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  • Festival do Japão será realizado neste fim de semana

    A oitava edição do Festival do Japão ocorrerá neste fim de semana, 17 e 18, na Academia de Polícia Militar (av. Cel. Aparício Borges). Serão oferecidas práticas esportivas, gastronomia oriental, atrações musicais e atividades de lazer presentes na cultura japonesa. A programação começa às 10h, e a cerimônia de abertura será às 14h.
    Os organizadores esperam a participação de mais de 70 mil pessoas. O evento terá como tema Esportes e Lazer, em referência aos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2020, que serão sediados em Tóquio, no Japão. A Diretoria-Geral de Esporte, Recreação e Lazer da Secretaria de Desenvolvimento Social e Esporte organizará brincadeiras e jogos esportivos, além de levar ao local o ônibus brincalhão.
    O Consulado do Japão vem notando maior interesse da comunidade gaúcha na cultura japonesa, pela sua riqueza e peculiaridade em hábitos, costumes e em especial na gastronomia típica. O Brasil é o país que abriga a maior comunidade japonesa do mundo, com quase dois milhões de japoneses e descendentes até da quinta geração. No Rio Grande do Sul, a colônia japonesa está mais presente em Porto Alegre, Gravataí, Ivoti, Itati, Santa Maria e Pelotas.
    O Festival do Japão integra a programação da Semana Internacional do Japão, lançada nessa segunda-feira, 12, no Paço Municipal. O Festival é uma iniciativa da Associação do Festival do Japão no Rio Grande do Sul (AFJ), com apoio da Prefeitura de Porto Alegre.
    Confira a programação:
    Sábado
    10h – Karaokê Time
    10h20 – Kendo e Iadô – Leandro Furushô – arte Marcial – Porto Alegre
    10h40 – Quarteto TAO – música clássica – Porto Alegre
    11h – Shinsei – Porto Alegre
    11h15 – Karaokê Time
    11h30 – Mariko Nakahira – participação Kenkou Taisso – música japonesa e ginástica – Japão
    12h – Demonstração de Ikebana – arte floral – Porto Alegre
    12h20 – Sumô – Yuso Sato – luta milenar japonesa – Rio Grande do Sul
    12h40 – Ballon Performer AKI – show de balões – Japão
    13h10 – Zenkyu Ogawa – J-Pop – Japão
    13h30 – Grupo de dança Nadeshiko – Porto Alegre
    13h40 – Requios Gueino Dokokai – Tambores de Okinawa – São Paulo
    14h – Cerimônia de abertura
    15h – Canto lírico japonês – música clássica – Japão
    15h20 – Taiyo Daiko – tambores japoneses – Japão
    15h40 – Kyudô – arco e flecha japonesa – Paraná
    16h – Grupo MIN – música tradicional japonesa – São Paulo
    16h30 – Karaokê Time
    16h45 – Grupo Aika – dança – Ijuí
    17h10 – Mariko Akahira – música japonesa – Japão
    17h40 – Requios Gueino Daokokai – Tambores de Okinawa – São Paulo
    Domingo
    10h – Karaokê Time – Coral Himswari
    10h30 – Requios Geino Dokokai – Tambores de Okinawa – São Paulo
    10h50 – Shorinji Kenpô – mestre Izidoro Yamamoto – artes marciais – Porto Alegre
    11h10 – Shinsei Kotobuki – Porto Alegre
    11h20 – Karaokê Time
    11h45 – Ballon Performer AKI – show de balões – Japão
    12h15 – Karatê Shotokan – mestre Tiago Frosi – artes marciais – Porto Alegre
    12h30 – Kenko Taisô – São Paulo
    12h45 – Grupo MIN – música tradicional japonesa – São Paulo
    13h15 – Kenjutsu – Instituto Cultural Niten Alesssandro Rabelo – artes marciais – Porto Alegre
    13h30 – Banda Marcial Colégio São João – Porto legre
    13h45 – Kyudô – arco e flecha japonesa – Paraná
    14h – Karaokê Time
    14h15 – Instituto Sul Brasileiro de Alkidô – mestre Leonel Rade – arte marcial – Porto Alegre
    14h30 – Zenkyu Ogawa – música popular japonesa – Japão
    14h50 – Requios Geino Dokokai – Tambores de Okinawa – São Paulo
    15h15 – Cantor lírico japonês – Japão
    15h30 – Naginata – Arte Marcial – São Paulo
    15h45 – Grupo de Dança Nadeshiko – Porto Alegre
    16h15 – Ballon Performer AKI – show de balões – Japão
    16h45 – Grupo Shinsei & Minami Daiko – Porto Alegre

