Blog

  • Marinha impõe cinco anos de sigilo sobre o desfile em Brasília

    Marinha impõe cinco anos de sigilo sobre o desfile em Brasília

    A Marinha impôs sigilo de cinco anos aos documentos da Operação Formosa, que incluiu um desfile de tanques em Brasília no dia da votação do voto impresso na Câmara dos Deputados.

    Segundo o Comando, o sigilo de cinco anos é necessário para não “prejudicar ou causar risco a planos ou operações estratégicos das Forças Armadas”.

    O sigilo vem depois que o jornal  Estado de São Paulo obteve, através da Lei de Acesso á Informação, os custos do desfile, de R$ 3,7 milhões.

    Dos R$ 3,7 milhões gastos com a operação, R$ 1,78 milhão foi utilizado o custeio de bases, R$ 1,03 milhão para locação de ônibus para transporte, R$ 721 mil para combustíveis, lubrificantes e graxas, R$ 98,7 mil para materiais de saúde, R$ 16,6 mil para suprimentos de fundos e R$ 15 mil para passagens e diárias.

    A Operação Formosa acontece anualmente em Goiás, mas somente em 2021 foi realizado um desfile de blindados com o – suposto – objetivo de entregar ao chefe do governo federal um convite para acompanhar o treinamento militar.

    O desfile, que virou piada por causa dos blindados com aparentes problemas de manutenção, ocorreu em 10 de agosto, quando a Câmara dos Deputados rejeitou PEC do voto impresso.

    O sigilo vem depois que o jornal  Estado de São Paulo obteve, através da Lei de Acesso á Informação, os custos do desfile, de R$ 3,7 milhões.

    Dos R$ 3,7 milhões gastos com a operação, R$ 1,78 milhão foi utilizado o custeio de bases, R$ 1,03 milhão para locação de ônibus para transporte, R$ 721 mil para combustíveis, lubrificantes e graxas, R$ 98,7 mil para materiais de saúde, R$ 16,6 mil para suprimentos de fundos e R$ 15 mil para passagens e diárias.

    A Operação Formosa acontece anualmente em Goiás, mas somente em 2021 foi realizado um desfile de blindados com o – suposto – objetivo de entregar ao chefe do governo federal um convite para acompanhar o treinamento militar.

    O desfile, que virou piada por causa dos blindados com aparentes problemas de manutenção, ocorreu em 10 de agosto, quando a Câmara dos Deputados rejeitou PEC do voto impresso.

    O sigilo vem depois que o jornal  Estado de São Paulo publicou dados obtidos através da Lei de Acesso á Informação, sobre os custos do desfile.

    Dos R$ 3,7 milhões gastos com a operação, R$ 1,78 milhão foi utilizado o custeio de bases, R$ 1,03 milhão para locação de ônibus para transporte, R$ 721 mil para combustíveis, lubrificantes e graxas, R$ 98,7 mil para materiais de saúde, R$ 16,6 mil para suprimentos de fundos e R$ 15 mil para passagens e diárias.

    A Operação Formosa acontece anualmente em Goiás, mas somente em 2021 foi realizado um desfile de blindados com o – suposto – objetivo de entregar ao chefe do governo federal um convite para acompanhar o treinamento militar.

    O desfile, que virou piada por causa dos blindados com aparentes problemas de manutenção, ocorreu em 10 de agosto, quando a Câmara dos Deputados rejeitou PEC do voto impresso.

  • Dez engenheiro e cinco sushiman entre as 539 vagas do Sine Porto Alegre esta semana

    A unidade do Sine Municipal (avenida Sepúlveda esquina com Mauá, Centro Histórico) tem 539 vagas disponíveis para retirada de cartas de entrevista de emprego.

    O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

    Em destaque 100 vagas para encanador, 100 para ajudante de obras e outras 100 para auxiliar na linha de produção. Há também 30  vagas para porteiro e 5 para sushiman.

    O Sine Municipal disponibiliza e recomenda o agendamento eletrônico para agilizar o atendimento e evitar filas.

    O interessado pode também retirar a carta de encaminhamento pelo aplicativo Sine Fácil, disponível para download gratuito no Google Play.

