Autor: da Redação

  • FestiPoa Literária anuncia 13ª edição, pela plataforma YouTube e redes do evento

    FestiPoa Literária anuncia 13ª edição, pela plataforma YouTube e redes do evento

    Vem aí a FestiPoa Literária, edição 2021.

    A primeira edição 100% virtual da festa literária terá cinco dias de muita literatura, poesia e debate de ideias com participação de cerca de 50 convidados. Transmitida ao vivo pelo canal do YouTube e redes sociais do evento, com acesso gratuito, a FestiPoa terá participações potentes.

    O escritor Sergio Vaz. Foto: Jairo Goldflus/ Divulgação

    Além dos homenageados Ana Maria Gonçalves e Sérgio Vaz, autores e artistas como Jeferson Tenório, Antônio Pitanga, Itamar Vieira Júnior, Teresa Cristina, Conceição Evaristo, Criolo, Letrux, Ricardo Aleixo, Luedji Luna, Angélica Freitas, Paulo Lins, entre tantos outros já confirmaram suas presenças e estarão em bate-papos, saraus e oficinas.

    Segundo a curadoria da FestiPoa, a programação foi pensada para destacar a trajetória e a obra dos autores homenageados, mas também para abordar nos debates temas como o caráter político da arte em meio à pandemia, o racismo, o feminismo e a coletividade artística como força para enfrentar os retrocessos políticos, culturais e sociais do país atualmente.

    As sessões de lançamentos estão presentes nesta edição também de forma virtual. Duas lives apresentam os livros “João aos pedaços”, biografia de João Gilberto Noll escrita pelo jornalista e editor Flávio Ilha, e “Somos todos Caim”, livro de contos de Clarice Müller. E dentre as ações formativas voltadas para escolas está confirmado o encontro para professores com Sérgio Vaz, além de encontros com os escritores Eliane Marques, Marcelo Martins, Luna Vitrolina, Christina Dias e José Falero, totalizando dez atividades diversificadas para todas as idades entre os dias 08 e 24 de maio. Também está acontecendo no ‘esquenta’ da FestiPoa, o ciclo ‘Percursos do romance de autoria negra feminina’, coordenado pelo coletivo Atinukés, em parceria com o DEDS/UFRGS.

    Ricardo Aleixo. Autorretrato/ Divulgação

    A Festa Literária de Porto Alegre é uma iniciativa cultural independente que chega a sua 13ª edição graças aos esforços de uma equipe incansável. Oferece, anualmente, de forma gratuita, debates, encontros de leitura, cursos, oficinas, saraus, filmes e performances. São inúmeras as atividades realizadas para difundir e democratizar o acesso à literatura e à arte e trabalhar em prol da formação de leitores. Ao longo de mais de uma década homenageou autores como Conceição Evaristo, Laerte Coutinho, Luis Fernando Verissimo, Sergio Faraco, Vitor Ramil, Marcelino Freire, Sueli Carneiro e João Gilberto Noll, entre outros.

    A 13ª edição da Festa Literária de Porto Alegre tem o Patrocínio do Itaú e Grupo Zaffari. Realização da Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal.

    A escritora Luedji Luna. Foto: Helen Salomão/ Divulgação

    Sobre os homenageados:

    Ana Maria Gonçalves nasceu em Ibiá, MG, em 1970. Trabalhou com Publicidade até 2001, quando se mudou para a Ilha de Itaparica e escreveu “Ao lado e à margem do que sentes por mim” e “Um defeito de cor” (Editora Record), ganhador do Prêmio Casa de las Américas (Cuba, 2007). Já publicou em Portugal, Itália e nos EUA, onde ministrou cursos e palestras sobre relações raciais e fez residência em universidades como Tulane, Stanford e Middlebury. Mora em São Paulo, onde escreve também para teatro, cinema e televisão.

    Sergio Vaz é autor de oito livros e completou 30 anos de poesia no ano de 2018. Foi homenageado e premiado inúmeras vezes por seu trabalho. Eleito pela revista Época em 2009 um dos 100 brasileiros mais importantes do país. Palestrou em vários países, México, Inglaterra e Alemanha. Escreveu os livros ‘Subindo a ladeira mora a noite’ (1988), ‘A margem do vento’ (1991), ‘Pensamentos vadios, (1994), “A poesia dos deuses inferiores’ (2005), ‘Colecionador de Pedras’ (2007), ‘Cooperifa Antropofagia Periférica’ (2008), ‘Literatura pão e poesia’ (2011) e Flores de Alvenaria (2016). Cofundador do Sarau da Cooperifa movimento cultural que transformou um bar, na periferia de São Paulo, em centro cultural e que ajudou a deflagrar a literatura periférica.

    Criador do cinema na laje prêmio Cooperifa poesia no ar natal com livros várzea poética projeto poesia nos muros da mostra Cultural da Cooperifa que no ano de 2019 completou sua 12ª edição. Sergio Vaz também é autor do Projeto “Poesia Contra Violência” que percorre as escolas públicas da região promovendo recitais e bate papo sobre poesia e incentivo à leitura. No ano de 2020 devido ao período de pandemia o poeta também se dedicou a fazer lives e participar virtualmente de bate papos, palestras e entrevistas.

     

    PROGRAMAÇÃO – mesas, saraus, lançamentos

     13 de maio, quinta

    19h – Mesa dos homenageados – Ana Maria Gonçalves e Sérgio Vaz

    Mediação: Luna Vitrolira/ Acessibilidade em LIBRAS

    Os homenageados conversam de modo geral sobre suas carreiras literárias, com mediação da poeta pernambucana Luna Vitrolira

    21h – Sarau da Cooperifa, com as participações de Cocão Avoz, Luh Sousa, Jairo Periafricania, Rose Dorea e Márcio Batista

    14 de maio, sexta

    18h – Mesa 01 – Entre nós mesmas, nossas poesias e canções: Bia Ferreira e Teresa Cristina Mediação: Luna Vitrolira / Acessibilidade em LIBRAS

    19h15 – Sarau em homenagem a Sérgio Vaz, com Elizandra Souza, Lilian Rocha, Hamilton Borges e Raquel Almeida

    20h – Mesa 02 – De amizades, cidades e quebradas: Ferréz e Paulo Lins
    Mediação: Marcelino Freire

    15 de maio, sábado

    16h – Mesa 03 – Laranjal e Tijuca: canções, sereias e coisa banho de mar: Angélica Freitas e Letrux Mediação: Fernanda Bastos / Acessibilidade em LIBRAS

    18h – Mesa 04 – Um defeito de cor: Dedy Ricardo e Fernanda Oliveira conversam com a homenageada Ana Maria Gonçalves / Acessibilidade em LIBRAS

    19h40 – Lançamento da Leitura compartilhada de “Um defeito de cor” nas plataformas digitais
    20h – Mesa 05 – Personagens no cinema e na literatura: Antônio Pitanga e Jeferson Tenório Mediação: Fernanda Sousa / Acessibilidade em LIBRAS

    21h30 – Pocket show “Re-existência! Resistir, reexistir para existir!”, com Valéria Barcellos

    16 de maio, domingo

    15h – Mesa 06 – Arrancados da terra: Lira Neto. Mediação: Ricardo Barberena/ Acessibilidade em LIBRAS

