O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), agência do Ministério da Ciência e Tecnologia, em parceria com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE-DECIT), do Ministério da Saúde, lançou edital para apoiar projetos de pesquisa científica, tecnológica e de inovação que avaliem novas tecnologias em saúde.
Os investimentos serão de R$ 2 milhões e uma parcela mínima de 30% deste valor será destinada a apoiar projetos coordenados por pesquisadores vinculados a instituições sediadas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Incluindo também as respectivas áreas de abrangências das Agências de Desenvolvimento Regional.
As propostas deverão ser desenvolvidas no campo da avaliação de tecnologias em saúde e de revisões sistemáticas, para obterem resultados nos temas: doenças infecciosas e parasitárias como HIV/AIDs, hepatite, DST ; neoplasias – assistência, tratamento e vacinas; doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas, como diabetes; transtornos mentais e comportamentais; doenças do sistema nervoso; doenças do olho; doenças do aparelho circulatório; doenças do aparelho respiratório; doenças do sistema osteomuscular e do tecido conjuntivo; malformações congênitas, deformidades e anomalias cromossômicas; e conseqüências de causas externas, como a prevenção da rejeição do transplante renal.
Para concorrer ao Edital nº 37/2008, os pesquisadores interessados podem enviar projetos até o dia 23 de outubro, por meio do Formulário de Propostas Online, disponível na página do CNPq. Os resultados serão divulgados a partir do dia 24 de novembro.
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Investimento de R$ 2Mi em tecnologias na saúde
Sobre caça-níqueis e a bandidagem
A segurança pública deve atacar em todos os flancos onde a lei é burlada, mas a defesa da vida do cidadão deve estar em primeiro plano.
Chego a crer que a mobilização de centenas de policiais, a cada mês, no cerco aos jogos de azar, especialmente contra as máquinas caça-níqueis, cujos guardiões não costumam reagir, tenha lá a sua significação em favor da moral e dos bons costumes, além de bloquear uma concorrência desleal e maior com a jogatina coordenada pela Caixa Econômica Federal. No en-tanto, quando não há policiamento ostensivo que possa atemorizar bandi-dos que assaltam e matam taxistas, que mantém em suspense idosos, mu-lheres, estudantes e trabalhadores que circulam pelas ruas, que aterrorizam desde agências bancárias até os pequenos comerciantes, quando a polícia judiciária se vê diante de montanhas de inquéritos criminais que não conse-gue ultimar com o rigor legal exigido em conseqüência de uma vexaminosa falta de recursos, fica bem claro que alguns critérios sobre prioridades de-vem ser revistos pela política de inteligência da segurança pública e do res-peitável e todo poderoso Ministério Público.
Menino
Um adolescente de 13 anos foi flagrado com uma pistola 765, devida-mente municiada, em uma escola de Alvorada. O menino alegou a um PM que a arma era de um tio.
Sufoco
Agentes da Polícia Civil de Porto Alegre e da Região Metropolitana pre-tendem paralisar suas atividades hoje e amanhã. O protesto tem início a partir das 8h30 desta quarta-feira. A categoria reivindica, além de reajuste salarial, direitos de aposentadoria, promoção e plano de carreira. Desde ju-lho, as horas-extras foram cortadas em 100%, sem qualquer explicação ofi-cial. Em março de 2008, quando as horas-extras foram cortadas em 50%, a Secretaria de Fazenda apresentou à Secretaria de Segurança Pública justifi-cativa considerada falsa pela categoria, pois não foi acompanhada de de-monstrativos contábeis que sustentassem o corte. Durante a paralisação, segundo Isaac Ortiz, presidente da Ugeirm-Sindicato, serão registrados a-penas os crimes de maior gravidade: homicídio, latrocínio, estupro, atenta-do violento ao pudor, lesão corporal grave e todas as ocorrências que tive-rem idosos e menores entre as vítimas.
Coroas
Hoje é o Dia Nacional do Idoso cuja inserção no mercado de trabalho em Porto Alegre e Região Metropolitana, de forma surpreendente, está em as-censão. Embora se saiba que os canalhas também envelhecem, ainda são as cãs que despertam maior confiança.
