Autor: da Redação

  • Bloco da Laje realiza “Terremoto Clandestino” com single, clipe, oficinas e outras atividades

    Bloco da Laje realiza “Terremoto Clandestino” com single, clipe, oficinas e outras atividades

    O Projeto Circulação Bloco da Laje Quatro Estações – Terremoto Clandestino vai aquecer o inverno gaúcho com lançamento do vídeo clipe e single de Terremoto Clandestino, uma das músicas mais potentes do coletivo, além de oficinas e festa performática. Tudo vai acontecer no mês de junho, entre os dias 09 e 26 (confira no serviço abaixo). Realizado no formato virtual e acessível gratuitamente pelas redes do bloco, reforça o compromisso do coletivo de recolhimento de qualquer atividade presencial neste período, sem deixar de apresentar novidades para seu público.

     Este novo projeto, financiado pelo FAC RS, une várias frentes que marcam a atuação do Bloco da Laje ao longo da última década. Aqui está presente o projeto pedagógico, por meio de oficinas de fantasia, maquiagem e corpo brincante e o perfil performático, marca registrada da Laje, na festa virtual de Carninverno, com suas nuances e experimentações cênicas, fruto dos mergulhos do grupo em sua própria trajetória, reflexões e no resultado do trabalho nas oficinas que serão propostas ao longo do projeto.

    O clipe Terremoto Clandestino, que terá lançamento dia 21 de junho nas redes do coletivo, tem como principal desafio trazer para as telas a potência que o Bloco da Laje transmite nas ruas e palcos. A música tema, de autoria de Thiago Lazeri, é uma das mais celebradas do grupo e põe o povo pra dançar nos cortejos do bloco, com seu maracatu pulsante. Desenvolvido de forma remota, o clipe conta com a direção Diego Machado e Martino Piccinini que já trabalharam juntos em diversos projetos, destacando-se a direção de “Deixa Brincar”, outro clipe do próprio Bloco da Laje.  A direção de arte e a animação são de Amanda Malheiros Trindade (Treze) e o roteiro original é assinado por Diego Machado, Julia Rodrigues e Ju Barros. Impedida de se encontrar presencialmente, a equipe optou por desenvolver a obra na linguagem da animação, que além de lúdica e de ir ao encontro da força e criatividade do grupo, resolve a questão do distanciamento social que a pandemia da COVID trouxe. Além da animação, os diretores também fazem um trabalho de resgate das memórias digitais do Bloco, trazendo imagens de arquivos, de ensaios, shows e saídas do Bloco mais querido de Porto Alegre. O clipe ainda conta com a participação de Robson Lima Duarte, que criou e dançou uma coreografia a ser animada no clipe.

    Diego Machado é intérprete, brincante e co-diretor do Bloco da Laje, coletivo que já é um patrimônio imaterial do estado e que contribui para o desenvolvimento artístico da cidade de Porto Alegre. Artista multifacetado, Diego transita entre teatro, música, poesia e cinema. Na quarentena criou o experimento visual “O Urso que não Era Urso” inspirado no livro “O Urso que não era” de Frank Tashlin. Como ator trabalhou com diversos diretores e companhias teatrais de Porto Alegre, destacando-se alguns anos vividos na estrada com o Grupo Oigalê. Fez parte do elenco de “Yvonne, Princesa da Borgonha”, peça em comemoração aos 50 anos do Departamento de Arte Dramática da UFRGS com direção de Irion Nolasco. Foi ator e um dos diretores do Teatro Porcos com Asas, coletivo teatral que marcou sua história apresentando espetáculos em Galerias de Arte e no Palco OX do Bar Ocidente. Bacharel em Teatro com ênfase em interpretação formado pela UFRGS, é também professor de teatro, ministrando Oficinas no Col. João XXIII e na Escola Sta. Teresa de Jesus.

    A paulistana Amanda Malheiros Trindade (Treze) sempre foi viciada em televisão, de onde pegou gosto por contar histórias. Em 2018 se graduou em cinema de animação pela Universidade Federal de Pelotas, e, de lá, saiu seu trabalho de conclusão de curso, “Céu da Boca” que agora concorre ao Grande Prêmio Brasileiro de Cinema. Em 2019 trabalhou como animadora motion e storyboarder na Fluído Filmes, estúdio de animação em São Paulo. No mesmo ano começou a expor quadrinhos em feiras gráficas como Ilustre Feira na Biblioteca Mário de Andrade e Crie como Uma Garota no MIS. Em novembro publicou de forma independente sua primeira HQ “Brisa Errada” que compôs a curadoria de eventos, dentre eles a CCXP19. No ano de 2020 animou um curta em 10 dias para o Festival do Minuto. “Ressaca”, que é uma adaptação da obra de Machado de Assis, ganhou melhor minuto animado no Festival Permanente do Minuto. Após o prêmio, o festival criou uma categoria exclusiva para a adaptação de obras literárias.

    Martino Piccinini é graduado no curso de Design de Produto pela UFRGS e desenvolve projetos em cenografia, direção de arte, fotografia, vídeo e design. Realizou exposições individuais e coletivas em espaços culturais de Porto Alegre, com destaque para o projeto ‘Independente dos teus Olhos’, intervenção urbana em Porto Alegre. Trabalhou em dois curtas-metragens, ‘O Teto sobre Nós’, dirigido por Bruno Carboni, e ‘O Corpo’, de Lucas Cassales, além de ser cenógrafo das peças teatrais ‘A Coisa no Mar’, dirigida por Jessica Lusia e ‘Santo Qorpo ou o Louco da Província’, dirigida por Inês Marocco. Mais recentemente assinou a direção de arte da série Necrópolis, disponível na Netflix, produziu algumas peças publicitárias como diretor de arte, dirigiu um curta-metragem, assinou como diretor de arte o longa-metragem ‘Os bravos nunca se calam’, além de produzir projeções e cenografia para lançamento do disco ‘Tudo vai mudar’ da banda Dingo Bells. Em 2019, foi diretor de arte a série ‘O Complexo’, dirigiu o clipe ‘Deixa brincar’ do Bloco da Laje, o clipe ‘Tango Tempestade’ do músico Pedro Cassel, além de assinar como fotógrafo o fashion film do artista Pedro Ratsuo. No final de 2019, começou a trabalhar como assistente de direção de arte e diretor de arte em São Paulo, participando de comerciais de circulação nacional e internacional. Trabalhou com produtoras como Saigon, Corazon filmes, Alice, Iconoclast e Mymamma.

