Com um dia de sol e calor, o parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, recebeu um número recorde de público na Expointer 2019 neste domingo (25/8). O clima ameno e a final do Freio de Ouro, maior evento do cavalo crioulo, atraíram 93.585 pessoas ao parque.
A grande final do Freio de Ouro começou às 12h, com a encenação do espetáculo que narrou a chegada da raça crioula na América. O último dia da competição foi marcado também pelas provas finais de mangueira, bayard/sarmento e paleteada. Cerca de 20 mil pessoas acompanharam o evento, entre criadores e admiradores da raça.
Anamaria Lucas e o marido, o ginete e domador Ariosto Camboim, levaram o filho Bernardo, de 1 ano e meio, para assistir a prova. Camboim domou um dos cavalos finalistas, que ficou em sétimo lugar na competição. “Viemos todos os anos prestigiar a prova e o trabalho do meu esposo. O Bernardo já é apaixonado pelo cavalo e nós gostamos de incluir a tradição e as coisas da nossa terra na criação dele”, contou Anamaria, que segurava Bernardo no colo, devidamente pilchado.
Quem também veio com a família foi Alexandre Ferreira, que viajou de Rio Grande até Esteio acompanhado da esposa, filha, irmão, cunhada e sobrinha. Toda a família apaixonada pela raça crioula, que assiste ao evento há 20 anos. “A gente vem todos os anos. Curtimos toda a feira, mas o Freio de Ouro sem dúvida é a festa que consagra a identidade do gaúcho com a indumentária, a maneira de falar, de encilhar. É um símbolo na cultura do Rio Grande”, disse.
Além das provas do Freio de Ouro, outras atrações cativaram o público. A vendedora Flávia Rodrigues, de Rosário do Sul, veio com a família visitar a Expointer pelo segundo ano consecutivo. Acompanhada do marido e dos filhos, ela tirava fotos com touros limousin no pavilhão dos bovinos. “Viemos ontem e hoje de novo. A gente está aproveitando muito. Vale muito a pena fazer o passeio”, disse.
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Público recorde de 93 mil pessoas marca primeiro domingo de Expointer
Usina do Gasômetro terá a maior reforma em mais de 90 anos
A prefeitura lançou, nesta segunda-feira, 26, o edital de concorrência pública internacional para obras de requalificação da Usina do Gasômetro, fechada desde 2017. Os investimentos, estimados em R$ 12,5 milhões, são oriundos do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF) e de recursos próprios do Município. O projeto integra a remodelação da Orla do Guaíba e será a maior intervenção realizada nos mais de 90 anos do prédio.
A apresentação do edital ocorreu na Pinacoteca Aldo Locatelli do Paço Municipal, com a presença do prefeito Nelson Marchezan Júnior. Marchezan explicou que o projeto inicial previa a necessidade R$ 40 milhões, mas foi aperfeiçoado para garantir que terá os recursos para ser entregue.
A empresa ou consórcio de empresas que vai executar as obras será conhecida por meio de uma licitação na modalidade concorrência pública de âmbito internacional. Do total a ser investido, R$ 10 milhões virão de empréstimo junto à CAF e R$ 2,5 milhões, dos cofres da prefeitura. A compra de equipamentos para o Teatro Elis Regina e a sala de cinema PF Gastal precisarão ainda de mais R$ 2,5 milhões, também incluídos no orçamento municipal. A abertura dos envelopes deve ocorrer no dia 26 de setembro e o início das obras, ainda este ano. A previsão é de 14 meses de duração, a partir da ordem de início.
O diretor da Usina do Gasômetro, Luiz Armando Capra Filho, explica que o projeto é da 3C Arquitetura e Desing e tem aprovação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado (Iphae), Conselho do Patrimônio Histórico Cultural da Secretaria Municipal da Cultura (Compahc) e Plano de Proteção Contra Incêndios (PPCI), liberado em julho pelo Corpo de Bombeiros. “A usina é tombada duas vezes: pelo município e pelo Estado. Esse projeto é seguro, funcional e respeita o patrimônio histórico”, afirma.