    16h – Live de lançamento de “João aos pedaços”, biografia de João Gilberto Noll, com Flávio Ilha, autor da biografia, e José Castello

    17h – Mesa 07 – Escrevivendo um corpo no mundo: Conceição Evaristo e Luedji Luna.  Mediação: Ludmilla Lis

    18h40 – Mesa 08 – Poesia e alguma prosa: Geni Guimarães e Ricardo Aleixo

    Mediação: Eliane Marques

    20h – Mesa 09 – Literatura, pão e poesia: Criolo e Sérgio Vaz. Mediação: Luna Vitrolira

    21h15 – Pocket show: Negra Jaque Versos e Rima

     

    17 de maio, segunda

    18h – Mesa 10 – Escrever é voltar para casa: Itamar Vieira Júnior e Micheliny Verunschk. Mediação: Reginaldo Pujol Filho / Acessibilidade em LIBRAS

    20h – Mesa 11 – Escrita, leitura e educação: Allan da Rosa e Eliane Potiguara. Mediação: Carolina Neves / Acessibilidade em LIBRAS

    21h30 – Live de lançamento de “Somos todos Caim”, com Clarice Müller
    Mediação: Reginaldo Pujol Filho

     

    OUTRAS ATIVIDADES DA FESTIPOA

    O Projeto Pedagógico da Festipoa, que estará no ar entre 08 e 24 de maio, terá o encontro para professores com Sérgio Vaz, além de encontros com os escritores: Eliane Marques, Marcelo Martins, Luna Vitrolina, Christina Dias e José Falero, totalizando 10 atividades diversificadas para todas as idades entre os dias 08 e 24 de maio. A programação será pela plataforma online Zoom e as inscrições estão abertas até 05 de maio: https://forms.gle/585HfeLv7UMmEEQRA

    08/05, às 10h, sábado – Encontro formativo sobre poesia com Sérgio Vaz para professores

    Acessibilidade em LIBRAS

    Duração: 1h15min

    Para docentes, arte-educadores e educadores

    11/05, às 10h, terça-feira – Encontro com estudantes e escola com Christina Dias

    Acessibilidade em LIBRAS

    Duração: 1h

    A partir de 4/5 anos e para pessoas com necessidades especiais

    12/05, às 10h, quarta-feira – Encontro com estudantes e escola com Christina Dias

    Duração: 1h

    A partir de 4/5 anos e para pessoas com necessidades especiais

    13/05, às 10h, quinta-feira – Encontro com estudantes e escola com Eliane Marques

    Acessibilidade em LIBRAS

    Duração: 1h

    A partir de 12/13 anos

    14/05, às 10h, sexta-feira- Encontro com estudantes e escola com Eliane Marques

    Duração: 1h

    A partir de 12/13 anos

    18/05, às 10h, terça-feira – Encontro com estudantes e escola com Luna Vitrolina

    Acessibilidade em LIBRAS

    Duração: 1h

    A partir de 14/15 anos

    19/05, às 10h, quarta-feira – Encontro com estudantes e escola com Luna Vitrolina

    Duração: 1h

    A partir de 14/15 anos

    20/05, às 20h, quinta-feira- Encontro com estudantes e escola com Marcelo Martins

    Acessibilidade em LIBRAS

    Duração: 1h

    Faixa etária diversa – EJA adulto e jovem

    21/05, às 10h, sexta-feira – Encontro com estudantes e escola com Marcelo Martins

    Duração: 1h

    A partir de 11/12 anos

    24/05, às 10h, segunda-feira – Oficina “Anti-oficina de escrita” com José Falero, para estudantes

    Duração: 2h

    A partir de 11 anos

    Mais informações sobre o Projeto Pedagógico: contato@festipoaliteraria.com

    FESTIPOA LITERÁRIA

    De 13 a 17 de maio de 2021

    Nas redes da FestiPoa:

    YouTube: https://www.youtube.com/festipoaliteraria

    Instagram: @festipoaliteraria

    Facebook: @festipoa

     Link para as fotos dos autores presentes:

    https://drive.google.com/drive/folders/1_hdk-RT6NXhP4s0tC-HU7y_BLuOuEIVH?usp=sharing

    A 13ª edição da Festa Literária de Porto Alegre conta com a Lei de incentivo à Cultura, Patrocínio do Itaú e Grupo Zaffari. Realização da Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal, Pátria Amada Brasil.

    Apoio Cultural – PUCRS

    Apoios e parcerias: SINTRAJUFE –RS, Beabah Bibliotecas Comunitárias do RS, TAG- Experiências Literárias, Atinukés e DEDS UFRGS

     Texto: Bebê Baugarten/ Divulgação.

     

  • Incubadora MEME e Mosaico Territórios da Cultura formam redes entre os espaços de cultura do RS

    Incubadora MEME e Mosaico Territórios da Cultura formam redes entre os espaços de cultura do RS

    Os atravessamentos nos projetos do MEME Incubadora Cultural estão proporcionando beleza, entrega e muita emoção. Dois deles, o Incubadora MEME, um projeto de inclusão que consiste em encontros/oficinas com professores do MEME e convidados, e o Mosaico Territórios da Cultura, no qual diversos espaços de resistência cultural, independentes e autogeridos por seus integrantes, atuam em rede buscando o fortalecimento da cultura local, trabalhando nas criações de performances e parcerias, espalhando arte aos quatro ventos e apostando no potencial da arte como agente transformador social.

    A primeira incursão do Mosaico Territórios da Cultura foi no Amó – Lugar de bem viver, em Maquiné. Neste espaço tudo está sendo construindo com as mãos de Pascal Berten, Mirella Rabaioli, e apoiadores/amigos que literalmente botaram a mão na massa, levantando paredes, plantando, criando um ambiente sustentável em meio à natureza exuberante de Maquiné. Nos meses seguintes, respeitando os protocolos da COVID 19, outras incursões foram realizadas nos espaços que integram a rede: o Afro-Sul Odomode, a Terreira da Tribo, o Clube de Cultura e o Tablado Andaluz. Em comum, esses espaços tem a longevidade, alguns com mais de 70 anos, outros com mais de 40, 30 ou 20.

    As duas próximas atividades serão no próprio MEME, dia 06 de maio, onde Tânia Farias cantará as músicas de Violeta Parra, com a participação de Mário Falcão (apresentação fechada para público, transmitida pelo YouTube do MEME), e dia 18 de maio, celebrando o encontro na Comunidade Kilombola Morada da Paz, em Triunfo, que encerra o projeto em grande estilo. Todos os espaços foram sede de oficinas e/ou apresentações, e os encontros foram gravados, e, posteriormente, transmitido pelas plataformas do MEME.

