Autor: da Redação

  • Bolsonaro ignora recomendações e saúda manifestantes que pedem ditadura
    Bolsonaro saudou manifestantes, ignorando recomendações da Saude. Foto: Reprodução/TVGlobo

    Bolsonaro ignora recomendações e saúda manifestantes que pedem ditadura

    As provocações do presidente Jair Bolsonaro contra Congresso e o STF se materializaram em manifestações de rua neste domingo, 15.

    Em capitais e cidades de vários Estados, registraram-se atos com centenas de pessoas, vestidas de verde e amarelo e portando bandeiras e cartazes, muitos pedindo intervenção militar e o fechamento do Congresso e do STF.

    Em São Paulo, na avenida paulista, registrou-se a maior concentração, sem chegar perto de manifestações anteriores.

    Bolsonaro disse que foram manifestações “espontâneas”, mas a presença de carros da som em muitos casos e até um veículo militar, como em Foz do Iguaçu, indicam que houve organização.

    O presidente acompanhou o ato em Brasilia, da área externa do Palácio do Planalto, a despeito da proibição de aglomerações pelo governo do Distrito Federal e da recomendação do próprio ministro da Saúde para que se evitem aglomerações.

    Bolsonaro saiu do Palácio da Alvorada, com uma comitiva, por volta das 12h20 e percorreu o centro da capital.

    No Eixo Monumental, uma das principais vias da cidade, a comitiva chegou a ser acompanhada pelos carros que participavam da carreata. Em seguida, o presidente foi até o Palácio do Planalto.

    Do alto da rampa, seguiu acompanhando a manifestação, com as pessoas se aglomerando em frente ao prédio. O momento foi transmitido ao vivo, em sua página no Facebook.

    Em seguida, ele desceu para ficar mais próximo do público. Separado por grades, o presidente conversou, cumprimentou e tirou fotos com os simpatizantes por pouco mais de uma hora.

    O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, lamentou a atitude do presidente e disse que ele desautorizou o próprio ministro da Saúde, que recomendou evitar aglomerações por causa do coronavirus.

    O presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antônio Barra Torres, apareceu ao lado de Bolsonaro nas imagens. Ele disse depois que “recebeu um convite do presidente para uma conversa informal”, aceitou e foi.

    “Não tem preço o que esse povo está fazendo, apesar de eu ter sugerido, não posso mandar, a manifestação não é minha, o adiamento, por causa desse vírus”, disse o presidente durante a transmissão.

    Ele também defendeu a manifestação, que classificou como “espontânea”. “Nós políticos temos como mudar o destino do Brasil. Não é um movimento contra nada, é um movimento a favor do Brasil”.

    As faixas, os cartazes e as palavras de ordem eram contra “os políticos”, o Congresso, o STF e pediam intervenção militar JÁ.

    (Com informações da Agência Brasil e do G1)

  • Sanções dos EUA à Venezuela vão contra “espírito humanitário”, diz governo chinês
    Xi Jinping, Presidente de la República Popular China. e o presidente da Venezuela Nicolás Maduro durante estada de Maduro na China em setembro de 2018 | foto: Twitter

    Sanções dos EUA à Venezuela vão contra “espírito humanitário”, diz governo chinês

    Ao manter as sanções contra a Venezuela no momento em que o mundo todo está lutando contra a pandemia do novo coronavírus (COVID-19),  o governo americano “vai contra o espírito humanitário básico”, segundo declarou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Geng Shuang.

    Geng fez as declarações durante uma entrevista coletiva ao comentar o discurso pronunciado na quinta-feira pelo presidente venezuelano, Nicolás Maduro, no qual disse que as sanções dos Estados Unidos afetaram gravemente os esforços domésticos de prevenção da epidemia na Venezuela e pediu que os Estados Unidos eliminem imediatamente as sanções contra seu país.

    “É bem sabido que as sanções americanas contra a Venezuela deterioraram gravemente a economia do país e a vida da população, causando problemas que incluem dificuldades para que o povo venezuelano obtenha serviços médicos”, disse Geng.

    A China, disse o porta-voz,  sempre apelou pela solução pacífica da questão da Venezuela através do diálogo e a criação de condições para o desenvolvimento normal da Venezuela, opondo-se à interferência nos assuntos internos de outros países, às sanções unilaterais e à chamada “jurisdição de braço longo”.