Modernização – Com a reforma, os espaços ganharão equipamentos modernos, mas manterão a essência de exibição de espetáculos experimentais. A ideia é que, com as operações comerciais, a Usina se torne financeiramente sustentável. Para maior segurança, está planejada a modernização da infraestrutura do prédio. O cinema, por exemplo, vai sair do terceiro andar para o térreo (embaixo do teatro). Duas novas escadas, uma voltada para os trilhos do aeromóvel e outra para acesso ao terraço, vão reforçar a independência dessa área.
Segundo o secretário municipal de Cultura, Luciano Alabarse, o lançamento do edital é um momento histórico para a vida da Usina do Gasômetro. “É uma obra que encontrará a alma de um povo”, diz ele. Presente no evento, a secretária estadual de Cultura, Beatriz Araújo, diz reconhecer a complexidade do projeto, do processo de contratação e as dificuldades em buscar entendimento entre todos os órgãos. “Será uma entrega relevante para todo o Estado, e torcemos para que tudo dê certo”, observa.
A secretária municipal de Planejamento e Gestão, Juliana Castro, ressalta a importância das obras do Gasômetro, que integram um projeto amplo de requalificação urbana da Orla do Guaíba e de parte da área central da cidade. “É um orgulho estar aqui. Este é um projeto que passou por diversas etapas e trará benefícios à população”, salienta. O vereador Reginaldo Pujol lembra a entrega do Largo dos Açorianos revitalizado, na última quinta-feira, 22, e que o local foi tomado por visitantes no final de semana. “Quando não se tem recursos na área cultural, temos que procurar. Vejo que várias das minhas expectativas estão se tornando realidade”, completa.
O QUE O PROJETO PREVÊ PARA A ESTRUTURA DO PRÉDIO
– Assentos e pergolados para apreciar a vista do Guaíba.
– Restaurante com vista panorâmica no quarto andar.
– A sala de cinema P.F. Gastal será requalificada e mudará do terceiro andar para o térreo.
– No segundo pavimento, ficará o Teatro Elis Regina, no formato de arena. Os assentos em volta do palco poderão abrigar até 300 pessoas.
Todos os espaços serão 100% acessíveis a pessoas com deficiências.Seminário debate "Educação em Tempos de Conflito" na Assembléia
“Educação em Tempos de Conflito” é o tema do seminário que vai marcar os 55 anos do Colégio João XXIII, na Assembléia Legislativa, no próximo sábado, 31/08. As inscrições estão abertas.
Seis educadores de renome foram convidados para refletir sobre os riscos e desafios da educação num ambiente de radicalizações, como no atual momento brasileiro.
O evento, das 9h às 18h, é voltado para educadores de universidades, de escolas públicas e privadas, estudantes e demais interessados no tema.
O seminário, com tradução inclusiva em Libras, custará 70 reais para público em geral e 35 para estudantes universitários e de outras instituições de ensino.
Estudantes do Colégio João XXIII têm gratuidade e profissionais da Escola pagam meia entrada. Interessados podem fazer as inscrições aqui. http://bit.ly/2S6WwfD.
Miguel Gonzalez Arroyo, titular emérito da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), PhD em Educação pela Stanford University. Dará ênfase em Política Educacional e Administração de Sistemas Educacionais, ao abordar o tema “Imagens quebradas – trajetórias e tempos de alunos e mestres”.
César Nunes, titular de Filosofia e História da Educação da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), César Nunes, doutor em Filosofia e Educação, Livre-Docente em Educação. O educador atua nas linhas de pesquisas Política, Ética e Educação e Epistemologia e Teorias da Educação. Escreveu 33 livros em sua trajetória acadêmica, sobre História, Filosofia, Formação de Professores, Ética e Sexualidade, entre outros temas. Atualmente é presidente nacional da ABRADES (Associação Brasileira para a Educação Afetiva e Ética Sexual). O cotidiano da escola como espaço de formação ética, estética e cultural emancipatória é o título de sua fala durante o seminário.