    Oficinas de maquiagem, adereço e fantasia e corpo brincante estão em destaque nesse lindo projeto. Camila Falcão, Martina Fröhlich e Julia Ludwig ministrarão oficinas lúdicas e super lajudas, utilizando os conceitos, as brincadeiras e a criatividade do Bloco da Laje. E pra encerrar, a festa Carninverno, dia 26 de junho, promete aquecer até os corações mais desesperançados desses tempos bicudos.

    Confira a programação:

    Martina Frohlich. Foto: Afrovulto/ Divulgação

    Martina Fröhlich: Oficina de Adereço e Fantasia

    09 de junho às 20h – disponível nas redes do bloco (YouTube e Facebook)

    A fantasia expressa a essência do Carnaval em nossos corpos. São vestes e adereços repletos de desejos e significâncias. Na oficina de adereço e fantasia, Martina Fröhlich compartilha um pouco da sua experiência com o Bloco da Laje na criação de fantasias carnavalescas. O encontro irá trazer um apanhado da construção coletiva da estética “lajuda”, da experiência dos “barracões” e do ritual criativo de construção da figura carnavalesca. Martina traz ao encontro referências, dicas e exercícios de construção de adereços para provocar a criatividade e avivar o espírito carnavalesco dentro de cada um de nó.

    Martina Fröhlich é multiartista das artes cênicas e da música. Durante a pandemia tem se desdobrado em projetos de teatro online, em produções musicais e de vídeo. Se mantém buscando alternativas para a sua profissão e seu sustento, sempre criando, sempre em movimento para buscar alento em tempos tão assombrosos e manter a chama acesa.

    Camila Falcão: Oficina de Maquiagem

    16 de junho, às 20h – disponível nas redes do Bloco (YouTube e Facebook)

    A maquiagem artística passa por criação de personagem ou persona, cores, tintas e aplicação ou não de acessórios. Nessa oficina a proposta é experimentar a maquiagem como complemento da figura brincante do carnaval do Bloco da Laje e como essa “máscara” traz um grande acréscimo à imagem da brincadeira individual de cada participante.

    Camila Falcão atriz, cantora, maquiadora, mãe e sobrevivente tem tentado se reinventar dentro das novas possibilidades do fazer artístico online. Atualmente vivencia o ser artista nesses tempos atuais, que consiste em  se permitir e estar aberta ao abraço distante e ao olhar virtual.

    Julia Ludwig. Foto : Elizabeth Thiel / Divulgação

    Júlia Ludwig: Oficina Corpo Brincante

    23 de junho, às 20h na plataforma Zoom / 20 vagas / Link de inscrição disponível nas redes do Bloco da Laje a partir de 01 de junho

    Na oficina de corpo brincante “Terremoto Clandestino” os participantes serão convidados a respirar profundamente e encontrar um tempo para o contato e experimentação a partir do próprio corpo. Jogando com estímulos musicais os participantes mobilizarão as articulações e atentarão às histórias, imagens e sensações que cada parte do corpo desperta, para depois permitir que um terremoto clandestino interior sacuda a poeira e reconfigure sua própria geografia. Num segundo momento a oficina trará o conceito de performance, criando cenas e situações coletivas que serão apresentadas, posteriormente, na festa online que encerra o projeto.

    Júlia é mãe e artista. Na pandemia inventou muitas brincadeiras e testemunhou os primeiros passos e palavras da Nina. Em busca de caminhos alternativos ao sistema vigente, mirando em distribuição de renda e respeito aos recursos naturais, começou a estudar Economia Circular e criou a Cia Circular, que busca alinhar estes conceitos com realizações artísticas e pedagógicas. Com a Cia dirigiu o espetáculo virtual “Avenida das Maravilhas” e lançou o projeto de lives e podcasts “Bendita Sois Voz” em parceria com o Coletivo Das Flor. Bacharel em Direção Teatral pela UFRGS, é uma das fundadoras e diretoras artísticas do Bloco da Laje.

    Projeto Circulação Bloco da Laje Quatro Estações – TERREMOTO CLANDESTINO

    * Lançamento de single e vídeo clipe de Terremoto Clandestino – 21 de junho, às 10h

    No YouTube da Laje

    * Oficinas: entre os dias 09 e 23 de junho

    Nas plataformas YouTube e Facebook (Adereço e fantasia / Maquiagem)

    Plataforma Zoom – Oficina de Corpo Brincante / 20 vagas

    * Festa Carninverno – 26 de junho às 20h / na plataforma Zoom / Inscrições pelo sympla.com.br/blocodalaje

    O projeto Circulação Bloco da Laje 4 Estações está sendo realizado com recursos do Governo do Estado  do Rio Grande do Sul por meio do Pró-Cultura RS FAC – Fundo de Apoio à Cultura

    Realização: Bloco da Laje e Marquise 51

  • Conselho de Arquitetura e Urbanismo: nota de pesar pela morte de Jaime Lerner

    Conselho de Arquitetura e Urbanismo: nota de pesar pela morte de Jaime Lerner

    O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil emitiu nota de pesar pelo falecimento do arquiteto Jaime Lerner :

    “Com o falecimento de Jaime Lerner, o Brasil perde mais um de seus arquitetos e urbanistas que conquistaram reconhecimento internacional por meio de sua prática profissional e de gestor público inovadora e ousada. Ele era querido em todo mundo, não apenas entre os colegas de ofício, em reconhecimento pela transformação de Curitiba em exemplo de cidade planejada para pessoas, integrando urbanismo com políticas culturais e econômicas.   O legado de Jaime Lerner vai além, por seus trabalhos em outras cidades do país e do exterior, e como pensador de questões urbanas com grande poder de comunicação e ressonância”.

    Nadia Somekh, presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil”.

    O político e urbanista Jaime Lerner morreu na manhã desta quinta-feira, 27, aos 83 anos, em Curitiba. Ex-governador do Paraná e ex-prefeito de Curitiba, Lerner estava internado desde da última sexta-feira com um quadro infeccioso grave.

