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  • “Fadiga do zoom”, a nova doença do excesso de teletrabalho

    “Fadiga do zoom”, a nova doença do excesso de teletrabalho

    “Fadiga do zoom” é como os psiquiatras estão identificando  o desgaste provocado pelo excesso de encontros virtuais e videoconferências que a pandemia está impondo.

    Para avaliar esse impacto na saúde mental dos brasileiros a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), fez a primeira pesquisa sobre o tema, no período de 14 de agosto a 21 de novembro.

    A sondagem revela a elevação das queixas de pacientes sobre o excesso de trabalho por videoconferências nos últimos cinco meses, recebidas por 56,1% dos psiquiatras associados da ABP entrevistados.

    “Os pacientes relataram que a “fadiga do zoom” é um fato na vida delas, que elas de fato aumentaram o trabalho via teleconferência e adoeceram, precisaram de ajuda”, disse à Agência Brasil o presidente da ABP, Antonio Geraldo da Silva.

    O levantamento foi feito junto aos psiquiatras associados da ABP que atendem no Sistema Único de Saúde (SUS), no sistema privado e suplementar, e mostrou também que 63,3% deles perceberam um aumento de prescrição de psicotrópicos (remédios controlados) para tratar pessoas que tinham a queixa de excesso de trabalho por videoconferência.

    Os médicos associados da ABP notaram ainda a elevação de 70,1% da necessidade de prescreverem psicoterapia para seus pacientes também com essa fadiga.

    “É uma situação nova, é um fato novo. Mas estamos percebendo que há um cansaço das pessoas em usar a videoconferência, porque ela retira de você toda privacidade, aumenta sua carga de trabalho e sua carga de descanso fica comprometida e isso é, realmente, adoecedor”, disse Silva.

    De acordo com o presidente da ABP, as pessoas passaram a trabalhar em casa e os horários rotineiros foram rompidos. “Os chefes passaram a entender que as pessoas estão disponíveis 24 horas”.

    No teletrabalho, muitas vezes, as pessoas entram em uma videoconferência às 8h e saem somente ao meio-dia”, disse Silva. “Houve uma perda dos limites relacionais”.

    Na avaliação do presidente da ABP, o cuidado com a saúde mental da população deve ser abrangente e direcionado a todos para haver uma mudança de pensamento e comportamento.

    Enfatizou que as preocupações com a onda de consequências à saúde mental derivadas da pandemia permanecem com tendência ascendente.

    Segundo Silva, a agenda da saúde mental “é urgente e será um dos pilares para o bom enfrentamento às demais consequências trazidas pela pandemia. A saúde mental é a chave para enfrentarmos o cenário atual e seus desdobramentos”.

    A ABP estima que há 50 milhões de pessoas com algum tipo de doença mental no Brasil. O país engloba o maior número de pessoas com casos de transtornos de ansiedade do mundo.

    São cerca de 19 milhões de casos, que correspondem a 9% da população. Além disso, o Brasil ocupa o segundo lugar no mundo e o primeiro na América Latina em pessoas com quadros depressivos.

    Na avaliação do psiquiatra Jorge Jaber, da Associação de Psiquiatria do Estado do Rio de Janeiro (Aperj), o excesso de informações pode provocar um certo cansaço mental.

    Ele recomenda que as pessoas utilizem um filtro, uma seleção das fontes, buscando instituições tradicionais para obter conhecimento ou tirar dúvidas.

    Sobre prescrição de remédios, Jaber vê uma tendência comum nos pacientes psiquiátricos de conseguir mais receitas do que seria necessário. Neste momento de pandemia, ele atribui esse movimento a três fatores: o custo muitas vezes inacessível das consultas; a redução da capacidade do atendimento público aos pacientes psiquiátricos; e o receio do paciente de não ter o remédio à mão, em um momento de crise.
    (Com Agência Brasil)

  • Novo sindicalismo busca integração com comunidades

    Novo sindicalismo busca integração com comunidades

    O Sindicato dos Servidores de Nível Superior do Poder Executivo do RS (Sintergs) está engajado em uma série de ações sociais neste final de ano.

