Categoria: Geral

  • Domingo histórico num país dividido

    O Brasil não terá visto antes tantos cidadãos na rua como neste domingo. É o que se prevê.
    De um lado diversos movimentos que pregam o impeachment da presidente da República.
    De outro os que querem respeito ao resultado das eleições de 2014 e rejeitam a “tentativa de golpe” contra Dilma Rousseff.
    Os movimentos pró-impeachment mobilizam-se há meses, praticamente desde a última manifestação de março do ano passado.
    Na página do facebook do grupo “Vem pra rua”, há mobilização em mais de 460 cidades pelo País e 29 cidades no exterior.
    Há postagens indicando as cidades de todas as regiões onde vão acontecer manifesto e os respectivos lugares onde haverá concentração de pessoas. O grupo possui quase 1 milhão de curtidas.
    Na página do Grupo Movimento Livre Brasil, a mobilização a favor do impeachment é grande.
    Vídeos e chamadas para a manifestação estão há dias circulando em todos grupos contra Lula e Dilma há pelo menos um mês.
    Os defensores da presidente e do respeito às urnas foram surpreendidos pela medidas contra o ex-presidente Lula, que foi levado a depor sob varas, denunciado e com prisão preventiva pedida por promotores.
    A reação foi imediata: não só de defensores do governo dentro e fora do PT, mas da cidadania que repudia o golpe político.
    Na mesma sexta-feira, dia em que Lula depôs à PF, militantes saíram em defesa do ex-presidente. Faixas de “Não vai ter golpe, vai ter Luta” marcaram as manifestações pró-governo.
    Amanhã não será diferente, apesar de parecer mais enfraquecido, o governo através da militância e da esquerda, terá defesa.
    Nas duas maiores cidades do País, Rio e São Paulo as manifestações contra a presidente aparecem com mais força.
    No Rio o protesto será em Copacabana no posto 5, e se repetir outros protestos, deve reunir milhares de pessoas.
    Em São Paulo a avenida Paulista será o lugar de protesto contra a presidente. O Estado governado pelo PSDB, deve ser o que vai reunir mais pessoas
     

  • Ônibus movidos a hidrogênio já circulam em São Paulo

    Dois novos ônibus movidos a hidrogêncio entraram este mes em circulação no Corredor São Mateus-Jabaquara, em São Paulo.
    Outros três veículos a hidrogênio já estavam em teste na capital paulista desde junho de 2015. Mais 30 veículos já foram encomendados.
    Os ônibus, desenvolvidos com tecnologia brasileira, são resultado de um projeto financiado pela Finep e pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF).
    A tecnologia de propulsão a hidrogênio é totalmente livre de emissões de poluentes.
    No lugar de dióxido de carbono e outras emissões dos carros comuns, somente vapor d’água é eliminado pelo escapamento dos ônibus.
    Os dois novos veículos reforçam a preocupação com a natureza. Eles são decorados com pássaros representativos da fauna brasileira e recebem nomes de aves.
    A carroceria especial para esses ônibus é fabricada pela Tuttotrasporti, empresa de Caxias do Sul, que tem mais de 15 anos de experiência..
    Uma demonstração já foi feita em Porto Alegre no início deste ano, mas nada foi concretizado por enquanto.

    Em 2006, a empresa desenvolveu um chassi especial que, segundo ela, é do primeiro veículo a hidrogênio da América Latina.
    Um protótipo de veículo foi produzido e fornecido à EMTU – Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos, estatal do governo de São Paulo.
    Após quase seis anos, o projeto foi aprovado e firmado contrato para os primeiros veículos a hidrogênio.
    A Tuttotrasporti já tem contrato também para fornecer outros 30 veículos movidos a hidrogênio para a prefeitura municipal de São Paulo.
    Os ônibus a hidrogênio são dotados de um motor elétrico e não a combustão, como são os convencionais.
    O hidrogênio pode ser obtido a partir de gás natural (vindo da Bolívia), do etanol (álcool, também abundante no Brasil) e de água.
    Por eletrólise, as moléculas de hidrogênio são isoladas e transformadas em gás, que é introduzido numa célula de combustível dentro do ônibus e gera energia elétrica — a que move o veículo.
    Esse tipo de combustível  já é usado em países como Austrália e Alemanha, em frotas pequenas, de 20 a 30 ônibus.
     