  • Em caso inédito, militar será julgado por estupro de presa política na ditadura

     
    Inês Etienne Romeu passou pelo inferno e viveu —até os 72 anos, quando faleceu em 2015— para contá-lo. Historiadora e ex-integrante de grupos revolucionários na ditadura militar, ela foi a única pessoa a ser libertada da chamada Casa da Morte, um centro clandestino de tortura utilizado pelos militares e localizado em Petrópolis (RJ). Pelo 20 pessoas teriam morrido no local. Nesta quarta-feira, TRF-2 (Tribunal Regional Federal da 2ª Região) resolveu aceitar a denúncia dela de sequestro e estupro contra o sargento reformado Antônio Waneir Pinheiro de Lima, conhecido como Camarão. Trata-se do primeiro processo criminal de estupro aberto contra militares por crimes cometidos durante a ditadura.
    Inês foi sequestrada em São Paulo em 5 de maio de 1971, aos 28 anos, e levada à Casa da Morte, onde, de acordo com seu relato, foi torturada e estuprada pelo sargento reformado. Em depoimento, Lima disse que era apenas o caseiro do imóvel e que esteve com Inês —que ficou detida durante três meses—, mas negou o crime.
    Ao acatar a denúncia, o TRF-2 reformou uma decisão da 1ª Vara Federal Criminal de Petrópolis que, por meio do juiz Alcir Luiz Lopes Neto, arquivou o caso no dia 8 de março de 2017, invocando a Lei de Anistia e a prescrição de crimes. “Além de ser caso de desrespeito ao direito adquirido em razão da Anistia de 1979 [do STF], o caso também é de evidente desrespeito a outro direito adquirido do acusado, tendo em vista a verificação da prescrição: o de tentar fazer retroagir uma ‘norma’ de caráter penal com a finalidade de prejudicar o acusado”, afirmou Lopes Neto na decisão.
    O desembargador Paulo Espírito Santo seguiu o mesmo entendimento, mas os desembargadores Simone Schreiber, que pediu vista em julho, e Gustavo Arruda acolheram o entendimento do MPF (Ministério Público Federal) de que o caso de Inês é um crime de lesa-humanidade imprescritível e não passível de anistia, sob a ótica do Estatuto de Roma —ratificado pelo Brasil e que constitui a Corte Penal Internacional, que julga crimes contra a humanidade, crimes de guerra e genocídios—. Para o MPF, a palavra de Inês devia ser considerada, ainda mais em crime sexual como o estupro, também considerado tortura pelo órgão. “(…) As torturas, execuções sumárias e desaparecimentos forçados cometidos por agentes de Estado no âmbito da repressão política constituem graves violações a direitos humanos”, afirmaram os procuradores ao recorrer da decisão da primeira instância.
    Trajetória
    Nascida em 1942 em Pouso Alegre, Minas Gerais, Inês Etienne integrou a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares), organização de extrema esquerda que sequestrou o embaixador suíço Giovanni Enrico Bucher, em 1970, no Rio de Janeiro, da qual também fez parte a ex-presidenta Dilma Rousseff. A militante foi detida em maio de 1971 em São Paulo e trasladada para a Casa da Morte, no Rio, mas não sem resistência de sua parte: chegou a se jogar diante de um ônibus quando a transferiam de uma cidade para outra.
    Depois de 96 dias de torturas, estupros e humilhações, “estava destroçada, doente, reduzida a um verme, obedecia como uma autômata”, contou Inês depois. Durante o sequestro, tentou suicidar-se outras duas vezes. Os torturadores liberaram-na depois de três meses, acreditando que, após as sessões de tortura e o cativeiro, ela abandonaria a luta armada e chegaria, inclusive, a colaborar com o regime militar —Inês fingiu que aceitaria tornar-se informante de seus captores.
    As anotações que ela fez ao sair da Casa da Morte também ajudaram a identificar nove militantes revolucionários assassinados no local. Inês fez um registro detalhadíssimo e apresentou os relatos à Ordem dos Advogados do Brasil em 1979. Sabia até o número do telefone da casa para onde a levaram “com os olhos vendados” porque escutou quando um dos torturadores respondeu a um telefonema. Identificou um médico que ajudava os torturadores, Amílcar Lobo, e o proprietário da casa: “Visitava o lugar e mantinha relações cordiais com seus ocupantes. É estrangeiro, provavelmente alemão. Tem um cão dinamarquês cujo nome é Kill. Embora não participe pessoalmente das atividades e atrocidades cometidas ali, tem pleno conhecimento delas”.

