Autor: da Redação

  • Melo fala a empresários e diz que concessão do DMAE sai no ano que vem

    Melo fala a empresários e diz que concessão do DMAE sai no ano que vem

    O prefeito Sebastião Melo foi ao Quarto Distrito falar aos empresários da região.

    Quarto Distrito é o antigo bairro industrial de Porto Alegre. Já foi rico e progressista, entrou em decadência há 30 anos, quando as fábricas deram lugar às grandes lojas e setores de serviços na economia da cidade.

    A Associação dos Empresários  surgiu há 35 anos justamente da necessidade de encontrar uma nova vocação para aquela região, colada ao centro Histórico de Porto Alegre.

    Está empenhada em um projeto de revitalização, com estímulo a novas atividades ligadas à economia criativa e à inovação. Hoje são cinco bairros: Floresta, São Geraldo, Navegantes, Farrapos e Humaitá, pouco mais de 30 mil moradores no total.

    O evento, quinta-feira, 2/11,  foi na cervejaria Al Capone, instalada num antigo galpão industrial, um dos exemplos de adaptação aos novos tempos.

    Foi o primeiro evento presencial depois da pandemia, e o presidente Luiz Carlos Camargo, aproveitou para fazer um balanço do seu mandato, que encerra no fim do ano.

    Melo não deixou por menos: levou o vice-prefeito Ricardo Gomes, seis secretários e vários vereadores da base do governo e também fez um sucinto balanço de seu primeiro ano.

    Anunciou que no início do ano que vem vai mandar para Câmara o projeto para concessão do DMAE à iniciativa privada.

    Disse que empresas “estão de olho”, mas só terão chance as que aceitarem assumir também a drenagem urbana, numa alusão a um dos históricos problemas da região, os alagamentos constantes, por carência do esgoto pluvial.

    “Disse que o Quarto Distrito é um bairro pronto para a retomada, que vai ser impulsionada por mudanças no Plano Diretor. “Estou convencido: é melhor planos diretores regionais do que um grande plano diretor (aplausos ) Não pode tratar o quarto distrito, a zona norte como trata Petrópolis”

    Disse que está buscando com a procuradoria um caminho para dar um regime urbanístico diferenciado à região e usar o ganho que o empresário vai ter com mais altura por exemplo e investir na infraestrutura dos bairros.

    “Não tem crime nisso: se tenho 18 andares, posso construir 28,  o empresário vai ganhar, mas parte desses recursos tem que ir para mudar a rede, enterrar fios” (aplausos)

    Anunciou que o plano diretor do Quarto Distrito será o segundo a “sair da forma”, depois do plano do centro histórico.

    “Não posso contar tudo tem que falar primeiro com os vereadores, mas vai mudar muito essa região em termos de atratividade para o potencial de moradias,  uso misto porque não revitaliza apenas tendo empresas. Tem que ter gente morando na rua nas praças”. E sentenciou: “Se os ocupados não ocupam, os desocupados tomam conta”.

    Lembrou sua promessa de campanha de não aumentar impostos. “Vamos diminuir, já diminuímos para o setor de eventos, de 5% para 2%, setor de inovação a mesma coisa, assim como os setores de vídeo e call center, de 3% para 2%.

    Disse que o edital para privatização Carris está em preparo e “vai para rua”: “Vamos trabalhar com dois bicos: ou será vendida na inteireza, ou vamos liquidar terrenos, ônibus, linhas. “Uma coisa é certa: empresa pública não será mais. São 6,6 milhões por mês de prejuízos”.

    Sobre as medidas para enfrentar a crise do transporte coletivo, disse que os cobradores que irão gradativamente perdendo a função, terão cursos para se reposicionar no mercado.

    Justificou o corte de “seis ou sete isenções”: “É pobre financiando pobre, são R$ 25 milhões em dinheiro para pagar a passagem baixa renda”, que onera a passagem que todos pagam.

    Citou o estudante que paga 10 mil para estudar na PUC e tem passe livre no ônibus: “O estudante que não pode pagar, será isento, quem pode vai pagar’.

    As medidas, reconhece, são insuficientes para recuperar o equilíbrio do sistema: “Presisamos de um SUS do transporte público, um plano nacional. Por isso estaremos em Brasilia, 200 prefeitos vamos acampar na frente do Congresso”

    De passagem revelou que o “Quadrilátero Central”, eixo da revitalização do centro para os 250 anos está pela quarta vez com edital buscando investidor privado para as obras. “Está licitado, espero que desta vez apareça um licitante até dezembro.”..