    A retirada das cartas deve ser feita de forma responsável, com o comparecimento à entrevista de emprego, para não haver prejuízo aos demais interessados. Informações podem ser obtidas também por e-mail: duvidasSINE@portoalegre.rs.gov.br

    Confira as vagas da Semana

    Ajudante de farmácia-1

    Ajudante de obras-100

    Ajudante de pintor-10

    Almoxarife-10

    Armador de estrutura de concreto-20

    Auxiliar de almoxarifado-10

    Auxiliar de cozinha-5

    Auxiliar de limpeza-5

    Auxiliar de linha de produção-100

    Auxiliar de logistica-12

    Azulejista-15

    Chapeador-1

    Costureira em geral-2

    Eletricista-5

    Eletricista de instalações de veículos automotores-2

    Encanador-100

    Encarregado de obras-10

    Engenheiro civil-10

    Fiel de depósito-1

    Garçom-2

    Gerente de vendas-1

    Inspetor de medição-15

    Instalador de painéis-2

    Lavador de veículos-1

    Mecânico-4

    Mecânico de refrigeração-2

    Mecânico de veículos automotores a diesel (exceto tratores)-2

    Monitor de sistemas eletrônicos de segurança interno-1

    Montador de móveis de madeira-2

    Motorista de automóveis-2

    Operador de teleatendimento ativo (telemarketing)-12

    Operador de telemarketing receptivo-3

    Operador de vendas (lojas)-5

    Passador de roupas em geral-1

    Pedreiro-10

    Pintor de obras-10

    Pizzaiolo-5

    Porteiro-30

    Serigrafista-1

    Sushiman-5

    Técnico de desenvolvimento de software-1

    Técnico de enfermagem-1

    Técnico de operação (química, petroquímica e afins)-1

    Técnico de refrigeração (instalação)-1

     

  • Carris segue em greve parcial, prefeitura mantém esquema de emergência (veja aqui)

    A prefeitura informou que  “vai mantar nesta segunda-feira, 6, o esquema especial para o transporte coletivo”, adotado desde quinta-feira quando os funcionários da Companhia Carris entraram em greve parcial.

    Os funcionários protestam contra o projeto de privatização da empresa, que responde por 22% do transporte coletivo em Porto Alegre.  O projeto é motivo de polêmica e está na Câmara Municipal para ser votado.

    “Para atender os usuários das linhas de ônibus da Capital em razão de manifestação de rodoviários da Carris, a Prefeitura de Porto Alegre, por meio da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), vai manter, nesta segunda-feira, 6, o esquema especial para o transporte coletivo.

    A operação, que já garantiu 100% de atendimento das linhas da Carris na última sexta-feira, 3, ocorrerá ao longo de todo o dia e a noite, com parte das linhas de ônibus operadas pelos consórcios privados.

    A Carris vai atender a T3, T9, T13, 353, T2, T5, T7, T8, 375, T2A, T11A e T12A, enquanto as outras linhas da companhia serão atendidas pelos consórcios Viva Sul, Leste e MOB.

    As linhas de lotação estão liberadas para circular com passageiros em pé no interior dos veículos.

    A prefeitura monitora a circulação e o atendimento aos passageiros de ônibus  desde as primeiras horas da manhã. As informações sobre a situação do transporte e trânsito serão divulgadas em tempo real no twitter da @eptc_poa.

    Veja como vai funcionar:

    Consórcio Viva Sul: T11, T12
    Consórcio  Via Leste/Mais:T6, 343
    Consórcio MOB: T4, T1
    Cia. Carris: T3, T9, T13, 353, T2, T5, T7, T8, 375, T2A, T11A e T12A

    Garantia do atendimento –  A Justiça do Trabalho determinou, na última quinta-feira, 2, que os trabalhadores da Carris mantenham, no mínimo, 65% da frota em operação durante a greve. A decisão, do desembargador federal do Trabalho Francisco Rossal do Araújo, aplica multa diária de R$ 20 mil ao sindicato da categoria em caso de descumprimento.