    Inês Etienne Romeu morreu em 2015 – Divulgação / Comissão Nacional da Verdade

    Em 2003, aos 61 anos, Inês Etienne sofreu um misterioso percalço. Um marceneiro foi até a sua casa realizar um serviço. Uma faxineira a descobriu no dia seguinte no chão, ferida na cabeça. A polícia qualificou o caso como acidente doméstico, mas um relatório médico garantia que havia “sinais de traumatismo craniano devido a múltiplos golpes”. O suspeito nunca foi identificado e depois disso ela teve dificuldades para falar e se movimentar. Por conta disso, a ex-guerrilheira não pode depor na Comissão Nacional da Verdade (CNV), devido a um problema na fala, mas sua participação nas reuniões do grupo possibilitou a identificação, por meio de fotos, de seis torturadores.
    Arquivamento
    Ao arquivar a denúncia de Inês contra o sargento reformado em março de 2017, o juiz Alcir Luiz Lopes Neto justificou que, independente da quantidade de reportagens e entrevistas que foram apresentadas, estas “não se caracterizam como documentos que possam servir como prova de fatos no juízo penal“. Para negar o pedido, o juiz ainda fundamentou a decisão em processos e condenações de Inês pela Justiça Militar na época da Ditadura, como, por exemplo, o “agrupamento que, sob orientação de Governo estrangeiro ou organização internacional, exerce atividades prejudiciais ou perigosas à Segurança Nacional”. A decisão da primeira instância chegou a mencionar Olavo de Carvalho, para argumentar que a proteção ao estupro sofrido por presos políticos durante o regime militar seria uma espécie de “vantagem a minorias selecionadas”. “Como escreveu Olavo de Carvalho, ninguém é contra os ‘direitos humanos’, desde que sejam direitos humanos de verdade, compartilhados por todos os membros da sociedade, e não meros pretextos para dar vantagens a minorias selecionadas que servem aos interesses globalistas”, registrou o magistrado.
    Depois de deixar a Casa da Morte, Inês Etienne Romeu ainda cumpriu oito anos de prisão. Inicialmente, sua condenação era à prisão perpétua, mas a Lei da Anistia limitou-a aos oito anos já cumpridos pela participação no sequestro do embaixador suíço. Inês faleceu aos 72 anos, em abril de 2015, por insuficiência respiratória. A ex-presa política dedicou a vida a esclarecer os crimes da ditadura e direitos humanos, auxiliando os trabalhos da Comissão Nacional da Verdade e do Ministério Público Federal, e recebeu em 2009 o Prêmio de Diretos Humanos, na categoria Direito à Memória e à Verdade. (Com informações do El Pais)

  • Sorria, você está cercado de câmeras

    A Prefeitura de Porto Alegre assina nesta quinta-feira, 15, às 9h30, em solenidade no Paço Municipal, contrato com empresa vencedora de licitação para aquisição de kits do cercamento eletrônico.
    São 93 kits para monitoramento de veículos que vão controlar 186 pistas, contemplando 100% das entradas e saídas do município e aumentando em 70% o monitoramento das vias internas.
    Também serão adquiridos 75 kits de videomonitoramento com câmeras de alta definição e com capacidade de captura de faces para reconhecimento facial.
    No mesmo ato, a prefeitura adere à ata de registro de preço do Governo do Estado para a aquisição dos equipamentos.
    (Com informações da assessoria de imprensa)