    O centro tem lei aprovada para estimular o investidor, permitindo maiores alturas pelo mecanismo do “solo criado” e o uso misto. “Estamos pensando agora em dar desconto do IPTU para quem investir no centro”, disse Melo.

    Outro ponto polêmico que o prefeito está mexendo é o inventário dos imóveis para tombamento pelo patrimônio público, baseado numa lei de 2008.

    “Essa lei é uma gerigonça feita pela Sofia Cavedon e que o fogaça não deveria ter sancionado. Tá entupido de prédio listado, não adianta listar tudo e não preservar… liberamos mais de 500 imóveis este ano… A questão de Petrópolis é um caso seríssimo”.

    Ao final do balancete, feito em exatos 30 minutos, Melo passou ao vice-prefeito Ricardo Gomes que detalhou para  os empresários as iniciativas em andamento e planejadas para a revitalização do 4° Distrito.

  • Congresso do MDB: escolha do candidato fica para fevereiro

    Congresso do MDB: escolha do candidato fica para fevereiro

    O MDB realizou seu congresso estadual longe da curiosidade da imprensa.

    O congresso ocorreu no sábado e a primeira notícia foi publicada na coluna de Rosane de Oliveira, na GZH, domingo às 15h30,.

    O fato destacado foi o desagravo que o ex-governador Ivo Sartori fez ao secretário Cezar Schirmer, arrolado entre os testemunhas no processo da boate Kiss.

    A manifestação do ex-governador, aplaudida de pé,  soou como um lançamento da candidatura de Schirmer ao governo do Estado.

    Na verdade ao desagravar Schirmer,  Sartori conseguiu encobrir a disputa que tendia a se manifestar no congresso, entre o deputado Alceu Moreira e o presidente da Assembléia, Gabriel de Souza, pré-candidatos explícitos ao Piratini.

    Com o gesto, Sartori também afastou seu nome da disputa.

    Embora tenha apoio de setores importantes do partido, a começar por Pedro Simon, o ex-governador diz que não é candidato.  Pelo menos enquanto houver disputa, não é mesmo. Se houver unidade em torno de seu nome, ele pode mudar de ideia.

    A convenção que vai escolher o candidato do MDB está marcada para 19 de fevereiro. de 2022

     

     

     

  • Dilma posta foto pedalando na orla para desmentir boatos de embolia pulmonar

    Dilma posta foto pedalando na orla para desmentir boatos de embolia pulmonar

    A ex-presidente Dilma /Roussef publicou uma foto na manhã deste domingo (5) ironizando os boatos de que estaria internada em um hospital de Porto Alegre com embolia pulmonar.

    “Eu e a minha embolia pulmonar agora pela manhã, em Porto Alegre”, escreveu Dilma em uma foto em que aparece andando de bicicleta na orla do Guaíba.

    Com 73 anos, a ex-presidente tem o hábito de pedalar pelo local.

     

    Ainda no sábado, a assessoria de imprensa da petista esclareceu que os boatos eram “levianos e mentirosos”. “A assessoria de imprensa de Dilma Rousseff esclarece que a ex-presidenta não está internada em um hospital de Porto Alegre e tampouco sofreu uma embolia pulmonar”, afirmou em nota.

  • Lixo em Porto Alegre: buzinaço dos catadores alerta para o impasse da coleta seletiva

    Lixo em Porto Alegre: buzinaço dos catadores alerta para o impasse da coleta seletiva

    Catadores de lixo reciclável ocuparam a frente da Prefeitura de Porto Alegre, por dois dias na semana passada.

    Vieram de quatro bairros, da região das  ilhas,  em passeata. Sua caminhada de vários quilômetros, na manhã de segunda-feira, foi noticiada como um obstáculo ao trânsito.

    Desde cedo, os boletins de rádio informavam que “uma manifestação de catadores” estava causando engarrafamento de carros e ônibus na avenida Mauá, sem explicar porque os “catadores” caminhavam por ali e nem para onde se dirigiam.

    Eles chegaram pouco antes do meio dia à frente do prédio histórico onde fica o gabinete do prefeito Sebastião Melo. Umas 80 pessoas, homens, mulheres e algumas crianças.