    “Pedimos que os Estados Unidos trabalhem com a comunidade internacional, deixem de interferir nos assuntos internos da Venezuela o mais rápido possível e eliminem as sanções unilaterais para beneficiar a paz, a estabilidade e o desenvolvimento da Venezuela”, indicou Geng.

  • O desafio americano de enfrentar o coronavirus sem um sistema público de saúde

    A pronta resposta da China a epidemia do novo coronavirus foi possível pelo regime centralizado, com as principais atividades econômicas controladas pelo Estado, e um sistema de saúde estatal que alcança o país inteiro.

    O principal desafio dos Estados Unidos na guerra contra o novo coronavirus,  será o seu sistema de saúde privada, fragmentado, sem uma coordenação estatal.

    O comentário do analista financeiro Mathews Tavares dos Santos, no Infomoney, resume o dilema:

    “A falta de capacidade de coordenação para uma resposta estrutural dos Estados Unidos ao coronavírus expõe um problema antigo do sistema de saúde americano”.

    “A ausência de um sistema de saúde público único limita a capacidade dos agentes de saúde a não apenas dar uma resposta sincronizada, mas também afeta a simples coleta de dados para entender o tamanho do problema no país”.

    “Com um sistema de saúde à base de seguradoras, que são apenas as intermediárias com hospitais, e com cada estado do país realizando seus próprios testes e reportando as informações de maneiras diferentes, o governo federal não consegue dizer com precisão nem quantas pessoas foram testadas”.

     

  • Lula não vem ao Rio Grande por causa do coronavirus

    Lula não vem ao Rio Grande por causa do coronavirus

    A visita que o ex-presidente Lula faria ao Rio Grande do Sul, a primeira desde que deixou a prisão, nos dias 20 e 21 de março foi suspensa,  pelos riscos do coronavirus.

    Ela já estava em risco por outros fatores, financeiros principalmente.

    Com todos seus bens bloqueados,  Lula vive de um subsídio que recebe do Instituto Lula, que mal cobre suas despesas pessoais.

    Ficam a descoberto todas as outras necessidades de indispensáveis para sua movimentação política: segurança, passagens, hospedagem.

    Sua visita ao Rio Grande do Sul começaria pela abertura da colheita do arroz orgânico no assentamento em Santa Rita no dia 20.

    No dia 21, um evento no auditório Dante Barone, na Assembléia Legislativa, um ato no Largo Glênio Peres e encontro com intelectuais locais num jantar para 100 pessoas.

    Até a quinta-feira, quando foi anunciada a suspensão da caravana, não estava identificada a fonte pagadora das despesas com a movimentação toda.

  • Mais quatro integrantes da comitiva de Bolsonaro confirmados com coronavirus

    Da agência Brasil

    O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República confirmou, hoje (domingo), que quatro integrantes da equipe de apoio  (três eram da Segurança) do presidente Jair Bolsonaro apresentaram resultado positivo para o novo coronavírus (covid-19).

    De acordo com o GSI, eles integraram o voo que levou a comitiva do presidente em viagem aos Estados Unidos, na semana passada.

    Em nota à imprensa, o órgão disse que os integrantes cumprem isolamento de 14 dias em suas residências desde a chegada ao Brasil.

    Todos os auxiliares que estavam o voo presidencial foram submetidos ao teste. Os nomes não foram divulgados.

    Com esses novos quatro casos já são 12 os integrantes da comitiva presidencial que foi aos Estados Unidos infectados por coronavirus.

  • China segue registrando queda no número de novos casos

    Os números de casos confirmados e suspeitos da doença do novo coronavírus  na parte continental da China vêm caindo há quase uma semana, segundo a Comissão Nacional de Saúde.

    Mais de 70% dos pacientes com COVID-19 em Wuhan, capital da Província de Hubei e também o epicentro do surto, receberam alta hospitalar após a recuperação. 

    Excluindo Wuhan, as taxas de recuperação foram de 92,7% na Província de Hubei, e 97,3% na parte continental da China.

    Segundo boletim da Comissão de Saúde, no sábado, “a grande maioria das regiões chinesas está com baixo risco de disseminação do coronavírus”.

    O Município de Chongqing, no sudoeste da China, tornou-se o mais recente em um grupo de regiões de nível provincial que reduziu a zero o número de pacientes com COVID-19.