  • Adote uma rotatória, a lei vai permitir

    Sanção da lei para adoção de espaços públicos será nesta quinta
    O prefeito Nelson Marchezan Júnior sanciona nesta quinta-feira, 15, a lei que autoriza a adoção de equipamentos públicos e de verdes complementares na cidade de Porto Alegre.
    A partir desta lei, pessoas físicas e jurídicas poderão adotar não só praças e parques mas também passarelas, canteiros e rotatórias, passeios, fachadas de prédios públicos, monumentos e outros.
    Também ficam mais claras as contrapartidas que as empresas e pessoas físicas terão direito a partir da adoção.
    O evento será realizado no Salão Nobre do Paço Municipal (Praça Montevidéu, 10), às 14h.
    (Com informações da assessoria de Imprensa)

  • Monumento que marca início da Revolução Farroupilha está abandonado em Guaíba

    É de abandono o estado do Marco Farroupilha, estrutura em pedra  que assinala o ponto de partida dos revolucionários que tomaram o poder no Rio Grande do Sul em 1835 e sustentaram por quase dez anos uma guerra civil contra o império brasileiro.
    “Desse lugar saiu na tarde de 18 de setembro de 1835 Gomes Jardim com 60 farrapos para tomar Porto Alegre”, diz o texto gravado na pedra que está quebrada e desgastada. A placa original em bronze foi roubada. A cerca que protegia o local foi arrancada.
    Situado no final da rua Gomes Jardim, nos fundos da Celulose Riograndense, no bairro Balneário Alegria, em Guaíba, o monumento foi erguido em 1935, como parte das comemorações do centenário farroupilha.
    Com a ampliação da fábrica, ele ficou isolado e com difícil  acesso, tanto que está fora do roteiro turístico da cidade. A empresa já sugeriu transferir o monumento para outro local, mas houve resistência da comunidade.
    Quem foi Gomes Jardim
    Gaúcho de Viamão, de 8 de março de 1784 – há registros de ele ter nascido em Triunfo, em 1773 –, José Gomes Vasconcelos Jardim era um bem-sucedido proprietário de terras, com charqueada e olaria em Pedras Brancas, atual município de Guaíba, onde residia. Sua casa foi eternizada em pintura por ser palco de uma das reuniões preparatórias à Revolução. Participou da invasão de Porto Alegre em 1835 e assumiu como presidente interino da República Rio-grandense, enquanto Bento Gonçalves, seu primo, permanecia preso. Trabalhou na organização administrativa da República Rio-grandense e foi deputado constituinte em 1843, em Alegrete. Era médico homeopata e foi a quem Bento recorreu em 1847 para curar sua pleura. Morreu em abril de 1854.
    Confira o vídeo clicando aqui. 

  • Fashion Black reúne nomes da moda afro-brasileira para debates, oficinas e desfile na Casa de Cultura

    Entre os dias 15 e 17 de agosto ocorre na Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ) mais uma edição do Fashion Black. O objetivo é fomentar e, ao mesmo tempo, dar visibilidade ao mercado de moda afro-brasileira, discutindo formas de atuação, sustentabilidade e o fortalecimento das marcas. O evento reúne especialistas na área para dois dias de workshops e debates. No terceiro e último dia, um grande desfile encerra o projeto. Todas as atividades são gratuitas.
    O encontro contará com quatro workshops e duas mesas redondas, que acontecem na quinta-feira (15/8) e sexta-feira (16/8). As oficinas envolvem temas como finanças, conteúdo, relação com a novas mídias e equipamentos digitais. As inscrições são realizadas pela internet, pelos links inseridos abaixo, junto à programação.
    Os debates acontecem às 19h de quinta e sexta (15/8 e 16/8), no auditório Luiz Cosme. O primeiro dia terá como tema “Resistências plurais: ações coletivas como estratégias de mercado”; na sexta o assunto será “Singularidades: projetos autorais no mercado de moda”. A entrada é aberta ao público, sem necessidade de inscrição prévia.
    O desfile de sábado reúne estilistas de moda afro-brasileira para uma apresentação do que as marcas estão trabalhando atualmente. A atividade é realizada por meio de uma parceria da CCMQ com a Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), com apoio do Programa RS Criativo e do Museu de Arte Contemporânea do RS (MAC).

