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  • CARAS NOVAS EM PLENÁRIO

    São 22 novos parlamentares na Assembleia em 2011

    Pela segunda vez consecutiva, o índice de renovação na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul foi de 40% na eleição de 2010.

    Ou seja 22 nomes novos vão integrar o parlamento gaúcho a partir desta segunda feira, 31, ao lado de 33 reeleitos.

    Destes novos integrantes, 17 são estreantes no Legislativo estadual, quatro já haviam ocupado o cargo anteriormente e um era suplente em 2006 e exerceu temporariamente o mandato.

    No período legislativo que se inicia, o parlamento gaúcho terá mais mulheres e mais jovens, além de uma presença marcante de novos parlamentares com uma herança política familiar.

  • Dobrou o número de mulheres no parlamento

    De quatro, passou para oito o número de mulheres que integram o parlamento do Rio Grande do Sul  a partir desta segunda-feira, 31.
    É também uma mulher, Silvana Covatti, a mais votada no pleito de 2010. Em 2006, quatro mulheres foram eleitas para o parlamento gaúcho: Stela Farias (PT), Marisa Formolo (PT), Silvana Covatti (PP) e Zilá Breitenbach (PSDB).</p>
    Também foi uma mulher – Silvana Covatti (PP) – quem alcançou o maior número de votos na eleição. Natural de Frederico Westphalen, a deputada se reelegeu com 85.604 votos.
    Em 2006, quatro mulheres foram eleitas para o parlamento gaúcho: Stela Farias (PT), Marisa Formolo (PT), Silvana Covatti (PP) e Zilá Breitenbach (PSDB).
    Agora o número dobrou.
    As quatros que já eram deputadas, se reelegeram, duas – Miriam Marroni (PT) e Maria Helena Sartori (PMDB) – já foram deputadas em legislaturas anteriores e estão de volta à Casa. E duas -Ana Affonso (PT) e Juliana Brizola (PDT)- são estreantes.
    Também foi uma mulher – Silvana Covatti (PP) – quem alcançou o maior número de votos na eleição. Natural de Frederico Westphalen, a deputada se reelegeu com 85.604 votos.
    Em segundo mais votado foi o deputado Marco Alba (PMDB), de Gravataí, com 82.269 votos.

  • Deputado mais jovem tem 27 anos

    O mais novo deputado do parlamento gaúcho é José Paladini, o  Catarina (PSB), que aos 27 anos assume o primeiro mandato parlamentar após ser suplente de vereador em Pelotas.
    Além dele, outros cinco deputados têm menos de 40 anos: Lucas Redecker (PSDB), 29, Marcelo Moraes (PTB) e Márcio Biolchi (PMDB), 31, e Mano Changes (PP) e Juliana Brizola (PDT), 35.
    Confira a lista de deputados que serão empossados:
    PT – Adão Villaverde, Alexandre Lindenmeyer, Altemir Tortelli, Ana Affonso, Daniel Bordignon, Edegar Pretto, Luis Lauermann, Luiz Fernando Mainardi, Marisa Formolo, Miriam Marroni, Nelsinho Metalúrgico, Raul Pont, Stela Farias,Valdeci OliveiraPMDB – Alexandre Postal, Álvaro Boessio, Edson Brum, Gilberto Capoani, Giovani Feltes, Márcio Biolchi, Marco Alba, Maria Helena SartoriPDT – Adroaldo Loureiro, Alceu Barbosa Velho, Ciro Simoni, Dr. Basegio, Gerson Burmann, Gilmar Sossella, Juliana Brizola
    PP – Adolfo Brito, Frederico Antunes, João Fischer (Fixinha), José Francisco Gorski (Chicão), Mano Changes, Pedro Westphalen, Silvana Covatti
    PTB – Aloísio Classmann, Cassiá Carpes, José Sperotto, Luis Augusto Lara, Marcelo Moraes, Ronaldo Santini
    PSDB – Adilson Troca, Jorge Pozzobom, Lucas Redecker, Pedro Pereira, Zilá Breitenbach
    PSB – Heitor Schuch, José Paladini (Catarina), Miki Breier
    PPS – Luciano Azevedo, Paulo Odone
    DEM – Paulo Borges
    PCdoB – Raul Carrion
    PRB – Carlos Gomes

