Mulheres vivenciando juntas processos criativos e partilhando experiências e contato, é a isso que se propõe a Oficina ELA: Experiência Cênica para Mulheres. Um projeto que acontece desde 2018 em Porto Alegre/RS e que já contou com a participação de diversas mulheres. Nos dias 11,12 e 13 de junho, acontece uma nova edição da oficina, de forma online, através da plataforma Zoom.
Com foco no corpo, na expressão e através de exercícios de sensibilização corporal, improvisação de movimento, dança e jogos teatrais, as participantes são convidadas a realizar um mergulho pessoal e refletir sobre o feminino que habita em cada uma. Abrindo um diálogo entre as experiências pessoais das participantes e o desenvolvimento de um
trabalho sensível e artístico sobre a potência criadora da mulher.
O objetivo da oficina é trabalhar com o público feminino através do teatro e da dança livre, utilizando a ludicidade e a sensibilidade para tocar em aspectos da vida, dos sentimentos e desafios em ser mulher.
Em virtude da situação atual de pandemia do Covid-19, não está sendo possível realizar a oficina ELA de forma presencial, assim, nasceu o desejo de seguir com o trabalho, mas criando uma transposição para a plataforma virtual. Para isso, foi necessário extrair alguns princípios da oficina que podem ser vividos de forma online, como por exemplo o encontro entre as mulheres em um espaço de confiança e
criatividade, expressão corporal, improvisação de movimento entre as participantes, diálogos sobre gênero, questões sobre ser mulher – que as participantes são instigadas a refletir – e a criação coletiva através das telas.
Além disso, a proposta neste formato online é desenvolver as narrativas pessoais de cada participante focando em seu corpo como território de liberdade, criação, afirmação e autonomia.
A oficina se destina às mulheres (cis e trans) interessadas a partir de 14 anos, com ou sem experiência artística.
A professora e idealizadora da oficina ELA, é atriz, diretora e professora de teatro Kalisy Cabeda.
Foto reprodução via Zoom – oficina ELA 2021
Sobre a idealizadora:
Kalisy Cabeda é mulher, mãe e seu campo de interesse é o corpo como lugar político. Suas pesquisas são dentro do teatro, da dança, da performance e da palhaçaria. É Bacharel em Teatro pela UFRGS e Mestre em Artes Cênicas pela USP. Atua no Grupo Cerco de teatro desde sua fundação como atriz e assistente de direção. No Coletivo Âmago desenvolve trabalhos com dança, vídeo e performance ao lado da artista
Sissi Betina Venturin e com diferentes artistas colaboradores. Pesquisa a palhaçaria no Núcleo NIC-Mulheres Palhaças, um coletivo de palhaças que investiga a palhaçaria feminina e seus desdobramentos.
Desde 2011 ministra aulas de teatro para diferentes grupos e projetos e desde 2018 realiza a oficina ELA: Experiência Cênica para Mulheres, na qual desenvolve uma oficina prática de teatro e dança com foco no público feminino.
SERVIÇO
Dias 11 de junho de 2021, das 19h às 21:30h e
12 e 13 de junho de 2021, das 15h às 18h.
Serão três encontros pela plataforma Zoom.
Mais informações acesse o evento no Sympla:
https://www.sympla.com.br/13-edicao-ela-experiencia-cenica-para-mulheres—oficina-online
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BOLSA
Será disponibilizada bolsa-social para mulheres que necessitam, para solicitar a bolsa envie um e-mail contando os motivos pelas quais você tem interesse em realizar esta oficina e porquê precisa da bolsa neste momento, dois dias antes do início da oficina a bolsista selecionada será contatada por e-mail.
E-mail: elacenciamulheres@gmail.com
Siga a Oficina ELA no Instagram:
@oficina_ela
Para saber sobre os demais projetos que a Kalisy Cabeda integra, siga:
@amagocoletivo @grupocerco
@nic.mulherespalhacas e @oficina_ela
“Cortejo ao Mar”, espetáculo de dança que será apresentado dias 05 de junho (em Rondinha, Capão da Canoa e Tramandaí) e 26 de junho na praia do Cassino, respeitando os protocolos de segurança vigentes em função da pandemia da COVID 19, é dirigido por Marsal Rodrigues e tem financiamento da Lei Aldir Blanc. A montagem traz para a cena o resultado de meses de trabalho com a inspiração potente do mar e seus deuses, mistérios, profundidade e perigos, a ancestralidade dos cortejos no mar, oferendas, fé e esperança.
O resultado final, ou seja, a encenação propriamente dita, é fruto do trabalho de pesquisa e ensaio individual de cada ator/bailarino que, ao longo do processo trocaram impressões, suas histórias, seus arquétipos e personagens. Durante o andamento do projeto, foram gravadas cenas, performances dos atores em suas casas e os bastidores que formam o espetáculo. O resultado, incluindo essas gravações e as apresentações presenciais, estará no vídeo Cortejo ao Mar, nas redes do projeto.