Jaqueline Moll, titular da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), doutora em Educação pela UFRGS, com estudos na Universidade de Barcelona, será uma das palestrantes. A educadora atuou como Conselheira do Conselho Estadual de Educação do Rio Grande do Sul no período de 2014 a 2018.
Leni Vieira Dornelles, professora titular da Faculdade de Educação da UFRGS, há 25 anos, doutora pela Pós-Graduação em Educação da FACED e Pós-Doutora em Estudos da Criança pela Universidade do Minho em Braga, Portugal. “Historicizando infâncias e juventudes que nos escapam”, será o seu tema.
“Dos pequenos racismos cotidianos: como e por que combater o racismo institucional” será explanado pela professora, doutora em Educação pela UFRGS Gladis Kaeercher, e coordenadora do UNIAFRO/UFRGS – Política de Promoção da Igualdade Racial – e criadora do estojo de giz de cera profissional cor de pele PiNTKOR UNIAFRO KORALLE, primeiro material grafo-plástico nacional voltado à educação das relações etnicorraciais no ambiente escolar.
Segundo a palestrante, discutir e entender o racismo e o racismo institucional, compreender como esses processos se constroem e pensar nas suas implicações para escola são um desafio. “Educar o olhar, afinar a ação antirracista e preparar estratégias para a construção de um cotidiano pautado pela ética e a empatia são as propostas de minha fala neste seminário”, destacou a educadora.
O seminário Educação em tempos de conflito terá ainda a palestra do psicanalista e membro da Associação Psicanalítica de Porto Alegre (APPOA), Gerson Pinho, que é mestre em Psicologia Social e Institucional pela UFRGS. O palestrante é professor de pós-graduação nos cursos de especialização em Problemas do Desenvolvimento na Infância e Adolescência, Estimulação Precoce e Psicomotricidade desenvolvidos pelo Centro Lydia Coriat de Porto Alegre em parceria com diferentes faculdades do Brasil. “Gênero, adolescência e contemporaneidade” é o título de sua fala.
SERVIÇO:
Seminário Educação em Tempos de Conflito
Dia 31 de agosto, das 8h às 19h
Teatro Dante Barone da Assembleia Legislativa do RS (Praça Marechal Deodoro, 1101, Centro Histórico)
Inscrições pelo link http://bit.ly/2S6WwfD.Vargas: o que há de atual num presidente que se suicidou há 65 anos
Menos de dez por cento dos brasileiros de hoje eram nascidos no dia 24 de agosto de 1954, o dia em que o Brasil acordou com a notícia do suicídio do Presidente da República.
Mas o gesto de Getulio Vargas que foi ditador e, depois, presidente eleito pelo voto popular permanece como um enigma que desafia a todos os brasileiros.
Todo o país sabia naqueles dias que Vargas estava acossado por uma crise que unia a elite conservadora e militares contra ele. Mas Vargas era um mestre em esvaziar as crises.
Uma reunião ministerial terminou de madrugada, o presidente se licenciaria do cargo no dia seguinte. Vargas recolheu-se para seu quarto, no palácio. Saiu, pouco depois, foi até o gabinete de trabalho, voltou, com “um objeto na mão”. Às 8h30 um estampido ecoou no palácio. A filha, Alzira encontrou Vargas inclinado sobre a cama, o pijama ensanguentado, o revólver do lado.
As edições extras dos noticiários de rádio e dos jornais impressos se multiplicaram como um rastilho de pólvora pelo país. Mesmo numa cidade longínqua como Santana do Livramento, na fronteira com o Uruguai, o diário local, A Platéia às dez horas da manhã circulava com edição extra e manchete feita às pressas pelo tipógrafo: “Suicidou-se o Presidente da República, G.Vargas”
Foi um raros dias na história brasileira em que o povo em fúria foi ás ruas e depredou os símbolos dos seus inimigos: as sedes dos partidos de direita, os jornais e rádios que faziam campanha contra o presidente e as empresas que alimentavam essa campanha.