    Instalaram cadeiras de praia, cartazes, barracas e deram início a um incessante buzinaço, entremeado por palavras de ordem e reforçado por uma potente caixa de som.  A prefeitura diz que são “clandestinos”, eles se declaram “autônomos”.

    Um dos líderes, Jorge Fagundes, vice-presidente da Cooperativa Ilhas, disse ao JÁ que representa 800 familias de catadores,  “que estão sendo impedidos de trabalhar, por que a coleta do lixo seco na cidade é monopólio de uma empresa terceirizada da prefeitura.”

    De fato, o Código Municipal de Limpeza Urbana, de 2014 , atribuiu ao município  a exclusividade na coleta do lixo reciclável em Porto Alegre e o município, através do DMLU contratou a Cootravipa, a quem paga R$ 1 milhão por mês, segundo o prefeito Sebastiao Melo. Só ela pode recolher o material reciclável  na cidade.

    Cootravipa é a Cooperativa de Trabalhadores Autônomos das Vilas de Porto Alegre. Quem vê os garis de uniforme laranja varrendo as ruas ou recolhendo o material das lixeiras pensa que é uma cooperativa de garis.

    Há 35 anos, a Cootravipa tem contrato com a prefeitura e não só para a coleta do lixo seco, também para outras dez atividades, desde a capina e varrição das ruas até serviços de eletricidade em prédios públicos.

    A Cootravipa trabalha também  com empresas privadas às quais oferece  desde “Serviços de Higienização e Sanitização de Ambiente”,  de “Segurança e proteção pessoal e empresarial”, até “soluções personalizadas, desenvolvidas por equipe multidisciplinar, a partir de referências científicas e jurídicas, mitigando as chances de contágio pelo coronavírus”.

    A Cootravipa tem 2 mil associados.

    Não há uma estatística, mas o vice- presidente da Cooperativa Ilhas diz que chega a dez mil o número de catadores, carroceiros e carrinheiros que recolhem lixo reciclável pela região metropolitana.

    Com a lei de 2014 que garantiu o monopólio à Cootravipa, vários grupos de catadores autônomos se tornaram “clandestinos” e, desde então, o conflito vem crescendo.

    Os planos de reciclar os catadores que ficaram sem trabalho nunca saíram do papel. Jorge Fagundes, da Cooperativa Ilhas, lembra que, no governo Fortunati, uma verba de R$ 6 milhões do governo federal foi liberada para organizar esses trabalhadores em postos de triagem, mas nada aconteceu.

    A situação se agravou com a crise econômica que reduziu  consumo das famílias e, consequentemente, o lixo nos condomínios e nas calçadas.

    A atividade dos catadores autônomos  que levam seu material para outros recicladores passou a comprometer a operação das 16 cooperativas de reciclagem que recebem o material da Cootravipa, empregando 700 pessoas.

    A nova administração municipal, desde janeiro decidiu fazer valer a lei. Apertou na fiscalização e no rigor das multas desde o início deste ano. “Não posso desvestir um santo para vestir outro”, disse o prefeito para justificar a repressão aos “clandestinos”.

    Em abril os catadores acamparam na frente da Prefeitura.

    Com intermediação do Ministério Público e da Defensoria Pública, foi iniciada uma negociação para  solucionar o impasse que se agravou com as pesadas multas aplicadas.  A multa por “roubo de lixo” pode chegar a  R$ 7 mil. Segundo Jorge Fagundes alguns associados da Ilhas já acumulam R$ 49 mil de multas.

    Por isso, na semana passada eles voltaram a acampar na frente da Prefeitura. Ficaram dois dias até que, mais uma vez por intermediação da Defensoria Pública, se deu início a uma negociação para resolver o impasse.

    Houve uma primeira reunião dois dias depois que os catadores deixaram o largo da Prefeitura.

    No mesmo dia o prefeito Sebastião Melo, falando a empresários do Quarto Distrito, disse que o lixo em Porto Alegre “é uma questão muito séria e que não tem solução fácil”.  Disse que a Prefeitura paga um milhão por mês à Cootravipa para recolher o lixo seco da cidade, “onde muito pouca gente separa o lixo”.

    “O povo de Porto Alegre está separando pouco lixo!” destacou.