Não é a primeira vez que Marsal propõe um trabalho nesse formato. Faz vinte anos que trabalha com experimentos em rede e à distância. Com prêmios nacionais e internacionais realizou o primeiro espetáculo ‘Lá e Cá’ em dois locais de forma simultânea formando um único trabalho. Na sequência veio o #Tapiocatouch que estreou na Alemanha onde o grupo encontrou-se pela primeira para apresentar e que depois percorreu o Brasil em excursão. Como produtor, diretor e criador do projeto, Marsal vem desenvolvendo essas metodologias de trabalho por meio de redes e assim congregando pessoas das mais diferentes trajetórias e vertentes artísticas. ‘Cada um neste projeto é impar, tem seu histórico, e se torna de extrema importância na construção deste movimento’, afirma.
Milene Tafra – Performer/ artista visual (artista convidada)
Carlos de los Santos + Equipe – Filmagens e fotografia
Maira Coelho – Figurino
Luana Emil – Antropóloga
Bebe Baumgarten – Assessoria de imprensa
Ananda Aliardi – Identidade visual e Redes sociais
Marsal Rodrigues é artista performático, educador, produtor e diretor que busca em suas obras reunir vários aspectos da cultura local-nacional. A ideia é construir, assim, processos coletivos através da criação digital-humana que se baseiam na potência das bagagens individuais como principal fonte criativa para colagens, compartilhamentos e trocas na construção do objeto artístico.
João Lima é ator e bailarino/performer desde 1995. Mestre em Artes Cênicas e Especialista em Arte, Corpo e Educação UFRGS. Atualmente é pesquisador e educador das práticas brincantes com o corpo e a teatralidade, no espaço da educação não formal. Ministra aulas de psicomotricidade relacional de educação infantil.
Rita Guerra é bailarina, coreógrafa, diretora e professora há 30 anos. Atualmente reside em Bento Gonçalves/RS. Escolheu a dança como uma forma de estar no mundo. Inquieta, como seu nome artístico evoca, atua também como fotógrafa, na tentativa de capturar aquilo que o movimento, por sua essência, torna efêmero. Observadora, ainda que isso não seja considerado profissão, é a ocupação que norteia sua existência artística como um todo.
Raquel Vidal é bailarina e performer da cena porto-alegrense há 8 anos; pesquisadora do corpo e movimento; instrutora de dança contemporânea, pilates e pole dance; fundadora e professora da escola de dança Limbo Pole Training em Porto Alegre
Milene Tafra, artista visual, reside e trabalha em Porto Alegre/RS. Investiga e experimenta em diversas mídias, focando-se, atualmente, na pintura, performance e seus desdobramentos. Volta seu interesse para a temática do corpo e à ausência de fronteiras entre humano, não-humano e mais-que-humano, natureza e cultura, natural e artificial, sob uma perspectiva feminista ecológica, anticapitalista e decolonial. Participou de exposições coletivas em espaços de arte autônomos físicos e virtuais. Faz parte do coletivo de artes visuais La Concha.
Denise Azeredo é coreógrafa, figurinista, dançarina. Atualmente é diretora artística e coordenadora geral do Ponto de Cultura Raízes da Paz. Parecerista do CNIC. Mestranda em Processos e Manifestações Culturais/ FEEVALE-RS. É membro da Comissão de Coordenação do Programa de Pósgraduação em Processos e Manifestações Culturais e integra a diretoria da Articula Dança RS (Coordenadoria LGBTQIAP+). Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Coreografia, danças e cultura popular brasileira, atuando principalmente nos segmentos ‘qualidade de vida na dança’ e ‘Dança Popular Brasileira. Possui graduação em Dança pela Universidade Luterana do Brasil (2010).
Marilice Bastos atua, desde 2002, como bailarina em Porto Alegre-RS, participando de grupos e também como artista independente. Ganhou diversas premiações do governo federal, estadual e municipal, em 2019 ganhou o Prêmio Açorianos de dança como melhor bailarina. Desde 2012 dirige o Espaço Cultural DCDA, um espaço destinado à prática da dança e atividades corporais para a comunidade. Dentre os projetos realizados, destaca-se a Residência Artística de Integração entre a Dança Contemporânea e a Música Brasileira, realizado na Espanha.
Vera Carvalho está envolvida com as artes cênicas desde os 17 anos, começando pelo teatro, passando pelo circo, dança, bambolê e burlesco. Também possui formação em Pilates e é praticante de Ioga.
CORTEJO AO MAR
Dia 05 de junho, sábado, em Rondinha, Capão da Canoa e Tramandaí / na beira da praia
Pontos de encontro:
* Rondinha – às 10h30
saída da Rua Capivari, próximo ao Super Bolão / na beira da praia – direção norte
* Capão da Canoa – às 13h30
saída da Av. Central esquina com Av. Beira Mar / na beira da praia – direção norte
* Tramandaí – às 15h30
saída da Av. Beira Mar esquina com Rua Delmar Antonio Rodrigues, próximo ao monumento à Iemanja / na beira da praia – direção norte
Dia 26 de junho, sábado, na praia do Cassino / na beira da praia
* Cassino – às 11h
Saída da Av. Rio Grande esquina com beira Mar, próximo ao monumento à Iemanja / na beira da praia – direção norte
O Projeto Circulação Bloco da Laje Quatro Estações – Terremoto Clandestino vai aquecer o inverno gaúcho com lançamento do vídeo clipe e single de Terremoto Clandestino, uma das músicas mais potentes do coletivo, além de oficinas e festa performática. Tudo vai acontecer no mês de junho, entre os dias 09 e 26 (confira no serviço abaixo). Realizado no formato virtual e acessível gratuitamente pelas redes do bloco, reforça o compromisso do coletivo de recolhimento de qualquer atividade presencial neste período, sem deixar de apresentar novidades para seu público.