    Já o Incubadora MEME, atua como agente de inclusão social e está realizando oficinas com cinco profissionais, oferecidas a um grupo de dez jovens em situação de vulnerabilidade social vindos da Escola E.M.E.F José Loureiro da Silva, na Cruzeiro do Sul, de Porto Alegre, além de outras dez vagas preenchidas por jovens de outras comunidades parceiras do Meme: a Escola Estadual Julio Brunelli, do bairro Rubem Berta, a E.M.E.F Senador Alberto Pasqualini, na Restinga, o espaço Afro-Sul Odomode e jovens da Comunidade Kilombola Morada da Paz, de Triunfo. As aulas de dança, expressão vocal, teatro, iluminação cênica, figurino, projeto/produção cultural, são ministradas por Paulo Guimarães, Ana Medeiros e Rui Moreira, com a coordenação de Iara Deodoro (Afro-Sul Odomode). A ideia é que com essas trocas, se formem agentes socio-políticos-culturais dentro das comunidades, instrumentalizados para atuar na arte-educação. Desse projeto resultará um documentário que será apresentado ao final do projeto (em data a definir).

    Espetáculo Mosaico_Amó. Foto: Mirella_Rabaioli/ Divulgação

    A criação dessa rede entre os espaços culturais e os atravessamentos entre os projetos que integram o guarda-chuva de atividades do MEME surgiram da identificação de características comuns a esses espaços, que tanto têm contribuído para o desenvolvimento de sujeitos críticos, por meio de ações coletivas e transformadoras. Em cada um deles a celebração da vida é pulsante em busca de laços capazes de transformar pela arte.

    SERVIÇO:

    MEME: Incubadora Cultural e Mosaicos Territórios da Cultura

    Dia06 de maio no MEME Estação Cultural, às 20h

    Show Violeta Parra, com Tânia Farias (com participação de Mário Falcão)

    *apresentação fechada para público transmitida pelo YouTube do MEME

    Dia 18 de maio, às 20h

    Encontro na Comunidade Kilombola Morada da Paz, em Triunfo

    *transmissão pelo YouTube do MEME

    Acompanhe nas redes:

    Facebook – @memeestacao

    Instagram – @memeestacao

    You Tube –  https://www.youtube.com/memeestacaocultural

    MEME Incubadora Cultural é realizado com recursos da Lei Aldir Blanc / Lei n. 14.017/2020 – edital 09/2020 – SEDAC RS.

  • Exposição de obras em P&B, nos 30 anos do Instituto Estadual de Artes Visuais

    Exposição de obras em P&B, nos 30 anos do Instituto Estadual de Artes Visuais

    Montada nos primeiros dias de abril mas impedida de receber visita presencial do público por causa da pandemia, a exposição Fora da Cor – Exercício 4 poderá ser vista a partir desta terça-feira, sob agendamento, na Galeria Augusto Meyer e no Espaço Maurício Rosenblatt, na Casa de Cultura Mario Quintana, graças às mudanças nos critérios sanitários pelo governo do estado. A mostra integra as comemorações dos 30 anos do IEAVi (Instituto Estadual de Artes Visuais) – com o apoio do MACRS.

    Secretária da Cultura (de frente) fez visita a mostra Fora da Cor – Exercício e a elogia à curadora Ana Zavadil (de camisa amarela). Foto: Divulgação

    A  exposição foi distinguida por uma única visita – ilustre – na última quinta-feira. A secretária da Cultura do Estado, Beatriz Araujo, que cumpriu agenda no prédio da CCMQ, acompanhada do presidente do Conselho Estadual de Cultura, Airton Ortiz, foi convidada a apreciar as obras pelo diretor do MAC, André Venzon.

    Ela foi, viu e gostou, diz a curadora da mostra, Ana Zavadil, que estava no local e ficou feliz com os elogios da secretária a muitas das obras e ao projeto, lançado em 2018 e que envolveu três exposições (ou exercícios) anteriores. Os visitantes receberam o catálogo da Fora da Cor, que fica em exibição até 4 de julho.

    As obras, de 56 artistas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, são em preto e branco e nos tons de cinzas possíveis entre uma cor e outra. Os trabalhos, em diferentes linguagens e suportes, revelam a poética de cada artista, enriquecendo a investigação no campo do conhecimento e da experimentação. “O que dá unidade à exposição é justamente a pouca cor e o diálogo entre as obras, esse é forte e chama a atenção para nichos dentro do espaço expositivo” explica a curadora, que também é professora e mestre em História, Teoria e Crítica de Arte pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

    Os artistas da mostra:

    Alexandra Eckert, Andréa Bracher, Angela Plass, Beatriz Dagnese, Carmela Slavutzky, Clara Koppe, Cristie Boff, Cristina Luviza Battiston, Dani Remião, Dartanhan Baldez Figueiredo, Denise Giacomoni, Denise Wichmann, Edson Possamai, Esther Bianco, Felipe Ferla da Costa, Gelson Soares, Graça Craidy, Helena D’Avila, Heloísa Biasuz, Juliana Feyh, Kika Costa, Leonardo Loureiro, Leonice Araldi, Lisi Wendel, Lorena Steiner, Lucy Copstein, Mara Galvani, Maria Cristina, Maria Paula Giocomini, Maril Rodrigues, Marina Ramos, Maristel Nascimento, Marlon Viana, Mery Bavia, Milene Gensas, Mônica Furtado, Myra Gonçalves, Nadiamara Paim, Natalia Bianchi, Neca Sparta, Odilza Michelon, Priscila Sabka Thomassen, Rachel Fontoura, Ricardo Aguiar, Rosirene Mayer, Sandra Gonçalves, Sandra Kravetz, Sandra Lages, Selir Staliotto, Silvia Rodrigues, Sonia Loren, Sonia Rombaldi, Susan Mendes, Susane Kochhann, Vera Reichert e Wischral.

    -Agendamento de visita pelo email:

    visitaccmq@gmail.com

    -Local:

    IEAVi/MACRS (Casa de Cultura Mario Quintana, Rua dos Andradas, 736, 3º andar). Na Galeria Augusto Meyer e no Espaço Maurício Rosenblatt.

    De segunda a sexta-feira, das 10h às 18h

     

     

     

     

     

     

     

  • “A Noite do Brasil” projetará obras de arte nos edifícios em São Paulo

    “A Noite do Brasil” projetará obras de arte nos edifícios em São Paulo

    Na noite de 4 de maio, diversas projeções acontecerão em São Paulo em pontos de grande visibilidade como no Vale do Anhangabaú e na Consolação.

    A data assinala o primeiro ano da morte do cronista, compositor e letrista Aldir Blanc, e teem como homenageado especial o sociólogo Betinho (Hebert  José de Souza).

    As empenas (paredes cegas) de alguns edifícios da cidade de São Paulo servirão de suporte para a primeira exposição virtual de artistas plásticos, chargistas e grafiteiros do Brasil.

    O projeto, denominado “A Noite do Brasil”, resulta de uma associação entre o grupo “Projetemos” com vários artistas,  que farão  uma gigantesca mostra de artes visuais, cujo tema será um comentário  crítico sobre o atual momento brasileiro.

    O sociólogo Betinho é um dos homenageados. Pìntura de Elifas Andreatto

    Cerca de cem pessoas entre artistas visuais, e profissionais que trabalham com projetores de longo alcance, a mostra “A Noite do Brasil” que alude ao conhecido samba, “O Bêbado e a Equilibrista” de Aldir Blanc, será simultaneamente estendido à internet e poderá contar com a participação de projecionistas de várias cidades brasileiras.