     

  • Bíbi Jazz Band e Nicola Spolidoro Quarteto, em shows ao pôr do sol no Butiá

    Bíbi Jazz Band e Nicola Spolidoro Quarteto, em shows ao pôr do sol no Butiá

    O Butiá recebe neste sábado (29) o show de Bíbi Jazz Band. Com cinco anos de existência e influenciada por diversas vertentes, o grupo resgata toda a linguagem do jazz canção e standards que marcaram época. Além de nomes já consagrados da cultura norte-americana, o repertório apresenta clássicos da cultura popular latina. A banda é formada por Bibiana Dulce (vocal), Antonio Flores (guitarra), Rodrigo Arnold (baixo) e Mateus Mussatto (bateria).

    No domingo (30) tem Nicola Spolidoro Quarteto. Acompanhado de Caio Maurente (baixo), Cristian Sperandir (teclados) e Rafa Marques (bateria), Nicola (guitarra) apresenta composições próprias e algumas baladas, em versões instrumentais, de compositores como Gilberto Gil, Brad Mehldau e Chico Buarque.

    Nicola Spolidoro e quarteto se apresentam domingo, dia 30. Foto Zé Carlos de Andrade/Divulgação

    As apresentações ao ar livre iniciam às 16h30 até o pôr do sol. Os ingressos custam R$ 40 e, em cumprimento aos protocolos sanitários, as reservas devem ser feitas pelo site www.obutia.com. A localização e como chegar são informadas por e-mail após a reserva.

    SERVIÇO
    Bíbi Jazz Band
    Quando:
     29 de maio | Sábado
    Hora do show: 16h30

    Nicola Spolidoro Quarteto
    Quando:
     30 de maio | Domingo
    Hora do show: 16h30

    Ingresso: R$ 40 | Crianças até 10 anos não pagam | Consumação mínima: R$ 30
    Reservas somente pelo site www.obutia.com
    Cão são bem-vindos, desde que em suas guias

  • LOS 3PLANTADOS lançam mini documentário, encerrando projeto sobre doação de órgãos

    LOS 3PLANTADOS lançam mini documentário, encerrando projeto sobre doação de órgãos

    Encerrando em grande estilo o Melodias que Conscientizam a Doação de Órgãos, esse projeto tão importante quanto sensível, o grupo de milonga rock, LOS3PLANTADOS, formado pelos músicos Jimi Joe, King Jim e Bebeto Alves, lança um mini documentário, de mesmo nome. Ele chega numa importante hora, pois com a pandemia em curso se faz ainda mais necessário falar de solidariedade, amor ao próximo, empatia e a importância da doação de órgãos para salvar vidas. O documentário será lançado na quinta, dia 20 de maio, nas redes sociais da banda – youtube e facebook.

    O projeto foi contemplado com o FAC/Movimento 2019 através do Pro-Cultura/RS e da SEDAC, e faz parte da campanha permanente de doação de órgãos de Los3Plantados. Incluiu a transmissão de três lives/show e bate-papo com especialistas nas cidades de Vacaria, Bento Gonçalves e Passo Fundo. O documentário, com 25 minutos, traz depoimentos dos músicos Jimi Joe, King Jim e Bebeto Alves, cinco músicas do show gravado ao vivo em fevereiro 2021 e os debates com três médicos patologistas, convidados. As três lives foram transmitidas no mês de março de 2021 nas redes sociais da banda, via rádios e TV local Universitárias do interior. Entre os temas abordados estão superação, solidariedade, a evolução dos estudos científicos e a importância do SUS para salvar vidas.

    Estiveram presentes nos debates com a banda os médicos Spencer Camargo, cirurgião de transplantes da Santa Casa (live/Vacaria); Luiz Felipe Gonçalves da Unidade de Transplante Renal do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (live/Bento Gonçalves) e Paulo Reinchert hepatologista, cirurgião e coordenador do serviço de transplantes do Hospital São Vicente de Paula de Passo Fundo e diretor da faculdade de medicina da UPF (live/Passo Fundo). O documentário mostra os bastidores do projeto e traz para o foco essa importante discussão acerca da vida. A direção é de Mirza Reverbel, a montagem de Rodrigo Alencastro e a produção executiva do projeto de Paola Oliveira – Trilha Sonora Produções &Copyright.

    O projeto inicial previa três shows presenciais nas três cidades do interior do RS, mas em função da COVID-19 teve que ser reformulado e passou a ser transmitido via lives. O show foi pré-gravado em vídeo-digital, no dia 13 de fevereiro de 2021 quando o RGS entrou em bandeira preta, mas todos os cuidados sanitários foram executados antes e, principalmente, na hora da gravação.

    As apresentações previstas em teatros locais migraram para as ondas sonoras de quatro rádios FM’s e uma TV local. Assim, a mensagem de LOS3PLANTADOS atingiu um número muito superior de público e cidades do que era previsto no projeto inicial.

    esse é o preview do doc: https://youtu.be/-Plj5ga8OyU

    * dia 20 será enviada a versão final, com acessibilidade em LIBRAS

    LOS3PLANTADOS – lançamento do documentário

    Dia 20 de maio, às 18h

    No YouTube e Facebook do grupo

  • A pegada jazzística do Bossa 50 e a guitarra de Pedro Tagliani, no fim de semana do Butiá

    A pegada jazzística do Bossa 50 e a guitarra de Pedro Tagliani, no fim de semana do Butiá

    O Butiá recebe neste sábado (15) o Bossa 50, em uma homenagem ao movimento musical, com harmonia jazzística, que projetou a música brasileira para o mundo. No repertório do grupo, formado por Chico Paixão (voz e violão), Everton Velasquez (baixo e vocais), Leonardo Boff (piano e voz) e Diego Silveira (bateria), clássicos como: Água de Beber, Berimbau, Wave, Tarde em Itapoã, Lígia, Samba pra Vinícius, Samba de Orly e Samba da Benção.