  • Quatro foram eleitos pelo sobrenome

    Juliana Brizola (PDT)

    Apesar de terem conquistado agora o primeiro mandato parlamentar, eles já são conhecidos dos gaúchos pelos sobrenomes que possuem. Edegar Pretto, Juliana Brizola, Lucas Redecker e Marcelo Moraes tem a política como herança familiar.
    Edegar Pretto, mais votado da bancada do PT (69.233 votos), é filho do ex-deputado Adão Pretto.Neta de Brizola, Juliana também fez a maior votação de seu partido, o PDT: foram 61.305 votos.Da mesma forma, Lucas Redecker, filho do ex-deputado federal Júlio Redecker, elegeu-se com 69.043 votos, o recorde do PSDB. Já Marcelo Moraes, filho do deputado federal Sérgio Moraes, foi eleito com 32.535 votos pelo PTB.

  • Onze partidos estão representados

    Os 55 deputados que compõem a Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul até 2014, representam onze partidos:  PT, PMDB, PP, PSDB, PDT, PTB, PSB, PPS, DEM, PCdoB e PRB.
    Dessas, apenas a do PRB não elegeu representantes nas eleições de 2006. A bancada passou a existir durante a 52ª Legislatura, quando o deputado Carlos Gomes deixou o PPS e ingressou no novo partido. Gomes agora se reelegeu pela nova sigla.
    PT, a maior bancada, com quatro novos
    A bancada que mais se renovou foi a do PT, que passa a contar com 14 representantes, quatro a mais do que em 2006.
    Continuam no Parlamento os deputados Adão Villaverde, Marisa Formolo, Raul Pont, Stela Farias e Daniel Bordignon e somam-se a eles Edegar Pretto, Valdeci Oliveira, Luis Lauermann, Alexandre Lindenmeyer, Nelsinho Metalúrgico, Ana Affonso, Altemir Tortelli, Luiz Fernando Mainardi e Miriam Marroni.
    Também ampliaram suas bancadas o PTB, que tinha cinco e elegeu mais um e o PSB, que eleva de duas para três cadeiras a sua participação na Assembleia.
    Pelo PTB, foram reeleitos os deputados Luis Augusto Lara, Aloísio Classmann e Cassiá Carpes e estreiam Ronaldo Santini e Marcelo Moraes. José Sperotto (ex-DEM) completa a nominata. Pelo PSB, foram reeleitos os deputados Heitor Schuch e Miki Breier e eleito José Antonio Júnior Frozza Paladini, o Catarina.
    Aliados do governo anterior,  PMDB, PP, PPS e DEM tiveram sua representatividade reduzida.
    O PMDB perde uma cadeira em relação a 2006, quando elegeu nove parlamentares, e duas em relação à configuração atual, de dez deputados (havia garantido mais uma vaga este ano com a saída de Iradir Pietroski).
    Foram reeleitos: Marco Alba, Edson Brum, Márcio Biolchi, Gilberto Capoani e Alexandre Postal e eleitos Giovani Feltes, Maria Helena Sartori e Álvaro Boessio (que já foi deputado nesta legislatura ao assumir vaga como suplente).
    O PP, que detinha nove cadeiras em 2006 passa a contar com sete, elegendo Silvana Covatti, Pedro Westphalen, Adolfo Brito, Frederico Antunes, João Fischer (Fixinha) e Mano Changes, já deputados, e o estreante José Francisco Gorski, o Chicão. O PPS reduz o número de cadeiras de quatro para duas, reelegendo Paulo Odone e Luciano Azevedo. O DEM (ex-PFL), que em 2006 garantiu três cadeiras, obteve apenas uma, com Paulo Borges.
    PDT, PSDB e PCdoB mantiveram o mesmo número de assentos no Legislativo: sete para o PDT, com os estreantes Juliana Brizola, Alceu Barbosa Velho e Dr. Basegio e os já deputados Gilmar Sossella, Gerson Burmann, Adroaldo Loureiro e Ciro Simoni; cinco para o PSDB, com os novatos Lucas Redecker e Jorge Pozzobon e os deputados Pedro Pereira, Adilson Troca e Zilá Breitenbach; e uma para o PCdoB, com Raul Carrion. O PRB elegeu um parlamentar, Carlos Gomes, que em 2006 havia sido eleito pelo PPS mas durante a legislatura migrou para o atual partido.
    Confira as mudanças:

