Autor: da Redação

  • Quem tem mais de 60 anos de idade está proibido de passear nos parques e praças

    Quem tem mais de 60 anos de idade está proibido de passear nos parques e praças

    A partir desta quinta-feira, 26, cidadãos com mais de 60 anos de idade não poderão mais circular em parques e praças de Porto Alegre. A interdição dessas áreas urbanas para esse público foi divulgada em edição extra do Diário Oficial do Município (Dopa) desta quarta-feira, 25. O descumprimento desta norma prevê multa de até R$ 429,20, o equivalente a 100 Unidades Fiscais de Referência (UFR).
    O Decreto 20.529 também mantém a regra de isolamento domiciliar para pessoas com 60 anos ou mais, que vale até o dia 15 de abril, além de determinar a abordagem individual e coletiva dos agentes fiscais para a orientação a idosos que forem encontrados fora de casa nesse período. O texto foi construído em consonância com as orientações do Ministério Público e preserva o direito constitucional de ir e vir, acolhido pelo artigo cinco da Constituição Federal. A restrição a parques e praças é similar à determinação do governo do Estado do Rio Grande do Sul, que proíbe a visitação às praias gaúchas neste momento.
    Pessoas nesta faixa etária compõem grupo de risco para a Covid-19, de acordo com classificação do Ministério da Saúde e da Organização Mundial de Saúde (OMS). O controle da circulação de pessoas visa minimizar o risco de contágio pelo novo Coronavírus na capital gaúcha, que já tem 100 contaminados, de acordo com o último balanço divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS).
    Em nove dias, 31 decretos já foram publicados por Marchezan com medidas de caráter excepcional que acompanham a situação epidemiológica do município.
  • Marchezan determina revisão periódica de contratos com fornecedores do município

    O prefeito Nelson Marchezan Júnior determinou que, em até 48 horas, os titulares dos órgãos da Administração Pública Direta e Indireta apresentem uma revisão completa de todos os contratos e termos de parceria celebrados pelo Município. O decreto foi publicado em edição extra do Diário Oficial (Dopa) dessa quarta-feira, 25.

    O objetivo é redimensioná-los, se necessário, às reais necessidades de Porto Alegre enquanto todos os esforços e prioridades da estrutura pública estiverem focados no enfrentamento da disseminação do novo coronavírus. A norma vale durante a vigência da situação de emergência do município, declarada pelo Decreto 20.505.

    No Decreto 20.530, Marchezan detalha ainda que uma revisão periódica deverá ser reapresentada semanalmente, o que poderá incluir rescisão, implementação de novas condições temporárias, suspensão, redução ou alteração do objeto contratado.

    A possibilidade de alterar contratos com fornecedores do município já estava prevista no Decreto 20.520, de 20 de março.

  • Fora da China, seis países tem mais 50% dos casos confirmados

    Fora da China, seis países tem mais 50% dos casos confirmados


    Um total de 413.467 casos da COVID-19 foram notificados globalmente até às 10h00 CET (0900 GMT) da quarta-feira, de acordo com o painel de situação da Organização Mundial da Saúde (OMS).

    O número global de mortos pela COVID-19 subiu para 18.433, em 196 países e regiões.

    Fora da China, o número de casos confirmados subiu para 331.619, dos quais cerca de 240 mil casos foram notificados pelos seis países mais afetados com mais de 20 mil casos cada, nomeadamente, Itália, Estados Unidos, Espanha, Alemanha, Irã e França.

    “A pandemia continua a ter um enorme impacto não apenas na saúde, mas também em tantas partes da vida”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, na quarta-feira.

    Tedros observou que muitos países introduziram medidas sem precedentes a um custo social e econômico significativo.

    Segundo Tedros, ao pedir às pessoas que fiquem em casa e restringir o movimento da população, esses países estão ganhando tempo e reduzindo a pressão sobre os sistemas de saúde.