  • Entidades ingressam com ação civil pública para rescindir contrato do Cais Mauá

    O movimento Cais Mauá de Todos está chamando a imprensa para uma entrevista coletiva na segunda-feira, dia 14, às 11 horas, na sede do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB-RS, Rua General Canabarro nº 363, esquina Riachuelo).
    Será apresentada na ocasião a Ação Civil Pública ajuizada pelas entidades IAB-RS, AGAPAN, Associação Moradores Centro Histórico e DEFENDER.
    Leia todas as notícias sobre o Cais Mauá no especial do Jornal JÁ sobre a obra de revitalização.
    A ação pede a rescisão do contrato de concessão com o consórcio Porto Cais Mauá do Brasil.
    O grupo já protocolou, em ocasiões anteriores, ações populares contra a obra de revitalização, que consideram inadequada para o espaço.Há ainda outras várias demandas judiciais correndo no Ministério Público Estadual.
    Porém, a avaliação é que com a Ação Civil Pública, o debate jurídico sobre o Cais Mauá “ingressa em um novo patamar”.
    A coletiva também apresentará temas como uma possível abertura da CPI do Cais Mauá, com destaque para as ilegalidades licitatórias e contratuais, idoneidade do empreendedor, cumprimento das leis; além de atentados paisagísticos, urbanísticos e ambientais.
    Será uma preparação para a audiência pública convocada pela Assembleia Legislativa para a próxima quarta-feira, 16, às 18h.
    A coletiva de imprensa terá a presença do deputado estadual Tarcísio Zimmermann; do vereador Marcelo Sgarbossa; do presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB RS), Tiago Holzmann da Silva;  do sociólogo João Volino, líder do Movimento Cais Mauá; além da participação de representantes da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (AGAPAN) e Associação Centro Histórico.

  • Promotores querem prender Lula ou é apenas mais um lance da campanha?

    P.C.de Lester
    Três jovens promotores de São Paulo pedem a prisão do ex-presidente Lula, embora não tenham provas contra ele.
    No mesmo dia, sem mencionar o fato, dão uma entrevista coletiva onde destilam sua convicção de que Lula ganhou o triplex no Guaruja de presente da empreiteira OAS.
    Um deles, que parece o líder, se mostra indignado. “Mais de sete mil pessoas foram fraudadas em seu sonho da casa própria, enquanto uma única pessoa se beneficiou”. Mas provas não mostram.
    Eles dizem que não tem motivação política. “Pouco importa as repercussões políticas ou sociais, seguimos os prazos do judiciário”, disse um deles.
    Terá sido mera coincidência o fato de apresentarem o pedido de prisão preventiva de Lula às vesperas das grandes manifestações programadas para domingo.
    É no mínimo insensibilidade. .
    Nos próximos dias vai se ver. Se é mais um factóide, destinado mais a produzir manchetes para inviabilizar o candidato  Lula, ou se é o fósforo, aquele.

  • Em "carta aberta ao povo gaúcho" policiais pedem socorro

    A “Carta Aberta ao Povo Gaúcho”, divulgada na quarta-feira, 9, por todas as entidades da segurança pública, é um pedido de socorro, diante de uma situação insustentável..
    Pela primeira vez, os policiais federais se uniram aos colegas da forças estaduais – Polícia Civil – para denunciar o descalabro na segurança pública do Rio Grande do Sul.
    Os policias citaram o aumento de homicídios nos últimos meses, enquanto em estados como Rio de Janeiro e São Paulo esse índice baixou em relação ao mesmo período de 2014.
    “Má vontade” e “descaso” foram alguns dos adjetivos usados para caracterizar a atual gestão estadual.
    Os servidores lembraram que hoje há um déficit de 59% no efetivo da Brigada Militar. O número de brigadianos em serviço hoje é menor do que o de 1986.
    IGP, Susepe e Corpo de Bombeiros também reclamaram de sucateamento, falta de recursos materiais e humanos para assegurar o minimo de serviços a população.
    Acesse a carta na íntegra no link:http://www.sinpefrs.org.br/site/wp-content/uploads/2016/03/CartaAberta.pdf

  • Funcionários pedem "sala de segurança" no postão da Vila Cruzeiro

    A falta de segurança foi a principal reclamação dos funcionários do Pronto Atendimento da Vila Cruzeiro do Sul, o chamado “Postão da Cruzeiro”, a uma comissão de vereadores que foi até o local, na última terça-feira.
    Os parlamentares e representantes do Ministério Publico presentes no Postão, constaram que o atendimento é bom mas a segurança é precária.
    Até mesmo as ambulâncias da Samu tem dificuldade no atendimento. Muitas vezes a equipe  precisa ser escoltada para prestar serviço.
    Foi entregue aos vereadores uma carta com uma série de reivindicações que implicam em coisas básicas como um botão de emergência caso o lugar venha ser invadido por criminosos e até mesmo a “sala de segurança” para proteger enfermeiros e pacientes em caso de ataque.
    As comissões irão cobrar da Prefeitura quais compromissos a serem firmados na região.
    Foi marcado para o próximo dia 15 uma reunião com todos novamente para debater e arranjar soluções.