    ( Com informações da Assessoria de Imprensa) 

  • Em linguagem de miliciano, Bolsonaro convoca PMs para o dia 7 de setembro

    Em linguagem de miliciano, Bolsonaro convoca PMs para o dia 7 de setembro

    Jair Bolsonaro defendeu que policiais militares possam comparecer aos atos golpistas marcados para 7 de setembro. O chefe de governo criticou as punições planejadas por governadores:

    “Hoje você vê alguns governadores ameaçando expulsar policiais militares que porventura estejam de folga no dia 7 e compareçam para festejar o 7 de setembro. Se nós falarmos ‘eu não sou policial militar, não tenho nada a ver com isso’, aguarde que a sua hora vai chegar”, afirmou Bolsonaro, durante a CPAC Brasil, conferência da extrema direita realizada em Brasília, no fim da tarde deste sábado (4).

    Mais cedo, em Caruaru (PE), ele fez novas ameaças e afirmou que, caso ministros da Corte não sejam “enquadrados”, há possibilidade real de ruptura institucional. Para evitar uma ação golpista dos policiais, a PM de São Paulo mapeou os grupos de oficiais bolsonaristas.

    “O retrato que queremos nesse dia não é meu, não é de nenhum político, é o retrato de vocês que será usado naquela velha máxima, uma imagem vale mais que 1 milhão de palavras. Essa imagem é o nosso passaporte para mostrar para aqueles pouquíssimos que ousam brincar com a nossa Constituição e nossos direitos, falar: dá um tempo aí, cara. Não vai continuar fazendo gracinha. Não vai continuar prendendo gente que, segundo eles, abusou da liberdade de expressão”, disse Bolsonaro. .

     

  • Roberto Jefferson vai a hospital de tornozeleira, sem celular e sem receber visitas

    Roberto Jefferson vai a hospital de tornozeleira, sem celular e sem receber visitas

    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou, neste sábado (4), que o ex-presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, deixe a prisão para tratamento médico usando tornozeleira eletrônica.

    Jefferson só poderá deixar a prisão para ir ao hospital e terá de obedecer a uma série de medidas cautelares, senão voltará à prisão.

    O ministro recebeu informações da Administração Penitenciária do Estado do Rio de Janeiro, que apontavam a “insuficiência, por ora, do tratamento médico recebido no hospital penitenciário”.

    “Em relatório, subscrito pelo médico Itauan Vieira Espínola, foi constatado que o custodiado está com quadro de infecção urinária, além de reclamar de dores na lombar”, afirmou.

    “Consideradas as alegações da Defesa em relação ao quadro de saúde do preso e verificando a necessidade de tratamento médico fora do estabelecimento prisional, nos termos do art. 120, II, c/c 14, ambos da Lei de Execução Penal (Lei 7.210/ 84), vislumbro ser possível a autorização para a saída do custodiado”, escreveu o ministro.

    Restrições

    Além de ser submetido ao monitoramento eletrônico na área do Hospital Samaritano Barra, para onde vai fazer o tratamento, Jefferson está proibido de receber visitas sem autorização da Justiça, com exceção de seus familiares; não poderá ter acesso ou contato com investigados em inquéritos que investigam a disseminação de notícias falsas; não poderá usar redes sociais nem por meio de sua assessoria e não poderá conceder entrevistas.

    Jefferson foi preso no dia 13 de agosto, por determinação de Moraes.

    Na decisão, o ministro escreveu que o político faz parte de uma “possível organização criminosa” que busca “desestabilizar as instituições republicanas”.

    “Uma possível organização criminosa – da qual, em tese, o representado faz parte do núcleo político –, que tem por um de seus fins desestabilizar as instituições republicanas, principalmente aquelas que possam contrapor-se de forma constitucionalmente prevista a atos ilegais ou inconstitucionais, como o Supremo Tribunal Federal (STF) e o próprio Congresso Nacional”, escreveu Moraes.

    Moraes afirmou ainda que esta suposta organização da qual Jefferson integra o núcleo político tem uma rede virtual de apoiadores que compartilham mensagens com o objetivo de derrubar a “estrutura democrática”.