    Sigla20102006
    PT1410
    PMDB0809
    PP0709
    PPS0204
    PSDB0505
    PDT0707
    PTB0605
    DEM0103
    PSB0302
    PCdoB0101
    PRB01
  • Movimento lança Adeli Sell para 2012

    Porto Alegre – Eleições 2012
    ‘Movimento Cidade Legal’ lança Adeli Sell pré-candidato à prefeito de Porto Alegre/RS
    Com a abertura das discussões envolvendo a agenda política de 2012, ano em que haverá eleições municipais, a maioria dos partidos políticos já começa a discutir suas táticas eleitorais, possibilidades de alianças e mesmo os nomes que poderão ser apresentados para a avaliação dos eleitores.
    Em Porto Alegre, metrópole com tradição de protagonizar acirradas disputas, não é diferente. Recentemente foi lançado o Movimento ‘Cidade Legal, Adeli Sell Prefeito da Capital’. Trata-se de um conjunto de militantes petistas, assim como de apoiadores voluntários e independentes, que está propondo a discussão e o lançamento da pré-candidatura do vereador à prefeitura de Porto Alegre, objetivando assim o retorno da sigla, depois de 8 anos, ao Paço Municipal.
    Composto por integrantes da sociedade civil, o Movimento já criou, inclusive, o Blog: www.adelisellprefeito.blogspot.com que se propõe a ser um interlocutor e, ao mesmo tempo, um divulgador das ações do vereador Adeli Sell, atual Presidente do PT municipal e vereador por 4 mandatos, que adotou Porto Alegre há mais de 30 anos para nela viver e trabalhar.
    Dizem os integrantes do ‘Movimento Cidade Legal’: “Queremos, com este Movimento, aglutinar e articular cidadãos e cidadãs que queiram uma Porto Alegre melhor, mais acolhedora, mais solidária, mais limpa, mais humana – e ParaTodos. Este é o objetivo do Movimento! Um espaço que reúna aqueles que querem discutir os problemas e as soluções para a Capital dos gaúchos; que entendam que essas soluções passam necessariamente pela articulação de um Projeto, e que esse Projeto tenha, como principal condutor, uma pessoa que conhece esta cidade como ninguém, que já deu provas de sua competência, de sua seriedade no trato com a coisa pública, de sua dedicação e amor pela cidade. Essa pessoa, não temos dúvida, talhada para esse desafio, é o vereador Adeli Sell”.
    O Movimento, que está aberto à adesões, já realizou alguns encontros e está agendando uma grande plenária para o mês de março. Os interessados em participar podem entrar em contato pelo e-mail: mov.adeliprefeito@bol.com.br
    Carlos Matsubara – jornalista

  • A Revolução Eólica (16) – GOVERNO PREVÊ QUE SETOR CRESÇA 320% EM DEZ ANOS

    Atualmente, as usinas eólicas instaladas somam 930,5 MW espalhados por 50 parques, dos quais 40 receberam apoio do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa).As hidrelétricas, principal fonte de geração do país, têm 110.000 MW instalados.
    A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) prevê que as usinas eólicas no Brasil cresçam 320% em dez anos. Atualmente, as usinas eólicas instaladas somam 930,5 MW espalhados por 50 parques, dos quais 40 receberam apoio do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa).As hidrelétricas, principal fonte de geração do país, têm 110.000 MW instalados.
    O diretor executivo da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), Pedro Perrelli, espera que o governo realize este ano outro leilão a fim de comercializar 2 mil MW. Entre 2009 e 2010 o setor vendeu mais de 3.800 MW, previstos para entrar em operação até 2013.
    A expectativa do diretor da entidade é que o número de usinas no país aumente para cerca de 200, com geração total de 5.319 MW.
    Pelo Proinfa estão previstos neste ano mais 510 MW distribuídos por 14 parques eólicos, totalizando 1.440 MW.
    Perrelli calcula que haja potencial para instalar até 300 mil MW de energia a partir dos ventos. “O crescimento do setor é um processo irreversível, do ponto de vista ambiental e econômico, se comparado com a energia termelétrica”, afirmou o diretor da ABEEólica.