    Pedro Tagliani se apresenta com mais três músicos. Foto: Anibal Carneiro/ Divulgação

    No domingo (16) tem Pedro Tagliani Quarteto. Acompanhado de Nico Bueno (baixo), Luis Mauro Filho (teclados) e Cesar Audi (bateria), Tagliani apresenta composições próprias, com raízes na música brasileira e elementos do jazz universal. Para este show, foi feita uma seleção com releituras de músicas compostas em diversas fases da sua carreira, desde o Grupo Raiz de Pedra, nos anos 1980, passando pelo período em que viveu na Europa, até músicas do seu novo álbum “Hemisférios”. Tagliani selecionou ainda algumas composições de Pat Metheny.

    As apresentações ao ar livre iniciam às 16h30 até o pôr do sol. Os ingressos custam R$ 40 e, em cumprimento aos protocolos sanitários, as reservas devem ser feitas pelo site www.obutia.com. A localização e como chegar são informadas por e-mail após a reserva.

    SERVIÇO
    Jazz na Beira com Bossa 50
    Quando: 15 de novembro | Sábado
    Hora do show: 16h30
    Jazz na Beira com Pedro Tagliani Quarteto

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  • “João aos pedaços” e “Somos todos Caim”, os lançamentos da Diadorim no FestiPoa

    “João aos pedaços” e “Somos todos Caim”, os lançamentos da Diadorim no FestiPoa

    Os livros “João aos pedaços”, biografia de João Gilberto Noll escrita por Flávio Ilha, e “Somos todos Caim”, de Clarice Müller, serão lançados no FestiPoa Literária.

    Ambos são publicações da Diadorim Editora e serão lançados  dias 16 e 17 de maio. Flávio Ilha conversará com José Castello e Clarice com Reginaldo Pujol Filho.

    Em ‘João aos Pedaços’, Flávio Ilha, leitor assíduo de Noll, demostra sua admiração pelo autor, um dos grandes nomes brasileiros da atualidade.

     O jornalista e escritor acompanhou de perto seu trabalho, mas só foi conhecê-lo pessoalmente em 2016, ao cursar uma de suas oficinas literárias.

    Nesta ocasião os dois iniciaram um processo juntos: Flavio propôs a produção de um documentário sobre sua história literária, que seria feito a partir das tradicionais caminhadas do escritor no centro da cidade de Porto Alegre, e também de leituras de trechos de seus livros por pessoas convidadas.

    o escritor Flávio Ilha . Foto: Tânia Meinerz/ Divulgação

    “Noll inclusive já havia selecionado alguns trechos para ler, estava empolgado, mas morreu antes de conseguirmos dar início ao projeto. Como não seria possível fazer o trabalho sem ele, decidi transformar em uma biografia. Comecei aos poucos, tateando, procurando pessoas. Só engrenou mesmo em 2019”, afirma Flávio Ilha

    Flávio Ilha,  escritor e editor, é autor de ‘Longe daqui, aqui mesmo’ (2018) e ‘Ralé’ (2019), finalista do Prêmio Açorianos em 2020.

    A escritora Clarice Muller. Foto Beto Rodrigues / Divulgação

     Clarice Müller escreve desde sempre. Tem amor pelas palavras, afinidade, identificação.

    Do primeiro livro Veroverbo, composto por narrativas breves em parceria com Cláudio Santana, até o ‘Somos Todos Caim’ , se passaram dezenove anos.  “O livro de contos foi todo gestado durante a oficina ministrada pelo escritor Reginaldo Pujol Filho, que foi fundamental na análise crítica de cada texto e no estímulo para publicá-los”, afirma a autora, feliz por dividir a mesa do lançamento com o escritor. “Desde que fui alfabetizada fiz das palavras meu principal domínio, falando ou escrevendo. Na escrita encontrei um meio de expressão que se tornou indispensável, mesmo nos longos períodos em que não desenvolvi trabalho criativo constante. Nessas épocas, na falta de uma disciplina que me impusesse escrever diariamente, participava de oficinas de criação literária que mantinham a prática viva, ainda que não permanente”, conta Clarice.

    JOÃO AOS PEDAÇOS – biografia de João Gilberto Noll

    De Flávio Ilha / Diadorim Editora

    Lançamento dia 16 de maio, às 16h em mesa com José Castello / FestiPoa Literária

    O livro está em pré-venda no site da Livraria Baleia por 45 reais

    http://bit.ly/JoaoAosPedacos

    SOMOS TODOS CAIM – livro de contos

    De Clarice Müller / Diadorim Editora

    Lançamento dia 17 de maio, às 21h30min em mesa com Reginaldo Pujol Filho/ FestiPoa Literária

    O livro está em pré-venda no site da Livraria Baleia por 38 reais

    https://bityli.com/t3DrX

  • “A filha do Dilúvio” de Miguel da Costa Franco: história de uma sociedade anestesiada pela frieza

    “A filha do Dilúvio” de Miguel da Costa Franco: história de uma sociedade anestesiada pela frieza

    Nessa quarta-feira, dia 12 de maio , às 19 horas, acontece o lançamento do livro “A filha do Dilúvio”, na Sala Libretos no  Facebook/libretoseditora, com reapresentação no dia 14 (sexta-feira), no mesmo horário, no YouTube (libretos100). Durante a live A sociedade em metástase, o autor Miguel da Costa Franco conversa com a escritora Leticia Wierzchowski e o jornalista e escritor Rafael Guimaraens sobre a estrutura de seu romance e as questões abordadas em A filha do Dilúvio.

    Segundo o material de divulgação, Rosa e Caçapava são moradores de rua; João e Sandra, um casal de classe média. De um lado, uma herança inesperada e a ascensão social; de outro, o cruento desenrolar da vida em meio à miséria e à falta de opções. Quando a realidade obriga os quatro ao convívio, duas realidades paralelas se sobrepõem de forma explosiva, reorganizando desejos, afetos, traumas e dilemas pessoais. Para alguns, chorar é da vida. Para outros, o conforto está dado. Gerar descendência passa de escolha a conflito em um país desigual e fraturado. Entre extremos, a humanidade insiste em pedir passagem.

    Em “A filha do Dilúvio” (Libretos, 2021, 208 páginas), Miguel da Costa Franco pariu uma história das entranhas de uma sociedade anestesiada pela frieza. O livro trata de temas urgentes como a desigualdade e a dureza da vida, nossas culpas e contradições. Denuncia de forma visceral e explícita a inoperância das instituições e a hipocrisia que enfraquece o tecido social, e aponta para os dilemas da paternidade e da maternidade numa espécie em colapso.

