Autor: da Redação

  • 39 obras na retrospectiva e homenagem a Antonio Soriano, na Galeria Bublitz

    39 obras na retrospectiva e homenagem a Antonio Soriano, na Galeria Bublitz

    Um dos grandes mestres da arte do Rio Grande do Sul ganhará uma exposição a partir do próximo sábado, 5 de agosto. Em “Antonio Soriano: Retrospectiva e Homenagem”, a Galeria Bublitz traz 39 obras do artista em uma seleção especial que destaca o acervo da família. O vernissage será das 11h às 14h, na Av. Neusa Goulart Brizola, 143, em Porto Alegre. A exposição segue na galeria até o dia 5 de setembro, com entrada franca. A mostra integra as comemorações pelos 35 anos da galeria.

    Antônio Soriano – Acervo Pessoal/ Divulgação

    Antonio Soriano nasceu em Santo Ângelo, em 1944. Um dos artistas que mais vendeu obras no Estado, militou também na publicidade, atividade que lhe rendeu prêmios, como na arte. Alcançou destaque nacional e participou de várias exposições em diversas partes do País. Foi aluno de Rubens Galant Costa Cabral e de Ado Malagoli. Faleceu em julho de 2016, em Porto Alegre.

    O cantor Mick Jagger figurou na obra de Soriano/ Divulgação

    “É uma honra recebermos o acervo do artista na galeria. Soriano traduzia como ninguém em sua obra o inconsciente coletivo gaúcho dos pampas e foi um dos artistas mais importantes da história da Bublitz. Na galeria, protagonizou sete exposições individuais e participou de seis exposições coletivas”, informa o marchand Nicholas Bublitz.

    Paisagem rural/ Divulgação

    Conhecido por retratar as bucólicas estâncias da Campanha, o publicitário e artista Antonio Soriano era um apaixonado pelas paisagens do campo, pela lida do gaúcho e pelos cavalos. Para a exposição, o filho Eduardo Paim cedeu 31 obras do acervo da família, que retratam essa fase e muitas outras do artista. Na mostra, uma das telas integra o acervo da própria Galeria Bublitz. Estão expostas ainda outras duas gravuras mais antigas do artista e foram preparadas cinco gravuras póstumas a partir da obra de Antonio Soriano. Essas gravuras estão numeradas com assinatura serigrafada e chancela de autenticidade do Projeto Cultural Soriano, editadas em parceria com a ArtePrints, como uma forma de tornar a produção do artista ainda mais acessível para o público.

    Obra bucólica, no acervo da exposição

    Eduardo Paim resgata um pouco da história do pai que pode ser conferida na exposição. “Ao longo da vida, ele conciliou a carreira de publicitário com a arte, até que aos 40 anos dedicou-se exclusivamente ao trabalho como artista. Em sua trajetória, retratou a paisagem natural de Porto Alegre, com suas ilhas, águas e veleiros. Também expôs a paisagem urbana do Bom Fim e o Brique da Redenção”, conta. “Expressionista, ele revelou a figura feminina no calçadão de Ipanema e ficou famoso pelos retratos, alguns feitos sob encomenda. Nessa linha, podemos ver obras da série Frida Kahlo e do célebre Tatata Pimentel”, descreve. Até Mick Jagger figura em uma de suas obras, que mostra a Calçada da Fama, no bairro Moinhos de Vento.

    O jornalista Tatata Pimentel/ Divulgação

    Mas são as paisagens que revelam a marca registrada de Soriano. E sobre esse tema o filho Eduardo Paim resgata uma característica do processo de criação do artista. “O ponto de partida era registrar com foto as paisagens que ele queria retratar nas pinturas. Só depois ele reproduzia aquele instantâneo em suas pinceladas e cores características. Para ele, as fotos eram a única forma de registrar a luz do momento”, relata. Outra curiosidade sobre Soriano é que ele era ambidestro. “Ele era muito rápido e pintava tanto com a mão direita quanto com a esquerda”, destaca. Além disso, Soriano sempre fazia um fundo preto para suas obras. “Para ele, era mais prático vir do escuro para o claro e, antes de pintar, ele desenhava com lápis de cor branco”, recorda Eduardo Paim.

    SERVIÇO

    Antonio Soriano: Retrospectiva e Homenagem

    Bublitz Galeria de Arte

    Endereço: Av. Neusa Goulart Brizola, 143
    Vernissage: sábado, 5 de agosto, das 11h às 14h
    Período: de 5 de agosto a 5 de setembro

    Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 10h às 18h, e aos sábados, das 10h às 13h
    Entrada Franca

  • Biografia de Kleiton e Kledir sobrevive no olho do furacão editorial

    Biografia de Kleiton e Kledir sobrevive no olho do furacão editorial

    GERALD0 HASSE 

    Competente e gratificante, eis dois adjetivos que servem para qualificar a biografia da dupla Kleiton & Kledir escrita pelo pesquisador musical Emílio Pacheco, que desde adolescente acompanha a carreira dos irmãos de Pelotas.

    Se poderia acrescentar outros adjetivos como minuciosa, exaustiva ou completa.