    “Uma rede virtual de apoiadores que atuam, de forma sistemática, para criar ou compartilhar mensagens que tenham por mote final a derrubada da estrutura democrática e o Estado de Direito no Brasil”, afirmou Moraes.

    No dia 30, a Procuradoria-Geral da República denunciou Jefferson ao Supremo.

    À Corte, a PGR acusou o ex-deputado de incitação ao crime de dano, crimes previstos na Lei de Segurança Nacional e na lei de crimes raciais.

    A denúncia da PGR ainda será analisada pelo Supremo. Antes, Moraes abriu prazo de 15 dias para que a defesa apresentasse resposta às acusações feitas pelo MP.

    (Com informações do G! e da Agência Brasil)

  • Manifestações na Redenção e no Parcão refletem país dividido no 7 de setembro

    Manifestações na Redenção e no Parcão refletem país dividido no 7 de setembro

    Pela segunda vez consecutiva não haverá desfile cívico-militar neste Sete de Setembro, que marca 199 anos do Brasil como nação independente..

    Em nota, o Ministério da Defesa informou que a comemoração  será no Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente da República, com restrição de público.

    Mesmo assim, o dia será marcado por manifestações antagônicas em todo o pais, refletindo a grande divisão entre forças democráticas e anti-democráticas.

    O foco das expectativas é São Paulo com convocação bolsonarista para a avenida Paulista e  o movimentos da oposição, no Anhangabaú.

    Em Porto Alegre, na redenção ocorrem o 27º Grito dos Excluídos e Excluídas e o ato “Fora Bolsonaro”.

    O ato convocado pela CUT-RS, centrais sindicais e movimentos Brasil Popular, Povo Sem Medo e Povo na Rua terá  um ato ecumênico está marcado para às 11h no espelho Espelho d’Água do Parque da Redenção.

    Á tarde uma marcha Fora Bolsonaro será realizada com concentração marcada para 13h30. O 27º Grito tem como lema “Vida em primeiro lugar” e como tema “Na luta por participação popular, saúde, comida, moradia, trabalho e renda, já”.

    Atos pró governo no Parcão

    Através das redes sociais movimentos apoiadores do Jair Bolsonaro também organizam um ato que segue a cartilha do presidente: intervenção no STF, prisão dos Ministros, estado de exceçao.

    O local é o mesmo das manifestações anteriores: Parque Moinhos de Vento, o Parcão.

    Através de sua assessoria a Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Sul afirmou estar atenta aos atos que serão realizado durante o feriado do sete de setembro.

    Ao contrário do que ocorreu no Estado de São Paulo, o governo não se reuniu com entidades nem movimentos que estão organizando esses atos.

    Nota da Secretaria da Segurança Pública:

    Os serviços de inteligência das forças de segurança do Estado permanentemente monitoram a organização de eventuais atos públicos, independentemente de suas pautas, de forma a permitir o planejamento de ações de prevenção para assegurar a manutenção da ordem pública, a segurança de todos e a preservação do patrimônio público e privado. Nessa missão, as forças de segurança se farão presentes caso se confirme a realização de atos na referida data.

    Carlos Ismael Moreira, Coordenador de Comunicação em Exercício

  • Funcionários da Carris mantém greve contra projeto de privatização

    Funcionários da Carris mantém greve contra projeto de privatização

    Entra no segundo dia a greve parcial dos funcionários dos trabalhadores da empresa pública de ônibus de Porto Alegre, a Carris.

    Eles pedem diálogo e negociação em torno do projeto de privatização da companhia que está para ser votado na Câmara Municipal. Protestam também contra a extinção da função de cobrador nos ônibus, aprovada na quarta-feira, 02.

    A Justiça do Trabalho determinou que ao menos 65% da frota estejam em operação com multa prevista de R$ 20 mil ao sindicato trabalhista em caso de descumprimento.

    A EPTC (Empresa Pública de Transporte e Circulação),  montou um esquema especial de operação com os consórcios de empresas privadas para suprir a falta de coletivos da Carris em algumas linhas, mas o tempo de intervalo entre os ônibus é maior que o habitual.