    ATIVIDADES
    QUINTA-FEIRA (15/8)
    Workshops / Sala Sapato Florido
    10h: “Finanças na Moda” – com Dina Prates (RS)
    Inscrições no link
    15h: “Tornar-se Digital Influencer” – com Lydia Goes (RS)
    Inscrições no link
    Bate-papo / Auditório Luiz Cosme
    19h: “Resistências plurais: ações coletivas como estratégias de mercado” – com Fernanda Gonçalves, da AfroCriadoras (RJ); Cau Brasil e Carol Damazio, da Black Model (RS); e Tiago Santana da Afrotometria (SP)
    SEXTA-FEIRA (16/8)
    Workshops / Sala Sapato Florido
    9h30 – “Eu existo? Produção de conteúdo na moda” – com Deivison Campos (RS), realizada com a equipe da Agência Experimental de Comunicação da Ulbra (Agex/Ulbra)
    Inscrições no link
    15h – “Produção de imagem com smartphone para o mercado de moda autoral” – com Tiago Santana (SP)
    Inscrições no link
    Bate-papo / Auditório Luiz Cosme
    19h: “Singularidades: projetos autorais no mercado de moda” – com Renato Carneiro (BA) e Mariana Ferreira (RS)
    SÁBADO (17/8)
    19h: desfile de encerramento – Galeria Augusto Meyer

  • Chineses que constróem roda gigante no Rio vão concorrer em Porto Alegre

    Iniciada no final de 2018, a roda gigante de 88 metros de altura na zona portuária do Rio, tem inauguração prevista para novembro. São 54 gôndolas climatizadas com capacidade para oito pessoas cada.
    Oitenta homens trabalham na fase final da montagem das peças que vieram da China. A empresa chinesa detentora da tecnologia já produziu mais de 200 rodas-gigantes, a quase totalidade na China..
    Segundo Ronaldo Costa Beber, representante da ARC Big Eye, a expectativa é de um movimento de 20 mil visitantes por dia.
    A ARC Big Eye, empresa que venceu a licitação no Rio é controlada por empresários de Gramado, que buscam  diversificar seus investimentos em turismo.
    Com a parceria dos chineses, eles são os concorrentes mais temidos pelos holandeses na disputa pelo projeto da roda gigante prevista para a o trecho 2 da orla do Guaiba, um negócio que pode chegar a 20 milhões de euros.
     

    Projeto de como deve ficar a roda gigante no Rio construída por um grupo chinês

    Estrutura de 600 toneladas
    A estrutura completa da roda do Rio pesa 600 toneladas, será equipada com luzes LED para iluminação noturna e já recebeu o nome de Rio Star. Com ela a prefeitura do Rio pretende criar uma nova atração turística numa área degradada  da Orla do Conde.
    O preço dos ingressos ainda não está fixado, mas a Secretaria de Urbanismo garante que não ultrapassará R$ 50,oo.
     

  • Sine Municipal tem cursos gratuitos para população LGBTQI+

    Cursos presenciais e à distância para a população LGBTQI+ serão disponibilizados nesta terça-feira, 13, às 13h30, no Sine Municipal (avenida Sepúlveda esquina com Mauá). As inscrições devem ser feitas pelo telefone (51) 99108-3449 ou pelo e-mail grupodesobedeca@gmail.com. A promoção da Coordenadoria da Diversidade Sexual e de Gênero da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Esporte, em parceria com a Uber e com a ONG Desobedeça, oferecerá cursos sobre empoderamento pessoal, conquista de objetivos e educação financeira.