    Após se recuperar, o último paciente com COVID-19 em Chongqing, um homem de 52 anos, recebeu alta de um hospital no distrito de Changshou por volta das 11h da manhã, reportou a comissão municipal de saúde.

    Chongqing que registrou um total de 576 casos confirmados do novo coronavírus, incluindo seis mortes, não relatou novas infecções por 19 dias consecutivos.

    Na tarde do sábado, a Província de Hunan, no centro da China, também testemunhou seu último paciente com COVID-19 sair do hospital.

    A paciente de sobrenome Liu recebeu um buquê de flores e tirou uma foto em grupo com médicos e enfermeiros depois de ser liberada de um hospital em Changsha, capital de Hunan.

    Tanto Chongqing como Hunan são vizinhos da província mais atingida, Hubei, e tiveram que fazer grandes esforços para impedir uma transmissão generalizada nas comunidades locais.

    De acordo com uma contagem inicial da Xinhua, a agência estatal chinesa, 11 regiões de nível provincial no continente chinês estão livres de novas infecções pelo coronavírus após seus últimos pacientes com COVID-19 receberem alta hospitalar.

    As 11 regiões incluem Tibet, Qinghai, Xinjiang, Shanxi, Yunnan, Fujian, Jiangsu, Jiangxi e Anhui, além das mais recentes adições de Hunan e Chongqing.

    A Província de Hubei, no centro da China, relatou neste sábado quatro novos casos confirmados da doença do novo coronavírus (COVID-19) e 10 mortes, anunciou neste domingo a comissão provincial de saúde.

    Todos os novos casos confirmados foram relatados em Wuhan, capital provincial e o epicentro do surto epidêmico.

    O último relatório elevou o número total dos casos confirmados em Hubei foi de 67.794.

    Até sábado, a Província de Hubei não registrou novos casos de COVID-19 por dez dias consecutivos em suas 16 cidades e sub-regiões fora de Wuhan.

    A cidade de Wuhan também registrou menos de 10 novos casos pelo quarto dia consecutivo.

    A província também teve 1.335 pacientes liberados dos hospitais após recuperação no mesmo dia, elevando o número total de pacientes curados para 54.278.

    Entre os 9.376 pacientes hospitalizados, 2.551 ainda estão em condição grave e outros 612 em condição crítica.

    (Com informações da Xinhua Press)

  • Três fatores representam risco fatal ante o coronavirus

    Manuel Ansede, do El Pais

    Uma equipe de cientistas chineses publicou o maior estudo sobre os fatores de risco associados às mortes pelo Covid-19, o coronavírus que já infectou mais de 100.000 pessoas em todo o mundo desde sua identificação, em dezembro.

    A nova pesquisa analisou 191 pacientes internados em dois hospitais de Wuhan , 54 dos quais morreram.

    Os demais tiveram alta antes de 31 de janeiro.

    O estudo constata que idade avançada, problemas de coagulação sanguínea e sintomas de septicemia —uma resposta fulminante do organismo para combater uma infecção— são os três principais fatores de risco de morrer com a doença causada pelo vírus.

    O trabalho, liderado pelo médico Hua Chen, enfatiza que metade dos pacientes analisados ​​apresentava outras enfermidades, como hipertensão (30%), diabetes (19%) e doença coronariana (8%).

    Seus cálculos mostram um aumento de 10% no risco de morte no hospital a cada ano a mais de idade que a pessoa infectada tiver.

    A idade média dos que morreram é de 69 anos, em comparação com os 52 anos dos sobreviventes.

    Os autores, que publicaram seus resultados na revista médica The Lancet, acreditam que seus dados poderão em breve ajudar a identificar os pacientes com pior prognóstico.

    No total, 2% das pessoas que contraíram a doença morreram, segundo dados da Organização Mundial da Saúde.

    Além da idade avançada, a equipe de Hua Chen destaca dois outros fatores de risco: uma alta pontuação no escore SOFA —um sistema de avaliação da falha de vários órgãos em pacientes internados na unidade de terapia intensiva— e indicadores elevados no teste do dímero D, usado para detectar problemas de coagulação do sangue.

    O estudo também sugere que pacientes em estado grave disseminam o vírus por mais tempo do que o esperado.

    O tempo de excreção do vírus foi de 20 dias em média nos sobreviventes da Covid-19, com variação de 8 a 37 dias.