    Sim, tudo isso, mas não se trata de obra de fã babão: bancário aposentado com formação em jornalismo, o
    autor não exagera ao contar em detalhes a história completa da dupla desde sua primeira formação, Almôndegas, em meados dos anos 70.
    “Foi realmente uma bênção poder escrever esse livro que já nasce com potencial de vendas pelo prestígio dos biografados”, disse Pacheco, salientando que contou com a colaboração sincera e transparente dos músicos e de familiares, a começar pela possibilidade de consultar
    recortes de jornal, releases e fotos colecionados ao longo dos anos (desde as primeiras apresentações em escolas) por D. Dalva, a mãe deles.
    Graças a isso e a pesquisas, entrevistas e depoimentos dos dois artistas e integrantes de suas troupes pela vida afora, o pesquisador chegou a um resultado fora do comum. Não há canção gravada ou apresentada em shows que não tenha sido dissecada em todos os aspectos: letras, melodias, arranjos, vocais e instrumentistas. É quase um exagero, mas o autor não deixa barato: “Prefiro que o livro seja criticado por ser excessivo e não por ser resumido”.

    A biografia começou a ser escrita em 2019 e ficou pronta no final de 2022, a tempo de ter uma tiragem inicial de 100 exemplares colocada à venda sem alarde na banca da Livraria Erico Verissimo nos últimos cinco dias da Feira do Livro de Porto Alegre, em novembro do ano passado.
    Depois disso, houve uma noite de autógrafos no Mercado Público de Pelotas no dia 27 de março de 2023, uma segunda-feira em que a dupla estava na cidade após se apresentar no Theatro Guarany.

    Com divulgação mínima feita pelo autor e a Prefeitura, o evento literário teve pouco público, mas no final da noite o autor, os biografados e familiares confraternizaram num jantar no restaurante Cavalo Branco, ali mesmo no
    Mercado.

    Dado o improviso, apenas no dia seguinte à sessão de autógrafos o Diário Popular de Pelotas publicou uma reportagem de página inteira sobre o livro.

    http://emiliopacheco.blogspot.com/2023/03/como-foi-sessao-de-autografos-em-pelotas.html

    Como lembra o autor, desde o começo Kleiton e Kledir se declararam disponíveis para esclarecimentos, mas deixaram bem claro que o projeto era de Pacheco. Sem qualquer contrato com quem quer que fosse, o jornalista mergulhou na pesquisa por sugestão do amigo carioca Marcelo Fróes, ex-editor do International Magazine, um jornal de música para o qual Pacheco escrevia. Fróes era sócio de uma editora que publicaria a biografia.

    No meio do caminho, porém, ele se desligou da sociedade
    editorial, deixando Pacheco a pé em plena pandemia. Sem recuar, o jornalista foi em frente, sem contar com ajuda de custo, cachê ou “avanço” sobre futuras vendas. Na reta final, apenas duas editoras se dispuseram a bancar a edição. “Optei pela Bestiário porque a outra era
    de Florianópolis. Achei que seria mais fácil fazer tudo por aqui mesmo”, diz Pacheco, que vive em Porto Alegre.

    E aqui estamos diante de mais uma luta daví x golias.

    Com seu primeiro livro, prefaciado por Juarez Fonseca, o mais ativo jornalista cultural do Sul do Brasil no último meio século, Pacheco enfrenta praticamente sozinho a barra pesada de um mercado editorial em ebulição, no qual livros impressos em papel estão sendo triturados pelas edições digitais, muito mais baratas. Não é por acaso que alguns gigantes editoriais-e-livreiros estão sucumbindo. O mar imensurável da internet está absorvendo os tradicionais percentuais do atacado (40% do valor de capa dos livros) e do varejo (30%) com que trabalha(va)m editoras e livrarias. Somando os percentuais acima, o leitor vê que sobram os 20% dos custos gráficos e os 10% dos direitos do autor. Nada de novo no front literário. Para não cair na vala em que se debatem as
    pequenas editoras, a Bestiário fixou em 80 reais o preço do livro (394 páginas, sendo 35 de fotos) e optou pela venda pela internet, dando uma colher de chá para apenas duas livrarias de Porto Alegre venderem o
    livro físico; em Pelotas, a cidade natal dos biografados, e no Rio, onde K&K vivem desde o século XX, o livro físico não está em oferta.

    Quer comprar? Vá ao blog do autor ou ao seu Facebook. Ou encomende no site
    https://bestiario.com.br/livros/kleitonekledir.html

    Registro final: o livro é muito bom não apenas pelo que conta da obra e da vida da dupla pelotense – dois artistas sem máscaras –, mas por traçar um raro panorama da evolução da Música Popular Gaúcha e sua inserção no quadro geral da MPB.

    Enfim, é um livro de histórias que se
    insere na História da Cultura Brasileira. Merece estar em bibliotecas públicas e escolas. Tomara que chegue lá. O retrospecto da carreira dos irmãos Kleiton & Kledir, hoje septuagenários que mantêm a chama juvenil que os projetou, pode ter um sabor relatorial em alguns momentos, mas na realidade será de grande utilidade para pesquisadores, agora e depois.
    Não é pouca coisa. Daí a segura profissão de fé do biógrafo: “Mesmo que amanhã ou depois esse livro apareça numa caixa de saldos da Feira do Livro a preço de banana, eu sei que o valor informativo dele não será
    afetado. Servirá como referência de uma época”.