    No entanto, o chefe da OMS ressaltou que essas medidas não extinguirão as epidemias por conta própria. Ele reiterou a necessidade de tomar medidas agressivas para identificar, isolar, testar, tratar e rastrear os casos da COVID-19.

    Observando que mais de 150 países e regiões veem menos de 100 casos, Tedros disse que esses países e regiões têm a chance de evitar a transmissão comunitária e evitar alguns dos custos sociais e econômicos mais severos vistos em outros lugares.

     

     

     

  • Coronavírus: taxa de mortalidade é de 2,4% no Brasil

    Coronavírus: taxa de mortalidade é de 2,4% no Brasil

    O Ministério da Saúde  informou nesta quarta-feira que em 24 horas os casos confirmados da Covid-19 passaram de 2.201 para 2.433 e o número de mortes, de 46 para 57, o que representa uma taxa de letalidade de 2,4%.

    Foram registrados 48 óbitos em São Paulo, seis no Rio de Janeiro, um no Rio Grande do Sul e, pela primeira vez foram registradas mortes no Norte e Nordeste, uma no Amazonas e outra em Pernambuco.

    A primeira morte no país foi registrada em São Paulo, dia 17 de março.

    Os casos confirmados se concentram em São Paulo (862), Rio de Janeiro (370), Ceará (200), Distrito Federal (160), Minas Gerais (133), Rio Grande do Sul (123), Santa Catarina (109), Bahia (84), Paraná (81) e Pernambuco (46).

    Na apresentação dos números, o ministro Luiz Henrique Mandetta ressaltou que o dia 26 de março marca 30 dias do aparecimento do primeiro caso da COVID-19 no país.

    Com base nos dados coletados neste primeiro mês de epidemia, será elaborado um balanço nos próximos dias para projetar as ações para as próximas semanas.

    “Do meu ponto de vista, temos uns números dentro do esperado. Mas vamos trabalhar até o fim da semana para ver quais são as projeções. A partir de amanhã, teremos nossa plataforma (online) disponível com mais detalhes para que a população entenda a maneira como essa virose se desenvolve em nossa sociedade”, afirmou o ministro Luiz Henrique Mandetta.

    Ele disse que os números estão crescendo em um ritmo aproximadamente igual nos últimos dias e que a preocupação está nos estados mais populosos.

    “São Paulo e Rio de Janeiro, além de Minas Gerais, são os estados que mais nos preocupam, pois é onde estão concentrado os casos. Os três estados somam 100 milhões de pessoas, quase a metade da população do Brasil”, destacou o ministro.

  • Área azul continua em vigor e motoristas são multados em Porto Alegre

    Área azul continua em vigor e motoristas são multados em Porto Alegre

    Diante da situação de calamidade pública no país, e mesmo depois de decretos restritivos para o funcionamento do comércio em Porto Alegre e dos constantes apelos do prefeito Nelson Marchezan Júnior para que as pessoas permaneçam em casa, a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), responsável por regular e fiscalizar as atividades relacionadas com o trânsito da Capital, ainda permite que a empresa Zona Azul Brasil, que opera o estacionamento rotativo na cidade, multe os motoristas que permanecerem estacionados em área azul sem o devido pagamento das tarifas e por tempo ilimitado.

    Uma das situações ocorreu com motoristas na avenida Ramiro Barcelos, bairro Rio Branco, onde os moradores de um prédio que não dispõe de garagem foram surpreendidos com multas nos veículos. O servidor, mais conhecido por azulzinho, disse que recebeu orientação para continuar aplicando multas, que inclui, segundo ele, pagamento de R$ 190 e quatro pontos na carteira.

    O jornal JÁ entrou em contato com a Zona Azul Brasil, com sede na rua Uruguai, no Centro, e solicitou contato com a assessoria de comunicação. O atendente, que não quis se identificar, informou que a assessoria de imprensa da empresa era feita pela Prefeitura de Porto Alegre. Diante do estranhamento do repórter, por se tratar de uma empresa privada, o funcionário explicou que são “apenas prestadores de serviço para o poder público municipal” e repassou o telefone da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC).