    Exposição virtual marca um ano da morte de Aldir Blanc

    Segundo os organizadores, as mostras virtuais terão, no máximo, uma hora de duração. Os artistas convidados e selecionados para o lançamento da “A Noite do Brasil”, além de Elifas Andreato e Enio Squeff, o escultor Israel Kislansky, os chargistas Aroeira, Laerte, Cau Gomez,  Brum, Carol Cospe Fogo, Gilmar e o grafiteiro Bonga pretendem inaugurar um movimento, e também, uma espécie de procedimento estético que tenha continuidade, consolide uma relação longa entre artistas e projecionistas, e resulte em novos desdobramentos.

    Charge de Cau Gomez é uma das obras projetadas

    A lista de participantes de “A Noite do Brasil” não está encerrada. Os próximos artistas e projecionistas, contudo, – inclusive de outros países – que quiserem participar, numa segunda fase, deverão preencher o formulário e enviar suas obras neste link: bit.ly/a-noite-do-Brasil-FORMS A partir disso, os trabalhos passarão por uma nova curadoria que marcará a data da próxima versão da mostra.

    Para o grupo “Projetemos”, as projeções poderão ser feitas de 15 em 15 dias.

     

     

     

     

  • Raízes: as trajetórias de  cinco artistas do RS em webdocumentários

    Raízes: as trajetórias de cinco artistas do RS em webdocumentários

    O Arte como Ciência: Raízes é um projeto especial do Arte Como Ciência que objetiva reverenciar e refletir sobre a relevância da trajetória profissional de importantes nomes da cultura gaúcha: Vera Lopes, Mestre Pernambuco, Irene Santos, Zé da Terreira e Seli Maurício. A realização conta com a produção de um web-documentário sobre o trabalho de cada artista, cujo lançamento será  acompanhado de uma mesa redonda virtual dedicada a refletir sobre o tema central da trajetória abordada. As mesas serão compostas por profissionais especialistas em cada temática central, em uma programação que acontecerá na última semana de abril e durante todo o mês de maio, sempre nas terças-feiras, às 14:30 no canal do Arte Como Ciência no Youtube e na página do Facebook.
    Irene Santos. Foto_Rogerio do Amaral Ribeiro / Divulgação

    Os web documentários que serão apresentados e debatidos são: “Vera Lopes: arteativista das lutas negras”, uma trajetória que engloba a arte negra no teatro, poesia, cinema e música; “Zé da Terreira: na cadência do tambor”, destacando seu trabalho no teatro de rua, performance política e música; “Seli Maurício: o exercício da sensibilidade”, artista plástica e bonequeira da cidade de Pelotas; “Mestre Pernambuco: quilombismo, a utopia viável”, com enfoque na promoção do carnaval de rua e sua relação filosófica e política com o quilombismo; “Irene Santos: memória fotográfica de negros de alma preta”, com ênfase na promoção do papel essencial da negritude na formação da cultura gaúcha.

    Pernambuco. Foto: Caco Argemi/SindBancários/ Divulgação

    Desenvolvimento cultural

    O Arte como Ciência: Raízes foi criado em meio à pandemia do COVID-19, um momento em que o mundo está sofrendo o luto de perder tantas trajetórias repletas de maturidade, experiência e sabedoria. As pessoas enfocadas nesta realização possuem mais de sessenta anos. Elas fizeram parte de momentos históricos essenciais às transformações dos modos de emocionar e refletir que as realizações artísticas promovem. Elas integram o momento presente, de forma contundente, pois nada substitui a relevância de suas experiências. Essas pessoas foram, são e continuarão sendo essenciais ao desenvolvimento cultural do Rio Grande do Sul. O Arte como Ciência: Raízes é um ato político de conscientização e reverência a pessoas que constituem ancestralidades férteis, repletas de realizações passadas e possibilidades presentes e futuras. Segundo Viviane Juguero, coordenadora pedagógica do projeto a proposta está embasada no entendimento de que “os discursos artísticos são fundamentais na configuração das estruturas sociais pois compõem as coordenações emocionais que embasam valores e desejos, e resultam nas escolhas de cada pessoa em relação às possibilidades dos contextos em que estão inseridas. Já Daniela Israel, coordenadora técnica, pontua que este “é um projeto colaborativo, feito com muitas mãos, de diferentes lugares, envolvendo muita paixão, arte e ciência. Focamos em como um conteúdo pesado e difícil de ser entendido por vezes, possa ser leve, interessante, agregando e transformando a sociedade.”

    Seli Mauricio. Foto_video: Huli Balasz – Patricia Custodio / Divulgação
    Ao mesmo tempo, o projeto englobou profissionais com trajetórias e experiências distintas, em uma equipe diversa em todos os sentidos. Junto a profissionais com ampla experiência e formação, aprendizes e iniciantes também tiveram a oportunidade de aprimorar seus conhecimentos, por meio de distintos estágios. A iniciativa também reúne, além de sua equipe diretiva e de produção, profissionais da arte de diversos estados, ampliando nacionalmente a repercussão do trabalho, além de equipes de acessibilidade, divulgação e tradução, pois, seguindo o propósito original do projeto de estabelecer conexões internacionais, todos os vídeos e encontros contam com tradução para o inglês e o espanhol.

    O Arte Como Ciência: Raízes está sendo realizado com recursos da Lei nº 14.017/2020, através do Edital SEDAC nº 09/2020 – Concurso Produções Culturais. Os vídeos, mesas redondas e demais conteúdos do projeto podem ser acompanhados nos canais do Arte Como Ciência no Youtube, Facebook, Instagram e também no site do projeto.

    Zé da Terreira. Foto de Kin Viana/ Divulgação

    Serviço: 

    Arte como Ciência: Raízes

    Data: nas terças-feiras,  sempre às 14:30 (BRT)

    27 de abril – Mestre Pernambuco: quilombismo, a utopia viável

    04 de maio – Vera Lopes: arteativista das lutas negras

    11 de maio – Seli Maurício: o exercício da sensibilidade

    18 de maio – Zé da Terreira: na cadência do tambor

    25 de maio – Irene Santos: memória fotográfica de negros de alma preta

    Como assistir: As mesas redondas e web-documentários serão transmitidos em nosso canal no Youtube e em nossa página no Facebook.
    Canal do Youtube: youtube.com/artecomociencia

    Página do Facebook: fb.com/artecomociência

    Nossos canais de comunicação:

    Site oficial: https://www.artecomociencia.com/

    Instagram: @artecomociencia | https://www.instagram.com/artecomociencia/

    Vera Lopes. Foto: Camila de Morais / Divulgação
    QUEM SÃO:

    Waldemar Moura Lima (Pernambuco), o Professor Pernambuco, é uma importante referência da cultura popular em nosso Estado. Ele se destaca como compositor, cantor, ator e diretor de teatro. Carnavalesco, é fundador e coordenador da Rua do Perdão e da Banda DK, produzindo eventos que atraem grande público no carnaval de rua da cidade. É idealizador e diretor artístico do Grupo Temático Pedagógico Ponto Z (Z de Zumbi), criado com o objetivo de proporcionar uma releitura na história do Brasil, apresentando em diferentes palcos o espetáculo educativo “Contando a verdade, cantando a história”. É também um dos coordenadores do Movimento Quilombista Contemporâneo, dando continuidade à ideia implantada por Abdias do Nascimento, com inspiração na “República de Palmares”, de colocar negros e negras em espaço de poder, que propõe uma governança afrocentrada.