Este novo projeto, financiado pelo FAC RS, une várias frentes que marcam a atuação do Bloco da Laje ao longo da última década. Aqui está presente o projeto pedagógico, por meio de oficinas de fantasia, maquiagem e corpo brincante e o perfil performático, marca registrada da Laje, na festa virtual de Carninverno, com suas nuances e experimentações cênicas, fruto dos mergulhos do grupo em sua própria trajetória, reflexões e no resultado do trabalho nas oficinas que serão propostas ao longo do projeto.
O clipe Terremoto Clandestino, que terá lançamento dia 21 de junho nas redes do coletivo, tem como principal desafio trazer para as telas a potência que o Bloco da Laje transmite nas ruas e palcos. A música tema, de autoria de Thiago Lazeri, é uma das mais celebradas do grupo e põe o povo pra dançar nos cortejos do bloco, com seu maracatu pulsante. Desenvolvido de forma remota, o clipe conta com a direção Diego Machado e Martino Piccinini que já trabalharam juntos em diversos projetos, destacando-se a direção de “Deixa Brincar”, outro clipe do próprio Bloco da Laje. A direção de arte e a animação são de Amanda Malheiros Trindade (Treze) e o roteiro original é assinado por Diego Machado, Julia Rodrigues e Ju Barros. Impedida de se encontrar presencialmente, a equipe optou por desenvolver a obra na linguagem da animação, que além de lúdica e de ir ao encontro da força e criatividade do grupo, resolve a questão do distanciamento social que a pandemia da COVID trouxe. Além da animação, os diretores também fazem um trabalho de resgate das memórias digitais do Bloco, trazendo imagens de arquivos, de ensaios, shows e saídas do Bloco mais querido de Porto Alegre. O clipe ainda conta com a participação de Robson Lima Duarte, que criou e dançou uma coreografia a ser animada no clipe.
Diego Machado é intérprete, brincante e co-diretor do Bloco da Laje, coletivo que já é um patrimônio imaterial do estado e que contribui para o desenvolvimento artístico da cidade de Porto Alegre. Artista multifacetado, Diego transita entre teatro, música, poesia e cinema. Na quarentena criou o experimento visual “O Urso que não Era Urso” inspirado no livro “O Urso que não era” de Frank Tashlin. Como ator trabalhou com diversos diretores e companhias teatrais de Porto Alegre, destacando-se alguns anos vividos na estrada com o Grupo Oigalê. Fez parte do elenco de “Yvonne, Princesa da Borgonha”, peça em comemoração aos 50 anos do Departamento de Arte Dramática da UFRGS com direção de Irion Nolasco. Foi ator e um dos diretores do Teatro Porcos com Asas, coletivo teatral que marcou sua história apresentando espetáculos em Galerias de Arte e no Palco OX do Bar Ocidente. Bacharel em Teatro com ênfase em interpretação formado pela UFRGS, é também professor de teatro, ministrando Oficinas no Col. João XXIII e na Escola Sta. Teresa de Jesus.
A paulistana Amanda Malheiros Trindade (Treze) sempre foi viciada em televisão, de onde pegou gosto por contar histórias. Em 2018 se graduou em cinema de animação pela Universidade Federal de Pelotas, e, de lá, saiu seu trabalho de conclusão de curso, “Céu da Boca” que agora concorre ao Grande Prêmio Brasileiro de Cinema. Em 2019 trabalhou como animadora motion e storyboarder na Fluído Filmes, estúdio de animação em São Paulo. No mesmo ano começou a expor quadrinhos em feiras gráficas como Ilustre Feira na Biblioteca Mário de Andrade e Crie como Uma Garota no MIS. Em novembro publicou de forma independente sua primeira HQ “Brisa Errada” que compôs a curadoria de eventos, dentre eles a CCXP19. No ano de 2020 animou um curta em 10 dias para o Festival do Minuto. “Ressaca”, que é uma adaptação da obra de Machado de Assis, ganhou melhor minuto animado no Festival Permanente do Minuto. Após o prêmio, o festival criou uma categoria exclusiva para a adaptação de obras literárias.