    Os autores pedem cautela ao interpretar seus resultados, pois todas as pessoas estudadas estavam hospitalizadas e dois terços delas em estado grave ou crítico.

    De qualquer forma, recomendam que os pacientes internados não recebam alta enquanto seus testes do vírus não derem negativo.

    A revista afirma que o novo estudo é o primeiro retrato completo da progressão do Covid-19. A duração média da febre foi de 12 dias. A dificuldade em respirar durou 13 dias nos sobreviventes.

    O tempo desde o início dos sintomas até a alta foi de 22 dias. E, no caso dos que morreram, o tempo médio até falecerem foi de 18,5 dias.

    “Idade avançada, sintomas de septicemia na internação, doenças subjacentes como hipertensão e diabetes e o uso prolongado da ventilação não invasiva foram fatores importantes na morte desses pacientes”, explica em um comunicado Zhibo Liu, coautor do estudo no Hospital Jinyintan.

    “Os piores resultados em idosos podem ser devidos, em parte, ao enfraquecimento do sistema imunológico e ao aumento da inflamação, o que pode promover a replicação viral e uma resposta mais prolongada a essa inflamação, causando danos persistentes ao coração, cérebro e outros órgãos”, acrescenta o médico.

  • Plataforma de matemática libera acesso para estudantes com aulas suspensas por causa do Covid-19

    Instituições de ensino estão adotando providências para conter o coronavírus (Covid-19) entre os alunos e professores – conscientização, prevenção, higiene e, em casos extremos, a suspensão das aulas.

    Para minimizar esse impacto, a plataforma britânica Mangahigh decidiu disponibilizar sua plataforma gratuitamente nos mais de 50 países onde atua em todo o mundo. Escolas, professores e alunos terão 60 dias de acesso gratuito aos conteúdos e atividades matemáticas da plataforma, com conteúdos para os Ensinos Fundamental 1, 2 e Médio.

    Segundo a Mangahigh, escolas em Hong Kong, Coreia, Bahrein e Emirados Árabes já estão se beneficiando dessa iniciativa, e o acesso será oferecido a escolas brasileiras que tiverem suas aulas suspensas como medida preventiva para conter a transmissão do coronavírus. As escolas interessadas deverão acessar a página de cadastro http://app.mangahigh.com/en-gb/register/CV19 .

    No Brasil desde 2012, a plataforma educacional britânica é pioneira na criação de conteúdos didáticos de matemática e raciocínio lógico por meio de games para crianças e adolescentes. Hoje, a instituição oferece conteúdos alinhados aos currículos nacionais de países da América do Norte, América do Sul, Ásia, Europa e Oceania. No Brasil, o conteúdo de matemática aplica as competências exigidas pela BNCC – Base Nacional Comum Curricular.

  • Agência oficial chinesa fala em “retorno à normalidade” e “otimismo cauteloso”
    O presidente Chinês visitou a região de Wuhan, que é o epicentro da epidemia

    Agência oficial chinesa fala em “retorno à normalidade” e “otimismo cauteloso”

    “À medida que o resto da economia global é cada vez mais dominado pelos temores do surto, o retorno da China à normalidade econômica oferece o conforto necessário”.

    Assim começa um extenso relato distribuido nesta quinta feira pela Xinhua Press, a agência oficial de notícias da China.

    O texto diz que o país está tentando “administrar um ato de equilíbrio entre conter a epidemia e revitalizar a economia”, e diz que “analistas e especialistas de negócios” expressaram seu “otimismo cauteloso” de que a economia chinesa permanecerá ilesa a longo prazo.

    “Depois do confronto total com o novo coronavírus no território nacional, a China está se reposicionando cautelosamente para combater as consequências econômicas do surto já declarado como pandemia”.

    A disseminação do virus, segundo o relato, “está basicamente contida na China”. O maior risco agora é representado pelos casos importados.

    A Comissão Nacional de Saúde informou que recebeu relatórios de 15 novos casos confirmados no continente na quarta-feira, entre os quais seis foram importados. Na quinta-feira, o número de novos casos caiu para oito.

    O relato diz que o governo chinês escolheu sacrificar ganhos econômicos de curto prazo para priorizar a saúde das pessoas.

    Pouco antes da Organização Mundial da Saúde declarar o surto como uma pandemia, o Conselho de Estado da China divulgou novas medidas para apoiar o comércio exterior e o investimento, caso as situações cada vez mais graves no exterior possam pesar ainda mais para as cadeias industriais globais.