    Foram distribuídos 450 brinquedos, 150 kits de material escolar, 50 livros e 40 cestas básicas e panetones para comunidades em situação de vulnerabilidade assistidas por ONGs, coletivos e associações.

    As iniciativas apontam uma concepção do movimento sindical que vai além da defesa dos interesses imediatos dos seus associados.

    “A atuação do sindicato nas comunidades é importante para fortalecer as entidades locais. É, também, uma forma de contribuir para uma discussão sobre desigualdade. Além da ação sindical, precisamos ter uma visão mais ampla da sociedade e construir parcerias”, destaca Angela Antunes de Souza, diretora do Sintergs.

    O sindicato doou brinquedos para moradores dos bairros Rubem Berta e Parque dos Maias.

    No Rubem Berta, quem distribuiu os brinquedos foi a Alvo Associação Cultural, criada em 2005, que promove a cultura urbana. No Parque dos Maias, os presentes foram entregues direto aos moradores.

    “Na pandemia, se aprofundaram as dificuldades que as comunidades já enfrentavam. Estamos vendo muitas crianças nos semáforos e a volta do trabalho infantil. E essa campanha vem como um sopro de amor e de esperança para as crianças e para as famílias que estão com dificuldade. Ao mesmo tempo, resgata o lado lúdico de ser criança”, disse Jean Andrade, presidente da Alvo Associação Cultural.

    Já o coletivo Mães da Periferia, que trabalha nos territórios periféricos de Porto Alegre com o objetivo de combater a desigualdade, recebeu os kits de material escolar e cerca de 50 livros infanto juvenis. Os estojos que fazem parte dos kits foram adquiridos do Ciclo Reverso, grupo de mulheres que produz a partir de material reciclado.

    Para a Organização Não Governamental (ONG) Maria Mulher, foram doadas as cestas básicas e os panetones. Com sede na Vila Cruzeiro, a ONG atua no combate ao machismo e ao racismo. Atende mulheres, público LGBT e famílias de baixa renda.

    “O auxílio às comunidades é função social do sindicato, faz parte do regimento, e se intensificou nesse momento de pandemia, com a situação mais precária. Com o Comitê Popular em Defesa do Povo e Contra o Coronavírus, ampliamos essas ações ao longo do ano”, explica Antonio Augusto Medeiros, presidente do Sintergs.

    (Com informações da Assessoria de Comunicação)

  • Brasil fecha o ano devendo mais do que planejou.

     

    O estoque da Dívida Pública Federal vai fechar acima da meta de R$ 4,9 trilhões estabelecida para 2020 , segundo) o coordenador Operações da Dívida Pública, Roberto Lobarinhas.

    Em agosto, o Tesouro Nacional tinha estabelecido que a DPF poderia fechar o ano entre R$ 4,6 trilhões e R$ 4,9 trilhões.

    Em novembro, a DPF fechou em R$ 4,788 trilhões. O estoque da dívida pública no fim de 2020 só será divulgado no fim de janeiro.

    Segundo o coordenador, a evolução das condições de mercado nos dois últimos meses de 2020, com a diminuição do risco país e dos juros de longo prazo, criou uma oportunidade para o Tesouro lançar títulos no mercado e dar mais conforto à gestão da dívida pública.

    Em novembro, as emissões somaram R$ 158,82 bilhões, o segundo mês com mais lançamentos na história, só perdendo para outubro R$ 173,26 bilhões.

    “O Tesouro tinha a opção de emitir menos ao longo desses meses, mas o mercado em novembro e dezembro se apresentou de uma forma tão positiva e a qualidade das nossas emissões foi tão superior que o Tesouro optou por emitir volumes maiores”, disse Lobarinhas.

    O coordenador do Tesouro informou que o órgão optou por lançar mais títulos públicos no mercado para recompor o colchão da dívida, reserva financeira usada em momentos de crise.

    Ele reiterou que o governo tem condições de cobrir, com conforto, cerca de R$ 600 bilhões em vencimentos da dívida pública previstos para os quatro primeiros meses de 2021.

    “Temos recursos para fazer frente, com muita tranquilidade, às necessidades do primeiro quadrimestre, um período que concentra uma boa parte dos vencimentos de 2021”, disse.