  • Exposição “Encontro das Águas” de Fábio André Rheinheimer, na Delphus Galeria de Arte

    Exposição “Encontro das Águas” de Fábio André Rheinheimer, na Delphus Galeria de Arte

    O arquiteto, curador e artista visual Fábio André Rheinheimer abre sua nova exposição “Encontro das águas” nesse sábado, dia 29 de julho, às 9h, na Delphus Galeria de Arte (Av. Cristóvão Colombo, 1501, Moinhos de Vento, em Porto Alegre). A mostra une uma série de obras que exploram a preservação dos mananciais hídricos, um dos temas recorrentes no trabalho do artista, e contempla desenhos e fotografias. A visitação poderá ser realizada até o dia 31 de agosto, de segunda à sexta-feira das 9h às 18h45min e, aos sábados, das 9h às 13h. Entrada franca.

    Exposição de André tem pinturas e fotografias. Foto: Juliana Baratojo/Divulgação

    A exposição inédita Encontro das Águas apresenta um apanhado de obras, fotografias e, em sua maioria, desenhos, cuja investigação teve início no ano de 2012. Os trabalhos estão divididos em duas partes. As obras da série “Waterfall” (desenhos), têm como caraterística a trajetória dinâmica e contínua da linha, a qual se modifica, cria e organiza diversas superfícies mediante o acúmulo. Este, por sua vez, dá origem a pequenos fragmentos gráficos – planos estruturantes fundamentais da forma volumétrica resultante.

    A Tempestade – Fábio André Rheinheimer – Foto Juliana Baratojo/ Divulgação

    A série “A Tempestade” (fotografias), por sua vez, foi desenvolvida enquanto projeto de pesquisa a partir do exercício pictórico, em   que as pinturas são alteradas e fotografadas num processo contínuo; tendo por referência o impressionismo e “A Grande Onda de Kanagawa”, do mestre japonês Katsushika Hokusai, especialista em ukiyo-e (o termo significa mundo flutuante, e é um gênero de pintura e também xilogravura que se tornou conhecido no Japão entre os séculos XVIII e XIX). A exposição já passou por Porto Alegre, Santa Maria e São Paulo e, agora, algumas obras são reapresentadas na mostra da Delphus Galeria.

    SERVIÇO

    Encontro das Águas, de Fábio André Rheinheimer

    Visitação: de 29 de julho até 31 de agosto de 2023

    Horários: de segunda à sexta-feira das 9h às 18h45min e, aos sábados, das 9h às 13h.

    Local: Delphus Galeria de Arte, na Av. Cristóvão Colombo, 1501, Moinhos de Vento, em Porto Alegre.

     

     

     

     

     

  • Vida e arte de João Luiz Roth e outros grandes mestres da pintura na Galeria Duque

    Vida e arte de João Luiz Roth e outros grandes mestres da pintura na Galeria Duque

     

    Produções de um dos maiores artistas visuais do Rio Grande do Sul poderão ser conferidas a partir do dia  29 de julho, ao lado de obras de grandes nomes como Burle Marx, Di Cavalcanti, Tarsila do Amaral, Danúbio Gonçalves, Aldemir Martins e Manabu Mabe.

    • O espaço também recebe a mostra “Fiulinha”, com produções do Atelier Livre Xico Stockinger.

    João Luiz Roth/ Divulgação

      Um dos maiores acervos de arte do Estado abre as portas no sábado, 29 de julho, para a exposição “Visualidades Possíveis” repleta de produções de grandes mestres da arte, com destaque para a mostra-homenagem: “Vida e Arte de João Luiz Roth”. A Galeria Duque tem curadoria de Daisy Viola e está localizada na Rua Duque de Caxias, 649. Vernissage a partir das 14h até às 16h30min. A exposição fica no espaço até o dia 30 de outubro.

    João Luiz Roth/ Divulgação

    João Luiz Roth, conhecido como Titi Roth, nasceu em Santa Maria, em 1951. Considerado um dos grandes artistas visuais do Rio Grande do Sul, ele ocupa lugar de destaque no cenário artístico nacional. Trabalhou intensivamente com o desenho e a pintura desenvolvendo obras de grande relevância, inserindo-se no mercado de arte brasileiro e em importantes acervos, galerias e museus dentro e fora do País. É um dos pioneiros na pesquisa do hibridismo nas artes visuais, mesclando em sua poética a produção de processos manufaturados aos processos eletrônicos, hoje tão difundidos nas tecnologias digitais.  Sem produzir desde 2015, em função das limitações enfrentadas por um aneurisma no cérebro, Roth recebe essa homenagem, em uma colaboração com a esposa Désirée Motta Roth, que cedeu parte de seu acervo. Ao todo, na Galeria Duque, poderão ser conferidas 42 obras do artista.