  • Lula não pode ser candidato

    P.C. de Lester
    Vendo que o impeachment na Câmara não se materializa e que a hipótese de nova eleição ainda este ano pode ser uma boa para Lula, as tropas do antipetismo concentram suas forças num ataque maciço ao ex-presidente.
    Primeiro uma série de denúncias na imprensa, em seguida a delação de Delcídio, depois a “condução coercitiva” para depor, agora a denúncia do promotor de São Paulo. É um cerco implacável.
    Não se trata de não investigar Lula, as denúncias que existem contra ele tem que ser devidamente esclarecidas. Não há o que discutir.
    Mas a sequência de fatos, as circunstâncias em que eles surgem e o viés que adquirem na imprensa, revelam uma articulação e um propósito.
    É preciso inviabilizar Lula como candidato em qualquer circunstância. Mesmo que para isso seja necessário incendiar o país. Estratégia perigosa, que pode inclusive ter o resultado oposto: eleger o Lula, se a democracia resistir.
     

  • Brigada Militar vai bloquear ruas entre Parcão e Redenção no domingo

    O trânsito ficará restrito e com barreiras nas ruas que ligam o Parque Moinhos de Vento e a Redenção, onde acontecem no próximo domingo manifestações contra e pró o governo Dilma.
    No Parcão vão se concentrar os que querem o impeachment da presidente da República. Na Redenção se reunirão os que defendem Dilma Rousseff no movimento “não vai ter golpe”.
    O comandante da Brigada Militar, coronel Mario Ikeda, disse à rádio Gaúcha que o plano de segurança para evitar conflitos entre os manifestantes do domingo está sendo concluído e levará em conta a estimativa do  número de participantes em cada ato.
    Já está definido no entanto que o policiamento vai impedir deslocamentos de grupos entre os dois pontos de concentração.

  • Decisão Judicial mantem o preço da passagem a R$ 3,25

    Foi rejeitado, nesta terça-feira, o pedido de reconsideração do reajuste do valor da passagem.
    A decisão da Desembargadora Marilene Bonzanini, da 22ª Câmara Cível do TJRS, manteve o valor da passagem em R$ 3,25.
    A decisão, segundo a magistrada, foi mantida por entender que a revogação da liminar deve ser pedida para análise da Justiça em primeiro grau.
    A justiça havia concedido liminar que anula o reajuste para R$ 3,75 por entender que a proposta de aumento não havia passado pelo Conselho Municipal de Transporte Urbano de Porto Alegre (Comtu).
    Quinta-feira passada foi apresentado ao  conselho a ratificação do aumento. O conselho aprovou por 12 votos favoráveis a 4 contra a metodologia do cálculo.

  • Nove entidades denunciam desmonte na segurança pública do RS

    Acontece amanhã, as 10h30h , na sede do Sindicato dos Policiais Federais do RS – SINPEF/RS um reunião entre 9 entidades representativas dos servidores da segurança pública.
    Na ocasião será divulgada uma carta aberta ao povo gaúcho para denunciar a crise e o desmonte do setor no Estado. A informação foi dada através da assessoria de imprensa.
    Participarão do protesto as seguintes instituições: Sindicato dos Policias Federais do RS – SINPEF/RS,  Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais do RS – SINPRF/RS, UGEIRM-Sindicato dos Inspetores, Escrivães e Investigadores de Polícia do RS – UGEIRM,  Associação Beneficente Antônio Mendes Filho, dos Servidores de Nível Médio da Brigada Militar e Bombeiros Militares do RS – ABAMF, Associação dos Sargentos, Subtenentes e Tenentes da Brigada Militar e Bombeiros Militar do RS – ASSTBM, Associação dos Oficiais Subalternos da Brigada Militar – AOFSBM, Sindicato dos Servidores Penitenciários do RS – AMAPERGS, Sindicato dos Servidores do Instituto-Geral de Perícia do RS –SINDIPERICIAS e Associação de Bombeiros do RS – ABERGS.