    Antes da pandemia do novo coronavírus, o colchão da dívida cobria cerca de seis meses de vencimentos.

    Com a instabilidade no mercado financeiro, o Tesouro queimou parte dessa reserva ao longo de 2020, com o colchão chegando a cair para três meses de vencimentos no início do segundo semestre.

    Refletindo o desequilíbrio provocado pela inflação dos alimentos no mercado financeiro, a fatia de títulos prefixados (com juros definidos com antecedência) fechou novembro acima da meta estabelecida pelo Tesouro para o fim do ano.

    A proporção de papéis atrelados à Selic (juros básicos da economia) ficou abaixo do limite mínimo.

    No mês passado, os títulos prefixados corresponderam a 34,16% do total da DPF, acima da banda de 30% a 34% em 2020 estabelecida pelo Plano Anual de Financiamento (PAF) do Tesouro.

    A participação dos papéis corrigidos pela Selic encerrou novembro em 35,57%, abaixo da banda de 36% a 40% fixada pelo PAF.

    Lobarinhas disse que a proporção dos dois tipos de papéis na dívida pública encerrará 2020 “levemente desenquadrada” em relação às metas do PAF.

    Com a alta do preço dos alimentos nos últimos meses, a taxa Selic, atualmente em 2% ao ano, passou a perder para a inflação, que deve encerrar o ano em 4,39%. Isso tem provocado a migração dos investidores de títulos corrigidos pela Selic para papéis prefixados.

    Por meio da dívida pública, o governo pega dinheiro emprestado dos investidores para honrar compromissos. Em troca, compromete-se a devolver o dinheiro com alguma correção, que pode ser prefixada ou seguir a Selic, a inflação ou o câmbio.

    (Com Agência Brasil)

  • Congresso entra em recesso e empurra tudo para 2021

    Congresso entra em recesso e empurra tudo para 2021

    O Congresso Nacional entrou em recesso nesta quarta-feira (23), “com pendências importantes para 2021”, segundo a Agência Brasil.

    Não faltaram  apelos,  como o do senador Renan Calheiros (MDB-AL) e do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para que o recesso parlamentar fosse suspenso em janeiro.

    Há propostas consideradas essenciais para enfrentar a pandemia do novo coronavírus, mas o resultado é que as próximas votações no Congresso ficaram para fevereiro.

    Os trabalhos na Câmara e no Senado serão retomados a partir do dia 1º com uma eleição quente para as presidências das duas Casas.

    Pautas
    Entre as matérias que não tiveram consenso para votação estão, por exemplo, pautas econômicas tidas pelo Planalto como prioritárias e urgentes.

    Na lista estão matérias do chamado Plano Mais Brasil, como a PEC Emergencial, que prevê medidas de controle de despesas e de reequilíbrio fiscal, além da criação de um novo programa para substituir o auxílio emergencial.

    As discussões em torno de propostas para as reformas tributária e administrativa também não avançaram. No caso da tributária, apenas uma das quatro partes do texto foi enviada ao Congresso. Já a administrativa, enviada em setembro, ficou parada.

    Também estão na lista de pendências para 2021 as privatizações de estatais importantes. Até agora, só a proposta de venda da Eletrobras foi enviada ao Congresso, onde aguarda discussão na Câmara.

    Flordelis e Rodrigues

    Tanto na Câmara quanto no Senado, os parlamentares também deixaram para 2021 a análise de denúncias contra colegas por seus respectivos conselhos de Ética. Responsáveis por analisar punições e orientar a cassação de mandatos, nas duas Casas, os colegiados estão parados.

    Na Câmara, uma das representações paradas é a da deputada Flordelis (PSD-RJ), acusada pelo Ministério Público de ser a mandante do assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo de Souza.

    Há dois meses, a Mesa Diretora já determinou que o caso seja analisado pelo Conselho de Ética, mas o colegiado não foi reinstalado. O crime aconteceu em junho de 2019, a deputada nega as acusações.