Banco
Três homens invadiram, no fim da manhã de ontem, a agência do Sicred, em Jaguarí, Região Central do RS. Na saída os criminosos trocaram tiros com a Brigada Militar e fugiram de carro. Como refém, os bandidos leva-ram uma funcionária do setor de limpeza que foi liberada na localidade de Salso, interior do município.
Organização
Agentes da Delegacia de Proteção para o Idoso e da 20ª Delegacia de Po-lícia, comandados pelos delegados Eduardo Hartz e Vivian Nascimento, em cumprimento a mandado de busca e apreensão, realizaram, segunda-feira, ação de combate ao jogo de azar, em Porto Alegre. Os policiais apreende-ram 36 máquinas caça-níqueis, entre outros valores, uma TV 29 polegadas, duas câmeras que filmavam o movimento na porta do estabelecimento e um computador. O material foi encontrado em uma casa localizada na rua João Wallig. Conforme os delegados que coordenaram a ação, no local foram identificados dois seguranças, que ocupavam duas guaritas, o gerente e di-versos apostadores. Tudo, portanto, muito bem organizado.
Medicinal
Agentes da 1ª DP de Santa Rosa, em conjunto com policiais de Santo Ângelo e do Posto Policial de Porto Mauá, comandados pelo delegado Márcio Steffens, realizaram ação de combate às drogas na região. Segundo Steffens, houve a apreensão de aproximadamente 40 kg de maconha e a prisão de três homens, sendo um deles de nacionalidade Argentina, que te-ria alegado que a erva era medicinal.
Surpresa
Hoje, às 10h, o 20º BPM lançará o Projeto Rubem Berta. A iniciativa, segundo informação oficial do comando geral da Brigada Militar, se desti-na à adoção de medidas concretas para reduzir a criminalidade. O evento acontece na rua Wolfran Metzler, 230, bairro Rubem Berta, Zona Norte da Capital. Entendo como surpreendente a ativação deste dispositivo simples-mente porque, ingenuamente, pensava eu que essas medidas concretas vi-goravam desde que a polícia passou a existir. Com certeza, em primeiro plano, o sucesso midiático está garantido.Moradores se mobilizam para debater projetos
O projeto Pontal do Estaleiro segue provocando polêmicas. Depois que grupos pró e contra o empreendimento se encontraram na Câmara de Vereadores, em um protesto silencioso, o primeiro sábado de primavera promoveu novo embate entre os antagonistas. Dessa vez, próximo ao local do empreendimento. Até o dono da BM PAR, Saul Boff, apareceu para conferir o embate. Além de pendurar faixas e cartazes, os manifestantes distribuíram panfletos argumentando suas posições.
Já na Cidade Baixa o protesto dos moradores teve como alvo a construtora Melnick, que projeta uma edifício de 19 andares no terreno de duas casas e um posto de gasolina. A área já estava sendo preparada para a implantação do show-room. Mas a construção foi embargada temporariamente em razão da queda de uma árvore protegida por decreto. Segundo os engenheiros, foi um acidente. Mas os moradores suspeitam inclusive do envenenamento da vegetação local.
Quem ataca o projeto teme que a alteração na lei que proíbe empreendimentos habitacionais na beira do Guaíba seja apenas o início da ocupação da Orla por empresas privadas. Mas para o grupo favorável ao empreendimento, o projeto trará melhorias estruturais para a região, que consideram abandonada.
Eles já recolheram centenas de assinaturas para que o empreendedor reduza o impacto do projeto, diminuindo o número de andares, ampliando os recuos e as áreas verdes do novo edifício.Líderes empresariais propõem mudanças no Sistema Judicário Brasileiro
O presidente da BRUKCHAM – Câmara de Comércio, Indústria e Serviços Brasil Reino Unido, Alexandre Lucena, apresenta propostas para melhoria e evolução da Justiça no Brasil, desenvolvidas em parceria com o Instituto Nacional da Qualidade Judiciária (INQJ) e a BRUKCHAM.Sob a coordenação do INQJ a proposta prevê três projetos específicos: Projeto Legística, Projeto Celeridade Judiciária e Índice de Impacto Econômico da Justiça.
O material foi tema de encontro do executivos e de Garibaldi Alves, presidente do Senado, e contou também com a presença de empresários do País.