    “O Roth é um grande mestre, artista e educador. É uma honra muito grande trazer essa magnífica exposição para Porto Alegre”, destaca o galerista Arnaldo Buss. Não é a primeira vez que o aclamado artista expõe na Galeria Duque. Em 2017, o espaço recebeu uma série de gravuras de Roth que integraram a exposição “Os Lusíadas – Itinerário de um Desejo”.

    Di Cavalcanti – Morena – 1969/ Divulgação

    Visualidades Possíveis

    Durante a exposição, os visitantes também poderão conferir obras de grandes mestres da arte, no 1º e 2º piso da galeria. “Apresentamos obras de artistas brasileiros de um tempo em que a busca da libertação das regras acadêmicas europeias, resultaram figuras e cores livres e identificadas com a luminosidade do Brasil”, explica a curadora Daisy Viola.

    Cláudio Tozzi/ Divulgação

    Entre eles, estão Alberto Veiga Guignard, Aldemir Martins, Antônio Bandeira, Arcângelo Ianelli, Burle Marx, Calasans Neto, Cildo Meireles, Claudio Tozzi, Cristina Balbão, Danúbio Gonçalves, Eduardo Vieira da Cunha, Fernando Lucchese, Francisco Lucchesi, Franz Krajberg, Glauco Rodrigues, Henri Moore, Ione Saldanha, Ivan Serpa, Leopoldo Gotuzzo, Ludolf, Manabu Mabe, Milton da Costa, Picasso, Rapoport, Rubem Valentim, Siron Franco, Tarsila do Amaral, Tommie Ohtake, Victor Vazareli, Yeddo Tieze.

    Fernanda Ramos – Sem Título/ Divulgação

    Fiulinha

    O espaço recebe ainda a mostra “Fiulinha”. “O fio condutor desta exposição é a linha explorada de diversas maneiras nos desenhos, e o fio nos bordados, tramados e tecidos. São trabalhos desenvolvidos há algum tempo no Curso Eu Criativo no Atelier Livre, e que aqui se agrupam por semelhanças, mas também apresentam pontos de vista e possibilidades expressivas múltiplas de materiais e maneiras de fazer. De cor ou não, volumes ou planos. Apresentam-nos a delicadeza das curvas e entremeios ou a força de gestos firmes e livres”, detalha a curadora Daisy Viola.

    Selir Straliotto – Gesto e Rastro/Divulgação

    “Fiulinha” estará no último andar da Galeria Duque, onde será possível conferir as produções de Ana Luiza Miranda, Aglaé Freitas, Fernanda Ramos, Miriam Consul, Suzana Albano, Tati Migowski, Roberto Freitas, Luck Herbert e Selir Straliotto.

    Agenda:
    Exposições “Vida e Arte de João Luiz Roth”, “Visualidades Possíveis” e “Fiulinha”
    Local:
     Galeria e Espaço Cultural Duque
    Endereço:
     Duque de Caxias, 649 – Porto Alegre
    Vernissagem: sábado, 29 de julho, das 14h às 16h30min
    Período da exposição: de 29 de julho até 30 de outubro.
    Horário de funcionamento:
    Seg/Sex: 10h às 18h | Sáb: 10h às 17h
    Entrada Franca

  • Exposição coletiva “Pintar para imortalizar” mistura arte e educação ambiental

    Exposição coletiva “Pintar para imortalizar” mistura arte e educação ambiental

    Arte que impressiona e educa. A exposição “Pintar para Imortalizar VI”, idealizada pela artista canoense Lesiane Lazzarotti Ogg, chega a Porto Alegre pela primeira vez. Com passagens por diversas cidades do País, a mostra artística também tem caráter educativo, propondo atividades para crianças e visitas escolares. No local, serão apresentadas obras de 16 artistas do Grupo Baluarte, com curadoria de Lesiane e Luiz Badia e coordenação de Riele Kraether. A abertura será no Espaço Cultural Correios (Avenida Sete de Setembro, 1020), em Porto Alegre, no dia 29 de julho, das 14h às 17h. A exposição segue com visitação gratuita até o dia 5 de setembro, de terça a sábado, das 10h às 17h.

    Obra Codorna Mineira – Gabriel. Foto; Divulgação

    Pintar para imortalizar, nas palavras da artista e curadora, “é um grito de alerta em favor das espécies ameaçadas ou em risco de extinção no planeta”. Lesiane é fortemente engajada nos movimentos de proteção ao meio ambiente, com foco na defesa da flora e da fauna. Suas obras apresentam cores vibrantes e propõem um apelo de conscientização do ser humano diante da extinção de diversas espécies, fundamentais para o equilíbrio do ecossistema. De caráter itinerante, a mostra foi realizada em Curitiba (2015), Ribeirão Preto (2016), Juiz de Fora (2018), e Niterói (2019 e 2021).

    Obra Arara Azul – Araci. Foto: Divulgação

    Em Porto Alegre, serão apresentadas, também, produções dos artistas Adriana Brito, Anabela Costa, Araci Gardel, Cláudia Vasconcelos, Gabriel Lima, Jaqueline Ikemura, Márcia Grijó, Marilena Mota, Maristela David, Matilde Toledo, Nequitz, Nieves Dace, Riele Kraether, Sonia Camacho, Thereza Toscano e Yara Persi.