    Na assessoria de imprensa da EPTC, ninguém atendeu. Foi enviada uma mensagem pela página da EPTC no Facebook pedindo esclarecimentos sobre a aplicação de multas, diante da necessidade de as pessoas permanecerem em suas casas, com os veículos estacionados na área azul sem ter de pagar pelo uso do espaço.

    O único retorno foi uma resposta automática: “Boa tarde, como podemos ajudar?” Ao ligar novamente, um funcionário da EPTC disse que a área azul continua funcionando normalmente e que não havia decreto algum liberando os motoristas dos pagamentos nos estacionamento rotativos e da necessidade de respeitar os limites de tempo.

    De acordo com o contrato celebrado com a Prefeitura, a empresa Zona Azul Brasil opera 220 parquímetros e controla 4,2 mil vagas de estacionamento, gerenciadas digitalmente.

  • Bolsonaro semeia confusão no momento crítico do combate à epidemia

    Bolsonaro semeia confusão no momento crítico do combate à epidemia

    No momento em que se prevê a aceleração da propagação da Covid 19 no Brasil, o país amanheceu nesta quarta-feira dividido entre a orientação seguida pelos governos estaduais e as autoridades médicas e a posição do presidente da República, expressa em polêmico pronunciamento na noite de terça-feira.

    Alinhados às recomendações seguidas no mundo inteiro, os governadores e os especialistas da área de saúde adotam medidas para evitar a circulação de pessoas e as reuniões ou aglomerações para reduzir o ritmo do contágio.

    Na direção oposta, Bolsonaro disse em rede nacional  que não faz sentido suspender aulas, restringir transportes e manter as pessoas confinadas em casa, porque isso vai agravar as consequências da epidemia, provocando uma crise econômica e social de proporções incalculáveis.

    O presidente brasileiro se alinha com Donald Trump, que resiste à orientação de confinamento de toda a população como forma de conter a propagação da doença, como vem sendo adotado em todos os outros países. Trump diz que isso vai provocar uma crise econômica que pode “destruir os Estados Unidos”.

    Bolsonaro recomenda que os governadores revoguem as medidas de contenção já decretadas e seu posicionamento provoca uma reação em todas as áreas.

    No meio desse embate, está a população que revela perplexidade pois a posição do presidente da República contraria até a linha que vinha sendo seguida pelo Ministério da Saúde desde o início da crise.

    Neste contexto, o país perde uma condição que é apontada pelos especialistas como essencial no combate à doença que é a união de esforços e a solidariedade entre todos.

    A crise política que se acirra com esta situação pode ser mais danosa ao país do que a própria pandemia.

    Especialistas da área médica criticam desde o início a falta de iniciativa das autoridades brasileiras.

    A contenção, que é a primeira fase do combate a uma epidemia,  deve começar antes mesmo das primeiras notificações no país, com o controle de pessoas vindas de países ou regiões onde já há contaminação.

    O Brasil, assim como  Europa e os Estados Unidos , se encontra na fase de mitigação, que é quando as transmissões tem forma comunitária, sem possibilidade de saber a origem da contaminação. Segundo o Ministério da Saúde, há transmissão comunitária em todo o país.

    É o momento em que os infectologistas recomendam medidas que possam reduzir a transmissão: cancelamento de eventos, fechamento de locais públicos e comércio, diminuição da circulação de pessoas e quarentena.

    Quando o ritmo do contágio se acelera é preciso adotar medidas de supressão, para impedir o colapso dos serviços de saúde pelo grande número de pessoas contaminadas e os casos graves e as mortes.

    No Brasil, a primeira morte aconteceu no dia 17 e nesta quarta-feira, oito dias depois,  já são 48 mortes (40 em São Paulo, quatro no Rio, uma em Porto Alegre e outra em Manaus).