Martino Piccinini é graduado no curso de Design de Produto pela UFRGS e desenvolve projetos em cenografia, direção de arte, fotografia, vídeo e design. Realizou exposições individuais e coletivas em espaços culturais de Porto Alegre, com destaque para o projeto ‘Independente dos teus Olhos’, intervenção urbana em Porto Alegre. Trabalhou em dois curtas-metragens, ‘O Teto sobre Nós’, dirigido por Bruno Carboni, e ‘O Corpo’, de Lucas Cassales, além de ser cenógrafo das peças teatrais ‘A Coisa no Mar’, dirigida por Jessica Lusia e ‘Santo Qorpo ou o Louco da Província’, dirigida por Inês Marocco. Mais recentemente assinou a direção de arte da série Necrópolis, disponível na Netflix, produziu algumas peças publicitárias como diretor de arte, dirigiu um curta-metragem, assinou como diretor de arte o longa-metragem ‘Os bravos nunca se calam’, além de produzir projeções e cenografia para lançamento do disco ‘Tudo vai mudar’ da banda Dingo Bells. Em 2019, foi diretor de arte a série ‘O Complexo’, dirigiu o clipe ‘Deixa brincar’ do Bloco da Laje, o clipe ‘Tango Tempestade’ do músico Pedro Cassel, além de assinar como fotógrafo o fashion film do artista Pedro Ratsuo. No final de 2019, começou a trabalhar como assistente de direção de arte e diretor de arte em São Paulo, participando de comerciais de circulação nacional e internacional. Trabalhou com produtoras como Saigon, Corazon filmes, Alice, Iconoclast e Mymamma.
Oficinas de maquiagem, adereço e fantasia e corpo brincante estão em destaque nesse lindo projeto. Camila Falcão, Martina Fröhlich e Julia Ludwig ministrarão oficinas lúdicas e super lajudas, utilizando os conceitos, as brincadeiras e a criatividade do Bloco da Laje. E pra encerrar, a festa Carninverno, dia 26 de junho, promete aquecer até os corações mais desesperançados desses tempos bicudos.
Confira a programação:
Martina Frohlich. Foto: Afrovulto/ Divulgação
Martina Fröhlich: Oficina de Adereço e Fantasia
09 de junho às 20h – disponível nas redes do bloco (YouTube e Facebook)
A fantasia expressa a essência do Carnaval em nossos corpos. São vestes e adereços repletos de desejos e significâncias. Na oficina de adereço e fantasia, Martina Fröhlich compartilha um pouco da sua experiência com o Bloco da Laje na criação de fantasias carnavalescas. O encontro irá trazer um apanhado da construção coletiva da estética “lajuda”, da experiência dos “barracões” e do ritual criativo de construção da figura carnavalesca. Martina traz ao encontro referências, dicas e exercícios de construção de adereços para provocar a criatividade e avivar o espírito carnavalesco dentro de cada um de nó.
Martina Fröhlich é multiartista das artes cênicas e da música. Durante a pandemia tem se desdobrado em projetos de teatro online, em produções musicais e de vídeo. Se mantém buscando alternativas para a sua profissão e seu sustento, sempre criando, sempre em movimento para buscar alento em tempos tão assombrosos e manter a chama acesa.
Camila Falcão: Oficina de Maquiagem
16 de junho, às 20h – disponível nas redes do Bloco (YouTube e Facebook)
A maquiagem artística passa por criação de personagem ou persona, cores, tintas e aplicação ou não de acessórios. Nessa oficina a proposta é experimentar a maquiagem como complemento da figura brincante do carnaval do Bloco da Laje e como essa “máscara” traz um grande acréscimo à imagem da brincadeira individual de cada participante.
Camila Falcão atriz, cantora, maquiadora, mãe e sobrevivente tem tentado se reinventar dentro das novas possibilidades do fazer artístico online. Atualmente vivencia o ser artista nesses tempos atuais, que consiste em se permitir e estar aberta ao abraço distante e ao olhar virtual.
Julia Ludwig. Foto : Elizabeth Thiel / Divulgação
Júlia Ludwig: Oficina Corpo Brincante
23 de junho, às 20h na plataforma Zoom / 20 vagas / Link de inscrição disponível nas redes do Bloco da Laje a partir de 01 de junho
Na oficina de corpo brincante “Terremoto Clandestino” os participantes serão convidados a respirar profundamente e encontrar um tempo para o contato e experimentação a partir do próprio corpo. Jogando com estímulos musicais os participantes mobilizarão as articulações e atentarão às histórias, imagens e sensações que cada parte do corpo desperta, para depois permitir que um terremoto clandestino interior sacuda a poeira e reconfigure sua própria geografia. Num segundo momento a oficina trará o conceito de performance, criando cenas e situações coletivas que serão apresentadas, posteriormente, na festa online que encerra o projeto.
Júlia é mãe e artista. Na pandemia inventou muitas brincadeiras e testemunhou os primeiros passos e palavras da Nina. Em busca de caminhos alternativos ao sistema vigente, mirando em distribuição de renda e respeito aos recursos naturais, começou a estudar Economia Circular e criou a Cia Circular, que busca alinhar estes conceitos com realizações artísticas e pedagógicas. Com a Cia dirigiu o espetáculo virtual “Avenida das Maravilhas” e lançou o projeto de lives e podcasts “Bendita Sois Voz” em parceria com o Coletivo Das Flor. Bacharel em Direção Teatral pela UFRGS, é uma das fundadoras e diretoras artísticas do Bloco da Laje.