    No Senado, também está sem definição o caso do senador Chico Rodrigues (DEM-RR), flagrado no dia 14 de outubro com dinheiro na cueca. O parlamentar foi acusado de desviar recursos que seriam destinados para o combate da covid-19 em Roraima.

    Assim que a Polícia Federal flagrou o senador em uma operação, ele pediu licença do cargo por 121 dias.

    O presidente do Conselho de Ética, senador Jaime Campos (DEM-MT), alega que aguarda o parecer da advocacia do Senado, mas que a Mesa Diretora da Casa não se reuniu devido à pandemia do novo coronavírus. Sem o encaminhamento do caso, o senador terá o direito de reassumir o cargo em fevereiro e pedir nova licença.

    Comissão representativa
    Todos os anos, durante o recesso parlamentar, uma comissão representativa do Congresso Nacional, com deputados e senadores, é eleita para atuar em situações emergenciais durante o recesso e pode ser convocada, se for necessário.

    A comissão terá mandato de 23 de dezembro até 1º de fevereiro de 2021. São dez senadores – sete titulares e três suplentes – 17 deputados titulares e o mesmo número de suplentes.

    (Com a Agência Brasil)

  • Pacote americano inclui ajuda de 600 dólares para famílias

    Já na próxima semana a maioria dos norteamericanos começam  a receber o auxílio emergencial aprovado pelo congresso num pacote US $ 900 bilhões, para aliviar os estragos da pandemia.

    Votado em urgência, o texto de mais de 5 mil página não foi sequer lido pela maioria dos congressistas, mas a aprovação que foi  inquestionável: no senado foram 92 votos a 6.

    O pacote é menor do que permite a lei de estímulo de US $ 2,2 trilhões aprovada em março. Mesmo assim é o “ maior da história americana moderna”, segundo o New York Times.

    O pacote abrange auxílio para pequenas empresas, desempregados e pagamentos diretos para a maioria dos americanos. Ele também prevê recursos para distribuição de vacina, auxílio alimentar, incentivos fiscais e dinheiro para educação.

    Os desempregados vão receber US $ 300 por semana durante 11 semanas. Para  familias haverá pagamentos diretos de US $ 600 por semana pelo mesmo período.

    O presidente eleito,  Joseph  Biden disse que este projeto é apenas o começo, mais alívio, especialmente para os governos estaduais e locais, virá após sua posse próximo mês.

    O pacote vai para a sanção de Donal Trump. Ele fez críticas, mas não há dúvidas que vá aprovar.  Estima-se em 12 milhões o número de americanos que estão prestes a perder os benefícios de desemprego.

    Economistas avaliaram que os  U$ 900 bilhões representam um “balsamo necessário”, mas insuficiente, para recuperar a economia.

    Veja as principais medidas:
    -US$ 600 em pagamentos diretos para a maioria dos americanos por 11 semanas
    -US$ 300 em pagamentos extras de benefícios a desempregados até março
    -US$ 284 bilhões para o Programa de Proteção à Folha de Pagamentos, que ajuda pequenas empresas
    -US$ 82 bilhões para escolas e universidades
    -US$ 69 bilhões para o desenvolvimento de vacinas, testagem e saúde
    -US$ 25 bilhões em auxílio para aluguel
    -US$ 15 bilhões para casas de espetáculos
    -US$ 15 bilhões em ajuda para companhias aéreas
    -US$ 14 bilhões para o transporte público
    -US$ 13 bilhões para benefícios de cupons de alimentação
    -US$ 13 bilhões em ajuda a fazendeiros
    -US$ 10 bilhões em auxílio-creche

  • Assembleia gaúcha aprova manutenção do ICMS majorado por mais um ano

    Assembleia gaúcha aprova manutenção do ICMS majorado por mais um ano

    Com um acordo entre o governador Eduardo Leite e a bancada do PT, maior partido de oposição, o governo gaúcho conseguiu aprovar o projeto que trata da reforma tributária, incluindo a manutenção do ICMS majorado de 30% sobre combustíveis, energia e comunicações até 2021.

    O resultado, 29 votos a favor e 25 contra, ocorreu no final da tarde desta terça-feira, 23/12, já na segunda sessão extraordinária virtual realizada pela Assembleia legislativa gaúcha.