    O posicionamento do presidente Bolsonaro, agora, dissemina a confusão, reforçando a conduta errática que se percebe no governo federal desde o início, apesar das atitudes do ministro da Saúde, Henrique Mendetta, que agora ficou sem o que dizer.

    No início do mês de março, em visita aos Estados Unidos, o presidente Bolsonaro disse que o problema vinha sendo “superdimensionado”. E em nenhum momento assumiu a coordenação da estratégia de combate ao surto.

    O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mendetta, vinha quase na contramão da posição do presidente e foi o único apoio que tiveram governadores e prefeitos que tomaram no início do mês as primeiras iniciativas.

    Os próximos dias serão decisivos no desdobramento desta crise.

     

  • Pesquisa e “panelaços” retratam desgaste de Bolsonaro frente a crise

    Pesquisa e “panelaços” retratam desgaste de Bolsonaro frente a crise

    Já são 23 os integrantes da comitiva que acompanhou o presidente Jair Bolsonaro aos Estados Unidos há duas semanas infectadas pelo novo coronavirus.

    Entre elas estão seis auxiliares diretos do presidente, além de três ministros.

    Bolsonaro, porém, já fez dois testes e, segundo ele, até agora o resultado é negativo. Bolsonaro disse que poderá fazer um segundo teste, se seu médico assim determinar.

    Na entrevista coletiva à imprensa na sexta=feira, um repórter perguntou se e ele iria divulgar o laudo médico que  resultou negativo. Bolsonaro ironizou  (“agradeço seu interesse pela minha saúde”) e desconversou.

    O jornalista insistiu, ele titubeou para responder e o ministro da Saúde, Henrique Mandetta, se antecipou dizendo que divulgar o laudo é “uma decisão pessoal que o presidente poderá tomar ou não, de a cordo com seu médico”.

    Por enquanto, os efeitos do coronavirus em relação a Bolsonaro se restringem à sua popularidade, que vem caindo desde o início por conta do seu comportamento, definido como “errático” na imprensa.

    Nesta segunda-feira, por exemplo, houve uma série de trapalhadas em relação à Medida Provisória assinada pelo presidente para amenizar os efeitos da crise na economia e no emprego.

    Um dos artigos da MP, que permitia às empresas dispensarem seus empregados por até quatro meses sem pagar salários, provocou  tantas críticas que o presidente se viu obrigado a revogá-lo poucas horas depois.

    Ele também minimizou a pandemia, chegando a falar em “histeria” e chamar a Covid 19 de “gripezinha”.

    Uma pesquisa do Datafolha, divulgada nesta segunda-feira, retrata o desgaste que a crise vem causando em sua popularidade.

    O desempenho de Bolsonaro em relação à pandemia foi avaliado como ótimo/bom por 35% dos entrevistados na pesquisa, enquanto 33% consideram “ruim ou péssima” sua atuação frente à crise.

    O percentual de aprovação é  20 pontos inferior ao desempenho do Ministério da Saúde, com atuação avaliada como ótima/boa por 55%.

    Segundo o Datafolha, a avaliação de Bolsonaro também é inferior ao dos governadores no enfrentamento da crise.

    Desde o dia 15 de março, quando chegou a incentivar manifestações públicas e abraçou apoiadores, contrariando as recomendações do próprio governo, as redes sociais  refletem o desgaste crescente.

    Bolsonaro tentou mudar de postura na semana passada, convocando entrevistas coletivas ao lado dos seus ministros no Palácio do Planalto.

    Apareceu com máscara de proteção junto aos seus auxiliares e tentou colar sua imagem às ações do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, que recebe elogios pela atuação da pasta nesta crise.