Projeto Circulação Bloco da Laje Quatro Estações – TERREMOTO CLANDESTINO
* Lançamento de single e vídeo clipe de TerremotoClandestino – 21 de junho, às 10h
No YouTube da Laje
* Oficinas: entre os dias 09 e 23 de junho
Nas plataformas YouTube e Facebook (Adereço e fantasia / Maquiagem)
Plataforma Zoom – Oficina de Corpo Brincante / 20 vagas
* Festa Carninverno – 26 de junho às 20h / na plataforma Zoom / Inscrições pelo sympla.com.br/blocodalaje
O projeto Circulação Bloco da Laje 4 Estações está sendo realizado com recursos do Governo do Estado do Rio Grande do Sul por meio do Pró-Cultura RS FAC – Fundo de Apoio à Cultura
O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil emitiu nota de pesar pelo falecimento do arquiteto Jaime Lerner :
“Com o falecimento de Jaime Lerner, o Brasil perde mais um de seus arquitetos e urbanistas que conquistaram reconhecimento internacional por meio de sua prática profissional e de gestor público inovadora e ousada. Ele era querido em todo mundo, não apenas entre os colegas de ofício, em reconhecimento pela transformação de Curitiba em exemplo de cidade planejada para pessoas, integrando urbanismo com políticas culturais e econômicas. O legado de Jaime Lerner vai além, por seus trabalhos em outras cidades do país e do exterior, e como pensador de questões urbanas com grande poder de comunicação e ressonância”.
Nadia Somekh, presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil”.
O político e urbanista Jaime Lerner morreu na manhã desta quinta-feira, 27, aos 83 anos, em Curitiba. Ex-governador do Paraná e ex-prefeito de Curitiba, Lerner estava internado desde da última sexta-feira com um quadro infeccioso grave.
O Butiá recebe neste sábado (29) o show de Bíbi Jazz Band. Com cinco anos de existência e influenciada por diversas vertentes, o grupo resgata toda a linguagem do jazz canção e standards que marcaram época. Além de nomes já consagrados da cultura norte-americana, o repertório apresenta clássicos da cultura popular latina. A banda é formada por Bibiana Dulce (vocal), Antonio Flores (guitarra), Rodrigo Arnold (baixo) e Mateus Mussatto (bateria).
No domingo (30) tem Nicola Spolidoro Quarteto. Acompanhado de Caio Maurente (baixo), Cristian Sperandir (teclados) e Rafa Marques (bateria), Nicola (guitarra) apresenta composições próprias e algumas baladas, em versões instrumentais, de compositores como Gilberto Gil, Brad Mehldau e Chico Buarque.
Nicola Spolidoro e quarteto se apresentam domingo, dia 30. Foto Zé Carlos de Andrade/Divulgação
As apresentações ao ar livre iniciam às 16h30 até o pôr do sol. Os ingressos custam R$ 40 e, em cumprimento aos protocolos sanitários, as reservas devem ser feitas pelo site www.obutia.com. A localização e como chegar são informadas por e-mail após a reserva.
SERVIÇO
Bíbi Jazz Band
Quando: 29 de maio | Sábado Hora do show: 16h30
Nicola Spolidoro Quarteto
Quando: 30 de maio | Domingo Hora do show: 16h30
Ingresso: R$ 40 | Crianças até 10 anos não pagam | Consumação mínima: R$ 30 Reservas somente pelo site www.obutia.com
Cão são bem-vindos, desde que em suas guias
Encerrando em grande estilo o Melodias que Conscientizam a Doação de Órgãos, esse projeto tão importante quanto sensível, o grupo de milonga rock, LOS3PLANTADOS, formado pelos músicos Jimi Joe, King Jim e Bebeto Alves, lança um mini documentário, de mesmo nome. Ele chega numa importante hora, pois com a pandemia em curso se faz ainda mais necessário falar de solidariedade, amor ao próximo, empatia e a importância da doação de órgãos para salvar vidas. O documentário será lançado na quinta, dia 20 de maio, nas redes sociais da banda – youtube e facebook.
O projeto foi contemplado com o FAC/Movimento 2019 através do Pro-Cultura/RS e da SEDAC, e faz parte da campanha permanente de doação de órgãos de Los3Plantados. Incluiu a transmissão de três lives/show e bate-papo com especialistas nas cidades de Vacaria, Bento Gonçalves e Passo Fundo. O documentário, com 25 minutos, traz depoimentos dos músicos Jimi Joe, King Jim e Bebeto Alves, cinco músicas do show gravado ao vivo em fevereiro 2021 e os debates com três médicos patologistas, convidados. As três lives foram transmitidas no mês de março de 2021 nas redes sociais da banda, via rádios e TV local Universitárias do interior. Entre os temas abordados estão superação, solidariedade, a evolução dos estudos científicos e a importância do SUS para salvar vidas.
Estiveram presentes nos debates com a banda os médicos Spencer Camargo, cirurgião de transplantes da Santa Casa (live/Vacaria); Luiz Felipe Gonçalves da Unidade de Transplante Renal do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (live/Bento Gonçalves) e Paulo Reinchert hepatologista, cirurgião e coordenador do serviço de transplantes do Hospital São Vicente de Paula de Passo Fundo e diretor da faculdade de medicina da UPF (live/Passo Fundo). O documentário mostra os bastidores do projeto e traz para o foco essa importante discussão acerca da vida. A direção é de Mirza Reverbel, a montagem de Rodrigo Alencastro e a produção executiva do projeto de Paola Oliveira – Trilha Sonora Produções &Copyright.