  • Feira ecológica ensina a aproveitar alimentos

    Neste sábado, 29 de fevereiro, a Feira dos Agricultores Ecologistas, no Bom Fim, vai mostrar como usar alimentos alternativos e resistentes a bruscas variações do clima. A partir das 9h30, na Banca do Meio. Oficinas para aprender a fazer compostagem com lixo doméstico em pequenos espaços acontecem a partir das 10h, ao lado da Banca das Flores. As atividades são gratuitas.
    A nutricionista Herta Karp Wiener vai ensinar como preparar salada de folhas de batata-doce, cujo valor nutritivo só perde para as folhas de aipim, mas as de aipim precisam ser processadas, e as da batata-doce podem ser ingeridas in natura. As folhas têm mais vitaminas A e C, cálcio e ferro do que a batata.
    Sobras de alimentos orgânicos, como cascas e folhas, viram nutrientes em composteiras montadas em caixas, até em locais pequenos como a lavanderia de um apartamento. A oficina do DMLU e do Grupo ECO2009 vai ensinar como fazer. Os 150 primeiros participantes ganharão um manual impresso. A Feira dos Agricultores Ecologistas acontece aos sábados no canteiro central da primeira quadra da avenida José Bonifácio, em Porto Alegre, das 7h às 13h.

  • A Revolução Eólica (15) – MAPA DOS VENTOS FOI PONTO DE PARTIDA

    O Atlas Eólico do Rio Grande do Sul, produzido entre os anos de 2000 e 2002, mostra que os ventos sobre o Estado são suficientes para ajudar a suprir a demanda energética regional.
    Ao longo dos 630 km de extensão do litoral gaúcho, demarcado um “corredor” com 986 km2 com ventos intensos.
    Há condições favoráveis também nos Campos de Cima da Serra, na Fronteira Sudoeste e os municípios de Giruá, Santo Ângelo e Santa Rosa.
    O grupo espanhol Fortuny, que adquiriu os projetos da Gamesa no Estado, projeta investimentos nos municípios de Jaguarão, Santana do Livramento e Piratini.
    Os parques eólicos de Osório, no Litoral Norte, já têm licença prévia da Fepam para a instalação de mais 75 aerogeradores, o que vai duplicar sua capacidade de produção.
    Mapa da energia eólica na Região Sul | Clique para baixar o PDF
    É o maior conjunto da América Latina – desde janeiro de 2007 em operação comercial, é o único projeto de energia eólica em funcionamento no Rio Grande do Sul, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).
    [pdf url=”URL”]Text of the link[/pdf]
    Subdividido em três parques – Osório, Sangradouro e Índios –, com um total de 75 aerogeradores, e 150 MW de potência instalada, o empreendimento é capaz de produzir 425 milhões de kWh por ano de energia – o suficiente para abastecer anualmente o consumo residencial de cerca de 650 mil pessoas de um município como Porto Alegre.
    O projeto foi realizado no âmbito do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia do Governo Federal – Proinfa, e foram investidos no projeto R$ 665 milhões, dos quais R$ 465 milhões financiados pelo BNDES e um consórcio de bancos.
    O contrato com a Eletobras é de 20 anos para que a Ventos do Sul Energia forneça os 150 MWh à CEEE, recebendo R$ 231 por MW/h. A Ventos do Sul é constituída pelos espanhóis da Elecnor/Enerfin Enervento e os alemães da Enercon/Wobben Windpower, e tem como presidente Telmo Magadan, sócio-proprietário da CIP Brasil, empresa gaúcha que participou da fundação do parque de Osório.
    A Enerfin inscreveu 392MW no leilão de energia eólica, entretanto teve comercializados 96MW.

    Geração de energia elétrica no RS – (MW/%)

    Hidrelétrica – 74,9
    Carvão mineral – 10,5
    Gás natural – 13,0
    Óleo – 0,0
    Energia eólica – 0,4
    Outras fontes – 1,6
     
    Fonte: Atlas Eólico Brasileiro, produzido pelo Centro de Pesquisas da Energia Elétrica (CEPEL), da Eletrobras.

  • CGTEE ainda não sabe por que foi adiada inauguração

    A decisão de adiar a inauguração da usina Candiota III foi comunicada pelo ministro das Minas e Energia, Edson Lobão, ao presidente da CGTEE, Sereno Chaise, num telefonema as dez e meia da noite de quarta-feira. As razões do adiamento não foram comunicadas.