    O PL 246/2020 foi aprovado com uma emenda do PT e reduz a manutenção do ICMS majorado ao ano de 2021 (texto original previa a prorrogação até 2024) e reduz a alíquota básica do imposto a 17,5% em 2021 (governo queria manter a alíquota em 18% no próximo ano).

    O objetivo do PT, acatado pelo governo, é de que R$ 1,5 bilhão arrecadado no próximo ano com o ICMS majorado seja destinado ao processo de vacinação contra o coronavírus pelo Estado, caso não haja implementação do governo federal.

    O governo tentou emplacar a reforma tributária seis meses atrás, mas com a base rachada, o projeto ficou no forno até o último instante. O acordo pra fechar a questão ocorreu com a oposição. Com os votos do PT, o governo aprovou a matéria mesmo com dissidentes na base.

    Segundo o executivo, o projeto foi enviado com dois objetivos principais: implementar um conjunto de alterações estruturais para melhorar a tributação do Estado, gerando, consequentemente, maior simplificação e desenvolvimento, e apresentar medidas para evitar uma brusca queda da arrecadação atual, fundamental para a continuidade do processo de ajuste fiscal do Estado, sem comprometer também o caixa das prefeituras neste momento.

    As alíquotas de ICMS sobre energia elétrica, gasolina, álcool e serviços de comunicação, atualmente em 30%, que pela proposta anterior seriam gradualmente reduzidas até 2024, permanecem no patamar atual apenas em 2021, retornando para 25%, índice aplicado antes da majoração de 2015, a partir de 2022.

    E a alíquota básica de ICMS, atualmente em 18%, reduz para 17,5% em 2021 e 17% a partir de 2022, igualando-se às menores alíquotas modais praticadas no país.

    Para o governo, caso nada fosse feito e todas as alíquotas caíssem automaticamente a partir de 1º de janeiro, o Estado perderia R$ 2,85 bilhões.

    “É a demonstração de que o Estado está reduzindo impostos e fazendo isso de forma responsável. A prorrogação por dois anos (da alíquota básica) seria para que pudéssemos promover alternativa para dar ganhos de competitividade. Fizemos uma proposta, mas o ambiente político e econômico não a viabilizou, e nem por isso deixamos de tentar. O que foi aprovado está em perfeita sintonia com o que queremos: reduzir impostos sem deixar de prestar serviços essenciais à população”, afirmou o governador Eduardo Leite após a aprovação.

    Os votos:

    A favor
    • Sofia Cavedon (PT)
    • Edegar Pretto (PT)
    • Fernando Marroni (PT)
    • Jeferson Fernandes (PT)
    • Luiz Fernando Mainardi (PT)
    • Pepe Vargas (PT)
    • Valdeci Oliveira (PT)
    • Zé Nunes (PT)
    • Luciana Genro (PSOL)
    • Fábio Branco (MDB)
    • Gabriel Souza (MDB)
    • Gilberto Capoani (MDB)
    • Juvir Costella (MDB)
    • Frederico Antunes (PP)
    • Aloísio Classmann (PTB)
    • Dirceu Franciscon (PTB)
    • Kelly Moraes (PTB)
    • Luís Augusto Lara (PTB)
    • Elizandro Sabino (PTB)
    • Luiz Henrique Viana (PSDB)
    • Mateus Wesp (PSDB)
    • Pedro Pereira (PSDB)
    • Dalciso Oliveira (PSB)
    • Franciane Bayer (PSB)
    • Fran Somensi (Republicanos)
    • Airton Lima (PL)
    • Silvana Covatti (Progressistas)
    • Neri, o Carteiro (Solidariedade)