    Miguel nos apunhala com um mundo em metástase e nos põe em confronto com a nossa própria incapacidade de agir. O jornalista e escritor Rafael Guimaraens endossa o impacto desta narrativa dinâmica e intensa: “É uma história inquietante e profundamente humana, pro bem e pro mal. (…) Envereda por caminhos surpreendentes e desconcertantes. O leitor não sai dessa experiência incólume.”

     

    Cuidadoso na construção de personagens complexos – o ‘povo das casas’ e o ‘povo das ruas’-, o autor comenta que foi de fundamental importância seu acesso ao jornal Boca de Rua, realizado com o apoio da Alice – Agência Livre para Informação, Cidadania e Educação. “Esse periódico, vendido pelas esquinas da cidade – com o qual aprendi muito -, dá vez e voz ao ‘povo das ruas’, falando de seu universo, de seu desamparo e das dificuldades cotidianas, da violência institucional, da ausência de políticas públicas efetivas para enfrentar o problema da exclusão.”

    Nessa quarta-feira, dia 12 de maio , às 19 horas, acontece o lançamento na Sala Libretos no  Facebook/libretoseditora, com reapresentação no dia 14 (sexta-feira), no mesmo horário, no YouTube (libretos100). Durante a live A sociedade em metástase, o autor Miguel da Costa Franco conversa com a escritora Leticia Wierzchowski e o jornalista e escritor Rafael Guimaraens sobre a estrutura de seu romance e as questões abordadas em A filha do Dilúvio.

    Trecho:

    “Os dois parceiros passariam a madrugada inteira nessa novela encardida. Rosa, bufando e praguejando, foi se livrando das roupas aos poucos, até ficar totalmente nua. Caçapava, na maior parte do tempo, assobiava milongas e chamamés. No mais, tinham com eles o crepitar do fogo, o frescor úmido da brisa, os sapos e os grilos, o desassossego das águas buliçosas do rio lambendo o juncal e as pedras da margem. A cadela Furiosa, companheira dedicada, se encarregava de vigiar o acampamento erguendo as orelhas e o focinho a cada tanto e acoando para os bichos, visíveis ou invisíveis, que se aproximavam. Quando as dores nas costas apertaram e uma manada de elefantes começou a pisotear sem dó os quadris de Rosa, esmigalhando o que podia de seus ossos, ela se pôs de quatro, como um animal. Era como ficava mais confortável. Já pouco ouvia do que o outro lhe perguntava. Com os sentidos voltados para o seu interior, circulava por outros mundos.”

    Miguel da Costa Franco. Foto: Acervo pessoal/ Divulgação

    Miguel da Costa Franco

    A filha do Dilúvio é o seu segundo romance. É autor de Imóveis Paredes (Libretos, 2015) e Não Romance (Metamorfose, 2018), contos selecionados. Foi finalista do Prêmio da Associação Gaúcha de Escritores na categoria Narrativas Curtas e recebeu premiações também por conto, crônica e poesia. Participou de coletâneas, entre as quais a Antologia de Contistas Bissextos (L&PM, 2007). Escreveu o roteiro do filme O último desejo do Dr. Genarinho (2002), foi corroteirista do telefilme e da série de tevê Doce de Mãe (2012 e 2014), vencedora do International Emmy Award for Best Comedy em 2015, e colaborou no roteiro de Aos Olhos de Ernesto (2019), todos produzidos pela Casa de Cinema de Porto Alegre. Mantém o site www.migueldacostafranco.com.br. Colaborou com jornais e revistas, como Correio do Povo, Pasquim Sul, Não, Parêntese e Sepé. Nasceu em Roca Sales/RS, em 1958.

    A filha do Dilúvio (Libretos, 2021)

    de Miguel da Costa Franco

    Romance, 208 páginas, formato 14cm x 21cm (brochura)

    ISBN 978-65-86264-29-6 

    Preço sugerido 40,00

    Lançamento: 

    Dia 12 de maio, às 19h

    Sala Libretos (facebook@libretoseditora) 

    A sociedade em metástase

    Lançamento do romance “A filha do Dilúvio”

    com Miguel da Costa Franco, Leticia Wierzchowski e Rafael Guimaraens

     

    Reapresentação

    Dia 14 de maio, às 19h

    (Youtube/libretos100)

     Onde encontrar: 

    Nas livrarias e no site www.libretos.com.br

  • Oficina de produção de vídeos abre Mostra de Palhaçaria Cibernética

    Oficina de produção de vídeos abre Mostra de Palhaçaria Cibernética

    No dia 15 de maio (sábado), a Quimera Criações Artísticas abre a programação do Curto-Circuito – Mostra de Palhaçaria Cibernética, com uma oficina de criação de vídeos curta-metragem. Em tempos de pandemia, a atividade nasce com o intuito de estimular a produção independente de conteúdo digital para artistas de diversos setores e outros públicos. O encontro gratuito inicia às 16h, pela plataforma ZOOM, com tradução em Libras e tem 1h30 de duração. As vagas são limitadas, e as inscrições devem ser feitas pelo palhacariacibernetica@gmail.com.

    A atividade online antecede nove dias de apresentações, nas redes sociais, de seis grupos e de nove artistas independentes de sete cidades do RS

    Ministrada por Walter Diehl, a oficina abordará, de forma básica e geral, os aspectos técnicos para a produção de vídeos curtos, com dicas, truques e informações sobre equipamentos, programas e a organização necessária para iniciar na área dos projetos audiovisuais. “O enfoque é a utilização de recursos acessíveis aos participantes, levando-se em conta o contexto de pandemia e a dificuldade de realizar produções complexas, mas também indica o uso de alguns recursos profissionais como referência”, destaca Diehl.

    Designer visual, editor de vídeos e motion designer freelancer, Walter Diehl também atua como ator, performer e artista circense. Pesquisa o universo do clown desde 2005 e desenvolve o Palhaço Nenusko desde 2006, produzindo, mais recentemente, vídeos do seu clown para a internet.