    Vera Lopes é atriz gaúcha, com atuação em teatro, cinema, recital poético-musicais, com mais de 30 anos de experiência. Vive em Salvador/BA e tem como foco atuar com expressões artísticas baseadas na cultura negra. No cinema gaúcho teve sua estreia no premiado curta ‘O Dia em que Dorival encarou a Guarda’, em 1986, dirigido por Jorge Furtado e José Pedro Goulart. Participou dos longas, igualmente premiados, ‘Neto Perde sua Alma’, de Beto Souza e Tabajara Ruas/1998, e ‘Neto e o Domador de Cavalos’, de Tabajara Ruas/2005. Foi protagonista no curta ‘Antes que Chova’, direção de Daniel Marvel/2009, e participou ainda de ‘Tolerância’, de Carlos Gerbase/2000; ‘Da Colônia Africana a Cidade Negra’, de Paulo Ricardo de Moraes; ‘Brasil um Eterno Quilombo’, de Julio Ferreira/2006. No teatro, atuou nos espetáculos ‘Hamlet Sincrético’ e ‘Transegun’, do Grupo Caixa-Preta, ambos dirigidos por Jessé Oliveira, entre outros.

    Seli Maurício – Artista plástica e bonequeira, nascida em Morro Redondo, vive em Pelotas há mais de cinquenta anos. Uma de suas maiores e mais reconhecidas obras é a Via Sacra da Igreja da Luz feita em 1977, na técnica entalhe em madeira. Pioneira no teatro de bonecos profissional em Pelotas. Fundadora do grupo Trio Pilha de teatro de bonecos, o primeiro a participar do Festival Internacional de Teatro de Bonecos de Canela. Em 1991, criou o espaço Praça da Paz, que conta com o trabalho paisagístico da artista na praia do Laranjal e recentemente deu luz a uma nova série de desenhos, com o tema Mulheres Guerreiras / Luzes da África. Atua entre o erudito e o popular e entre o sagrado e o profano.

    José Carlos Peixoto, Zézão ou Zé da Terreira, nasceu em Rio Grande, em 1945. É cantor, ator e personalidade do meio cultural de Porto Alegre. Em 1969, estudou no Departamento de Arte Dramática da UFRGS. Foi para o Rio de Janeiro em 1970, conviveu com o grupo Tá na Rua. Participou como cantor no Festival Universitário de Música Brasileira. Em 1984, de volta a Porto Alegre, trabalhou no Ói Nóis Aqui Traveiz e no grupo teatral Oficina Perna de Pau.

    A fotógrafa e historiadora Irene Santos se dedica à preservação da memória da comunidade negra em Porto Alegre. É autora dos livros “Negro em Preto e Branco: história fotográfica da população negra de Porto Alegre (Fumproarte, 2005/ Prêmio Açorianos de Literatura – categoria Especial) ” e “Colonos e Quilombolas: memória fotográfica das colônias africanas de Porto Alegre” (Fumproarte, 2010). Como fotógrafa de artistas da cidade, tornou-se conhecida no meio artístico, o que a levou à realização de várias exposições individuais de fotografia em lugares prestigiados como o MARGS, a Galeria do Theatro São Pedro e a Casa de Cultura Mario Quintana.

    Sobre o projeto:

    O projeto ARTE COMO CIÊNCIA apresenta entrevistas com artistas que desenvolvem um olhar reflexivo e científico sobre a relação entre seu fazer artístico e a sociedade. A intenção é dialogar sobre o papel crucial e específico que as distintas criações artísticas desempenham na permanente formação pessoal e social, em cooperação, mas não em subordinação, com outros campos do saber.
    Em 2020, foram realizados quatro episódios – a apresentação do projeto, contando com profissionais de distintos países, além das entrevistas inéditas com os brasileiros Jessé Oliveira e Richard Serraria, e a estadunidense Kathy Perkins. Já em 2021, o projeto realizou, em conjunto com CBTIJ/ASSITEJ Brasil, o debate virtual “Arte para Crianças e Jovens”, com a presença de Clarissa Malheiros (México), Idris Goodwin (Estados Unidos), Jerry Adesewo (Nigéria), María Inés Falconi (Argentina), Imran Khan (Índia) e Yuck Miranda (Moçambique), e mediação de Viviane Juguero (Brasil/Noruega). Em fevereiro, foi realizada entrevista com o pesquisador cubano Luval Garcia Leyva.

    Detalhamentos da proposta podem ser conferidos no site artecomociencia.com.

    Equipe do Arte Como Ciência:

    Idealização, coordenação pedagógica e mediação dos encontros: Viviane Juguero (University of Stavanger)

    Idealização e coordenação técnica: Daniela Israel (FEEVALE)

    Coordenação de tradução solidária e assuntos da infância: Cleiton Echeveste

    Tradução para o espanhol: Paula Cabrera (UFSM)

    Tradução para o inglês: Celso Júnior (UFRB)

    Produção: Bando de Brincantes

    Produção audiovisual: Bactéria Filmes

    Ficha técnica do Arte como Ciência: Raízes

    Idealização do projeto e coordenação pedagógica: Viviane Juguero

    Coordenação técnica: Daniela Israel

    Produção institucional: Éder Rosa
    Direção: Daniela Israel e Viviane Juguero

    Artistas em foco: Vera Lopes, Waldemar Pernambuco, Seli Maurício, Zé da Terreira, e Irene Santos

    Roteiros: Viviane Juguero, Jorge Rein e Juh Balhego

    Arte conceitual: Éder Rosa

    Supervisão de Pós-produção: Pedro L. Marques

    Edição: Filipe Barros

    Finalização: Forno FX

    Direção de Arte Gráfica: Ana Moura

    Assistência de Produção: Litiely Tavares e Gian Coelho

    Direção de produção: Freddy Paz

    Comunicação e Redes Sociais: Ana Luísa Moura

  • Mil peças de coleção particular enriquecem acervo do Museu Farroupilha

    Mil peças de coleção particular enriquecem acervo do Museu Farroupilha

    O acervo do Museu Histórico Farroupilha, em Piratini, será enriquecido com um conjunto de quase mil peças  reunidas  por Volnir  Junior dos Santos, colecionador conhecido como TcheVoni.

    Gaúcho residente em Natal, capital do Rio Grande do Norte, TcheVoni dedicou 20 anos  reunindo material referente à Revolução Farroupilha –  livros, documentos, moedas e armas, como espadas e balas de canhão.

    Em 2019,  ele procurou o MHF para manifestar o desejo de doar as peças à instituição. Em outubro daquele ano, a secretária da Cultura, Beatriz Araujo, e a diretora do museu, Francieli Domingues, viajaram a Natal para tornar esse desejo uma realidade.

    A coleção, acondicionada em 30 caixas,  será transportada com uma escolta da Brigada Militar, de Porto Alegre até a cidade de Piratini, onde fica o museu a 350  km  da captal.

    O acervo está em posse da Sedac desde dezembro de 2019, quando foi transportado de Natal para o Rio Grande do Sul.