    Outro sintoma desse desgaste são os “panelaços” que há sete dias se repetem no início da noite nas principais cidades brasileiras, acompanhados dos gritos de “fora Bolsonaro”. Na noite desta segunda-feira não foi diferente

    Contaminados

    Os 23 contaminados que integraram ou tiveram contato com a comitiva de Bolsonaro nos EUA são os seguintes, segundo o G1:

    -Marcelo Thomé da Silva de Almeida, presidente da Federação de Indústrias de Rondônia
    -Major Mauro César Barbosa Cid, ajudante de ordens do presidente
    -Coronel Gustavo Suarez da Silva, diretor adjunto do Departamento de Segurança do GSI
    -Filipe Martins, assessor especial da Presidência
    -Embaixador Carlos França, chefe do cerimonial da Presidência
    -Sergio Segovia, presidente da Apex
    -Bento Albuquerque, ministro de Minas e Energia
    -Augusto Heleno, ministro do Gabinete de Segurança Institucional
    -Daniel Freitas, deputado federal
    -Flavio Roscoe, presidente da Federação das Indústria do Estado de Minas Gerais (Fiemg)
    -Marcos Troyjo, secretário especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia
    -Robson Braga de Andrade, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI)
    -Fabio Wajngarten, secretário de Comunicação da Presidência da República
    -Nelsinho Trad (PSD-MS), senador
    -Nestor Forster, encarregado de negócios do Brasil nos Estados Unidos
    -Samy Liberman, secretário Especial Adjunto de Comunicação Social da Presidência
    -Francis Suarez, prefeito de Miami
    -Sérgio Lima, publicitário que trabalha com a família Bolsonaro na criação do partido Aliança pelo Brasil
    -Karina Kufa, advogada de Jair Bolsonaro
    -Quatro integrantes da equipe de apoio da comitiva

     

     

  • Governo chinês diz que 90% dos projetos de infraestrutura foram retomados

    Governo chinês diz que 90% dos projetos de infraestrutura foram retomados

    A China retomou a construção de grandes projetos de infraestrutura, paralisados desde meados de janeiro por conta da epidemia do novo coronavírus.

    Segundo a agência oficial chinesa, quase 90% dos onze mil “projetos-chave” definidos pela Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma (CNDR) já estão em andamento.

    Na área de transportes ferroviários, são 533 projetos principais.

    Também foram retomadas as construções em 97% dos principais projetos de rodovias e hidrovias, 87% dos projetos de aeroportos e 86% dos projetos de conservação de água, segundo informou em entrevista coletiva no sábado um porta-voz da CNDR.

    Ainda há falta de mão de obra, meios de transporte e  fornecimento de matéria-prima, problemas que o governo pretende superar com a liberação de fundos do orçamento central e a emissão de “títulos de finalidade especial” para socorrer os governos locais.

    Segundo a mesma fonte, mais de 1 trilhão de yuans (US$ 144 bilhões) de títulos para fins especiais já foram emitidos para grandes projetos, como instalações de transporte, obras de conservação de água e parques industriais.

    O Conselho de Estado da China definiu também  medidas para acelerar a recuperação dos empregos e ajudar os trabalhadores migrantes a voltar ao trabalho.

    Outras medidas, como redução de impostos e taxas, devem ser adotadas para recuperar empregos, enquanto os investimentos em indústrias que podem criar mais postos de trabalho devem ser priorizados.

    Para “melhorar o ambiente para o empreendedorismo”, o governo promete uma cobertura mais ampla de empréstimos garantidos para as startups e apoio de políticas para investimentos de risco.

    Para ajudar os trabalhadores migrantes a voltar ao trabalho, o país manterá o transporte ininterrupto “ponto a ponto”, além de estabelecer uma série de iniciativas para ajudar os trabalhadores migrantes a encontrar trabalho nas suas proximidades.

    Para melhorar a oferta de emprego para trabalhadores graduados, será ampliada a escala de recrutamento nas empresas estatais, instituições públicas e exércitos, junto com matrículas em escolas de pós-graduação e postos de estágio profissional.