O projeto inicial previa três shows presenciais nas três cidades do interior do RS, mas em função da COVID-19 teve que ser reformulado e passou a ser transmitido via lives. O show foi pré-gravado em vídeo-digital, no dia 13 de fevereiro de 2021 quando o RGS entrou em bandeira preta, mas todos os cuidados sanitários foram executados antes e, principalmente, na hora da gravação.
As apresentações previstas em teatros locais migraram para as ondas sonoras de quatro rádios FM’s e uma TV local. Assim, a mensagem de LOS3PLANTADOS atingiu um número muito superior de público e cidades do que era previsto no projeto inicial.
esse é o preview do doc: https://youtu.be/-Plj5ga8OyU
* dia 20 será enviada a versão final, com acessibilidade em LIBRAS
O Butiá recebe neste sábado (15) o Bossa 50, em uma homenagem ao movimento musical, com harmonia jazzística, que projetou a música brasileira para o mundo. No repertório do grupo, formado por Chico Paixão (voz e violão), Everton Velasquez (baixo e vocais), Leonardo Boff (piano e voz) e Diego Silveira (bateria), clássicos como: Água de Beber, Berimbau, Wave, Tarde em Itapoã, Lígia, Samba pra Vinícius, Samba de Orly e Samba da Benção.
Pedro Tagliani se apresenta com mais três músicos. Foto: Anibal Carneiro/ Divulgação
No domingo (16) tem Pedro Tagliani Quarteto. Acompanhado de Nico Bueno (baixo), Luis Mauro Filho (teclados) e Cesar Audi (bateria), Tagliani apresenta composições próprias, com raízes na música brasileira e elementos do jazz universal. Para este show, foi feita uma seleção com releituras de músicas compostas em diversas fases da sua carreira, desde o Grupo Raiz de Pedra, nos anos 1980, passando pelo período em que viveu na Europa, até músicas do seu novo álbum “Hemisférios”. Tagliani selecionou ainda algumas composições de Pat Metheny.
As apresentações ao ar livre iniciam às 16h30 até o pôr do sol. Os ingressos custam R$ 40 e, em cumprimento aos protocolos sanitários, as reservas devem ser feitas pelo site www.obutia.com. A localização e como chegar são informadas por e-mail após a reserva.
SERVIÇO
Jazz na Beira com Bossa 50
Quando: 15 de novembro | Sábado
Hora do show: 16h30
Jazz na Beira com Pedro Tagliani Quarteto
Os livros “João aos pedaços”, biografia de João Gilberto Noll escrita por Flávio Ilha, e “Somos todos Caim”, de Clarice Müller, serão lançados no FestiPoa Literária.
Ambos são publicações da Diadorim Editora e serão lançados dias 16 e 17 de maio. Flávio Ilha conversará com José Castello e Clarice com Reginaldo Pujol Filho.
Em ‘João aos Pedaços’, Flávio Ilha, leitor assíduo de Noll, demostra sua admiração pelo autor, um dos grandes nomes brasileiros da atualidade.
O jornalista e escritor acompanhou de perto seu trabalho, mas só foi conhecê-lo pessoalmente em 2016, ao cursar uma de suas oficinas literárias.
Nesta ocasião os dois iniciaram um processo juntos: Flavio propôs a produção de um documentário sobre sua história literária, que seria feito a partir das tradicionais caminhadas do escritor no centro da cidade de Porto Alegre, e também de leituras de trechos de seus livros por pessoas convidadas.
o escritor Flávio Ilha . Foto: Tânia Meinerz/ Divulgação
“Noll inclusive já havia selecionado alguns trechos para ler, estava empolgado, mas morreu antes de conseguirmos dar início ao projeto. Como não seria possível fazer o trabalho sem ele, decidi transformar em uma biografia. Comecei aos poucos, tateando, procurando pessoas. Só engrenou mesmo em 2019”, afirma Flávio Ilha
Flávio Ilha, escritor e editor, é autor de ‘Longe daqui, aqui mesmo’ (2018) e ‘Ralé’ (2019), finalista do Prêmio Açorianos em 2020.
A escritora Clarice Muller. Foto Beto Rodrigues / Divulgação
Clarice Müller escreve desde sempre. Tem amor pelas palavras, afinidade, identificação.
Do primeiro livro Veroverbo, composto por narrativas breves em parceria com Cláudio Santana, até o ‘Somos Todos Caim’ , se passaram dezenove anos. “O livro de contos foi todo gestado durante a oficina ministrada pelo escritor Reginaldo Pujol Filho, que foi fundamental na análise crítica de cada texto e no estímulo para publicá-los”, afirma a autora, feliz por dividir a mesa do lançamento com o escritor. “Desde que fui alfabetizada fiz das palavras meu principal domínio, falando ou escrevendo. Na escrita encontrei um meio de expressão que se tornou indispensável, mesmo nos longos períodos em que não desenvolvi trabalho criativo constante. Nessas épocas, na falta de uma disciplina que me impusesse escrever diariamente, participava de oficinas de criação literária que mantinham a prática viva, ainda que não permanente”, conta Clarice.