    Obra Atum Azul, Baleia Jubarte e Toninhas – Marilena Mota. Foto: Divulgação

    Além das obras expostas, há um trabalho de vivência com crianças, com foco na integração em que elas aprendem a importância da preservação do meio ambiente e de sua fauna, com criação de animais e contação de histórias.

    Sobre a curadora

    Lesiane Lazzarotti Ogg é natural de Canoas, mas cidadã do mundo. Atualmente radicada no Rio de Janeiro, a artista gaúcha começou sua carreira na arte com uma exposição em Cuba e já expôs no Carroussel do Louvre em Paris e na sede da ONU, em Nova York. Com uma forte atuação social, em comunidades da África e do Brasil, Lesiane é membro da Academia Brasileira de Belas Artes desde 2019.

    Obra Abelhas – Sonia Camacho. Foto Divulgação

    Serviço:

    “Pintar para Imortalizar VI”

    Abertura: 29 de julho (sábado), das 14h às 17h.

    Visitação: até 5 de setembro – terça a sábado, das 10h às 17h.

    Local: Espaço Cultural Correios

    Endereço: Av. Sete de Setembro, 1020, Centro Histórico, Porto Alegre
    Entrada Franca

  • “Sbørnia Kontr`Atracka ” quatro vezes no Theatro São Pedro, de 27 a 30 de julho

    “Sbørnia Kontr`Atracka ” quatro vezes no Theatro São Pedro, de 27 a 30 de julho

     

     A temporada de inverno do espetáculo Sbørnia Kontr´Atracka está de volta O show que dá continuidade a saga Sbørnia, a qual já se transformou em filme, livro e websérie a partir de Tangos e Tragédias, terá quatro apresentações, de 27 a 30 de julho, no Theatro São Pedro. Os ingressos já estão à venda online com valores entre R$ 60,00 e R$ 140,00. Depois de um show histórico na ilha do Lago Joaquina Rita Bier, em Gramado, o espetáculo volta a sua casa principal com todo o gás!

     

    No show, Kraunus (Hique Gomez) e Nabiha (Simone Rasslan) apresentam as canções e causos sbørnianos junto a seus convidados especiais: o Professor Ubaldo Kanflutz (Cláudio Levitan), reitor das Universidades de Ciências Fictícias da Sbørnia, MenThales (Tales Melati), o tocador de gaita-foles e hipnotizador das montanhas da Kashkadúnia, Pierrot Lunaire (Gabriella Castro) a grande  sapateadora do Ballet Hiperbølico da Sbørnia e o “Stela Maritmus Sborniani”,(asEstrelas do Mar Sborniano),  uma seleção de 12 vozes do Jungst Korhal Sbøniani.

    Ano que vem, a história da Sbørnia completa 40 anos. É mais do que uma vida dedicada a isso! Desde a partida de Nico há 9 anos, o projeto se transformou sem se desligar de sua essência.  E também é o máximo ver que novos artistas se juntaram ao nosso projeto, alguns bem jovens que até já compuseram músicas que em algum momento vão estar no espetáculo. Como no caso de um jovem que compôs o Hino das Universidades de Ciências Fictícias da Sbørnia”, afirma Hique.

     

    “Sbornia em Revista”

    A Websérie sborniana vencedora do RioWebFestival 2022, está sendo negociada com os canais da BoxBrazil e logo vai estar disponível para todo o país. Ao todo foram três prêmios: Melhor Websérie brasileira, Melhor WebSérie internacional de musicais e Melhor performer internacional de musicais para Simone Rasslan. Já preparam uma terceira temporada. “Em janeiro deste ano fizemos nove sessões lotadas no Theatro São Pedro. Estamos voltando à performance de público do Tangos e Tragédias. Cada vez que pisamos ali aumenta nossa responsabilidade. É sempre incrível pensar que o Theatro São Pedro tem 165 anos e nós, os artistas que mais pisamos neste palco, afirma Hique.

     

    Hique Gomez é protagonista do espetáculo há 39 anos. Foto: Nilton Santolin/ Divulgação

    FICHA TÉCNICA

    Criação e direção geral: Hique Gomez

    Arranjos e atuação: Hique Gomez e Simone Rasslan

    Produção geral: Marilourdes Franarin (51 ) 999716021

    Projeções visuais: Rique Barbo

    Desenho de iluminação: Heloiza Averbuck

    Engenharia de som: Edu Coelho

    Elenco de apoio: Cláudio Levitan, Tales Melati e Gabriella Castro.

    Grupo Vocal: Stela Maritmus Sbørniani

    Assistente de produção: Camila Franarin

    Assistente técnico: Rafael Pacheco

    Assessoria de Imprensa:  Adriano Cescani (51) 99664.4888

    SbørniaProjectus® Criado por Hique Gomez e Nico Nicolaiewsky para Tangos e Tragédias.