    Palhaçaria Cibernética No dia 24 de julho estreia a Mostra de Palhaçaria Cibernética. Realizado com recursos da Lei Aldir Blanc nº 14.017/2, por meio do Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas, o evento visa o fomento à pesquisa e à produção cultural de alguns dos mais influentes palhaços de diferentes gerações atuantes no Rio Grande do Sul e áreas de atuação: circo, teatro, arte de rua, hospital, mímica e dança.

    Durante nove dias, serão disponibilizados 20 vídeos de curta-metragem no Instagram e Youtube da Quimera, além de drops com curiosidades sobre a palhaçaria. Além da trupe Quimera Criações Artísticas, compõe o elenco o Grupo Ueba (Caxias do Sul), Circo Híbrido (POA), Grupo TIA (Canoas), Cia de Palhaços Clowncando (Santa Maria), Míriam Torres (Trupe Pé de Palhaço – Canela), Paulo Stümer (Circo Jardim – Novo Hamburgo), Walter Diehl (São Leopoldo), Tuta Camargo, Larissa Sanguiné, Eveliana Marques Ekin, Carollini Marafigo, Márcio de Lima e Heinz Limaverde (Porto Alegre), e a participação especial da Cia H de Dança.

    O projeto foi concebido por Diehl e pelo dramaturgo, ator, diretor e palhaço Jéferson Rachewsky. Em 2014, Rachewsky recebeu o Prêmio Tibicuera de Melhor Ator Coadjuvante, por “As Aventuras do Pequeno Príncipe”. Pela Quimera Criações Artísticas, recebeu nove indicações ao Tibicuera e oito ao Prêmio Açorianos. Desde 1995, ministra oficinas de técnicas circenses, de palhaçaria e de comicidade física em diversos estados brasileiros. A Mostra de Palhaçaria Cibernética tem a produção de Luka Ibarra.

    FICHA TÉCNICA
    Palestrante: Walter Diehl
    Tradutora de Libras: Ângela Russo | Para Todos Acessibilidade
    Mediadora: Luka Ibarra
    Coordenação-geral do Projeto: Jeferson Rachewsky | Quimera Criações Artísticas Produção: Lucida Desenvolvimento Cultural Assessoria de Imprensa: Roberta Amaral

  • FestiPoa Literária anuncia 13ª edição, pela plataforma YouTube e redes do evento

    FestiPoa Literária anuncia 13ª edição, pela plataforma YouTube e redes do evento

    Vem aí a FestiPoa Literária, edição 2021.

    A primeira edição 100% virtual da festa literária terá cinco dias de muita literatura, poesia e debate de ideias com participação de cerca de 50 convidados. Transmitida ao vivo pelo canal do YouTube e redes sociais do evento, com acesso gratuito, a FestiPoa terá participações potentes.

    O escritor Sergio Vaz. Foto: Jairo Goldflus/ Divulgação

    Além dos homenageados Ana Maria Gonçalves e Sérgio Vaz, autores e artistas como Jeferson Tenório, Antônio Pitanga, Itamar Vieira Júnior, Teresa Cristina, Conceição Evaristo, Criolo, Letrux, Ricardo Aleixo, Luedji Luna, Angélica Freitas, Paulo Lins, entre tantos outros já confirmaram suas presenças e estarão em bate-papos, saraus e oficinas.

    Segundo a curadoria da FestiPoa, a programação foi pensada para destacar a trajetória e a obra dos autores homenageados, mas também para abordar nos debates temas como o caráter político da arte em meio à pandemia, o racismo, o feminismo e a coletividade artística como força para enfrentar os retrocessos políticos, culturais e sociais do país atualmente.

    As sessões de lançamentos estão presentes nesta edição também de forma virtual. Duas lives apresentam os livros “João aos pedaços”, biografia de João Gilberto Noll escrita pelo jornalista e editor Flávio Ilha, e “Somos todos Caim”, livro de contos de Clarice Müller. E dentre as ações formativas voltadas para escolas está confirmado o encontro para professores com Sérgio Vaz, além de encontros com os escritores Eliane Marques, Marcelo Martins, Luna Vitrolina, Christina Dias e José Falero, totalizando dez atividades diversificadas para todas as idades entre os dias 08 e 24 de maio. Também está acontecendo no ‘esquenta’ da FestiPoa, o ciclo ‘Percursos do romance de autoria negra feminina’, coordenado pelo coletivo Atinukés, em parceria com o DEDS/UFRGS.

    Ricardo Aleixo. Autorretrato/ Divulgação

    A Festa Literária de Porto Alegre é uma iniciativa cultural independente que chega a sua 13ª edição graças aos esforços de uma equipe incansável. Oferece, anualmente, de forma gratuita, debates, encontros de leitura, cursos, oficinas, saraus, filmes e performances. São inúmeras as atividades realizadas para difundir e democratizar o acesso à literatura e à arte e trabalhar em prol da formação de leitores. Ao longo de mais de uma década homenageou autores como Conceição Evaristo, Laerte Coutinho, Luis Fernando Verissimo, Sergio Faraco, Vitor Ramil, Marcelino Freire, Sueli Carneiro e João Gilberto Noll, entre outros.

    A 13ª edição da Festa Literária de Porto Alegre tem o Patrocínio do Itaú e Grupo Zaffari. Realização da Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal.

    A escritora Luedji Luna. Foto: Helen Salomão/ Divulgação

    Sobre os homenageados:

    Ana Maria Gonçalves nasceu em Ibiá, MG, em 1970. Trabalhou com Publicidade até 2001, quando se mudou para a Ilha de Itaparica e escreveu “Ao lado e à margem do que sentes por mim” e “Um defeito de cor” (Editora Record), ganhador do Prêmio Casa de las Américas (Cuba, 2007). Já publicou em Portugal, Itália e nos EUA, onde ministrou cursos e palestras sobre relações raciais e fez residência em universidades como Tulane, Stanford e Middlebury. Mora em São Paulo, onde escreve também para teatro, cinema e televisão.