    Melo que cria o Programa de Extinção Gradativa da Função de Cobrador de Transporte Coletivo por Ônibus do Município.

    A proposta prevê um fim gradativo da função de cobrador até 2026 e está entre os diversos projetos de Melo para reduzir os custos do sistema de transportes da cidade.

  • Transporte urbano vive crise sem precedentes em todo o país

    O transporte urbano vive uma crise sem precedentes no Brasil. A situação que já não era boa, agravou-se  com a perda de passageiros  da pandemia, a partir de 2020.

    Estopim das manifestações de 2013,  o aumento das tarifas acima da inflação, pela pressão dos custos,, alimenta um ciclo vicioso: a redução de passageiros leva ao aumento da tarifa,  que afasta ainda mais o usuário de baixa renda.

    Segundo levantamento da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), existem hoje 1,8 mil operadoras em 2.901 municípios.

    O faturamento anual do setor chega a R$ 42 bilhões.

    Apenas 11 sistemas têm algum tipo de subsídio público – em sua maioria para arcar com políticas sociais, como gratuidades de estudantes e idosos. Isso significa que, com raras exceções, os sistemas são custeados unicamente pelas tarifas dos passageiros.

    O transporte coletivo é responsável por 50% das viagens motorizadas no país e fornece um serviço essencial para manter as cidades em movimento.

    Os números divulgados pelas associações privadas do setor mostram que o prejuízo acumulado das empresas de ônibus urbanos foi de R$ 11,57 milhões entre março de 2020 e fevereiro de 2021.

    A perda de receita tarifária das empresas de metrôs e trens urbanos foi de R$ 8 bilhões.  No mesmo período, 18 empresas e três consórcios de ônibus encerraram suas atividades no país.

    Um estudo da FGV CERI  evidencia a necessidade de se pensar em outras formas de custeio da operação.

    A distribuição adequada dos custos do transporte entre os usuários e beneficiários diretos (transporte individual) e indiretos (contribuinte) do sistema de transporte já é uma das diretrizes da Lei de Mobilidade Urbana e deve ser colocada em prática.

    “Não se sabe qual dessas é a melhor solução, mas o debate é importante para encontrar uma solução viável para todas as partes”, sugere o estudo.

    “Neste momento de crise, em que os três níveis do governo sofrem pressão dos mais diferentes setores, o poder público deve estar ciente da importância do transporte coletivo. Além de essencial para os profissionais da saúde, pessoas que buscam assistência médica e trabalhadores de serviços essenciais, só o setor de transporte público por ônibus gera 500 mil empregos diretos em três mil municípios. Além disso, desde 2015 o transporte é tido como um direito social no Brasil e, portanto, deve ser garantido pelo Estado”.

    Para a FGV CERI, a ausência de uma adequada integração entre os diversos modos de transporte/logística é um gargalo reconhecido há tempos em nosso país e contribui para uma série de outras ineficiências, afetando negativamente toda a cadeia produtiva, o transporte em longas distâncias e o comércio exterior.

     

  • Reforma do Viaduto Otávio Rocha vai sair do papel, 15 anos depois

    Reforma do Viaduto Otávio Rocha vai sair do papel, 15 anos depois

    A reforma do Viaduto Otávio Rocha, o principal monumento de Porto Alegre, é prometida pelo menos desde 2005, quando chegou a ser aprovado um Fundo Pró-Viaduto, que não saiu do papel.

    Nesta terça feira, em reunião com os representantes dos permissionários das lojas do Viaduto o secretário Cezar Schirmer, que coordena o projeto de revitalização do Centro Histórico informou que os recursos já éstão garantidos..

    A reforma está orçada em R$ 16 milhões e será viabilizada no pacote de financiamentos que a Prefeitura tem com a CAF, banco de fomento latinoamericano.

    O Viaduto Otávio Rocha, quando ficou pronto, em 1932

    “Foi animador por um lado, mas foi frustrante por outro”, disse ao JÁ o presidente da Associação Representativa e Cultural dos Comerciantes do Viaduto, Idacir Flores.