    Na capital gaúcha, as peças foram recebidas por técnicos do Departamento de Memória e Patrimônio da Sedac, que trabalharam na catalogação.

    “Numeramos e criamos fichas de cadastro com fotos para cada uma das peças. Depois, fizemos o devido acondicionamento para o novo transporte”, explica o assessor especial de Memória e Patrimônio da Secretaria da Cultura, Eduardo Hahn.

    “Temos certeza que o acervo está no lugar certo, e o Museu Farroupilha vai poder contar, com detalhes e profundidade, a história da Revolução Farroupilha”, analisa Beatriz Araujo.

    Melhorias no museu

    Enquanto o processo de catalogação acontecia, o Museu Histórico Farroupilha preparava sua estrutura para receber a coleção.

    As melhorias contemplaram o mobiliário, a parte elétrica, o sistema de iluminação e a reserva técnica do museu, que agora conta com mais duas salas para acondicionar o acervo.

    “A chegada da coleção permitirá que a direção e a equipe técnica aprofundem a pesquisa histórica das peças, bem como a construção da nova exposição, que está prevista para inaugurar em setembro”, anuncia a diretora do Museu Histórico Farroupilha, Francieli Domingues.

     

  • Projeto Arte Contemporânea. RS lança catálogos com 1.843 obras de  928 artistas

    Projeto Arte Contemporânea. RS lança catálogos com 1.843 obras de 928 artistas

    Um projeto fundamental e de grande importância histórica desponta no horizonte da cultura do RS. Nesses tempos tão obscuros para o segmento cultural do país, o Arte Contemporânea.RSilumina o acervo do MACRS – Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul com o lançamento de um catálogo virtual e imprenso de suas obras. O lançamento do catálogo e a exposição serão simultâneos, dia 29 de abril, de forma presencial e/ou virtual, conforme o protocolo de restrições estabelecido pelas autoridades locais mediante o cenário de pandemia vigente.

    O trabalho minucioso de uma equipe coordenada pela gestora cultural Vera Pellin e orientada pela pesquisadora e curadora do projeto Maria Amélia Bulhões, catalogou 1.843 obras de 928 artistas. Em edição trilíngue (português, espanhol e inglês), o catálogo terá versão digital hospedada em site específico do projeto (www.acervomacrs.com), e será disponibilizado em todas as redes sociais do MACRS e da SEDAC.

    Pasquetti. Foto: Divulgação

    Já a versão impressa, composta por 304 páginas, terá tiragem 1.200 exemplares e será distribuída entre instituições de artes visuais e a Associação dos Amigos do MACRS – AAMACRS. O projeto prevê ainda uma grande exposição com curadoria de Maria Amélia Bulhões no MACRS: galerias Xico Stockinger Sotero Cosme, e espaço Vasco Prado, no 6º andar da CCMQ. Serão apresentadas na mostra mais de sessenta obras em diferentes suportes, marcando a diversidade e representatividade desse acervo.

    Papel Social

    “A sociedade se organiza em torno da arte e da cultura, este bem material e imaterial a que todo cidadão tem o direito e necessita usufruir. A arte torna a sociedade mais humana e viva. Os artistas, através de suas vivências sensíveis e estéticas, cumprem o seu papel social. Esta foi a principal motivação para organizarmos o projeto ‘Arte Contemporânea.RS’, através da Digrapho Produções Culturais em conjunto com uma equipe de excelência, por intermédio do Edital de Concurso – Produções Culturais e Artísticas, promovido pela SEDAC, por intermédio da Lei Aldir Blanc. Neste momento de tantas restrições, é muito gratificante editar o primeiro Catálogo Geral do Acervo do MACRS, impresso e digital, e disponibilizar para a sociedade este importante documento da história da arte contemporânea”, afirma Vera Pellin, organizadora e coordenadora do projeto.

    Sandro Ka- Venus. Foto : Divulgação

    Muito além de entregar ao público este patrimônio das artes visuais que habitam o MACRS, esta iniciativa proporcionará o crescimento e o desenvolvimento do setor, agregando legitimidade e valor às obras dos artistas em relação ao campo da arte e possibilitando que sejam conhecidos com profundidade, tanto pela sociedade, como por pesquisadores, galeristas e colecionadores “Considero este projeto muito importante para as artes visuais no RS e no Brasil e me sinto super feliz por fazer parte dele. Foi um grande desafio realizá-lo no prazo exíguo que tivemos, mas tenho certeza que o resultado compensará. Nossa equipe de trabalho foi muito dedicada e eficiente, foi bonito ver como mergulharam e se envolveram no projeto. Dar visibilidade a sua coleção é uma das mais importantes tarefas de um museu de arte. Poder me debruçar sobre este acervo para compreendê-lo e valorizá-lo é uma travessia plena de emoção”, afirma Maria Amélia Bulhões, pesquisadora e curador responsável pela catalogação.

    Walmor Correa. Foto: Divulgação

    A importância dessa publicação para as artes visuais é imensa. Por meio dela será possível ampliar estudos sobre a produção artística contemporânea no RS, mediante o fomento de novas pesquisas acadêmicas e escolares, dissertações e teses, curadorias e exposições, bem como estimular a política de empréstimo de obras para outras instituições no RS, no país e no exterior. “O catálogo geral de obras é resultado de um projeto cultural tão corajoso quanto responsável, que lançou um olhar de lupa sobre o Museu, colocando em evidência a totalidade das obras do seu acervo e tornando esse patrimônio artístico acessível, de modo permanente, em toda sua amplitude, por meio impresso e digital”, afirma André Venzon, diretor do MACRS. “As publicações desse trabalho de catalogação e pesquisa, além de essenciais para todos que desejam conhecer mais sobre a arte contemporânea brasileira, também são um forte testemunho da consistência do caminho do MACRS, de resgate da importância da trajetória desses artistas, gestores, servidores, estagiários e colaboradores, que construíram a história da instituição, ao longo de três décadas, para as futuras gerações”, complementa.

    Alfredo Nicolaiewsky. Histórias Hércules. Foto: Divulgação

    Próxima etapa

    O processo, realizado em etapas pela equipe – pesquisar, documentar, digitalizar, editar e imprimir – demandou grande dedicação e aprendizado. A próxima etapa envolve expor e apresentar em diferentes mídias este acervo de arte contemporânea que vem se constituindo ao longo dos anos e que expressa diferentes visões poéticas, sentimentos e opiniões a respeito do nosso tempo. A partir do olhar desta geração de artistas se manifesta a história da arte contemporânea no Rio Grande do Sul, sendo o MACRS o principal Museu do RS focado nas atividades de preservação e conservação desta memória para as gerações futuras. Todo esse processo de produção e catalogação das obras será apresentado em duas lives com a participação de toda a equipe envolvida. As lives serão divulgadas nas redes do projeto oportunamente.

    O ARTE CONTEMPORÂNEA.RS celebra essa conquista, possível por meio da Lei Aldir Blanc, e antecede as comemorações dos 30 anos do MACRS e os novos tempos que virão na nova sede do Museu no 4ª Distrito.