    Sergio Vaz é autor de oito livros e completou 30 anos de poesia no ano de 2018. Foi homenageado e premiado inúmeras vezes por seu trabalho. Eleito pela revista Época em 2009 um dos 100 brasileiros mais importantes do país. Palestrou em vários países, México, Inglaterra e Alemanha. Escreveu os livros ‘Subindo a ladeira mora a noite’ (1988), ‘A margem do vento’ (1991), ‘Pensamentos vadios, (1994), “A poesia dos deuses inferiores’ (2005), ‘Colecionador de Pedras’ (2007), ‘Cooperifa Antropofagia Periférica’ (2008), ‘Literatura pão e poesia’ (2011) e Flores de Alvenaria (2016). Cofundador do Sarau da Cooperifa movimento cultural que transformou um bar, na periferia de São Paulo, em centro cultural e que ajudou a deflagrar a literatura periférica.

    Criador do cinema na laje prêmio Cooperifa poesia no ar natal com livros várzea poética projeto poesia nos muros da mostra Cultural da Cooperifa que no ano de 2019 completou sua 12ª edição. Sergio Vaz também é autor do Projeto “Poesia Contra Violência” que percorre as escolas públicas da região promovendo recitais e bate papo sobre poesia e incentivo à leitura. No ano de 2020 devido ao período de pandemia o poeta também se dedicou a fazer lives e participar virtualmente de bate papos, palestras e entrevistas.

     

    PROGRAMAÇÃO – mesas, saraus, lançamentos

     13 de maio, quinta

    19h – Mesa dos homenageados – Ana Maria Gonçalves e Sérgio Vaz

    Mediação: Luna Vitrolira/ Acessibilidade em LIBRAS

    Os homenageados conversam de modo geral sobre suas carreiras literárias, com mediação da poeta pernambucana Luna Vitrolira

    21h – Sarau da Cooperifa, com as participações de Cocão Avoz, Luh Sousa, Jairo Periafricania, Rose Dorea e Márcio Batista

    14 de maio, sexta

    18h – Mesa 01 – Entre nós mesmas, nossas poesias e canções: Bia Ferreira e Teresa Cristina Mediação: Luna Vitrolira / Acessibilidade em LIBRAS

    19h15 – Sarau em homenagem a Sérgio Vaz, com Elizandra Souza, Lilian Rocha, Hamilton Borges e Raquel Almeida

    20h – Mesa 02 – De amizades, cidades e quebradas: Ferréz e Paulo Lins
    Mediação: Marcelino Freire

    15 de maio, sábado

    16h – Mesa 03 – Laranjal e Tijuca: canções, sereias e coisa banho de mar: Angélica Freitas e Letrux Mediação: Fernanda Bastos / Acessibilidade em LIBRAS

    18h – Mesa 04 – Um defeito de cor: Dedy Ricardo e Fernanda Oliveira conversam com a homenageada Ana Maria Gonçalves / Acessibilidade em LIBRAS

    19h40 – Lançamento da Leitura compartilhada de “Um defeito de cor” nas plataformas digitais
    20h – Mesa 05 – Personagens no cinema e na literatura: Antônio Pitanga e Jeferson Tenório Mediação: Fernanda Sousa / Acessibilidade em LIBRAS

    21h30 – Pocket show “Re-existência! Resistir, reexistir para existir!”, com Valéria Barcellos

    16 de maio, domingo

    15h – Mesa 06 – Arrancados da terra: Lira Neto. Mediação: Ricardo Barberena/ Acessibilidade em LIBRAS

    16h – Live de lançamento de “João aos pedaços”, biografia de João Gilberto Noll, com Flávio Ilha, autor da biografia, e José Castello

    17h – Mesa 07 – Escrevivendo um corpo no mundo: Conceição Evaristo e Luedji Luna.  Mediação: Ludmilla Lis

    18h40 – Mesa 08 – Poesia e alguma prosa: Geni Guimarães e Ricardo Aleixo

    Mediação: Eliane Marques

    20h – Mesa 09 – Literatura, pão e poesia: Criolo e Sérgio Vaz. Mediação: Luna Vitrolira

    21h15 – Pocket show: Negra Jaque Versos e Rima

     

    17 de maio, segunda

    18h – Mesa 10 – Escrever é voltar para casa: Itamar Vieira Júnior e Micheliny Verunschk. Mediação: Reginaldo Pujol Filho / Acessibilidade em LIBRAS

    20h – Mesa 11 – Escrita, leitura e educação: Allan da Rosa e Eliane Potiguara. Mediação: Carolina Neves / Acessibilidade em LIBRAS

    21h30 – Live de lançamento de “Somos todos Caim”, com Clarice Müller
    Mediação: Reginaldo Pujol Filho

     

    OUTRAS ATIVIDADES DA FESTIPOA

    O Projeto Pedagógico da Festipoa, que estará no ar entre 08 e 24 de maio, terá o encontro para professores com Sérgio Vaz, além de encontros com os escritores: Eliane Marques, Marcelo Martins, Luna Vitrolina, Christina Dias e José Falero, totalizando 10 atividades diversificadas para todas as idades entre os dias 08 e 24 de maio. A programação será pela plataforma online Zoom e as inscrições estão abertas até 05 de maio: https://forms.gle/585HfeLv7UMmEEQRA

    08/05, às 10h, sábado – Encontro formativo sobre poesia com Sérgio Vaz para professores

    Acessibilidade em LIBRAS

    Duração: 1h15min

    Para docentes, arte-educadores e educadores

    11/05, às 10h, terça-feira – Encontro com estudantes e escola com Christina Dias

    Acessibilidade em LIBRAS

    Duração: 1h

    A partir de 4/5 anos e para pessoas com necessidades especiais

    12/05, às 10h, quarta-feira – Encontro com estudantes e escola com Christina Dias

    Duração: 1h

    A partir de 4/5 anos e para pessoas com necessidades especiais

    13/05, às 10h, quinta-feira – Encontro com estudantes e escola com Eliane Marques

    Acessibilidade em LIBRAS

    Duração: 1h

    A partir de 12/13 anos

    14/05, às 10h, sexta-feira- Encontro com estudantes e escola com Eliane Marques

    Duração: 1h

    A partir de 12/13 anos

    18/05, às 10h, terça-feira – Encontro com estudantes e escola com Luna Vitrolina

    Acessibilidade em LIBRAS

    Duração: 1h

    A partir de 14/15 anos

    19/05, às 10h, quarta-feira – Encontro com estudantes e escola com Luna Vitrolina