    COMANDO DECISIVO

    Durante sua inspeção de terça-feira a Wuhan, o epicentro do surto, o presidente chinês Xi Jinping reiterou que a epidemia não minará os fundamentos do desenvolvimento econômico estável e de longo prazo da China, apesar das repercussões econômicas de curto prazo.

    Xi exigiu medidas detalhadas para manter a economia estável, incluindo o trabalho e a retomada da produção com base em categorias e regiões específicas.

    A fábrica da Commercial Aircraft Corporation da China Ltd. em Xangai retomou a produção em meio a esforços de prevenção e controle de epidemias. (Xinhua / Ding Ting)

    Xi exigiu o ritmo e a capacidade corretos de políticas macroeconômicas para amortecer o impacto da epidemia e impedir que o crescimento econômico deslize para fora de uma faixa apropriada.

    Após relatos de cerca de 300 milhões de galinhas passando fome em Hubei, o governo instigou os fornecedores estatais de grãos a enviar alimentos e mais tarde ordenou que os governos locais se abstivessem de bloquear os meios essenciais para o transporte de alimentos e produtos para animais.

    Os gigantes industriais estão liderando os ajustes de negócios, como a implantação de serviços de entrega sem contato e a promoção de salas de vendas de realidade virtual e passeios on-line por pontos turísticos. Muitos também ajudam os pequenos participantes em seu ecossistema de negócios, incluindo a redução de aluguel e comissão e o fornecimento de microempréstimos para parceiros vulneráveis.

    Em um dos setores mais atingidos, muitos restaurantes recorrem à entrega de alimentos para manter os negócios funcionando. Alguns até colocam seus chefs em plataformas de transmissão ao vivo para lançar pratos ou oferecer dicas de culinária.

    Os meios digitais permitem que milhões de pessoas trabalhem, entretenham e estudem em casa via teletrabalho e transmissão ao vivo.

    Segundo o governo, mais de 95% das empresas dos setores petroquímico, de telecomunicações, eletricidade e transporte retomaram as operações, enquanto funcionários de mais de 80% das empresas de capital estrangeiro voltaram ao trabalho.

    A retomada da operação regular de trens de carga China-Europa forneceu forte apoio à retomada da produção de empresas comerciais na província em meio à nova epidemia de coronavírus. (Xinhua / Pan Yulong)

    Xi Jinping disse que a epidemia do COVID-19 inevitavelmente causará um golpe “relativamente grande” no desenvolvimento econômico e social da China, mas seu impacto “é temporário e gerenciável”.

    As principais metas de crescimento econômico da China para 2020 ainda não foram anunciadas, pois a sessão anual do legislativo nacional foi adiada devido à epidemia, mas Xi reiterou que “o país tem confiança e capacidade para alcançar a construção de uma sociedade moderadamente próspera em todos os aspectos e a erradicação da pobreza”.

     

  • Dois milhões assistem ao grenal pelo Facebook

    No primeiro grenal pela copa Libertadores da América, só faltou o grande protagonista: o gol.

    O empate sem gols contabilizou três bolas na trave e uma grande pancadaria quando faltavam cinco minutos para do encerramento do clássico.

    Com quatro jogadores expulsos para cada lado, os minutos finais não foram melhores do que quando havia onze pra cada lado.

    A grande novidade do clássico histórico deste ano foi a transmissão exclusiva via rede social Facebook, que conseguiu atingir o pico de audiência em dois milhões de pessoas, embora a média durante a partida tenha se mantido em torno de um milhão e meio de telespectadores.

    Isso pode indicar que muitos internautas não conseguiram acompanhar toda a transmissão por problemas técnicos como baixa velocidade de conexão da internet.

    Mauro Galvão faz a análise pós-jogo e ainda consegue manter um bom índice de audiência/Reprodução

    Embora o narrador e o comentarista não sejam muito populares, o webcanal convidou o jogador Mauro Galvão para completar a equipe, trazendo um ar mais familiar à transmissão.

    No pós jogo, descontraído, o comentarista não se conteve e alfinetou a rede Globo soltando um “e aí Galvão?”.

    Não se sabe ao certo se por inexperiência ou se por estilo de direção, as imagens da pancadaria foram transmitidas sem corte, sem a desculpa, normalmente utilizada, de que a federação de futebol não permite a transmissão desse tipo de imagem.