    O governo anunciou também que o seguro-desemprego estará disponível mediante solicitação online até o final de abril, e deve ser concedido apoio oportuno a pessoas cujos empregos foram afetados pela epidemia, especialmente em áreas mais atingidas, como a Província de Hubei.

    O país vai ampliar os programas de formação profissional, com foco em grupos-chave de trabalho, como trabalhadores migrantes.

    (Com informações da Xinhua News)

  • Nota da ARI: O antídoto da informação

    A Associação Riograndense de Imprensa emitiu hoje uma nota sobre a importância do acesso à informação neste momento de pandemia:

    “Neste momento preocupante da história da humanidade, em que uma pandemia de elevada letalidade ameaça a vida de milhões de pessoas, desafia a ciência médica, provoca abalos sem precedentes na economia e impõe extraordinárias mudanças comportamentais, a Associação Riograndense de Imprensa destaca a importância da informação independente, democrática e responsável como instrumento de defesa e proteção dos cidadãos.

    Ao reconhecer o trabalho incansável dos jornalistas e profissionais de comunicação que se empenham diariamente na apuração da verdade e na divulgação de notícias relevantes para o público, a ARI reafirma sua convicção de que a liberdade de expressão, o pluralismo de ideias e o acompanhamento crítico das ações dos governantes são indispensáveis não apenas para democracia, mas também para a saúde e o bem-estar de todos.”

    Associação Riograndense de Imprensa

    Diretoria Executiva
    Conselho Deliberativo

     

  • Governo contaminado

    Assessor Especial da Presidência, despachando da sala 315 no terceiro andar do Palácio do Planalto, ao lado do gabinete presidencial, o olavista Filipe G. Martins é o 22º membro da comitiva que viajou com Jair Bolsonaro aos Estados Unidos infectado pelo coronavírus.

    Com as confirmações nesta quinta-feira (19) dos casos de Martins, do chefe da ajudância de ordens, Major Cid; diretor do Departamento de Segurança Presidencial, Coronel Suarez; e do chefe do Cerimonial, Carlos França, Jair Bolsonaro já perdeu totalmente o controle do número de casos de contaminações pela Covid-19 no Palácio do Planalto.

    Segundo a coluna Radar, da revista Veja, servidores do Planalto vivem um cenário de “completo descontrole e paranoia”, já que até alguns dias atrás não havia qualquer protocolo contra contaminação na principal dependência do governo federal.

    O teste de Jair Bolsonaro deu negativo, mas o Ministério da Saúde recomendou que o exame seja refeito na próxima semana. Enquanto isso, a recomendação é para que Bolsonaro siga em “monitoramento”.

    Saiba quem são os 22 membros da comitiva de Bolsonaro infectados pelo coronavírus

    Fabio Wajngarten, secretário de Comunicação da Presidência da República

    Nelsinho Trad, senador pelo PTB-MS

    Nestor Forster, embaixador e encarregado de negócios do Brasil nos EUA

    Karina Kufa, advogada e tesoureira do Aliança pelo Brasil

    Sérgio Lima, publicitário e marqueteiro do Aliança pelo Brasil

    Samy Liberman, secretário-adjunto de comunicação da Presidência

    Alan Coelho de Séllos, chefe do cerimonial do Itamaraty

    Quatro integrantes não-identificados da equipe de apoio do voo presidencial aos EUA

    Robson Andrade, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI)

    Marcos Troyjo, secretário especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia

    Flávio Roscoe, presidente da Federação das Indústria do Estado de Minas Gerais

    Daniel Freitas, deputado federal (PSL-SC)

    Augusto Heleno, ministro-chefe do GSI

    Bento Albuquerque, ministro de Minas e Energia

    Sérgio Segovia, presidente da Apex

    Filipe Martins, assessor internacional da Presidência

    Major Cid, chefe da ajudância de ordens

    Coronel Suarez, diretor do Departamento de Segurança Presidencial

    Carlos França, chefe do Cerimonial

    (Com informações da Forum)