    Contra
    . Ruy Irigaray (PSL)
    • Capitão Macedo (PSL)
    • Tenente Coronel Zucco (PSL)
    • Vilmar Lourenço (PSL)
    • Juliana Brizola (PDT)
    • Luiz Marenco (PDT)
    • Eduardo Loureiro (PDT)
    • Gerson Burmann (PDT)
    • Elton Weber (PSB)
    • Gaúcho da Geral (PSD)
    • Zila Breitenbach (PSDB)
    • Fábio Ostermann (Novo)
    • Any Ortiz (Cidadania)
    • Rodrigo Maroni (PROS)
    • Carlos Búrigo (MDB)
    • Tiago Simon (MDB)
    • Vilmar Zanchin (MDB)
    • Adolfo Brito (PP)
    • Issur Koch (PP)
    • Sérgio Turra (PP)
    • Sergio Peres (Republicanos)
    • Giuseppe Riesgo (Novo)
    • Paparico Bacchi (PL)
    • Dr. Thiago Duarte (DEM)
    • Eric Lins (DEM)

  • Sindicato recorrerá da decisão sobre 13° de servidores inadimplentes

    Foi derrubada a liminar que obrigava o Banrisul a conceder empréstimo do 13º salário também a servidores inadimplentes associados do Sintergs.

    O banco recorreu ao TJRS, antes do recesso do judiciário, derrubando liminar concedida na sexta-feira (18/12) ao sindicato.

    A decisão foi assinada pelo desembargador Eduardo Kraemer, em regime de plantão.

    O Sintergs recorrerá da decisão.

    No entanto, qualquer medida judicial adotada só será apreciada a partir do dia 6/1, já que de 20 de dezembro de 2020 ao próximo dia 6 de janeiro, o Judiciário está em recesso forense, atendendo apenas em regime de plantão e medidas consideradas urgentes.

    Por isso, filiados ao Sintergs com pendências financeiras e/ou ações judiciais contra o Banrisul ou que tenham realizado portabilidade para outras instituições financeiras, não conseguirão contratar a antecipação do 13º salário.

    “O Poder Judiciário, que recebe seus proventos e o 13º em dia, penaliza ainda mais os servidores que estão inadimplentes justamente pelo atraso no recebimento de seus salários, além da falta de reposição da inflação, situação que perdura há mais de cinco anos. Cabe lembrar que esses servidores afetados por essa decisão da Justiça seguem trabalhando na linha de frente contra o coronavírus”, ressalta Antonio Augusto Medeiros, presidente do Sintergs.

    Durante o recesso, o plantão não se destina à reiteração de pedido já apreciado no órgão judicial de origem ou em plantão anterior, nem a sua reconsideração ou reexame.

    Na prática, durante o recesso forense as partes não podem requerer a reconsideração/reexame de decisões proferidas também em regime de plantão.

    Resta saber o que pretende o Banrisul ao penalizar justamente os mais necessitados desse crédito, não por acaso inadimplentes junto ao banco.

  • Liminar garante empréstimo do 13º no Banrisul para todos os associados ao Sintergs

    Liminar da Justiça determina que o Banrisul conceda empréstimo do 13º salário para os servidores inadimplentes associados do Sindicato dos Servidores de Nível Superior do Poder Executivo do Estado do Rio Grande do Sul (Sintergs).

    A decisão, divulgada sexta-feira (18/12), responde a ação coletiva impetrada pelo sindicato. Assim, os trabalhadores de nível superior do poder executivo ligados ao Sintergs têm assegurada a contratação da antecipação da gratificação natalina, mesmo que estejam em dívida com o banco ou com o nome negativado. Caso o banco desrespeite a decisão, a multa diária é de R$ 2.000,00 para cada infração cometida.

    No despacho, o juiz estende a concessão de crédito também para quem realizou a portabilidade para outras instituições financeiras, pois seguem sendo titulares de contas bancárias junto ao Banrisul.

    Diz a decisão: “… a atuação do Banrisul não deve se dar a partir de análises financeiras, cálculo de riscos de inadimplência etc, mas sim dentro de um contexto de ‘serviço público’, no qual a principal finalidade a ser alcançada não é o lucro e sim o melhor interesse da coletividade o deferimento da antecipação de tutela é a medida que se impõe”.

    O Banrisul informa que a linha de crédito de antecipação do 13° salário aos servidores públicos estaduais e pensionistas do Rio Grande do Sul teve os prazo reduzido, encerrando-se dia 30 de dezembro, e não mais 15 de janeiro.