  • Exposição/simpósio sobre Otto Wagner  aborda influência do arquiteto vienense no Brasil

    Exposição/simpósio sobre Otto Wagner aborda influência do arquiteto vienense no Brasil

    A exposição “Unlimited City: Otto Wagner (1841-1918),” assim como o Simpósio sobre o arquiteto vienense abordará, além da obra de Wagner, também sua influência sobre arquitetos ativos em Porto Alegre e no Brasil no início do século XX, período de transição de linguagens arquitetônicas.

    Ambos eventos são iniciativas oferecidas pela Embaixada da Áustria e pelo Museu da Cidade de Viena, pelo Centro de Estudos Europeus e Alemães (CDEA) e pela Pinacoteca Aldo Locatelli da Prefeitura Municipal de Porto Alegre. A exposição abre dia 29 e o simpósio começa dia 31.

    Otto Wagner: Parada Stadtbahn Westbahnhof, 1894, Museu de Viena

     SERVIÇO

    Exposição: Abertura 29/07/2023, sábado, às 11 horas
    Simpósio: 31/07/2023, segunda feira, às 18 horas
    Local: Pinacoteca Aldo Locatelli – Praça Montevidéu,10 – Porto Alegre A

    A curadoria da mostra é de Andreas Nierhaus (diretor do Museu de Viena) e Golmar Kempinger Khatibi. Organização no Brasil de   Kathrin Holzermayr Rosenfield (Professora Titular de Filosofia, Literatura e Estética na Universidade Federal do Rio Grande do Sul .)

     

    Gasômetro- Porto Alegre 1970- Foto Prefeitura POA/ Divulgação

    O Gasómetro de Porto Alegre: uma homenagem ao arquiteto vienense Otto Wagner

    “Otto Wagner (Viena, 13 de julho de 1841 – Viena, 11 de abril de 1918) é o pai da modernidade na arquitetura e um visionário do urbanismo da revolução industrial, com
    respostas às necessidades do mundo contemporâneo. Ele brilha não apenas pela ousadia do design, mas concebeu novas perspectivas de planejamento urbano para metrópoles em constante expansão, de transporte público e privado mais rápido e inclusivo, para a
    infraestrutura que integra a cidade no meio natural.

    Suas propostas foram instigantes não apenas no século XX mas ainda colocam questões relevantes para os problemas de democratização e sustentabilidade da arquitetura na época atual. Suas soluções para as
    moradias, o negocio e o transporte coletivo das grandes metrópoles lhe valeram admiração de seus alunos, muitos deles nomes marcantes da arquitetura, do design e da arte do século XX – de suas ideias emergem nomes com Joseph Hoffmann a Le Corbusier, elas inspiram os fundadores da Bauhaus e se afirmam também para além do Atlântico: no Brasil cidades contam com um urbanismo e prédios construídos por influência destas novas ideias.

    O arquiteto Otto Wagner./ divulgação

    O símbolo de Porto Alegre – a usina do Gasómetro – foi construído por um aluno de Otto Wagner, (1884-1972), e vários dos arquitetos-imigrantes da Áustria e da Alemanha deixaram em Porto Alegre um legado que tem alguma relação com Otto Wagner e sua escola.

    Vale a pena evocar o legado de Otto Wagner na obra de Floderer , arquiteto nascido em Brünn, ou Brno, que foi também a cidade natal de Adolf Loos, na parte tcheca do antigo Império Austro-Húngaro. Antes de emigrar para as Américas, Floderer esteve envolvido com movimentos e matrizes arquitetônicas protomodernas ainda não propriamente rastreadas no Brasil: foi discípulo do eminente arquiteto vienense Otto Wagner, associou-se a diversos arquitetos do neo-historicismo berlinense e, ao emigrar para o
    Brasil, desenvolveu uma dicção arquitetônica muito própria e diversa, que oscilava entre os historicismos, o Expressionismo Alemão e o Art Decó Marajoara.

    Prédio do Instituto do Cacau, em Salvador (Ba), obra de Anton Floderer.

    Suas obras no Brasil incluem o Instituto do Cacau na Bahia, o Edifício Topic Nigri Rua da
    Alfandega,100, o Banco Britânico,1926, Rua Gal Câmara – já demolido, e a Usina do Gasômetro.
    No contexto de formação do modernismo nos países de língua alemã no início do século XX, as capitais Viena e Berlim se destacaram claramente como centralidades. Viena fornece as matrizes proto-modernas de Otto Wagner e da Wiener Secession, atuantes
    desde 1897 e, posteriormente, pela radicalidade da teoria crítica de Adolf Loos. Berlim, por sua vez, se destaca por condensar as matrizes modernistas do país, acolhendo
    exposições e projetos do Deutscher Werkbund em 1924 e, em seguida, como sede do Bauhaus, em seus últimos suspiros. Anton Floderer teve a oportunidade de passar seus anos formativos em ambos os contextos modernistas, primeiro como aluno da Wagnerschule – nome que se refere à Akademie der Bildenden Künste, Spezialeschule für Architektur, Wien (Escola Especial de Arquitetura da Academia de Artes Visuais de
    Viena) dirigida por Otto Wagner, em Viena, depois como jovem arquiteto em escritórios berlinenses.
    Desde muito cedo, Floderer teve sua formação voltada para a construção e para as artes e ofícios: frequentou a Staatsgewerbeschule (1898-1903) e a Technische Hochschule (1904-1905), ambas em Viena.