    Duração: 1h

    A partir de 14/15 anos

    20/05, às 20h, quinta-feira- Encontro com estudantes e escola com Marcelo Martins

    Acessibilidade em LIBRAS

    Duração: 1h

    Faixa etária diversa – EJA adulto e jovem

    21/05, às 10h, sexta-feira – Encontro com estudantes e escola com Marcelo Martins

    Duração: 1h

    A partir de 11/12 anos

    24/05, às 10h, segunda-feira – Oficina “Anti-oficina de escrita” com José Falero, para estudantes

    Duração: 2h

    A partir de 11 anos

    Mais informações sobre o Projeto Pedagógico: contato@festipoaliteraria.com

    FESTIPOA LITERÁRIA

    De 13 a 17 de maio de 2021

    Nas redes da FestiPoa:

    YouTube: https://www.youtube.com/festipoaliteraria

    Instagram: @festipoaliteraria

    Facebook: @festipoa

     Link para as fotos dos autores presentes:

    https://drive.google.com/drive/folders/1_hdk-RT6NXhP4s0tC-HU7y_BLuOuEIVH?usp=sharing

    A 13ª edição da Festa Literária de Porto Alegre conta com a Lei de incentivo à Cultura, Patrocínio do Itaú e Grupo Zaffari. Realização da Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal, Pátria Amada Brasil.

    Apoio Cultural – PUCRS

    Apoios e parcerias: SINTRAJUFE –RS, Beabah Bibliotecas Comunitárias do RS, TAG- Experiências Literárias, Atinukés e DEDS UFRGS

     Texto: Bebê Baugarten/ Divulgação.

     

  • Incubadora MEME e Mosaico Territórios da Cultura formam redes entre os espaços de cultura do RS

    Incubadora MEME e Mosaico Territórios da Cultura formam redes entre os espaços de cultura do RS

    Os atravessamentos nos projetos do MEME Incubadora Cultural estão proporcionando beleza, entrega e muita emoção. Dois deles, o Incubadora MEME, um projeto de inclusão que consiste em encontros/oficinas com professores do MEME e convidados, e o Mosaico Territórios da Cultura, no qual diversos espaços de resistência cultural, independentes e autogeridos por seus integrantes, atuam em rede buscando o fortalecimento da cultura local, trabalhando nas criações de performances e parcerias, espalhando arte aos quatro ventos e apostando no potencial da arte como agente transformador social.

    A primeira incursão do Mosaico Territórios da Cultura foi no Amó – Lugar de bem viver, em Maquiné. Neste espaço tudo está sendo construindo com as mãos de Pascal Berten, Mirella Rabaioli, e apoiadores/amigos que literalmente botaram a mão na massa, levantando paredes, plantando, criando um ambiente sustentável em meio à natureza exuberante de Maquiné. Nos meses seguintes, respeitando os protocolos da COVID 19, outras incursões foram realizadas nos espaços que integram a rede: o Afro-Sul Odomode, a Terreira da Tribo, o Clube de Cultura e o Tablado Andaluz. Em comum, esses espaços tem a longevidade, alguns com mais de 70 anos, outros com mais de 40, 30 ou 20.

    As duas próximas atividades serão no próprio MEME, dia 06 de maio, onde Tânia Farias cantará as músicas de Violeta Parra, com a participação de Mário Falcão (apresentação fechada para público, transmitida pelo YouTube do MEME), e dia 18 de maio, celebrando o encontro na Comunidade Kilombola Morada da Paz, em Triunfo, que encerra o projeto em grande estilo. Todos os espaços foram sede de oficinas e/ou apresentações, e os encontros foram gravados, e, posteriormente, transmitido pelas plataformas do MEME.

    Já o Incubadora MEME, atua como agente de inclusão social e está realizando oficinas com cinco profissionais, oferecidas a um grupo de dez jovens em situação de vulnerabilidade social vindos da Escola E.M.E.F José Loureiro da Silva, na Cruzeiro do Sul, de Porto Alegre, além de outras dez vagas preenchidas por jovens de outras comunidades parceiras do Meme: a Escola Estadual Julio Brunelli, do bairro Rubem Berta, a E.M.E.F Senador Alberto Pasqualini, na Restinga, o espaço Afro-Sul Odomode e jovens da Comunidade Kilombola Morada da Paz, de Triunfo. As aulas de dança, expressão vocal, teatro, iluminação cênica, figurino, projeto/produção cultural, são ministradas por Paulo Guimarães, Ana Medeiros e Rui Moreira, com a coordenação de Iara Deodoro (Afro-Sul Odomode). A ideia é que com essas trocas, se formem agentes socio-políticos-culturais dentro das comunidades, instrumentalizados para atuar na arte-educação. Desse projeto resultará um documentário que será apresentado ao final do projeto (em data a definir).

    Espetáculo Mosaico_Amó. Foto: Mirella_Rabaioli/ Divulgação

    A criação dessa rede entre os espaços culturais e os atravessamentos entre os projetos que integram o guarda-chuva de atividades do MEME surgiram da identificação de características comuns a esses espaços, que tanto têm contribuído para o desenvolvimento de sujeitos críticos, por meio de ações coletivas e transformadoras. Em cada um deles a celebração da vida é pulsante em busca de laços capazes de transformar pela arte.

    SERVIÇO:

    MEME: Incubadora Cultural e Mosaicos Territórios da Cultura

    Dia06 de maio no MEME Estação Cultural, às 20h

    Show Violeta Parra, com Tânia Farias (com participação de Mário Falcão)

    *apresentação fechada para público transmitida pelo YouTube do MEME

    Dia 18 de maio, às 20h

    Encontro na Comunidade Kilombola Morada da Paz, em Triunfo

    *transmissão pelo YouTube do MEME

    Acompanhe nas redes:

    Facebook – @memeestacao

    Instagram – @memeestacao

    You Tube –  https://www.youtube.com/memeestacaocultural

    MEME Incubadora Cultural é realizado com recursos da Lei Aldir Blanc / Lei n. 14.017/2020 – edital 09/2020 – SEDAC RS.