    As operações terão crédito imediato e serão parceladas em 12 vezes, com vencimento no último dia útil de cada mês e primeiro pagamento em janeiro/2021. A linha pode ser contratada nos canais de autoatendimento (Banrisul Digital, Home Banking e caixas eletrônicos); e, caso necessário, nas agências do Banrisul, sob agendamento.

  • José Nunes é o novo presidente da ARI, o primeiro negro

    José Nunes é o novo presidente da ARI, o primeiro negro

    Foi eleito e empossado neste sábado, 19, o novo presidente da Associação Riograndense de Imprensa, o jornalista José Nunes.

    Nunes é o primeiro negro a assumir o cargo. É também o primeiro jornalista radicado no interior (São Leopoldo) e, aos 51 anos, o mais moço   a ocupar a presidência da tradicional entidade nos últimos 30 anos.

    Fundada em 1935, a ARI teve como primeiro presidente o escritor Érico Veríssimo, aos 30 anos, quando era editor da Revista do Globo. Desde então, construiu um histórico de luta pela liberdade de imprensa e defesa dos direitos humanos.

    A eleição de Nunes, por consenso, quebrou também uma praxe de reeleição na ARI. Foi surpreendente a decisão de Luiz Adolfo Lino de Souza, que presidiu a entidade nos últimos três anos, de desistir de um segundo mandato.  O próprio José Nunes se surpreendeu com a indicação do presidente.

    Formado pela Unisinos em 1995, Nunes foi seis anos presidente do Sindicato dos Jornalistas de Porto Alegre. “Sempre fui do diálogo, é o que precisamos, agora mais do que nunca, para enfrentar os desafios”, diz ele.

    Diretoria da ARI

     TRIÊNIO 2021/2023

    DIRETORIA EXECUTIVA

    PRESIDENTE: José Nunes

    1º VICE: Jurema Josefa

    2º VICE: Vilson Romero

    ASSESSORIA DA PRESIDÊNCIA

    Carlos Bastos

    Pedro Osório

    Ciro Machado

    DEPARTAMENTO DE GESTÃO E FINANÇAS

    DIRETOR: Francisco Vitorino

    VICE: Verdi Gioreli M. Faccini

    DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO

    DIRETOR: Jurema Josefa

    VICE: João Borges de Souza

    DEPARTAMENTO DE PATRIMÔNIO

    DIRETOR: Paulo Eduardo Barbosa

    VICE: Walmaro Paz

    DEPARTAMENTO DE ASSISTÊNCIA SOCIAIS

    DIRETOR: Ayres Cerutti

    VICE: Celso Schroeder

    DEPARTAMENTO DE CULTURA

    DIRETOR: Claudia Coutinho

    VICE: Antônio Silveira Goulart

    DEPARTAMENTO DE RELAÇÕES PÚBLICAS E PROMOÇÕES

    DIRETORA: Eloêmia Moraes de Souza

    VICE: Antonio Czamanski

    DEPARTAMENTO DE DIVULGAÇÃO

    DIRETOR: Glei Soares Bello

    VICE: Tatiana Gomes

    DEPARTAMENTO DO INTERIOR

    DIRETOR: Beatriz Dornelles

    VICE: Paulo Cesar Langaro

    DEPARTAMENTO UNIVERSITÁRIO

    DIRETORA: Flávio Porcello

    VICE: Leandro Olegário

    DEPARTAMENTO DE INFORMATICA (MÍDIA DIGITAL)

    DIRETOR: Ana Aguiar

    VICE: Glei Soares

    DEPARTAMENTO DE DIREITOS SOCIAIS E IMPRENSA LIVRE

    DIRETOR: Vilson Antônio Romero

    VICE: Clea Mary Santos da Silveira

    DEPARTAMENTO DE POLITICA AMBIENTAL

    DIRETOR: Laura Gluer

    VICE: Ilda Faria

     

     

     

     

     

     

     

  • 62 entidades assinam a “Carta em Defesa do Cais Mauá”

    62 entidades assinam a “Carta em Defesa do Cais Mauá”

    Associações comunitárias, ongs ambientais, sindicatos, movimentos sociais, agentes culturais… chega a 62 o número de entidades da sociedade civil em Porto Alegre que assinam a “Carta em Defesa do Cais Mauá”.