    Segundo os números do DMLU, das 1.160 toneladas recolhidas diariamente na cidade, apenas 51 toneladas (menos de 5%) é material reciclável. Mais grave: estima-se que dentro desse lixo encaminhado para o aterro,  pelo menos 250 toneladas de material reciclável são descartadas diariamente, junto com o lixo orgânico e rejeitos.

    Perda econômica e ambiental pela separação incorreta do lixo em casa. Se fossem separados para reciclagem esses materiais renderiam cerca de R$ 700 mil por mês. Num ano são R$ 8,8 milhões no lixo.

    A coleta seletiva de Porto Alegre entrou em operação em  1990, no  segundo ano da gestão de Olívio Dutra, no Bom Fim, bairro escolhido para o projeto-piloto.  Em seis anos alcançava toda a cidade.

    Trinta anos depois, ainda não venceu o principal desafio: conscientizar a população a separar o material reciclável e organizar a coleta para evitar a disputa nas lixeiras.

    Serviços que a Cootravipa presta como terceirizada à Prefeitura Municipal de Porto Alegre

    • Gestão de Limpeza Urbana
    • Coleta Seletiva de Resíduos Sólidos
    • Varrição e Raspação
    • Pintura de meio-fio
    • Roçada
    • Capina
    • Limpeza de Viadutos
    • Limpeza e Pintura de Monumentos
    • Limpeza de Praças e Parques
    • Limpeza e Conservação Predial
    • Manutenção de prédios públicos (eletricista, técnico em refrigeração, pedreiro e marcenaria)
  • Dossiê que aponta precariedade em escolas da rede estadual será levado à Assembleia

    Dossiê que aponta precariedade em escolas da rede estadual será levado à Assembleia

    Na terça-feira, 7, o Cpers vai entregar aos 55 deputados e à secretária da Educação o levantamento feito em 186 escolas da rede pública estadual.

    Os dados foram colhidos por uma comitiva que percorreu 60 municípios do Rio Grande do Sul entre os dias 11 e 26 de novembro.

    As  186 escolas visitadas representam menos de 10% da rede escolar estadual ( 2.400 no total).

    Em 58 delas (quase um terço) têm graves problemas estruturais ou de recursos humanos, faltam professores em 21 delas, em 12 há problemas de infiltração e em 13 há problemas na rede elétrica, há 5 escolas sem luz, uma sem água, oito com prédios interditados e sete com muros desmoronando ou já caídos.

    Há ainda seis escolas com telhados quebrados ou com risco de desabar e oito com salas de aula interditadas.

    “Em 36 anos na rede pública, já vi muito, mas um ataque tão feroz à educação e à estrutura da educação, nunca tinha visto”, afirmou Helenir Aguiar Schürer, durante apresentação nesta quinta-feira (2) dos dados coletados na caravana, que percorreu 17.800 km.

    A presidente do Cpers criticou o programa Avançar na Educação, apresentado recentemente pelo governo estadual e que propõe investir cerca de R$ 1,2 bilhão em projetos para melhorar a infraestrutura física e tecnológica das escolas, assegurar a recuperação da aprendizagem pós-pandemia, qualificar o ensino e capacitar os profissionais da educação. A intenção do governo é ter 56 “escolas padrão”.

    “Não queremos poucas ‘escolas modelo’, queremos estrutura decente em todas as escolas”, afirmou. A presidente do Cpers declarou que a entidade voltará à estrada para acompanhar a prática do investimento anunciado pelo governo estadual.

    Lembrou que o quadro se completa “com os sete anos sem reajuste salarial e a retirada de direitos”.

    Números #CaravanaCPERS

    ·      9 Regiões funcionais do RS

    ·      17.800 km percorridos

    ·      60 cidades

    ·      186 escolas visitadas

    ·      58 das escolas visitadas com problemas graves estruturais ou de RH

    ·      21 escolas com falta de educadores(as)

    ·      12 escolas com problemas de infiltração

    ·      13 escolas com problemas na rede elétrica

    ·      5 escolas sem luz

    ·      1 escola sem água

    ·      8 escolas com prédios ou pavilhões interditados

    ·      7 escolas com muro desmoronando ou já desabado

    ·      6 escolas com telhado quebrado com ameaça de desabar

    ·      8 escolas com salas de aulas interditadas

    ·      7 anos sem reposição salarial

    (Fonte: Cpers)

  • Feira da Inovação: Melo busca pool de empresas para reformar três armazéns do Cais Mauá

    Feira da Inovação: Melo busca pool de empresas para reformar três armazéns do Cais Mauá

    O prefeito Sebastião Melo disse em palestra a empresários do Quarto Distrito, nesta quinta-feira 2, que está buscando um pool de empresas dispostas a investir na reforma de três armazéns do Cais Mauá, para sediar a South Summit já marcada para março de 2022 em Porto Alegre.