JOÃO AOS PEDAÇOS – biografia de João Gilberto Noll
De Flávio Ilha / Diadorim Editora
Lançamento dia 16 de maio, às 16h em mesa com José Castello / FestiPoa Literária
O livro está em pré-venda no site da Livraria Baleia por 45 reais
http://bit.ly/JoaoAosPedacos
SOMOS TODOS CAIM – livro de contos
De Clarice Müller / Diadorim Editora
Lançamento dia 17 de maio, às 21h30min em mesa com Reginaldo Pujol Filho/ FestiPoa Literária
O livro está em pré-venda no site da Livraria Baleia por 38 reais
Nessa quarta-feira, dia 12 de maio , às 19 horas, acontece o lançamento do livro “A filha do Dilúvio”, na Sala Libretos no Facebook/libretoseditora, com reapresentação no dia 14 (sexta-feira), no mesmo horário, no YouTube (libretos100). Durante a live A sociedade em metástase, o autor Miguel da Costa Franco conversa com a escritora Leticia Wierzchowski e o jornalista e escritor Rafael Guimaraens sobre a estrutura de seu romance e as questões abordadas em A filha do Dilúvio.
Segundo o material de divulgação, Rosa e Caçapava são moradores de rua; João e Sandra, um casal de classe média. De um lado, uma herança inesperada e a ascensão social; de outro, o cruento desenrolar da vida em meio à miséria e à falta de opções. Quando a realidade obriga os quatro ao convívio, duas realidades paralelas se sobrepõem de forma explosiva, reorganizando desejos, afetos, traumas e dilemas pessoais. Para alguns, chorar é da vida. Para outros, o conforto está dado. Gerar descendência passa de escolha a conflito em um país desigual e fraturado. Entre extremos, a humanidade insiste em pedir passagem.
Em “A filha do Dilúvio” (Libretos, 2021, 208 páginas), Miguel da Costa Franco pariu uma história das entranhas de uma sociedade anestesiada pela frieza. O livro trata de temas urgentes como a desigualdade e a dureza da vida, nossas culpas e contradições. Denuncia de forma visceral e explícita a inoperância das instituições e a hipocrisia que enfraquece o tecido social, e aponta para os dilemas da paternidade e da maternidade numa espécie em colapso.
Miguel nos apunhala com um mundo em metástase e nos põe em confronto com a nossa própria incapacidade de agir. O jornalista e escritor Rafael Guimaraens endossa o impacto desta narrativa dinâmica e intensa: “É uma história inquietante e profundamente humana, pro bem e pro mal. (…) Envereda por caminhos surpreendentes e desconcertantes. O leitor não sai dessa experiência incólume.”
Cuidadoso na construção de personagens complexos – o ‘povo das casas’ e o ‘povo das ruas’-, o autor comenta que foi de fundamental importância seu acesso ao jornal Boca de Rua, realizado com o apoio da Alice – Agência Livre para Informação, Cidadania e Educação. “Esse periódico, vendido pelas esquinas da cidade – com o qual aprendi muito -, dá vez e voz ao ‘povo das ruas’, falando de seu universo, de seu desamparo e das dificuldades cotidianas, da violência institucional, da ausência de políticas públicas efetivas para enfrentar o problema da exclusão.”
Nessa quarta-feira, dia 12 de maio , às 19 horas, acontece o lançamento na Sala Libretos no Facebook/libretoseditora, com reapresentação no dia 14 (sexta-feira), no mesmo horário, no YouTube (libretos100). Durante a live A sociedade em metástase, o autor Miguel da Costa Franco conversa com a escritora Leticia Wierzchowski e o jornalista e escritor Rafael Guimaraens sobre a estrutura de seu romance e as questões abordadas em A filha do Dilúvio.
Trecho:
“Os dois parceiros passariam a madrugada inteira nessa novela encardida. Rosa, bufando e praguejando, foi se livrando das roupas aos poucos, até ficar totalmente nua. Caçapava, na maior parte do tempo, assobiava milongas e chamamés. No mais, tinham com eles o crepitar do fogo, o frescor úmido da brisa, os sapos e os grilos, o desassossego das águas buliçosas do rio lambendo o juncal e as pedras da margem. A cadela Furiosa, companheira dedicada, se encarregava de vigiar o acampamento erguendo as orelhas e o focinho a cada tanto e acoando para os bichos, visíveis ou invisíveis, que se aproximavam. Quando as dores nas costas apertaram e uma manada de elefantes começou a pisotear sem dó os quadris de Rosa, esmigalhando o que podia de seus ossos, ela se pôs de quatro, como um animal. Era como ficava mais confortável. Já pouco ouvia do que o outro lhe perguntava. Com os sentidos voltados para o seu interior, circulava por outros mundos.”