    “Animador”, explicou, “porque a associação luta há 15 anos pelo projeto”. Frustrante “porque o secretário disse que vão fazer e não fez menção a uma participação nossa”..

    O projeto da reforma demandou três anos e está pronto desde 2014. Foi feito pela pela Engeplus Engenharia e Consultoria, ganhadora da licitação.

    Uma equipe coordenada pelo Arquiteto e Urbanista Alan Furlan, desenvolveu a proposta, que provavelmente sofrerá adaptações.

    “Passaram sete anos, o estado do viaduto se agravou, um novo estudo terá que ser feito”, diz o advogado Felisberto Seabra Luisi,  que assessora a associação dos permissionários.  Ele lembra que a reforma do Viaduto já teve até verba votada no Orçamento Participativo. “Foi uma iniciativa da associação, que agora está reivindicando participação nesse processo porque a questão do viaduto não é interesse só do governo”.

     

    .

  • Manifesto dos bancos condena “escalada de tensões e hostilidades entre as autoridades”

    A Federação Brasileira de Bancos reafirmou na noite desta quinta-feira (2/9) o manifesto “A Praça é dos Três Poderes”, em que alerta para a “escalada de tensões e hostilidades entre autoridades”, referindo-se principalmente aos atritos entre o presidente da República e o Supremo Tribunal Federal.

    A “única finalidade é defender a harmonia do ambiente institucional no país”, diz o manifesto que acabou gerando uma crise entre a Febraban e a Federação das Indústrias de São Paulo, que à última hora tentou adiar o lançamento do documento.

    “A Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) assumiu a coordenação do processo de coleta de assinaturas e se responsabilizou pela publicação, conforme e-mail dirigido a mais de 200 entidades no último dia 27 de agosto”, prossegue a entidade.

    A Febraban “considera que o conteúdo do manifesto, aprovado por sua governança própria, foi amplamente divulgado pela mídia do país, cumprindo sua finalidade”.

    “A federação manifesta respeito pela opção do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, que se posicionaram contrariamente à assinatura do manifesto.”

    Diante disso, a Febraban avaliou que, no seu âmbito, “o assunto está encerrado e com isso não ficará mais vinculada às decisões da Fiesp, que, sem consultar as demais entidades, resolveu adiar sem data a publicação do manifesto”.

    “A Febraban confirma seu apoio ao conteúdo do texto que aprovou, já de amplo conhecimento público, cumprindo assim o seu papel ao se juntar aos demais setores produtivos do Brasil num pedido de equilíbrio e serenidade, elementos basilares de uma democracia sólida e vigorosa.”

    Leia a íntegra do manifesto “A Praça é dos Três Poderes”:

    A praça dos Três Poderes encarna a representação arquitetônica da independência e harmonia entre o Legislativo, o Executivo e o Judiciário, essência da República.

    Esse espaço foi construído formando um triângulo equilátero, cujos vértices são os edifícios-sede de cada um dos poderes.

    Esta disposição deixa claro que nenhum dos prédios é superior em importância, nenhum invade o limite dos outros, um não pode prescindir dos demais.

    Em resumo, a harmonia tem de ser a regra entre eles.
    Este princípio está presente de forma clara na Constituição Federal, pilar do ordenamento jurídico do país.

    Diante disso, é primordial que todos os ocupantes de cargos relevantes da República sigam o que a Constituição nos impõe.

    As entidades da sociedade civil que assinam este manifesto veem com grande preocupação a escalada de tensões e hostilidades entre as autoridades públicas.

    O momento exige de todos serenidade, diálogo, pacificação política, estabilidade institucional e, sobretudo, foco em ações e medidas urgentes e necessárias para que o Brasil supere a pandemia, volte a crescer, a gerar empregos e assim possa reduzir as carências sociais que atingem amplos segmentos da população.
    Mais do que nunca, o momento exige do Legislativo, do Executivo e do Judiciário aproximação e cooperação. Que cada um atue com responsabilidade nos limites de sua competência, obedecidos os preceitos estabelecidos em nossa Carta Magna. Este é o anseio da Nação brasileira.”