    Itaú Cultural – Instalação: Ocupação de Regina Silveira
    Foto: Rubens Chiri/Perspectiva

    Projeto Arte Contemporânea.RS – equipe

    Produção/ Digrapho: Carla Pellin D’ávila. Organização e Coordenação Geral: Vera Pellin. Pesquisa e Curadoria da Exposição :Maria Amélia Bulhões

    Bolsistas – Auxiliares de Pesquisa e Catalogação

    Caroline Ferreira, Luiz Felipe Schulte Quevedo, Nina Sanmatin, Malena Mendes, Mirele Pacheco, Kailã Isaias

    Com o apoio da equipe de estagiárias de museologia do MACRS: Bárbara Hoch, Catarina Petter e Gabriela Mattia

    Fotografia: Viva Foto – Fabio Del Re / Carlos Stein

    Web Site: Laura Sander Klein

    Design Catalogo
    Janice Alves E Ângela Fayet

    Expografia da Exposição

    Carla Pellin D’ávila

    ARTE CONTEMPORÂNEA.RS

    Abertura dia 29 de abril de 2021

    Lançamento do catálogo impresso e digital e exposição presencial nas galerias do MACRS: Xico Stockinger, Sotero Cosme e Espaços Vasco Prado

    No 6º andar da Casa de Cultura Mario Quintana – Rua dos Andradas, 736, Centro Histórico, Porto Alegre/RS

    Visitação até 04 de julho de 2021, de segunda a sexta, das 10h às 18h, mediante agendamento por e-mail: visitaccmq@gmail.com

    Este projeto tem o financiamento da Secretaria de Estado da Cultura do RS, Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo do Governo Federal # LEI ALDIR BLANC – edital 09/2020 da SEDAC RS para ser realizado com recursos da Lei n. 14.017/2020

  • A vez de Marietti Fialho no Mistura Fina, cantando clássicos e composições autorais

    A vez de Marietti Fialho no Mistura Fina, cantando clássicos e composições autorais

    Com 30 anos de carreira e um Prêmio Açorianos de Música como melhor intérprete pop rock em 2000, Marietti Fialho chega ao palco do Projeto Mistura Fina em nova fase. Na apresentação programada para o dia 22 de abril, a artista mostra o seu lado compositora, além do já conhecido talento na forma como interpreta as canções.

    Na companhia luxuosa de Cláudio Costa (violão e voz) e Marcio Bandeira (bateria), o show traz releituras de clássicos da MPB, passando pelo samba, pop, groovereggae e bossa nova. Bananeira, de Gilberto Gil e João Donato, Oceano, de Djavan, e Sampa, de Caetano Veloso, são algumas das canções que integram o repertório. O trio apresenta também a música Vem cá, composição de Marietti em parceria com Cláudio Costa, e Guria e Adupé, ambas escritas pela artista.

    Marietti já transitou por vários palcos, da capital Porto Alegre ao interior do Estado. Também mostrou todo o seu talento no Rio de Janeiro, São Paulo, França, Uruguai e Argentina, levando sempre na bagagem suas vivências e influências, aliadas à sua forma única de interpretação. Coleciona participações especiais em álbuns de diversos artistas, como Da Guedes, Partido de Primeira, Baladas do Bom Fim, entre outros.

    Sobre o Mistura Fina

    Com realização do Theatro São Pedro, correalização e produção da Primeira Fila Produções, assessoria de imprensa de Silvia Abreu, apoio da Ovni Acessibilidade Universal, financiamento do Pró-Cultura RS e patrocínio da Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul (Sulgás), o Mistura Fina chega a sua terceira edição, exibindo a pluralidade da produção musical que se destaca no cenário nacional. Iniciado em 2018, o projeto abrigou grandes expressões da música, em shows temperados com arte e alta performance artística que se exibiram no Foyer Nobre do Theatro São Pedro.

    Desde abril de 2020, a iniciativa se reinventa e segue em formato virtual pelas redes sociais do projeto. O Mistura Fina conta, desde a primeira edição, com serviço de mediação audiodescrita realizada pela Ovni Acessibilidade Universal.

    Serviço:

    Marietti Fialho, com Cláudio Costa e Marcio Bandeira, no MISTURA FINA

    Dia 22 de abril de 2021, quinta-feira, a partir das 18h30min

    Facebook: https://www.facebook.com/misturafinamusica

    Gênero: Livre | Classificação etária: Livre

     

  • A 13ª FestiPoa Literária e sua primeira atividade, em parceria com o  Coletivo Atinuké e DEDS/UFRGS

    A 13ª FestiPoa Literária e sua primeira atividade, em parceria com o  Coletivo Atinuké e DEDS/UFRGS

    “Escrever pode ser uma espécie de vingança (…). Não sei se vingança, talvez um desafio, um modo de ferir o silêncio imposto, ou ainda executar um gesto de teimosa esperança.” Estas são as palavras de Conceição Evaristo e que representam o ciclo “Percursos do romance de autoria negra feminina’, atividade que integra a programação da 13ª FestiPoa Literária. O ciclo acontecerá entre 26 de abril e 24 de maio e é uma parceria com o Coletivo Atinuké e com o DEDS/UFRGS.

    A escrita de autoras negras se inscreve na literatura brasileira com a autoridade de uma perspectiva singular. Suas histórias retratam a complexidade de sentimentos, a força das ações e a humanidade que habita aquelas personagens que, na literatura canonizada pela crítica literária, não passavam de meras figurantes. São essas peculiaridades que desestabilizam a visão padronizada da sociedade e envolvem o público leitor, além da inquestionável qualidade de seus trabalhos.

    Para explorar a grandeza dessa literatura, o ciclo ‘Percursos do romance de autoria negra feminina’ convoca o olhar de profissionais negras das áreas das letras, sociologia, teatro e história, sobre quatro obras que ilustram a inserção da criação literária de mulheres negras no panteão dos ícones da nossa literatura. A atividade acontecerá na plataforma zoom e os inscritos receberão por e-mail o link para acesso. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até o dia 22 de abril no link:

    http://bit.ly/autorianegrafeminina

    FestiPoa Literária, em sua primeira edição 100% virtual, terá cinco dias de literatura, poesia e debate de ideias com as presenças de mais de 30 escritoras e escritores nacionais. Transmitida ao vivo pelo canal do YouTube e redes sociais do evento, com acesso gratuito, terá em sua programação, além dos homenageados Ana Maria Gonçalves e Sérgio Vaz, convidados como Jeferson Tenório, Marcelino Freire, Criolo, Letrux, Ricardo Aleixo, Luedji Luna, Angélica Freitas, Paulo Lins, entre outros, em mesas redondas, oficinas, bate-papos e saraus. A FestiPoa será realizada entre 13 e 17 de maio e conta com o Patrocínio do Itaú e Grupo Zaffari. Realização da Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Lei Federal de Incentivo à Cultura, Governo Federal.

    Confira o programa do Ciclo Percursos

    Via zoom com inscrições gratuitas até dia 22 de abril no link http://bit.ly/autorianegrafeminina

    26 de abril, 19h – Um defeito de cor, de Ana Maria Gonçalves, com Fidelayne Sousa e Nina Fola;

    03 de maio, 19h – Ponciá Vicêncio, de Conceição Evaristo, com Ana dos Santos e Suelen Aires Gonçalves;

    01 de maio, 19h – Quarto de despejo, de Carolina Maria de Jesus, com Dalva Maria Soares e Lara Cornelio;

    15 de maio, 18h – Um defeito de cor, Dedy Ricardo e Fernanda Oliveira entrevistam a autora Ana Maria Gonçalves;

    24 de maio, 19h – Úrsula, de Maria Firmina dos Reis, com Lara Cornelio e Roberta Pedroso.