Projeto Legística – O objetivo do projeto é implantar no Brasil um modelo formal de análise de impacto de novas leis e melhoria da qualidade legislativa. De acordo com o INQJ, uma legislação produzida sem planejamento e de forma pouco criteriosa, com excessiva quantidade de normas, não tem boa qualidade. Além disso, a regulação de algumas situações realizadas, às vezes, por mais de uma lei, a ineficiência causada pela vigência de princípios que já não atendem mais aos objetivos visados pelo legislador e a incerteza na aplicação do Direito são outros fatores que contribuem para comprometer a qualidade legislativa.
Segundo o INQJ, para assegurar a qualidade técnica e legal das normas devem ser adotadas as seguintes estratégias: esclarecimento quanto à iniciativa legislativa, estabelecimento de padrões de legalidade, estabelecimento de padrões de qualidade para redação, avaliação do conteúdo das regras, estudos de viabilidade de implementação, estabelecimento de uma unidade responsável pela redação e revisão das leis.
Índice de impacto econômico da Justiça – O objetivo da proposta é criar um indicador para avaliar de que forma o Sistema Judiciário auxilia ou prejudica o desenvolvimento do País. Sem intenção de criticar os juízes, uma das idéias do projeto é publicar periodicamente um índice que será construído a partir de amostras estatísticas, capturadas de bases existentes dentro dos Tribunais e de vários setores da sociedade e economia. A partir dessa metodologia será possível isolar e quantificar o grau da influência do fraco desempenho do sistema judicial, que, de acordo com o BNDES, compromete o crescimento da economia brasileira em 20% ao ano.
Celeridade Judiciária – Reduzir em até 70% o tempo total de andamento dos processos judiciais no País, essa é a meta do projeto. Para alcançá-la, o INQJ pretende incorporar ao sistema judiciário brasileiro técnicas de Gestão da Qualidade, proporcionando aos órgãos de justiça uma atuação mais eficiente e eficaz, com redução do tempo de tramitação processual, comprometida com resultados e capaz de satisfazer as necessidades da sociedade. Ao final, será apresentado um projeto de lei, para disciplinar e padronizar as tramitações dos processos no País.
Reforma política e tributária
Ainda no encontro realizado com o Senador Garibaldi Alves, José Henrique Nunes Barreto retomou as discussões sobre a reforma política e tributária brasileira e os interesses do setor produtivo brasileiro. O grupo manifestou seu ponto de vista sobre a proposta governista, que, segundo o Comitê, prejudicará o setor produtivo brasileiro, pois foca a tributação na base indireta de cobrança de impostos sobre a produção e comércio de bens e serviços.
Em março de 2008, em um evento realizado em São Paulo pelo Comitê de Assuntos Políticos e Institucionais da Brukcham, intitulado Conjuntura Política e Reformas, que contou com a palestra do presidente da Câmara dos Deputados – DF, Deputado Arlindo Chinaglia, , empresários de diversos setores, representantes de classe e autoridades discutiram o tema. Durante o encontro, foi apresentado aos participantes e entregue ao Deputado, um estudo desenvolvido pela FIPECAFI a pedido do Comitê, que afirma que o País precisa de uma reforma tributária que eleve a progressividade de acordo com a capacidade contributiva. Dessa forma, é possível reduzir a incidência sobre a produção e o consumo e transferir a tributação sobre a renda e o patrimônio, sem perder a arrecadação. Esse modelo de tributação é considerado a maneira mais equilibrada e justa para a cobrança dos impostos e foi definida pela OCDE – Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico.
Sobre o Sindifumo SP
O Sindifumo SP – Sindicato da Indústria do Fumo do Estado de São Paulo é um dos principais órgãos de representatividade do setor tabagista no País. A atividade do Sindifumo SP foi iniciada na década de 50 e conta com a participação de diversas empresas do setor. O sindicato é presidido por José Henrique Nunes Barreto, executivo que comanda a Cibahia Tabacos Especiais, indústria de cigarros, e é sócio da Menendez Amerino, fábrica baiana de charutos.
Assessoria de Imprensa: PLANIN WorldcomAtaques de Luciana à Maria do Rosário e de Onyx a Fogaça marcaram o debate na Record
O debate da Record confirmou o que os outros quatro promovidos por emissoras de televisão já haviam deixado claro: ainda não se encontrou um formato que permita um verdadeiro confronto de idéias e propostas entre diversos candidados que disputam o primeiro turno.