    “Esta iniciativa tem o propósito de preparar estas pessoas para conquistarem seus sonhos e aproveitarem as oportunidades de renda que a Uber oferece com as parcerias de motorista Uber e entregador Uber Eats”, explica o coordenador Daniel Boeira. Ele salienta a importância deste projeto que tem por objetivo acolher e gerar oportunidades econômicas e contribuir com a autonomia financeira da população LGBTQI+. “Precisamos humanizar essa parcela da população, transformar estas pessoas em cidadãos de fato e de direito. O Brasil é o país que mais mata travestis e transexuais no mundo, e precisa urgentemente se acostumar ao convívio entre os diferentes”, conclui.

  • Maior fabricante de rodas gigantes já busca investidores em Porto Alegre

    Um representante da Dutch Wheels, maior fabricante de rodas gigantes do mundo, com sede em Weert na Holanda, estava no lançamento do edital para concessão do trecho 2 da Orla do Guaiba, na manhã desta segunda-feira, no salão nobre da prefeitura municipal.
    Ele não se apresentou publicamente porque o negócio ainda está na fase inicial de prospecção. Pelo menos uma grande empresa do ramo imobiliário da capital já recebeu sua visita e conheceu as possibilidades do projeto.
    A “roda de observação”, como agora se chama a velha “roda gigante”, é uma proposta do arquiteto Jaime Lerner para o trecho 2 da Orla. Seria a cereja do bolo da concessão por 35 anos da área de 134 hectares, com 3,8 km de extensão junto ao Guaiba.
    A Dutch Whelles tem rodas gigantes instaladas em 17 países, em cidades como Baku, no Azerbaijão, Montreal, no Canadá, Hong Kong, Chicago, Washington, Cancun.
    A mais alta está em Dubai, tem 200 metros, mas é uma exceção entre os modelos fabricados pela companhia holandesa, em que as cadeirinhas balouçantes são substituidas por cabines (gôndolas), envidraçadas com assentos estofados.

    Em Dubai, a maior do mundo, em construção com 200 metros de altura

    Seus três modelos principais são:
    1) de 40 a 53 metros de altura, gôndolas para 6 pessoas, movimento anual entre 2 e 3 milhões de pessoas
    2) de 60 a 140 metros de altura, gôndolas para 8 a 20 pessoas, movimento anual de 3 a 7 milhões de pessoas
    3) 100 metros de altura ou mais, gôndolas para 20 a 50 pessoas, movimento de 5 a 3 milhões de pessoas por ano.
    O prefeito Nelson Marchezan falou em 80 metros de altura para uma roda na Orla 2, mas é provável é que Porto Alegre tenha que se contentar em ficar na altura de Chicago (60 metros), por questões de custo. Com 20 metros a mais na altura, o custo de construção, em torno de R$ 40 milhões, dobra.
    Em Dubai, a maior do mundo, em construção com 200 metros de altura (Maquete)

  • Depois de críticas, Eduardo Leite evita encontrar Bolsonaro

     
     
    O governador Eduardo Leite não acompanhou à visita o residente da República, Jair Bolsonaro na manhã desta segunda-feira (12/08) ao Rio Grande do Sul. O motivo seria a sua ida a São Paulo para se encontrar com investidores. Bolsonaro veio participar da inauguração do trecho duplicado da BR 116 em Pelotas. Em nome do governador, falou o vice, Ranolfo Vieira Júnior, que se desculpou e afirmou que a presença de Leite no centro do país era inadiável.
    Recentemente, Leite classificou como “lamentável”, a declaração de Bolsonaro sobre a morte do pai do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz, durante a ditadura militar. “É de ser repudiada e é inclusive que se busque uma retratação”, afirmou o governador, após evento no Palácio Piratini.
    Leite também destacou o trabalho da Comissão Nacional da Verdade, que investigou os fatos ocorridos durante o período militar. “Há uma Comissão da Verdade, há um grupo de pessoas que estudou, que analisou, e que identificou o que aconteceu naquele período. Isso precisa ser respeitado e é preciso respeitar a memória de pessoas que foram efetivamente perseguidas pelo regime militar. É um fato. Não há versões dessa história. É um fato estabelecido”, disse o governador. O presidente questionou a veracidade dos documentos produzidos pela Comissão Nacional da Verdade, criada pela ex-presidente Dilma Rousseff.