confrontos com a polícia.

    Em nota, a secretaria disse que a manifestação transcorreu “de forma pacífica”, mas que “na dispersão um grupo mais exaltado começou a arremessar pedras no Palácio Guanabara e nos policiais militares”.

    A polícia lançou bombas de gás e usou spray de pimenta nos manifestantes. Houve muita correria nas ruas próximas ao Palácio.

    Em Porto Alegre, manifestantes pró e contra o presidente Bolsonaro realizaram atos de protesto no centro da cidade. Os bolsonaristas concentraram-se nos arredores dos quartéis do  Comando Militar do Sul. Os grupos em defesa da democracia se concentraram na Esquina Democrática.

    Cercados por um forte aparato de segurança, os dois grupos trocaram provocações a  50 metros de distância um do outro. Durante a dispersão, um homem que dizia estar armado discutiu com militantes anti-Bolsonaro e foi derrubado após levar uma rasteira.

    Ele acabou fugindo e o princípio de tumulto se desfez com a chegada de policiais militares. A Brigada Militar isolou pelo menos seis quarteirões da região.