A preocupação em dar oportunidades iguais a todos e o medo de infringir as rígidas regras eleitorais, acabam por restringir os embates entre candidatos. O resultado é uma repetição cansativa dos discursos já repetidos à exaustão no horário eleitoral.
Neste domingo, os poucos momentos de tensão capazes de impedir o telespectador de cochilar diante da tevê, foram patrocinados por Luciana Genro, candidata do Psol, e por Onyx Lorenzoni, do Dem.
Luciana, embalada pelo crescimento nas últimas pesquisas, ampliou seus ataques principalmente à candidata petista Maria do Rosário, sua colega na Câmara Federal.
Onyx, com a campanha em dificuldades financeiras, procurou desgastar Fogaça e lançar pontes em direção à Manuela D´Avila, preparando terreno para um eventual acordo no segundo turno.
Luciana Genro, que cresceu três pontos nas últimas pesquisas demonstrou estar acreditando que pode ser “a zebra da vez”, a candidata sem chance que acaba no segundo turno pelo “voto útil”, como aconteceu nas duas últimas eleições estaduais. Partiu para o ataque.
Ela igualou acusou o PT, PMDB e PCdoB de estarem mais preocupados com o loteamento de cargos e lembrou que estes partidos estão disputando votos em Porto Alegre, mas estão aliados em Brasília na sustentação ao governo Lula.
Os ataques mais fortes e diretos, no entanto, foram dirigidos à Maria do Rosário, a quem acusou de ter se aliado ao ex-ministro José Dirceu, “o mentor do mensalão” para derrotar as principais lideranças do PT gaúcho na prévia que a indicou como candidata do partido.
Onyx visou o prefeito Fogaça, candidato à reeleição, líder absoluto nas pesquisas. Mostrou recortes de jornais da campanha passada para provar que Fogaça fez várias promessas que não cumpriu, como a passagem única para o transporte coletivo.
Rosário reagiu acusando Luciana de se tornar, com sua postura, em “linha auxiliar da direita, ao atacar os candidatos de esquerda” e lembrou que o pai dela, Tarso Genro, “um homem honrado” está engajado na campanha petista. Luciana lembrou que na prévia, Rosário não teve o apoio de Tarso.
Fogaça ante os ataques de Onyx procurou manter-se olímpico e não alterou a postura nem quando o adversário mostrou recordes de jornal com as declarações do prefeito, prometendo a passagem única caso vencesse a eleição.
Luciana também desfechou uma pesada denúncia contra Fogaça, acusando-o de entregar o camelódromo a uma empresa privada que, sem ônus vai cobrar 570 reais por mes de cada camelô e ainda vai explorar o estacionamento no local. Fogaça pediu direito de resposta, mas a produção não concedeu.
O debate durou duas horas.Cresce a desconfiança nas pesquisas na reta final da eleição em Porto Alegre
As pesquisas divulgadas neste domingo sobre a eleição em Porto Alegre, com alguns resultados incompreensíveis, aumentaram a sensação de que o sentimento dos eleitores ainda não foi captado e surpresas podem acontecer.
Não por acaso, todos os comentaristas políticos pediram cautela na avaliação dos índices.
O prefeito José Fogaça, candidato à reeleição, aumentou seu favoritismo, mas nas hostes fogacistas é evidente o medo do “efeito Rigotto”, aquele que deixou fora do segundo turno o ex-governador Germano Rigotto em 2006, numa eleição que parecia ganha.
Para quem acredita nas pesquisas, o prefeito está garantido no segundo turno. Seu adversário será Manuela DÁvila, do PCdo B/PPS, ou Maria do Rosário do PT/Frente Popular.
Para quem observa as últimas experiências eleitorais no Estado, quem está garantida no segundo turno é Manuela D´Avila, que representa a novidade, embora as pesquisa indiquem que ela parou de crescer.
Nesse caso, a disputa pela outra vaga no segundo turno estará se dando entre Fogaça e Maria do Rosário, que até aqui apresenta um desempenho frustrante.
Em 2006, acredita-se, o que derrotou Rigotto foi o “voto útil” do PMDB, descarregado em Yeda, para tirar o PT do segundo turno.