    “Precisamos recuperar três galpões…teto,  pinturas, os portões de ferro  todos estão estragados”.

    O problema, segundo Melo, não é falta de dinheiro. A prefeitura tem como bancar, mas com recurso público teria que licitar. “Se vai licitar aí já viu, vai se arrastar, os europeus vão cair fora”.

    A decisão é realizar a South Summit, “a maior feira de inovação do Sul da Europa”, em março, quando Porto Alegre festeja seus 250 anos.

    Melo garantiu que já estão encaminhados os procedimentos visando a parceria das empresas com a prefeitura, para intervenção nos armazéns. “O Germano deu garantia que em cinco dias dá a licença…O Gunter  diz que está tudo certo”, disse. Referia-se a Germano Bremmem, secretário do Meio Ambiente e  Gunter Axt, secretário de Cultura, ambos presentes no almoço.

    Melo disse que a South Summit seria um grande evento em qualquer lugar, “mas no Cais Mauá será O evento”. Foi aplaudido.

    (segue)

     

  • Nove em cada dez portoalegrenses já receberam duas doses da vacina, diz Saúde

    A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) alcançou nesta quinta-feira, 2, a marca de 90% da população acima de 12 anos com as duas doses da vacina contra a Covid-19 ou dose única.

    De acordo com o Vacinômetro, já são 1.210.571 pessoas vacinadas com primeira dose, o equivalente a 99,9% da população acima de 12 anos, e 1.091.270 com o esquema vacinal completo, o equivalente a 90,1% da população. Já são mais de 2,5 milhões de vacinas aplicadas na Capital, entre primeira, segunda e terceira doses. O secretário municipal de Saúde, Mauro Sparta, comemorou os índices alcançados. “Isso é resultado de um esforço conjunto. Desde 19 de janeiro, as nossas equipes de saúde não pararam de vacinar um dia sequer”, enfatiza Sparta.

    O secretário também reforçou a importância da população completar o esquema vacinal. “Principalmente neste momento em que mais uma variante do coronavírus é confirmada no Brasil, as pessoas precisam estar protegidas”, complementa.

    A primeira dose está disponível para todas as pessoas com 12 anos ou mais.

    Já a segunda dose é oferecida para vacinados com Oxford/AstraZeneca e Pfizer/BioNTech há pelo menos oito semanas e Coronavac/Butantan, para vacinados há pelo menos 28 dias.

    Podem receber a dose de reforço pessoas com 18 anos ou mais vacinadas com a segunda dose há cinco meses e imunossuprimidos com a segunda dose há pelo menos 28 dias.

  • O desafio de Eduardo Leite é quebrar uma tradição de meio século e eleger o sucessor

    O desafio de Eduardo Leite é quebrar uma tradição de meio século e eleger o sucessor

    O desafio do governador  Eduardo Leite, depois de barrada sua pretensão de ser candidato a presidente da República pelo PSDB em 2022, é eleger o sucessor, já que ele é contra a reeleição.

    Leite tem um histórico de sucesso.

    Com sólida maioria da Assembleia, completou o ciclo de reformas de ajuste iniciado por Sartori, botou em dia os salários do funcionalismo, anuncia equilíbrio das contas e até alguns investimentos.

    Mas o desafio permanece, até porque o equilíbrio fiscal obtido é temporário.

    Na história recente, não há caso de governador que tenha sido reeleito ou feito o sucessor no Rio Grande do Sul.

    Durante o  regime militar, os governadores eram nomeados, indicados pelo partido que apoiava o governo.

    Desde que voltou a eleição direta, há 40 anos, nenhum governo foi aprovado nas urnas no Estado.

    Descartada a reeleição, resta a Eduardo Leite eleger o sucessor.