    O documento é endereçado ao governador Eduardo Leite e a outros seis representantes do poder público, nas áreas de cultura e patrimônio histórico.

    Os signatários pedem transparência e participação da comunidade nas decisões que envolvem o destino de um dos sítios históricos mais importantes e valiosos da Capital.

    Um pedido de audiência com o governador será protocolado nesta segunda-feira, por isso o texto ainda não está sendo divulgado.

    Assinam a Carta:

    -Acesso Cidadania  Direitos Humanos
    -Amigos da Praça Brigadeiro Sampaio
    -Associação Amigos do Meio Ambiente – Guaíba /RS (AMA)
    -Associação Comunitária do Centro Histórico (ACCH)
    -Associação das Hortas Coletivas do Centro Histórico
    -Associação de Preservação da Natureza Vale do Gravataí – APNVG
    -Associação dos Amigos do Cais do Porto (AMACAIS)
    -Associação dos Amigos do Cine Theatro Capitólio (AAMICA)
    -Associação dos Técnicos de Nível Superior do Município de Porto Alegre
    -(ASTEC)
    -Associação Gaúcha de Escritores (AGES)
    -Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan)
    -Associação para Grandeza e União de Palmas (AGrUPa)
    -Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta (Mobicidade)
    -Associação Riograndense de Artes Plásticas Francisco Lisboa (Associação
    -Chico Lisboa)
    -ATUA POA
    -BR Cidades Núcleo Porto Alegre
    -CDES Direitos Humanos
    -Central Movimentos Populares
    -Centro Comunitário de Desenvolvimento da Tristeza, Pedra Redonda, Vilas Conceição e Assunção (CCD)
    -Centro de Referência Afro-Indígena do RS
    -Clã de Gaya
    -Coletivo Cais Mauá de Todos
    -Coletivo Cidade que Queremos (CCQQ)
    -Coletivo KSAROSA
    -Coletivo ProsperArte
    -Coletivo TransLAB.URB
    -Comitê em Defesa da Democracia e do Estado Democrático de Direito
    -Conselho Municipal de Cultura de Porto Alegre/RS
    -Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA)
    -Fórum de Ação Permanente pela Cultura
    -Fórum Estadual RS de Entidades em Defesa do Patrimônio Cultural -Brasileiro
    -Fórum Nacional de Entidades em Defesa do Patrimônio Cultural Brasileiro
    -Grupo de teatro De Pernas Pro Ar
    -Humanitas Arte e Cultural
    -Inove – Escritório Modelo de Arquitetura e Urbanismo & Engenharia (AMAU
    -Uniritter)
    -Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico (IBDU)
    -Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento do Rio Grande do Sul -(IAB/RS)
    -Instituto Gaúcho de Estudos Ambientais – InGá
    -Lugares Laboratório Urbano – Escritório Modelo de Arquitetura e Urbanismo (EMAU/PUCRS)
    -Marcha Mundial das Mulheres
    -Margem – Laboratório de narrativas urbanas/PROPUR
    -Movimento Chega de Demolir Porto Alegre
    -Movimento de Justiça e Direitos Humanos
    -Movimento Nacional de Luta pela Moradia
    -Movimento Preserva Belém Novo
    -Movimento Preserva Zona Sul
    -Núcleo RS/ICOMOS Brasil
    -Observatório das Metrópoles- Núcleo Porto Alegre
    -ONG Resistência Participativa – Despertar Coletivo
    -ONG Todavida
    -OSCIP Gauyí – Democracia, Participação e Solidariedade
    -Região de Planejamento 1 do Conselho Municipal de Desenvolvimento -Urbano Ambiental (CMDUA)
    -Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos e Diversões RS (SATED/RS)
    -Sindicato dos Arquitetos no Estado Rio Grande do Sul (SAERGS)
    -Sindicato dos Economistas do Rio Grande do Sul (SINDECON)
    -Sociedade de Economia do Rio Grande do Sul (SOCECON)
    -União Pela Preservação do Rio Camaquã (UPP Camaquã)