O “voto útil” agora seria em Maria do Rosário, para tirar fora o “fenomeno” Manuela? Ou seria em Manuela, para deixar de fora Maria do Rosário e o PT?Sábado começa com embate sobre o Pontal do Estaleiro
Naira Hofmeister
A partir das 9h da manhã o trecho da avenida Diário de Notícias entre o museu Iberê e o BarraShopping Sul vai ser palco de duas ações simultâneas: uma de apoio e outra contrária à construção do pontal do Estaleiro.
Os moradores que criticam o projeto se agruparam sob o Fórum Municipal de Entidades, nome oficial dado ao grupo após o adiamento da revisão do Plano Diretor na Câmara Municipal, do qual participaram ativamente desde 2007.
Aqueles que defendem a construção assinam suas correspondências como Movimento em Prol do Desenvolvimento Sustentável de Porto Alegre, que reúne a Associação dos Amigos do Cristal e o Clube de Mães do Cristal.
Os primeiros já haviam marcado sua manifestação desde a semana passada e estavam divulgando através de folhetos e listas na Internet. Apesar da tentativa de não alertar publicamente o outro lado – releases para a imprensa foram divulgados apenas na sexta-feira, 26 de setembro – temendo uma reação, o movimento opositor definiu na tarde dessa sexta-feira promover uma mobilização simultânea.
Ambas estão previstas para iniciar às 9h, porém, os ativistas críticos do projeto prometem o auge de sua mobilização para às 15h. Está prevista uma exposição de fotografias da Orla e a coleta de assinaturas contra o Pontal do Estaleiro. “Buscamos sensibilizar as pessoas a paisagem natural e despertar o interesse de preservação de suas funções”, revela um dos integrantes.
Assim que souberam do protesto, o movimento que quer a construção dos prédios começou sua mobilização. Num blog que divulga algumas idéias do movimento, a notícia foi recebida com desdém. “Não sei quem eles encontrarão nesta área, por que tirando as pessoas que visitam o Museu, a área não tem circulação significativa de pedestres”, escreve o autor.
Apesar da crítica, no mesmo texto, os integrantes comunicam que também se organizarão “para mostrar a realidade e não inverdades como os ambientalistas radicais estão mostrando”.
Os endereços das entidades na Internet são
Fórum Municipal de Entidades
http://poavive.wordpress.com/ e http://gonçalodecarvalho.blogspot.com/
Movimento em Prol do Desenvolvimento Sustentável de Porto Alegre
http://portoimagem.zip.netRosário diz que carroças não sairão das ruas sem emprego para carroceiros
A candidata da Frente Popular, Maria do Rosário, disse em campanha nas vilas Dique e Nazaré que se for eleita não permitirá que os carroças sejam retiradas das ruas antes que esteja garantida uma outra fonte de renda para o carroceiro.
Apresentada como “a candidata do presidente Lula à Prefeitura de Porto Alegre”, Rosário prometeu as lideranças comunitárias e aos moradores: “ Só vamos retirar as carroças das ruas no dia em que estiver garantido outro trabalho com a mesma renda aos catadores. E nós temos proposta concreta para isto”. A Câmara aprovou recentemente uma lei que prevê a retirada das carroças das ruas da capital num prazo de oito anos. A questão é polêmica e deve entrar nos debates que ainda serão feitos (há pelo menos três programados) antes do primeiro turno da eleição, em 5 de outubro.
Aos moradores da Vila Dique, divida entre sair do local ou permanecer, devido à ampliação da pista do aeroporto. “Nada será feito sem discutir com o conjunto dos moradores. Independente de qualquer coisa, a Dique precisa de moradia popular, de saúde e de trabalho e renda”.
A vila Dique, onde vivem 1.200 familias, de papeleiros e carroceiros, que vivem da reciclagem do lixo. Na lista da Associação dos Amigos e Moradores da Vila Dique, as prioridades iluminação, saneamento e asfalto, segundo a presidente Enedina Espíndola.
É outra questão polêmica porque da remoção da comunidade depende a ampliação da pista do aeroporto Salgado Filho, já projetada e importante para os negócios e a economia. Outra questão concreta que ainda não frequentou os debates.