    Na arquitetura do Gasômetro, a influência vienense./ Foto: Prefeitura POA/ Divulgação

    O projeto do Gasômetro segue de perto o espírito que Otto Wagner legou aos seus seguidores vienenses, berlinenses e aos imigrantes como Floderer que começaram a construir no Brasil e em Porto Alegre. O atual símbolo da nossa cidade surgiu para
    oferecer soluções integradas para a cidade que crescia e se modernizava rapidamente nos anos 1926. Forneceu, numa linguagem arquitetônica ainda bastante neoclássica, um prédio funcional que preenchia bem a finalidade visada quando o prefeito de
    Alberto Bins assinou então um contrato com a Companhia Brasileira de Força Elétrica
    (subsidiária brasileira de Bond and Share americana). Análogo ao projeto Stadtbahn (o Metrô de Viena, construído por O. Wagner), Floderer forneceu um projeto que cumpria o plano de integrar as Usinas de geração de energia, com o Gasômetro e o sistema de transporte por bondes elétricos.

    Praça da Imperatriz Elisabeth com parada de trem, 1893, Museu de Viena

    A exposição e o Simpósio apresentarão o percurso desse arquiteto que marcou não apenas a Viena com edificações como a Caixa Econômica Postal, as estações do Metrô Stadtbahn ou a Igreja do Steinhof. Otto Wagner criou obras-chave da arquitetura
    moderna no início do século XX. São construções cuja linguagem formal deriva logicamente da sua função, da sua finalidade e que renunciam a qualquer ornamento
    tradicional. Ao mesmo tempo, é inconfundivelmente claro que elas respeitam e dãocontinuidade à tradição da arquitetura europeia clássica. Nesse sentido, Otto Wagner
    exerceu também grande influência sobre o ecletismo na arquitetura portoalegrense quefaz a transição para o Movimento Moderno”.

    (Agradeço a G. Weimer, cujos livros e artigos sobre a arquitetura porto-alegrense me fizeram descobrir
    o elo entre Floderer e Otto Wagner. As informações que seguem foram colhidas na obra de G. Weimer. (KHR)

  • Toda a boniteza do mundo de Dudu Sperb no livro infantil “O Reino do Arco-íris”

    Toda a boniteza do mundo de Dudu Sperb no livro infantil “O Reino do Arco-íris”

    A obra editada pela Libretos celebra a beleza das diferenças na construção de um mundo mais harmonioso e alegre terá lançamento sábado, dia 22 de julho, às 15 na Livraria Paralelo 30

     

    O Reino do Arco-íris, do músico, escritor e ilustrador Dudu Sperb, já está disponível nas livrarias e no site www.libretos.com.br. O livro narra a história de sete fadinhas de sete cores, vindas de sete reinos diferentes, que saem à procura do Reino do Arco-íris. Nessa viagem, junto à alegria das cores, lindas paisagens se revelam e elas descobrem a graça das diferenças e a força da união.

    Sobre isso, o autor comenta: “A diversidade é que faz do mundo um lugar bonito e interessante. As crianças têm esse entendimento de forma espontânea, pois se interessam por tudo. A união é algo que elas também compreendem e experimentam no seu universo, seja em casa, na escola, na pracinha. Elas sabem o que é uma amizade, o que é querer bem ao outro e gostam de ter amigos. Então, imaginar que um ‘novo mundo’ pode ser descoberto ou criado pela comunhão de seres diferentes faz todo o sentido, é compreensível para elas. E para nós adultos é uma lembrança importante de que possuímos esse sentido de amor e respeito dentro de nós. Basta apenas resgatá-lo”.

    Dudu Sperb lança livro no próximo sábado Foto: Fabio Zambom/ Divulgação

    As ilustrações foram realizadas em técnica mista, utilizando lápis, aquarela, guache, ecoline, pastel e grafite. Dudu trabalhou bastante com lápis e com pincel, mas também com carimbos, alguns que ele mesmo elaborou. Igualmente, houve ainda um cuidado com a visualidade do texto. A fonte do título, por exemplo, foi criada por ele especialmente pra esse projeto. E para o texto interno ele buscou um tipo de letra que fosse bonita mas que permitisse às crianças que já começam a ler tentarem fazê-lo sozinhas.

    Além de artista visual, Dudu é músico e está compondo canções inspiradas nessa história, que serão apresentadas já nesse primeiro encontro com as crianças.

    O lançamento do livro “O Reino do Arco-íris” será no sábado, dia 22 de julho, às 15h, na Livraria Paralelo 30 (Rua Vieira de Castro, 48), com um pocket show do artista.

     
    Lançamento do livro O Reino do Arco-íris, Libretos Editora, 22 x 22 cm, 20 páginas, R$42,00, ISBN 978-65-86264-71-5, de Dudu Sperb
    Dia 22 de julho, às 15h, na Livraria Paralelo 30 (Rua Vieira de Castro, 48)
     
    DUDU SPERB

    É natural de Porto Alegre, formado em Artes Visuais pela UFRGS (1986) e possui pós-graduação em Metodologia do Ensino de Artes. Ilustrou o livro/CD Comptines à jouer (edição da Aliança Francesa de Porto Alegre), e os livros Mast e o Planeta Azul (Editora da UFRGS) e Lírax e Vegaluz (Editora Cassol). Desde 1988 atua também na área da música, tendo lançado seis CDs.