Miguel da Costa Franco. Foto: Acervo pessoal/ Divulgação
Miguel da Costa Franco
A filha do Dilúvio é o seu segundo romance. É autor de Imóveis Paredes (Libretos, 2015) e Não Romance (Metamorfose, 2018), contos selecionados. Foi finalista do Prêmio da Associação Gaúcha de Escritores na categoria Narrativas Curtas e recebeu premiações também por conto, crônica e poesia. Participou de coletâneas, entre as quais a Antologia de Contistas Bissextos (L&PM, 2007). Escreveu o roteiro do filme O último desejo do Dr. Genarinho (2002), foi corroteirista do telefilme e da série de tevê Doce de Mãe (2012 e 2014), vencedora do International Emmy Award for Best Comedy em 2015, e colaborou no roteiro de Aos Olhos de Ernesto (2019), todos produzidos pela Casa de Cinema de Porto Alegre. Mantém o site www.migueldacostafranco.com.br. Colaborou com jornais e revistas, como Correio do Povo, Pasquim Sul, Não, Parêntese e Sepé. Nasceu em Roca Sales/RS, em 1958.
A filha do Dilúvio (Libretos, 2021)
de Miguel da Costa Franco
Romance, 208 páginas, formato 14cm x 21cm (brochura)
ISBN 978-65-86264-29-6
Preço sugerido 40,00
Lançamento:
Dia 12 de maio, às 19h
Sala Libretos (facebook@libretoseditora)
A sociedade em metástase
Lançamento do romance “A filha do Dilúvio”
com Miguel da Costa Franco, Leticia Wierzchowski e Rafael Guimaraens
No dia 15 de maio (sábado), a Quimera Criações Artísticas abre a programação do Curto-Circuito – Mostra de Palhaçaria Cibernética, com uma oficina de criação de vídeos curta-metragem. Em tempos de pandemia, a atividade nasce com o intuito de estimular a produção independente de conteúdo digital para artistas de diversos setores e outros públicos. O encontro gratuito inicia às 16h, pela plataforma ZOOM, com tradução em Libras e tem 1h30 de duração. As vagas são limitadas, e as inscrições devem ser feitas pelo palhacariacibernetica@gmail.com.
A atividade online antecede nove dias de apresentações, nas redes sociais, de seis grupos e de nove artistas independentes de sete cidades do RS
Ministrada por Walter Diehl, a oficina abordará, de forma básica e geral, os aspectos técnicos para a produção de vídeos curtos, com dicas, truques e informações sobre equipamentos, programas e a organização necessária para iniciar na área dos projetos audiovisuais. “O enfoque é a utilização de recursos acessíveis aos participantes, levando-se em conta o contexto de pandemia e a dificuldade de realizar produções complexas, mas também indica o uso de alguns recursos profissionais como referência”, destaca Diehl.
Designer visual, editor de vídeos e motion designer freelancer, Walter Diehl também atua como ator, performer e artista circense. Pesquisa o universo do clown desde 2005 e desenvolve o Palhaço Nenusko desde 2006, produzindo, mais recentemente, vídeos do seu clown para a internet.
Palhaçaria Cibernética No dia 24 de julho estreia a Mostra de Palhaçaria Cibernética. Realizado com recursos da Lei Aldir Blanc nº 14.017/2, por meio do Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas, o evento visa o fomento à pesquisa e à produção cultural de alguns dos mais influentes palhaços de diferentes gerações atuantes no Rio Grande do Sul e áreas de atuação: circo, teatro, arte de rua, hospital, mímica e dança.
Durante nove dias, serão disponibilizados 20 vídeos de curta-metragem no Instagram e Youtube da Quimera, além de drops com curiosidades sobre a palhaçaria. Além da trupe Quimera Criações Artísticas, compõe o elenco o Grupo Ueba (Caxias do Sul), Circo Híbrido (POA), Grupo TIA (Canoas), Cia de Palhaços Clowncando (Santa Maria), Míriam Torres (Trupe Pé de Palhaço – Canela), Paulo Stümer (Circo Jardim – Novo Hamburgo), Walter Diehl (São Leopoldo), Tuta Camargo, Larissa Sanguiné, Eveliana Marques Ekin, Carollini Marafigo, Márcio de Lima e Heinz Limaverde (Porto Alegre), e a participação especial da Cia H de Dança.
O projeto foi concebido por Diehl e pelo dramaturgo, ator, diretor e palhaço Jéferson Rachewsky. Em 2014, Rachewsky recebeu o Prêmio Tibicuera de Melhor Ator Coadjuvante, por “As Aventuras do Pequeno Príncipe”. Pela Quimera Criações Artísticas, recebeu nove indicações ao Tibicuera e oito ao Prêmio Açorianos. Desde 1995, ministra oficinas de técnicas circenses, de palhaçaria e de comicidade física em diversos estados brasileiros. A Mostra de Palhaçaria Cibernética tem a produção de Luka Ibarra.
FICHA TÉCNICA
Palestrante: Walter Diehl
Tradutora de Libras: Ângela Russo | Para Todos Acessibilidade
Mediadora: Luka Ibarra
Coordenação-geral do Projeto: Jeferson Rachewsky | Quimera Criações Artísticas Produção: Lucida Desenvolvimento Cultural Assessoria de Imprensa: Roberta Amaral