    Ciclo Percursos do romance de autoria negra feminina

    De 26 de abril a 24 de maio

    Inscrições pelo link http://bit.ly/autorianegrafeminina

    Transmissão pela plataforma zoom

  • Biblioteca Pública Estadual celebra 150 anos de existência

    Biblioteca Pública Estadual celebra 150 anos de existência

    Nessa quarta-feira, dia 14, a Biblioteca Pública do Estado do Rio Grande do Sul (BPE) completou 150 anos de existência.  Para marcar a data foi promovido um encontro virtual para homenagear a Biblioteca, com a presença e fala de personalidades renomadas da área literária e cultural do Estado, como Jane Tutikian, Alcy Cheuiche, Luiz Coronel e Miguel Frederico do Espírito Santo, e também dos membros da Academia Brasileira de Letras,  Antônio Secchin e Geraldo Carneiro.

    Além do evento, durante o mês de abril e ao longo do ano, a Biblioteca estará realizando outras atividades comemorativas. No mês de abril, a BPE tem postado nas redes sociais cards com a história de todos os diretores que estiveram à frente da instituição ao longo desses 150 anos. Também serão homenageados os funcionários que muito contribuíram para a sua trajetória. Ainda no mesmo mês, acontecerá um Chapéu Acústico Especial, que será transmitido nas redes sociais da Biblioteca, uma visita guiada virtual e o lançamento de vídeos com depoimentos de pessoas que participaram dessa história.

    “Sempre ressalto que a Biblioteca Pública é um lugar plural, de todos e para todos, com muita informação disponível, onde ‘circula o espírito do mundo’, como estav escrito em um livro de bronze que ornava a fachada da instituição. Me orgulha fazer parte dessa história”, comemora a diretora, Morganah Marcon. “É uma data para celebrar e se orgulhar. Quero cumprimentar a todos e desejar que, muito em breve, possamos estar, novamente, frequentando a Biblioteca, fazendo pesquisa, enfim, podendo usufruir desta maravilha que é esta instituição tão cara a
    todos os gaúchos”, destaca a secretária da Cultura, Beatriz Araujo.

    História
    A história da Biblioteca Pública do Estado começa na Província de São Pedro, durante o reinado de D. Pedro II. Sua fundação remonta a 14 de abril de 1871, com a Lei Provincial n° 724, quando passou a funcionar no mesmo prédio do Atheneu Rio-Grandense. De lá pra cá, além da importância histórica e da riqueza do seu patrimônio arquitetônico e mobiliário, a Biblioteca construiu uma coleção de mais de
    250 mil volumes que representa o mais importante conjunto bibliográfico de salvaguarda da memória sul-rio-grandense, sendo a referência mais importante da historiografia e da cultura gaúchas dos séculos 19 e 20, além de imensurável representatividade junto à memória nacional pela exclusividade de títulos desde o século 16, dentre outros.

    Programação | 14 de abril de 2021 – das 15h às 18h
    Celebração do aniversário de 150 anos da fundação da Biblioteca Pública do Estado do Rio Grande do Sul 15h – 15h30 – Mesa de Abertura
    Coord.: Gilberto Schwartsmann (AABPE-RS), Morganah Marcon (Diretora da BPE), Rafael Ban Jacobsen (Presidente da Academia Rio-Grandense de Letras) e Eduardo Leite (Governador do Estado do Rio Grande do Sul), Beatriz Araujo (Secretária de Estado da Cultura), Gunter Axt (Secretário de Cultura de Porto Alegre)

    Recital da Bach Society Brasil Ária da Orchestral Suite No 3 (BWV 1068), de Johan Sebastian Bach, adaptação para o cravo, com o maestro Fernando Cordella.

    Programa
    15h30 -17h | Parte I – Coord. Dr. Alcides Mandelli Stumpf (AABP-RS)
    A Fundação da Biblioteca
    Miguel Frederico do Espírito Santo (Presidente do IHG-RS)
    O valor simbólico da Biblioteca
    Jane Tutikian (Academia Rio-Grandense de Letras)

    Meu olhar sobre a Biblioteca
    Alcy Cheuiche (Academia Rio-Grandense de Letras)

    Um poema para a Biblioteca
    Luiz Coronel (Academia Rio-Grandense de Letras)

    17h – 18h | Parte II – Coord. Gilberto Schwartsmann (AABPE-RS)
    “Drummond e a magia da Leitura”
    Antônio Carlos Secchin (Academia Brasileira de Letras)

    “Camões, nosso contemporâneo”
    Geraldo Carneiro (Academia Brasileira de Letras)
    18h | Encerramento da Sessão

    _____
    Palestrantes
    Alcy Cheuiche – escritor. Já foi patrono de feiras do livro em Alegrete, Caçapava do Sul, Gramado, Gravataí, Porto Alegre e São Sepé. No ano de 2011, foi patrono da Semana Farroupilha do Rio Grande do Sul. Pertence à Academia Rio-Grandense de Letras e é sócio-fundador da Associação Gaúcha de Escritores.

    Antônio Carlos Secchin ocupa a cadeira de número 19 da Academia Brasileira de Letras. Recebeu várias premiações, incluindo o Prêmio do Instituto Nacional do Livro, da ABL, PEN Club Brasil e a Medalha Jorge Amado. Publicou críticas, ensaios, livros de poesia, ficção, além de antologias de grande repercussão no cenário literário brasileiro.

    Geraldo Carneiro ocupa a cadeira de número 24 da Academia Brasileira de Letras. É poeta, letrista, roteirista e tradutor. É autor de um expressivo número de obras  premiadas para teatro, cinema, televisão e música. Traduziu para o português vários clássicos, entre eles várias obras de Shakespeare.

    Jane Tutikian é escritora, doutora em Letras e professora titular da UFRGS. Recebeu vários prêmios literários, entre eles o Jabuti.

    Luiz Coronel é poeta, escritor, publicitário, compositor e professor de História e Literatura. Exerceu a magistratura e foi patrono da Feira do Livro de Porto Alegre, em 2012, e em outras 20 cidades.

    Miguel Frederico do Espírito Santo é mestre e doutor em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidad del Museo Social Argentino. Foi conselheiro da Fundação Gaúcha do Trabalho, conselheiro do Conselho Estadual de Cultura (CECRS), membro do Ministério Público do RS, tendo se aposentado como procurador de Justiça. Atualmente, é presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul.

    ____
    Serviço:
    ONDE: via plataforma Zoom (disponibilizado dia 14/4, a partir do meio-dia, pelas
    redes sociais da Biblioteca)
    QUANDO: 14/4/2021
    HORÁRIO: a partir das 15h
    Acompanhe nas nossas redes sociais toda a programação
    Instagram: @bpe.rs

    Texto de Claudia Antunes- ASCOM BPE