  • Samba no Museu: Exposição sobre Bambas da Orgia conta a história do carnaval em Porto Alegre

    Samba no Museu: Exposição sobre Bambas da Orgia conta a história do carnaval em Porto Alegre

    Alunos do curso de Museologia da Universidade Federal  estão concluindo a montagem da exposição: “No Batuque dos Bambas da Orgia: Folia e resistência em Porto Alegre”.

    A exposição estará aberta ao público  partir de 25 de julho, no Museu da Universidade (avenida Osvaldo Aranha, 277).

    O foco é a escola de samba mais antiga da cidade – Bambas da Orgia – mas o tema é o carnaval de Porto Alegre, cuja história pela primeira vez entra num museu  popular.

    Em 83 anos de carnaval, os Bambas têm também, além dos desfiles memoráveis, um histórico de resistência e luta pelo espaço na cidade.

    Com curadoria compartilhada entre os alunos e carnavalescos bambistas, ‘No Batuque dos Bambas da Orgia: Folia e resistência em Porto Alegre’ tem orientação das professoras Fernanda Albuquerque e Vanessa Aquino.

    “Dos cortejos pelas ruas do bairro Santana nos anos 1940, passando pelo início dos desfiles competitivos na década de 1960, chegando ao audacioso e inacabado projeto do Complexo Cultural Porto Seco, inaugurado em 2004, a Bambas da Orgia testemunha as histórias de alegria e de resistência que permeiam a folia. A exposição busca tensionar questões como direito à cidade, preconceitos e invisibilidades, mas sem perder a alegria que marca a festa, decretada em 2023 como manifestação da cultura nacional pela Lei Nelson Sargento”.

    Esta é a 13ª exposição curricular da Museologia da UFRGS, exercício acadêmico fundamental para o processo de formação dos futuros museólogos.

    Visitação: de 26 de julho a 25 de agosto, de segundas a sextas-feiras, das 9h às 12h e das 13h às 18h, no Mezanino do Museu da UFRGS, com entrada gratuita.

     

  • Levitan, Corona e Pezão cantam o mundo de L.F. Veríssimo, no Espaço 373

    Levitan, Corona e Pezão cantam o mundo de L.F. Veríssimo, no Espaço 373

    Adriana Deffenti e Izmália também sobem ao palco do 373 com o show DEFFENTIZMÁLIA

    No dia 20 de julho (quinta), os músicos Cláudio Levitan, Fernando Corona e Fernando Pezão retornam ao Espaço 373 com o espetáculo” Cobras com algo na cabeça – No Mundo de Verissimo”. Eles cantam, tocam e interpretam obras de Luis Fernando Verissimo em um pocket show, “onde a arte se atira em contrações e em movimentos de extensão, feito cobras em movimento, atingindo a plateia com humor e inteligência, cobras com algo na cabeça”, explica Levitan.

    No repertório poemas musicados do livro Poesia numa hora dessas?!, como Al Punto, Brasil, À Cata e Reflexões no Espelho. Também não faltará o jazz, uma das paixões do escritor, e canções com influência carioca – MPB, Bossa Nova, música de carnaval – em homenagem a outro grande amor do escritor, a esposa fluminense Lúcia Helena Massa.

    Adriana Deffenti e Izmália – Foto Adriana Deffenti/ Divulgação

    Na sexta (21), Adriana Deffenti e Izmália se unem para mostrar suas diferenças e similaridades DEFFENTIZMÁLIA. Ambas têm a mesma idade, são cantoras e compositoras e ganharam alguns prêmios Açorianos. Uma é roqueira, e a outra “emepebista”.

    Completamente diferentes na aparência, possuem uma essência muito parecida – a intensidade –, mas cada uma se expressa à sua maneira, como Yin e Yang.

    O repertório possui diversas influências de suas infâncias, como As Frenéticas, Rita Lee, Os Mutantes, Novos Baianos e The Smiths, além de músicas autorais com arranjos feitos uma pela outra.

    Corona, Pezão e Levitan em “As Cobras” – Foto Raul Krebs/ Divulgação

    SERVIÇO
    20 de julho | Quinta-feira | 21h
    Cobras com algo na cabeça – No Mundo de Verissimo
    Ingressos: R$35 a R$100
    Ingressos antecipados: https://www.sympla.com.br/evento/as-cobras-com-algo-na-cabeca/2061789

    21 de julho | Sexta-feira | 21h
    DEFFENTIZMÁLIA – Adriana Deffenti e Izmália
    Ingressos: R$35 a R$100
    Ingressos antecipados: https://www.sympla.com.br/evento/deffentizmalia/2061796

    Onde: Espaço 373 (Rua Comendador Coruja, 373 – Bairro Floresta)
    Compra de ingressos e reservas de mesas pelo WhatsApp: (51) 9 81423137 ou (51) 9 98902810