Os vários rascunhos da carta indicam que ele trabalhou a idéia do suicídio como uma estratégia politica: transformar a sua derrota na derrota também de seus inimigos que seriam “os inimigos do povo”. “O povo de quem fui escravo não será mais escravo de ninguém”, escreveu em sua carta-testamento.
Homem da elite, Vargas acreditou na conciliação das classes e tentou promovê-la, ampliando direitos sociais e trabalhistas. Foi levado ao suicídio, que era a única saída que ele concebia para resgatar um fracasso.
http://youtu.be/jsxJ0eSnbgUMais de 100 escolas já responderam ao questionário sobre as carências da rede estadual
Até o meio-dia desta quinta-feira (22), 129 escolas estaduais haviam preenchido o questionário lançado pelo CPERS na última terça para mapear as necessidades e carências da rede.
Apesar de representar 5% do total de instituições, os números parciais já permitem vislumbrar um quadro caótico. O levantamento contabiliza, por exemplo, a falta de 679 educadores(as); uma média superior a cinco por escola.
A carência mais expressiva de recursos humanos refere-se a funcionários(as). As respostas apontam para a falta de 268 profissionais para atuar em diferentes áreas, como merenda, manutenção, administrativo e limpeza.
Já a falta de professores(as) em sala de aula chega, nas instituições participantes, à cifra de 143. Matemática e português estão entre as disciplinas mais afetadas.
Outra grande lacuna de recursos humanos é formada por especialistas, profissionais que atuam em áreas como supervisão, orientação escolar, administração e biblioteca. Faltam 161 nas escolas que preencheram o formulário.
O questionário também busca identificar problemas estruturais e administrativo, além de escolas ameaçadas de fechamento, turmas reduzidas ou com multisseriação e outras estratégias utilizadas pelo governo que prejudicam a qualidade da escola pública e o processo pedagógico.
Confira algumas respostas clicando aquiVídeo mostra chegada dos animais na 42ª Expointer
A Secretaria da Agricultura publica vídeo mostrando a chegada dos animais na Expointer e o trabalho da fiscalização estadual na recepção destes animais. O serviço conta com mais de 100 profissionais do serviço de fiscalização estadual. Os técnicos irão trabalhar continuamente para garantir a sanidade dos animais durante todo o evento.
Os primeiros criadores e profissionais chegaram na madrugada desta segunda-feira (19), no Parque de Exposições Assis Brasil, e se depararam com um Café de Cambona, especialidade tradicional gaúcha oferecida pela Prefeitura de São Nicolau aos ingressantes na Expointer.
A recepção aos animais de argola (de exposição) prossegue até as 23h59min da sexta-feira (23), véspera de início da Expointer. Os animais de provas e os rústicos poderão ingressar durante todo o período da feira, desde que tenham sido previamente inscritos.
Todos os animais que participam da Expointer são inspecionados pelo serviço veterinário oficial. Ao todo, mais de 100 profissionais, entre veterinários e quadro técnico, estarão envolvidos na atividade. Para a inspeção, além da Guia de Trânsito Animal (GTA), os proprietários devem apresentar uma série de documentos sanitários referentes a cada espécie. Os animais só podem entrar parque após a verificação dos itens exigidos e da inspeção clínica.
A 42ª edição da Expointer contará com 3.975 animais de argola. Além dos julgamentos e leilões de animais, a Expointer terá em sua programação o desfile dos campeões, palestras técnicas, feira da agricultura familiar e espetáculos artísticos, entre outras atrações. A Expointer ocorre de 24 de agosto a 1º de setembro, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio.
Assista o vídeo clicando aquiBolsonaro chamuscado nas queimadas da Amazônia
Após acusar ONGs como as responsáveis pelas queimadas na Amazônia, o presidente Jair Bolsonaro foi patético: afirmou hoje que “há suspeitas” de que produtores rurais estejam por trás dos incêndios que atingem a região.
Ele disse: “ajude-nos a combater isso daí. Você que é da região, você que é fazendeiro. Há suspeita que tem produtor rural que tá agora aproveitando e tacando fogo em geral aí. As consequências vêm pra todo mundo”
A reportagem do portal Uol destaca que “durante o vídeo, Bolsonaro voltou a citar as ONGs como hipotéticas responsáveis pelos incêndios, dessa vez também acusando produtores e indígenas.