    Perguntado recentemente se o candidato seria o vice (candidatura natural) Leite elogiou Ranolfo Vieira, disse que ele tem todas as credenciais para ser candidato do governo, mas jogou pra frente a decisão que pode ser crucial para seu futuro.

  • Em nota, Simers diz que relatórios técnicos atestam integridade da eleição

    Em nota, Simers diz que relatórios técnicos atestam integridade da eleição

    O  Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) se manifestou em nota oficial a respeito da denúncia de fraude na eleição de 25 de outubro, feita pelo candidato da oposição Edson Machado.

    O Simers, segundo a nota, “repudia com veemência os ataques contra a honra da Instituição”.

    “A entidade reitera a lisura e a total transparência na realização da eleição 2021”.

    “A instituição dispõe de relatórios técnicos e independentes que reforçam a integridade do pleito, desconstruindo qualquer narrativa inverídica e Fake News sobre supostas inconsistências entre o número de aptos a votar e o total de votantes”.

    “A seriedade do processo estabelecido pela Comissão Eleitoral, presidida pelo presidente do Conselho Regional de Medicina (CREMERS), Carlos Isaia Filho, o trabalho da consultoria jurídica externa do advogado Gustavo Paim, e a aprovação, inclusive das chapas concorrentes, ao sistema de votação da empresa Webvoto, atestam o pleito.  Os pareceres técnicos, detalham minuciosamente o processo eleitoral, bem como a austeridade com que ele foi conduzido e finalizado”.

    “O Simers atua de forma contundente para banir as contestáveis iniciativas, comunicações inconsequentes e estratégias que objetivam desabonar o pleito eleitoral e honestidade dos envolvidos.  O Sindicato Médico do Rio Grande do Sul, através do seu advogado, está tomando as providências cabíveis para responsabilizar criminalmente as ações e atores que promovam agressões e ofensas contra a honra da instituição”.

    Na terça-feira, 30/11, o candidato da oposição, Edson Machado prestou depoimento na 15a. Delegacia no inquérito policial que investiga a denúncia.

    Há também, por parte da oposição, um pedido de liminar para anulação da eleição, que ainda não foi julgado.

  • Prefeitura lança edital para adoção do Laçador

    Prefeitura lança edital para adoção do Laçador

    A partir dessa segunda-feira, 29, a prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Parcerias (SMP), receberá propostas para a revitalização e manutenção do Sítio do Laçador.

    Empresas interessadas em adotar o espaço público, pelo período de dois anos, deverão formalizar suas propostas até o dia 5 de janeiro de 2022.

    O conteúdo do edital foi publicado no Diário Oficial de Porto Alegre (Dopa)

    As propostas deverão conter o modelo paisagístico proposto pelo adotante.

    Além do embelezamento do local, é exigido um projeto que não altere a natureza do Sítio do Laçador, localizado em frente ao primeiro terminal do Aeroporto Internacional Salgado Filho, na avenida Zaida Jarros (BR-116).

    Como contrapartida, o adotante poderá inserir sua marca no local e usar em suas peças publicitárias os dizeres “Uma empresa parceira de Porto Alegre”, acompanhada do brasão oficial do município.

    Poderá ainda ser instalada a identificação contendo as melhorias implementadas no tamanho de até 42 centímetros por 29,7 centímetros. A análise das propostas será feita por uma comissão julgadora formada por integrantes das pastas de Parceria, Cultura, Meio Ambiente, Urbanismo e Sustentabilidade e Gabinete do Prefeito.

    A estátua do Laçador (ou monumento ao Laçador) foi definida por lei municipal como Símbolo Oficial de Porto Alegre em 1992.

    Sua autoria é do escultor pelotense Antônio Caringi.

    A estátua foi tombada como patrimônio histórico de Porto Alegre em 2001. Para usar um gaúcho autêntico como modelo para a sua obra, Antônio Caringi contou com o folclorista Paixão Côrtes, então um jovem apreciador dos costumes da cultura campeira sul-rio-grandense, o qual posou para o artista com a sua coleção de indumentária gauchesca.

    O monumento é feito de bronze, tem 4,45 metros de altura e pesa 3,8 toneladas. A estátua tem um pedestal de granito trapezoidal de 2,10 metros de altura.

    (Com informações da Assessoria de Imprensa) 

    Foto: Luciano Lanes/PMPA