(Com informações da assessoria)Muda regra para contratar estagiários no Brasil
Depois de muita polêmica e discussão no Congresso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei 11.788 de 25/09/2008, publicada hoje, 26 de setembro no Diário Oficial. Há alterações significativas para estudantes dos níveis médio, médio técnico e superior. A carga horária, benefícios e direitos às empresas, estagiários e instituições de ensino do país foram modificadas.
As mudanças afetam diretamente cerca de 1,1 milhão de estagiários do país, mas o universo de estudantes impactados é de quase 14 milhões. Seme Arone Junior, presidente da Abres – Associação Brasileira de Estágio, ressalta a importância da nova lei como um marco regulatório para a segurança das empresas contratarem mais estagiários “A inserção dos estudantes da educação especial e dos anos finais do ensino fundamental (na modalidade profissional da educação de jovens e adultos) foi muito positiva, anteriormente só estagiavam alunos dos ensinos médio, médio técnico e superior”, ressalta Seme.
A carga horária mudará para no máximo 6 horas diárias e 30 semanais, exceção para os alunos da educação especial e dos anos finais do ensino fundamental que não ultrapassará 4 horas diárias e 20 horas semanais. “Essa modificação forçará milhares de empresas a se adequarem, mas acreditamos que dará mais tempo aos estudantes para se dedicarem aos estudos e, com isso, melhor rendimento no estágio”, explica Seme. Uma mudança louvável foi a possibilidade de profissionais liberais de nível superior (com registro em conselhos regionais), como advogados, engenheiros, arquitetos e outros contratarem estagiários.
Com a lei 11.788 o estagiário terá direito a férias proporcionais remuneradas e auxílio-transporte obrigatório. Se a empresa oferecer vale-refeição ou assistência médica não caracterizará vínculo empregatício. Também a bolsa-auxílio deverá ser paga em caso de estágio não obrigatório. “Como a nova lei entra em vigor na data da publicação, muitos estudantes poderão ser impedidos de estagiar se sua instituição de ensino ainda não tiver previsto o estágio no seu projeto pedagógico”, alerta Seme. “Infelizmente isso pode atrapalhar a vida de muita gente, o estudante deve cobrar da sua escola essa adequação”, completa.
Apesar das mudanças, a Abres acredita que o número de estagiários do nível superior será mantido (atualmente são 715 mil). No entanto, haverá diminuição significativa no ensino médio, por conta da restrição imposta a 20% do total de funcionários das empresas. Hoje temos 8,9 milhões de estudantes e deve gerar uma redução nos atuais 385 mil estágios. “Infelizmente é nessa faixa que temos um dos focos da precarização do emprego, mas também o maior volume de abandono de escola por falta de renda, 45% de brasileiros desempregados e o drama da inserção de jovens no mercado de trabalho”, avalia Seme.
“O objetivo da Abres era uma legislação de incentivo ao estágio, responsável por inserir milhões de jovens no mercado de trabalho”, enfatiza Seme. “O problema do desemprego estrutural brasileiro deve ser resolvido com educação e precisamos manter o estudante na escola oferecendo uma renda. Esse é o método mais eficiente. O estágio é exatamente esta ferramenta e por isso deve ser ampliado e não reduzido”, completa. Nossa expectativa é uma adequação do mercado e, futuramente, as empresas deverão voltar a contratar mais estagiários.
A nova legislação provoca grandes mudanças na lei 6494/1977. “Agora teremos um instrumento legal e justo para os milhões de alunos brasileiros. Ganha o estudante, por mais benefícios, ganha a empresa por mais segurança jurídica e a escola, pois terá alunos com mais tempo para se dedicar aos estudos”, finaliza Seme.Rússia anuncia crédito de US$ 1 bi para Chávez se armar
A Rússia emprestará US$ 1 bilhão à Venezuela, para que o país latino compre armas russas. A informação foi divulgada pelo Kremlin nesta quinta-feira (25), primeiro dos dois dias da visita do presidente venezuelano, Hugo Chávez, ao país.
“A Rússia tomou a decisão de liberar um crédito de US$ 1 bilhão para implementar programas no campo da cooperação técnico-militar”, apontou um comunicado, utilizando um jargão para a venda de armas. Segundo a mídia russa, a Venezuela havia solicitado o empréstimo meses atrás. O Kremlin informou que o governo Chávez firmou 12 contratos de venda de armas com a Rússia desde 2005, com valores totais de US$ 4,4 bilhões.