Ao longo da transmissão, o presidente afirmou que incêndios são “comuns”, fazendo menção ao estado norte-americano da Califórnia e diferenciando que no Brasil há um “viés criminoso”.
Antes de elencar as acusações, disse: “Quem que pratica isso? Não sei. Os próprios fazendeiros, ONGs, seja lá o que for, índios, seja lá o que for”, disse.”
A matéria ainda informa que “o presidente disse ainda que o perfil do general Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) será utilizado como espécie de canal de denúncias para quem souber de informações sobre quem está praticando as queimadas ilegais.
“Qualquer denúncia do pessoal do pessoal da região amazônica que esteja pegando fogo, pode fazer, se tiver suspeita ou certeza que tenham pessoas identificadas que estão tocando fogo de forma criminosa, denunciem e bote aqui”, disse, segurando uma folha de papel com o endereço da rede social de Heleno.Pesquisa mostra Bolsonaro como 3º líder mais mal avaliado da América Latina
O presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, é o terceiro líder mais mal avaliado da América Latina, à frente apenas dos dirigentes de Cuba e Venezuela, segundo pesquisa realizada em 14 países da região.
Os dados são do instituto Ipsos, que entrevistou 403 pessoas em levantamento realizado entre os dias 27 de junho e 24 de julho deste ano. Foram ouvidos líderes de opinião e jornalistas reconhecidos de meios de comunicação latino-americanos.
O ditador venezuelano, Nicolás Maduro, registra a menor taxa de aprovação da região, com apenas 3% de apoio, enquanto Miguel Díaz-Canel, líder da ditadura cubana, aparece com 18%. Apesar de comandarem regimes autoritários, os dois oficialmente possuem o título de presidente.
Bolsonaro aparece como o terceiro com menor aprovação, com 29% —entre as democracias, ele é o mais mal avaliado.
No total, foram avaliados os líderes de 12 países: Brasil, Venezuela, Bolívia, Uruguai, Argentina, Equador, Chile, Peru, Colômbia, Cuba, México e Panamá.
O Chile tem o presidente com maior aprovação —Sebastian Piñera aparece com 68% na pesquisa. Em segundo lugar está Tabaré Vásquez, presidente do Uruguai, com 65%.
Na edição de 2018 da pesquisa, os dois já eram os mais bem colocados, mas apareciam em ordem invertida. Com 53% de aprovação, Iván Duque, presidente da Colômbia, é o terceiro colocado.
De novembro de 2018, quando foi divulgada a última edição do levantamento, para cá, a imagem do presidente Jair Bolsonaro melhorou. Sua aprovação à época, após ter sido eleito, era de 25%, quatro pontos abaixo do dado atual.
Se apenas 21% dos ouvidos no Brasil avaliam Bolsonaro positivamente, é na Bolívia que o presidente encontra sua maior taxa de aprovação: 44% dos entrevistados disseram apoiá-lo de maneira absoluta ou parcial.
Já entre os colombianos, 85% o desaprovam completamente ou parcialmente, o que faz da Colômbia o país com pior taxa de aprovação para presidente brasileiro.
O instituto Ipsos, que realiza estudos de mercado em mais de 90 países, destaca que os resultados apresentados não são representativos das sociedades latino-americanas. Seu objetivo é expor a opinião de cidadãos considerados mais informados e influentes para a opinião pública.
(Com informações da Folha de São Paulo)Expointer: Pavilhão da Agricultura Familiar terá maior número de expositores neste ano
Os agricultores familiares terão maior participação na 42ª edição da Expointer, com 316 espaços de comercialização na 21ª Feira da Agricultura Familiar. O pavilhão com mais de sete mil metros quadrados oferecerá aos visitantes toda a diversidade de produção das agroindústrias, artesanato rural, plantas e flores, além de quatro cozinhas com refeições.
Os estandes serão divididos entre 247 agroindústrias; 65 empreendimentos de artesanato rural, plantas e flores; e quatro cozinhas do Rio Grande do Sul, mais cinco empreendimentos rurais do Rio de Janeiro, 10 de Minas Gerais e 1 do Amapá. O número de inscrições é 9,5% maior do que no ano passado, quando 285 expositores participaram da feira.
A feira é organizada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, por meio da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo, Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), Emater/RS-Ascar, Federação dos Trabalhadores na Agricultura no RS (Fetag), Federação dos Trabalhadores na Agricultura do RS (Fetraf-Sul) e Via Campesina.
Ao todo, serão 139 municípios do Estado representados no local. “Os visitantes poderão conhecer e adquirir alimentos tradicionais e inovadores, que cumprem as exigências tributárias, sanitárias e ambientais, além de representar um modo de produção diferenciado, ligado ao localismo, à tradição e à cultura alimentar e a um modo de produção menos intensivo”, destaca a engenheira de alimentos e extensionista rural e social da Emater/RS-Ascar, Bruna Bresolin Roldan.
Neste ano, 55 empreendimentos participarão pela primeira vez da Expointer, como a família Rojhan, que fabrica embutidos em Sapiranga, na localidade de Picada Verão, e levará para a feira 16 tipos de produtos como salames, linguiças, lombo e filé de suíno defumados, salsichão e bacon. Segundo Danilo Rojhan, proprietário da agroindústria junto com a esposa Edina e os filhos Ruana e Vitor, a empresa processa de 2 mil mil a 2,5 mil quilos de suínos, que a família vende, principalmente, na feira municipal de Sapiranga. Neste ano, a produção foi suficiente para a realização do sonho antigo de participar da Expointer.
Cozinha Show
Em 2018, além de completar 20 anos com sucesso reconhecido de público e vendas, o Pavilhão da Agricultura Familiar dobrou de tamanho, passando de 3,5 mil metros quadrados para 7,6 mil metros quadrados. O novo espaço possibilitou a ampliação da praça de alimentação para 410 lugares e a criação de um depósito interno, que facilita a reposição dos produtos das agroindústrias.
Outra novidade desta edição será a Cozinha Show, iniciativa da Emater/RS-Ascar com apoio do curso de Gastronomia da Universidade de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA). O espaço tem por objetivo divulgar e valorizar os alimentos produzidos pelas agroindústrias familiares e comercializados no pavilhão, que serão usados em receitas elaboradas por chefs de cozinha.
De acordo com a extensionista Bruna Bresolin Roldan, haverá demonstrações gratuitas e diárias aos visitantes, do segundo (25/8) ao penúltimo dia (31/8) de feira. “Serão demonstradas duas receitas por dia, sendo uma salgada e uma doce, às 13h e às 15h”, anunciou. Todas as receitas estarão disponíveis no APP da Emater/RS-Ascar na Expointer.Demhab realiza sorteio para últimas transferências da Vila Dique
As últimas 15 famílias que optaram por sair da Vila Dique e morar no Condomínio Habitacional Porto Novo (av. Bernardino Amorim, 1915, bairro Rubem Berta) escolheram as suas unidades na manhã desta quinta-feira, 22. O sorteio para a escolha das novas moradias foi realizado no auditório do Departamento Municipal de Habitação (Demhab). A Caixa Econômica Federal chamará cada família para a assinatura dos contratos e entrega das chaves. As mudanças devem ter início até o fim de agosto.
O processo da transferência das famílias começou em 2006, mas as mudanças tiveram início em 2012 e chegam agora em sua última etapa. No total, o Condomínio Porto Novo receberá 1554 famílias.
Os representantes da Caixa Federal afirmam que as unidades não podem ser alugadas ou vendidas. Também destacam que a manutenção pela qualidade das casas e apartamentos é de cada novo proprietário. Dona Eleci Oliveira comemorou muito. “Estou esperando desde 2015, chegou a minha vez. Não tenho palavras para dizer como estou feliz! Tenho dificuldades com a minha perna para me deslocar e na Dique é tudo muito difícil, quem conhece sabe. Agora não, agora vou viver muito melhor.
